sexta-feira, 27 de março de 2015

A sorte de Dilma será decidida nas ruas

Por Marco Antonio Villa


Marco Antonio Villa, colunista de VEJA e historiador, fala sobre as novas manifestações anti-governo marcadas para o dia 12 de abril. "O processo de 'despetização' do Brasil será árduo", avalia. No 'Aqui Entre Nós', Villa sentencia: "A Páscoa não será doce para o PT". Acompanhe a conversa.

BLOGS SUJOS - Thomas Traumann Caiu !!!

Por Reinaldo Azevedo


terça-feira, 24 de março de 2015

Como é que se explica que ainda exista gente que defenda os bandidos petistas do Petrolão ?

Por Políbio Braga


Fonte: YouTube

Partidários do Impeachment ou Governistas Travestidos

Por Sérgio Alves de Oliveira

Difícil é as pessoas perceberem que às vezes a luta contra um determinado mal pode não dar bom resultado ou trazer um mal pior. Esse fenômeno ocorre com certa frequência na vida de todas as pessoas, bem ou mal dotadas de inteligência. Nem pode ser condenado. É da própria natureza humana. Uma das situações onde acontece muito é quando se diz que a pessoa  “entrou numa fria”.

Essas “frias” não têm maiores consequências na sociedade quando acontecem no âmbito pessoal de cada um. O “azar” é para quem aconteceu.  Mas à medida em que vai crescendo o grupo humano alvo dessas consequências negativas, a “coisa” vai se agravando. Torna-se um mal coletivo, uma tragédia social, quando suas consequências  atingem a sociedade inteira.

No plano coletivo, os brasileiros, em sua maioria, tomaram consciência que o período de governo encabeçado pelo PT resultou num desastre, não havendo mais riquezas e esforços na produção econômica capazes de  sustentar a vagabundagem alimentada pela política assistencialista e improdutiva do governo, somado à corrupção desenfreada que assalta os cofres públicos.

Significa dizer que o país faliu, moral, política, social e economicamente, esta  última em vista  das contas públicas e da exorbitância da carga tributária, que coloca o Brasil em primeiro lugar no “ranking” mundial de  impostos, o que tem força para tornar a sociedade civil semiescrava do Estado.

Mas o governo mostra um quadro diferente. Tenta enganar. Esse quadro resulta do maior estelionato político-eleitoral que se tem notícia. Manipulam-se dados e índices sobre empregos e salários. O Governo anuncia que no “seu” período foram criados vinte milhões de novos empregos. Mas omitiu dessa informação que nesse período a população aumentou em maior número, portanto, o emprego diminuiu. Cresceu em números absolutos, mas diminuiu em números relativos.

Manipula, também, o que chama de “ascensão social” de classes, pois tem o controle  e certamente “orienta” os órgãos públicos encarregados de forjar essa situação, alterando critérios conforme sua vontade, de modo a  que esses dados enquadrem-se no  seu “discurso” e na sua demagogia  eleitoreira. Geralmente os dados das organizações internacionais não “batem” com os internos em  que  o governo se agarra e divulga. Neste sentido, o Brasil sempre está nos últimos lugares em todos os “rankings” mundiais que se relacionam à qualidade de vida do povo.

Feita a “introdução”, chegamos ao nosso tema.

Os princípios acima enunciados serão transferidos para os dilemas em  que o Brasil vive hoje, na política, resumidos em três alternativas: (1) Conceder ao Governo e aos políticos em geral a oportunidade de corrigir todos os seus erros; (2)  Afastar a Presidenta Dilma Rousseff, mediante    IMPEDIMENTO  (impeachment), por crime de responsabilidade, de competência da Câmara e Senado, e ; (3) Promover a INTERVENÇÃO MILITAR , prevista no artigo 142 da Constituição, de competência das FORÇAS ARMADAS.

Ora, cada uma dessas três alternativas não podem ser olhadas só em si mesmas, porém projetadas nas suas CONSEQUÊNCIAS. Aí está presente com todas as letras o risco da sociedade “entrar numa fria”, na alternativa que será escolhida. É o que acontecerá, provavelmente.

