domingo, 28 de junho de 2015

Ideologia de gênero: é ingenuidade desprezar seu poder de estrago


Helio Schwartsman falou em sua coluna de hoje sobre a ideologia de gênero, e julgou um tanto paranoica a reação dos conservadores. Schwartsman tem muita fé na ciência, e sua postura me parece um tanto ingênua ao desprezar o imenso poder de estrago dessa agenda nas crianças, confiando demais da conta na biologia. Além disso, ainda faz uma concessão indevida aos que querem impor essa pauta nas escolas públicas, como se apenas uma minúscula minoria tivesse intenções estranhas. Diz ele:

Ao contrário de alguns padres e pastores, não vejo mal nenhum no fato de escolas públicas tentarem ensinar à criançada que é moralmente errado discriminar gays, lésbicas, travestis etc. Não estou tão certo quanto à eficácia dessa empreitada, mas me parece melhor tentar do que não tentar.
Os que se opõem à proposta costumam afirmar que ela tira a autonomia dos pais para educar seus filhos da forma que preferirem e falam numa ideologia de gênero que destruiria a identidade sexual das crianças e, de quebra, arruinaria a família. A primeira acusação me parece infundada, e a segunda, inócua.
[...]
Quanto à ideologia de gênero, não nego que ela exista. Certas alas do movimentos feminista e gay sustentam que as diferenças comportamentais entre meninos e meninas não passam de construções culturais que a sociedade machista lhes impõe. Não sei se é esse o espírito que anima os vários planos de educação, mas a ideia é tão despropositada que não tem muita chance de funcionar.
Há hoje um oceano de evidências científicas a sugerir que as diferenças comportamentais entre os sexos não são artificiais. Das preferências de meninos e meninas por certos brinquedos e até por cores, tudo parece ter um dedo da biologia, mais especificamente de uma combinação dos genes com a exposição a hormônios durante a gravidez. Não é que não haja espaço para a cultura operar, mas ela não consegue transpor alguns dos limites que a biologia coloca.
A maioria da humanidade está fadada a ser predominantemente heterossexual. Os defensores da família podem, portanto, ficar sossegados. 

Ora, será mesmo assim? Tenho certeza de que Helio Schwartsman entende que, por conta de nossa “natureza humana”, ou seja, de nossa biologia, estamos fadados ao egoísmo também, que colocaremos nossos próprios interesses e o de nossos familiares acima dos de distantes estranhos. Ou seja, o “novo homem” abnegado e altruísta que os comunistas desejavam (e ainda desejam) criar jamais poderia vingar. Não é de nossa natureza, pois não somos, felizmente, insetos gregários.

No entanto, quem diria que a tentativa de fazer do homem algo que ele jamais poderá ser foi inócua, ineficaz, e que podemos, portanto, ficar sossegados? Somente alguém muito cego para os fatos históricos. Dezenas de milhões de cadáveres foram o resultado direto dessa experiência ideológica, sem falar da miséria e da escravidão que reinaram em todas as sociedades socialistas.

Não se brinca impunemente com a natureza humana, eis a lição. Schwartsman deposita uma confiança quase infantil nos fatores biológicos, como se apenas o fato de que temos clara tendência a persistir na configuração tradicional fosse suficiente para evitar tragédias nos experimentos que tentam nos desviar de tal curso “natural”. Não é bem assim. As ideias têm consequências. Muitas vezes catastróficas.

A ingenuidade do colunista é também impressionante no que tange às intenções desses movimentos, como se fosse realmente algo para combater o preconceito, e não para impor uma nova forma de preconceito: aquele contra tudo que era visto como “normal”, como tradicional, que tem no núcleo familiar seu principal alvo. Schwartsman parece viver em outro planeta, não no mesmo que eu, onde essas “minorias” vêm tentando, com discurso de ódio, destruir a verdadeira tolerância em nome da tolerância.

