terça-feira, 28 de abril de 2015

“Buzinaço” pelo impeachment de Dilma faz Michel Temer deixar feira agrícola sem discursar


michel_temer_24Vexame oficial – Um grupo de cerca de 50 manifestantes fez o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), deixar a Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow), em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, logo após a cerimônia de abertura, sem fazer discurso ou mesmo conceder entrevista aos jornalistas.

Antes do constrangedor episódio, a organização do evento previa um pronunciamento de Temer, entretanto, no local onde ocorreria o discurso, os manifestantes fizeram um ruidoso “buzinaço” pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff e também do vice-presidente.

Vale ressaltar que a própria cerimônia de abertura da feira foi prejudicada pela manifestação, não sendo possível que nenhuma das autoridades presentes no evento fizesse qualquer tipo de pronunciamento.

Além de Temer, estavam presente os ministros da Agricultura, Kátia Abreu, e de Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) – estes dois últimos foram aplaudidos. Apesar dos protestos, não houve qualquer incidente durante a feira.

Em relação ao exigido pedido de impeachment, faz-se necessário esclarecer que o eventual impedimento de Dilma não se estende a Michel Temer, que nesse acaso assume o Poder Executivo em substituição à presidente da República.

A saída de Temer, em concomitância à da presidente da República, só se dá em duas condições: se o vice também for alvo de pedido de impeachment, com fato determinado devidamente comprovado, cabendo ao Congresso Nacional decidir sobre o tema, ou no caso de cassação do registro da candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral. Do contrário, o vice continua sendo o primeiro na lisa sucessória do chefe da nação.

O pavor de Dilma em relação aos “buzinaços” tornou-se tão grande, que a presidente, por orientação de assessores e do próprio Lula, analisa a possibilidade de não fazer pronunciamento oficial na próxima sexta-feira, 1º de maio, quando se comemora o Dia do Trabalhador.

Para alguém que integra do PT, essa decisão, se confirmada, será uma prova de que a crise de credibilidade da petista é muito maior do que se imaginava. Fosse o Brasil um país que adota o impeachment clássico, Dilma já teria se tornado alvo de um processo de impedimento por não mais gozar da confiança da população. 

(Danielle Cabral Távora com Ucho Haddad)

Decisão do Cade contra Gemini mexe com Dilma por responsabilidade no Consórcio Petrobras/White Martins

 
Na semana em que a "rainha" Dilma Rousseff aguarda que juristas e a oposição peçam seu impeachment (quarta-feira, dia 29), um fato de pouca repercussão midiática causa grande dor da cabeça pessoal à Presidenta. A recente decisão do Cade, que afeta a parceria entre a Petrobras e a White Martins no consórcio Gemini, aceitando uma bronca de Comgás, tem tudo para causar prejuízos judiciais a Dilma - caso o assunto se transforme em mais um pedaço da ação judicial movida por investidores, lesados nos EUA, contra a Petrobras.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) adotou medida preventiva para determinar cautelarmente a cessação de possível tratamento discriminatório no fornecimento de gás pela Petrobras à Gemini (hoje chamada de GasLocal)– sociedade da Petrobras (40%) com a White Martins (60%) cujo objetivo é produzir e comercializar o Gás Natural Liquefeito (GNL). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira passada (24/04). A White Martins é controlada pela Praxair, dos EUA.

O Cade tomou a decisão de adotar citada medida preventiva atendendo a um pedido da Comgás, que alega estar sendo prejudicada pelo fato de a Petrobras estar subsidiando o Gás Natural para a Gemini. A Gemini, arquitetada em 2003 – época em que Dilma Rousseff acumulava as funções de Ministra de Minas e Energia e Presidente do Conselho de Administração da Petrobras – é velha conhecida dos leitores do Alerta Total, que, entre outras coisas, publicou duas séries de artigos da maior gravidade: “Dossiê Gemini” e “O caso Geminigate”. Deste caso, Dilma sabia de tudo, porque recebeu todos os documentos protocolados, oficialmente, na Petrobras e no Palácio do Planalto.

Conforme consta do Acordo de Quotistas da Gemini firmado em 29 de janeiro de 2004, a Gemini contratou sua sócia-majoritária para a prestação de todos os serviços necessários a liquefazer o Gás Natural recebido da Petrobras e transportá-lo até as instalações dos clientes. Assim, a Petrobras não só se submeteu a ser sócia minoritária como também se limitou a ser coadjuvante no sistema, uma simples fornecedora da matéria prima.

Acontece que, além da possibilidade de a Petrobras estar subsidiando, o Gás Natural para a Gemini, existe também a possibilidade de a Gemini estar subsidiando o GNL para determinados clientes (indústrias grandes consumidoras, para funcionar como clientes-âncora) com o objetivo de inviabilizar a chegada do gás canalizado em certas regiões.

Diante do cenário acima descrito, especialistas no assunto dão uma sugestão profilática: exigir que na Nota Fiscal tirada pela Gemini seja discriminado o valor do frete. A propósito, tal medida já foi imposta pelo Cade à própria White Martins para evitar manipulação de preços do Gás Carbônico, logo que a mesma assumiu os serviços da Liquid Carbonic.

A nota do Cade

Eis a nota divulgada pela Assessoria de Comunicação do Cade:

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – Cade adotou medida preventiva no Processo Administrativo 08012.011881/2007-41 para determinar cautelarmente a cessação de possível tratamento discriminatório no fornecimento de gás pela Petrobras ao Consórcio Gemini. A decisão foi publicada Diário Oficial da União desta sexta-feira (24/04).

O Consórcio Gemini é formado pela Petrobras, White Martins Gases Industriais Ltda. e GNL Gemini Comercialização e Logística de Gás Ltda. – GásLocal, e tem como objetivo a liquefação e distribuição de gás natural a granel em estado liquefeito (GNL). No âmbito do consórcio, a Petrobrás fornece gás natural, enquanto a White Martins liquefaz esse gás e a GásLocal realiza a sua comercialização e distribuição.

O pedido de medida preventiva foi formulado pela Comgás. A empresa é uma das distribuidoras de gás canalizado no estado de São Paulo e alegou que não estaria conseguindo expandir sua rede de dutos para municípios paulistas, como os de Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Mococa e Rio das Pedras, porque os grandes clientes dessas localidades já receberiam gás da GásLocal a preços supostamente formados com base em vantagens anticompetitivas ilícitas obtidas pela empresa.

