terça-feira, 5 de maio de 2015

Crianças africanas denunciam tropas das Nações Unidas por estupro


onu_07Crime hediondo – Segundo relatos de crianças, as tropas internacionais enviadas à República Centro-Africana promoveram estupros quase diários e até mesmo dentro de suas unidades militares, enquanto estavam sob o mandato da Organização das Nações Unidas (ONU) para proteger os refugiados em Bangui.

As vítimas revelaram que os crimes não ocorreram apenas de forma isolada. Na semana passada, a ONU afastou Anders Kompass,um de seus funcionários de alto escalão, sob a alegação de que ele entregou documentos confidenciais da investigação para a Justiça francesa, apontando para os responsáveis pelos crimes. Os soldados eram franceses e atuavam sob um mandato da ONU em 2014.

Entre maio e junho de 2014, uma equipe das Nações Unidas entrevistou seis crianças nos campos de refugiados e que teriam sido alvos de abusos ou testemunhas. De acordo com o que foi apurado, era uma vida de terror.

Um garoto de apenas nove anos, revelou que os estupros contra ele eram frequentes, inclusive, o menino afirmou que “perdeu a conta” das vezes em que foi abusado. Em todas as ocasiões, ele era obrigado a se humilhar diante do soldado francês em troca de comida.

Os relatos apontam que os abusos ocorriam em plena luz do dia. Um deles revelou que foi estuprado em uma rua, enquanto outro garoto contou que dois soldados alternavam entre quem o violentava e quem monitorava o local para impedir que fossem vistos.Um outro caso ainda aponta que um garoto se aproximou de um soldado para pedir comida. A resposta: “venha comigo que vou te dar”. O menino foi levado para dentro da caserna dos franceses e, ali, estuprado.


Quase um ano depois dos fatos terem sido registrados ninguém foi punido, nem na França e nem na ONU. 

Responsabilidade Fiscal

Por Rachel Sheherazade


Como funciona a mente de um jihadista

Por Soeren Kern 
O jornalista investigativo espanhol José María Gil Garre conduziu uma série de entrevistas exclusivas com o jihadista Mohamed Hamdouch ao longo de 2014.
Uma espanhola casada com um jihadista marroquino deu a luz ao primeiro cidadão espanhol nascido no Estado Islâmico.

O pai, Mohamed Hamdouch de 28 anos, é famoso pela extrema crueldade e selvageria tanto no campo de batalha quanto fora dele. Conhecido na Espanha como "Degolador de Castillejas", em reconhecimento à sua forte inclinação de postar fotografias nas quais aparece sorrindo, segurando cabeças decapitadas de soldados sírios.

A mãe da criança, Asia Ahmed Mohamed, nativa de Ceuta, um tipo de enclave espanhol no norte da África. Ela se casou com Hamdouch após receber dele um colete para suicidas como dote.

A lei de cidadania espanhola estipula que todos aqueles nascidos de pai ou mãe espanhol(a) são espanhóis de nascença, inclusive os nascidos no Estado Islâmico. De acordo com uma contagem mais de 100 cidadãos espanhóis se juntaram ao Estado Islâmico, incluindo pelo menos três mulheres, indicando que mais "bebês jihadistas" podem estar a caminho.

Um novo relatório do jornalista investigativo espanhol José María Gil Garre, que conduziu uma série de entrevistas exclusivas com Hamdouch ao longo do ano passado, mostra um vislumbre preocupante na mentalidade religiosa e ideológica de Hamdouch e de sua esposa, cujo compromisso com a jihad parece ser completo e total.

O relatório transmite uma sensação de desafio a ser enfrentado pela Espanha e demais países ocidentais diante de uma geração de pais com passaportes ocidentais que estão, ao que tudo indica, doutrinando seus filhos "ocidentais" com valores fundamentalmente anti-ocidentais.

O relatório também mostra como os jihadistas ocidentais justificam sua crueldade baseada em claras instruções encontradas no Alcorão e em outras escrituras islâmicas. Como tal o relatório efetivamente acaba com as alegações do Presidente dos EUA Barack Obama e de outros líderes ocidentais que o Estado Islâmico nada tem a ver com o Islã.

Garre descreve Hamdouch como um dos jihadistas "mais tenebrosos e desprezíveis" vivos hoje que "posta consistentemente fotografias nas quais ele está balançando cabeças decapitadas, crucificando homens e decapitando-os em seguida, além de vídeos exibindo torturas e assassinatos com extrema crueldade".

Hamdouch cujos apelidos são Abu Tasnim Al Magribi, Kokito Castillejas and Kokito Yu, nativo de uma cidade castigada pela miséria no norte de Marrocos chamada Fnideq (Castillejas em espanhol) situada a apenas dois quilômetros de Ceuta (território espanhol).

Acredita-se que Hamdouch tenha sido recrutado por Mustafá Maya Amaya, um espanhol convertido ao Islã nascido na Bélgica, que se mudou posteriormente para Melilla, outro tipo de enclave no norte da África. Amaya foi preso em março de 2014.

Segundo seus pais, Hamdouch, que chegou à Síria em 2013, se radicalizou na Internet, onde descobriu o takfirismo, ramo do salafismo dedicado a uma interpretação literal imutável do Alcorão que avaliza atos de extrema violência com o objetivo de recriar o Califado islâmico.

Em seu relatório, Garre registra o conteúdo de uma entrevista na qual ele questiona Hamdouch sobre as decapitações. Hamdouch respondeu:

"não viemos para matar civis ou muçulmanos. Muito pelo contrário, viemos ajudar os muçulmanos sírios e garantir que nossa religião e nossos irmãos triunfem. Viemos para que a lei da Sharia seja implementada, é a nossa constituição, adotar um modelo do Califado para que esteja de acordo com o Profeta Maomé. Essas cabeças decapitadas pertencem aos traidores e agentes dos Estados Unidos e Al Salul (termo depreciativo usado para aqueles que são leais aos sauditas), que recebem ajuda dos Estados Unidos e de países da Europa e do Golfo Pérsico para garantir que o Estado Islâmico não se alastre para o Iraque, Sham (grande Síria) e brevemente Roma. Estamos lutando na Síria, mas nossos olhos estão fixados na Palestina".

Em outra entrevista, Hamdouch deu uma explicação mais detalhada:

"eu sou muçulmano. A primeira coisa que você precisa fazer é estudar. O Islã é a melhor de todas as religiões. A decapitação é permitida no Islã. Eu recomendo que você leia as Suras (capítulos) do Al-Anfal (8),At-Tawbah (9) e Maomé (47). Se você ler essas Suras, você verá que Alá nos autorizou a decapitar determinada categoria de indivíduos, como por exemplo apóstatas e traidores, como aqueles que executamos".