A “marcha dos oprimidos” e a “revolução das vítimas” são fenômenos bastante evidentes em nosso mundo moderno, e muito me espanta a incapacidade do colunista de enxergar isso. Ao comprar o argumento de que querem apenas apresentar pontos de vista diferentes e combater o preconceito, o autor cai na falácia desses grupos e cede ao seu monopólio das virtudes, como se o conservador realmente odiasse o gay, a lésbica ou o transexual. E pior: como se essa invasão nas escolas fosse somente para mostrar aos jovens que há o diferente!

Nada mais falso. O que estamos vendo é uma estratégia bem definida de ataque aos valores básicos ocidentais, não uma batalha entre “defensores das minorias” e “conservadores reacionários preconceituosos”. O pai que comprar um carrinho para o filho e uma boneca para a filha, ou que pintar de azul o quarto do filho e de rosa o da filha, será logo acusado de “preconceituoso machista”, que segue de forma alienada a construção social dos “opressores”.

É lamentável ver alguém inteligente como Helio Schwartsman entrar nesse jogo dos grupos radicais de esquerda e fazer o papel de “inocente útil”, ainda por cima relaxando porque a biologia fará o papel de obstáculo aos anseios dos extremistas. Abre o olho, meu caro!

Renuncia que dói menos, Dilma sapiens!


Advogado de Lula na CPI da Petrobras é culpa do Eduardo Paes. Sem votos, Wadih Damous ataca Sérgio Moro


Eduardo Paes LulaPara atender a um pedido de Lula, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, trocou meses atrás o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico Solidário.

Saiu Vinícius Assumpção e entrou o deputado federal petista Fabiano Horta.

O objetivo da manobra era permitir que o comparsa lulista Wadih Damous, ex-presidente da OAB do Rio de Janeiro e famigerado defensor dos mensaleiros, assumisse uma cadeira na Câmara dos Deputados para atacar Sérgio Moro e a Operação Lava Jato.

Wadih não fora eleito, mas era o primeiro suplente do PT.

Agora, a mando de Lula, o PT deu continuidade à manobra: tirou Afonso Florence da CPI da Petrobras e colocou Wadih, como informou a coluna Radar.

Motivo: Lula não quer que se repita na CPI o que houve há duas semanas: a convocação de seu sócio e braço-direito, Paulo Okamotto.

Radar informa ainda que Wadih fará hoje o primeiro gesto da empreitada que lhe foi encomendada por Lula.

O deputado sem votos reunirá no Rio um grupo de juristas para discutirem um documento em que serão criticados os excessos da Lava Jato.

A organização criminosa que assaltou o Brasil agradece a colaboração de Eduardo Paes.

PETIÇÃO de Marcelo Odebrecht

Por Reinaldo Azevedo


sábado, 27 de junho de 2015

FERNANDO PIMENTEL no olho do Furacão


Como desmascarar a petista Erika Kokay, com Malafaia e Bolsonaro


No mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório, a roubalheira do Petrolão enlameia o gabinete presidencial


Neste sábado, os leitores de VEJA saberão que a lama do Petrolão chegou ao 3° andar do Palácio do Planalto e invadiu o gabinete presidencial. A sequência de informações assombrosas contidas na reportagem de capa começa com a lista dos favorecidos com dinheiro sujo desviado da Petrobras pelo empreiteiro Ricardo Pessoa. O desfile das celebridades beneficiadas é aberto por Lula e Dilma Rousseff. As revelações que se seguem, somadas, deixam com cara de garoa a tempestade desencadeada pela prisão do manda-chuva da Odebrecht.

Preso em Curitiba desde novembro, quando acumulava a presidência da construtora UTC e a coordenação do clube de empreiteiras formado para saquear a estatal, Ricardo Pessoa animou-se a contar o que sabe graças ao acordo de delação premiada feito com a Justiça Federal e homologado pelo Supremo Tribunal Federal por decisão do ministro Teori Zavascki. É improvável que outro participante do escândalo saiba tanto quanto Ricardo Pessoa, sugerem as 12 páginas da reportagem dividida em 9 blocos que resumem a essência do material obtido por VEJA.

PIMENTEL - JANOT não se comportou como MAMÃE GANSA

Por Reinaldo Azevedo


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Lula vai preso ou não vai? Habeas Corpus factóide negado!

