quarta-feira, 16 de setembro de 2015

A mais-valia-corrupta do PT

Por Sérgio Alves de Oliveira

A exemplo de todos os modelos políticos, sociais e econômicos  já concebidos no mundo através dos séculos,e aplicados no Brasil, também o SOCIALISMO iniciou e prossegue  a sua marcha  na direção  do fracasso e do agravamento da  desgraça do povo, caso ultimado nos limites das propostas  em curso, ditadas a partir do Foro San Pablo.

Os precedentes de modelos que não deram certo  no Brasil são inúmeros.  Dentre os principais, podemos citar o próprio CAPITALISMO, que  falhou  porque com ele o Brasil nunca conseguiu  atingir  um nível de desenvolvimento razoável que  atendesse as necessidades básicas da  população. E apesar das enormes potencialidades humanas e naturais  disponíveis,o  resultado que obtiveram foi uma das pirâmides sociais mais injustas do mundo, com diferenças da remuneração entre o capital e o trabalho, e internamente dentro do próprio trabalho, indo a extremos inimagináveis.

Esse disparate aconteceu  tanto na comparação  dos ganhos  entre os patrões e  os seus empregados, como  entre os próprios trabalhadores. No Serviço Público ,de modo especial , as distorções remuneratórias entre os trabalhadores  se agravam sobejamente. Existe uma “elite” muito bem remunerada ,concorrendo com uma multidão cujos salários  nem mesmo atendem  as necessidades primárias da vida.

O problema não está restrito às relações entre o CAPITAL e o TRABALHO, como alguns imaginam e dizem. Está também dentro da própria força do trabalho. São poucos ganhando muito, e muitos ganhando pouco. Mas nunca ouvi no discurso das “esquerdas”que andam por aí qualquer combate a essa anomalia social. Até “suspeito” que a causa desse silêncio esteja no fato de que seriam justamente “eles”, os esquerdistas, que estariam ocupando os cargos melhor remunerados no Serviço Público, por livre nomeação dos  seus “padrinhos”políticos.

O grande problema,no discurso desses farsantes, continuaria residindo   exclusivamente no  conflito de interesses entre o capital e o trabalho. Todavia esse discurso passou a ser falso. Na área pública o problema aumenta bastante em relação à iniciativa privada.

Por seu turno a DEMOCRACIA “tupiniquim”,a exemplo do CAPITALISMO, igualmente nunca funcionou como deveria. O Brasil pratica uma democracia meramente formal ,só porque ela está escrita nas leis  que regem o país. Na prática, no funcionamento, nos costumes, na dinâmica,o que temos não é a democracia, porém a  sua  contrária, a OCLOCRACIA,que se resume numa  pretensa democracia, porém deturpada, corrompida, praticada pela maioria do povo ignorante ,ingênuo, ou que se vende por um mísero prato de comida,quase sempre em benefício de políticos inescrupulosos, exploradores do povo, que fazem  da atividade pública uma profissão e um balcão para seus negócios, muitos dos quais ilícitos.

Isso que impropriamente chamam de “democracia”, onde se escolhe os dirigentes do país, não passa de uma rotina legal, escrita pelos  que têm interessa nela, onde as pessoas são obrigadas a votar, mas não têm nenhum direito de participar da escolha dos candidatos, privilégio restrito a pequenos grupos  que se apropriam dos partidos políticos. Esse direito/obrigação de votar, poderia  ser equiparado ao “direito” de escolher a  forma  preferida para  morrer, numa hipotética condenação e execução criminal:  se enforcado,  eletrocutado ou decapitado na guilhotina! Aí está a principal explicação para o  “lixo” que sai das urnas para comandar  o  país.

Essas distorções na política tiveram força para fazer com  que o país    andasse  mais para trás do que para a frente, aos  “trancos e barrancos”, desde a sua independência, e já antes ,como Colônia de Portugal, passando pelos períodos da Monarquia e da República, até hoje, num processo crescente de decadência ,principalmente de ordem moral, que chegou a níveis insuportáveis.

Pode-se até afirmar ,sem medo de erro, que as atividades onde o Poder Público  mais investiu de bom tempo para cá foram  nos sistemas ELEITORAL e  TRIBUTÁRIO, únicas atividades  que têm boa organização formal - apesar de desprovidas de grandes méritos de conteúdo - dignas de  Primeiro Mundo. Toda a estrutura governamental e recursos públicos ilimitados são canalizados para essas áreas, que na verdade são as únicas que interessam à podridão política  e administrativa reinante.

Ora, é compreensível que o Sistema Eleitoral tenha que funcionar bem para dar a falsa impressão de legitimidade aos vencedores apontados pelas  urnas,com todas as pompas e solenidades da Justiça Eleitoral,ao passo que a  arrecadação exorbitante de impostos e outros tributos tem só a função de encher os cofres públicos para que nunca falte dinheiro  para ser roubado. Se a EDUCAÇÃO e a SAÚDE recebessem metade do que é gasto para aparelhar o “terrorismo  tributário” e as  eleições (algumas até fraudulentas), certamente essas importantes atividades não estariam no caos em que sempre viveram.

Não bastasse o fracasso do Brasil, em toda a sua história, na contramão das enormes potencialidades  que o país  têm, para alavancar o seu desenvolvimento, devido, principalmente, à má gestão da coisa pública, a partir de 2003, com o início dos Governos do PT, foi reativada  a proposta para implantação do  SOCIALISMO - cuja trajetória havia sido interrompida  antes, com a Contrarrevolução de 64 - a partir das diretrizes do Foro de São Paulo, fundado por Fidel Castro e Lula da Silva.                                                                                                           

Aí está o nascedouro de mais um grande problema que o Brasil  eventualmente terá que  enfrentar. A exemplo do que já aconteceu antes ,com os fracassos da DEMOCRACIA e do CAPITALISMO, também esse anunciado  “SOCIALISMO”, se adotado, tende a ser uma catástrofe  de consequências imprevisíveis, não fosse por outras razões, até pela baixa envergadura moral das suas lideranças implantadoras.

Contudo há, sem dúvida,um certo exagero nas “condenações” precipitadas que são  feitas ao socialismo, como regime político socioeconômico, que não pode ser confundido com a sua versão degenerada brasileira,ante a  perspectiva de sua implantação por aqui. O socialismo também têm alguns aspectos positivos,desde a sua origem, no Iluminismo do Século XVlll, passando por Karl Marx, no Século XIX, e depois  com vários seguidores  da doutrina comunista que  contribuíram com algumas adaptações.