Tudo indica que a alternativa “deixar assim mesmo” não terá sucesso, apesar dos esforços da máquina governamental e políticos em contrário. Mas a maior campanha contrária é enfrentada pela alternativa “intervenção militar”. Aproveitaram a má fama deixada pelo espírito de 64, alimentada, muitas vezes injustamente, pelos sucessores do Regime Militar, notadamente pelo PT, que nada de melhor apresentou à sociedade que na época deles (1964 a 1985), e que em muitos pontos até piorou (progresso, segurança, etc.).

Só para fazer justiça a alguns feitos dos governos militares, eles ficaram no poder tanto tempo quanto os governos FHC e PT, somados. Mas TODAS as  maiores usinas hidrelétricas hoje em operação no Brasil (é a principal fonte de energia local), ainda são “herança” dos militares. Se compararmos a morte criminosa de pessoas entre as duas épocas, de fato o Regime Militar perde. O PT, com seus “direitos humanos”, ganha de goleada. Nunca se matou tanto. A segurança “moderna“ ficou caótica.

É forte a campanha contra a alternativa da INTERVENÇÃO MILITAR. Mas sua matriz não é produto da ignorância, da ingenuidade do povo. Ela vem de “cima”. De cabeças com muitas condições de enganar. E o povo “embarca”.  Existem muitas canetas “jurídicas” subscrevendo a “inconstitucionalidade” dessa alternativa. Nem posso supor que seja ignorância. Só pode ser má-fé a serviço do Sistema.

A questão jurídica a ser analisada é bem simples. O “badalado” artigo 142 da Constituição preceitua que as Forças Armadas “destinam-se à defesa da Pátria, à garantia do Poderes Constitucionais...”. Prossegue, afirmando, na mesma frase, que  “...e por iniciativa de quaisquer destes (NOSSA OBSERVAÇÃO: DOS PODERES CONSTITUCIONAIS - Executivo, Legislativo ou Judiciário), da lei e da ordem.

Significa dizer que qualquer iniciativa das Forças Armadas, para estabelecer-se o estado de INTERVENÇÃO MILITAR, precisa ter a iniciativa de um dos TRÊS  PODERES, porém, tão somente nas hipóteses de MANTER A LEI E A ORDEM. A Constituição é taxativa. As FFAA não precisam da provocação de qualquer um dos TRES PODERES para DEFESA DA PÁTRIA e GARANTIA DOS PODERES CONSTITUCIONAIS. As FFAA têm soberania para avaliação e decisão dessas circunstâncias. Nenhum outro Poder pode interferir.

Alguém lá de “cima” deve ter percebido que aí estaria um furo perigoso. Foi no Governo de FHC, em 1999. Resolveram então fazer uma LEI COMPLEMENTAR para evitar algum risco de “rebelião legal”. Fizeram a Lei Complementar Nº 97, com base na previsão do parágrafo único do citado artigo 142 da CF. Mas “pisaram na bola”. Foram muito além. Alteraram a Constituição ao dispor que somente mediante “convocação” do Presidente da República as FFAA poderiam intervir. Pior: nas 4 hipóteses previstas na Constituição. Deram ao presidente da república poderes de “tirano”, contrariando a Constituição. E sabe-se que a lei, mesmo a tal “complementar”, não pode ir além da constituição. Portanto, esses “palpites” (nem podem ser considerados pareceres jurídicos) são absolutamente furados.

Enquanto isso, está vencendo o” páreo”, por larga margem de vantagem, a alternativa do IMPEACHMENT. Ela é a mais cômoda para o Sistema. Pouca diferença teria da primeira alternativa, ou seja, deixar as coisas assim mesmo como estão. Uns mais ousados chegam a dizer que seria trocar as moscas, deixando a mesma merda. Com razão, é  evidente.

Com o impeachment ficariam intocados os Poderes Legislativo e Judiciário. Só seria atingida a Presidenta da República, e seus cargos de confiança. Isso bastaria? É claro que não.

Os méritos e vícios de um governo não se restringem à pessoa do chefe do poder executivo. Eles se amplificam em todo o governo e podem consorciar-se com os outros  Dois Poderes (Legislativo e Judiciário), uma vez que os  propalados  “equilíbrio, independência e harmonia “dos Três Poderes, foram feitos  para turista inglês ver.

Então é quase certo que teremos mais uma reforma FAZ-DE-CONTA, como já  se fez anteriormente com as “Diretas Já” e “Fora Collor”. Ela virá com muita pompa, discursos e esperanças, com apoio da classe política e da grande mídia. Mas a história se repetirá. Será um novo engodo capaz de enrolar o povo “babaca” por mais cinco ou dez anos.