 
Não há dúvidas nos meios políticos de que Luiz Inácio Lula da Silva, sem foro privilegiado e sem diploma universitário, corre alto risco de ser incomodado, formalmente, em algum processo da operação Lava Jato. A grande dúvida é se Lula será: 1) preso? 2) conduzido coercitivamente? 3) Ou apenas convocado a prestar depoimento na Justiça Federal ou na Polícia Federal? 4) ou será ouvido no conforto de um de seus luxuosos lares?

Nos bastidores da Força Tarefa da Lava Jato e da 13a Vara Federal, em Curitiba, o que se discute é como fazer a lei valer para Lula, um ex-Presidente da República, sem provocar ou agravar ainda mais o caos institucional já em curso. Por isso, soou como uma estranha surpresa o pedido de Habeas Corpus em favor de Lula protocolado ontem à tarde pelo consultor Maurício Ramos Thomaz e que virou sucesso nas redes sociais, a ponto de virar notícia em todos os principais jornais do mundo. O pedido de HC tem o número 50236614620154040000.

A assessoria do Instituto Lula já correu para avisar que a iniciativa não foi autorizada pelo ex-Presidente. O IL também faz questão de frisar que Lula nem seu instituto são alvos de qualquer operação da Lava Jato. Pelo menos até agora, nada oficial corre contra Lula. Por isso, pode ser muito mais que um factóide a manobra para evitar uma prisão preventiva do mito petista em decadência (com ele mesmo admitindo que está no "volume morto", junto com o PT e a Dilma).

O desembargador João Pedro Gebran Neto, relator dos autor da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, negou o pedido, argumentando que "não existe qualquer fundamento legal para a pretensão". O HC resguardaria Lula da humilhação de ser preso preventivamente ou conduzido coercitivamente pela Polícia Federal para as lotadas e geladas cadeias de Curitiba. Independentemente de qualquer decisão, Lula ficou com seu nome ainda mais exposto de forma negativa. Tal dano à imagem dele não tem preço.

O desembargador João Gebran Neto foi além: "Cuida-se apenas de aventura jurídica que em nada contribui para o presente momento, talvez prejudicando e expondo o próprio ex-presidente, vez que o remédio constitucional (habeas corpus preventivo) foi proposto à sua revelia”. O magistrado ressaltou que o autor usou em sua petição notícias de jornais, revistas e portais de informação, que “não servem como fundamento”. Gebran Neto também antecipou que a petição será enviada ao Ministério Público Federal “para adoção de providências cabíveis”, tendo em vista que o autor usou linguagem “imprópria, vulgar e chula, inclusive ofendendo a honra de várias pessoas nominadas na inicial”.

A própria nota oficial do Instituto Lula, antes da decisão judicial, deixava uma dúvida no ar sobre a legitimidade do pedido: "Pela legislação brasileira, qualquer pessoa pode entrar com um pedido de habeas corpus. Esse pedido não foi feito nem pelo ex-presidente Lula nem por nenhum representante dele. Soubemos do habeas corpus pela imprensa. Isso pode ter sido feito por uma pessoa de boa fé ou por um provocador para gerar um factoide".

Novidade - No meio da tarde, o Globo informou que o ex-Presidente Lula quer que a Justiça Federal desconsidere o pedido de habeas corpus feito pelo consultor de Campinas Maurício Ramos Thomaz. Nova nota divulgada pelo Instituto Lula noticiou que o “ex-presidente já instruiu seus advogados para que ingressem nos autos e requeiram expressamente o não conhecimento do habeas corpus”.

Maurício já tomara atitudes semelhantes em outros casos jurídicos de repercussão. Nos últimos anos, Maurício pediu habeas corpus para a ex-funcionária de Marcos Valério, Simone Vasconcelos, e a ex-presidente do Banco Rural, Kátia Rabello, que foram rés no processo do escândalo do Mensalão. Também encaminhou ao Senado pedido de impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que julgaram o Mensalão.

Maurício, que não é advogado, revelou que entrou com o pedido porque não considera Lula culpado de nada e verificou, depois de alertado por e-mail por um amigo, que o ex-Presidente corria mesmo risco de ser preso pela Lava Jato. Maurício também criticou o juiz Sérgio Moro, classificando-o de "perigoso".