Segundo a Comgás, isso é possível pelo fato da Petrobras fornecer gás natural ao consórcio – e por consequência à GásLocal – a um preço muito mais baixo daquele entregue à Comgás. Segundo a representante, o Consórcio Gemini praticaria uma espécie de subsídio cruzado, pelo qual o fornecimento de insumo à GásLocal, a baixos custos, seria sustentado por meio do fornecimento discriminatório à Comgás e a outras concessionárias.

Além disso, o contrato de fornecimento à Comgás e a outras concessionárias teria uma série de desvantagens em relação ao contrato da GásLocal, tais como remuneração obrigatória mínima (take-or-pay e ship-or-pay), condições de reajuste mais severas e menos previsíveis, diferenças na moeda de precificação, prazo de duração e volume contratado menos flexíveis. Como resultado dessa alegada estratégia discriminatória, a Comgás deixa de ser capaz de investir e fornecer gás canalizado e de menor custo para residências e empresas de municípios ainda não atendidos.

A urgência na adoção da medida preventiva para cessação da alegada prática se dá em razão do atual processo quinquenal de revisão tarifária do gás canalizado no estado de São Paulo, por parte da Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo – Arsesp. É neste período que os investimentos e expansões das concessionárias de gás canalizado para os próximos cinco anos devem ser planejados, por determinação regulatória.

O objetivo da medida preventiva é evitar que a potencial discriminação verificada no fornecimento de gás a favor da GásLocal e em detrimento da Comgás impossibilite a inclusão de determinados investimentos pela Comgás no processo de revisão tarifária em andamento. Isso poderia prejudicar milhares de consumidores residenciais, comerciais e industriais no caso da não inclusão de determinados municípios no próximo ciclo de investimentos da Comgás.  
 
Após consultas ao mercado e pareceres preliminares do Departamento de Estudos Econômicos do Cade, a Superintendência considerou plausíveis as alegações de discriminação, de fechamento dos mercados municipais e de urgência decorrente da revisão tarifária iminente. A Arsesp manifestou concordância com o pedido de medida preventiva, após apresentar parecer sobre a denúncia, em que corrobora a tese de discriminação.

Diante das evidências, a Superintendência-Geral deferiu parcialmente o pedido de medida preventiva formulado pela Comgás, pela qual fica determinada, no prazo de 60 dias, a celebração de contrato isonômico de fornecimento de gás natural da Petrobras no âmbito do Consórcio Gemini, nas mesmas condições de contratos de fornecimento firmados com a Comgás e outras concessionárias, bem como medidas de monitoramento. As determinações deverão ser seguidas até a decisão final do Cade no processo.

Cabe recurso da decisão de medida preventiva ao Plenário do Cade, no prazo de cinco dias.

O processo administrativo continuará em trâmite na Superintendência-Geral até a emissão de relatório final, que poderá concluir pela configuração da infração ou pelo arquivamento do caso. Em seguida, o processo será remetido ao Tribunal do Cade para decisão final.

Pressão de Panelaço nela


Sugestão oportuna do nosso leitor Wilton Vieira:

"Se alguém já sugeriu, não vi. Que tal usar o teu poderoso "www.ALERTA TOTAL.net" para sugerir aos leitores, e também aos líderes dos movimentos contra a quadrilha encastelada no poder, para enquanto durar o chamado HORÁRIO POLÍTICO DO PT milhões de panelas
sejam batidas em todo o Brasil??? - 11/05/2015 - 20h 30min".

TRAMONTINA & ROCHEDO vão gostar muito... Melhora o faturamento em tempos de crise e panela vazia...

Dado não é roubado


Unidos contra Cunha

Filho de Lula mora em apartamento de R$ 6 milhões

Por Reinaldo Azevedo


Eduardo Bolsonaro Denuncia plano Nefasto do PT



Dep. Fed. Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) discursa em sessão solene do aniversário de Brasília na Câmara dos Deputados, 17/04/15, relembra governo Agnelo Queiroz (PT-DF) e escancara intenções do PT em:- Cassar ministros do STF que condenaram mensaleiros;- Construir um governo com base na CUT e MST;- CASSAR O DEPUTADO JAIR BOLSONARO.Tudo expresso no Site oficial do PT

ATRAINDO POLÊMICA: MARIA DO ROSÁRIO

Por Leonardo Faccioni
 
Zero Hora, o principal jornal do sul do país, indagou em reportagem dominical o porquê de a deputada gaúcha Maria do Rosário Nunes (PT), notória flor de candura, “atrair tantas polêmicas” nas redes sociais. Diversas entrevistas rechearam a matéria, todas à guisa de canonizar seu objeto, com tintas dignas de mocinha de romance romântico.

Tais genuflexões à esquerda, vez ou outra mais chamativas — como no caso — e, de outro modo, quotidianas, sempre cativaram minha atenção. Fazem-no, primeiramente, pela linguagem. A parcialidade entrega-se logo de cara. Vale anotar que não vejo mal algum na parcialidade em si — a bem dizer, jornalismo imparcial é expressão beirante ao oximoro. Tanto assim que, nas grandes capitais do mundo democrático, jornais impressos de linha editorial “conservadora” e “progressista” rotineiramente se confrontam pela preferência do público, sem esconder a distinção de valores entre um e outro. No Brasil, o “monopólio de fato” (ou, em São Paulo, o “cartel”, digamos assim) contribuiu à hegemonia petistóide sobre a imprensa. Mas deixemos a digressão para depois.

Quando essa espécie de mídia obriga-se a apresentar uma personalidade liberal ou conservadora que, à revelia sua (da mídia), fez-se notória entre o público, o primeiro adjetivo que lhe aplicam vem embalado na seguinte fórmula: “Fulano de Tal é polêmico”, ou “sustenta opiniões polêmicas”, de modo que a polêmica lhe é intrínseca. Serve como alerta ao público para manter distância do problema. Rosário, todavia, “atrai polêmicas”. Eis um convite para que alguém a defenda: a coitadinha não o escolheu, é uma vítima das circunstâncias. Como o sujeito que andava pela rua e, “pimba!”, atrai um raio em dia ensolarado. “Polêmicos são os outros, os que a perseguem, não ela”. A linguagem, dizíamos, os revela.

