quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

MEC – O assalto final às mentes


Será impossível no espaço deste texto escrutinar o subproduto do Plano Nacional de Educação que atende pelo nome de Base Nacional Comum Curricular (BNCC). É o que poderíamos chamar de veneno diluído em abundantes doses curriculares. Ninguém morre intelectualmente com uma pitada, mas depois de uma dúzia de anos não sobra neurônio com autonomia. O objetivo final do petismo na Educação e na Cultura é tornar-se hegemônico. No meio, fica tudo: da música ao teatro, da internet à sala de redação, do seminário religioso à reserva indígena, do sistema bancário à barraquinha da praia, dos corações às mentes. Para conquistar mentes e corações, os companheiros burocratas do MEC trataram, primeiro, de unificar tudo, inclusive os exames vestibulares através do ENEM (com o qual a BNCC tem que "dialogar"). A esquerda adora os sistemas únicos, os coletivos, totalmente controláveis. Depois, criaram um Plano Nacional de Educação que o Congresso parcialmente comprou pelo valor de face. Agora, pretendem impor um currículo único que, uma vez definido, fará com que todos entendam e interpretem as coisas como o PT quer. Ao menos em 60% dos conteúdos. Os outros 40% não o interessam.

Para afastar o Brasil dos padrões ocidentais, nada melhor do que romper com o relato eurocêntrico da história. Então, nos delírios da BNCC, vamos acabar com a cronologia, enfatizar a história africana, ameríndia e, definitivamente, jogar no ostracismo os mestres da nossa cultura. Ensinar segundo a versão proposta pela BNCC é servir burrice em linguagem de redes sociais, com vocabulário de creche. Se lhe parece difícil crer no que estou dizendo, informe-se aqui: basenacionalcomum.mec.gov.br.

Todo leitor atento e todo estudante que entrou em contato com a linguagem esquerdista já com plena vigência docente nas salas de aula do país, sabe que existe um vocabulário padrão. Há palavras que mesmo avulsas no espaço valem por uma frase inteira e servem como prova de identidade ideológica. Uma delas é “problematizar”. Quando um professor diz que vai problematizar algo, ele está, na verdade, afirmando que vai usar sua autoridade (mais do que seu estreito conhecimento) para destruir alguma crença ou valor que suspeita estar presente nas mentes dos alunos. E a BNCC é pródiga em "problematizações". Ela problematiza o papel e a função de instituições sociais, culturais, políticas, econômicas e religiosas. Problematiza os processos de mudanças de instituições como família, igrejas e escola. Problematiza as relações étnicas e raciais e seus desdobramentos na estrutura desigual da sociedade brasileira. Problematiza, para "desnaturalizar", modos de vida, valores e condutas sociais. Quem disse que existem valores, modos de vida e condutas que são naturais?

Não era difícil imaginar a dedicação com que os companheiros do MEC se atirariam à tarefa de preparar uma base comum a todos os estabelecimentos de ensino do país. Melhor que isso só iniciar cada aula bradando – “Seremos como el Che!”. Agora, o MEC vai ouvir a sociedade, mas todos sabem que, para esse governo, ouvir a sociedade e com ela debater é reunir-se com os seus e decidir por todos. Então, não é ao governo que a sociedade deve protestar. Está tudo pronto para que as coisas aconteçam como convém a ele e a seu partido. Atenção, Brasil! Atenção, meios de comunicação, intelectuais, educadores, lideranças empresariais e sindicais, pais e mães! Atenção todos os cidadãos comprometidos com o bem dos nossos jovens e do Brasil! É preciso impedir que se cometa mais esse crime contra a nação e que o governo imponha sua ideologia a todos através das salas de aula.


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Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil, integrante do grupo Pensar+.

Estudantes da rede estadual fazem ato na Paulista


Escola estadual em Osasco é alvo de vandalismo


Oposição pede cassação de Delcidio do Amaral


Cunha e Dilma tentam trocar não cassação de mandato por não abertura de processo de impeachment

Por UCHO.INFO

dilma_cunha_1001Quando o UCHO.INFO afirma que o Congresso Nacional é um enorme e imundo balcão de negócios – isoladas algumas raríssimas exceções –, muitos políticos se rebelam, como se esse não fosse o retrato da realidade. Com o Brasil derretendo por conta de uma crise múltipla, que mescla questões políticas e econômicas, o Parlamento ampliou de forma desavergonhada a área de escambo. Isso porque a petista Dilma Rousseff e o peemedebista Eduardo Cunha precisam, cada um a seu modo, salvar a própria pele.

