segunda-feira, 27 de julho de 2015

Lula engata o modo psicopata para dourar o discurso de desespero


lulaComo sempre, as avaliações de Lula são feitas para testar os limites da credulidade de seus zumbis.

Tanto Marina Silva quanto o PSB mostram que na hora de escolher entre a democracia e o totalitarismo, ficam com o segundo.

No Sindicato dos Bancários do ABC, o ex-presidente Lula, prestes a ver o sol nascer quadrado, mostrou-se ainda mais desesperado que o costumeiro dos últimos meses. Logo ele, cujo partido bate recorde de mentiras, se disse “cansado das mentiras e safadezas”. O mestre do cinismo quer nos convencer de que as pedaladas fiscais, a corrupção na Petrobrás e o estelionato eleitoral são antes invenções da oposição do que fatos do mundo, comprováveis empiricamente.

O livro Without Conscience, de Robert Hare, nos lembra de um detalhe fundamental: os psicopatas são caracterizados, dentre muitos outros fatores, por se fingirem de vítimas quando são pegos. Nessa toada, Lula faz seu draminha patético:

O que a gente vê na televisão parece os nazistas criminalizando o povo judeu.

Ah, parece, Lula? Então nada melhor que este vídeo mostrando quem realmente se comporta feito nazista. Aliás, há apenas duas diferenças entre o nazismo e o petismo: (1) a classe definida como “opressora” pelo nazismo era a judaica, no caso do PT são várias, de acordo com o marxismo cultural, (2) o nazismo fez tantas vítimas por ter conseguido o poder totalitário e ter criado um cenário de caos social absoluto, o que lhes serviu para facilitar seus massacres, e o petismo ainda não conseguiu concretizar suas ambições.

Mas, seja lá como for, o vídeo abaixo fecha a questão, não com as diferenças, mas com as semelhanças entre o nazismo e o petismo:


Este vídeo merece ser viralizado, com certeza.

Já o show de absurdos prossegue incansavelmente:

Não tem pessoa com caráter mais forte nesse País que a Dilma.

Ele realmente está tirando com a cara do povo. Quer dizer então que não há “caráter mais forte” neste país do que a Dilma? O problema é que tirando os mamadores de tetas estatais e seus zumbis, tornou-se jogo ruim tentar convencer o povo brasileiro de que Dilma não tem falhas de caráter, principalmente depois da campanha política mais mentirosa da história, o que futuramente se exibiu como um grotesco caso de estelionato eleitoral, exatamente o ponto que tem derrubado mais a popularidade da presidente.

Em suma, é difícil encontrar falhas de caráter nesta dimensão no resto do Brasil. Se Dilma é um “exemplo de caráter” para Lula, isso explica muita coisa. E se no Brasil não há “caráter mais forte” do que ela, então é melhor fechar este país de uma vez, pois estaríamos em situação pior do que no filme Mad Max. Mas, como sempre, as avaliações de Lula são feitas para testar os limites da credulidade de seus zumbis. Ele com certeza morre de rir depois de proferir suas bravatas.

Como não poderia deixar de ser, ele conclui com o clichê, dizendo que a elite não gosta do PT por causa das conquistas sociais:

Sei que é difícil para parte da elite brasileira aceitar certas coisas […] Tudo que é conquista social incomoda uma elite perversa.

Que conquistas sociais, Lula? Com indicadores falsos, tudo não passa de alegação sem provas. Alias, se existisse uma conquista social verdadeira, a elite estaria em festa, pois pessoas com maior poder de compra podem comprar mais. Não existe mito mais inconvincente do que aquele que diz que “elite quer ver o pobre cada vez mais pobre”, o que seria, antes de tudo, uma burrice extrema. Os pobres dos Estados Unidos e da Europa, por exemplo, podem comprar muito mais.

Mas, em termos de elite, que tal lembrarmos dos vários empresários das empreiteiras, que fizeram a festa com verba estatal, hoje vendo o sol nascer quadrado? Ou seja, a elite ama o PT, não por “conquistas sociais” inexistentes, mas pelas tetas estatais rosadíssimas colocadas à sua disposição.

Que vergonha para um país ter sido governado por um sujeito como Lula.

Marina Silva apela ao embuste para defender Dilma

Depois de ter sido surrada feito cachorro ladrão, além de vítima de um verdadeiro assassinato de reputações por parte do PT durante as eleições de 2014, Marina Silva parece ter sido acometida pela Síndrome de Estocolmo, passando a amar seus agressores. Agora foi além, apelando aos embustes mais cínicos para defender Dilma. Observe o que ela diz, conforme o UOL:

Aqui no Brasil está todo mundo feliz de dizer que a culpada pela corrupção é a Dilma. Quando a corrupção virar um problema nosso, criaremos instituições para coibi-la.

Não, ninguém está “feliz” de dizer que a culpada pela corrupção é a Dilma. Mas é um fato que a protegida de Lula foi ministra de Minas e Energia, além de chefiar o conselho da Petrobrás durante quase todo o mandato do Brahma (ou seja, tinha acesso total a quaisquer dados). Marina não pode duelar com os fatos sem ser chamada de tapeadora. O problema da corrupção não é “nosso”. Ele pertence ao PT, e, conforme os fatos nos demonstram, também à Dilma. Ademais, podemos criar milhares de instituições. Isto não muda os fatos sobre o papel executado por Dilma na Petrobrás.

Ela prossegue:

Não é sustentável acharmos que a corrupção é o problema de uma pessoa, de um grupo ou de um partido.

Quanta canalhice!

Não estamos falando “da corrupção”, que é um problema do estado inchado brasileiro. E que devemos corrigir, tanto quanto possível. Mas estamos falando da corrupção na Petrobrás. Decerto não é o problema de “uma pessoa”, mas quem chefiou o conselho da Petrobras e é presidente do partido detentor das chaves do cofre deve ser apontado.