Se a embalagem é reveladora, o conteúdo mistifica. Não façamos como eles, pois. Sejamos sintéticos. Por que será que Maria do Rosário, vá lá, “atrai polêmicas”? Conheço tipos como Rosário desde que me entendo por gente (sim, acompanho política e atento aos petistas desde então). Sempre disseram aquilo que bem entenderam, sob a simpatia de todos os tradicionais “formadores de opinião”, passando-se por pontífices incontestáveis inclusive nas maiores barbaridades. Detinham o monopólio da agressão, da afronta, do achaque, do ataque, mesmo da ofensa — e o exerciam com gosto. “Polemizavam” em monólogos furiosos contra tudo e todos — e nada, nem ninguém, atrevia-se a “polemizar” com eles. Rosário já estava lá.

Foi a dinamização das redes sociais a possibilitar que o brasileiro médio respondesse às Rosários de muitos nomes, e a ação educadora de personalidades como Olavo de Carvalho (com bibliografia e cultura fartas, outrora inacessíveis em Terra Brasilis, país até então submetido a verdadeiro bloqueio editorial) a lhe permitir discernir as raízes profundas de comportamentos verdadeiramente alucinados como os da parlamentar, que veementemente [so]nega a realidade em favor da ideologia — algo que, de outro modo, chocava a população ao ponto de torná-la atônita, balbuciante apenas, e que hoje, e somente hoje, as pessoas comuns descobrem palavras aptas a verbalizar.

Rosário “atrai polêmicas” porque, na companhia de seus partidários, dedicou a vida a procedimentos calculados com o estrito fito de destruir a sociedade e assaltar o patrimônio moral de cada cidadão. Não se trata, aqui, de um libelo contra sua pessoa: é precisamente essa a estratégia preconizada por Marcuse, autor caríssimo à “new left” e, pois, ao partido governante. Seus passos envolvem o fomento ao crime, a promoção intransigente e sistemática de elementos disruptores da paz social, a despersonalização do criminoso — especialmente o mais violento —, que deixa de ser indivíduo responsável por seus atos para se converter em “vítima do sistema”. Um sistema, pois, que se há de sabotar.

Rosário e o PT desejam ardentemente o caos e a falência da legalidade, crentes de, com seu advento, poderem reconstruir, sobre a ruína da “sociedade burguesa”, sua própria e particular utopia. Assim está escrito, não por seus críticos, senão por seus inspiradores — e é ela própria, e bem assim os documentos internos de partidos como o seu, a reconhecerem-no.

Rosário “atrai polêmicas” porque aqueles a quem ela tenciona destruir, vejam só!, após cinquenta anos encontraram, pela primeira vez, armas — retóricas — com as quais se defender. E defendem-se como podem: ela os bombardeia com os canhões dos jornalões; o orçamento de quarenta ministérios; projetos de lei no parlamento; ativismo judicial o mais fraterno; o apoio de toda a base alugada; a cumplicidade da academia sitiada, onde o debate há muito morreu. Os brasileiros respondem com as pistolinhas d'água de comentários em redes sociais. E, ainda assim, a valente parlamentar, com suas “décadas de luta”, corre em afetação histérica a cada gotinha de H2O que respinga em suas madeixas guerreiras.

Ao contrário do que infere o jornal, o público pensante não responde a Rosário, nem a satiriza, por uma “compreensão insuficiente de sua luta por direitos humanos”. Enquanto não a compreendiam, estavam calados. Compreendem-na agora, e otimamente. Por isso resistem.

Muitos dos novos debatedores são leitores inveterados, autodidatas, conhecedores do “status quaestionis” a nível internacional e confiantes na busca da verdade — julgada existente e cognoscível. Foram estes a primeiro diagnosticarem, na parlamentar e alhures, a ilogicidade deliberada do discurso que, em nome dos “direitos” [deturpados], mina cada fundamento da sociedade que os tornou possíveis [onde legítimos]. Matérias como a de ZH são autorreferenciais precisamente por isso: caso franqueassem espaço equânime a quem realmente polemiza com Maria do Rosário, todo o argumento vitimista sairia fragilizado, mocinhos e vilões embaralhados, e o público, apto a formar, por si, sua opinião a respeito. Um disparate. Não foi para isso que, de partida, encomendou-se a reportagem.


Publicado no site de Percival Puggina

segunda-feira, 27 de abril de 2015

No mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório, revelações do empreiteiro amigo empurram Lula para o pântano do Petrolão


images|cms-image-000409267Neste sábado, os leitores de VEJA souberam que o empreiteiro Léo Pinheiro, transferido da presidência da OAS para uma cadeia em Curitiba, fez revelações suficientes para tirar de vez o sono de Lula e estender por prazo indeterminado o sumiço do palanque ambulante. Como ainda não se decidiu por um acordo de delação premiada, o empresário encarcerado pode até, para socorrer o chefe e amigo, desmentir-se em outro depoimento. Mas tal opção é de alto risco: a demonstração de fidelidade lhe custará alguns anos de prisão em regime fechado.

Seja qual for o caminho escolhido, o que Pinheiro já disse (e detalhou em copiosas anotações manuscritas) basta para incorporar ao elenco do Petrolão o protagonista que faltava. No mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório, as relações promíscuas entre o manda-chuva da OAS e o reizinho do Brasil serão escancaradas nas oito páginas da reportagem de capa. Entre tantas histórias muito mal contadas, a dupla esbanja afinação especialmente em três, valorizadas pela participação de coadjuvantes que valorizam qualquer peça político-policial.

Num episódio, o ex-presidente induz Pinheiro a presenteá-lo com a reforma do sítio que, embora Lula o chame de seu, pertence oficialmente a um sócio do filho Lulinha. Noutro, um emissário do pedinte vocacional incumbe o empreiteiro de arranjar serviço e dinheiro para o marido de Rosemary Noronha, a ex-segunda-dama que ameaçava vingar-se do abandono com a abertura de uma assustadora caixa-preta. Mais além, o comandante da OAS cuida de desmatar o atalho que levou Lula a virar dono de um triplex no Guarujá.