Nesta terça-feira (1º), a política está marcada por duas decisões polêmicas, as quais podem mudar os destinos do País. Em primeiro plano está a reunião do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, que, após pedido de vista coletivo, decidirá sobre a continuidade do processo contra Cunha, acusado de quebra do decoro parlamentar por ter mentido durante depoimento na CPI da Petrobras. O presidente da Câmara diz a pessoas próximas ter onze votos no Conselho, que tem 21 membros, o que lhe garantiria o arquivamento do processo. Por outro lado, os que fazem oposição a Eduardo Cunha afirmam que o processo avançará de todo modo.

Deixando de lado os prognósticos de parte a parte, fato é que o processo de Eduardo Cunha está atrelado à admissibilidade de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Ciente de que um processo de impedimento seria uma “cereja” no indigesto bolo da crise, Dilma acionou seus comandados para que Cunha seja poupado no Conselho de Ética, como forma de evitar o pior. Essa estratégia exige que os três deputados petistas que integram o Conselho de Ética votem pela não continuidade do processo contra o presidente da Câmara.

Entre atender ao pedido do Palácio do Planalto e dar uma explicação à sociedade – se é que isso faz alguma diferença no meio do caos – há a necessidade de esculpir um discurso minimamente convincente. Os petistas do Conselho de Ética começam a entabular um discurso que tem como base a alegação de que é preciso evitar uma instabilidade institucional no Congresso e garantir a alteração da meta fiscal do governo para 2015. A votação dessa matéria (alteração da meta fiscal), em sessão do Congresso, estava agendada para a última quarta-feira (25), mas a prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS) atrapalhou os planos do governo.

Vencido o imbróglio envolvendo o ex-líder do governo no Senado, o tema deve rechear a pauta de votação do Congresso na noite desta terça-feira (1º). A grande questão é saber se o Conselho de Ética decidirá pelo arquivamento do processo contra Eduardo Cunha. Do contrário, Dilma que comece a arrumar as gavetas, não sem antes escolher uma empresa de mudanças que leve suas tranqueiras governamentais até capital gaúcha.

A desfaçatez que envolve os dois temas é tão grande, que na segunda-feira (1) a cúpula do governo Dilma passou a maior parte do tempo reunida com a bancada do PT, finalizando o acordo que poderá salvar o mandato de Cunha e evitar que o impeachment suba a rampa do Palácio do Planalto.

O deputado federal José Geraldo, que defende a não continuidade do processo contra Cunha, diz que é preciso fazer um sacrifício pelo País. “Eu defendo a reflexão que devemos votar pelo país, não pelo Cunha. Não acreditamos no Cunha, mas o que pode acontecer amanhã no país pode ser o pior dos mundos”, disse o petista. Na opinião do parlamentar paraense, o “pior dos mundos” seria a abertura de um processo de impeachment contra Dilma. E para que isso não ocorra é preciso acreditar em Eduardo Cunha, apesar desse discurso desconexo e pouco convincente.

Traduzindo para o idioma da realidade, para manter no principal gabinete palaciano uma incompetente que foi conivente com a corrupção é preciso salvar a pele de um político profissional que fez das negociatas nos bastidores a cartilha do próprio cotidiano. E a população que continue acreditando que o Brasil é o país do futuro.

Promotoria entra com ação contra Haddad por aplicação de dinheiro de multas


Sogro do filho de Bumlai é suplente de Delcídio do Amaral


As difíceis eleições na Venezuela


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Ladrão não chama ladrão de... ladrão!


Desesperado com o inevitável avanço da Lava-Jato, Lula erra ao ter Bumlai como roteirista de desculpas


josecarlos_bumlai_1001A bizarrice começa a tomar conta dos capítulos da Operação Lava-Jato que têm o ex-presidente Luiz Inácio com um dos personagens. A mais nova e absurda desculpa para o envolvimento de Lula no Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história, partiu do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo e irmão camarada do ex-metalúrgico.

Acusado por Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, em depoimento de delação premiada, de ter recebido propina em negócios com a Petrobras e repassado o dinheiro sujo a uma das noras do agora lobista de empreiteira, Bumlai alega que o montante (R$ 2 milhões) era proveniente de um empréstimo feito pelo operador do PMDB.

A história, que tem todos os ingredientes para ser mais uma estória, é tão insana, que nem mesmo uma criança seria capaz de cair nessa esparrela criada às pressas para salvar a pele de Lula, que cada vez mais afunda na lama do Petrolão.

José Carlos Bumlai, que sempre teve livre e incondicional acesso ao Palácio do Planalto durante a era Lula, disse que em dado momento precisou de dinheiro para pagar despesas em sua fazenda e por isso recorreu a Baiano, a quem tinha contratado para intermediar a venda de uma termelétrica de sua propriedade. O grande problema do mitômano é acreditar que a sequência das mentiras garante a sua impunidade.

No momento em que enxerta uma termelétrica na estória, Bumlai dá à força-tarefa da Lava-Jato mais munição para as investigações. Isso porque as termelétricas rechearam o pacote de malandragem explícita criado pelo então deputado federal José Janene, responsável pela arquitetura do escândalo que ficou conhecido como Petrolão.