Resumidamente o que pode se afirmar é que tanto o impeachment ,quanto a intervenção militar, estão previstos e autorizados na Constituição, o primeiro dependendo do Congresso, e o segundo do Poder Militar, o único que poderia fazer um  “impeachment” nos Três Poderes, como impõe, inclusive, o bom senso.


Publicado no site Alerta Total 


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Sérgio Alves de Oliveira é Sociólogo e Advogado.

José Dirceu é a prova de que o PT mudou o Brasil

Por Reinaldo Azevedo


Florestas tropicais crescem mais rápido com aumento de emissões de CO2

Por Luis Dufaur

Florestas tropicais crescem mais com aumento 
de emissões de CO2.
Floresta de Wharanaki Falls, Nova Zelândia.
As florestas tropicais crescem mais rápido quando aumenta a proporção de CO2 na atmosfera, defende estudo patrocinado pela NASA.

A informação é do jornal britânico “The Daily Mail”.

O estudo concluiu que as florestas tropicais estão absorvendo 1,5 bilhões de toneladas de CO2 por ano, fato que estimula a fotossíntese e as faz crescerem mais.

As florestas tropicais úmidas, como a amazônica, absorvem o excesso dos gases estufa numa proporção maior do que a imaginada, com benéfico efeito de equilíbrio.

Renovar a vegetação não é um 
mal, mas um bem, Pés velhos não 
absorvem CO2, mas novos sim. 
Floresta amazônica.
“Esta é uma boa notícia, porque as florestas boreais colhem menos esses gases, enquanto as florestas tropicais podem continuar absorvendo-os durante muitos anos”, disse o Dr. David Schimel, pesquisador do Nasa's Jet Propulsion Laboratory da Califórnia, que liderou o estudo.

Ele disse que o Brasil desmatou 4.848 quilômetros quadrados entre agosto de 2013 e julho de 2014, uma superfície assaz pequena se comparada com os 6,1 milhões de quilômetros quadrados da floresta amazônica: é menos de sua milésima parte.

A vegetação em geral absorve cerca de 2,7 bilhões de toneladas de CO2, ou 30% do emitido por obra humana.

Porém, a proporção da absorção varia segundo a idade dos pés.

As árvores velhas que predominam nas florestas já estão formadas e não precisam de muito mais CO2 para se desenvolverem.

Porém, as árvores novas absorvem muito CO2, pois precisam dele para crescer.

A moral da história é que renovar a vegetação não é um mal, mas um bem, ainda que se suponha de modo anticientífico que o CO2 faz mal à vida na Terra.

O Dr Schimel e seus colegas publicaram seu estudo nos Proceedings of National Academy of Sciences. Eles usaram modelos computacionais, imagens satelitais, dados de experiências com fotossínteses, além de fazerem um mapa mostrando como as florestas absorvem o CO2 da atmosfera.

Ele explica: “O que nós acabamos construindo neste estudo é uma teoria da fertilização produzida pelo CO2 com base em fenômenos em escala microscópica e observações em escala global que pareciam contradizer esses fenômenos”.

O CO2 equivale a um fertilizante, mas é repudiado por uma seita ambientalista que quer tornar infértil todas as iniciativas da civilização.



Publicado originalmente no site Verde A Cor Nova Do Comunismo

House Of Dilma

É Mentira do PT


Fonte: YouTube

Lava-Jato: Juiz Sérgio Moro aceita denúncia e Vaccari e Renato Duque tornam-se réus no Petrolão

corrupcao_19Tiro ao alvo – Nesta segunda-feira (23), o juiz federal Sérgio Fernando Moro acatou denúncia contra o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha. Também foi aceita denúncia contra outros 25 investigados na Operação Lava-Jato, entre eles o empresário Adir Assad, o doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor da Área Internacional da petroleira, Paulo Roberto Costa, o ex-gerente de Serviços, Pedro Barusco e os empreiteiros Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, José Aldemário Pinheiro Filho, Julio Gerin Camargo e Sergio Cunha Mendes.

Moro ainda pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informações sobre doações eleitorais suspeitas e decretou a quebra de sigilo bancário de empresas utilizadas no esquema criminoso. As empresas de propriedade do empresário Adir Assad, Power ToTen Engenharia e Rock Star Marketing, também estão na lista.

