Por Veja.com
quinta-feira, 11 de junho de 2015
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Se Levy é Cristo, Deus é o Grande Banqueiro do Universo?
Pode ter algo tão mais agressivo à religiosidade e fé cristãs do que
uma transexual posar como Jesus Cristo na cruz, na Parada Gay de São Paulo?
Pois a politicagem tupiniquim consegue produzir demagogias inimagináveis
abusando da fé, nem tão boa assim, do tal mercado - que uns idiotas
neolibertinos até apelidam de "deus". O maçom inglês Michel Temer,
vice-Presidente da República, pregou ontem que o ministro da Fazenda, Joaquim
Levy, deve ser tratado como um Cristo, e não como um Judas Iscariotes, aquele
que traiu o filho de Deus por trinta moedinhas.
Temer exagerou na comparação, para defender a salvação de Levy:
"Ele tem que ser tratado como um Cristo, que sofreu muito, foi
crucificado, mas teve uma vitória extraordinária na medida em que deixou um
exemplo magnífico, extraordinário para todo mundo. Penso que o ajuste fiscal
que o Levy está levando adiante vai representar exatamente isso. No primeiro
momento, parece uma coisa difícil, complicada, mas que vai dar os melhores
resultados. Acho que muito menos Judas, muito mais Cristo". Só faltou
Temer equiparar Dilma Rousseff a Maria Madalena, para completar a profanação
religiosa.
Michel Temer nem foi original. Apenas embarcou na pobre metáfora
bíblica adotada por Dilma Rousseff na entrevista publicada domingo pelo jornal
O Estado de S. Paulo. A Presidenta tinha pregado que não de podia transformar
Joaquim Levy em Judas, por causa das críticas feitas a ele pelo ajustes fiscal
(na verdade, mais um arrocho, aumentando impostos e juros para roubar mais
recursos da sociedade que produz e trabalha). Dilma insistiu na tese: “Não se
pode fazer isso, criar um judas. Isso é mais fácil. É bem típico e uma forma
errada de resolver o problema”.
Tudo pode acontecer no País em que se pratica a Diabólica
Comilança, enquanto se debocha da Santa Ceia. Pela tese de Dilma e Temer,
se Levy não é Judas, e sim Cristo, Deus logo será tratado como o "Grande
Banqueiro do Universo"... Daqui a pouco também vão pregar que, no Brasil,
"Deus não joga dados; mas anda de bicicleta"... E por aí vai, até a
hora do Juízo Político Final.
Dilma Rousseff aproveitou uma entrevista ao jornalista Marc Perelman, da TV France 24, para garantir que nenhuma investigação da Lava Jato chegará até ela:
"Eu não estou ligada (ao escândalo). Eu não respondo a esta
questão porque eu não estou ligada. Eu sei que não estou nisso. É impossível.
Eu lutarei até o fim para demonstrar que eu não estou ligada. Eu sei o que eu
faço. E eu tenho uma história por trás de mim. Neste sentido, eu nunca tive uma
única acusação contra mim por qualquer malfeito. Então, não é uma questão de
‘se’. Eu não estou ligada”.
A grande missão será provar tudo isso lá na Corte de Nova York, onde
Dilma, na hora certa, por ter sido presidente do Conselho de Administração da
Petrobras, terá de responder por várias ilegalidades ou incompetências
cometidas...
Estranha captação
Leitor Paulo Elpídio relata um fato muito estranho:
Leitor Paulo Elpídio relata um fato muito estranho:
"A Petrobrás arranjou, no exterior, US$ 2 bi, a 8,5% a.a. Pedi
a um amigo que se inteirasse, no Bankinter, em Barcelona, onde tem conta,
a que taxa anual lhe emprestariam 50 mil euros. Resposta após alguns
minutos: 3,72% a.a. Empresa estatal paga mais juros para captar financiamento
do que uma simples correntista".
É mais uma reclamação para os minoritários da Petrobras fazerem ao
governo, com grandes chances de ficarem, como sempre, sem resposta ou
explicação factível...