A alegação do pecuarista é digna de filme de quinta e tem tudo para desmoronar a qualquer momento, pois está marcada por detalhes amadores de quem tem a certeza de que é o suprassumo da esperteza. Bumlai nega que o dinheiro repassado por baiano tenha sido transferido a uma das noras do “lobista da Odebrecht”, mas, sim, a ele próprio por meio de contrato de mútuo. Ou seja, os alarifes contrataram um advogado estreante no universo da pilantragem para camuflar um caso de corrupção. A situação torna-se ainda mais ignara quando Bumlai confirma ter recebido dinheiro de Baiano e corrige para R$ 1,5 milhão o valor do suposto empréstimo.

O delator declarou que Lula reuniu-se ao menos duas vezes com José Carlos Bumlai e João Carlos Ferraz, então presidente da Sete Brasil – companhia criada pela Petrobras para construção de 28 navios-sondas no Brasil.

Segundo Baiano, os encontros ocorreram no Instituto Lula, em São Paulo, no primeiro semestre de 2011, e antecederam a cobrança de R$ 3 milhões por Bumlai para supostamente pagar uma dívida de imóvel de uma nora do ex-metalúrgico. Fábio Luís Lula da Silva, filho de Lula, negou a acusação e já recorreu ao Supremo Tribunal Federal para ter acesso ao conteúdo da delação.


Acusado de ser o operador de propinas de parte do PMDB no Petrolão, Fernando Baiano prometeu apresentar documentos referentes ao pagamento feito a Bumlai, que, segundo o pecuarista, tinha como destino final a nora do ex-presidente da República.

"Pé na bunda dela, o Brasil não é Venezuela"



Manifestação de sexta-feira, 23 de outubro, em São Paulo, pelo impeachment de Dilma Rousseff.

Política aquece mercado de bonecos infláveis



Os bonecos infláveis, muito usados em campanhas de marketing, têm ganhado as ruas nas manifestações políticas por todo o Brasil, e causado polêmica. Independente das discussões das ruas, os fabricantes comemoram, pois o aumento nas vendas está ajudando a driblar a crise.

Cunha não tem como negar contas secretas



São cada dia mais robustas as evidências de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), manteve dinheiro não declarado em contas secretas na Suíça. Na economia, a taxa de desemprego foi a maior registrada para setembro em seis anos.

Fim da novela: Mensaleiro Henrique Pizzolato chega a Brasília e segue para o Complexo da Papuda


henrique_pizzolato_1003Ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, o petista Henrique Pizzolato desembarcou no início da manhã desta sexta-feira (23) em Brasília, após longa batalha do governo brasileiro para trazê-lo de volta ao País. Ele foi extraditado na quinta-feira da Itália, onde estava foragido há pelo menos 23 meses. Pizzolato foi condenado a doze anos e sete meses de prisão por envolvimento no processo do Mensalão do PT, o primeiro rumoroso escândalo de corrupção da era petista.

O ex-diretor do BB foi trazido em voo comercial da TAM que partiu do Aeroporto de Malpensa, em Milão, e pousou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) por volta das 06h25. Após procedimentos de rotina na Polícia Federal, onde esteve durante cerca de uma hora, o mensaleiro condenado de onde embarcou em avião da corporação policial rumo à capital dos brasileiros.

Pizzolato desceu do avião, em Brasília, sem algemas e foi levado em carro descaracterizado da PF, escoltado por outras duas viaturas, ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito. Sem falar à imprensa, ele entrou direto para a sala do médico legista, onde permaneceu por cerca de meia hora. De acordo com a Polícia Civil do DF, no exame não foi constatada qualquer lesão.

Por volta das 10 horas, o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil foi levado para o Complexo Penitenciário da Papuda, onde outros condenados no processo do Mensalão do PT já estiveram presos. Pelo menos onze policiais federais participaram da operação de transferência do petista.

Pizzolato deixou a Itália na noite de quinta-feira (horário local), para onde fugiu com um passaporte falsificado em nome do irmão, mas acabou sendo localizado e preso em Maranello, cidade no norte do país europeu. Quando descia do avião, em São Paulo, o ex-diretor do Banco do Brasil foi vaiado por parte dos passageiros.

O governo brasileiro pretende cobrar de Pizzolato todas as despesas referentes ao processo de extradição, assim como aguarda manifestação da Justiça italiana para solicitar a repatriação de 113 mil euros que estavam em poder do petista no momento de sua prisão em Maranello.