A tática de Marina é bem simples: ninguém pode apontar qualquer problema se não estiver tratando o todo. Imaginemos o que seria uma sociedade com a moral marinista: um estuprador não pode ser acusado de um estupro que tenha cometido, uma vez que “o estupro não é problema de uma pessoa”.

É isso aí: hoje em dia, tanto Marina Silva quanto o PSB mostram que na hora de escolher entre a democracia e o totalitarismo, ficam com o segundo.

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P.S.: Alguns poderão dizer “Ei, Luciano, você chegou a apoiar a Marina no primeiro turno contra Dilma”. Sim, da mesma forma que eu apoiaria o Capiroto contra Dilma. Isto não muda em nada o status deplorável das palavras desonesta de Marina para proteger Dilma.

O tumor pede trégua!


Caros amigos

Leiam as declarações desses três personagens do Partido dos CorruPTos

“Apesar da última campanha dura, não podemos deixar consolidar na alma brasileira, e na política brasileira uma dicotomia que não se conversa. Essas posições, governo e oposição, a gente troca. O que não pode perder é o norte do país” (Jaques Wagner)

“Vejo com bons olhos a possibilidade de diálogo entre Fernando Henrique e Lula, como vejo com naturalidade que o mesmo aconteça com a presidenta” (Edinho Silva)

“Minha opinião é que tanto o presidente Lula como o presidente Fernando Henrique são políticos importantes, com responsabilidades e capacidade de analisar o que o Brasil está enfrentando. Sempre fui a favor de que a gente converse com quem faz política” (Okamoto)

O comunismo, na sua versão bolivariano petista, está para a democracia assim como o câncer está para o organismo humano.

Há meio século atrás, o tratamento, sempre que possível, era a extirpação do tumor, mesmo levando com ele parte dos tecidos ainda não comprometidos.

Em 1966, quando o mal se manifestou aos brasileiros em sua forma mais violenta, a luta armada, o tratamento foi o conhecido, cirúrgico e proporcional à sua extensão e agressividade, isto é, cortou-se, de maneira ainda que imprecisa, o tecido social já tomado e, de forma precautória, os seus adjacentes.

A recidiva da doença, 40 anos depois, mostra que a imprecisão do corte, a desatenção e a negligência no tratamento pós cirúrgico permitiram a sobrevivência e a reprodução de células consideradas neutralizadas e a volta da doença na versão citada.

Qualquer tipo de tratamento para eliminação do câncer é agressivo ao organismo como um todo. A quimioterapia, por exemplo, ao atacar o mal, leva o portador ao limite das resistências, causando muitos e desconfortáveis efeitos colaterais graves. O combate é, portanto, sofrido, doloroso e desagradável para o paciente e, muito mais, para as células do mal que o colocam em rota de morte.
O que se deduz das declarações das três células malignas, que dão início a este texto, é que as manifestações populares, ou seja, a ação dos anticorpos, e as medidas investigativas, policiais, políticas e judiciais estão produzindo, conforme desejado, a destruição do mal.

O câncer, qual uma raposa para as galinhas, está, hipocritamente, propondo uma convivência pacífica com o organismo, ou melhor, acusa o golpe e pede trégua para sobreviver!

Em que pese a simpatia do Sr Fernando Henrique e do seu partido pela ideia de um tratamento prolongado e suave, a prudência e as experiências anteriores mostram que o momento oportuno para a neutralização do mal é agora e que não existe nenhuma benignidade no bolivarianismo petista que possa recomendar qualquer tipo de convivência que não indique um prognóstico de morte para a democracia.

A despeito de todo o sofrimento que a sufocação e os embargos às propostas de recuperação do mal causado pelo governo ao Brasil possam trazer à sociedade, estes devem ser mantidos até que o PT, o grande responsável por todos eles, seja execrado e eliminado da vida pública nacional.

Desta forma, a demonstração de fragilidade e a bandeira branca não nos devem fazer apiedar do mal, porque, embora o símbolo do câncer no zodíaco seja um caranguejo, na medicina bem que poderia ser o de um traiçoeiro escorpião e, na política, o de uma estrela vermelha!

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

Um Governo de Merda

Por Carlos I. S. Azambuja

Um cara não é de esquerda, mas é metido a ser de esquerda, me perguntou se não é verdade que Pinochet acabou de rasgar a Constituição que Allende havia desrespeitado. Dei a resposta abaixo:

Prezado Kamarada:

Tento responder. Allende só foi confirmado presidente pelo Congresso após assinar um documento prometendo respeitar a Constituição. Tomou posse em 1971 e governou por 2 anos, ignorando aquilo que havia prometido ao Congresso. Então, a Câmara dos /Deputados informou aos ministros, em 23 de agosto de 1973, que Allende estava na ilegalidade. Dia 11 de setembro as tropas amanheceram nas ruas de Santiago. Allende foi, por várias vezes, instado, pelos ministros militares, a renunciar, conforme se pode ouvir no CD vendido anexo ao livro “Interferência Indevida”, de Patricia Verdugo (o CD narra, ao vivo, as conversas entre os comandantes militares desde as primeiras horas de 11 de setembro).

Allende negou-se a renunciar, dizendo que era “muy macho”. Foi avisado que o Palácio La Moneda, onde se encontrava, seria bombardeado. Fez pouco caso e parece que não acreditou. Vendo que não era brincadeira, pois o Palácio começou a arder, cometeu o suicídio com uma arma que lhe havia sido regalada pelo kamarada Fidel Castro.

O MIR, o PCCh e os famosos “cordones industriales”, que por várias vezes anunciaram que dariam respaldo a Allende, chegando a pichar paredes com a consigna “Este governo é uma merda, mas é o meu governo”, não apareceram para defender a merda.

E o presidente petista Rui Falcão ainda roubou a frase original dos chilenos...