De acordo com o Ministério Público Federal, Renato Duque, Pedro Barusco e Paulo Roberto Costa foram beneficiados com pagamentos de propina. João Vaccari recebeu propinas na forma de doações eleitorais registradas. Alberto Youssef, Julio Camargo, Mario Góes e Adir Assad intermediavam o pagamento de dinheiro sujo e lavavam os recursos, enquanto os empreiteiros, como os da Mendes Junior e da OAS, participaram ativamente do esquema de fraude em contratos e distribuição de dinheiro a agentes públicos.

Na última semana, o MP apresentou denúncia contra 27 pessoas por considerar haver indícios de participação delas no desvio de recursos e no pagamento de propina envolvendo quatro projetos da Petrobras: os gasodutos Urucu-Coari e Pilar-Ipojuca e as refinarias de Araucária (PR) e Paulínia (SP).

Um exemplo é o caso da refinaria de Paulínia, onde em 2007 o “clube do bilhão” fraudou a licitação simulando uma concorrência entre o Consórcio CMMS, a UTC Engenharia e a Andrade Gutierrez. Outro é o da refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no município de Araucária, no qual o Ministério Público aponta que houve o pagamento de propina em espécie e em contas no exterior para a Diretoria de Serviços, à época comandada por Renato Duque. Segundo a acusação, parte do dinheiro sujo foi parar nas mãos do tesoureiro nacional do PT por meio de doações registradas perante a Justiça Eleitoral.

Ainda segundo as investigações da Lava-Jato, Vaccari Neto intermediou doações de R$ 4,2 milhões de empresas investigadas que, de fato, eram oriundos do propinoduto da Petrobras. No total foram 24 repasses de empreiteiras, em dezoito meses, no período de 2008 a 2010. “Mais recentemente, 20.568.654,12 euros foram bloqueados em contas secretas mantidas por Renato Duque no Principado de Mônaco. Embora os valores ainda não tenham sido repatriados, nem tenha sido identificada a localização do restante do dinheiro de Renato Duque no exterior, a parcela bloqueada conta com prova documental nos autos, inclusive o apontamento de Renato Duque é o controlador das contas”, afirma o juiz em sua decisão.

“Também há prova documental do repasse de parte da propina, 4,26 milhões de reais em doações eleitorais registradas ao Partido dos Trabalhadores, o que teria sido feito por solicitação de Renato Duque e de João Vaccari”, completa o magistrado.
Para Sérgio Moro, há indícios de que Vaccari participava ativamente do esquema criminoso. “As afirmações do MP no sentido de que João Vaccari tinha conhecimento do esquema criminoso e dele participava têm amparo pelo menos nas declarações diretas de Pedro Barusco e de outro acusado em processo conexo, Eduardo Hermelino Leite, dirigente da Camargo Correa, o que é suficiente, aliado à prova documental das doações eleitorais, para o recebimento da denúncia”, relatou o juiz em sua decisão.

João Vaccari Neto foi citado nos depoimentos do doleiro Alberto Youssef, de Paulo Roberto Costa e de Pedro Barusco. Os três mencionaram o tesoureiro petista como responsável por receber propina em nome do Partido dos Trabalhadores. Barusco, inclusive, afirmou que o petista recebeu aproximadamente US$ 50 milhões, desviados entre 2003 e 2013, e que o valor desviado para o PT, também com a participação do tesoureiro, chegou a US$ 200 milhões. Coube a Barusco decifrar para os investigadores o significado da palavra “Moch” (corruptela de mochila), que aparecia nas planilhas detalhando a divisão do dinheiro. (Por Danielle Cabral Távora)



Publicado originalmente no site UCHO.Info

segunda-feira, 23 de março de 2015

Que sacanagem é essa? Então eu posso roubar. Se for pego o máximo que pode acontecer é devolver o dinheiro à vítima. Essa é a lei contra corrupção do governo petista.

Por Robson A.D.Silva

A Lei Anticorrupção foi regulamentada na última quarta-feira pela presidente Dilma Roussef por meio de um decreto. Ela especifica,  entre outras coisas, como serão conduzidos os acordos de leniência, que funcionam como um tipo de delação premiada para empresas.