A participação do ex-presidente no naufrágio da Petrobras ainda não entrou na mira da Polícia Federal. O inventor do Brasil Maravilha está a um passo do pântano sem que tenha começado a devassa das catacumbas malcheirosas que escondem a farra das refinarias inúteis e a montagem da diretoria infestada de ineptos e corruptos, fora o resto. Pode estar aí a explicação para o estranho vídeo em que celebra as vantagens de um bom preparo físico. Vai precisar disso quando tiver de sair em desabalada carreira.

Será a volta para a PAPUDA???
"Empreiteiras não comprovam natureza do serviço prestado por José Dirceu"


Polícia Federal deve ouvir ex-ministro sobre contratos

Empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato informaram à Polícia Federal que não possuem nenhuma prestação de contas dos serviços de consultoria da empresa do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Não há relatórios, fotos de palestras, atas de reuniões, resumo de negócios que foram aprovados graças à intermediação da JD Assessoria e Consultoria. A suspeita dos investigadores é de que as consultorias foram usadas, ao menos em parte, para mascarar pagamentos de propinas de contratos superfaturados com a Petrobras.

Um dos procuradores da força-tarefa da operação, Carlos Fernando Lima, disse ao Correio que é improvável que essas consultorias sejam reais, mesmo para abrir portas, como alegou Gérson Almada, executivo da Engevix. Ele quer tomar o depoimento do presidente da holding Camargo Corrêa, Vítor Hallack, para esclarecer o trabalho prestado à empreiteira. A PF estuda ouvir o próprio Dirceu sobre a inexistência de prestação de contas de seus serviços. As próprias empreiteiras, depois de procuradas por vários dias pelo Correio, negaram qualquer informação sobre o resultado efetivo dessas consultorias.

A assessoria de Dirceu nega irregularidades. “A relação comercial da JD com as construtoras investigadas não tem qualquer vínculo com os contratos das empreiteiras com a Petrobras”, afirmaram os auxiliares do ex-ministro ao jornal. “As construtoras investigadas também se manifestaram publicamente e em depoimento à Justiça, confirmando que a JD foi contratada e trabalhou na prestação de serviços no exterior.” Dirceu se ofereceu para prestar esclarecimentos à polícia e afirmou que sua empresa encerrou as atividades.

Em 17 de março, Almada disse à 13ª Vara Federa de Curitiba que fez pagamentos ao operador Milton Pascowitch, que trabalhava para o estaleiro ERG, vinculado à empreiteira. Os recursos eram para atender ao PT. A PF suspeita que Pascowitch pagava propinas no esquema de corrupção da Petrobras. “O Milton veio falar: ‘Olha, Gérson, acho que você precisa manter um relacionamento com o partido, você precisa manter um relacionamento com um partido, você precisa manter um relacionamento com o cliente e eu me proponho a fazer isso”, declarou o executivo, preso desde novembro do ano passado.
Almada disse que Pascowitch, cuja empresa pagou R$ 1,4 milhão à JD Consultoria, indicou os serviços do ex-ministro à Engevix. O executivo atestou que Dirceu prestou serviço no exterior e era um “brilhante open door”, ou “abridor de portas” em “vendas em toda a América Latina, Cuba e África”, locais onde o ex-ministro “tinha um capital humano de relacionamento muito forte”.

Mais uma do "Anão Diplomático":
Indonésia notifica brasileiro sobre execução por tráfico de drogas

O brasileiro Rodrigo Gularte escoltado por policiais e apresentado à imprensa no escritório da Alfândega, perto do principal aeroporto de Jacarta, na Indonésia. Rodrigo foi preso tentando tentando contrabandear cocaína escondida em pranchas de surf - 05/08/2004
O brasileiro Rodrigo Gularte escoltado por policiais e apresentado à imprensa no escritório da Alfândega, perto do principal aeroporto de Jacarta, na Indonésia. Rodrigo foi preso tentando tentando contrabandear  cocaína escondida em pranchas de surf - 05/08/2004 (Dita Alangkara/AP)
RIO DE JANEIRO (Reuters) - O brasileiro Rodrigo Gularte, condenado à morte na Indonésia por tráfico de drogas, foi oficialmente notificado neste sábado de sua execução, informou a assessoria de imprensa do Itamaraty.

A notificação ocorreu na presença do encarregado de negócios do Brasil na Indonésia, Leonardo Monteiro, que exerce as funções de embaixador.

Segundo o Itamaraty, pelas leis da Indonésia, após a notificação há um prazo mínimo de 72 horas para a execução. No entanto, não há confirmação sobre a data precisa.


O Itamaraty informou que nas últimas semanas está promovendo "gestões do mais alto nível" junto ao governo da Indonésia para tentar reverter a pena em caráter humanitário, uma vez que a pena de morte não está prevista na legislação brasileira e levando em conta o estado de saúde do brasileiro, que sofre de esquizofrenia, segundo o Itamaraty.

AÉCIO retoma as denúncias de corrupção:
“E os Correios?”

 Por Aécio Neves

aecioDias atrás, a Justiça atendeu ao pedido da Associação dos Profissionais dos Correios e suspendeu o pagamento das contribuições extras de participantes do fundo de pensão Postalis como forma de equacionar o enorme rombo existente, resultado da negligência e da crônica má gestão.

Revisito a matéria porque, com todas as atenções voltadas para os graves desdobramentos do escândalo da Petrobras, outras situações não menos graves vão se diluindo sem conseguir mobilizar o país.

É exatamente o que acontece com a crise dos Correios, outra empresa que se transmudou em uma espécie de resumo das mazelas que ocorrem no país: corrupção, compadrio, ineficiência e uso vergonhoso do Estado em favor de um partido político.

Nos últimos anos, os Correios, assim como outras empresas públicas e seus fundos de pensão, foram ocupados pelo PT. Na campanha eleitoral do ano passado, a estatal foi instrumento de graves irregularidades.

A propaganda da candidata oficial à época foi distribuída sem o devido e necessário controle. A consequência foi que milhões de peças podem ter sido encaminhadas sem o pagamento correspondente. Recentemente, o TCU concluiu que a empresa agiu de forma irregular. Até aqui, pelo que se sabe, ficou por isso mesmo.