Hamdouch acrescentou:

"minhas convicções emanam das palavras de Alá: é necessário matar os infiéis, independentemente se são muçulmanos ou ateus. Nós lutamos contra todos os infiéis, menos aqueles que retornam ao Islã. Esses nós perdoaremos porque Alá é clemente e misericordioso. No entanto, lutaremos contra qualquer um que se oponha a nós, não os perdoaremos. Iremos matá-los imediatamente".

Garre pediu a Hamdouch que comentasse a respeito da noção de que o Islã avaliza a violência que está ocorrendo na Síria. Hamdouch respondeu:

"eu juro em nome de Alá que isso não é violência. Nós estamos defendendo nossa religião. A imprensa está contra nós. Eu juro por Alá, nós somos os mais pacíficos e clementes. Nós decidimos lutar para que não haja mais injustiça. Não tenho certeza se você sabe disso, mas o Estado Islâmico libertou milhares de prisioneiros, entre eles mulheres, crianças e idosos. Além disso, muitas mulheres foram estupradas nas prisões pelos xiitas e em consequência disso deram a luz nas prisões".

Em outra entrevista, Hamdouch citou a Sura 9:24 do Alcorão, que conclama todos os muçulmanos, homens e mulheres a se juntarem à jihad. Ele disse o seguinte:

"há uma unanimidade global de que a jihad é uma obrigação, não há nenhuma necessidade de se obter permissão dos pais. Esposas também estão obrigadas a se oferecerem à jihad, sem a autorização de seus esposos".

Quando Garre questionou Hamdouch sobre as metas futuras do Estado Islâmico, Hamdouch novamente enfatizou a primazia de "libertar" a Palestina. "Nós estamos agora focados na Palestina, depois será a Europa e posteriormente o mundo inteiro, se Alá assim o desejar".

Quando questionado se planeja voltar para o Marrocos, Hamdouch respondeu:

"sim!". Eu quero voltar. Não para lá morar e sim para conquistar. E não somente o Marrocos, mas o mundo inteiro. Essas não são minhas palavras, são as palavras do profeta. Escute! Esta é a minha religião e estou muito consciente disso. Esse é o nosso Alcorão, que consideramos ser a nossa constituição. O quarto verso da Sura de Maomé preconiza: portanto quando se defrontar com aqueles que não acreditam, golpeie os pescoços deles até que você os tenha subjugado. Consequentemente, mate-os com toda a sua força".

Depois que as fotografias emergiram mostrando Hamdouch balançando as cabeças decapitadas de cinco soldados sírios, Garre enviou um email a Hamdouch.

Garre: "Kokito, você não quer falar comigo? Eu vi uma foto em que você estava com as cabeças decapitadas de vários homens. Você é um criminoso. Seu destino é o inferno. Você está com medo de conversar ou o que?

Hamdouch: "não tenho medo de ninguém a não ser de Alá! Por intermédio do terrorismo chegaremos até você na Espanha. Também chegaremos aos Estados Unidos".

Hamdouch: "você tem duas opções. Converta-se ao Islã, nesse caso você será honrado ou então pague o tributo dos humilhados (jizya). Se você se recusar a aceitar uma das duas opções, nosso relacionamento futuro será sangrento. Será um relacionamento que acabará em sua decapitação".

Garre: "você é um terrorista. Você é um criminoso. Você é um apóstata".

Hamdouch: "e Israel não é terrorista? Você verá que no futuro Israel será varrido do mapa do mundo! Primeiro destruiremos todos aqueles que protegem Israel, como o Líbano, Jordânia, Arábia Saudita e Egito. Esses países estão protegendo Israel. Eles são cachorros dos israelenses e traíram a Palestina".

De acordo com Garre, Hamdouch conheceu sua esposa Asia por meio das redes sociais quando ela tentava obter informações sobre seu irmão de 19 anos, Younes Ahmed Mohamed, que foi morto no campo de batalha, aparentemente no início de 2014. Hamdouch disse a ela que seu irmão tinha morrido como homem bomba.

Asia e Hamdouch acabaram se casando em uma cerimônia religiosa na qual ele se encontrava fisicamente em Ceuta e ela na Síria. O casamento foi validado na Espanha, aparentemente por meio de uma procuração. Segundo Garre, Asia chegou na Síria em junho de 2014 e os dois foram morar em al-Atareb, uma cidade estratégica no norte da Síria. Ela deu a luz a um menino em 15 de março de 2015. Ele se tornou o primeiro cidadão espanhol nascido no Estado Islâmico.

Garre perguntou a Hamdouch se é verdade que ele a presenteou com um colete para suicidas. Hamdouch respondeu: "sim, é verdade. O dote foi um colete para suicidas. Esse foi o pedido dela".

Quando foi perguntado se a sua esposa estava preparada para usar o colete, Hamdouch respondeu: "espero que Alá a ajude. De qualquer maneira estamos preparados para uma operação porque estamos em um país de guerra e traição. Espero que Alá nos ajude a nos mantermos inquebrantáveis".

Publicado no site do Instituto Gatestone.

Tradução: Joseph Skilnik





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Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri.

PT - Nunca, Antes na Historia deste País

Por Reinaldo Azevedo


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Lula revela que um camelô de empreiteira não para de pensar nos 10% até quando está posando de campeão da honestidade


507872-970x600-1Convidado pela CUT para animar a quermesse do Dia do Trabalho, Lula primeiro certificou-se de que só haveria na plateia ouvintes amestrados antes de acionar o serviço de som do palanque ambulante. Os cabelos convulsionados pelo drible no espelho do banheiro, a vermelhidão do rosto, cataratas de suor inundando o corpo e a roupa, a voz de leiloeiro anunciando o último frango assado — tudo no orador denunciava um forte aquecimento na hora do almoço.

O Exterminador do Plural recomendou muita paciência com Dilma e nenhuma com a elite golpista, confirmou que os ricos ficaram mais ricos graças a ele, avisou que é bom de briga, prometeu sair da clandestinidade para dedicar-se a uma temporada nacional de comícios, declarou-se vítima de “insinuações”, insinuou que mandou o BNDES ajudar irregularmente empresas de comunicações e declarou-se em estado de beligerância contra a imprensa independente.