Mas o “ódio” irracional recíproco que os defensores do socialismo e do capitalismo trocam  entre si não permite que um e  outro enxergue na doutrina “concorrente” qualquer mérito. Essa postura não é verdadeira e nada inteligente. Ambos os modelos tem méritos e deméritos. Mas chegará o dia em que as inteligências abandonarão  as suas “raivas” recíprocas cultivadas durante dois  séculos, e desses dois modelos poderá surgir um terceiro, talvez até  fruto da combinação do socialismo e  do capitalismo. Seria o SOCIAL-CAPITALISMO?

O italiano ANTONIO GRAMSCI (1891-1937), fundador do Partido Comunista Italiano,foi um dos pensadores  que deram modelagem especial ao socialismo. Ninguém como ele tinha conseguido  fazer com que o socialismo desse abrigo ao que havia de pior no arsenal humano de uma determinada sociedade. Foi ele quem inventou a DISSIMULAÇÃO como estratégia para implantação do socialismo.

Gramsci defendia  que deveria se chegar  ao comunismo  de Marx sem que a sociedade participasse e  tivesse consciência que estava sendo conduzida nessa direção. As primeiras providências deveriam ser com as crianças nos colégios, através da ideologização (que o Governo local agora batizou com o nome de “Pátria Educadora”), caminhando ao lado do APARELHAMENTO  das instituições públicas e privadas, sempre que possível, sem qualquer alarde.

“Sorrateiramente”, estão conseguindo esse intento. São os ensinamentos de Gramsci na prática. É a dinâmica da pedagogia política sem qualquer escrúpulo agindo criminosamente contra as crianças. Enquanto isso acontece, a Instância Máxima do Poder Judiciário, o Supremo Tribunal Federal-STF, majoritariamente, já está à mercê dos gramscistas, o mesmo acontecendo com a  CNBB, a OAB, e outras organizações importantes, cujo silêncio e omissão  frente à degradação moral na política e à corrupção generalizada ,só podem indicar  concordância ou cumplicidade com o “status quo”.

Mas vou provar o que antes afirmei, ou seja, que o pretenso socialismo , em implantação no Brasil, e no restante da região abrangida pelo Foro San Pablo, não passa de uma  grandiosa farsa. E vou fazê-lo através de incursões do pensamento sobre o princípio da MAIS-VALIA, alvo central de Marx, que segundo a definição dada por ele, seria a parte do valor da força de trabalho não remunerada pelo patrão.

O problema é que a antiga quota da mais-valia não foi suprimida, nem diminuída, apesar dos ingentes “esforços” (de discurso) da esquerda. Ao contrário, ela aumentou. E muito.  Os seus novos “sócios-beneficiários” estão de uma ou outra forma ligados ao Governo.

Ocorre que a mais-valia hoje pode ser bifurcada em duas direções, quando “ontem” era uma só. Sobre ela foi organizado um “consórcio”, tendo de um lado os empresários, como sempre foi,e do outro os agentes públicos corruptos. É evidente que o seu valor teria que aumentar. É necessário mais “alimento” para dois do que para um.

Com isso a parcela de mais-valia do patrão continua como antigamente. Mas o “plus” que passou a incidir sobre ela ,na verdade um sobrevalor, acaba indo para o bolso dos corruptos do serviço público. Significa dizer, antes do império da corrupção , que foi aperfeiçoada no período do PT, mas que também havia antes, porém  em menor escala, a sociedade sustentava uma só mais-valia. Agora são duas.E os novos beneficiários são justamente os que usam o discurso “socialista”... contra a mais-valia.

Mas quem está pagando por essa corrupção?  Pela mais-valia “2”? Como afirmou o juiz Sérgio Moro, para descobrir é preciso percorrer o caminho do dinheiro. É claro que a conta da corrupção não vai ser bancada pelo patrão que negocia com o Serviço Público. Ele sempre vai achar uma maneira de compensar essa perda.

Essa operação, porém, vai afetar toda a sociedade, que terá que pagar mais impostos  para que o Governo consiga pagar  o que comprou com superfaturamento ilícito, ou seja, por preço maior. Aí deve estar a principal razão pela qual o Brasil é o país onde mais se paga impostos no mundo, com uma enorme parcela dos tributos pagos pela sociedade  desviada na corrupção desenfreada. Importante é sublinhar que toda a corrupção envolvendo o Poder Público será paga sempre pelo povo,através dos impostos . Assim não será a Petrobrás,o BNDES,A Caixa Econômica Federal, ou o Tesouro Nacional, que vão pagar os valores da corrupção. Quem vai pagar é o povo mesmo, o verdadeiro titular de tudo que é público. E com seus impostos.

Se Marx tivesse o azar de ver o que estão fazendo com  a sua “mais-valia”no Brasil ,e nos  países “colegas” do Foro San Pablo, certamente ele daria mil cambalhotas na sua tumba, levantaria  e  logo passaria a apontar o seu canhão não mais  a mais-valia dos  patrões, como fazia antigamente, porém na direção da  mais-valia da corrupção dos governos do Brasil, que conseguiram implantar, não o socialismo, porém um Capitalismo de Estado pervertido, onde o beneficiário nem é o Estado, porém seus servidores e políticos corruptos.

Mas com certeza Marx tiraria o “pé-do-acelerador” no antigo combate  que sempre fez à mais-valia dos patrões, que inclusive também  contribuem ,e muito, com seu próprio trabalho, à frente do capital, no ciclo da produção.  Mas a partir daí o seu foco principal de combate passaria a ser a “outra” mais-valia ,aquela oriunda da corrupção, porque não existe nem nunca existirá qualquer argumento capaz de justificá-la, não fosse por outras  razões, pelo simples fato de que uma  surge do trabalho do empresário, e a outra da  pura corrupção, ilegal e imoral, contrariando todos os princípios da decência.

Nota: O título escolhido para esse texto não significa que o “bandido” seja só o PT. O mesmo se aplica não só aos partidos e políticos que lhe dão sustentação, como também aos governos e políticos anteriores a 2003, que não foram muito melhores.



Fonte: Alerta Total

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Sérgio Alves de Oliveira é Sociólogo e Advogado.

A nossa maior tragédia

Por Gen Div Luiz Adolfo Sodré de Castro

"Não há ganho sem dor ...", das minhas lições de vida...

Alguns dos mais desenvolvidos e poderosos países da atualidade passaram por guerras sangrentas, na história, para que chegassem ao primeiro mundo. Souberam crescer com as dores de suas consequências. Outros países tiveram, ou ainda têm, terremotos ou tsunamis ou frio intenso ou furacões e vários combinam essas tragédias entre si e, muitas vezes, com as guerras que vivenciaram.

O Brasil, ao contrário, viveu poucas guerras durante a sua evolução e, esquecido com suas riquezas na América do Sul, não teve ameaças que justificassem o envolvimento em uma Grande Guerra no nosso território.

Por uma felicidade, não temos terremotos, furacões, tsunamis e nossas tragédias se resumem a teimosas enchentes, deslizamentos de terra e à permanente seca, que já poderiam estar solucionadas, ou minimizadas em seu efeitos, se tivéssemos um sistema preventivo atuante.

Vivemos num país abençoado!

No momento, governados pelo PT, enfrentamos uma perigosa crise na economia, que se agrava pela falta de credibilidade do governo e dos políticos. A chance de preparar o Brasil para enfrentar essa crise foi perdida. O PT tinha uma eleição pela frente e não quis tomar as medidas que, embora necessárias, poderiam levá-lo a perder a eleição de 2014.

Em seus três mandatos, anteriores, o PT teve condições para iniciar a implantação do seu projeto de poder, mas não conseguiu concluí-lo. Por isso precisava ganhar em 2014.

No passado, enquanto o PT era oposição e se protegia politicamente pelo radicalismo, as crises eram resolvidas por negociações entre os partidos tradicionais. Antigamente, as respostas para as crises eram um “pacote” e o clamor à união nacional, parecendo que todos aceitavam e se compunham por alguma vantagem futura. Aconteceu muitas vezes, em planos variados, como os diversos Planos Cruzado, e no governo Itamar, em 1994, com o Plano Real.

A situação atual é muito diferente.

Não há a menor chance de se lançar um plano milagroso com o PT no poder e um apelo à união nacional é muito difícil de se concretizar.

A união nacional é importante para a parcela que paga os impostos e sustenta o Brasil, é importante para os empresários e para os partidos tradicionais, mas não tem nenhuma importância para o PT.

O PT está imobilizado diante da crise, seu projeto político de poder contraria a solução que se poderia propor para ela. O PT quer mudanças profundas e radicais no sistema atual – na Constituição e nas relações sociais, econômicas e, principalmente, nas relações políticas do País. Este projeto busca desfigurar a democracia representativa, fragilizando-a com ações de consulta popular representadas por associações aparelhadas e politicamente alinhadas ao governo e ao PT (projeto de decreto presidencial 8.243/14). Prossegue controlando os veículos de comunicação social (projeto de regulamentação das comunicações) e, ainda, busca fazer alterações constitucionais como reeleições sucessivas. A seguir, o projeto do PT quer regulamentar os espaços privados dos cidadãos com a imposição de novos valores sociais, que interferem nas funções da família, e chegam ao controle político da educação. Finalmente, o PT chegará ao financiamento público exclusivo das eleições.

A atual e grave crise econômica não leva o PT a mudar seus objetivos, a crise venezuelana não o assusta a ponto de se afastar do conceito bolivarianista. O PT teve a sua chance e se apegou a um modelo socializante do pós-URSS que, evidentemente, não deu certo.

O modelo brasileiro onde a política está fragilizada institucionalmente não é capaz de solucionar a atual crise. Quem é capaz de investir num país sem segurança jurídica? Brasileiro ou estrangeiro, ninguém fará a roda do desenvolvimento girar num país onde a corrupção do partido que governa chegou ao nível em que chegou no Brasil! (rebaixamento do grau de investimento)

Por tudo isso, o PT é a nossa GUERRA, o nosso terremoto, o nosso tsunami, o nosso furacão!

Em resumo: O PT é o caminho errado para a união nacional e o caminho que nos mantém em direção à corrupção e ao assalto ao povo brasileiro. Com o PT não há solução possível para a crise.

A atual crise é uma das mais graves já vividas pelo Brasil e, ao mesmo tempo, a melhor oportunidade para dar adeus ao passado comunista, revolucionário e radical de esquerda.

A crise é a nossa oportunidade de dar adeus ao PT e a tudo que representa em termos de atraso e corrupção como “nunca antes vista na história desse país”. É a nossa oportunidade de dar um passo na direção do futuro, do trabalho honesto e qualificado, da igualdade de oportunidades, da meritocracia, da liberdade e da verdadeira democracia representativa, respeitando a Constituição e a todo sistema legal!

O PT É A NOSSA TRAGÉDIA NACIONAL!

Vamos enfrentar essa tragédia e, com coragem, vencê-la para sempre!



BEBERAM? CHEIRARAM? FUMARAM? DOIDÕES CERTAMENTE ESTÃO



Culpado conforme as acusações, o petismo quebrou o Brasil e, em quatro anos levou junto o Rio Grande do Sul. Nenhum contador, auditor, economista, desconhecia aquilo que Sinara Polycarpo Figueiredo, assessora de investimentos do Santander, anunciou em circular a seus clientes em junho do ano passado. Aliás, o referido documento afirmava obviedades antigas, que só eram desconhecidas pelos assessores da CNBB e pelos publicitários do governo. Os primeiros emitiram, na mesma época, uma Análise de Conjuntura na qual afirmavam que a inflação estava diminuindo e que uma entidade maligna chamada mercado semeava insegurança para desestabilizar o governo. Os segundos propagavam que o Brasil era e continuaria sendo uma ilha de prosperidade, pleno emprego e desenvolvimento social. A assessora do Santander foi demitida. Os da CNBB permanecem firmes em seus postos. E os publicitários do governo? Estes aprenderam que a mentira é a própria alma de seu negócio. Afinal, é preso ao fio produzido por essas mentiras que balança e se sustenta o indescritível governo da presidente Dilma.

 A irresponsabilidade fiscal, que sempre foi bem vista pelo petismo, quebrou o Brasil. Levou-nos ao descrédito internacional. Pôs sob risco o grau de investimento do país. Constrangeu o governo a apresentar ao Congresso um inédito orçamento deficitário para o ano de 2016. Com isso, está obrigando-se a buscar novas fontes de receita (leia-se "tomar-nos mais dinheiro pela via tributária").

Pois é nesse contexto que eu acabo de ler, no Estadão de hoje, 4 de setembro, que a "Petrobrás corta viagens e festas para poupar R$ 12 bilhões". No conteúdo da matéria vê-se que os cortes não atingirão apenas viagens e festas, mas incluem, entre outros, aulas de idiomas, brindes, programas de visitas, uso de veículos para necessidades não operacionais, participação em congressos, seminários e fóruns. E nem uma palavra sobre as periódicas e inúteis enxurradas publicitárias que inundam os grandes meios de comunicação. É também nesse contexto que, no mesmo jornal, lendo editorial com o título "O irrealismo do judiciário", fiquei sabendo que o STJ e outros sete Tribunais Regionais do Trabalho encaminharam ao Conselho Nacional de Justiça anteprojetos que criam 1,5 mil cargos de natureza técnica e outro tanto em funções comissionadas! Nada diferente dos aumentos e regalias autoconcedidos. E nada diferente do ânimo criador de caso que tem levado a Câmara dos Deputados a aprovar projetos que elevam sobremaneira o gasto público. O governo, por conta própria, fez tudo que estava ao seu alcance para afundar o país. Não precisa de sugestões nem de auxílio da oposição.

Eis o que me leva ao título deste artigo. Beberam? Cheiraram? Não podem, as instituições da República, estar em seu estado normal. Poupem-nos de seu convívio. Vão se tratar e voltem quando estiverem restabelecidos.


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Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

O pão que o Lula amassou

Por Maria Lucia Victor Barbosa

lulamalvadoNo teatro da vida a farsa se faz presente. A hipocrisia, a mentira, a simulação, a impostura, a bajulação sempre ajudaram os vencedores da batalha da existência, sobretudo, os dotados de retórica capaz de iludir e convencer.

Na política, palco máximo da simulação, a farsa conta com o poderoso auxílio da propaganda que se sofisticou e se disseminou através dos meios de comunicação, especialmente os televisivos. Porém, a culminância da hipocrisia e do cinismo chegou ao Brasil a bordo do governo petista, na medida em que marqueteiros habilidosos esculpiram uma falsa imagem de Lula da Silva apresentado como proletário pobrezinho, vítima da sociedade de classes e depois, num passe de mágica, o transformaram em estadista.

Na verdade, Lula é um semianalfabeto que de pobre não tem nada, um populista ambicioso e sem escrúpulos que venceu pela sorte e não pelo valor. Na quarta tentativa ele chegou à presidência da República na medida em que sua fala vulgar, rudimentar, grotesca, circense provocou o sentimento de identidade tão caro às massas.

Disse alguém que “a vida é a tragédia das escolhas”. A maioria dos brasileiros escolheu Lula duas vezes. E depois mais duas quando ele logrou colocar em seu lugar o chamado poste. E não foram somente os pobres que o escolheram o salvador da pátria, chancelando a tragédia que ocorre agora no Brasil. Brahma ou Barba chegou também lá montado no apoio dos que ele finge amaldiçoar como elites, ou seja, banqueiros, empreiteiros, grandes empresários. E a classe média, que a petista Marilena Chauí diz odiar, composta por intelectuais, artistas, profissionais liberais, professores, estudantes universitários, endossou o teor de fé da seita PT. Jactando-se de seu socialismo requentado, falso, atrasado, tão comum na América Latina por conta da dor de cotovelo que se tem dos Estados Unidos, a classe média erigiu Lula ao altar da pátria e o adorou.

Brahma ainda teve apoio de parte da Igreja católica, das tradicionais ramificações petistas sustentadas pelo partido como a CUT, o MST, UNE, e de outros ditos movimentos sociais, além de conquistar a adesão de instituições como a OAB.

Impressiona também o fortalecimento do PT através do apoio constante e fiel do PSDB, especialmente de Fernando Henrique Cardoso. Nunca houve oposição ao PT nem nunca haverá por parte dos peessedebistas. É tanta a devoção dos tucanos com relação a Lula da Silva, que melhor fariam dissolvendo seu partido e entrando para o PT.

A tragédia das escolhas fortaleceu tanto Lula e seu partido que ele se imaginou capaz de fazer o que bem quisesse. Assim, veio a enxurrada de erros na economia, a gastança exacerbada, a corrupção desenfreada. E no primeiro mandato da criatura, com Lula presidente de fato, foi o tempo em que ele caprichou no amassar do pão amargo que os brasileiros agora engolem a custo e que se tornará mais tóxico daqui para frente com o aumento da inflação, da inadimplência, do desemprego, dos juros, do dólar.

Como não há governo que aguente quando a economia vai mal, movimentos populares espontâneos têm ido às ruas para pedir a saída da governanta. Parece que só agora foi notada sua total incompetência, sua fala incoerente como se ela tivesse enorme dificuldade de raciocinar, o que indica absoluta inaptidão para o cargo presidencial, aliás, para quaisquer cargos, até os mais simples.

O PT quebrou o Brasil e o abismo se abre aos nossos pés, prenunciando uma via-crúcis ainda mais dolorosa com o rebaixamento do Brasil pela Agência de classificação de risco Standard & Poors. Perdemos o grau de investimento e outras agências deverão fazer o mesmo com graves consequências para nossa já combalida economia.

Diante do descalabro já existem 17 pedidos de impeachment de Rousseff na Câmara e o mais expressivo é o do ex-militante petista, Hélio Bicudo. O PSDB, vergonhosamente, covardemente, se omite, se esconde, vacila e deixa para o PMDB resolver a questão.

Enquanto isso, diabolicamente, Lula vai amassando o pão. Começou a atacar a criatura e, se ela cair, ai de quem a substituir. Será massacrado pela única coisa que o PT sabe fazer bem: uma oposição violenta, raivosa, intimidadora, boçal. Desse modo, Lula imagina poder voltar em 2018, consolidando seu poder e o do PT. Resta saber se o povo aprendeu a dura lição ou se seguirá sem medo de ser infeliz rumo ao Socialismo do Século 21, da Venezuela, como quer o Foro de São Paulo. O tempo dirá.





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Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

IMPEACHMENT, o MELHOR caminho


Governo Dilma está à beira do abismo

Por Lauro Jardim


Lauro Jardim, colunista de VEJA, comenta os anúncios que serão realizados hoje pela presidente. Corte de gastos e aumento de impostos estão no pacote do dia.

Pacote de ajuste é pesado, e devia vir antes

Por Denise Campos de Toledo


Matematicamente as contas podem até fechar. O governo está cortando o que pode e buscando arrecadação onde quer. Está jogando para a sociedade e os parlamentares boa parte da responsabilidade na implementação do ajuste. Vai sobrar pra todo mundo.

Talvez fossem medidas melhor aceitas se tivessem sido apresentadas logo no início do governo, antes do desgaste político, da queda de popularidade, do agravamento da crise econômica. Hoje o custo disso tudo será muito maior, para a população, as empresas, a atividade econômica e, também, do lado político.

Será que o Congresso está disposto a endossar as medidas que dependem dele? Parlamentares vão redirecionar emendas? Qual será a reação do funcionalismo? dos políticos? dos empresários? dos movimentos sociais?.

Todo mundo vai ser atingido. Vão ser cortados gastos até em áreas prioritárias, carentes, como saúde; programas que o governo garantiu que eram intocaveis, como o Minha Casa Minha Vida. Custos vão subir, estímulos serão cortados para exportadores, para quem investe em inovação.

A atividade econômica pode sair ainda mais prejudicada, sendo que o País, na projeção do mercado já deve ter, neste ano, uma retração de mais de 2,5% do PIB. O governo ainda quer a volta da CPMF. Um imposto que pesa proporcionalmente mais pra quem ganha menos, incide várias vezes na produção, interfere nos custos, na inflação. Mas é fácil de arrecadar e dá a impressão que não pesa tanto. Só que já foi pra lá de criticada quando a idéia foi lançada algumas semanas atrás.

O mercado reagiu bem. O dólar caiu e a bolsa subiu, mas antes da divulgação do pacote integral de ajuste. A preocupação mais imediata é com o risco de novos rebaixamentos da nota de avaliação do País, o que poderia ter repercussão pior para a economia.

Mas o pacote é pesado "Se" for implementado da forma prevista pode jogar o País em uma recessão ainda mais profunda, com queda maior dos investimentos, mais dificuldade pra melhoria da competitividade e, possivelmente, mais desemprego.

Fica a dúvida. Porque o governo não fez tudo isso preventivamente, antes de mergulharmos numa das piores crises da história, antes do rebaixamento. É mais uma culpa que terá de carregar. Sendo que ainda vamos conferir qual será a condição política, no sentido mais amplo, da implementação disso tudo.

O pacote: você vai pagar a conta



Nesta edição de Pronto Falei, o comentarista político Reinaldo Azevedo fala sobre os cortes anunciados pelo Governo como forma de zerar o déficit orçamentário e, ainda mais, fazer m superávit de 0,7% do PIB. Reinaldo comenta também a possível volta da CPMF e questiona o motivo pelo qual o Governo não anunciou tais medidas para que não se apresentasse um Orçamento deficitário, "que é ilegal".

Novo pacote do governo abaixa a temperatura, mas aumenta a pressão



O colunista de VEJA Reinaldo Azevedo comenta o pacote do governo que quer cortar gastos no Orçamento de 2016 e lançar uma nova alta de impostos. As medidas ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso, mas o anúncio de hoje não deve ajudar a melhorar a popularidade da presidente. "Dilma está enganando seu próprio eleitorado e a situação só se agrava", conclui Reinaldo. 

Presos PMs suspeitos de assassinatos no Butantã



Mais seis policiais militares tiveram a prisão decretada hoje acusados de assassinar dois homens no Butantã, na zona oeste de São Paulo. Ao todo, 15 pms são investigados pelos crimes, que aconteceram no último dia 7 de setembro.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Bolsonaro e o DECRETO 8515



Deputado Jair Bolsonaro é entrevistado pela TVCULTURA e fala sobre o Decreto 8515/2015.

Levy sabia do rebaixamento do Brasil, mas não avisou o governo, que só foi informado pela imprensa


(Marcelo Camargo - ABr)Correndo por fora – O ainda ministro da Fazenda, Joaquim Levy, soube do rebaixamento do grau de investimento do Brasil no início da tarde da última quarta-feira (9), mas optou por não compartilhar a informação com a presidente Dilma Rousseff, comprovando a falta de coordenação no núcleo do governo mais corrupto e incompetente da história nacional.

A presidente da República e seus assessores mais próximos só souberam do “downgrade” no início da noite, quando várias agências de notícias começaram a divulgar a decisão da classificadora de riscos Standard & Poor’s (S&P).

O fato causou um enorme mal-estar no Palácio do Planalto, mas um dos argumentos usados por Levy para o sigilo seria não permitir vazamentos enquanto o mercado financeiro ainda estivesse em funcionamento, o que para muitos ministros não justificaria deixar a presidente da República desinformada.

Na verdade, Joaquim Levy conhecia a decisão da S&P desde a semana anterior, quando jantou com empresário em São Paulo, que lhe antecipou o fato que estava prestes a se tornar público.

O Planalto inclusive acredita que, caso o ministro da Fazenda tivesse avisado com antecedência, o governo teria a oportunidade de traçar uma estratégia para o caso de confirmação do rebaixamento, como, por exemplo, preparar outras notícias para se contrapor ao fato negativo.

Para piorar a situação, no dia do anúncio Levy enclausurou-se na sede do Ministério da Fazenda em São Paulo e, apesar de a presidente ter ordenado que ele falasse à imprensa, o ministro mandou que impedissem a entrada de profissionais de comunicação no edifício. Assim, os jornalistas não tiveram sucesso, mesmo depois de telefonaram para pedir ajuda ao Palácio do Planalto, que tentou liberar a entrada.

Joaquim Levy só divulgou nota oficial sobre o “downgrade” por volta de 22 horas, quando também concordou em conceder a entrevista ao “Jornal da Globo”. Apesar disso, a improvisação do ministro na entrevista foi considerada um desastre pelo governo.

Levy e sua equipe estão bastante descontentes com a condução da política econômica de Dilma Rousseff, já que a petista continua sem ter certeza sobre o tamanho dos cortes que necessita fazer no Orçamento do próximo ano, como forma de preencher o rombo inicialmente previsto na casa dos R$ 30,5 bilhões. A posição ortodoxa de Levy em relação a mais cortes, além de alguns impostos, continua enfrentando resistência no Palácio do Planalto.

É necessário destacar que o ministro e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, estavam demissionários na quarta-feira (2). Decidiram rever a decisão em suas cadeiras apenas após o presidente do Bradesco, Luiz Trabuco, conversar com Dilma Rousseff, como antecipou o UCHO.INFO. Foi por essa razão que naquela data houve um jantar com empresários para recepcionar Levy em São Paulo.


Na ocasião, o ministro da Fazenda afirmou de maneira clara a todos os presentes ao encontro que tentará mais um pouco a implantação do ajuste fiscal, até por volta do fim do ano e, se não tiver sucesso, terá de sair. Essa declaração confirma notícia antecipada pelo site, que afirmou que Joaquim Levy aguarda um momento propício para deixar o desgoverno da petista Dilma. (Daniel Cabral Távora e Ucho Haddad)

BENÍCIO DEL TORO, QUE FEZ "EL CHE" E GAGUEJA MAIS DO QUE FALA SOBRE SEU ÍDOLO



Um exemplo difícil de ser superado sobre o dano que o esquerdismo causa ao cérebro humano.

Não vejo razões para temer o “Decreto 8515”


Caros amigos

Recebi, há poucos dias, um texto que reporta a personalidade e, principalmente, a atitude de um General alemão chamado Dietrich Von Saucken, oficial da Cavalaria Prussiana.

Segundo o relato, Von Saucken, um herói das duas Grandes Guerras Mundiais, várias vezes ferido em combate, foi chamado à presença de Hitler, a quem desprezava, para receber a ordem de defender a Prússia do avanço da Rússia. Ao final do encontro, o “Fuhrer” acrescentou que o General deveria prestar contas das suas ações ao líder nazista local.

Visivelmente contrariado, Von Saucken bateu forte com a mão na mesa e disse, energicamente, que não receberia ordens de um representante do Partido. Hitler não teve dúvidas da determinação daquele Soldado e, prontamente, aquiesceu, dizendo em voz baixa: “Tudo bem, Saucken, você será o seu Comandante”, ou seja, o “Fuhrer” simplesmente cedeu quando se viu confrontado por um homem melhor que ele.

Valho-me deste relato para reforçar minha opinião sobre o Decreto 8515, de 3 de setembro último, pelo qual a Presidente da República, no uso das suas atribuições, delega novas missões ao Ministro da Defesa, parte das quais eram, desde a criação do MD, delegadas aos Comandantes das Forças e, anteriormente, aos  Ministros Militares.

Tenho recebido grande número de mensagens de pessoas preocupadas com as consequências dessa redistribuição de tarefas, às quais tenho respondido, com absoluta convicção, que não me preocupam, porque nada mudará!

Comparo as FFAA a um circuito fechado de processos, hábitos, compromissos e procedimentos morais construídos, aperfeiçoados e consolidados, sempre, sob a tutela de valores, tradições e princípios.

As entradas deste circuito são mantidas muito bem fechadas e guarnecidas pelos mesmos valores, tradições e princípios que têm tutelado a sua evolução e que impedem a penetração de ideias que não estejam em consonância com eles e que fazem das FFAA brasileiras uma referência para a Nação e uma ameaça permanente aos seus inimigos.

Meu conhecimento me permite ter a convicção de que qualquer tentativa de burlar a hermeticidade deste circuito fará surgir, à frente do atrevido, tantos  Dietrich Von Saucken quantos forem necessários para intimidar a ousadia!

Em 1964, João Goulart ousou penetrá-lo e logo aprendeu que as FFAA tinham seus próprios Comandantes e que não valeria a pena confrontar homens que eram melhores do que ele.


Assim, confiante no Exército de Caxias, na Marinha de Tamandaré e na Força Aérea de Eduardo Gomes, não vejo razão para temer qualquer decreto de homens ou mulheres que, sob quaisquer aspectos, não são melhores do que nós.

domingo, 13 de setembro de 2015

Congresso tem culpa do rebaixamento ?


Dilma não merece qualquer consideração!


Caros amigos

Fui educado para ter respeito aos mais velhos e às mulheres, por piores que sejam. A Sra Dilma é mulher e é mais velha do que eu, no entanto, o despudor com que ela “explica” o inexplicável me autoriza a passar por cima do que trago do berço e da minha formação, porque, sem dúvida, esta senhora não merece respeito ou consideração.

Se ela tivesse um mínimo de respeito pelo povo brasileiro, já teria renunciado ao cargo para o qual perdeu toda a legitimidade ao não mais poder esconder sua incapacidade gerencial, seu descompromisso com a verdade e o seu alheamento do conceito de responsabilidade.

Dilma Rousseff, Lula da Silva, o partido de desonestos e desequilibrados que os abriga e todos os patifes que, com eles, têm participação na roubalheira que jogou o Brasil na mais profunda crise da sua história, agora, quando não podem mais esconder as consequências da velhacaria, dirigem-se às suas vítimas, o povo, para dizer, sem qualquer acanhamento, angústia ou vergonha, que foi “sem querer”, que “não se deram conta” ou que sabem mas não querem “dedurar” ninguém! E, pior, apresentam a conta do desfalque aos desfalcados!

Todos eles já deveriam estar fisicamente na cadeia e moralmente na lata de lixo da história!

As más escolhas políticas que os brasileiros têm feito refletem um comportamento só corrigível, conforme recomendam os bons métodos da educação tradicional, com o rigor do castigo que o destino lhes está a aplicar.

Muitos brasileiros pensam que ser esperto é votar em vagabundos que ficam ricos sem mérito, imaginando que, pelo mesmo processo, de alguma forma, irão beneficiar-se do poder que colocam em suas mãos. De quanto tempo ainda precisaremos para nos livrar deste delírio?

Vamos pagar muito caro e chorar lágrimas de sangue por termos acreditado nos demagogos, nos reformadores do mundo, nos apóstolos da utopia, na conquista gratuita do paraíso na terra, na falácia do “tudo pelo social”, no devaneio da ascensão por decreto, na troca de consciências por bolsas e esmolas e por muitas outras ilusões que apenas iluminam o caminho para o fracasso coletivo.

Orgulho-me muito de ser brasileiro e, por isso mesmo, guardo a firme esperança de que estejamos aprendendo com os erros que temos cometido e que sairemos desta crise, finalmente, livres dos mercadores de ilusões, dos espertos e dos mentirosos.

Emergiremos do caos conscientes de que só o caminho da verdade, do trabalho, da honestidade, da moral, dos bons costumes e do respeito à lei e ao direito é que nos levará ao futuro que queremos e merecemos, mas que, por obra da nossa imaturidade política e dos desacertos daí decorrentes, a cada dia parece mais distante.

Que a Semana da Pátria seja, para todos os brasileiros, motivo de meditação e oportunidade para um exame de consciência na busca da parcela de culpa pelas penas que já começamos a pagar e que, na justa medida, cabe a cada um nós, para que no porvir não tenhamos que lamentar, mais uma vez, a entrega do poder a quem não merece qualquer consideração!

Viva o Brasil!


Vivam os brasileiros!

Duvivier comete grave crime de calúnia contra eleitores de Eduardo Bolsonaro. Será processado?

gregorio_difamador 
Gregório Duvivier, um pretenso humorista que pensa ser engraçado viver em defesa de um governo totalitário como o petista, resolveu mandar o time todo para o ataque, em total desespero de causa: em um prêmio chamado Congresso em Foco 2015, notou que Eduardo Bolsonaro saltou na dianteira. O curioso é que logo em seguida ele pedia votos para Jean Wyllys, cujas propostas políticas são tão totalitárias quanto as que o “humorista” defende.

Apelando à calúnia mais desqualificada, Duvivier resolveu dizer que todos os eleitores de Bolsonaro são neonazistas. Agora cabe uma ação civil tanto lançada diretamente por Eduardo Bolsonaro contra ele, como também uma ação coletiva para todos os votantes que foram falsamente acusados de serem neonazistas.

É vital deixar os termos bem claros: o que Duvivier praticou não pode passar batido. Se os eleitores de Bolsonaro, assim como o próprio, não reagirem a isso, é sinal de que não estão dispostos a lutar politicamente.


Pergunta a Bolsonaro e aos seus eleitores: isso vai ficar de graça?


Para emagrecer Dilma precisa cortar o pixuleco



Direto de Veneza, na Itália, o Belo Marcelo Madureira diz porque a presidente Dilma não gostou da boneca Pixuleca. Dilma nem ligou para o nariz de Pinóquio... o problema foi outro. Descubra na conversa bem-humorada com Joice Hasselmann.

sábado, 12 de setembro de 2015

Reforma Política: Câmara recusa besteira do Senado


Governo Dilma está mais zonzo do que nunca



O colunista de VEJA comenta a falta de atitude do governo após ter sido rebaixado pela Standard & Poor's. Já se passou um dia e meio e nenhuma medida foi anunciada para restabelecer credibilidade.

Impeachment: Dilma emplaca 2016 ?


Que Levy é esse



Mais uma vez sem dizer como nem quando, o governo volta a prometer corte de gastos. E o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que sempre se apresentou como uma voz alternativa, pareceu pela primeira vez um homem de governo. Acompanhe também as reações do mercado e do Congresso ao rebaixamento da nota do Brasil no 'Giro Veja', com Silvio Navarro.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

A perda do grau de investimento



O rebaixamento do risco Brasil pela agência Standard and Poor's é a antecipação de um fato que se esperava para janeiro, derivado do delírio da apresentação da proposta orçamentária deficitária. Era perfeitamente evitável, mas Dilma Rousseff é mouca à voz da razão.

‘São os últimos suspiros do projeto criminoso de poder’


E o Impeachment continua...


Concessões de hidrelétricas são a nova tentativa do governo para atrair liquidez



O colunista de VEJA Lauro Jardim comenta a manobra do ministério da Fazenda para conseguir recursos após mais uma 'pancada'. Ontem, a agência de risco Standard & Poor’s cortou a nota de risco do Brasil, afastando ainda mais os investidores do país.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Brasil volta a ser um cassino

Por Augusto Nunes & Carlos Graieb


Os jornalistas Augusto Nunes e Carlos Graieb analisam o rebaixamento da nota de risco do Brasil pela agência S&P. A decisão deve agravar ainda mais a crise econômica e coloca o país à deriva. "O governo Dilma ruma para um fim célere", diz Graieb.

Frente PRÓ IMPEACHMENT


Setembro, para Dilma, pode ser pior do que Agosto



Noblat comenta o que devera acontecer de decisivo neste mês de Setembro para o futuro do governo Dilma.

Dilma quer 'impostaço' para não emagrecer governo obeso

Por Joice Hasselmann


A presidente diz que não pode economizar, que não tem de onde cortar, mas exige da população mais sacrifícios. Como alguém que tem 39 ministérios e 140 estatais não tem onde cortar? Dilma não quer emagrecer um governo com obesidade mórbida. Entenda com Joice Hasselmann.

DILMA Viciada em Pisar em Casca de Banana


Começou o Impeachment


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

De que VALE o MUNDO INTEIRO ?


Moro sobre Lava Jato 'O policial que descobre o cadáver não é culpado do homicídio'



O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato – que descortinou o escândalo de corrupção na Petrobras – rebateu durante o Exame Fórum as críticas de que as investigações seriam responsáveis pela crise econômica que afeta o Brasil. Durante palestra, o juiz comparou a Lava Jato com a ação contra a máfia italiana na operação Mãos Limpas e afirmou que o Brasil é corroído por um esquema de corrupção sistêmica.

#PIXULECA - Remédio Amargo


Quanto maior o tombo, mais difícil a retomada



O pessimismo é cada vez maior, simplesmente, porque não temos no horizonte indicadores apontando em outra direção. Há uma piora geral no andamento da economia. A queda da produção industrial, por exemplo, foi muito maior que se previa e bateu direto nas projeções quanto ao tamanho da recessão que vamos encarar. Quanto maior o tombo, mais difícil a retomada. E o governo até em declarações acaba contribuindo pra derrubar mais a confiança.

Olha as cabeçadas que deram e continuam dando na questão do ajuste fiscal. Primeiro veio a proposta orçamentária para o ano que vem, prevendo um déficit de 30 bilhões e meio de reais nas contas públicas. Depois foi toda a polêmica em torno da permanência ou não de Levy à frente do Ministério da Fazenda. Ele ficou e o governo voltou a falar em uma meta de superávit de 0,7% nas contas em 2016. Mas pra isso tem que cortar despesas ou aumentar receita.

Do lado das despesas a presidente Dilma, de início, disse que tudo que tinha pra cortar já tinha sido cortado. Mas agora admite cortes até em programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida. No paralelo, claro, continuam elaborando mais aumento da carga tributária, possivelmente,com elevação da Cide sobre os combustíveis. IPI e IOF. Pra isso basta uma canetada. Não dependem de negociações com o Congresso, embora também não se descarte uma nova alíquota do Imposto de Renda para os mais ricos. Nesse caso, a implementação seria mais difícil. Como consequência disso tudo, tivemos a disparada do dólar, que pode afetar a inflação, assim como os impostos. Se a Cide subir, a inflação deste ano pode chegar a dois dígitos. Por outro lado, impostos mais altos significam mais custos para empresas e consumidores, o que prejudica a atividade, com a economia já em recessão.

O pessimismo não é à toa. Essa confusão toda pode levar ao rebaixamento da nota de avaliação do País, que deixaria tudo mais difícil. Mesmo sem isso, as projeções ainda devem piorar mais, nas próximas semanas, tanto em função de dados concretos da atividade econômica como pela inabilidade do governo ao lidar com questões relevantes, até com a crise política; sem esquecer das denúncias da Lava Jato, que colocam mais lenha na fogueira. A realidade do País está muito ruim e só o governo e seguidores não perceberam que caminhávamos pra isso. Pelo menos, foi o que a presidente Dilma falou, que foi pega de surpresa. Alertas não faltaram. E até a dificuldade de o governo ouvir ou identificar os problemas preocupa.

Dilma compra briga com militares


A nossa bandeira jamais será vermelha



Olavo de Carvalho, Beatriz Kicis, Marcel Van Hattem e Percival Puggina falam sobre os novos líderes.

É preciso um esforço humanitário muito maior



A informação alarmante foi dada hoje pela BBC. Só nesta segunda-feira, Sete de Setembro, 30 mil novos refugiados da Síria se lançaram ao mar e bateram às portas da Europa. As Nações Unidas calculavam, há um mês, que 300 mil pessoas já haviam desembarcado este ano em algum ponto da Europa. O número já está ultrapassado.

O pior é que ele contrasta com a pequena capacidade de hospedagem anunciada pela União Europeia. Ela quer receber agora apenas 120 mil sírios. A Alemanha abre os braços para 33 mil. A França, para 24 mil em dois anos, e o Reino Unido, para 20 mil. A conta não fecha. Seria preciso que cada país recebesse muito mais. E existe um outro detalhe. Desde que a Guerra Civil da Síria começou, há quatro anos, e desde o ano passado, quando os facínoras do Estado Islâmico começaram a se expandir na Síria e no Iraque, a maioria dos refugiados atravessou fronteiras secas. Eles não precisaram se lançar ao mar.

É assim que o pequeno Líbano já recebeu 1 milhão e 200 mil refugiados. A Jordânia já recebeu 600 mil. São países pequenininhos, sem a estrutura para transformar essa gente em imigrantes, com escolas e empregos. Essa população é confinada em acampamentos, com alimentação e agasalhos fornecidos pela ONU e pelos governos locais. Vejam então que, diante da dimensão da tragédia, os 1.200 sírios que foram parar nos Estados Unidos, e os 2 mil que chegaram ao Brasil são uma gota dágua no oceano.

Na semana passada, a fotografia do pequeno Aylan Kurdi, afogado aos três anos numa praia da Turquia, deu um rosto humano e trágico a essa questão. O garotinho morto levou muitos europeus a pressionar seus governos. Vejam que a hostilidade da Hungria aos refugiados, contrasta com os aplausos, flores e presentes com que eles foram recebidos durante o fim de semana, na Áustria e na Alemanha. Mas isso não basta. É preciso que o mundo civilizado faça um esforço humanitário muito maior. É assim que o mundo gira.

Campanha política é um dinheiro muito bom de não ganhar



Washington Olivetto, o mais renomado publicitário do país, diz que se orgulha de nunca ter feito marketing eleitoral: "propaganda política deveria ser muito mais informação e muito menos persuasão". Sobre publicidade, ele afirma: "é preciso ser politicamente saudável".

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O desabafo de Fábio Júnior e o recado da multidão de brasileiros ao bando de idiotas que logo serão ex-governantes


No Brazilian Day comemorado neste domingo em Nova York, transmitido ao vivo pelo Multishow e pela Globo Internacional, o cantor Fábio Júnior nem precisou recorrer a algum dos seus sucessos para empolgar a multidão. Bastou-lhe cobrir os ombros com a bandeira nacional, declarar-se envergonhado com a roubalheira institucionalizada pelo lulopetismo e identificar sem rodeios os chefões do bando responsável pela decomposição moral, econômica e política do Brasil. O desabafo foi encampado em coro pela plateia composta por milhares de indignados.

Nesta segunda-feira, pela primeira vez num Sete de Setembro, não houve no Dia da Independência o pronunciamento presidencial difundido por uma cadeia de emissoras de rádio e TV. Por falta de coragem para dizer a verdade, e sobretudo por medo das vítimas de 13 anos de tapeação, Dilma Rousseff escondeu-se num palavrório bisonho divulgado pela internet. Mas não escapou de ser representada no ato de protesto em Brasília pela versão feminina do já famoso Pixuleko: ao lado do Lula com traje de presidiário, os manifestantes promoveram a estreia da Dilma tamanho família e com nariz de Pinóquio.

A presidente que não preside desde o início formal do segundo mandato agora foge até de gravações na TV. Está proibida há muito tempo de dar as caras nas ruas do país (ou, como avisa o vídeo, de qualquer lugar onde haja gente nascida neste viveiro de corruptos). As revelações do empreiteiro Ricardo Pessoa e o inquérito chancelado por Teori Zavascki embarcaram os ministros Aloizio Mercadante e Edinho Silva no bote de investigados que flutua no mar de lama que cobre o Planalto ao naufrágio. Não há esperança de salvação, até porque já não há sinais de vida inteligente no governo.


Prova disso é que os cretinos homiziados no palácio continuam a agir como se todos os brasileiros fôssemos idiotas. Não somos, reafirma o show de Fábio Júnior. Idiotas foram sempre eles. Logo serão também ex-governantes.

Comoção com a diáspora rumo à Europa e a indiferença ante genocídio no Brasil



O Supremo Tribunal Federal investigará Aloizio Mercadante e Edinho Silva, ministros de Dilma, do PT, e Aloysio Nunes, do PSDB, vice de Aécio na última eleição.

Se a investigação da Lava Jato chegar a toda documentação apreendida, e a recebida da Suíça, muitos perderão o sono. Inclusive atuais ou ex-governadores, prefeitos etc.

Dia da independência. A oficial do Brasil começou há 193 anos. A História, a oficial, há 515 anos.

Quando chegaram os portugueses, também franceses e espanhóis, os Tupinambás dominavam a Bahia e boa parte da costa brasileira.

Os Tupinambás haviam derrotado os Tupinaés, que haviam vencido os Tapuias.

Nas últimas semanas, um índio foi assassinado e fazendeiros encurralaram índios que lutam por demarcação e ocuparam terras pelo Mato Grosso do Sul.

Nesse mesmo Mato Grosso, na região de Dourados, cada vez mais confinados, sufocados, mais de 1.100 jovens índios se suicidaram desde meados dos anos 80.

No "Descobrimento", os índios no Brasil eram uns 5 milhões. Há 50 anos eram 100 mil. Agora são quase 900 mil.

Como tantas das nações, o Brasil se fez em meio a uma cultura de violência e extermínio. Que avança, aponta novo relatório da Anistia Internacional.

A polícia do Brasil é que mais mata no mundo. A dos Estados Unidos é a terceira.

Em 2014, segundo a Anistia, 15,6% dos 56 mil homicídios no Brasil (mesma média dos últimos anos) foram cometidos pela polícia. Em especial, as PMs.

No Rio, a Anistia detectou: entre 2010 e 2013, noventa e nove e meio por centos dos assassinados eram homens; 79% deles negros e 3 entre 4 tinham entre 15 e 29 anos... E das periferias.

...E nas manchetes, há uma década... corrupção. Ladrões de ontem e de sempre, em busca do amanhã apontam dedos para ladrões do hoje.

Duelo hipócrita sobre quem roubou menos ou mais, debate imoral por quantificar, disputar imoralidades. Isso enquanto se deixa de lado a terrível matança.

Simbolizada na foto da trágica morte do menino Alan Kurdi, justa a comoção viral com a diáspora rumo à Europa rica.

Mas brutal, simbólica e reveladora a indiferença diante do genocídio no Brasil. Porque essa carnificina se dá no Brasil NPPI: Negro, Pobre, Periférico, Índio.