Fonte: Alerta Total


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Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

O escritório central – empreiteiras agiam em sintonia com Instituto Lula


Instituto Lula
(Manoel Marques/VEJA)
Empreiteiras envolvidas agiam em sintonia com o Instituto Lula. Documento mostra que até as explicações da Odebrecht, que pagou 1 bilhão de reais em propina, eram combinadas com a entidade

O sobrado de dois andares que a­parece nas páginas que abrem esta reportagem nem de longe lembra um palácio. As aparências, como sempre, enganam. Nele funciona desde 2011 o Instituto Lula, entidade concebida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para servir de plataforma à sua atuação política após deixar o Palácio do Planalto. Pelo menos no papel, os planos de Lula para seu instituto eram o mais ambiciosos e altruístas possível. A entidade foi concebida para funcionar como um centro de integração da América Latina, um pilar para fortalecer a democracia nos países em desenvolvimento e ajudar a acabar com a fome na África. Tudo muito nobre, se por trás dos objetivos messiânicos não estivessem os empreiteiros envolvidos no escândalo da Petrobras. As investigações da Polícia Federal já revelaram que o dinheiro desviado da estatal financiou o funcionamento do instituto. Além disso, fica cada vez mais evidente que o ex-­presidente Lula acabou usando sua influência no Brasil e no exterior para fomentar os negócios de criminosos - e ganhou muito dinheiro com isso.

A favor do ex-presidente há o fato de que ele pode ter agido com as melhores intenções - enganado pelos seus contratantes, sem saber a origem do dinheiro que foi doado pelos empresários ao seu instituto. Ao fazer lobby para as empreiteiras no exterior, estaria pensando exclusivamente no bem do Brasil e nos milhares de empregos que poderiam ajudar a aplacar a miséria do Terceiro Mundo. Se isso for verdade, ele era o único bom samaritano da história. Na semana passada, os procuradores que investigam o petrolão denunciaram as cúpulas das empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebrecht. Esta última, a maior do país e uma das maiores do mundo, por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Os dados que sustentam a acusação são estarrecedores. A empreiteira movimentou mais de 1 bilhão de reais em contas secretas no exterior. Parte desse dinheiro, descobriu-se, foi usada para subornar diretores da Petrobras.

No ano passado, Paulo Roberto Costa, ex-diretor da estatal, contou em sua delação premiada ter recebido 23 milhões de dólares em propina paga pela Ode­brecht. Era sua parte, a menor, na ampla rede de distribuição de subornos em troca dos milionários contratos da Petrobras. A empreiteira negava. Seguindo o dinheiro, os investigadores descobriram que a companhia abriu uma série de empresas de fachada no exterior para esconder os pagamentos de propina. Na sexta-feira, o juiz Sergio Moro decretou pela segunda vez a prisão preventiva de Marcelo Odebrecht, Alexandrino Alencar e outros executivos da companhia. A nova ordem de prisão teve por base informações bancárias remetidas ao Brasil pelas autoridades suíças que não deixam dúvidas de que a maior construtora brasileira está envolvida até o pescoço no escândalo de corrupção da Petrobras.

Na semana passada, a Polícia Federal também anexou ao processo anotações encontradas nos telefones apreendidos com Marcelo Odebrecht e documentos apreendidos com os diretores da empreiteira. As notas mostram que o empreiteiro, diferentemente do que vinha sustentando, não só tinha conhecimento como exercia controle sobre as atividades paralelas da empreiteira no petrolão, incluindo a estratégia para tentar melar a investigação. Nas anotações constam cifras, nomes de figuras importantes associadas a cifras, obras associadas a cifras, contas na Suíça - provavelmente as mesmas agora descobertas pelos investigadores. Em uma das anotações, Marcelo insinua que as contas suíças abasteceram campanhas políticas, entre elas a da presidente Dilma Rousseff. Muito ainda precisa ser investigado.


Há outra evidência importante que eclode dessa parte da investigação: a parceria que havia entre a Odebrecht e o Instituto Lula. Uma troca de mensagens interceptada pela Polícia Federal e juntada na semana passada ao processo da Lava-Jato ilustra bem a relação entre a entidade beneficente do ex-presidente e a empreiteira que corrompeu metade da diretoria da Petrobras nomeada por ele. Na origem da troca de mensagens está uma lista de perguntas enviadas por VEJA à companhia sobre os pagamentos feitos ao ex-­presidente e a seu instituto. A Lava-Jato tinha acabado de revelar que a Camargo Corrêa, outra empreiteira flagrada no petrolão, havia repassado 4,5 milhões de reais a Lula. Uma parte do valor, 1,5 milhão, foi paga diretamente à LILS, empresa de palestras e eventos aberta pelo petista. E a outra parcela, de 3 milhões, seguiu para contas do Instituto Lula. Curiosamente, um dos depósitos foi anotado na contabilidade da Camargo sob a rubrica "bônus eleitorais". Como já se sabia que a Odebrecht também havia dado dinheiro a Lula, VEJA perguntou à companhia os valores e a justificativa para tais pagamentos.

domingo, 26 de julho de 2015

Vivemos uma crise sem precedentes


Não há crise institucional no país; ela é política e econômica

Por Reinaldo Azevedo - #Prontofalei


Justiça decreta nova prisão de Marcelo Odebrecht e executivos. MPF apresenta denúncia contra os presos nesta sexta-feira


OdebrechtSol nascendo com outro formato geométrico – Nesta sexta-feira, 24, o juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, decretou nova prisão preventiva de Marcelo Odebrecht e outros executivos e ex-funcionários da construtora: Rogério Araújo, Márcio Faria, César Rocha, Alexandrino Alencar. Todos estão presos desde 19 de junho na carceragem da Polícia Federal em Curitiba e foram indiciados pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude em licitações.

Nesta sexta, o Ministério Público Federal também pretende apresentar denúncia contra eles, abrindo caminho para que possam se tornar réus no escândalo do petrolão.

