Por Thiago Souza
domingo, 6 de dezembro de 2015
sábado, 5 de dezembro de 2015
Dilma aposta que não cai, Temer fica no resguardo, e será massacrado pelas gestapos da Petelândia
Senado colorizado de vermelho. Câmara casuisticamente
pintada de verde-amarelo. Na verdade, tirando pinturas artificiais, coisa está
cada vez mais preta no Congresso Nacional e mais dark ainda no Palácio do
Planalto. O risco do impeachement aloprou o desgoverno, sua base aninhada e até
os que são oposição (incluindo aqueles que fingem ser). O cenário é de mentiras
e porradas para todo lado, no clima de salve-se quem puder.
A Presidenta Dilma Rousseff quer pressa e quer convocação
extraordinária de deputados e senadores para a base aliada votar, correndo, a
salvação dela. A "oposição" luta pelo recesso parlamentar, na
esperança de gerar uma pressão popular que viabilize o plano de detonar Dilma.
O vice Michel Temer fica de resguardo, no aguardo de conspirações, para assumir
e perpetuar a velha Nova República gerada pelo "golpe militar" de
1985.
Dilma aposta que não cai, embora sinta um frio na espinha.
Já Michel Temer já posa como quem já tem construída sua "Ponte para o
Futuro" (aquele programinha demagógico de desgoverno que o PMDB veiculou
recentemente). As gestapos da petelândia estão mobilizadas para destruí-lo.
Ninguém se surpreenda se uma grande denúncia contra ele explodir na mídia
amestrada. O nome dele já é citado em delações premiadas da Lava Jato, mas
nenhuma denúncia formal se concretizou até agora. A tendência é que o pau cante
para Temer, no curto prazo, se o risco do impeachment ficar mais intenso.
A guerra de todos contra todos paralisa o Brasil - em
profunda crise estrutural. Os políticos seguem vivendo em outro planeta,
enquanto os cidadãos que os elegem (na base da dedada eletrônica suspeita, sem
direito a recontagem) vão ficando cada vez mais insatisfeitos, tensos e desesperados
com os efeitos perversos das variadas crises: moral, política e econômica. O
impeachment da Dilma, para andar, precisa ser aceito por pelo menos 342
deputados. Não será fácil chegar a tal numero em um parlamento que se vende
como banana na feira.
Vale repetir por 13 x 13: Impeachment é um processo que todo
mundo sabe como começa, porém ninguém tem certeza de como acaba. A pressão
popular, que promete ser intensa nas redes sociais, podendo descambar para a
rua, é o fator decisivo para afetar o desenrolar do complicado jogo político,
que vai envolver muita
negociação, chantagem e toma-lá-dá-cá para definir o destino da Dilma Rousseff.
Pela força momentânea da base aliada, dificilmente o impedimento de Dilma deve
passar na Câmara, com pouquíssima chance de chegar ao desfecho final no Senado.
O arquivamento é provável...
Impeachment de Dilma é, claramente, um golpe político.
Simplesmente impedi-la não resolve o impasse institucional e nem soluciona a
crise estrutural do Estado Capimunista brasileiro. Assim, se eventualmente se
conseguir maioria para fazer andar o processo, culminando com uma (ao menos
hoje) improvável condenação pelos senadores, o máximo que se vai obter é a
troca de Dilma por Michel Temer. É burrice comemorar uma eventual mera tirada
do PT do poder. O PMDB, governista permanente, continua lá, e não pretende
largar o osso.
Dilma e Cunha, junto com Renan Calheiros e companhia, farão
o que for preciso para não caírem. Michel Temer vai conspirar por dentro e por
fora. E a petelândia vai partir para o pau contra os aliados. Só um desastre
que promova a autodestruição deles, na guerra de todos contra todos, é que pode
criar o vácuo institucional que possa ser ocupado por quem tenha capacidade
legítima de recolocar ordem nas coisas. Se isto vai acontecer ou não, só o
tempo dirá...
Barganhagem

Cuidando do funeral

Seria bom demais...
Operação Acarajé

Inveja real

Agora é tarde demais

Impeachment: ao recuarem de ação no STF, deputados petistas confirmam aparelhamento da Corte
Por UCHO.INFO
Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes disse
nesta sexta-feira (4) que “percebeu que o PT está querendo fazer um
‘test-drive’ de juízo no Tribunal, quer dizer, o juiz a quem cair a demanda é
confiável ou não segundo os critérios por eles estabelecidos”.