Brincando com a fé alheia

A estátua, o Cristo e o Bem-te-vi

Belíssima foto do craque e velho amigo Salvador Scofano
Namoradagate

Antissemitismo e delinquência política
Por Veja.com
"Ainda que o Estado de Israel fosse criminoso, por que
os israelenses deveriam responder por isso?", questiona o colunista de
VEJA Reinaldo Azevedo sobre a solicitação persecutória de dirigentes da
Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande de Sul, de fazer uma lista
dos alunos e professores com origem israelense.
Petrolão: aumenta nos bastidores o tiroteio entre os “companheiros” Lula, Dilma e José Dirceu
Por Ucho.Info
Quem acompanha a
política nacional com mais proximidade sabe que Lula sempre foi refém de José
Dirceu, situação que deu ao ex-chefe da Casa Civil poderes que chegaram a
impressionar os mais experientes. Por conta do abandono e do envolvimento do
seu nome no Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história da humanidade,
Dirceu decidiu cuidar da própria vida, sem qualquer pensamento partidário,
dando a Lula o mesmo tratamento que vem recebendo. A diferença está no detalhe
que o ex-comissário palaciano resolveu dar o troco.
Como se não
bastasse, a situação entre Lula e Dilma tem piorado com o passar do tempo.
Depois que passou a ser bombardeada pela oposição por conta do escândalo que
corroeu os cofres da Petrobras, a presidente da República tomou a decisão de
creditar ao antecessor a responsabilidade pelas indicações a cargos de
diretoria na estatal petrolífera, os quais serviram de base para a roubalheira
que beneficiou partidos políticos e parlamentares. A estratégia, arquitetada
pelo staff do Palácio do Planalto, visa colocar no colo de Lula a culpa pelo
escândalo que continua sangrando o PT.
O posicionamento de
Dilma em relação ao imbróglio que colocou a Petrobras na corda bamba ficou
claro na entrevista concedida pela petista ao jornal belga “Le Soir”. A
presidente afirmou ao tabloide europeu que os diretores da Petrobras presos na
Operação Lava-Jato foram demitidos no fim de 2011 porque não gozavam da sua
confiança. “Essas cinco pessoas já não estavam mais trabalhando para a
Petrobras”, disse a petista.
Dilma pode dizer o
que quiser, pois afinal o Brasil ainda é uma democracia que defende a livre
manifestação do pensamento, mas não pode se esquecer da cronologia dos fatos
relacionados ao escândalo. Próximo a Lula, que o chamava de “Paulinho”, Paulo
Roberto Costa deixou a diretoria de Abastecimento da Petrobras no começo de
2012. Atualmente ele cumpre pena de prisão domiciliar no Rio de Janeiro.
Renato Duque e
Nestor Cerveró permaneceram nos respectivos cargos, na estrutura da Petrobras,
com a anuência explícita de Dilma. Tempos depois, ambos foram presos pela
Polícia Federal na esteira da Operação Lava-Jato.
O entrevero entre
Lula e Dilma deve se acirrar, porque a presidente da República não tem outra
saída para salvar seu mandato, a não ser empurrar para o antecessor a culpa
pelo escândalo. Lula, por sua vez, ainda não digeriu a decisão da sucessora de
concorrer à reeleição, uma vez que o combinado era Dilma exercer um mandato
tampão, garantindo ao ex-metalúrgico o direito de concorrer à Presidência em
2014. O descontentamento de Lula com a decisão da presidente ficou claro com
sua tardia entrada na campanha da “companheira”.
O cenário nos
bastidores vem piorando a cada dia, já que Lula vem fazendo, de forma indireta
e por meio de interlocutores, duras críticas ao governo de Dilma Rousseff, em
especial em relação ao pacote de ajuste fiscal.
Conversa com uma esquerdista
Gosto muito do
socialismo…
|
— Manu, soube que
você defende o aborto em qualquer mês de gravidez. Qual o seu argumento?