“Essas revistas brasileiras são um lixo e não valem nada”, berrou no meio do chilique o único presidente da República que não sabe escrever, nunca leu um livro e tem azia quando os olhos colidem com um punhado de vogais e consoantes. “Eu queria dizer que peguem todos os jornalistas da VEJA e da Época e enfiem um dentro do outro que não dá 10% da minha honestidade neste país”, repetiu o valentão que foge de entrevistadores sem medo desde a descoberta da chanchada político-policial que protagonizou em parceria com Rose Noronha.

Acossado pelo pântano do Petrolão, investigado pelo Ministério Público Federal por tráfico de influência internacional, sitiado pela suspeita de ter ajudado a Odebrecht a embolsar contratos bilionários, Lula escorregou na gabolice — e o que seria apenas uma sugestão boçal desandou numa constrangedora confissão de culpa. Além dos simplesmente honestos e desonestos, o maior dos governantes desde Tomé de Souza descobriu a existência dos meio honestos, dos quase desonestos e dos classificados por índices (sem margem de erro). Sobretudo, o camelô de empreiteira também deixou claro que, seja qual for o assunto de que está tratando, não para de pensar nos 10%.

“Minha honestidade neste país”, relativizam as quatro palavras que encerram e ampliam o ato falho. Se a carteirinha de cumpridor da lei só tem validade em território nacional, Lula não tem motivos para levá-la nas viagens ao exterior. No momento em que cruza as fronteiras do Brasil, portanto, cessa o compromisso com a decência. Ele não precisa agir honestamente na América bolivariana, por exemplo. E pode fazer o diabo na África.

PLENÁRIO DEFINE ADMISSIBILIDADE DO IMPEACHMENT


Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). 
Foto: Fábio R.Pozzebom/Abr
Mesmo com recusa de Cunha, Plenário pode definir IMPEACHMENT

Animado por pesquisas em que seu nome aparece – espontaneamente – com até 5% de intenções de voto para presidente, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afaga Dilma com uma mão e bate com a outra. Ele sugeriu a deputados da oposição que recorram ao plenário da Câmara em caso de arquivamento do impeachment. A oposição aposta no voto aberto do plenário para aprovar a admissibilidade.

Para aliados, o objetivo de Eduardo Cunha é a cadeira de Dilma, por isso a agrada em público e conspira contra ela nos bastidores.

Com pesquisas de opinião mostrando que é cada vez maior o apoio ao impeachment, a oposição acha que ganhará votos da base aliada.

A oposição encontra dificuldade para afinar o discurso do fato jurídico favorável ao impeachment. Aposta é o parecer de Miguel Reale Júnior.

Deputado do Paraná revela a intenção da baderna: derramamento de sangue!


O confronto entre baderneiros disfarçados de professores e a Polícia Militar do Paraná, havido na quarta-feira, foi, como já evidenciei aqui, meticulosamente planejado. Trata-se, antes de mais nada, de um movimento de caráter político, que busca emparedar o governador Beto Richa (PSDB). As digitais do PT estão estampadas no imbróglio. Mas não só.

O projeto que faz alterações necessárias na Previdência do Estado estava sendo votado na Assembleia Legislativa, enquanto o pau comia do lado de fora. Vejam este vídeo.

Deputado Nereu Moura (PMDB), um dos líderes da oposição e cabo eleitoral da Dilma 
aqui no Paraná. Na Assembleia Legislativa no dia da confusão com os professores. 
Deixa bem claro qual era a intenção da oposição: derramamento de sangue.

Esse que fala é o deputado Nereu Moura (PMDB), um dos líderes da oposição a Richa e cabo eleitoral da Dilma no Paraná. Ele deixa claro qual era a pretensão da turma: derramamento de sangue.

Educação comunista: a praxis contra a verdade

Por Carlos I.S. Azambuja
 
A escola e o ensino, segundo os comunistas, devem ser permanentemente controlados para evitar a infiltração de resíduos e concepções burguesas. É esse o objetivo da educação marxista: formar consciências comunistas. E isso, como é obtido? 

Para o marxismo, a prática tem prioridade sobre o conhecimento e é o fundamento deste. Essa é uma tese de Marx, que seus epígonos não hesitaram em manter e que é a própria base do marxismo: a primazia da praxissobre o conhecimento, da ação sobre a doutrina e do fazer sobre o ser.

A conseqüência imediata dessa tese no ensino é a de que, para o marxismo, educar não é pôr em contato com a verdade e sim com a prática. Mao-Tsetung afirmou que uma das características do materialismo dialético "é o seu caráter prático; sublinha a independência da teoria à prática; que a prática é a base da teoria; que o critério da verdade nada mais é que a prática social".

A educação e o ensino, para o marxismo, devem realizar, na prática, a vinculação do homem ao sentido da história. A educação é necessária, seu significado e sua tarefa consistem em provocar a máxima aceleração no processo histórico e em tornar possível a transformação da consciência dos homens. 

Para o marxismo, a única forma possível de educar consiste em lograr que, consciente e livremente - falamos da liberdade marxista - a educação se realize, por contradições sucessivas, na natureza e na história; a educação marxista deve ser interpretada como acomodação. A educação é uma atividade acomodadora à situação revolucionária. Educar é socializar.

Para o marxismo, o professor desempenha um papel importante, e é fundamental que o ensino esteja em mãos de mestres ideologicamente doutrinados e capacitados para acender a chispa da consciência comunista em seus alunos e, ademais, além de uma formação adequada deve ter, acima de tudo, uma consciência política. A escola e o ensino, segundo os comunistas, devem ser permanentemente controlados para evitar a infiltração de resíduos e concepções burguesas.

É esse o objetivo da educação marxista: formar consciências comunistas. E isso, como é obtido?

O procedimento varia, segundo as circunstâncias; não é o mesmo quando o partido comunista esteja no poder, ou quando ainda não tenha conseguido a tomada do poder. Quando domina a sociedade todos sabem como opera, e, no outro caso? 

Em primeiro lugar devemos ter em mente que o marxismo não trata de melhorar nada, e sim fazer uma transformação total, face ao seu próprio caráter dialético. A crítica do marxismo a toda injustiça real ou a toda situação que se apresente como injusta, ou que se faça passar como tal, não tem por finalidade restabelecer a justiça ou melhorar as coisas em seu real e mais amplo sentido, e sim inserir o homem na dialética, lograr que os homens aceitem sua vinculação ao processo dialético, que é no que consiste o progresso para o marxismo.

O marxismo não se preocupa com o proletariado porque este esteja oprimido ou porque seja débil e sim na medida em que é ou pode tornar-se uma força, e quanto mais proletários existirem maior será sua força como classe revolucionária e mais próximo e possível estará o socialismo.