Ademais, Henrique Pizzolato terá de arcar com outras despesas, como, por exemplo, a multa que compõe a pena condenatória proferida pelo Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470. A grande questão é saber quem pagará essas contas, já que Pizzolato sabe muito mais acerca da bandalheira petista do que gostariam os “companheiros”.

domingo, 25 de outubro de 2015

Lula é uma versão piorada do São Jorge de bordel


Quando estourou o escândalo do mensalão, Lula foi logo avisando que nem notou o entra-e-sai de quadrilheiros na Casa Civil de José Dirceu. Não viu nada, não soube de nada.

O Petrolão nasceu na direção da estatal infestada de gatunos que Lula nomeou e Dilma manteve no emprego. Mas o ex-presidente já avisou que nada viu e de nada sabe.

Agora que o pântano das maracutaias vai engolindo dois filhos, uma nora e um sobrinho, Lula faz de conta que ignora até o que acontece na própria casa. É uma versão piorado do São Jorge que enfrentava o dragão no quadro pendurado nas paredes dos antigos bordeis do interior paulista.

O santo guerreiro não tinha olhos nem tempo para vigiar os pecadores em ação na sala e nos quartos. Estava ocupado demais com o dragão. Por falta de feras desse calibre, Lula passa o tempo todo combatendo a elite golpista, FHC ou um inimigo misterioso que chama de “eles”.


O São Jorge do Instituto Lula só vai arregalar os olhos quando chegar a hora de descer da parede e viajar para Curitiba.

A crise política prolonga a crise econômica



A inflação no final do ano deve bater em 10%. Na verdade, sem firulas estatísticas, ela já está bem perto disso. O problema é que, até meados do ano, a previsão era de que a inflação deveria começar a cair agora. Mais ainda, se esperava que a inflação baixasse para 5% no ano que vem, uma queda bem grande.

Só que não. Agora, já se prevê que inflação chegando a 7% em 2016. Tudo isso é uma média, claro. Há preços que sobem bem mais que isso, outros menos.

Hoje saiu uma prévia do índice oficial de inflação para o consumidor, o IPCA. Quer dizer, o índice para o qual o Banco Central olha quando pensa em aumentar ou reduzir juros.

Neste mês, o que pegou pesado no IPCA foram os aumentos do botijão de gás, do etanol, de gasolina e do preço de comer fora de casa. O etanol subiu por causa da entressafra. Os preços dos combustíveis, de gás e gasolina, subiram porque a Petrobras está na pindaíba e porque o dólar sobe.

Vários outros preços continuam a subir ou caem menos também por causa do dólar. Até pão e carne, que subiram bem, sofrem influência do dólar. Pão e carne têm preços influenciados pelo mercado internacional. O pão, por causa do trigo. A carne, porque o Brasil exporta carne.

O dólar continua alto ou subindo por causa da crise política e econômica. Está indo de novo para perto de 4 reais.

O dólar sobe por causa da pindaíba do governo: não se chega a nenhuma decisão de como cobrir o rombo, o déficit, das contas do governo. Aliás, o déficit está subindo e vai estourar muitíssimo todas as previsões feitas faz dois meses.

Não há solução para o caso das contas do governo porque o país está um tumulto político infernal, porque o Congresso está uma baderna, porque a presidente continua sem apoio e sob risco de cair.

Assim, a crise política prolonga a crise da pindaíba do governo, o que prolonga a crise econômica do país, que entre outras coisas eleva o preço do dólar, que ajuda a impedir a queda da inflação. Como as pessoas esperam mais inflação adiante, reajustam preços, quando podem, o que alimenta mais inflação.

Estamos por enquanto presos a esta ciranda infernal.

Lula e Dilma são responsáveis por essa catástrofe


Prefeitura é multada por fechar a Av. Paulista



Prefeitura de São Paulo é multada em mais de 50 mil reais pelo fechamento da avenida Paulista no último domingo. Em nota divulgada hoje, o Ministério Público disse que recorreu à justiça após esgotar as discussões com o município.

sábado, 24 de outubro de 2015

Argentina pode definir novo presidente domingo



A Argentina pode eleger um novo presidente neste próximo domingo. Será o primeiro turno das eleições presidenciais. A possibilidade de não haver segundo turno está na lei eleitoral, que é um pouco diferente da brasileira. Basta que o primeiro colocado chegue a 45 por cento dos votos, ou tenha dez pontos a mais que o segundo colocado.

Pois bem, três institutos de pesquisas dizem que o candidato da presidente Cristina Kirchner pode até ganhar no domingo. O nome dele é Daniel Scioli. Ele é o governador da Província de Buenos Aires. O principal nome da oposição é Maurício Macri, que é o prefeito da cidade de Buenos Aires.

Mas precisamos nos perguntar qual é o melhor candidato para o comércio internacional e para a economia brasileira. Eu responderia que tanto faz. Scioli e Macri querem resolver a crise que deixou o Banco Central argentino sem quase nenhuma reserva de dólares. Essa crise começou com a insolvência do país com um grupo de credores americanos.