A afirmação de Gilmar Mendes ocorre um dia após deputados do
PT (Wadih Damous, Paulo Teixeira e Paulo Pimenta) entrarem com mandado de
segurança no Supremo, com pedido de liminar, contra a decisão do presidente da
Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de aceitar o pedido de
impeachment de Dilma. Quando descobriram que a ação fora distribuída para
Mendes, os petistas tentaram desistir da ação, alegando que precisavam fazer
modificações no documento. Uma postura no mínimo chicaneira, se considerado o
fato de que o petista Wadih Damous, que só se tornou deputado após manobra de
Lula, foi presidente da OAB no Rio de Janeiro.
Questionado sobre a decisão do PT, que recuou quando tomou
conhecimento da relatoria, o que caracteriza tentativa de fraude, o ministro
disse: “Eu mandei que isso fosse encaminhado para Ordem dos Advogados (do
Brasil, OAB) para que se examine. O próprio impetrante, um dos impetrantes, é
um ex-presidente da OAB. É preciso que isso seja examinado. Mas é evidente que
é uma fraude processual.”
Na opinião de Gilmar Mendes, “é evidente que estão tentando
fazer esse tipo de seleção, o que mostra o baixo padrão ético”. Perguntado se o
partido do governo teme que ele decida questões relacionadas ao impeachment,
Mendes respondeu: “Eu não consigo entrar na cabeça e no espírito dessas
pessoas. Mas é notório que estão tentando manipular a distribuição do Tribunal
e isso não é devido.”
Quando a parcela de bem da sociedade e muitos veículos de
comunicação independentes afirmam que nos últimos anos ocorreu um escandaloso
aparelhamento do Judiciário, em especial no STF, os petistas, amparados na tese
esdrúxula do politicamente correto, afirmam que se trata de uma tese golpista
daqueles que ainda não aceitaram a chegada do povo ao poder. Um discurso boquirroto
e cansativo que há muito perdeu a validade, mas que continua na cartilha do
partido que acertadamente já foi comparado a uma organização criminosa, a ponto
de fazer inveja ao personagem Al Capone.
No momento em que os três deputados petistas (Damous,
Teixeira e Pimenta) tentaram emplacar a manobra como forma de escapar de uma
decisão que complicaria ainda mais a situação da presidente Dilma Rousseff, o
partido não mais precisa responder sobre o aparelhamento do STF. Há no Supremo
ministros que simplesmente rasgam a lógica jurídica para atender aos interesses
do PT e do governo, como se o STF fosse um puxadinho mequetrefe do Palácio do
Planalto. Enfim, como disse certa feita um conhecido comunista de boteco,
“nunca antes na história deste país”.
Impeachment ou Intervenção, que cada um faça a sua parte
Temos que aprender a conduzir os nossos destinos e,
principalmente, aprender a definir o que de fato é bom, se não para todos, pelo
menos para a maioria, e fazer acontecer sem depender de decisões sobre as quais
não temos ingerência.
Temos que entender e aprender que os políticos não se
constituem em uma classe profissional autônoma que trabalha para si própria.
Pelo contrário, são representantes compromissados com a vontade dos que os
colocaram lá e a eles devem respeito e prestação de contas.
Já os militares são o que são porque escolheram esta
profissão e, com esforço pessoal, individualmente, representando unicamente a
sua vocação e mais ninguém, passaram a integrar um organismo armado com missão
definida.
Uma iniciativa ou uma decisão de um político representa, em
princípio, a vontade de seus eleitores. Uma iniciativa ou decisão de um
Comandante Militar pode ser aplaudida ou vaiada pela sociedade como um todo,
mas não depende da vontade ou da pressão popular. A sua função não é eletiva, é
uma conquista de esforço, de dedicação, de mérito e de demonstrações de coragem
e de responsabilidade consequente.
Portanto, a decisão por uma intervenção militar, ao arrepio
da Constituição, como em 64, é exclusiva dos militares, não carece de pedidos,
pressões, aplausos, vaias, choros ou ranger de dentes!
O mesmo já não é válido para o impeachment, porquanto os
políticos podem e devem ser pressionados para que façam, no nosso ritmo, o que
nós achamos que deve ser feito!
Assim, é mais lógico que nós, cidadãos, não fiquemos
esperando ou tentando induzir os soldados a fazer o que NÓSachamos que eles
devem fazer, mas, antes de mais nada, fazer o que NOS cabe como eleitores dos
outros cidadãos que representam a nossa vontade no Poder Legislativo.