A lei a primeira vista é muito rigorosa, estipulando multas e impedimento de participar de licitações. Mas, só a primeira vista. Lendo mais um pouco se percebe que o material imposto pelo governo acaba protegendo os empresários. No Capítulo III o decreto específica que as punições podem ser atenuadas ou canceladas se a empresa colaborar com as investigações.

“…  O acordo de leniência será celebrado com as pessoas jurídicas responsáveis pela prática dos atos lesivos… com vistas à isenção ou à atenuação das respectivas sanções, desde que colaborem efetivamente com as investigações e o processo administrativo.”

Os acordos permitem que as companhias envolvidas em escândalos de corrupção que colaborarem com as investigações e pagarem uma multa que seja suficiente para recompor as perdas do Estado (ou de estatais) com a maracutaia armada por elas mesmas, poderão continuar participando de licitações públicas.

O Brasil vai de mau a pior justamente por que o exemplo, que deveria vir de cima, como dizia meu avô, não vem.

Já se aproveitando da nova lei, a CGU convoca as empresas envolvidas nos últimos escândalos para realizar os acordos e voltar a trabalhar para o governo. Se as empresas desejarem, agora com a experiência de ter sido descobertas, sabendo onde foi que falharam em suas armações, podem voltar a realizar seus acordos ilegais e maracutaias safadas com o nosso dinheiro. Se forem descobertos tudo bem, basta devolver o dinheiro roubado e tentar de novo.

Acreditamos que empresas que estiveram envolvidas em processos de corrupção tem de ser punidas, perdendo o direito de prestar serviços para o governo por no mínimo cinco anos. Não faltam empresas e gente lícita querendo trabalhar de forma honesta nesse país.


Publicado no site da Revista Sociedade Militar

A tomada do poder pela força

Por Valmir Fonseca

Capa da Época faz análise errada: 
PT ainda tem muita bala na agulha...
Atualmente, com certa frequência, lemos que uma guerra civil poderá breve eclodir no País. Nacionalistas afirmam, ainda, que o PT está mal das pernas.

Alguns exacerbados com o caos moral e econômico da Pátria acreditam que a situação caótica desencadeará um confronto entre os cidadãos e os canalhas.

Os nacionalistas julgam que a indignação moverá as forças democráticas que dispostas a tudo expulsarão os ladravazes que inundam o País de maracutaias e se apossam do poder até as suas últimas consequências.

Discordamos.

A ação não advirá dos democratas.

Como muitos, julgamos que após dominar o País por décadas, embora as primeiras tenham sido pelo domínio dos seus meios de comunicação, e por intensas operações psicológicas, as mais recentes, a partir do insosso FHC, é nítido que o petismo efetivamente ocupa todas as áreas de mando desta Nação.

É evidente que após conquistar praticamente a Nação, incutindo terríveis dicotomias e diferenças na sociedade, o petismo não sairá do poder sem luta, pelo contrário, é nítido que com sua clara atual perda de conceito junto ao populacho em geral, sem dúvida, muito breve, teremos a sua tentativa de tomada de poder por meio da força.

Como o povo brasileiro é avesso ao combate, à perda de uma gota de sangue, seja por sua cambaleante dignidade, seja por suas débeis convicções democráticas, entendemos que apenas no grito, por alguns movimentos agressivos, o petismo deverá assumir o poder total desta Nação.

Ultimamente, assistimos à criação da inconstitucional Força Nacional de Segurança, às demonstrações de força de movimentos como o MST (e o seu “exercito”, ao comando de Pedro Stédile), às ações dos sindicatos cooptados que paralisam o País, e temos uma ideia de uma ação que a qualquer momento, em nível nacional, será desencadeada pelo desgoverno.

Embora, lamentemos estas previsões, de fato elas ocorreram em diversos países que os nossos comunas admiram com sofreguidão; vimos o que ocorreu em Cuba e o que está acontecendo na Venezuela, onde através de golpes, inicialmente pela manipulação da democracia, e depois de fato pelo poder de força daqueles desgovernos, a submissão do povo foi total, inclusive de suas Forças Armadas.

Temos apenas pequenas dúvidas: as classes que se opõem à comunização terão capacidade de suportar a opressão do desgoverno? Reagirão às suas forças guerrilheiras?

Qual será a atitude das Forças Armadas? Opor-se-ão? Serão compromissadas com os comunistas?

Ninguém sabe.

Aqui na caverna, temos acalorados debates, todos convictos de que o povo será capaz de rechaçar as ações dos comunistas e que as Forças Armadas estarão prontas para defender o futuro da Nação.