O candidato da oposição quer uma desvalorização importante do peso para atrair dinheiro de fora. O candidato do governo quer desvalorizar aos poucos. O chato é que a desvalorização da moeda acaba batendo na inflação, que já é de 40 por cento ao ano.

Mas existe por detrás de tudo isso a questão política. O candidato da oposição, ex-presidente do clube de futebol Boca Juniors, é um liberal que beneficiaria as leis do mercado. E o candidato da situação, o Daniel Scioli, é um descendente do peronismo. No imaginário fabricado pela campanha dele, ele é o único candidato dos mais pobres.

Lembro que Scioli tem o apoio aberto de Lula e de Dilma. E também do venezuelano Nicolas Maduro e do boliviano Evo Morales. Caso Scioli seja eleito, ele manterá o eixo de gravidade do continente em posição favorável à maior intervenção do Estado. Tomara que ele permita que a Argentina não se afogue e continue flutuando. Digo isso porque ele já foi campeão mundial de jet-ski.

É assim que o mundo gira.

Bumlai, o melhor amigo do homem



Marcelo Madureira e Joice Hasselmann comentam a generosa amizade entre o pecuarista José Carlos Bumlai e o ex-presidente Lula. Bumlai teria feito generosas doações para a família do ex-presidente. Na pauta da conversa bem-humorada, os cortes no programa Bolsa Família e as dificuldades que os ministros da Pátria Educadora enfrentariam caso se submetessem ao Enem.

Eduardo Cunha está com medo de suas afirmações


Mais um pedido de impeachment contra Dilma




terça-feira, 20 de outubro de 2015

Foi retirado do professor o poder em sala de aula


Villas Bôas, o general do Foro de São Paulo

Por Heitor de Paola

"Se há algo que não está funcionando no Brasil hoje, são as 'instituições'."

Heitor de Paola comenta as últimas declarações do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas.


E presta sua homenagem ao coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, que faleceu na madrugada desta quinta-feira (15).



Lula não preza a ética quando está em discussão o poder


Cunha, o falastrão, deu pistas para seguir o dinheiro



O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, ao tentar negar as acusações da Lava Jato acabou se incriminando.

Não vamos usar o horário de verão para atrasos


A Lava-Jato vai emergir



Na superfície políticos tentam se ajudar, mas nas profundezas a Justiça continua a trabalhar.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Lula nunca será preso...???


Prefeitura mantém sigilo em câmeras da Guarda Civil Metropolitana



Depois do governo do estado, agora vem à tona que a prefeitura tornou dados sigilosos. Portaria de maio deste ano tornou sigilosas, por cinco anos, as imagens das câmeras de segurança e as informações da central de atendimento da guarda civil metropolitana, a GCM. A portaria foi assinada pelo secretário municipal de segurança urbana, Italo Miranda júnior, e deixou dados sobre a gcm, que incluem as imagens das câmeras de segurança que monitoram as ruas da cidade e informações da central de atendimento 153, como "reservados".

O prefeito Fernando Haddad afirmou que a portaria foi redigida com falhas e que o sigilo só irá ocorrer quando tiver alguma investigação da polícia em andamento.

O autoritarismo e a prepotência, no Brasil, como vimos, não são prerrogativa deste ou daquele governo, de direita ou de esquerda, ou seja lá o que for. Depois de o governo tucano decretar sigilo sobre vários assuntos espinhosos e voltar atrás, se descobre que o governo petista da capital fez o mesmo. Os governos, o petista e o tucano, adotaram a tática do se colar, colou. Se a imprensa descobrir, eles fingem que não sabiam de nada e dão uma de joão sem braço. Mais ou menos como se fazem as campanhas eleitorais.

'Dilma tem que ser punida nem que a vaca tussa'



Exclusivo: O novo pedido de impeachment de Dilma, ainda mais consistente, está pronto. Será protocolado na terça-feira e não mais na sexta porque o Congresso ‘dorme’ no fim de semana. Assim que registraram o documento em cartório, os juristas Hélio Bicudo e Adilson Dallari, junto com Carla Zambelli, porta-voz dos movimentos, deram detalhes sobre a peça em entrevista a TVEJA. Para o grupo, o novo pedido “mostra de forma evidente e inegável que Dilma cometeu crimes”. E mais. Um parecer anexado pode derrubar os argumentos do governo sobre crimes do mandato passado.

Jovem é detida por pichar prédio da TV Gazeta


domingo, 18 de outubro de 2015

No vídeo, a campeã da gastança confessa que rasga dinheiro desde criancinha



Soterrado pela avalanche de promessas fantasiosas, insultos aos adversários, louvações do Brasil Maravilha inventado por Lula e outras vigarices marqueteiras fabricadas por João Santana, passou quase despercebido, na campanha presidencial de 2010,um vídeo que ajuda a devassar a cabeça em permanente tumulto de Dilma Rousseff.