Segundo o juiz, desde a decretação da primeira prisão dos executivos, “surgiram diversos elementos probatórios” que implicam de forma mais sólida os empresários no esquema de corrupção e fraude em contratos da Petrobras. A nova decretação da prisão preventiva dificulta ainda mais que eles consigam liberdade em instâncias judiciais superiores. É que agora, com duas decretações de prisão em vigor, as defesas passam a ter de desconstruir um maior número de teses para conseguir livrar os empresários da cadeia.
“De toda a análise probatória, cabe concluir, em cognição sumária, pela presença de prova de materialidade de crimes de cartel, ajuste de licitações, corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito do esquema criminoso da Petrobrás praticados por dirigentes da Odebrecht, bem como prova de autoria em relação aos investigados Rogério Santos de Araújo, Márcio Fária da Silva, Cesar Ramos Rocha, Alexandrino de Salles Ramos de Alencar e Marcelo Bahia Odebrecht”, afirmou Sérgui Moro ao alegar haver risco à ordem pública, chance de reiteração de crimes, risco de os investigados fugirem do Brasil e potencial comprometimento à investigação e à instrução caso os executivos sejam soltos. De acordo com o magistrado, os executivos da Odebrecht, se não estiverem presos, têm condições de interferir na colheita de provas, pressionando testemunhas ou mesmo recorrendo à interferência política.

O juiz argumenta que, além do depoimento de delatores contra a empreiteira, há provas documentais sobre a existência do cartel de empreiteiras na Petrobras: foram apreendidas tabelas de preferência das obras entre as empreiteiras e mensagens entre o doleiro Alberto Youssef e executivos da Odebrecht, descobertas pelo menos 135 ligações telefônicas entre Rogério Araújo e o operador Bernardo Freiburghaus e encaminhada investigação do Ministério Público da Suíça sobre transações da Odebrecht com contas controladas por então dirigentes da Petrobras.

Por exemplo, na conta da offshore Smith & Nash Engeinnering Company, que tem por beneficiário econômico a Odebrecht, foram encontrados depósitos milionários repassados para a conta Sagar Holdings, controlada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Por meio de outras contas, também houve repasses para os ex-diretores Nestor Cerveró, Jorge Zelada, Renato Duque e para o ex-gerente da petroleira Pedro Barusco.

“Trata-se de prova material e documental do pagamento efetivo de vantagem indevida pela Odebrecht para os dirigentes da Petrobrás, especificamente Paulo Costa, Pedro Barusco, Renato Duque, Nestor Cerveró e Jorge Luiz Zelada”, ressaltou Moro. Em relação a Marcelo Odebrecht, o juiz destaca como relevantes as mensagens cifradas apreendidas no celular no executivo e o e-mail do ex-funcionário da empresa Roberto Prisco Ramos ao presidente da Odebrecht. Nesta mensagem, há referência de sobrepreço de até 25 mil dólares por dia em um contrato de operação de sondas. Para a defesa do executivo, a palavra sobrepreço não quer dizer superfaturamento do contrato.


“Apesar de a defesa ter questionado o caráter criminoso da expressão ‘sobrepreço’, o sentido imediato remete a superfaturamento do preço de operação da sonda e no mínimo indica que Marcelo Bahia Odebrecht estava integrado nas discussões dos negócios na área de Óleo e Gás, nas quais eram cometidos crimes”, revelou Sergio Moro, que disse ainda haver provas de pagamento de propinas por meio de outras empresas do grupo, como a Osel Odebrecht, Osela Angola Odebrecht e CO Constructora Norberto Odebrecht.

Reajuste dos MILITARES e 28%.


O Ministro da Defesa, que viajou para o Haiti, pediu desculpas por essa semana não ter se encontrado com representantes dos MILITARES das Forças Armadas para negociar o pagamento dos 28.86%.

As iniciativas do Ministro em prestigiar lideranças como Genivaldo, Kelma Costa e Ivone Luzardo demonstram que há real necessidade de que representantes dos militares participem das negociações salariais. O deputado cabo Daciolo tem também buscado participar das negociações, na última reunião com os militares algumas pessoas levantaram a ideia de estabelecimento de uma data base. Contudo, como a CF de 1988 impede que deputados apresentem propostas relacionadas a reajustes para as Forças Armadas os políticos têm poder limitado nesse campo., podendo apenas apresentar indicações parlamentares ou dialogar com o Ministro da Defesa.

Nessa sexta-feira Jornais cariocas também divulgaram que há possibilidade de reajuste, haja vista que outras categorias foram beneficiadas com a reposição da inflação. Mas, ninguém se arrisca a citar números ainda.


É certo que se a Presidente for convencida a sancionar o reajuste do Judiciário, de mais de 53%, os militares federais terão um grande álibi para exigir um índice no mesmo patamar. Com a aproximação do final do ano e seguidas informações de restrição orçamentária por parte do governo federal, a angustia da família militar começa a aumentar.

Abaixo o povo brasileiro

Por Olavo de Carvalho

O cúmulo da demência aparece quando o grito de "respeitar as instituições" vem das mesmas bocas que acabam de dizer: "As instituições estão todas aparelhadas". É um lindo raciocínio: As instituições não são confiáveis, portanto confiemos nelas.

Nas discussões públicas, com milhões de assuntos entrecruzados e novos fatos sucedendo-se a cada instante, o número de indivíduos com capacidade e tempo para averiguar pessoalmente a veracidade ou falsidade últimas do que se diz é ínfimo ou nulo. Para a massa dos observadores, a noção de "verdade" está indissoluvelmente fundida com a de "confiabilidade", portanto com a de "autoridade": o argumentum auctoritatis – o mais fraco dos argumentos, segundo Sto. Tomás de Aquino – acaba sendo não apenas o mais usado, mas o único pelo qual a população se deixa guiar.

Portanto, para saber quais idéias serão aceitas pela população, basta averiguar o que dizem as "autoridades". Em geral, as fontes de autoridade são duas e apenas duas:
  1. O Estado.
  2. O beautiful people: As pessoas famosas e a mídia que lhes dá a fama. Inclui-se aí a classe acadêmica.