Apesar da convicção dos habitantes da caverna, pelo sim pelo não, todos fizemos um juramento de que lutaremos até o último tacape para defender a democracia nacional.

Efetivamente, cerca de dez trogloditas já saíram em campo e estão infiltrados em diversos movimentos pró-comunismo para colher informações e, se possível, na hora adequada, sabotá-los.

Nas proximidades da caverna foram montados alvos para o treinamento de arco e flecha, bonecos para treino de tacapes e de outras atividades que por sigilo vamos omitir.

Por vezes, treinamos como um tribunal na sua atividade de julgamento da canalha petista, e deliberamos que será necessária também uma depuração no universo da política, que no Brasil abriga um antro de aproveitadores da população.

Para aqueles que julgam que o lulo-petismo acobertado pelo máximo poder, pelo seu total domínio nos recursos do tesouro nacional, pela ocupação dos cargos mais importantes da enorme administração e burocracia nacional um dia aceitará a sua derrota através da política democrática, podem desistir.

O Petismo ainda inundará esta terra de sangue e terrorismo.

Quem viver verá.


Publicado no site Alerta Total


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Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General de Brigada, reformado.

ATÉ QUANDO?

Jacy de Souza Mendonça

Em Caracas, no dia 5 de março de 2015, João Pedro Stédile, o comandante em chefe do exército ilegal do MST, foi aplaudido entusiasticamente por Maduro ao pregar a luta contra o capitalismo na América Latina e convocar as nações socialistas da região para lutarem pela implantação do socialismo também no Brasil. Naquele momento vieram-me à lembrança as palavras iniciais de Cícero no Senado Romano, protestando contra a revolução que Catilina preparava na periferia da cidade: até quando, Catilina, abusarás de nossa paciência?
  
Stédile está mobilizando nações estrangeiras para atuarem contra o sistema constitucional do Brasil que, ao contrário dos socialistas, assegura a livre iniciativa (art. 170), utiliza-a como fundamento da ordem econômica (art. 170, IV) e garante o livre exercício de qualquer atividade econômica (art. 170, parágrafo único). Princípios que não se compatibilizam com o sistema socialista.

Como se não bastasse, no dia 9 deste mesmo mês, li, no blog do jornalista Juca Kfouri, uma das páginas mais lamentáveis para esse velho leitor que teve a felicidade de passar a juventude em uma nação pacífica, progressista e feliz e encontra-se na iminência de legar a seus descendentes um País economicamente destroçado, socialmente rompido e politicamente desmoralizado.

Para começar, o Sr. Kfouri critica o povo brasileiro por ter votado em Collor, Maluf, Newton Cardoso, Roseana, Marconi Perilo e Palocci (mesmo sabendo que muitos brasileiros nunca votaram nesses candidatos). Isso porque, no mais perfeito estilo socialista, não aceita que o cidadão eleja quem quer, mas quer que ele seja obrigado a votar no Partido único (ou que se tem por único). Além disso, em um lapso que só Freud explica, ignora que Palocci faz parte da entourage dominante. Estranhamente, não critica esse mesmo povo por ter cometido o crasso erro de votar em Lula, Dilma et caterva.

Em seguida, ignorando fatos e distorcendo evidências, como se tivesse autoridade para interpretar intenções alheias, afirma peremptoriamente que o panelaço do povo não foi contra a corrupção... terá ele coragem de pensar que foi a favor dela? Não! Os favoráveis à corrupção finalmente estão sendo presos e nem ousam andar pelas ruas de nossas cidades. Em outra agressão à verdade dos fatos, diz que o panelaço ocorreu nas varandas gourmet, fingindo não ter visto as fotografias dos jornais e os filmes das televisões que revelam à saciedade, a quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir, que cenário dos acontecimentos foram mesmo as vias públicas das grandes cidades brasileiras.

Dando sequência à sua ousadia interpretativa, afirma que a causa do evento se encontra no que denomina o incômodo da elite branca contra a gente humilde. Não, Sr. Kfouri, a elite brasileira, branca, parda, vermelha, amarela ou negra, nunca se sentiu mal com o fato de seus coirmãos ultrapassarem a fronteira da pobreza e começarem a colaborar com o progresso do País. Sempre desejou isso. Nunca houve sentimento de luta de classes entre nós, antes da chegada ao Poder dos atuais dirigentes que, estes sim, estimulam o conflito, como a mídia já mostrou nas palavras furiosas de Lula e Stédile.
  