A peça eleitoreira foi concebida para provar, em 32 segundos, que a fachada de tia rabugenta era enganosa. Quem se concentrasse na carranca não veria uma alma besuntada de doçura, misericórdia, sensibilidade e desprendimento. Só uma figura assim rara poderia ter protagonizado o episódio que Dilma conta enquanto desfilam na tela fotos da meiga mineirinha no período que vai do carrinho de bebê à primeira comunhão.

“Teve uma cena na minha infância que eu me lembro perfeitamente, apareceu um menino na porta da minha casa quereno… cumida”, começa Dilma, caprichando no sorriso de aeromoça e na voz de puxadora de reza em velório no interior. “E aí ele falô pra mim que ele não tinha nada. Eu tinha uma nota… de dinheiro. Então eu rasguei ela, dei uma pra ela e fiquei com a metade”.

A tapeação eletrônica pretendia convencer o eleitorado de que no peito de um poste também bate um coração que se derrete (sem perder a valentia) sempre que aparece um pobre pela proa. Revisto neste outubro perturbador, o vídeo é um prenúncio da desastrosa performance da nulidade que completou o serviço iniciado por Lula e empurrou o Brasil para o buraco.

Há cinco anos, ela confessou que rasga dinheiro desde criancinha. Quem faz isso acaba no hospício, Dilma acabou no Planalto. Só podia dar no que deu: desde janeiro de 2011, a menina que rasgava dinheiro da mãe não para de rasgar o nosso. Só podia dar no que deu.

Obama muda e decide manter tropas no Afeganistão



Muita gente quase não se lembra mais do Afeganistão. Pois é aquele país que dava abrigo à Al Qaeda, quando o grupo terrorista destruiu, em 2001, as Torres Gêmeas, em Nova York.Pois bem, os Estados Unidos invadiram o país e defenestraram os radicais que o governavam, que é o Talibã. Esse grupo radical sunita virou então um exército de guerrilheiros. Até o ano passado, eles ainda eram combatidos por forças da Otan, a aliança militar ocidental.

Se o Exército regular afegão desse conta do recado, até os americanos já teriam retirado suas forças. Mas não é o que está acontecendo. Há uma semana, o Talibã tomou por três dias a cidade de Kunduz, uma capital provincial bem ao norte. Antes de ser rechaçado, o grupo carregou as armas e limpou os cofres dos bancos locais.

Pois hoje o presidente Barack Obama anunciou que os americanos manteriam a presença militar no Afeganistão, mesmo depois que ele deixar a Casa Branca, em janeiro de 2017. Ele descumpre, com isso, mais uma de suas antigas promessas.

Atuam hoje no Afeganistão quase 10 mil militares Americanos. Permanecerão pouco mais de 5.000. O país é um pouco maior que o Estado brasileiro de Minas Gerais, e tem 32 milhões de habitantes. É uma mistura de deserto com montanhas. E o Talibã não é a única força de guerrilha que luta contra o governo pró-americano. Tem também o malfadado Estado Islâmico, que só nos últimos dois meses organizou cinco grandes ataques a cidades.

O Estado Islâmico está se expandindo. Não atua apenas na Síria e no Iraque. Os Estados Unidos são tradicionalmente acusados de serem os gendarmes do mundo. Pode até ser verdade. Mas eu quero ver o que aconteceria nessa imensa região se fossem embora todos os militares americanos. O Oriente Médio e aquele pedacinho de Ásia cairiam sob o controle de terroristas. Não é bem o que a gente quer.

É assim que o mundo gira.

O que o mudo quer?


Haddad anuncia Paulista fechada. MP não aceita



Prefeitura contraria ministério público e determina fechamento da avenida paulista aos domingos. A decisão foi anunciada hoje pelo prefeito Fernando Haddad e já vale para este final de semana. A promotoria ameaça entrar com um processo contra a administração municipal.

sábado, 17 de outubro de 2015

Cunha emparedado



A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para investigar se o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem contas secretas na Suíça. Na economia, mais uma agência de classificação de risco reduziu a nota do Brasil.

Prédio da TV Gazeta sofre vandalismo. PM só olha



Manifestantes invadem prédio da fundação Cásper Líbero, jogam tinta vermelha nas escadarias e picham a sede da TV Gazeta, na Avenida Paulista.

Projeto criminoso de poder será derrotado nas ruas



O historiador Marco Antonio Villa diz que "temos que assumir o nosso próprio destino e nossa indignação deve se materializar nas ruas".

Alckmin anula sigilo em dados da PM


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Homenagem ao Coronel Ustra



Discurso em Homenagem Póstuma ao Cel Brilhante Ustra.