Os militares, como tal, não com cidadãos e eleitores, farão
a parte deles, se assim julgarem necessário, com ou sem a nossa demanda ou
aquiescência, merecendo o nosso aplauso ou as nossas vaias. Eles não dependem
disso, mas, apenas, da própria consciência cívica, patriótica e profissional!
Pensem nisso…
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Abusando do besteirol, Lula acusa Cunha e defende Dilma após viabilizar pedido de impeachment
Por UCHO.INFO
Responsável maior pelo período mais corrupto da história
brasileira, Luiz Inácio da Silva, o lobista bravateiro, continua abusando dos
discursos fantasiosos e recheados de embustes. Nesta quinta-feira (3), Lula
acionou seu conhecido besteirol para atacar Eduardo Cunha, apesar de ter
covardemente abandonado Dilma e operado nos bastidores para viabilizar a
situação que culminou no pedido de impeachment da presidente da República.
No Rio de Janeiro, após reunião com o governador Luiz
Fernando Pezão (PMDB), Lula disse que a “insanidade e a loucura” de Cunha não
podem prevalecer no debate sobre o impeachment da presidente. Ora, Dilma
incorre nos crimes previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal, mas a culpa é
do presidente da Câmara dos Deputados. Essa a estratégia do PT de empurrar para
terceiros a responsabilidade pelos próprios crimes e transgressões é uma velha
conhecida dos brasileiros de bem. Aliás, essa bazófia comunista começou com o
próprio Lula, ainda no primeiro mandato, quando o ex-metalúrgico lançou a tese
da “herança maldita”, como se FHC pudesse ser culpado pelas transgressões do
sucessor.
Eu me sinto indignado com o que estão fazendo com o país. A
presidenta fazendo um esforço incomensurável para que a gente aprove os ajustes
que têm que ser aprovados nesse país, para ver se a gente consegue recuperar a
economia e fazer a economia crescer, e tem muitos deputados querendo
contribuir, mas o presidente da Câmara me parece que tomou a decisão de não se
preocupar com o Brasil”, disse Lula.
Como se não fosse um egocêntrico fanfarrão, Lula afirmou que
Cunha pensa apenas nele: “Me parece que a prioridade dele é se preocupar com
ele, quando esse país de 210 milhões de habitantes é mais importante do que
qualquer um de nós individualmente”.
“Parecia que o país estava andando pra normalidade. No dia
que a presidenta consegue aprovar, novas bases para o orçamento de 2015, o que
a gente percebe é que ela recebe como prêmio, um gesto de insanidade com o
pedido do impeachment dela”, emendou o petista. Ou seja, Lula exaltou a
genuflexão criminosa do Congresso diante de um governo corrupto e incompetente,
que acionou a base aliada para arrombar as contas públicas em R$ 120 bilhões. E
ainda afirma que com isso o País estava caminhando para a normalidade.
Mas Lula parece que não se satisfaz com as besteiras que
balbucia, por isso avançou em seu discurso insano. “Subordinar um país inteiro,
subordinar os interesses de mulheres, homens, brancos, negros, crianças nesse
país a uma visão corporativa, pessoal, de vingança. Eu quero crer que não seja
verdade, quero crer que não seja verdade. Porque, se isso for verdade, é muita
leviandade”.
Em suma, Lula submeteu o País à débâcle econômica e
patrocinou o maior escândalo de corrupção da história da humanidade, o
Petrolão, que levou a Petrobras às dificuldades extremas, mas mesmo assim
insiste em aparecer em cena na condição de injustiçado. O lobista da Odebrecht
deveria se contentar com a reles condição de ex-presidente, não sem antes fazer
a gentileza de entregar-se ao silêncio, pois de malandros profissionais que se
fazem passar de salvadores da pária o Brasil está cheio.
Políticos cometem crime de responsabilidade junto com Dilma - alvo do impeachment de mentirinha
Impeachment é um processo que todo mundo sabe como começa,
porém ninguém tem certeza de como acaba. A pressão popular, que promete ser
intensa nas redes sociais, podendo descambar para a rua, é o fator decisivo
para afetar o desenrolar do complicado jogo político, que vai envolver muita
negociação, chantagem e toma-lá-dá-cá para definir o destino da Dilma Rousseff.