Nos meios políticos, só se fala que a recente operação Erga Omnes é a véspera do tão esperado Juízo Final. Quando a Justiça começa a mexer com gente do quilate de Marcelo Odebrecht, com grandes chances de envolver outro gigante como André Esteves, todos intimamente ligados a negócios com Luiz Inácio Lula da Silva, tudo assume um tom apocalíptico. Lula que se cuide, porque tem gente querendo cuidar dele no Judiciário.

O mar não está para Lula em Bruzundanga. E o Dia de São Pedro está se aproximando... É segunda-feira que vem... O fato concreto e objetivo é que $talinácio está PT da vida...

ODEBRECHT: Moro transforma prisão provisória em preventiva

Por Reinaldo Azevedo


Lava-Jato: Habeas Corpus preventivo pede ao Juiz Sérgio Moro que não prenda Lula, o lobista


lula_371
Tiro ao alvo – Nesta quarta-feira, 24, a Justiça Federal do Paraná recebeu um pedido de habeas corpus preventivo para que o ex-presidente Luiz Inácio da Silva não seja preso na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, caso o juiz federal Sergio Moro tome decisão nesse sentido. O pedido refere-se a um possível pedido de prisão preventiva e foi confirmado pela assessoria de imprensa do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

O Instituto Lula negou que o ex-presidente tenha entrado com o pedido. De acordo com o instituto, qualquer cidadão poderia fazer esse pedido. Inclusive, a assessoria de Lula encara a atitude como de “alguém preocupado com o ex-presidente” ou “como uma provocação”.

“O Instituto Lula estranha que sua divulgação parta do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO)”, ressaltou o instituto. Caiado, um dos principais oposicionistas do governo petista no Senado, divulgou em seu Twitter, nesta quinta-feira, que Lula teria entrado com o pedido por receio de ser preso. “O ex-presidente não é investigado na Operação Lava-Jato”, finaliza o instituto.

Entre os assuntos relacionados na solicitação constam “lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores oriundos de corrupção” e “prisão preventiva”.

É importante ressaltar que Lula tem dito a aliados que a prisão dos presidentes da Odebrecht e da Andrade Guiterrez demonstra que ele será o próximo alvo da operação que investiga um enorme esquema de corrupção na Petrobras. Nas conversas, ele se mostra preocupado pelo fato de não ter foro privilegiado, podendo ser chamado a depor a qualquer momento. Lula ainda expressa insatisfação que o caso ainda esteja sob a condução do juiz Sérgio Moro.

Apesar do fato de que outros partidos possam ser afetados pelos desdobramentos da investigação, a tensão é maior entre petistas. Desde o fim do ano passado, a informação, que circulava no meio empresarial e político, era de que, caso fosse preso, Marcelo Odebrecht não “cairia sozinho”.

A Construtora Odebrecht sempre negou ameaças. Contudo, entre executivos e políticos, as supostas ameaças eram vistas como um recado ao PT, dada a proximidade entre a Odebrecht e Lula. A empresa chegou a patrocinar viagens do ex-presidente ao exterior, que tentava iniciar negócios na África e América Latina.

Um dos presos é Alexandrino Alencar, diretor da Odebrecht que acompanhava Lula nessas viagens patrocinadas pela empreiteira. Integrantes dizem que “querem pegar Lula”. Lula também se encontrou com executivos da Odebrecht no exterior.

Em viagem à Guiné Equatorial, em 2011, como representante do governo Dilma e chefe da delegação brasileira na Assembleia da União Africana, o ex-presidente colocou Alencar entre os integrantes de sua delegação oficial. A inclusão de Alencar no grupo causou estranheza no Itamaraty, que pediu informações sobre o caso à assessoria de Lula – o nome não constava da lista oficial enviada inicialmente ao ministério.

A Odebrecht entrou na Guiné Equatorial após a visita de Lula.

Lula e Alencar são conhecidos de longa data: no livro “Mais Louco do Bando”, Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, relata uma viagem em 2009 que Alexandrino fez a Brasília com Emílio Odebrecht, presidente do conselho de administração da empresa. Na época, Lula pediu ajuda à Odebrecht para o Corinthians construir seu estádio.

Esta não foi a única viagem internacional de Lula com participação do ex-executivo da Odebrecht (ele pediu demissão nesta semana). Em maio de 2011, o ex-presidente foi ao Panamá a convite da empresa. No roteiro, estavam previstos visitas a obras da empresa com ministros, o presidente Ricardo Martinelli e a primeira-dama.

Na ocasião, o ex-diretor ofereceu jantar em sua casa para Lula, Martinelli e os ministros da Economia, Obras Públicas e Assuntos do Canal.

Como revelou a Folha em 2013, o ex-presidente prometeu, após o jantar, levar três pedidos a Dilma, com quem teria encontro na mesma semana: maior presença da Petrobras no Panamá, um encontro entre os ministros dos dois países e a criação de um centro de manutenção da Embraer.

A Odebrecht obteve no Panamá contratos de US$ 3 bilhões. Cinco meses depois do jantar, engenheiros da construtora foram fotografados com um estudo de impacto ambiental sobre uma obra que só seria anexado à licitação três meses mais tarde.

Em depoimento à Polícia Federal na Operação Lava Jato, o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco disse ter recebido cerca de US$ 1 milhão de propina da Odebrecht por meio de contas no Panamá. Segundo ele, o executivo Rogério Araújo foi quem operou o pagamento.

Em junho e julho de 2011, Lula também viajou ao exterior com apoio da empresa. O ex-presidente viajou em jato da Odebrecht para Caracas, na Venezuela. Lá, encontrou-se com “grupo restrito de autoridades e representantes do setor privado”.

O ex-presidente também esteve em Angola para um evento patrocinado pela Odebrecht. Essas viagens constam de telegramas do Itamaraty, revelados pela Folha em 2013. (Danielle Cabral Távora)

Planalto acena para Lula na tentativa de restabelecer ponte

Por Joice Hasselmann


Impagável! Urna eletrônica contradiz ao vivo comparsa de Maduro e aumenta suspeita de fraude na Venezuela


como-votar-psuv-28j-maduro-rodriguez-2Onde está Dias Toffoli numa hora dessa?

Foi só o “ex”-advogado do PT e presidente do TSE maldizer a aprovação do voto impresso no Brasil que as urnas eletrônicas da Smartmatic mostraram seu perigo na Venezuela, onde, segundo Lula, tem “democracia até demais”.

Em evento com o ditador Nicolás Maduro, aliado do PT, o prefeito socialista de Libertador, Jorge Rodríguez, do PSUV, foi mostrar à população como usá-las nas eleições primárias do partido em 28 de junho de 2015 e ignorou ter sido desmentido pelas próprias urnas.

Rodriguez, em sua explicação inicial, enfatizara que “o mesário não pode desbloquear a máquina porque o que desbloqueia a máquina é a impressão digital do eleitor”, ao que Maduro aproveitou para fazer propaganda do suposto “mais transparente” e “melhor sistema eleitoral no mundo”.

No entanto, após digitarem o número de identificação de um eleitor que não estava presente (Barnabas Audillo), uma ministra no papel de mesária (Maria Cristina Igreja) colocou a sua impressão digital e a máquina foi ativada.

O certo, claro, seria que a máquina não fosse ativada por detectar que a impressão digital não coincidia com os dados do eleitor.

Rodriguez ainda entrou com o número de identificação de outra eleitora, Justina del Carmen Hernandez, mas pediu que Diosdado Cabello colocasse a sua impressão digital, que novamente ativou a urna eletrônica sem quaisquer problemas.

As redes sociais explodiram em críticas e ironias ao vídeo, que põe mais uma vez em cheque a transparência da votação, comandada pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Eleitores venezuelanos contrários à ditadura amiga do PT querem votos em cédulas, em lugar das urnas da Smartmatic, a mesma empresa responsável pelas máquinas usadas no Brasil.

Mas Dias Toffoli não recomenda a “intervenção humana” (da oposição).