Mas não foi só isso. Além de fazer o que não podiam, os Correios não fizeram sua obrigação: deixaram de entregar correspondências eleitorais pagas pelos partidos de oposição. Ação na Justiça denuncia que correspondências de partidos com críticas ao PT simplesmente nunca chegaram aos seus destinatários.

Some-se a isso o escândalo do vídeo gravado durante uma reunião, no qual um deputado petista cumprimenta funcionários da empresa e, sem nenhum pudor, reconhece o uso político dos Correios. Diz ele: “Se hoje nós estamos com 40% [de votos] em Minas Gerais, tem dedo forte dos petistas dos Correios”.

Denúncias como essas foram feitas por funcionários da estatal indignados não só com o prejuízo financeiro, mas com o comprometimento da imagem de uma empresa que até pouco tempo atrás tinha a confiança de todos os brasileiros. A conta é alta: o rombo do Postalis pode ser de R$ 5,6 bilhões.

O que vem ocorrendo no fundo de pensão dos Correios não é diferente do que acontece nos demais fundos, tomados, de uma forma ou de outra, pela doença do aparelhamento e da má gestão, com prejuízos incalculáveis aos trabalhadores e ao país.

O Brasil aguarda e exige que investigações rigorosas alcancem também as autênticas caixas-pretas em que esses fundos se transformaram e que resumem o que há de pior na vida pública brasileira. É hora de cobrar responsabilidades e transparência.




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Aécio Neves é presidente nacional do PSDB. 

Em Abreu e Lima, Petrobras joga no lixo também os direitos trabalhistas


Imagem aérea da refinaria Abreu e Lima, localizada no Porto de SUAPE em Pernambuco
Refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco: 
Petrobras 'quarteiriza' obras (Léo Caldas/VEJA)
Impedida de manter contratos com as construtoras da Lava Jato, Petrobras confia obras da refinaria a construtoras locais, que subcontratam terceiros para conduzir o gigante que custou, até agora, 18 bilhões de dólares aos cofres da empresa

A refinaria de Abreu e Lima foi um dos principais dutos de desvio de dinheiro da Petrobras ao longo dos últimos anos. Segundo o balanço que a companhia apresentou nesta semana, a unidade em Pernambuco e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro respondem, juntos, por mais da metade da baixa contábil de 52 bilhões de reais em 2014: um baque de 30 bilhões de reais. E a depreciação não deve parar por aí. Isso porque as obras da refinaria ainda não acabaram. Impedida de contratar as empreiteiras envolvidas na Lava Jato, a estatal teve de confiar a continuidade dos projetos a pequenas construtoras locais, e algumas delas, por sua vez, estão repassando o serviço a terceiros. Enquanto, em Brasília, o governo sofre derrotas por se opor ao projeto de lei que amplia a terceirização, a Petrobras coloca em prática muito mais que isso: há uma 'quarteirização' em curso na refinaria, que deixa funcionários sem qualquer vínculo ou garantia trabalhista - e tudo sob as vistas grossas da estatal.

Como consequência da Operação Lava Jato, que investiga os desmandos e desvios de dinheiro na estatal, 23 empreiteiras que há décadas prestam serviços no setor de óleo e gás foram impedidas de continuar operando nas obras da Petrobras. Entre elas estão as principais empresas que atuam em Abreu e Lima: Engevix, Camargo Corrêa, Odebrecht e Queiroz Galvão. Como 60% do projeto ainda não está concluído, a petroleira se viu obrigada a recorrer a empresas locais para dar sequência aos trabalhos - abrindo mão de licitação ou qualquer outro tipo de avaliação criteriosa. O problema é que as novas subcontratadas também relegam o serviço a terceiros.

Terceirizar é uma prática perfeitamente legítima no meio industrial. O problema é que, em alguns casos, os terceirizados ficam à margem da legislação. Para proteger o trabalhador e dar dinamismo à atividade econômica, é imperativo que se avance na regulação desse tipo de mão de obra. Daí a importância da votação do projeto de lei que regula a terceirização e que, hoje, é alvo de impasse no Congresso. A quarteirização tampouco é crime. Mas é preciso haver transparência e segurança jurídica nas relações entre a empresa que contrata os serviços e a que, de fato, os executa, para que os trabalhadores não fiquem desprotegidos. No caso da Petrobras, as informações que chegam de Abreu e Lima mostram que a quarteirização não é uma prerrogativa dos contratos firmados pela estatal - desta forma, a petroleira não dá qualquer indício de que se responsabilizará por eventuais problemas com os quarteirizados.

Crachá de operário da refinaria Abreu e Lima
Crachá de operário da Oliveira Construções, que trabalha 
na refinaria Abreu e Lima (Sintepav-PE/Divulgação)
O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem de Pernambuco (Sintepav-PE) foi o primeiro a denunciar a situação em Abreu e Lima. Na quarta-feira, representantes da entidade estiveram na refinaria e constataram a presença de dezenas de funcionários trabalhando sem qualquer vínculo com as construtoras determinadas pela Petrobras para conduzir as obras. "A Petrobras está quarteirizando mão de obra. Eles burlam as regras dando um crachá provisório de quinze dias aos funcionários, eximindo-se de qualquer responsabilidade", diz Leodelson Bastos, dirigente do sindicato.

Na fiscalização, foi constatado que a estatal confiou a construção de Abreu e Lima a firmas que 'alugam' empregados de outras empresas - e, como não são vinculados, não recebem direitos como o adicional de periculosidade, exigido no âmbito da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) devido ao alto risco de acidentes. "O único critério levado em conta pela Petrobras na escolha das empresas é que elas não sejam citadas na Lava Jato", diz Regério Rocha, que também representa o Sintepav.

Um dos casos citados pelo sindicato é o da Oliveira Construções, que terceirizou o trabalho na Petrobras para outra empresa chamada AD Construções. Procuradas, as empresas não responderam o pedido de entrevista. A AD se limitou a dizer que não tem contrato com a Petrobras. A Jole Construções, que é uma das principais novas contratadas, disse que não forneceria informações sobre sua operação em Abreu e Lima.