O objetivo confesso dos marxistas é a tomada do Poder pela classe trabalhadora. Isso, todavia, não significa que nada se possa fazer antes de o Poder passar às mãos dessa classe. A luta pela educação tem uma importância fundamental, pois sem a dedicação a essa luta não podem tomar forma e desenvolver-se os meios para tornar possível a ofensiva final, nem a ideologia que sustenta essa luta. Qualquer avanço no progresso educativo poderá vir, afinal, auxiliar o desenvolvimento daconsciência de classe da classe trabalhadora.

Daí a importância e o perigo do ensino do marxismo nos centros escolares da sociedade em que este ainda não tenha assumido o poder. Perigo mais latente e real hoje, quando os ensinamentos de Gramsci, de tomada não-violenta e indolor do Poder pretende chegar ao final da história - o comunismo - por meio da conquista dasociedade civil, o que tornará possível a subseqüente conquista do Estado. Isto é, a conquista da sociedade civil como prelúdio da conquista da sociedade política. Ou seja, antes de tomar o poder é preciso conquistar a cultura, segundo a terminologia gramscista.

Exemplo clássico de derrota do marxismo por não possuir a hegemonia na sociedade civil foi a sofrida por Allende, no Chile. Daí a tática comunista adaptada à lição recebida. Uma vez conquistada a cultura, o caminho estará livre à implantação do socialismo.

Gramsci, ideólogo marxista-leninista italiano, falecido na década de 30, e seus seguidores, descartam, por esse motivo, a violência revolucionária - que, no entanto, admitem em último extremo - e dão mais importância à educação levada a cabo pelos intelectuais, considerando-a o principal fator revolucionário. Dessa forma, pretende-se evitar que a forte personalidade da sociedade civil nos países ocidentais se rebele contra um governo revolucionário, levando-o a fracassar, como ocorreu no Chile em 1971-1973. 

Ainda Gramsci: "É impossível que uma luta política possa culminar em verdadeiros resultados se não vem acompanhada de uma revolução, de uma reforma intelectual e moral, se não se modifica a mentalidade das pessoas e, por conseguinte, a superestrutura da sociedade. Por isso, o problema da revolução é também um problema de educação. (...) É necessário que o fato revolucionário apareça não somente como um fenômeno de Poder, e sim, também, como um fenômeno de costume, como um fato moral, o que implica, necessariamente, numa radical transformação das mentalidades".

Daí a importância da Escola - na qual a política, a cultura e a pedagogia estão indissoluvelmente unidas - que poderá vir a cumprir, com relação aos jovens, o mesmo fim que um partido político.

Por tudo isso, ainda segundo Gramsci, "a difusão, desde um centro hegemônico - a Escola -, de um modo de pensar homogêneo, é a condição principal para a elaboração de uma consciência coletiva".

Direção, organização da cultura, centro hegemônico, modo de pensar homogêneo, consciência coletiva, escola unitária, tudo isso é destinado a impor e a lograr que se assimile a filosofia da práxis, isto é, o marxismo, pela sociedade civil.

No fundo, no fundo, nada mudou. Trata-se da instrumentalização da cultura e do ensino para atingir o objetivo visado pelo marxismo: a submissão do homem mediante a submissão da inteligência.

​Volodia Valentin Teitelboim Volosky, advogado, político, escritor e intelectual, Secretário-Geral do Partido Comunista Chileno de 1988 a 1995, referiu-se a esse tema na Revista Internacional nº 1-1982: "A cultura é uma vaga e prestigiosa palavra em razão da qual, a seu juízo, os povos e as nações conservam, continuam e até superam seu passado, Porém, quem controlar a cultura e sua base imprescindível, a educação, poderá não só definir retrospectivamente o acontecido como também controlar o futuro. O amanhã se encontra nas mãos e no cérebro daqueles que estão sendo educados hoje".



Publicado no site Alerta Total



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Carlos I.S. Azambuja é Historiador.

domingo, 3 de maio de 2015

Lula e Dilma quebraram o Brasil



Antonio Carlos Rodrigues revelou que o Ministério dos Transportes não tem dinheiro para pagar as empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato.

MAIS UM ACHINCALHE!

Por Aileda de Mattos Oliveira

A cada notícia, um desrespeito maior à população contribuinte.

A Constituição, ignorada por políticos, fazendo-se as exceções de praxe, há muito é desrespeitada pelo Executivo e todos se comprazem no viver sem freio do arbítrio.

Ignorando a sua função de vigilante do cumprimento da Carta, participa desse esquema o já caricato terceiro poder, desde que o seu mais alto escalão, o STF, uniu-se, umbilicalmente, à vontade do maior corruptor de todos os séculos: PT.

Se as leis são usadas pelos pomposos membros do STF para impedir que os crimes de corrupção praticados pelos achegados ao poder sejam considerados de relevância para puni-los, para que servem elas, as leis, e qual a utilidade dessa pífia instituição ao Estado?

Homens fracos, dispostos à sujeição de quem lhes retribui a servidão, condescendem com o desvio dos recursos públicos e dos pagamentos de propinas, e a favor do erro e dos criminosos, decidem.

Pagos pelo contribuinte, seus membros não se pejam de trabalhar contra os seus verdadeiros patrões. Infames!




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Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa

Discurso oficial da Governanta Dilma Rousseff
#CalaBocaDilma

Discurso oficial da Governanta Dilma Rousseff


Com medo de aparecer na TV ela falou na Internet.

Fonte: YouTube

Ministério da Fazenda pressiona e governo quer usar R$ 10 bi do FI-FGTS para socorrer o BNDES

Por Danielle Cabral Távora

dinheiro_115Truque novo – Após pressão do Ministério da Fazenda, o governo cogita usar R$ 10 bilhões do fundo FI-FGTS com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para ajudar o BNDES a fechar suas contas em 2015.

O objetivo da manobra é que o fundo, administrado pela Caixa Econômica Federal e destinado a investimentos em projetos de infraestrutura, cubra um terço do rombo do banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, que na última década privilegiou os apaniguados dos donos do poder.

De início, a Fazenda solicitou R$ 15 bilhões sob o argumento de que o dinheiro seria destinado ao plano de novas concessões do governo federal. Entretanto, apurou-se que o dinheiro será usado para cobrir dívidas do BNDES, que não terá repasse do Tesouro – em 2014 o repasse ao banco de fomento foi de R$ 60 bilhões.