Pela força momentânea da base aliada, dificilmente o impedimento de Dilma deve
passar na Câmara, com pouquíssima chance de chegar ao desfecho final no Senado.
O arquivamento é provável...
Impeachment de Dilma é, claramente, um golpe político.
Simplesmente impedi-la não resolve o impasse institucional e nem soluciona a
crise estrutural do Estado Capimunista brasileiro. Assim, se eventualmente se conseguir
maioria para fazer andar o processo, culminando com uma (ao menos hoje)
improvável condenação pelos senadores, o máximo que se vai obter é a troca de
Dilma por Michel Temer. É burrice comemorar uma eventual mera tirada do PT do
poder. O PMDB, governista permanente, continua lá, prosseguindo com a Nova
República - velhaca e quase nada republicana. Eis uma triste verdade objetiva
que dói...
Um indicador de que Dilma dificilmente será derrubada pela
atual composição do Congresso Nacional foi a indecente autorização legislativa,
dada ontem, para que o governo da União descumpra a lei fiscal de forma
descarada, obtendo o nojento perdão a um rombo fiscal de R$ 119,9 bilhões. Por
tal decisão, os deputados e senadores se enquadraram em conivência direta com
um crime de responsabilidade cometido pela Presidente. Os políticos
profissionais deveriam cair junto com a chefona do Executivo, se no Brasil
tivéssemos um sistema de "Recall" (puxada de orelha e detonação
automática dos parlamentares que contrariarem a lei e o interesse público).
Como não temos, todos continuam mamando nas tetas estatais...
A votação sobre a revisão da meta fiscal, que Dilma Rousseff
efetivamente nunca cumpriu, sempre estuprando a lei fiscal, foi o indicador
definitivo sobre o nível de responsabilidade (ou não) da classe política
brasileira. Os políticos votaram a favor dos interesses deles mesmos. A
pretensa oposição fez o jogo de cena, fingindo ser contra a revisão da meta
fiscal. No final das contas, os parlamentares referendaram a ilegalidade
flagrante. Nada vai acontecer com eles por tal crime? Eis a questão...
O Dia 2 de dezembro marcou mais um estupro da desqualificada
classe política contra os interesses maiores dos brasileiros e da Nação. Em
ação combinada, para diluir a gravidade da decisão legislativa, o espertíssimo
Eduardo Cunha, presidente da Câmara, desviou a atenção para a eventual abertura
do processo de impeachment da Presidenta incompetente e impopular. O plano
golpista consiste em levar Dilma ao desgaste máximo, até que cometa mais uma
costumeira besteira e facilite o caminho para Michel Temer tomar o lugar dela.
O plano está manjado e politicamente pornográfico. Dilma,
que já tomou no TCU, só toma no Cunha de mentirinha. Cada um trata de si e joga
um jogo próprio para tentar a salvação - centrada na impunidade sistêmica.
Enquanto isso, quem agoniza é o Brasil e seus cidadãos, diante da crise
econômica mais brutal nunca antes vista na história, causada pela falência
estrutural do Capimunismo de Bruzundanga.
Dilma e Cunha, junto com Renan Calheiros e companhia, farão
o que for preciso para não caírem. Michel Temer vai conspirar por dentro e por
fora. E a petelândia vai partir para o pau contra os aliados. Só um desastre
que promova a autodestruição deles, na guerra de todos contra todos, é que pode
criar o vácuo institucional que possa ser ocupado por quem tenha capacidade
legítima de recolocar ordem nas coisas. Se isto vai acontecer ou não, só o
tempo dirá...
O Brasil só muda de verdade se forem criadas condições
objetivas para uma Intervenção Constitucional pelo poder instituinte do
cidadão. Qualquer coisa diferente disto é armação, para que tudo fique
como sempre esteve por aqui, sob desgovernança do crime organizado.
Tensão Suprema
O mais recente bate boca no Supremo Tribunal Federal, ontem,
foi o indicador de que o clima anda pesadíssimo na cúpula dos poderes em crise
institucional flagrante.
O presidente Ricardo Lewandowski e o ministro Gilmar Mendes
trocaram agressões verbais por causa de uma polêmica sobre falta de vagas no
sistema prisional.
Gilmar Mendes botou Lula no meio e deixou Lewandowski pt da
vida, insinuando problemas sobre um irmão de Gilmar.
Lewandowski: Acho que o STF não pode, ou não deveria determinar a um órgão que
tem autonomia administrativa e competências fixadas obrigações dessa natureza,
pontual, no varejo. É como se o procurador-geral da República determinasse ao
CNMP, que é autônomo.