Do alto de meus 84 anos de idade, posso afirmar-lhe, Sr, Kfouri, que nunca tinha havido ódio político em nossa História. O brasileiro era pacífico, ordeiro e tolerante. Nunca um rico moveu uma palha contra um pobre apenas por ele ser pobre. Esse sentimento belicoso entre os brasileiros está sendo plantado pelos atuais detentores do Poder. Jogar os pobres contra os ricos, os pretos e os índios contra os brancos, os homo contra os heterossexuais, o norte contra o sul, é técnica marxista adotada rigorosamente pelo PT, às vezes acobertado pelos desordeiros de seu braço revolucionário, o MST, com o propósito de solapar a sociedade.

Não diga também, Sr. Kfouri, que o governo atual é de centro-esquerda. Não, não é. Ele é de esquerda-esquerda e só não é ainda mais esquerdista por temer reações e porque espera o momento adequado para fazê-lo. Nem diga também que seu Partido defende os pobres e os trabalhadores contra os ricos. Serão porventura pobres os seus correligionários que roubaram a mãos cheias as estatais, a ponto de, pela primeira vez no mundo, levar ao estado falimentar uma empresa petrolífera, precisando por isso serem aprisionados? Algum trabalhador ou algum pobre foi beneficiado pelos bilhões roubados por seus correligionários? Quem ajuda o trabalhador, Sr. Kfouri, é o capitalista que coloca seu patrimônio a risco, investindo para gerar empregos, graças aos quais os trabalhadores podem sustentar suas famílias. Não dá mesmo para perceber isso?

O senhor diz que os liberais e os ricos perderam a eleição, não aceitam isso e, antidemocraticamente, continuaram de armas em punho. Não posso nem suspeitar que o senhor seja cego. O senhor não percebeu realmente que os únicos portadores e usuários de armas são seus companheiros do MST, são seus colegas do exército de Lula e Stédile? Leia, então, os jornais e assista às televisões. É tão evidente que não creio possa passar despercebido a seus olhos.

Realmente, Sr. Kfouri, nunca dantes nesse País se roubou tanto no governo. Como jornalista, visite os arquivos dos jornais, revistas e TVs e terá a confirmação desse fato. Ou, se quiser, procure os arquivos de processos no fórum e nos Tribunais de qualquer Comarca e qualquer Estado. Certamente os fatos irão desmascarar a parcialidade de sua posição.

Mais ainda: protestar contra o estado de coisas do governo, com ou sem panelaço, não é falta de senso do ridículo, não. É patriotismo puro. Seus colegas devem até agradecer aos céus por esse povo ser tolerante assiste abismado aos desmandos dos governantes e limita-se a gritar pacificamente fora, Dilma!

Não foi só na zona leste de São Paulo que não houve panelaço por falta de luz e de água. O senhor deve saber que o Brasil inteiro, além da carência de água e luz, não tem portos (embora seu Partido tenha construído um em Cuba com o dinheiro arrecadado à força dos brasileiros), aeroportos e rodoviárias adequadas não tem linhas para a transmissão da energia gerada em suas usinas não tem saúde nem educação nem previdência não tem segurança... não tem nada! E já teve. Foi perdendo tudo isso na última década, em consequência à desastrada política econômica e fiscal de seu Partido.


Acho, enfim, arriscado afirmar que Dilma foi eleita democraticamente quando as provas estão se acumulando segundo as quais ela foi eleita graças ao dinheiro surrupiado dos cofres público das empresas estatais...


ÉPOCA SUSPEITA

Por Carlos Nejar

Sempre aprendi na experiência da justiça, que o juiz que está preso à amizade, ou é ligado a determinada agremiação, tendo sido advogado dele, devia para bem de sua consciência e a da coletividade, dar-se por suspeito. É o caso do Ministro Toffolli. Não é bondade, é obrigação de Magistrado. Nenhum colega percebeu sua suspeição, para julgar o caso da Lava-Jatos. O que talvez me faça cego, surdo e mudo. Ou o instrumento de suspeição foi suprimido do código e eu não sei. Se na anterior instância, cabe recurso. Na superior, o julgador resolve por sua conta e é fato consumado. Até a astúcia do governo é fato consumado. E a Petrobras ainda não abriu todas as suas entranhas. Há algo podre no reino da Dinamarca.