O pedido formal foi feito na última quarta-feira (29). Pelas regras, o FI-FGTS não pode investir em bancos, privados ou públicos. Para viabilizar mais essa manobra malandra do governo do PT seria necessária uma mudança nas regras do fundo, assunto que cabe ao conselho curador do FGTS. No primeiro ano de atuação, o fundo recebeu R$ 7 bilhões em debêntures (título de crédito) do BNDES, sendo que entre R$ 3 bilhões e 4 bilhões já foram pagos.

O conselho, composto por 24 membros, é contra a ação, porém a maioria é do governo – tanto que o BNDES acredita que a operação terá sucesso. A decisão então volta ao FI-FGTS e seus 12 integrantes. Com apenas nove votos a mudança será aprovada.

O BNDES afirma não ser possível avaliar sua necessidade de recursos, mas é menor que 2014, avaliada em R$ 188 bilhões. Além do FI-FGTS, o banco tentará arrecadar US$ 15 bilhões com a emissão de papeis do banco no País.


Publicado originalmente no site UCHO.INFO

Escracho a Lula na Academia



Vídeo crítico bem humorado de Danilo Gentili escracha o Molusco Mor 51, em seu vídeo na academia. Marqueteiro de Lula copiou uma idéia do Marqueteiro do Obama que já fez isso há um tempo atrás.

Cardeal Raymundo Damasceno foi a evento da religião biônica da ONU e não citou Jesus Cristo



dmnwoO alto dirigente da CNBB Raymundo Damasceno participou de um encontro da religião biônica da ONU, na cidade de Viena, Áustria, realizado entre os dias 20 e 23 de novembro de 2013.

No discurso transcrito em 3 páginas, o líder da seita cristã-esquerdista não citou nenhuma vez o nome de Jesus Cristo, do qual Raymundo se diz “pastor de almas” diante do público brasileiro. Com certeza esse discurso do cardeal globalista é uma vergonha, e segue à risca a lei imposta na nova Arca da Aliança de Mikhail Gorbachev.

Intervención del Emmo. Sr. Cardenal Raymundo Damasceno Assis, Arzobispo de Aparecida, Presidente de la Conferencia Nacional de los Obispos de Brasil (CONIB), Moderador de Religiones por la Paz América Latina y el Caribe, y Representante del Consejo Episcopal Latinoamericano (CELAM) en la Sesión Plenaria IV: “Acogiendo al otro a través del desarrollo humano que respeta la Tierra.”
Queridos hermanos y hermanas

Estoy participando en esta 9na Asamblea Mundial de Religiones por la Paz en nombre del Consejo Episcopal Latinoamericano (CELAM), organismo de la Iglesia Católica que anima y acompaña las 22 Conferencias Episcopales de los 35 países de América Latina y el Caribe.
Saludo cordialmente cada tradición religiosa representada por sus delegaciones en esta 9na Asamblea Mundial de Religiones por la Paz. Esta es, sin duda, una rica experiencia de encuentro, diálogo y convivencia interreligiosa; una experiencia que fortalece y consolida los caminos que ya hemos comenzado a recorrer en un ambiente de diálogo, respeto mutuo y cooperación entre nuestras diferentes tradiciones religiosas.

Saludo y agradezco, particularmente, a las personas que se han empeñado más directamente en la organización de este importante evento.

Vivimos en un mundo plural, con múltiples manifestaciones sobre todo en los ámbitos de la cultura, de la política, de la economía, de las ciencias y de la religión. Esta realidad plural es factor de enriquecimiento para la convivencia humana, un llamado a la interacción y a la solidaridad global. Todos los pueblos viven hoy una interdependencia que posibilita el intercambio de valores culturales, materiales y espirituales, comprometiendo a todos en la construcción de un destino común de la humanidad en los horizontes de la paz, la justicia y la comunión.

Las religiones tienen aquí un papel importante que cumplir. Es propio de la religión establecer relaciones, crear vínculos, tender puentes. El corazón de las religiones está formado por venas interconectadas que se comunican, se unen, se integran. Ellas son generadoras de solidaridad, fraternidad, compasión, justicia y paz.

En el actual contexto religioso plural, se identifica una diversidad de cosmovisiones sagradas, una multiplicidad de orientaciones de sentido donde “Dios”, “experiencia religiosa”, “mística”, “salvación”, expresan contenidos y experiencias bien diversas. Esos diferentes universos religiosos no pueden estar en competencia. No pueden ser ideologizados (cultural, política y económicamente) y volverse un factor de tensiones y conflictos en la sociedad. Las religiones están llamadas a vivir en un contexto de intercambio de dones, que fortalece los proyectos de cooperación por el bien de la humanidad y por la defensa de la creación.

En esta forma, como religiosos, tenemos el deber de poner mucha atención a factores que pueden promover la desintegración de las relaciones entre los pueblos. Las catástrofes naturales, en Haiti, Japón, Filipinas y otros logares, el empobrecimiento y las guerras, intensifican el fenómeno de la movilidad humana en muchas regiones del planeta.

La permanente búsqueda del desarrollo económico muchas veces no respeta los derechos de los pueblos, por ejemplo, los derechos de los indígenas, de los afrodescendientes y de las futuras generaciones, y los derechos de la tierra, por consiguiente, la globalización económica no incluye la “globalización de la solidaridad y de la justicia”. Las difíciles situaciones sociales y ambientales en que viven grandes sectores de la población mundial es consecuencia y también causa de múltiples tensiones en las relaciones nacionales e internacionales.

¿Cuál es el papel de las religiones en este contexto? ¿Qué podemos hacer juntos para aliviar los males que la humanidad y la creación sufren en estos días? No se trata de dar recetas, mas permítanme apuntar algunos caminos.

En primer lugar, es importante entender que religión y sociedad son realidades que se reclaman mutuamente. Esa relación no siempre es pacífica, pero es fundamental para que las religiones perciban el importante papel que deben cumplir en la sociedad: promueven el ejercicio de la convivencia, la afirmación de la libertad, la promoción de la dignidad del ser humano. Las religiones son una instancia de sentido que garantiza la unión de las sociedades y de los pueblos. En sintonía con el Concilio Vaticano II (1962-1965) de la Iglesia Católica, podemos decir que “las alegrías y las esperanzas, las tristezas y las angustias” de los pueblos de nuestro tiempo, son también (o deberían ser) alegrías, esperanzas, tristezas y angustias de las religiones.

En segundo lugar, es fundamental ir hasta el corazón de nuestras tradiciones religiosas, buscando juntos los elementos que construyen los caminos de encuentro entre ellas, no para homogeneizar nuestras diferencias, sino con miras a la construcción de una agenda común en la promoción de la paz en el mundo, la defensa y promoción de la vida humana, el cuidado con toda la creación.