Uma certa margem para a discussão objetiva só aparece quando essas duas fontes entram em conflito. Quando elas estão de acordo, a opinião divergente, por mais fundamentada que seja, desaparece no oceano da indiferença ou é francamente estigmatizada como sintoma de doença mental.

No Brasil, onde a mídia e a classe acadêmica dependem quase que inteiramente do Estado, este se torna a fonte única da autoridade, sua palavra o fundamento inabalável de todas as crenças. Quando a opinião pública se volta contra o governo existente, é porque este, por inabilidade ou por qualquer outra razão, relaxou o controle sobre a fonte secundária. Isso aconteceu no regime militar, na gestão Collor de Mello e agora neste final melancólico do império comunopetista.

Mesmo na vigência do conflito, no entanto, a mídia, o show business e a classe acadêmica sabem que, a longo prazo, continuam dependentes do Estado. Por isso, quando se opõem a um governo, lutam apenas por mudanças superficiais que preservam intactas as estruturas fundamentais do poder. A classe governante absorve todos os impactos e sempre encontra um modo de revertê-los em seu benefício.

Por isso é que, mesmo não sendo tão grande em termos absolutos – imaginem, somente, uma comparação com a burocracia chinesa ou cubana --, o Estado brasileiro tem um poder avassalador face à sociedade civil inerme, incapaz de organizar-se, a qual, mesmo sabendo-se roubada, ludibriada e humilhada só consegue mobilizar-se quando chamada a isso pelo beautiful people, que invariavelmente tira vantagem da situação e acaba recompondo suas boas relações com o Estado na primeira oportunidade.

Com toda a evidência, o problema do Brasil não é o tamanho do Estado, mas a fraqueza da sociedade civil, isto é, da massa que trabalha e produz. Querem maior prova disso do que o fenômeno escandaloso de um partido governante que, rejeitado e abominado por noventa e dois por cento da população, continua inabalável no seu posto e ainda se permite falar em tom ameaçador e arrogante?

É uma triste ironia que, nessa hora, mesmo os que odeiam esse partido com todas as suas forças tomem a precaução de não combatê-lo senão "pelas vias institucionais e normais", como se as instituições, uma vez consagradas no papel, tivessem o direito de revogar a vontade popular que um dia as criou e legitimou e agora se vê esmagada sob a máquina infernal da cleptoburocracia.

O cúmulo da demência aparece quando o grito de "respeitar as instituições" vem das mesmas bocas que acabam de dizer: "As instituições estão todas aparelhadas". É um lindo raciocínio: As instituições não são confiáveis, portanto confiemos nelas.

Fortalecer e organizar a sociedade, apelar à desobediência civil, incentivar a iniciativa extra-oficial, "ignorar o Estado" como recomendava Herbert Spencer, são idéias ante as quais essas pessoas recuam horrorizadas, preferindo antes suportar o descalabro petista por mais não sei quantas décadas do que admitir que a autoridade legítima não está em Brasília, e sim nas ruas e nas praças de todo o país.

O sistema comunolarápio não ruirá enquanto o beautiful people – no qual nós, jornalistas, nos incluímos -- não aceitar que, acima dele e acima do Estado, existe uma terceira e mais legítima fonte de autoridade: a opinião de todos, a vox populi.

Enquanto isso não acontece, o povo continua sendo sacrificado no altar do oficialismo, onde sacerdotes da infâmia repetem dia e noite o mantra sinistro: "Viva a normalidade institucional! Abaixo o povo brasileiro!"



Havana recebe apoio para aumentar a repressão

Por Revista Catolicismo - nº 774

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“Padecemos o enrijecimento da repressão em Cuba”, afirmou Orlando Gutiérrez Boronat [foto], do Directorio Democrático Cubano, organização de cubanos exilados que denuncia a multiplicação “dramática” da repressão comunista na ilha.


“Há uma relação direta entre a política de normalização das relações do regime castrista com os EUA e o reforço da repressão. Por quê? Porque o regime se sente impune”, explicou Gutiérrez. Em Havana, o dissidente Elizardo Sánchez confirmou a captura de uma centena de simpatizantes das Damas de Blanco, grupo formado em 2003 por esposas de prisioneiros políticos. E acrescentou que o degelo entre o EUA e Cuba sob a égide do Papa Francisco não existe para quem não afina com o regime comunista.

A perseguição anticatólica sente-se apoiada pela escalada da “Teologia da Libertação” no Vaticano, que estimula a aproximação da Santa Sé com países comunistas ou ditaduras socialistas.


sábado, 25 de julho de 2015

A Torpeza da Presidente

Por Aileda de Mattos Oliveira

Essa qualidade negativa está visível nos atos, nas mentiras, na sua presença desagradável. Nada do que faz deveria nos causar espanto. Quem já lutou contra o próprio país, servil às ordens estrangeiras, e destruiu pessoas que nem sabiam do seu papel caricato de Rosa Luxemburgo(1), não seria agora, madura, mas não amadurecida, que iria santificar os seus atos e seu pensar. Ao contrário, tanto ‘pensadora’ quanto pensamentos estão, definitivamente, apodrecidos.

O ponto da doutrina mais posto em prática por todos do bando, engordar os bolsos e empobrecer o Estado, estende-se nas viagens da guerrilheira pelo mundo afora, envergonhando o país, assinando acordos que nem ela está apta a explicar, quando usufrui do erário, em altas somas, mandando, de vez, às favas, as políticas públicas.

Longe dos olhos nacionais e dos pregões de “vai cair”, considerou o seu governo(?) mais forte que a cama elástica onde tentava relaxar os nervos e diminuir o peso da consciência. Mais uma conta para o brasileiro pagar, além das dos hotéis caríssimos de não sei quantas estrelas.