O Ministro Toffolli, petista reconhecido, ex-advogado do PT, defensor de Dirceu, no Mensalão incrivelmente não se deu por suspeito. Depois foi colocado a dedo, como Presidente do Supremo Tribunal Eleitoral, para o decisório das eleições e ninguém pareceu se dar conta, nem seus confrades, quando é evidente a sua suspeição. Porque ninguém se arreda de seu passado. Nem o passado se arreda do presente. E o que repete e se repete não é acaso, é objetivo e este governo não é confiável. E nada do que diz, cumpre. Quer apenas permanecer no poder.

Tal Ministro não contente em dirigir as eleições, e era a pessoa menos indicada, com sua vinculação com o partido vencedor, lulista convicto, após entrevista com Dilma, que evita o contacto humano, a não ser para seu interesse ,entrevista estranha, apresenta-se como o novo juiz dos casos da Lava-Jatos. Será que não repara a reação geral? Será que o Supremo não está se dando conta disso, ou tudo é permitido? Até quando abusará de nossa paciência? Quem julgará os julgadores? Só a imprensa percebeu essa sinuosa manobra. E não é mais aceitável num país dito democrático e num tempo de suspeita, estando Dilma entre os nomes do desastre. Lutei contra a ditadura militar e não aceito a ditadura do PT, nem sua manipulação (vejam os condenados do Mensalão ou estão em casa, ou estão liberados) e não admite a alternância do poder. Pelas manifestações o povo não suporta mais Dilma e se impõe o remédio legal, que é o impeachment. E todos entendem, desde as pessoas nas ruas, que o que acontece no país não é democracia, é o abuso de alguns sobre todos. Mas a vergonha, o roubo, a vilania, a manipulação, a inflação, o encargo sobre os direitos trabalhistas não podem permanecer.

Falei de um Ministro que já serviu antes o governo e agora se oferece para julgar a Lava-jato. Ninguém pode levantar nada sobre a dignidade pessoal dele, nem cabe, mas a suspeita vem das circunstâncias que o cercam, das ligações com o PT conhecidas por todos, da insistência de julgar processos que deviam, no mínimo afastá-lo do julgamento, por que ninguém , também ele, não está acima de qualquer suspeita, com tendência, como vimos no Mensalão: absolutória. E onde também, absurdamente, não se deu por suspeito. E não será dará nunca por suspeito, por mais suspeito que seja? Ou estamos brincando de justiça, como brincamos de eleição, quando falta a imparcialidade que é apanágio do julgador, mesmo que ele o diga que a tem, mas como afirmava Ortega y Gasset – “o homem existe com suas circunstâncias”. E o País não pode estar cego diante de tais manobras. O julgador está sujeito ao temperamento, ao mundo que o cerca, aos amores e desamores, tosses, intempéries, mal-humor... coisas humanas. E o tal Ministro ofereceu-se por vontade a tal desígnio. Diz o Padre Vieira: ”Quem julga com o entendimento, pode julgar bem e pode julgar mal: quem julga com a vontade nunca pode julgar bem”. E nem creio que o faça. Por suspeito, ainda que faça de conta que não seja, o Brasil sabe todo que o é.


Publicado no site A Verdade Sufocada


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Carlos Nejar é da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Filosofia.

domingo, 22 de março de 2015

MAQUIAGEM, PROPAGANDA E MENTIRAS PRECISAM DA CENSURA PARA SE PROTEGER DOS FATOS

Por Blogdelinks



Ao contrário do que afirma Lula, a censura não protege a verdade, pois esta pode recorrer aos fatos para se defender.

Fonte: YouTube

Oposição critica pacote anticorrupção do governo



Os líderes do PSDB e do Democratas criticaram o pacote anticorrupção anunciado pela presidente Dilma Rousseff como resposta às manifestações de rua contra a corrupção e a impunidade. Segundo o senador Cássio Cunha Lima (PB), líder do PSDB, muitas das medidas já foram aprovadas pelo Senado e estão paradas na Câmara dos Deputados. Para o líder do DEM, senador Ronaldo Caiado (GO), a presidente deveria abrir mão de suas prerrogativas para que fosse investigada e demitir o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, denunciado na Operação Lava Jato.