— Liberdade de
escolha. O corpo é da mulher e ela faz com ele o que bem entender.
— Mas e o feto, não
teria direito algum, mesmo em estágio avançado de desenvolvimento?
— Não, pois o corpo
é da mulher, sua propriedade.
— Mas você não andou
aplaudindo medidas de confisco dos mais ricos pelo governo, em nome da
igualdade? Como fica a questão da propriedade nesse caso?
— Precisamos
combater a ganância materialista e pregar a igualdade de todos.
— E você pretende
combater o materialismo focando somente na conta bancária da pessoa? Não acha
que há mais do que dinheiro no mundo?
— Luto pela justiça
social, e quero socializar as riquezas.
— Você fala como se
riqueza fosse algo fixo, um bolo que precisa ser apenas melhor dividido, e não
criado. Se é assim, por que não começa distribuindo a sua própria riqueza, já
que você é parte da elite?
— Aceita uma dose de
Blue Label?
— Não, obrigado.
Quer dizer que você acha mesmo Cuba um bom exemplo a ser seguido? Mas por que
prefere sempre ir para Paris ou Nova York nas férias?
— Cuba seria um
paraíso se não fosse o embargo americano…
— Então você acha
que se os cubanos fossem “explorados” pelos consumistas ianques, segundo sua
própria lógica, eles teriam uma vida melhor?
— Mais lagosta?
— Manu, você é
contra a redução da maioridade penal mesmo? Não está cansada da impunidade,
dessa criminalidade toda?
— O pobre mata por
desespero, ele é uma vítima da sociedade. Somos todos culpados.
— Mas eu não matei
ninguém. E conheço muito pobre honesto e trabalhador. E há criminosos nas
classes média e até alta também. Vide Brasília.
— Esse crepe de
caviar está uma delícia! É daquela chef renomada, você precisa experimentar.
— Obrigado. Voltemos
ao assunto da maioridade. Então qual solução você propõe?
— Mais educação!
— Esse modelo falido
que serve apenas de doutrinação ideológica marxista? Acho que não está
funcionando muito bem…
— Falta verba pro
Estado.
— Mas o Brasil gasta
em ensino público o mesmo que os países ricos em termos proporcionais. No
entanto, veja nosso ranking nos testes internacionais, uma vergonha! Nossos
alunos acham que o capitalismo não presta e amam o socialismo, mas não sabem
ler direito e nem fazer contas.
— Paulo Freire
sempre nos disse que precisamos educar para a vida de forma crítica, e não
aceitar esse regime opressor da elite que produz apenas trabalhadores para o
mercado.
— Creio que o tiro
saiu pela culatra. Mas diga, o galalau que enfia a faca num inocente por uma
bicicleta, ele é mesmo uma criança indefesa que precisa apenas de mais
“educação paulofreireana”?
— Ele é uma pobre
criatura que precisa de uma nova chance para recomeçar. Estamos falando de
crianças de apenas 16 ou 17 anos!
— Mas você não
defende o direito ao voto dessa faixa etária? Quer dizer que são pobres
crianças na hora que matam, mas jovens responsáveis para escolher o governante?
— Mais champanhe? É
de boa safra.
— Vem cá, o que está
achando do estelionato eleitoral da Dilma? Disse que não ia fazer nada do que
está fazendo. Subiu juros, aumentou preços, impostos…
— Culpa do
neoliberalismo. Aumento de juros, por exemplo, é pura pressão do capital
financeiro.
— Mas a inflação
está acima de 8%! O que fazer?
— Quer um cigarro de
maconha?
— Não. Você defende
a legalização das drogas, né?
— Claro. Liberdade
de escolha.
— Mas não defendeu
outro dia medidas cada vez mais restritas ao cigarro e até ao sal?
— O Estado tem que
cuidar da saúde das pessoas como um pai cuida do filho.
— Não sou filho de
Dilma, e acho que há uma clara incoerência aí…
— Você é sempre
muito racional. O importante é “sentir”, sacou?