Em nota, a Petrobras afirmou que, diante da rescisão de contratos com firmas envolvidas na obra da refinaria, "houve a necessidade de contratação de empresas para atividades específicas, a fim de garantir a execução de trabalhos essenciais". Segundo a estatal, há permissão para subcontratação "em atividades específicas" e "apenas em casos previstos e estabelecidos em contrato".

Judicialização - Os problemas trabalhistas em Abreu e Lima se intensificaram mesmo antes da proibição dos contratos com as empreiteiras da Lava Jato. Temendo as investigações, a então diretoria da estatal, presidida por Graça Foster, congelou os pagamentos a fornecedores, dando origem não só à quebradeira de empresas, como também uma espiral de ações judiciais. Apenas em Ipojuca, município onde se localiza a refinaria, são 512 processos protocolados. A Alumini (ex-Alusa) é uma das empresas envolvidas que conseguiu na Justiça que a Petrobras assumisse todos os compromissos salariais de seus funcionários. Alguns chegaram a ficar mais de 4 meses sem receber. Segundo a procuradora do Ministério Público do Trabalho de Pernambuco, Débora Tito, os pagamentos já estão sendo feitos pela estatal. "A situação está mais controlada do que no ano passado", afirma.

Contudo, segundo o ex-funcionário da Alumini na refinaria, Alexandre Pereira da Silva, de 43 anos, em sua conta bancária não há sinal de pagamentos desde outubro de 2014. "A Alumini não fala nada, até trocou de nome. Eles nos disseram que não têm previsão nenhuma de pagamento. Eles me devem 42.000 reais em salários atrasados e multas rescisórias. Há 5.000 funcionários nessa situação", afirmou. Com o nome sujo desde a demissão, ele disse estar vivendo de "bicos" para sobreviver. "Estou fazendo uma grade aqui, um portão ali, pintando e tentando achar outros lugares onde haja obras. Enquanto isso, eu espero que as autoridades competentes reajam", disse. A Alumini entrou com pedido de recuperação judicial em janeiro deste ano, cobrando da Petrobras uma dívida de mais de 1,5 bilhão de reais referente a Abreu e Lima.

A Camargo Corrêa, umas das principais operadoras da refinaria, se prepara para abandonar a obra, já que seu contrato vence este mês e, devido à proibição, não poderá renová-lo. Guilherme Noleto, que trabalha como assistente técnico da obra, estima que 2 mil funcionários sejam demitidos com o fim do contrato e, segundo ele, todos temem não receber seus direitos trabalhistas. "Chegamos todos os dias na refinaria com medo. O que temos a ver com a Operação Lava Jato?", diz.

Marcada por uma série de atrasos, Abreu e Lima custou sete vezes mais do que o previsto em seu projeto original. Os 2,4 bilhões de dólares orçados inicialmente se transformaram em 18,5 bilhões de dólares calculados em 2014, levando-a ao primeiro lugar entre as obras em curso mais caras do país. O Tribunal de Contas da União estima que a construção da refinaria tenha sido superfaturada em, pelo menos, 360 milhões de reais. A área da companhia responsável por sua execução era justamente a de Abastecimento, então comandada por Paulo Roberto Costa. Nesta semana, o ex-diretor foi condenado a sete anos de prisão por desvios de dinheiro público na refinaria.

A Petrobras informou, em seu balanço, que os atrasos de cronograma foram os principais fatores de avaliação na depreciação do valor de Abreu e Lima. Isso porque a refinaria deveria ser entregue em 2011. O novo prazo é agosto deste ano. Porém, diante do circuito de amadorismo que permeia a obra, há uma grande desconfiança de que o projeto não seja concluído dentro do previsto. Isso significa que, se a Petrobras mantiver a política de depreciação de ativos em razão de atrasos, acionistas podem esperar que Abreu e Lima perca ainda mais valor - e custe mais recursos ao combalido caixa da estatal.

CHEGA DE MICO: PT QUER SIBÁ FORA DA LIDERANÇA

Líder do PT na Câmara, Deputado SIBÁ MACHADO (AC). 
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Correntes internas do PT, ainda minoritárias, se uniram para articular a queda de Sibá Machado (AC) da liderança petista na Câmara. É considerado primário, ingênuo, desinformado, de inteligência limitada e sem a dimensão do cargo que ocupa. Além disso, o deputado tem feito declarações que envergonham os liderados, e não conseguiu se articular para evitar as várias derrotas do governo Dilma na Câmara.

A queixa é que Sibá, como o líder do PT, não tem envergadura nem inteligência política para ajudar o PT a sair do impasse institucional.

A defesa que Sibá fez do ex-tesoureiro João Vaccari, após sua prisão, contribuiu para aumentar o desgaste do PT, segundo seus colegas.

As facções Democracia Socialista e Movimento PT querem outro líder, assim como antes da prisão defendiam Vaccari fora da tesouraria.

Sibá Machado pertence à facção petista “Construindo um Novo Brasil”, liderada por Lula, que é seu fiador, assim como protege João Vaccari.


Publicado no site Diário do Poder 

domingo, 26 de abril de 2015

CADERNO de TESES e outras provocações PETISTAS

Por Blogdelinks

Ronaldo Caiado critica condução do governo Dilma Rousseff

Fonte: YouTube

Indonésia prepara execução de brasileiro e outros condenados por tráfico de drogas


(STR - AFP - Getty Images)Corredor da morte – O governo da Indonésia anunciou, na quinta-feira (23), ter emitido ordem para preparar as execuções de dez condenados à morte por tráfico de droga, incluindo o brasileiro Rodrigo Gularte.

“Foi dada ordem para iniciar os preparativos”, declarou Tony Spontana, porta-voz do gabinete do procurador-geral, sem fornecer mais detalhes.

De acordo com funcionário destacado de uma embaixada estrangeira, citado em condição de anonimato pela agência de notícias DPA, a data planejada para as execuções seria a próxima quarta-feira (29). Diplomatas foram convidados a viajar para Nusakambangan, a ilha-prisão fora de Java onde os presos serão executados, disse.

Spontana afirmou que a carta emitida na quinta-feira com a ordem de preparativos não era uma carta de notificação para os condenados, que normalmente são informados oficialmente da execução com três dias de antecedência. Ele havia dito na última semana que as execuções ocorreriam no final deste mês.