CPI da Petrobras acaba em pizza



Com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), emparedado, e parlamentares enrolados até o pescoço na Lava Jato, as investigações não interessam a mais ninguém no Congresso.

Não bastam manchetes, e silêncio dos inocentes, para derrubar um governo



Com três liminares, portanto provisórias, o Supremo delimitou ritos para um processo de impeachment.

Em resumo, disse a Eduardo Cunha, mais ou menos, isso: o Senhor preside a Câmara, mas não pode, ao mesmo tempo, ser dono do campinho e da bola... Ou, das bolas. 

A decisão provisória dos juízes embute e permite outra leitura: não bastam manchetes para derrubar um governo e anular 54 milhões de votos. 

O ministro Teori Zavaski ensinou: em processo de tamanha magnitude institucional é pressuposto elementar observar a devida legalidade e não existir qualquer dúvida jurídica.

Seguiram-se barulhos e silêncios nada inocentes.

De 62 deputados do PT, 32 assinaram Representação pela cassação de Eduardo Cunha...

Representação esta ao Conselho de Ética apoiada por apenas 46 dos 513 deputados, 9% da Câmara.

A direção do PT se calou, alegando... "prudência"...diante de Cunha.

E nem um dos 54 deputados do PSDB e 21 do DEM assinou o pedido de cassação de Eduardo Cunha.

Aécio Neves disse caber a Cunha "se defender das gravíssimas acusações", e que "o foco é o PT"... 

Claro. Os demais, todos eles, certamente são inocentes... apesar do silêncio

Em sua casa, Eduardo Cunha recebeu lideranças da oposição que busca derrubar Dilma para chegar ao poder.

Expert nos semelhantes, Cunha deixou todos nus escancarando com admirável crueza:

-Se eu derrubo Dilma agora, no dia seguinte vocês é que vão me derrubar...

É disso, quedas ou não, que nesse momento se trata. 

Se o impeachment chegar ao plenário da Câmara, na largada, a primeira etapa, a presidente Dilma precisará de 171 votos em 513 para manter a presidência.

Já Eduardo Cunha joga para vencer a Representação no Conselho de Ética. Que ele controla.

Se perder e a Representação chegar ao plenário, Eduardo Cunha precisará de 257 votos em 512.

A votação é aberta, numa Câmara que, até aqui, ele transformou na Cunholândia. 

À parte isso, o Supremo Tribunal deve decidir se Eduardo Cunha será ou não investigado com base nas delações, contas na Suíça etc...

Ai são outros quinhentos... ou, US$ 5 milhões...

Temer espreita o palco da crise atrás da cortina



O vice-presidente da República do mirante da crise espia o hospício do Planalto. Ele dá declarações pró-governo aqui e contra acolá. Diz que não tem clima pra impeachment, mas espera ávido pela cadeira da presidência. Entenda os bastidores e o papel do mestre na arte de engolir sapos com Joice Hasselmann.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Falta Vergonha na Cara


O que move a intifada das facas



A sequência de ataques de palestinos contra israelenses já matou dezenas de pessoas. Os jornalistas Diogo Schelp, Vilma Gryzinski e Duda Teixeira discutem as origens da mais recente onda de violência e avaliam se ainda é cedo para classificá-la como “intifada”, uma revolta árabe de grande proporções.

Dilma afirma que jamais cometeu um malfeito


Batalha do impeachment transforma em limbo praça dos 3 poderes



O governo joga pesado para fechar um acordo com Eduardo Cunha e salvar Dilma do processo de impeachment. A presidente garante que tem parte do STF nas mãos. Hoje ninguém sabe que rumos o processo vai tomar e a independência dos poderes pode virar piada.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Dilma - Estocando o Vento


As pontas se fecham...


Direto de Kiev: Investigação aponta que míssil russo derrubou boeing da Malaysia Airlines


Usar mal o dinheiro público é razão para presidente cair ?



É razão sim. A rejeição das contas de Dilma no TCU servirá de gatilho para o processo de impeachment no Congresso. Entenda o caso no 'Aqui Entre Nós', com Carlos Graieb e Silvio Navarro.

Judeus com medo, palestinos sem esperança


Quatro em dez brasileiros têm as contas atrasadas



Dados da Confederação de Lojistas mostram que 57 milhões de brasileiros estão com o nome registrado em cadastro de devedores. Pior: a lista de pendências é puxada pelos serviços básicos, como as contas de água e luz. Acompanhe também a agenda esportiva do final de semana no ‘Giro Veja’, com Silvio Navarro.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

A tabelinha entre Baiano e Lulinha confirma que o pai finge enxergar um Ronaldinho da informática no especialista em gol de mão


2010123021324“O que mais me impressionou foi o enriquecimento ilícito do Lula”, reiterou na entrevista ao Roda Viva o jurista Hélio Bicudo. “Conheci o Lula numa casa de 40 metros quadrados. Hoje, é uma das grandes fortunas do país. Ele e os seus filhos”. Imediatamente, o que resta da seita que tem num embusteiro seu único deus fez o que sempre fazem os bandidos do faroeste à brasileira: começou a perseguir o xerife.