Captura de Tela 2015-06-25 às 16.37.58
Venezuelanos protestam contra a armadilha
A propósito:
Captura de Tela 2015-06-25 às 16.48.03



Gritar em defesa ao Rio Tietê é gritar pela qualidade de vida

Por Marco Antonio Villa


quinta-feira, 25 de junho de 2015

Estratégia da Odebrecht na Lava-Jato de negar tudo continua de pé



O diretor de redação do site de VEJA Carlos Graieb e o editor Silvio Navarro comentam sobre os últimos passos da Operação Lava-Jato em Curitiba. Acompanhe também no 'Aqui Entre Nós' o vai e vem do ministro da Fazenda Joaquim Levy sobre a meta fiscal de 2015 e o envio de uma nova comissão de senadores para a Venezuela - desta vez com parlamentares chapa branca.

Nunca fui LULISTA !!!

Por Reinaldo Azevedo


quarta-feira, 24 de junho de 2015

Presidir uma nação não é função para incompetentes

Por Joice Hasselmann



Um dos líderes religiosos mais influentes, polêmicos e ácidos do Brasil, o Pastor Silas Malafaia critica ferozmente o PT e o ex-presidente Lula. Em uma conversa pontuada por indignação, ele destaca os erros desse governo e do anterior e fala sobre petrolão, arrependimentos políticos, Bolsa Família e religião.

Lula está querendo ver a sucessora nas ruas ou na rua?

Por Reinaldo Rocha

Luiz Ignácio falou! Uma repetição enfadonha sobre a mídia que ele quer ver controlada e duas novidades. Uma delas: quer que Dilma saía às ruas. O que a afilhada deve dizer? Segundo o padrinho, é hora do beijo e do olho no olho. Esta é a receita. Seria cômico ver Dilma nas ruas olhando fixamente os olhos de quem reclamasse do estelionato eleitoral. Pior: dando um beijo no cidadão indignado.

Esta é a receita de Lula. Nada sobre a farsa ou o desastre anunciado que somos obrigados a vivenciar. Um olhar profundo e um beijo. É para isto que Lula quer ver Dilma nas ruas onde não pode pisar, pois sempre é acompanhada de um panelaço. Estaria Lula tentando jogar Dilma aos leões? É da natureza dele. José Dirceu que o diga.

O segunda novidade é um mea culpa parcial. Usa um majestático “nós” para definir o que é o PT. Ele sempre recorre a esse “nós” faz questão de se excluir.

Quer dizer então que o PT está só interessado em cargos e empregos? Foram os milicianos que hoje defendem suas sinecuras que inventaram este aparelhamento cruel, que colocou a meritocracia abaixo da contribuição partidária? Ou o  lulopetismo criou esse monstro que hoje Luiz Ignácio diz que precisa ser combatido?

Alguém enxerga um traço tênue de sinceridade nisto? Está claro que Lula bate na cria (ou poste) e agora tenta dissociar-se do próprio PT. Deixando cargas pelo caminho e tentando o impossível: isentar-se da responsabilidade.

Quer Dilma nas ruas para ser humilhada. Não diz o que Dilma deveria dizer. Nem o que fazer, exceto distribuir olhares intensos (olhos nos olhos) e beijos. Nenhuma palavra sobre um caminho, o reconhecimento de erros, as correções necessárias, o bolivarianismo e outras barbaridades. Que Dilma escute panelaços.

E agora, o lobista-mor (acima de “consultores de tráfico de influência e corrupção”, nova modalidade criada pelo PT ainda não tributável nos ISS da vida) diz que a companheirada que está pendurada nas tetas de qualquer cargo público, quer somente saber do emprego e do cargo.

É o caso típico do assaltante de bancos recriminando o trombadinha.

Nessa pantomima sem nexo ou lógica, resta claro uma motivação: medo da cadeia!

O líder máximo do PT abandonou a afilhada, o partido e quer que esqueçamos o passado. Dele.

O que não faz o medo!


Se Sartori chora o que chora só por estratégia, parabéns !


Esquerda DESPENCA e a Direita DISPARA

Por Reinaldo Azevedo