— Saquei. Mas eu
“sinto” que você defende coisas muito contraditórias. Diz pra mim um só país
socialista que deu certo!
— Vale a Suécia?
— Não. A Suécia
faria uma esquerdista como você pular da cadeira e sair gritando revoltada
contra o capitalismo. Não há nem salário-mínimo, e existe uma ampla abertura
comercial e império das leis. O Estado de bem-estar social, que aqui é pregado
pelo PSDB que você chama de “neoliberal”, jogou o país em crise, e reformas
liberais foram necessárias para evitar o pior. Tenta outro.
— O importante é não
abandonar as utopias, os sonhos…
— Mesmo um “sonho”
que virou o pesadelo de milhões de pessoas, como o socialismo, trazendo apenas
miséria, escravidão e morte?
— Você é muito
radical.
— Eu? Não Fidel
Castro ou Maduro, ou então o PT, mas eu que sou o radical?
— Só não te ofereço
uma coxinha porque não gosto de comida de pobre...
NÃO HAVERÁ INTERVENÇÃO
Saiba por que não haverá INTERVENÇÃO. Tem lógica. E isso te põe no meio da miséria.
O Globo insiste na mentira sobre o desarmamento
O Globo publicou no domingo o terceiro editorial
pró-desarmamento em menos de um mês.
O texto insiste nas mentiras dos outros dois e usa um novo
método para enganar otários:
Faz o desarmamento tirar uma casquinha da eficácia de outras
medidas de segurança pública na diminuição das mortes por armas de fogo, como,
supostamente, a instalação das UPPs no Rio de Janeiro.
O resultado é uma suruba de créditos que deixa o leitor
perdido, acreditando que o desarmamento tem algo a ver com eventuais melhorias.
Primeira omissão
Veja o gráfico do Rio, que O Globo exibe comprimidinho, de
movo bastante persuasivo:
Diz o jornal: “Desde 2004, mais de 30 mil vidas foram poupadas
em municípios fluminenses. A curva de homicídios faz uma trajetória ascendente
até o ano anterior, quando o ED entrou em vigor, e a partir daí cai num
decréscimo contínuo.”
Agora veja o gráfico nacional, menos comprimido, e repare no
que acontece entre 2002 e 2003:
Sim: a curva começa a cair ANTES da criação do Estatuto -
sinal evidente de que o surto maior de homicídios já começava a passar -, o que
é inteiramente ignorado pelo Globo.
À moda petista, o jornal não vê problema algum em atribuir a
queda de um índice a uma medida tomada APÓS o início da própria queda.
E tome dados para persuadir o leitor incauto da falsa
relação direta entre as duas coisas:
- “em dez anos, o número de pessoas que compraram armas no
Brasil teve um encolhimento de 40,6%. Além do impacto positivo nos índices de
criminalidade, da vigência do Estatuto decorreu um alívio nas demandas do SUS”.
E tome mistura com as UPPs, apesar dos pesares:
- “Ainda que as Unidades de Polícia Pacificadora estejam sob
ataques do crime organizado em algumas áreas, e que os indicadores de violência
no Rio estejam acima do patamar a partir do qual a Organização Mundial de Saúde
considera a violência endêmica (10 mortes por grupos de 100 mil habitantes), os
dados mostram que, sem o Estatuto e sem as UPPs, as demandas de segurança
teriam dimensão mais grave.”
Os dados nem têm como mostrar tal coisa, porque dados não
mostram a dimensão daquilo que não aconteceu.
O Globo não analisa dados de fato, apenas repete discurso
publicitário de ONG desarmamentista.
E o jornal também omite o seguinte:
A variação dos índices de homicídios para cima ou para baixo
é idêntica para armas de fogo ou não, como já mostrei aqui.
Em praticamente todos os outros estados, os índices de
homicídios CRESCERAM, mas, como Rio de Janeiro e São Paulo jogaram a média
nacional para baixo, O Globo usa o exemplo do Rio e faz o desarmamento tirar
uma casquinha das demais medidas locais.
Entre elas, diga-se, a criação da Divisão de Homicídios, que
o jornal também omite, porque prefere propagandear as UPPs.
Apesar dos recentes esforços da Folha, de que ainda deverei
falar neste blog, repito:
Em matéria de Segurança Pública, O Globo é o que há de pior.
terça-feira, 9 de junho de 2015
Dilma sobre o Petrolão: Escândalo não é da Petrobras, mas de 'cinco envolvidos'...
Vou mostrar que não estou ligada ao Petrolão
Por Revista VEJA
A presidente Dilma Rousseff sobre o petrolão:
'Não tenho
nada a ver' (Edgard Garrido/Reuters)
|
Em entrevista ao canal TV 'France 24', petista tentou se
desvincular do escândalo de corrupção que atinge o PT e aliados: 'Não estou
ligada'
A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista a uma
emissora de televisão francesa que vai lutar "até o fim" para mostrar
que não tem envolvimento com o esquema de desvios na Petrobras investigado pela
Operação Lava Jato. À France 24, Dilma disse que é "impossível" que
esteja envolvida nas denúncias e defendeu que o esquema não deve ser tratado
como "escândalo da Petrobras" e, sim, como "escândalo de
determinados funcionários da Petrobras".
Dilma foi questionada sobre a hipótese de a investigação
chegar à conclusão de que ela sabia ou estava envolvida no esquema. Então, o
jornalista francês questiona se, nesse cenário, a presidente estaria disposta a
encarar todas as consequências. "Eu não estou ligada. Eu não respondo a
essa questão, porque eu não estou ligada. E eu sei que não estou ligada",
disse.
"É impossível. Eu lutarei até o fim para mostrar que
não estou ligada. Eu sei o que eu faço. Eu tenho uma história por trás de mim
nesse sentido. Não é questão de 'se'. Eu não estou ligada", completou.
Dilma disse ainda que há tratamento diferente entre a
relação das empresas envolvidas no esquema com o Partido dos Trabalhadores e os
demais grupos políticos. Segundo Dilma, "todos as campanhas" feitas
no Brasil têm contribuição das companhias citadas. "E por que só a minha
foi destacada?", questionou a presidente. "Estão tentando envolver a
minha campanha", disse e complementou: "Não existe nenhum indício que
o prove. Não só em 2010, mas também em 2014. Todos os candidatos que
concorreram comigo receberam dinheiro dessas empresas de forma legal".
A presidente afirmou ainda que pessoas que estão presas por
envolvimento no esquema foram demitidas no início de 2012. Dilma fez referência
a ex-gestores da Petrobras, entre eles os ex-diretores Paulo Roberto Costa
(Abastecimento) e Renato Duque (Serviços). Além deles estão envolvidos ainda o
ex-diretor Nestor Cerveró (Internacional), preso em Curitiba, e o ex-gerente da
diretoria de Serviços Pedro Barusco, um dos delatores do esquema.
"A Petrobras tem mais de 30 mil empregados e tem cinco
envolvidos. O escândalo não é o escândalo da Petrobrss, é de determinados
funcionários de alto nível da Petrobras", afirmou a presidente. Dilma
citou que o escândalo diz respeito a funcionários da estatal que se articularam
com empresas e partidos para obter vantagens. Esse problema, emendou, não afeta
necessariamente todas as empresas, nem todos os partidos ou todos os
integrantes dos partidos.
A entrevista foi concedida em razão dos preparativos da
reunião de cúpula entre a União Europeia e a Comunidade de Estados
Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), que será realizado entre quarta e
quinta-feira, em Bruxelas, na Bélgica.
Questionada sobre se "assumiria suas
responsabilidades" - uma expressão que em francês equivale a
"demitir-se" - caso seja provado seu eventual envolvimento em
corrupção. Dilma se mostrou irritada e protestou. "Eu não tenho nada a
ver. Eu não respondo a essa questão porque sei que não tenho nada a ver",
afirmou.