Esse é o exemplar “sapiens” da mulher socialista que chegou lá, pela mentira endógena, pelos votos fraudados e daqueles, embrutecidos pela falta de luzes, que trocaram seu direito de cidadão por cartões assistencialistas, hoje, retidos nas mãos de comerciantes tão inescrupulosos quanto seus ‘benfeitores’.

Se a luta pela moral institucional permanecer com homens que não sucumbam à pressão dos torpes, as coisas se complicarão para a ciclista que treina novas pedaladas no circuito do Planalto. Se há dificuldade em harmonizar duas palavras, como se defender dos ornamentos jurídicos e da complicada matemática em que se transformou o montante subtraído do erário e da ex-grande estatal?

Ora, sendo ela mesma. Prévia e sorrateiramente, como agia em outros tempos, fez da escala técnica do avião oficial, no Porto, local do conluio com amestrado ministro, num alto posto do Supremo, seu torrão de açúcar.

Segundo o ‘pau-mandado’ Cardoso, presente ao conchavo, a reunião foi “casual”, embora a participação indispensável de quem decidirá a culpabilidade ou não da senhora em questão.

Transformar ajuste entre compadres em casualidade é querer clonar os brasileiros com a imagem obtusa da presidente, por isso, vai aqui a resposta de quem teve a sorte de se alfabetizar.

O que mais ofende a população consciente e que já não suporta a vilania dessa mulher é ver a nossa Força Aérea submetida aos desmandos de uma reles ocupante de um cargo, alto demais para a sua pequenez.

Alterar o itinerário para encontro secreto, esse sim, golpista, é um ato indigno e que não houve, sequer, reação dos políticos para chamá-la às falas, o que os iguala em conduta e desserviços ao país.

Políticos voltados para a defesa, unicamente, de sua parte no espólio, não podem pensar em salvar o espoliado.

A torpeza, pelo que se vê, é inerente à política brasileira, tornando o Brasil catedrático emérito em cupidez e vandalismo cívico.

(1)Militante comunista, polaco-alemã, do início do século XX.


Fonte: Alerta Total



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Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa.

ECCLESIA PAUPERUM

Por Maria Lucia Victor Barbosa

Enquanto no País escândalos, prisões, delações, embates de Poderes sacodem a vida nacional e concentram atenções e notícias, a vida no planeta continua girando e produzir alterações no modo de viver e pensar da humanidade. De algum modo essas mudanças nos atingem e, por isso, é bom prestar atenção nelas.

Saindo um pouco do Brasil veremos que fatos mundiais relevantes estão em curso e citemos apenas alguns poucos para não alongar demais o artigo:

1º - Os problemas econômicos da China, à qual nos atrelamos preferencialmente por obra e graça de Lula da Silva. 2º - O acordo nuclear do presidente Obama, apoiado por potências mundiais, com o Irã, algo perigosíssimo que pode futuramente destruir primeiro Israel, depois os Estados Unidos e, finalmente, não sobrara nada. 3º - A visita do Papa Francisco a países latino-americanos. Em todos esses fatos prepondera o fator político.

Como tenho formação católica vou me deter no Papa e seus discursos. E que tenho me perguntado: por que foi eleito pela primeira vez um Papa jesuíta e latino-americano? Comecei agora a decifrar o enigma que merecia um texto de pelo menos cinquenta páginas, mas que vou resumir ao máximo. Essa breve análise nada tem a ver com fé, mas sim com o poder temporal da Igreja Católica.

O fundador da Companhia de Jesus foi o temperamental fidalgo espanhol basco Inácio de Loyola. A Companhia foi moldada pelo padrão militar. A disciplina era férrea. Toda individualidade era suprimida e de cada um e de todos exigia-se uma obediência de soldado ao general.

As atividades dos jesuítas foram como ainda são variadíssimas. Eles trabalharam sem trégua na Inquisição, espalharam-se pelos quatro cantos do planeta, estiveram em todos os centros de decisões, fizeram da educação sua atividade mais importante, funcionaram desde o início como uma multinacional da fé. Georges Bernanos disse que "o velho sonho dos jesuítas era o de organizar a cristandade segundo o método da ditadura totalitária e da razão de Estado". Será que eles mudaram?

Ainda no âmbito da história recordemos que foi no Novo Mundo americano que a Igreja alcançou seu maior sucesso numa época em que o Velho Mundo europeu enfrentava a Reforma. Portanto, há tempos a Igreja considera a América Latina como sua filha preferida. Nesse sentido tem toda razão Carlos Rangel quando apontou em sua obra, Do Bom Selvagem ao Bom Revolucionário, que "A Igreja Católica é mais responsável do que qualquer outro fator pelo que é e o que não é a América Latina".

Quanto às nossas origens coloniais pode-se dizer usando uma expressão de Ortega y Gasset, que tivemos uma "embriogenia defeituosa", por sua vez geradora de sociedades desiguais. Nestas, até hoje não foi, conforme Rangel, o marxismo, mas sim a teoria leninista do imperialismo e da dependência que falsamente propôs uma resposta consoladora e esquerdizante ao complexo de inferioridade crônico que a América Latina sofre em relação aos Estados Unidos. Paradoxalmente, continua grande a imigração de latino-americanos para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor.

No momento, segundo o Instituto Pew Researh, com sede nos Estados Unidos e citado pelo The Economist, "o Paraguai (onde 89% da população é católica), o Equador (79%) e a Bolívia (77%) continuam sendo os bastiões da fé, juntamente com Colômbia e México".

Note-se que a recente visita do Papa se deu justamente no Paraguai, no Equador e na Bolívia, sendo que neste último o Papa recebeu de Evo Morales uma cruz formada pela foice e o martelo, símbolo do comunismo, com um cristo pregado. Esdrúxula adaptação do materialismo de Marx com a espiritualidade de Cristo.