O brasileiro Rodrigo Gularte foi detido em 2004 com seis quilos de cocaína escondidos em pranchas de surfe e condenado à morte no ano seguinte.

Além do brasileiro, os dez condenados incluem cidadãos da Austrália, França, Filipinas, Nigéria e Indonésia, que serão executados em conjunto por um pelotão de fuzilamento. Um preso identificado anteriormente como sendo de Gana, Martin Aderson, é, na verdade, da Nigéria, de acordo com Tony Spontana.

O governo australiano tem solicitado reiteradamente clemência em nome dos seus cidadãos, Andrew Chan e Myuran Sukumaran. Peter Morrisey, advogado dos australianos, disse estar preocupado com as cartas, por entender que o processo legal ainda não havia terminado.

Críticas da União Europeia

A União Europeia criticou na quinta-feira os planos da Indonésia de executar os condenados, dizendo que a pena de morte não é uma solução para o crescente problema das drogas no país.

“As recentes rejeições na Indonésia a novos julgamentos, inclusive no caso de um cidadão francês, torna mais próxima a perspectiva lamentável de novas execuções”, disse a chefe de política externa da UE, Federica Mogherini.

A França acusou o governo de Jakarta de ter “grave disfunção” em seu sistema jurídico, a qual levou à condenação à morte do francês Serge Atlaoui, afirmando que a execução dele seria “incompreensível”.
O presidente francês, François Hollande, disse que lutará até o último minuto para evitar a morte de Atlaoui. O francês, de 51 anos, está há uma década na prisão por tráfico de entorpecentes, mas alega inocência.

A França enviou carta às autoridades indonésias apontando uma série de irregularidades no processo de Atlaoui, como a ausência de tradutor e advogado de defesa, e ainda ameaçou a Indonésia de retaliações.

Comoção em Manila

Mary Jane Veloso, uma filipina de 30 anos, foi transferida nesta sexta-feira (24), sob forte proteção policial para Nusakambangan, o que provocou protestos em Manila. Os dois filhos da condenada, de doze e seis anos de idade, viajaram para a Indonésia na esperança de passar as horas finais com a mãe. A situação dela causa comoção nas Filipinas, onde cerca de cem manifestantes protestaram em frente à embaixada indonésia em Manila.

Os advogados de Veloso entraram com novo recurso para travar o processo, como fizeram os australianos. Mas a Indonésia afirma que todas as revisões judiciais e apelos de clemência foram esgotados.


O vice-presidente filipino, Jejomar Binay, disse que pediu novamente por clemência para Veloso, nesta quinta-feira, durante uma reunião com o seu homólogo da Indonésia, Jusuf Kalla. (Com agências internacionais)

Elo Perdido

Por Paulo Roberto Gotaç

Foto velha de 2001, com Fidel, Chavez e... 
Quem mesmo?
É ingenuidade achar que FHC e Cia., ao recomendarem cautela e cumprimento de intrincados rituais jurídicos para a abertura do processo de impedimento da Presidente Dilma, ignorando a vontade de grande maioria da sociedade, ratificada por recentes pesquisas e expressa nas últimas  manifestações, não entenderam o recado.

Entenderam sim, mas existem motivos ocultos para a postura exibida, que precisam ser esclarecidos.

Há algum tipo de acordo de longo prazo entre PT e PSDB? Recrudesceram paixões antigas?

Teriam as aves de bico longo sugerido cuidados semelhantes, quando o Congresso invadiu veredas da lei, iniciou processo e "julgou" Collor, com base somente em clamores públicos e em parâmetros políticos, certamente por eles apoiados?

Há um elo perdido nessa história.

Com a palavra os tucanos reais de papo amarelo.


Publicado no site Alerta Total



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Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, reformado.

VÂNDALOS - Disfarçados de Professores !!!

Por Reinaldo Azevedo


Intervenção Militar: Crime ou Direto Natural?

Por Antonio Ribas Paiva


Após as manifestações de 12 de Abril Marta Serrat entrevistou o Dr. Antonio José Ribas Paiva, advogado civil e criminalista, em São Paulo sobre impeachment e intervenção militar.

Ao companheiro Lula

Por Humberto de Luna Freire Filho
 
Onde estás companheiro Luiz Inácio Lula da Silva? confesso que estou com saudade e até certo ponto apreensivo com a tua ausência e o teu silêncio. Estás com medo de alguma coisa? Sonhastes com alguns fantasmas vestidos com os macacões laranjas da Petrobras?

Ou estavam vestidos com macacões brancos listrados de preto, comumente usados nos presídios de todo o mundo? Esses são mais confortáveis. Existe um modelo para o inverno, veja abaixo:
 

E um modelito para o verão:

Companheiro! sou da seguinte opinião, se ficares muito tempo escondido, os militantes do nosso partidaço vão achar que tu és um grande covarde; lógico que acertariam, mas não vai pegar bem. És exageradamente corajoso, honesto, inteligente, competente, sabe de tudo e por fim um homem bom. Tão bom a ponto de criar, logo no início do teu primeiro mandato, uma mesada extra para ajudar os pobres "nobres" deputados, e que esse ato de bondade não foi reconhecido, e posteriormente, eles, os invejosos, a elite branca, maldosamente passaram a chamar de mensalão.

Sabendo tu, que os banqueiro nacionais e os internacionais são maus e cobram juros extorsivos da sociedade e dos dedicados empresários e executivos que tocam nossas grandes empresas, por exemplo aquela que gostava muito de usar a letra X na razão social, e uma outra que contrata muitos artistas para vender carne, abristes as portas do teu banco, o BNDES, para empréstimos a juros subsidiados também para os amigos, pessoas físicas, e ainda os poupava de ter que elaborar um massacrante cadastro. Bastava o empenho da palavra para as mulheres, um fio do Bigode para os homens, e o dinheiro estava liberado. Foram oito anos distribuindo os impostos de maneira honesta e equânime entre teus pares.

No final de teu mandato escolhestes para te substituir uma mulher que não pensa, não sabe falar, não sabe de nada do que acontece em volta, igualzinho a tu.

Assim, longe do Planalto Central, mas desde o Planalto de Piratininga, poderias continuar tua obra prima. Para finalizar quero, dentro da antiga amizade e liberdade que ela nos dá, fazer uma pequena ressalva sobre tua inesquecível invejável vida pública.