Gilmar: Comparar o procurador-geral com o Supremo Tribunal
Federal em discussão jurisdicional é uma impropriedade que não pode. A questão
do trabalho do preso, tenha o nome que tiver... Se não, vamos ficar naquela
disputa, do Bolsa Família com o Bolsa Escola, com os estelionatos eleitorais
que se fazem.
Lewandowski: Não, o CNJ não faz nenhum estelionato.
Gilmar: Eu chamei de programa “Começar de Novo” o programa
que faça as vezes dele. Vossa excelência não está tratando com a devida
seriedade.
Lewandowski: Não, não, absolutamente. Peço que vossa
excelência retire isso.
Lewandowski: Eu não sou de Mato Grosso. Me desculpe, mas
vossa excelência está fazendo ilações incompatíveis com a seriedade do Supremo
Tribunal Federal.
Gilmar: Vossa excelência está insinuando...
Lewandowski: Eu não faço insinuações! Eu digo diretamente o
que eu tenho a dizer, não insinuo nada. E vossa excelência está introduzindo um
componente político na sua fala!
Gilmar: Pouco importa!
Infelicidade de quem?

Imitando a petelândia?

Indignidades

Como capturar porcos selvagens
Esse texto não é de minha autoria. Fiz apenas algumas
adaptações e estou repassando aos Kamaradas por julgá-lo oportuno.
Você sabe como capturar porcos selvagens?
Havia um professor de química em um grande colégio com alunos de intercâmbio em
sua turma. Um dia, enquanto a turma estava no laboratório, o professor notou um
jovem do intercâmbio que continuamente coçava as costas e se esticava como se
elas doessem.
O professor perguntou ao jovem qual era o problema. O aluno respondeu que tinha
uma bala alojada nas costas, pois tinha sido alvejado enquanto lutava contra os
comunistas de seu país nativo que estavam tentando derrubar o governo e
instalar um novo regime, um "outro mundo possível".
No meio da sua história ele olhou para o professor e fez uma estranha pergunta:
"O senhor sabe como se capturam porcos selvagens?"
O professor achou que se tratava de uma piada e esperava uma resposta
engraçada. O jovem disse que não era piada, e falou:
Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e
colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todos os dias comer o
milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca
uma cerca mas só em um lado do lugar em que eles se acostumaram a vir.
Quando eles se acostumam com a cerca, ele voltam a comer o
milho e você coloca a cerca também do outro lado. Mais uma vez eles se
acostumam e voltam a comer. Você continua desse jeito até colocar os quatro
lados da cerca em volta deles com uma porta no último lado. Os porcos que já se
acostumaram ao milho fácil e com as cercas, começam a vir sozinhos
pela entrada. Você então fecha a porteira e captura o grupo todo. Simples,
assim...
Assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles ficam correndo e
dando voltas dentro da cerca, mas já foram pegos. Logo, voltam a comer o milho
fácil e gratuito. Eles ficaram tão acostumados a ele que esqueceram como caçar
na floresta por si próprios, e por isso aceitam a servidão.
O jovem então disse ao professor que era exatamente isso que ele via acontecer
neste país. O governo ficava empurrando as pessoas para o comunismo e o
socialismo e espalhando o milho gratuito na forma de programas de auxílio de
renda, bolsas isso e aquilo, impostos variados, estatutos de "proteção",
cotas para estes e aqueles, subsídios para todo tipo de coisas, pagamentos para
não plantar, programas de "bem-estar social" como o “Minha
Casa Minha Vida”, medicina e medicamentos "gratuitos".
Sempre e sempre novas leis, etc, tudo ao custo da perda contínua das
liberdades, migalha a migalha.
Devemos sempre lembrar que "Não existe esse negócio de almoço grátis.
Finalmente, se você percebe que toda essa maravilhosa "ajuda"
governamental é um problema que se opõe ao futuro da democracia em nosso país,
você vai mandar esta mensagem para seus amigos e kamaradas. Mas se você acha
que os políticos eongueiros pedem Mais Poder para as classes deles
tirarem liberdades e dinheiro dos outros para beneficiar você ou
"os pobres" então você provavelmente irá deletar esta
mensagem.
Mas que Deus o ajude quando trancarem a porteira !
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Carlos Ilich Santos Azambuja é Historiador.
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