Desafiado a provar o que disse, Bicudo pode ignorar cobranças farisaicas e seguir concentrado no pedido de impeachment de Dilma Rousseff. Falarão por ele os envolvidos na roubalheira do Petrolão que aceitaram colaborar com a Justiça. Neste domingo, por exemplo, a manchete do Globo oficializou o mergulho no pântano do primogênito: BAIANO DIZ QUE PAGOU CONTAS DO FILHO DE LULA.

“Baiano” é a alcunha de Fernando Soares, cujo acordo de delação premiada com os condutores da Operação Lava Jato foi homologado na sexta-feira por Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal. Um dos operadores do PMDB nas catacumbas infectas da Petrobras, o depoente confessou que desviou pelo menos R$2 milhões para o pagamento de despesas pessoais de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha.

Sim, ele mesmo: o Lulinha que em 2005 embolsou R$5,2 milhões para vender à Telemar parte das ações de uma empresa de fundo de quintal, a Gamecorp, que montara um ano antes em parceria com dois amigos, ainda engatinhava no ramo de jogos eletrônicos e não valia mais que R$100 mil. Com as bênçãos do presidente, os sócios improváveis ganharam bastante dinheiro.

A Telemar não parou de engordar até incorporar-se ao que hoje é a Oi. O patrimônio de Lulinha agora rima com a barriga de caipira que acertou a Mega Sena. Segundo o pai, a cara apalermada camufla um Ronaldinho da informática. Faz sentido: desde que entrou em campo, Lulinha vive fazendo golaços ─ quase sempre muito lucrativos.


A jogada que desembocou na tabelinha em impedimento com Baiano confirma a suspeita de que o ex-monitor de zoológico virou especialista em gol de mão. Como o pai. Se for mantida na mira de bons juízes, boa parte da família vai levar cartão vermelho.

Para a História: acusados de corrupção julgam impeachment de acusados de corrupção



Perguntas para a História responder. Como acusados de corrupção podem comandar e votar processo de impeachment contra um governo, o de Dilma, acusado de corrupção?

Como Eduardo Cunha chegou e resistiu até aqui? Aliado de PC Farias, Cunha já cunhava na Telerj no governo Collor.

Pós-graduado no PP de Maluf, e com Garotinho, Cunha se elegeu presidente da Câmara com profissionais sabendo quem ele era e é.

Eleito com apoio do PSDB, da oposição com voz e manchetes, a primeira senha de Cunha foi endereçada justamente para aliados.

No dia seguinte à eleição, Eduardo Cunha cunhou a senha. Disse:

-Regulação Econômica da Mídia só por cima do meu cadáver...

Cunha foi recebido com tapete vermelho. Articulou e impôs pautas dos seus aliados. Mesmo as piores, como financiamento de campanhas eleitoriais por parte de empresas.

Líder do PSDB, grande arauto anticorrupção, Carlos Sampaio protagonizou momentos inesquecíveis na parceria com Cunha.

O "benefício da dúvida", mesmo com contas suíças já expostas na praça, é um momento. Outro, a reveladora foto em Brasília.

Sampaio está à direita de Cunha. Na mesma foto, Paulinho da Força, Bolsonaro, e obscuros personagens que se vendem como "revoltados".

Agora, a batalha do impeachment.

Com Cunha ainda poupado por oposição e petistas, e problemas morais também para quem só enxerga a corrupção, já escancarada há tempos, do adversário petista.

O TCU, que com razões condenou as "pedaladas", tem 4 dos 9 ministros citados em investigações criminais.

Na Mesa Diretora, de onde sai o sucessor de Cunha na presidência da Câmara, 8 dos 11 deputados respondem a processos ou têm condenações na Justiça.

Presidente do DEM, ativo paladino anticorrupção, Agripino Maia já é réu no Supremo. Como ja é réu Paulinho da Força,dono do Solidariedade.

No Congresso, que decide o impeachment, só na Lava Jato estão quase 40 investigados. Inclusive Cunha. E o réu, em outra investigação, Renan Calheiros.

O impeachment está com Cunha. E com Gilmar Mendes, ministro do Supremo e no TSE.

Gilmar Mendes foi à casa do investigado Eduardo Cunha para, em companhia do investigado Paulinho, discutir impeachment.

Tudo, quase sempre, sob moralismo caolho, e nisso acrítico, e o silêncio cúmplice. Inclusive das panelas.

O "Dia das Crianças" pode servir como reflexão para os pequenos


Reunião de nã-nã-nã