En tercer lugar, es importante buscar nuevos horizontes que podamos conquistar juntos en esta búsqueda de una sociedad más justa y equitativa. Me gustaría sugerir algunos caminos.

. El camino antropológico: es preciso fortalecer la religión en esa dimensión de firmación de lo humano. No existe una religión sin humanismo. Todo humanismo que no tiene en cuenta la religión corre el riesgo de frustrar los intentos de una vida feliz tan deseada por todas las personas. El ser humano está llamado a una relación con lo Trascendente, de modo que el valor de la religión está garantizado por el valor de lo humano que ella promueve.

. El camino teológico-doctrinal: una tradición religiosa se afirma en la comprensión que tiene de lo Divino/Trascendente en su relación con lo humano/inmanente. Las tradiciones religiosas, particularmente la mía, se propone como interpretación simbólica la auto-manifestación del Trascendente en las situaciones concretas de la existencia humana, buscando responder a los interrogantes más profundos del hombre y de la mujer. De aquí surgen las diferentes doctrinas, ritos y símbolos religiosos. Urge hoy día fortalecer el principio de la libertad religiosa en la sociedad actual. Ese principio se fundamenta en la profundidad de la conciencia que constituye la dignidad de cada persona. Para eso, debemos colocar nuestras tradiciones a disposición unas de otras, en un encuentro que nos posibilite atender, juntos, el universo religioso que ampara y fundamenta el universo humano, social y cósmico.

. El camino socio-ecológico: es preciso buscar la cooperación interreligiosa con miras a la defensa y promoción de la vida humana y del planeta. Esto exige una mirada común para lo humano y para la creación entera, buscando un acuerdo básico sobre los fines y los valores comunes, así como sobre los medios para alcanzarlos. Se trata de los valores que fortalecen la vida pública y desarrollan el cuidado de toda la creación, valores como la justicia, la paz, el respeto, la solidaridad, la libertad, la fraternidad, los derechos humanos y de la tierra. Esos elementos tienen raíces y significados en nuestras diferentes religiones.

En la Iglesia Católica, el Papa Benedicto XVI, en la Encíclica Caritas in Veritate, invitó al mundo entero a hacer una “alianza entre el ser humano y el medio ambiente, que ha de ser reflejo del amor creador de Dios, del cual procedemos y hacia el cual caminamos” (DCE 50). En este campo hizo un llamado a los responsables internacionales para que todos actúen conjuntamente y demuestren prontitud en la protección del entorno, de los recursos y del clima, obrando siempre de buena fe, en el respeto de la ley y la solidaridad con las regiones más ébiles del planeta.

Por su parte, el Papa Francisco, quien tomó el nombre del patrono de la ecología, San Francisco de Asís, decía en el inicio de su pontificado: “Sed custodios de los dones de Dios. Cuando el hombre falla en esta responsabilidad, cuando no nos preocupamos por la creación y por los hermanos, entonces gana terreno la destrucción y el corazón se queda árido”.

Hago votos para que esta 9na Asamblea Mundial nos conduzca a la realización de los propósitos que, a partir de la fe en Dios creador y providente, se traduzcan en proyectos específicos de convivencia social y ambiental que promuevan la calidad de vida de toda la humanidad y de toda la creación. Una vez más agradezco a todos y a todas, la oportunidad que me han brindado para vivir con ustedes esta experiencia de diálogo y convivencia interreligiosa. Y si me permiten, confieso que esta experiencia me lleva a soñar en la realización de un evento semejante en Brasil, que tiene las puertas abiertas para acogerlos a todos ustedes.

Muchas gracias.
 (9na Asamblea Mundial de Religiones por la Paz Viena, Austria, 20 al 22 de noviembre de 2013-http://www.religionsforpeaceinternational.org/sites/default/files/pubications/Damasceno%20Assis.%20speech.pdf)

Já não bastasse o envolvimento da seita revolucionária CNBB com o movimento comunista latino-americano, os apóstatas apostam fichas altas na aceleração do império do diabo na Terra, colaborando com a maldita organização luciferina Religions for Peace, da instituição globalista ONU. Raymundo Damasceno de Assis é o representante da seita no festim diabólico, já acostumado com o trato direto com a organização narcoterrorista PT-Foro de São Paulo.

A equipe da Rádio Vox levará ao público hoje e no próximos dias mais informações sobre a participação do chefão sectário na organização que promove o aborto, a redução populacional, e a instalação de uma ditadura comuno-globalista, que é, acima de tudo, anticristã.




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Alex Pereira é apresentador na Rádio Vox.

sábado, 2 de maio de 2015

Dilma cancelou o discurso de 1º de Maio por falta de credibilidade e excesso de covardia


dilma_rousseff_511Fracasso total – Se na política existe inferno astral, como garantem os sugestionados, Dilma Rousseff, a presidente da República, está abraçada ao senhor das trevas. Isso porque seu governo despenca em todos os sentidos, começando pela falta de confiança por parte da maioria da população. O turbilhão que abala as estruturas do Palácio do Planalto desceu a rampa e chegou às plagas da política nacional, com maior incidência nas hostes adversárias.

Presidente nacional do PPS, o deputado federal Roberto Freire (SP) disse, nesta sexta-feira (1º), que a decisão da petista Dilma de não fazer o tradicional discurso do Dia do Trabalho em rede de rádio e televisão pela primeira vez desde que assumiu a Presidência da República, em 2011, evidencia sua falta de credibilidade e descompasso com a sociedade, “além da falência” do governo do PT.

“Sem credibilidade depois de tantas falsas promessas e do estelionato eleitoral que protagonizou, a presidente da República segue encastelada no Palácio do Planalto simplesmente porque não tem mais autoridade para sair às ruas sem ouvir vaias ou falar em rede nacional de rádio e televisão sem que ocorram panelaços”, afirmou Freire.

Na opinião do parlamentar, o cancelamento do pronunciamento e a opção da presidente de dirigir-se aos trabalhadores apenas pelas redes sociais “prova a desconexão entre Dilma e a sociedade brasileira, além da falência moral e política do PT. É triste constatar que o Partido dos Trabalhadores se recusa a falar diretamente, afinal, com os próprios trabalhadores que diz representar”, lamentou.

Crise persistente

Em artigo sobre o Dia do Trabalho, o presidente do PPS responsabiliza a política econômica dos governos Dilma e Lula pelo desemprego, o endividamento das famílias e o processo de desindustrialização que o País mergulhou no governo do PT. Ele diz que a crise econômica e resultado da “opção equivocada do governo Lula pelo incentivo ao consumo desenfreado e sua incapacidade de elaborar um projeto de desenvolvimento nacional”.