Teu único e pequeno erro foi privatizar essa empresinha chamada Petrobras para o nosso querido Partido dos Trabalhadores. Eu sendo o companheiro Rui Falcão, a devolveria para o Estado. O que tu achas?.


Publicado no site Alerta Total


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Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

Ucho Haddad em 12/04 na Avenida Paulista no caminhão do Movimento Civil XV de Março

Por Ucho Haddad


Nivaldo Cordeiro em 12/04 na Avenida Paulista no caminhão do Movimento Civil XV de Março

Por Nivaldo Cordeiro


sábado, 25 de abril de 2015

Você financiará partidos acusados de corrupção

Por José Neumanne Pinto


Psicopatia e Esquerdismo

Por Rivadávia Rosa

Uma breve explicação dessa sociopatologia política criminosa conhecida como comunismo.

Adredemente impõe-se um cenário cultural de relativismo (a) (i) moral em que tudo é admitido, desde que m prol da “causa”, e, até a “morte” de Deus é proclamada ...

Assim, são atraídos pela “causa” justamente aqueles indivíduos cujo ventrículo do cérebro conhecido como memoriae sedes – a “sede da memória” ou, mais nobremente, o “trono da memória”,  que em certas pessoas devotas de ideologias, sobretudo as de viés totalitário, tem menos matéria do que o comum. Por causa dessa deficiência, segundo estudiosos que dissecaram o cérebro, as pessoas, ‘não se lembram de seus crimes anteriores e, até dos castigos que receberam’ e, assim, voltam a praticar os mesmos crimes sem nenhuma vergonha ou arrependimento, como um cão que come seu próprio vômito.

Na história temos os maiores criminosos do Planeta como Calígula, Nero, Lenin, Trotski, Stalin, Mao, os irmãos Castros, Hitler, todos que mesmo apesar de suas circunstâncias, repetiram seus crimes sem nenhuma vergonha ou culpa, sem temer punição, embora a história também registre que muitos tiranos com poder absoluto e de natureza maligna tiveram fim trágico. Assim, “como um cão voltando ao seu vômito”, essas personagens impulsionados por algum instinto animal reiteravam na prática de crimes que já tinham maculado suas almas “doentes”. Trata-se de “doença da alma” como apontou Platão ou alguma deficiência no cérebro que os acometera. A natureza os fez assim, a sua necessidade é simplesmente a de destruir a vida, banquetear-se sem compaixão nem consciência do sofrimento de suas vítimas inocentes. Essa é a sua natureza desde que sua vida começou a acordar na barriga de sua mãe. Mas, de alguma maneira, de alguma maneira, sempre conseguia esconder sua face monstruosa por trás da máscara de homem. É a alma doente.


STEDILE - Cassação da Medalha da Inconfidência

Por Reinaldo Azevedo


A delação premiada de Lula


O clipe de Lula no Comperj, reproduzido no post anterior, resume em 1’46” a rapina cometida na Petrobras.


A versão integral do discurso é ainda mais reveladora. É quase uma delação premiada de Lula.

Inicialmente, ele citou as autoridades presentes ao evento. Cinco deles estão sendo investigados pela Lava Jato:
  1. “Quero começar cumprimentando o companheiro Sérgio Cabral”.
  2. “Nosso companheiro Pezão”.
  3. “O ministro Edison Lobão”.
  4. “O nosso querido Paulo Roberto Costa, presidente em exercício da Petrobras”.
  5. “Nosso companheiro Jorge Sergio Machado, presidente da Transpetro”.
Em seguida, ele explicou os motivos daquele evento:

“Eu sei que tem algumas pessoas que estão perguntando ‘por que o Lula já visitou pela terceira vez o Comperj, se ainda a obra não está sendo construída, está na fase da terraplanagem?’ A primeira coisa que tem que compreender é que eu adotei como filosofia de vida aquela de que ‘é o olho do dono que engorda os porcos’. Então, eu tenho que estar presente sempre, para saber se as coisas que nós decidimos estão funcionando”.

Lula, Dilma e o companheiro Paulo Roberto 
antes do discurso no Comperj
Cinco anos mais tarde, as obras no Comperj continuam paradas, mas a filosofia de vida de Lula funcionou: os porcos engordaram um bocado.

Depois de falar sobre seus porcos, Lula disse que sabia da roubalheira em Abreu e Lima. Ele disse também que a roubalheira tinha de prosseguir:

“Se a gente não fica esperto, a obra da refinaria de Pernambuco estaria parada. Porque se levantou suspeita de sobrepreço em algumas obras. E foi para a comissão do Congresso, a comissão do Congresso colocou no anexo VI, e eu vetei, porque senão teria que ter mandado embora 27 mil trabalhadores”.

Lula esclareceu igualmente que, para engordar seus porcos, a ração teria de ser fornecida pela própria Petrobras:

“O companheiro Paulo Roberto Costa sabe, a Dilma Rousseff, como presidenta do conselho administrativo da Petrobras, sabe, o ministro Lobão, como ministro de Minas e Energia, sabe que, há cinco anos atrás, se dependesse da vontade da Petrobras, não teria nenhuma refinaria no Brasil”.

Outro porco do chiqueiro de Lula, Hugo Chávez, entrou na história:

“Numa visita de trabalho do presidente Chávez, conseguiu a parceria para a PDVSA se associar à Petrobras. Levamos três anos para construir essa parceria, porque a Petrobras e a PDVSA são duas grandes empresas, e duas moças bonitas no mesmo baile, elas sofrem uma concorrência natural entre elas, e nós demoramos muito para construir a engenharia do acordo que, graças a Deus, está pronto e está andando”.

Lula, a essa altura, introduziu o único assunto que realmente interessava:

“São bilhões de dólares, de investimentos. Se a gente for medir só o que a gente está fazendo, a gente vai ultrapassar os US$ 60 bilhões em refinaria neste país”.

E apresentou seus cúmplices:

“Aqui tem muitos empresários do setor da construção civil”.

O juiz Sergio Moro poderia usar o discurso de Lula como prova da Lava Jato. Ele mostra claramente quem era o chefe do esquema.