Nesta viagem, onde ficou claramente definida a política do papado, o Papa fez sua mais veemente condenação ao capitalismo. Em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia, o Pontífice foi saudado por João Pedro Stédile, mentor dos sem-terra que tem visitado o Vaticano juntamente com líderes dos chamados movimentos sociais e da Teologia da Libertação. Disse Stédile diante de centenas de militantes de movimentos sociais: "Assim como o capitalismo tem Obama, nós temos o Papa Francisco".

Mas será que essa ecclesia pauperum ou igreja dos pobres que o Papa Francisco prega, mesmo que seja em nome de um pós-marxismo, não manterá os pobres da América Latina, sempre pobres? Afinal, o socialismo, aonde quer que fosse implantado levou ao cerceamento da liberdade, à violência contra a população, à escravização completa do indivíduo, ao nivelamento por baixo na miséria enquanto a classe dirigente gozava das delícias da riqueza. Enfim, o paraíso prometido na terra tornou-se o inferno. Talvez, uma pregação mais espiritual e menos política enseje um proselitismo mais exitoso da Igreja na América Latina.




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Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

COMUNISMO RELIGIOSO: Papa Francisco pede a Consolidação da Pátria Grande



Fonte: YouTube

ALARMISMO RELIGIOSO: Papa Francisco pede empenho para a redução do aquecimento global



Fernando Haddad participou de encontro com prefeitos no Vaticano. Francisco pediu que prefeitos fizessem um pacto em favor da redução do aquecimento global.

Análise científica da Encíclica "Laudato Si" do Papa Francisco

Cientista critica do ponto de vista científico a Encíclica do Papa Francisco

Por Luiz Carlos Molion


O Prof. Luiz Carlos Molion cientista climatologista, faz análise científica da encíclica "Laudato Si" do Papa Francisco.

A encíclica "Laudato Si" no torvelinho mundial


O Escritor e pesquisador Luis Dufaur demonstra, baseado em documentos como a encíclica causou muita perplexidade no mundo econômico, político e estudiosos.

O cinismo da pedofilia


Philip Kirk, de 22 anos, enviou sua solicitação 
à Ministra do Interior do Reino Unido.
Pedófilo é preso após escrever carta pedindo legalização do sexo com crianças.

Um britânico de 22 anos voltou a ser preso, poucos dias depois de sair da cadeia, após escrever uma carta à ministra do interior do Reino Unido, Theresa May, pedindo a legalização do sexo com crianças. A polícia também verificou que Philip Kirk havia baixado mais de mil fotos obscenas de crianças e pesquisado na internet sobre casos de assassinatos de crianças e sobre grupos de escoteiros só para meninas em York, sua cidade natal. O rapaz teve a pena estendida para mais oito anos.

No julgamento, o juiz Stephen Ashurst, responsável pela sentença, classificou o caso de Kirk como “extremamente preocupante”. Ele disse que o jovem representa uma ameaça. O magistrado também mencionou a carta escrita pelo jovem e afirmou que seu teor era perigoso. No texto, Kirk confessava ser pedófilo desde os 13 anos, mas “abertamente pedófilo” nos últimos três anos. O juiz determinou uma pena de quatro anos de prisão e outros quatro em liberdade condicional, tempo em que poderá ser preso novamente se reincidir no crime.

Kirk já havia sido preso em 2012 por razões semelhantes. Na época, ele foi condenado a três anos de prisão depois de invadir uma escola primária para roubar kits de educação física das crianças que contêm, entre outras coisas, camisetas e shorts. No julgamento, o jovem assumiu também a posse de imagens obscenas de crianças.

Além da pena, o rapaz foi incluído em um cadastro de agressores sexuais até o fim da vida, proibido de trabalhar com crianças e obrigado a permanecer a uma distância de 100 metros de qualquer escola ou local com jovens. Além disso, o contato de Kirk com menores de até 16 anos deve ser sempre supervisionado.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Impeachment - FORA FHC

Por Reinaldo Azevedo


Capitalismo de laços, intervencionismo e empreendedorismo: o Estado ajuda em não atrapalhar

Por Luan Sperandio Teixeira

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Ubiratan Iorio e Donald Stewart
Luíza, estudante de ensino médio, percebeu um mercado em sua escola e, com iniciativa e empreendedorismo, iniciou um pequeno negócio: vendia bombons a seus colegas no intervalo.

Havia ainda na escola uma cantina, que vendia outros itens, inclusive chocolates. Parte dos estudantes ainda comprava ali, mas os bombons de Luíza passaram a incomodar.

A dona da lanchonete levou a reclamação à direção da escola, que, por sua vez, proibiu o empreendimento da aluna. Com menos concorrência, os estudantes da escola de Luíza foram prejudicados e agora também têm de pagar mais caro na cantina se quiserem consumir o mesmo produto. Percebam que isso é a ocorrência micro de um fenômeno macro na política nacional; a diferença é que no estabelecimento de ensino foram algumas centenas de alunos, no Brasil são milhões de pessoas.

Isso porque as empresas brasileiras, perante um mercado externo mais competitivo, agem de forma similar à da dona da cantina: em vez de investirem em inovação, buscarem maior produtividade e, por conseguinte, se tornarem mais competitivas no mercado, muitas vezes preferem investir em lobby em Brasília para mitigar a concorrência, aumentar os tributos das importações, gerando mais protecionismo com o jurássico argumento de “defesa da indústria nacional”.

Entretanto, a competição é benéfica para o consumidor porque ele é o soberano “através de um plebiscito diário e contínuo no qual cada centavo dá direito a um voto, os consumidores determinam quem deve possuir e fazer funcionar as fábricas, lojas e fazendas”.[1]

Dessa forma, vale dizer que o intervencionismo mitiga a concorrência e a atividade empreendedora. Como asseverou Ubiratan Iorio:

Intervencionismo e empreendedorismo são estados contraditórios. Não admitem meios termos, da mesma forma que não há meio termo entre chover e não chover: ou está chovendo ou então não está; ou há empreendedorismo ou intervencionismo. […] O empreendedorismo brota do espírito criativo dos indivíduos, que os leva a assumir riscos para criar mais riqueza. Para que possa florescer, depende de quatro atributos: governo limitado, respeito aos direitos de propriedade, leis boas e estáveis e economia de mercado. Quanto mais uma sociedade afastar-se desses pressupostos, mais sufocada ficará a atividade de empreender e mais prejudicada a economia, pois não se conhece exemplo de desenvolvimento econômico sem a presença de empreendedores.[2]

Vale ressaltar que “muitos empresários agem de forma anticapitalista”[3] ao propor barreiras alfandegárias. Isso é reflexo do capitalismo de laços[4], um sistema que se realiza mediante a criação de alianças e emaranhados comerciais estabelecidos entre grupos privados com o governo.