(Com Estadão Conteúdo)
Senador pede punição para os responsáveis pelos atos na 19ª Parada do Orgulho LGBT
Plenário Discursos: Magno Malta pede punição a responsáveis
por atos na 19ª Parada do Orgulho LGBT
Parada LGBT: Dinheiro público para atacar cristãos. Lésbica critica movimento: são uns “vitimistas do c@r@***”!
A esquerda brasileira repudia até charges que ironizam Maomé
em jornais privados, mas acha natural ironizar Jesus Cristo nas ruas com
dinheiro público.
Detalhe: gays são enforcados, por serem gays, em países
islâmicos (como no Irã, aliado do PT), não no Brasil, muito menos na Igreja
Católica.
Felizmente, nem todo gay cai na conversa fiada do movimento
político LGBT.
Karol Eller, lésbica, postou no Facebook o vídeo abaixo,
chamando os manifestantes desse movimento de “mer**” de uns “vitimistas do
c@r@***”.
“Eles não falam por mim. Para a gente ter respeito, a gente
tem que dar respeito.”
Não: o vídeo de Karol não tem patrocínio de Petrobras, Caixa
e Prefeitura de São Paulo.
Virou rotina a divulgação de projeções piores da Economia
Por Denise Campos de Toledo
Comentário sobre os dados
negativos em relação ao andamento da economia brasileira.
Fonte: YouTube/ Jovem Pan Online
Mídia Esquerdista e Parlamentares já se sentem incomodados com acampamento INTERVENCIONISTA em frente ao CONGRESSO NACIONAL
Para Paulo Moreira Leite o grupo pode ser comparado àqueles
que marcharam em Roma no ano de 1922. O movimento, chamado de Marcha sobre Roma
marcou o fim da democracia Liberal na Itália e a ascensão de Benito Mussoline.
Obviamente os intervencionistas acampados nada tem em comum com aqueles citados
pelo referido jornalista.
O grupo de Brasília, na verdade, apesar de solicitar às
Forças Armadas que destituam a presidente Dilma Roussef, faz apologia a princípios
liberais, como menor intromissão do estado nos negócios e na vida particular do
cidadão, exactamente o contrário do que pregavam os fascistas italianos.
Na verdade sabemos que é muito difícil que as Forças
Armadas, que tem comandantes escolhidos pela própria Presidente da República,
se movam para destituir qualquer membro desse governo.
Essa semana o General Villas Boas deixou escapar uma
crítica contra a Comissão da Verdade.
Mas, percebe-se que o comandante evita a todo custo criticar qualquer coisa
ligada a Presidente ou ao seu partido.
Quando os militares interviram, em 1964, houve uma
mobilização nacional nesse sentido, com participação da Igreja Católica e
vários veículos de imprensa. O que atualmente não ocorre. Contudo, o grupo
acampado na Esplanada dos Ministérios, que representa uma quantidade gigantesca
de pessoas, que lotam todos os dias as redes sociais das Forças Armadas com
comentários pedindo intervenção militar, mostra que a parcela da sociedade que
acredita que não há mais solução política para a crise atual aumenta a cada dia.
O próprio acampamento é prova física disso. Há duas semanas havia apenas duas
barracas e algumas faixas, hoje já pode-se muitas tendas, um gerador e três
caminhões lotados de letreiros pedindo intervenção militar.
Por enquanto a mídia finge que eles não existem, certamente
por medo do negócio se agigantar. Porém, se continuar desse jeito em poucas
semanas haverá milhares de pessoas no local e aí não dará mais pra esconder.
Sobre caos no Paraná: O PT montou uma fábrica de calunias...
Por Veja.com
O governador tucano
do Paraná não assume a responsabilidade na greve dos professores no Estado que
já dura 40 dias, se exime de culpa na desastrosa ação policial contra
professores e argumenta que o partido da presidente Dilma Rousseff
está por trás das articulações que ele classifica como "criminosas" e
"descabidas". A Joice Hasselmnann, Beto Richa afirma: "O PT fica
na covardia dos bastidores".
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