“O governo do PT, que se diz tão preocupado com a classe trabalhadora, optou por prestigiar aqueles que sempre se locupletaram das benesses do poder e que, infelizmente, continuarão se locupletando em detrimento do cidadão comum que trabalha e produz”, diz Freire, que conclama a união dos trabalhadores brasileiros para preservar e ampliar seus direitos.

“Este Dia do Trabalho é uma grande oportunidade para que os brasileiros se mobilizem contra o arrocho, a perda de direitos, a crise econômica, o desemprego e a corrupção”, defendeu.

Perda de confiança

Impulsionada pelos conselhos de temerosos assessores palacianos, a decisão de não dirigir-se aos trabalhadores neste 1º de Maio mostra que Dilma não mais goza da confiança da população. Aliás, o resultado das urnas na eleição presidencial de 2014 mostrou que a petista não é unanimidade, como insistem em dizer os “companheiros” de legenda. Afinal, a maioria do eleitorado brasileiro não despejou voto na presidente.

Sem dúvida Dilma Vana Rousseff foi eleita de forma democrática e dentro das regras, o que não significa que sua campanha tenha passado ao largo das ilegalidades, mas não se pode afirmar que a petista é unanimidade nacional, pelo contrário.

Em países que adotam o modelo clássico do impeachment, o governante é despejado do poder quando deixa de contar com a confiança da população. Fosse essa a regra no Brasil, Dilma já teria deixado o Palácio do Planalto, pois o Brasil, considerando a governança atual, não tem condições de sobreviver à sombra de uma administração incompetente paralisada, mentirosa e corrupta.

A crise político-institucional que sacode o governo do PT e o preocupante descompasso da economia nacional confirma a tese defendida pelo UCHO.INFO acerca do regime de governo. Ou seja, o presidencialismo, em especial o de coalizão (leia-se corrupção), está falido, devendo ser substituído o quanto antes pelo parlamentarismo.


Vivesse sob o manto parlamentarista, o Brasil já teria deixado para trás as crises produzidas pelo PT, um partido que precisou de apenas uma década para mostrar ao planeta a sua essência criminosa.

Festa da impunidade do Petrolão no STF


Balança o tripé de Moro


SEM SURPRESA - Moro, à sombra de si mesmo: decepcionado com o STF, mas não surpreso. Processos contra “figuras poderosas” não correm sem reações
SEM SURPRESA-Moro,à sombra de si mesmo:decepcionado
 com  o STF,mas não surpreso.Processos contra “
figuras poderosas”  não correm sem reações
(Pablo Jacob/Agência o Globo)
A estratégia do juiz da Lava-Jato, inspirada no sucesso da faxina contra a corrupção na Itália dos anos 90, estava apoiada em três pilares: prisão, delação e divulgação. Vinha funcionando extraordinariamente bem, mas a libertação dos empreiteiros rompe o “círculo virtuoso”

Sergio Moro é um estudioso e admirador da Operação Mãos Limpas, a gigantesca faxina contra a corrupção realizada na Itália na década de 90, que começou investigando um bagre miúdo com 4.000 dólares de propina no bolso e terminou capturando 1.300 empresários e parlamentares. Em 2004, Moro publicou cinco páginas numa revista jurídica analisando a operação italiana. Hoje, o texto circula na rede. Sob o título "Considerações sobre a Operação Mani Pulite", Moro descreve o que, em sua opinião, explica o estrondoso sucesso da ação italiana. É a criteriosa e sistemática aplicação de uma estratégia em três pilares: prisão, delação, divulgação.

Mesmo antes da condenação, a prisão dos corruptos - explica Moro - é fundamental para marcar a "seriedade do crime" e mostrar que, até "em sistemas judiciais morosos", a Justiça pode funcionar. A delação, por sua vez, é a única forma de chegar aos mandantes de uma organização criminosa. Moro cita o raciocínio de um dos investigadores italianos: "A corrupção envolve quem paga e quem recebe. Se eles se calarem, não vamos descobrir jamais". A divulgação, última perna do tripé, é uma forma de garantir o apoio da opinião pública às investigações. Os italianos, escreveu Moro, fizeram "largo uso da imprensa" com esse fim. Sintetizando sua análise, Moro afirma que o tripé criou um "círculo virtuoso" na Itália: "As prisões, confissões e a publicidade conferida às informações obtidas geraram um círculo virtuoso, consistindo na única explicação possível para a magnitude dos resultados obtidos pela Operação Mani Pulite".

Desde o início do ano passado, quando a Lava-Jato saiu do papel, o juiz Sergio Moro, 43 anos, estava pondo em prática a receita italiana e, desde a semana passada, quando os ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram libertar os nove empreiteiros, sua estratégia ruiu. Sem a prisão de alguns dos maiores expoentes da organização criminosa que assaltou a Petrobras, é improvável que haja novos acordos de delação e, sem novos acordos, será escassa a produção de novidades capazes de garantir o interesse da opinião pública. Moro, dizem seus interlocutores mais próximos, ficou decepcionado com a decisão do STF, embora tenha achado exemplar o voto do ministro Celso de Mello, que queria manter os nove na cadeia por entender que a prisão preventiva se sustentava em "fatos impregnados de inquestionável relevo jurídico". Mas Moro não ficou surpreso com o revés. Ele mesmo escreveu, ainda a propósito da operação italiana: "É ingenuidade pensar que processos criminais eficazes contra figuras poderosas, como autoridades governamentais ou empresários, possam ser conduzidos normalmente, sem reações".

As ações penais da Lava-Jato vão continuar caminhando do modo como caminhavam antes da prisão dos empreiteiros. Nada impede que, a qualquer hora, o tripé de Moro volte a se erguer. Basta um novo motivo para prender um tubarão, quem sabe uma nova confissão de um empreiteiro vestindo tornozeleira eletrônica em casa. Ou, até mesmo, a entrada em cena de novos suspeitos de empreiteiras que constam do cartel da corrupção, como Odebrecht e Andrade Gutierrez, mas que foram pouco incomodados até agora. O apoio da opinião pública, a julgar pelas pesquisas e pelas ruas, está garantido. Mesmo com tudo isso, será mais complicado reativar o círculo virtuoso.