Isso ocorreu, para exemplificar, em 2011 com o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 30 pontos percentuais para veículos de fora do Mercosul. A medida foi para beneficiar principalmente quatro montadoras de veículos[5], em detrimento de todos os consumidores, que passarão a ter de pagar mais para consumir o mesmo bem.

Endossando esse pensamento, Donald Stewart Jr. Salientou que:

(…) o intervencionismo invariavelmente protege alguns produtores em detrimento do consumidor, enquanto que a liberdade de entrada no mercado favorece o consumidor, obrigando o produtor a “descobrir” a maneira de satisfazê-lo. Quando o caminho do sucesso deixa de ser o de produzir algo melhor e mais barato e passa a ser o de obter os favores do “rei”, ou de ser “amigo do rei”, a sociedade se degenera moralmente e empobrece economicamente.[6]

Por conseguinte, o intervencionismo o protecionismo são alguns dos motivos de pagarmos tão mais caro nos produtos no Brasil. Cabe salientar que o estado pode ajudar muito não atrapalhando, tendo um governo comprometido com o empreendedorismo, eliminando a burocracia e regulamentações, simplificando a legislação, estimulando a competição e investimentos, bem como reduzindo impostos – inclusive de importações. Os consumidores, com toda certeza, agradecem.




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Luan Sperandio Teixeira é Acadêmico do curso de Direito Universidade Federal do Espírito Santo. Líder estudantil e colaborador da rede Estudantes Pela Liberdade do Espírito Santo. Atuou em órgãos públicos e na empresa júnior da UFES.

Referências
[1] MISES, Ludwig Von, A mentalidade anticapitalista, p. 14.
[2] IORIO, Ubiratan, Dez lições Fundamentais de Economia Austríaca.
[3] Bruno Garschegan, em palestra sobre Capitalismo e Pobreza. Disponível em www.youtube.com/watch?v=1rC1sd2Oabc
[4] Para entender melhor o fenômeno, ler Sérgio Lazzarini, Capitalismo de Laços – Os Donos do Brasil e Suas Conexões, 2011.
[5] Disponível em: 
http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2011/09/15/governo-aumenta-ipi-dos-carros-importados-e-atinge-marcas-chinesas.htm
[6] STEWART Jr., Donald, O que é liberalismo, p. 50.



Desemprego não para de crescer no Brasil

Por Denise Campos de Toledo


Jornal britânico afirma que situação no Brasil é como ‘filme de terror sem fim’, provocada por ‘incompetência, arrogância e corrupção’


Terror
Filme de terror sem fim – Um editorial publicado nesta quinta-feira, 23, pelo jornal britânico Financial Times sobre a situação do Brasil, começa assim: “Incompetência, arrogância e corrupção destruíram o feitiço brasileiro”. O texto revela as graves crises econômica e política que se abatem sobre o Brasil, e ainda lista os fatores que empurraram o país para a atual situação, descrita pelo jornal como “um filme de terror sem fim”.

Segundo o jornal, dois fatores em especial alavancam a crise. Um deles foram as medidas adotadas pela presidente Dilma Rousseff para tirar o país do atoleiro econômico em que os governos petistas lançaram o país. O outro, mais importante, foi o escândalo de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal.

Ao citar o aperto fiscal, o jornal ressalta como as medidas, associadas a desemprego e inflação em alta, derrubaram a popularidade da presidente.

Sobre o petrolão, o FT afirma que, embora ninguém “realmente acredite que Dilma seja corrupta”, isso não significa que a o presidente esteja a salvo. “Até agora, políticos em Brasília têm preferido que Dilma fique no poder, e assuma o ônus dos problemas do país. Mas esse cálculo pode mudar quando eles tiverem de salvar suas próprias peles”, afirma o jornal. “Um importante alerta foi dado na semana passada, quando o líder da Câmara rompeu com o governo após ser implicado no escândalo”, assinala o texto, em referência a Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O jornal também cita o julgamento das chamadas “pedaladas fiscais” e a suspeita sobre as doações à campanha da petista em 2014 como questões que poderiam derrubá-la do poder. E trata da investigação aberta contra o ex-presidente Lula. “Não é de se estranhar que a situação no Brasil hoje se assemelhe a um filme de terror sem fim. Ainda assim, há boas notícias surgindo”.

O Financial Times ainda ressalta o entusiasmo com as investigações sobre a Petrobras como mostra da força das instituições democráticas no país. O texto afirma que, em um país onde poderosos se julgam acima da lei, Marcelo Odebrecht, dono da maior empreiteira brasileira, foi preso e executivos da Camargo Correa, condenados a mais de 10 anos de prisão. Ao tratar das investigações abertas contra a Odebrecht em outros países, afirma: “Se isso levar políticos e líderes empresariais a pensar duas vezes antes de pagar suborno, terá sido um enorme avanço na luta da América Latina contra a corrupção”.


Embora elenque os sinais auspiciosos da Lava Jato, o jornal alerta para o fato de que Dilma enfrentará três anos solitários à frente do Palácio do Planalto. “Os brasileiros são pragmáticos. Então, o pior cenário, de um processo de impeachment caótico, deve ser evitado. Ainda assim, o mercado começa a precificar esse risco. Tempos ainda piores podem estar chegando para o Brasil”.