Até a semana passada, as decisões de Moro vinham se mantendo contra o arsenal de vários dos mais calibrados escritórios de advocacia do país. Ao contrário de outro magistrado que se tornou celebridade nacional, o ex-ministro Joaquim Barbosa, Moro é considerado um juiz de alta competência técnica. Já era assim quando cursou direito na Universidade Estadual de Maringá, no Paraná, onde ganhou fama de "geniozinho". Continuou desse jeito no seu estágio no escritório do tributarista Irivaldo Joaquim de Souza, que tem meio século de experiência e só elogios para Moro: "Era um estagiário brilhante". E seguiu dessa forma quando prestou o rigoroso concurso para juiz federal em 1996, no qual tirou um honroso segundo lugar. Sua competência será posta à prova, mais uma vez, para manter a Lava-Jato de pé.

Além do talento, há outra qualidade que não falta a Moro: coerência. É antiga a sua opinião de que a prisão preventiva - como à que estiveram submetidos os nove empreiteiros soltos agora - não viola a presunção da inocência. Também é antigo seu interesse pela delação premiada, instituto relativamente recente na ordem jurídica brasileira. Chegou a traduzir um longo artigo do juiz Stephen Trott, de uma corte de apelações da Justiça federal dos Estados Unidos, publicado em 1996. Nele, Trott dá conselhos minuciosos sobre as vantagens e as armadilhas de obter o apoio de uma testemunha criminosa, seja como delator, informante ou cúmplice. Em sua tradução, Moro deixa evidente - em suas notas de rodapé ou nas passagens que fez questão de grifar por conta própria - que o cerne da questão não é saber se o criminoso deve ser usado como delator, mas quando e como.

Na sua trajetória profissional, talvez o dado mais forte seja seu sentido de missão, especialmente no que diz respeito a higienizar a democracia brasileira, amputando o braço da corrupção. Há cinco anos, Moro participou de um movimento pela renúncia dos diretores da Assembleia Legislativa no Paraná, suspeitos de grossa corrupção. A campanha fracassou, mas revelou-­lhe que um juiz federal podia fazer mais do que assinar sentenças. A própria Operação Mãos Limpas levou-o a traçar um paralelo com o Brasil. Moro acha que as "condições institucionais" que permitiram a limpeza italiana também estão maduras entre nós. Escreveu ele: "Assim como na Itália, a classe política não goza de prestígio junto à população, sendo grande a frustração pela quantidade de promessas não cumpridas após a restauração democrática".

No balanço da Lava-Jato, Moro cometeu poucos erros. Em fevereiro, tentou puxar para o seu controle o caso de corrupção que envolve a ex-­governadora Roseana Sarney, do Maranhão. Perdeu. Depois, pediu a prisão preventiva de empreiteiros cujos representantes haviam tido uma audiência na penumbra com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Moro entendeu que conspiravam para obstruir a Justiça. Também perdeu. No caso mais recente, prendeu a cunhada de João Vaccari, ex-tesoureiro do PT, ao confundi-la com a irmã. Depois de sete dias em cana, a cunhada do ex-tesoureiro foi libertada, mas Moro não teve a grandeza de admitir que errou de pessoa, escapulindo pela tangente ao dizer que perdera a "certeza" de quem era quem. Agora, três dos cinco ministros do STF disseram que não havia justificativa para manter os nove presos, derrubando uma decisão de Moro. Juízes erram, cometem injustiça, dobram a lei. O fundamental é que sejam movidos, sempre, pelo espírito de acertar, fazer justiça e garantir as proteções da lei.


Nada na carreira de Moro autoriza a pensar que seu espírito esteja no lugar errado. O tripé que montou é ousado, mas vem sendo executado com zelo para não violar os direitos dos investigados. É o ensinamento de um dos seus ídolos do mundo jurídico, o juiz americano Learned Hand, que nunca chegou à Suprema Corte mas é mais celebrado do que muitos que lá chegaram. Bem-­nascido e erudito, Hand escrevia com brilho e verve. Jamais se preocupou se suas decisões desagradariam a gregos ou troianos, e tinha respeito pétreo pela liberdade de expressão. Trabalhou como juiz federal por mais de meio século e morreu aos 89 anos, em 1961. Numa decisão que lhe valeu a hostilidade da imprensa em plena Guerra Fria, Hand inocentou uma funcionária do Ministério da Justiça que fora condenada a quinze anos de prisão depois que o governo americano descobriu que ela furtara segredos de defesa para repassá-los aos soviéticos. Mas a descoberta fora feita através de um grampo telefônico ilegal. Numa carta a um dos seus críticos, Hand deixou uma lição imortal: "Não é desejável condenar um réu, mesmo que seja culpado, quando, para fazê-­lo, é preciso violar as regras que asseguram a liberdade de todos nós".

Sargento comanda apreensão de drogas, chama viciados de fedidos e porcos e diz que se fosse na INDONÉSIA esses traficantes iam pro INFERNO


Jean Wyllys paga até Discurso. Ué! Ele não é formado em letras e linguística?

Por Robson A.D. Silva

O senhor Jean Wyllys gastou em março de 2015 cerca de 10 mil reais pagos a despesas descritas como “estudos e nota técnica”.

Segundo a nota fiscal, o estabelecimento forneceu ao parlamentar estudos variados e notas técnicas sobre projetos de lei apresentados no Congresso Nacional, requerimentos e estudo sobre um “discurso”.

Um dos projetos estudados a mando de J.Wyllys, o PL 1594/2011, Dispõe sobre a custódia de presos nas unidades das Polícias Federal e Civis dos Estados e do Distrito Federal.

Será que o Deputado está preocupado com o tratamento dado a algum preso importante?

Na nota fiscal consta que o referido deputado, que é jornalista, professor e tem título de mestre em letras e linguística, também pagou por DISCURSO. O total da nota foi R$ 10 mil.
discurso pago de jean?
Em novembro de 2014 o deputado gastou, a título de divulgação da atividade parlamentar, R$ 8.650,00 para a confecção de diversos panfletos, entre eles 5 mil unidades para divulgação de seu projeto de legalização da atividade de prostituição, chamado de Lei Gabriela leite.

O deputado também usou a cota parlamentar para custear 5 mil unidades de folder sobre a REGULARIZAÇAO DA MACONHA.
gastos de jean wyllys
Todas as despesas dos políticos no exercício do mandato são originárias de impostos pagos pelos contribuintes. Seria então muito interessante que os políticos aplicassem em seus mandatos a tão falada austeridade. Cabe ao leitor, e eleitor, avaliar a utilidade, pessoal, para o mandato ou simplesmente, o desperdício, em cada item “adquirido” pelos políticos por meio da cota parlamentar.



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Dados encontrados em: