domingo, 23 de agosto de 2015

Mentir, mentir... até que se consolide a governança verde mundial

Por Luis Dufaur

Abandonar os investimentos em combustíveis fósseis – quer dizer, naqueles viáveis para a atividade humana no mundo – é uma palavra de ordem repetida incessantemente nos arraias do fanatismo verde.


É fora de dúvida que aparecendo combustíveis melhores, menos onerosos, mais eficazes ou acessíveis, será bom ir fazendo a devida substituição, com sensatez e com toda a presteza possível.


Mas nada disso está acontecendo. Os verdes exigem desinvestir sem fornecer alternativas viáveis. O que equivale a parar a civilização hodierna.

Com esse objetivo, eles não hesitam em apelar até para desonestidades científicas, políticas ou administrativas.

Um exemplo recente desses procedimentos desonestos deu-se com a Sérvia.



A manobra visa influenciar a conferência de Paris sobre o clima – COP 21, em dezembro –, a qual tentará fazer passar uma espécie de governança mundial ambientalista, ou governo arbitrário verde, por cima dos países soberanos.


A ocasião é propícia para anúncios demagógicos, sobretudo se servirem para estimular a COP 21 no mau caminho, na estrada do fascismo verde. 

Nesse contexto, a Sérvia anunciou objetivos “exemplares” em matéria de corte de emissões de CO2. 

Porém, seu plano “exemplar” na verdade só produzirá o contrário do que anuncia: aumentará em 15% as emissões de CO2, segundo o jornal “The Guardian”, jornal que aderiu à campanha 'desinestimentista', referido pela agência também ‘desinvestimentista’ VoxEurop.

O trapaceiro compromisso climático da Sérvia foi aclamado pela Comissão Europeia como um passo “exemplar” para os demais países da União Europeia.

Termoelétricas a carvão em Kostolac estão no centro do espalhafatoso e falso anúncio. Mas, se a tecnologia é da China, tudo bem....
Termoelétricas a carvão em Kostolac estão no centro 
 do espalhafatoso e falso anúncio. 
Mas, se a tecnologia é da China, tudo bem...
Faire flèche de tout bois, diz o adágio francês... Inventar pretextos com base em qualquer coisa...


Belgrado anunciou que em relação a 1990 – quer dizer, à era soviética – até 2030 reduzirá 9,8% de suas emissões de CO2. O sensacional anúncio foi feito na presença do vice-presidente da Comissão Europeia e comissário da União energética, Maroš Šefčovič. 



Na realidade, as emissões de CO2 na Sérvia já diminuíram 25% desde 1990, devido ao colapso da vetusta indústria pesada herdada da era comunista.


Assim, somando e subtraindo, o enganoso anúncio dizia na prática que a Sérvia iria aumentar 15,3% a sua emissão do incompreensivelmente denegrido CO2. O aumento do CO2 é ótimo para o meio ambiente, especialmente para os vegetais. Mas o fanatismo verde demonizou esse gás da vida.

Fontes da UE reconheceram que a trapaça da Sérvia ainda poderia ser maior, pois os valores de 1990 incluíam centrais a carvão de um território disputado – o Kosovo – que não serão computadas em 2030.

Mas o vice-presidente da Comissão Europeia louvou a proposta e prometeu apoiar a candidatura Sérvia de adesão à UE, cujos países-membros se comprometeram a reduzir as emissões de CO2 em 40% até 2030.


“O vosso sucesso atual, na adoção das contribuições previstas e determinadas em nível nacional, constitui um passo exemplar”, enalteceu ainda o líder da UE.

O comissário da UE para o Clima, Miguel Arias Cañete, também incensou a enganação de Belgrado, acrescentando que a Sérvia deu provas de “liderança na região” e que o “exemplo” – não se sabe se é o da fraude – deve ser rapidamente seguido pelos seus vizinhos.

“A proposta sérvia é uma anedota, mas agora que a Comissão diz que é um passo exemplar para a adesão à UE, ninguém ri”, comentou Garret Tankosić-Kelly, responsável do think thank bósnio SEE Change Net, também membro da confraria verde.


“Como é que o resto do mundo pode levar a sério as propostas da UE relativamente ao clima, quando podemos demonstrar que esta permite que os países candidatos à adesão manipulem os dados das suas políticas climáticas na esperança de que ninguém repare?”, perguntou.


“É uma espécie de manipulação”, disse uma fonte da UE.


A Sérvia está fortemente engajada numa onda de construção de centrais a carvão – essas sim produtoras de gases poluentes –, para substituir as periclitantes infraestruturas comunistas. 



Recentemente ela assinou um acordo de 600 milhões de dólares com a China, o maior poluidor do planeta, para construir uma nova central em Kostolac.

Mas não há qualquer protesto dos heróis ‘salvadores do Planeta’. Quando a imagem do socialismo ou do comunismo pode ser lanhada em algo, os ambientalistas radicais guardam obsequioso silêncio.

Esses silenciosos arrebentam em aplausos quando alguém anuncia que se jogou no abismo da utopia anticivilizatória, ainda que seja mentindo. O importante para eles é que o mundo ex-cristão corra para a depauperação geral.


20 índices mostram que a poluição na China atingiu níveis 'apocalípticos':



A voz das ruas e o Governo surdo


MST É EXPULSO DO PRÉDIO DA RECEITA FEDERAL EM RONDÔNIA

Todos os invasores deveriam ser tratados assim.



Vídeo na íntegra da ação do Departamento de Polícia Federal - MJ e da Polícia Militar do Estado de Rondônia (Oficial).

sábado, 22 de agosto de 2015

A Roraimada



"Quero dizer para vocês que, de fato, Roraima é a capital mais distante de Brasília, mas eu garanto para vocês que essa distância, para nós do governo federal, só existe no mapa. E aí eu me considero hoje uma roraimada, roraimada, no que prova que eu estou bem perto de vocês!"

Dilma Rousseff, na entrega de unidades habitacionais em Boa Vista, internada por Celso Arnaldo depois de rebaixar Roraima de estado a capital e demonstrar mais uma vez que o amor por Dilma só pode ser expressado com uma monstruosidade linguística.

Temer deve deixar a articulação do governo de Dilma Rousseff, que tentou atrair Jucá


michel_temer_24Caminhão de mudança – Na quarta-feira (19), foi aprovada no Senado a proposta que reonera a folha salarial das empresas. Este era o último capítulo do pacote de ajuste fiscal do governo que dependia de apreciação no Congresso Nacional. De tal modo, chegou ao fim o compromisso que o vice-presidente Michel Temer(PMDB) havia firmado com Dilma Rousseff ao assumir a missão de articulador político do governo. Segundo o que foi acordado, Temer está liberado para deixar a função, que tornou-se espinhosa com o avanço célere da crise múltipla que chacoalha o Brasil. Aliás, o próprio Michel Temer disse que sua missão estava encerrada.

O vice-presidente da República teria finalizado sua missão na distribuição de cargos e verbas orçamentárias para parlamentares aliados, muitos dos quais encerraram uma intifada no Senado depois de negociações e escambos indecentes. Com o auxílio do ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, Temer redefiniu o mapa dos cargos federais e acertou o pagamento de emendas orçamentárias. As pendências já não dependeriam de articulação, mas de decisões da Casa Civil e do Ministério da Fazenda.

No caso de ser confirmado o afastamento do peemedebista da articulação política do governo, o movimento coincidirá com a vontade de parte do PMDB, que há meses defende sua saída. Isso porque o partido anunciou, não faz muito tempo, que deseja participar da corrida presidencial de 2018 com candidato próprio.

O deputado federal e ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) chegou a afirmar: “O Michel vive um momento em que terá de tomar a decisão de exercer a sua função institucional de vice-presidente da República. Ele tem que entender que não cabe ao vice-presidente ficar discutindo nomeação para delegacia do INSS nos Estados. Esse modelo faliu. Ele é o vice-presidente da República. Essa é a função institucional dele. Precisa se colocar cada vez mais como o doutor Ulysses Guimarães, exercendo o papel de guia. Como dizia o doutor Ulysses, tem de guiar o PMDB rumo ao Sol, que é dia, não em direção à Lua, que é noite. Não dá para ele participar de artimanhas”.

A contribuição de Michel Temer como articulador já não parece tão essencial aos olhos da presidente da República. Tanto é assim, que Temer não foi convidado para a reunião em que Dilma avaliou no Palácio da Alvorada, no último domingo (16), os efeitos dos mais recentes protestos de rua. A petista tentou levar para a casa Civil o peemedebista Romero Jucá (PMDB-RR), conhecido por sua capacidade de transitar em todos os flancos da política nacional, mas sua investida fracassou.


Esse fracasso pode estar relacionado ao fato de que Jucá tem projetos políticos mais ambiciosos, como, por exemplo, chegar à presidência do Senado federal. Por outro lado, Dilma se livra da árdua tarefa de defender a indicação de um investigado na Operação Lava-Jato para assumir a mais importante pasta do governo. (Danielle Cabral Távora com Ucho Haddad)

FOTOGRAFIA DO BRASIL DE HOJE, TIRADA HÁ 24 ANOS!



Ouça o que diz Ulysses Guimarães em entrevista a Jô Soares sobre o impeachment de Collor. Veja o quanto tudo se aplica ao Brasil neste momento. Ulysses morreu como um homem digno. Jô Soares virou cúmplice.

‘O povo não se intimidou pelas ameaças do presidente da CUT e fez um protesto democrático'


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Consciência Patriótica: FORA DILMA!...
FORA LULA!... FORA PT!!!


Manifestações pró-Dilma ocorrem em todo o País



Manifestantes ligados a centrais sindicais e movimentos sociais fazem atos em vários estados em defesa da presidente dilma e contra a proposta de impeachment.

ESCÂNDALO LÓGICO – PT lidera Petrolão, mas Cunha é o primeiro político denunciado no dia do protesto a favor do… PT!



Nesta edição de Pronto Falei, o comentarista político Reinaldo Azevedo fala sobre as denúncias de Janot contra Eduardo Cunha e Fernando Collor, que aconteceram nesta quinta-feira (20). Reinaldo explica que o escândalo do Petrolão - claramente liderado por membros do PT - ter Cunha, do PMDB, como primeiro denunciado "não é normal". Quem se beneficia, segundo o comentarista, é Dilma Rousseff. 

Crítica a convocação do PT para manifestação em apoio ao governo



Luiz Carlos Prates critica a convocação do Partido dos Trabalhadores para manifestação em apoio ao governo.

'Até quando vamos ter vergonha de ser honestos?', desabafa comentarista no RedeTV News.

Brasil não é um país para principiantes




Presidente do Senado, Renan Calheiros, que agora aparece com prestígio ao lado da presidente Dilma Rousseff, mas tem um duvidoso passado político que nem todos sempre se lembram.

Desemprego aumenta, e governo parece perdido



O desemprego continua avançando e em ritmo cada vez mais acelerado, especialmente em relação ao ano passado, quando a situação era de quase pleno emprego. O pior é que isso está ocorrendo numa época em que o desemprego deveria perder força, já que a proximidade do final do ano sempre dá um fôlego à mais na geração de vagas. Só que agora tem uma recessão pesada, que já prejudica também o rendimento médio do trabalhador e a qualidade do emprego. Muita gente demitida acaba tendo de trabalhar sem carteira assinada ou por conta própria.

 As vagas informais cresceram 60 mil só de junho pra julho. E as perspectivas são ruins. Só estão saindo dados mais fracos da indústria, da construção, do comércio, dos serviços. E o governo parece perdido em relação a essa questão do emprego. Não tem uma estratégia. Veio com aquela proposta de redução de salários e jornada de trabalho, que como estamos vendo, não está conseguindo frear muito as demissões. Acordos nesse sentido estão ocorrendo, mas em outras bases, já que a medida favorece empresas que já estavam demitindo.

Nesta semana voltou àquela velha prática de privilegiar determinados setores, garantindo crédito mais barato, nos bancos estatais, para o segmento automobilístico, por exemplo. Como se um setor ou os empregos de um setor fossem melhores que de outros. E ontem garantiu, no Congresso, a oneração da folha de salários. Aumentou a tributação para as empresas, o que pode resultar em mais demissões. A indústria reclamou, alertou, apresentou propostas alternativas, mas nada.

O governo quer reforçar o Caixa, pra garantir um saldo positivo das contas. A indústria já prevê até uns 200 mil cortes a mais por causa dessa mudança. O que devemos ter pela frente é mais recessão e desemprego, afetando a geração de impostos, o que dificulta o cumprimento da meta fiscal, de superávit das contas do governo. Enfim, pode ser mais um tiro no pé.

Hipocrisia da COMUNIDADE LGBT



O ataque aos cristãos e a mentirada que a comunidade LGBT quer que você acredite.

Crise atinge o comércio da Rua 25 de Março




Uma das lojas mais tradicionais da região da rua 25 de março vai fechar no fim do mês. E ela talvez não seja a única. No maior centro de comércio popular da cidade de São Paulo, várias lojas já encerraram as atividades. Elas não resistem à concorrência dos camelôs e à crise econômica do país.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Samba da Dilma


A propaganda picareta do PT na TV. Ou: Boulos, o coxinha chapa-branca e enfezado se pintando de vermelho


O PT programou para esta terça inserções na TV convocando a população para uma manifestação no dia 20, quinta-feira. A peça é desonesta de várias formas distintas, mas devidamente combinadas. Vamos lá. Segundo o partido, o ato vai reunir “movimentos sociais, partidos políticos, centrais sindicais e todos aqueles que acreditam que o Brasil é maior do que a crise”. Vejam o vídeo. Volto em seguida.


Pela ordem

Para não variar, petistas e esquerdistas no geral convocam o ato para uma quinta-feira, dia útil, coisa que aqueles que eles chamam “direita” não fazem por motivos óbvios, não é?, de um lado e de outro.

Os supostos “direitistas” trabalham, estudam, precisam garantir o sustento com o seu esforço. Os companheiros, como já sabemos, aprenderam o gosto da boa vida aproveitando-se do esforço alheio. Daí que os principais convocados para a patuscada sejam os tais “movimentos sociais” — quase todos eles são franjas do PT —, partidos (de esquerda!) e centrais sindicais.

A peça só recebe a assinatura do PT nos segundos finais. O locutor nem mesmo cita o nome do partido. O vermelho foi quase banido, a não ser por umas poucas imagens desfocadas. Parece que o PT realmente descobriu que a nossa bandeira não será vermelha. Se o sujeito não prestar atenção, acaba indo a um ato em defesa do PT e de Dilma pensando estar fazendo o contrário.

A vigarice política vai longe. A peça publicitária convoca os brasileiros a ir às ruas em defesa dos direitos trabalhistas e das conquistas sociais. Ora, quem tenta cortar alguns privilégios nessas áreas, curiosamente, é o governo… Dilma!  Ou existe algum plano dos adversários do PT?

A propaganda também convoca a manifestação em defesa da democracia. É mesmo? Quem a ameaça no momento? Talvez Vagner Freitas, o presidente da CUT, aquele que falou em luta armada…

O mais patético é ver um Guilherme Boulos, chefão do MTST, se comportando como chapa-branca independente. Ele levará a sua turma para a manifestação, mas, segundo diz, não será um ato “viva Dilma”. Os alvos do seu grupo serão o ajuste fiscal — eles são contra, claro! — e a tal Agenda Brasil, proposta por Renan Calheiros.

Vale dizer: Boulos, só para manter a fama de mau e justificar aquele seu ar de coxinha enfezado, o birrento preferido das tias, vai lá fingir ser contra as duas tábuas de salvação que Dilma arranjou. E, assim, pode dar um truque na sua massa de manobra.

Resta evidente que eu sou contrário à agenda dos esquerdistas, mas eles poderiam ao menos ser honestos no gênero.

Beltrame e violência: “A sociedade quer favela para ter cozinheiro, faxineira...”


Pauta bomba virou biribinha


DEBATE - Repercussão do 16/08


Os movimentos movimentaram o Brasil


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

A conquista do futuro que queremos para o Brasil


Caros amigos

A prendi, ao longo da vida, o quanto há de verdade na máxima de que mais valem as lágrimas da derrota do que a vergonha de não ter lutado.

Da mesma forma, também aprendi o quanto está certa a lição de Santo Inácio de Loyola quando nos diz que devemos rezar como se tudo dependesse de Deus, mas trabalhar como se tudo dependesse de nós.

Após as manifestações de ontem, 16 de agosto, e apesar delas, continuam circulando, entre as inúmeras mensagens de júbilo, entusiasmo e orgulho pelo que foi feito nas ruas, um bom número de comentários negativos que depõem contra  seus autores quando confrontadas com os irrefutáveis ensinamentos contidos nos parágrafos anteriores.

Se acreditamos de fato na DEMOCRACIA, temos que entender, o quanto antes, que assim como o derrotismo, o conformismo e a acomodação são os melhores antídotos contra as mudanças que queremos ver realizadas no Brasil, o imediatismo é o germe que não nos permite aprofundar o conhecimento e que compromete o nosso futuro enquanto nos mantém vulneráveis à demagogia das lideranças de palanque e nos compele à insensatez da superficialidade nas escolhas e nas decisões.

Ninguém tem dúvidas – em particular Lula, Dilma, seus comparsas e os políticos em geral – de que a maioria absoluta do povo quer mudanças na política brasileira e que juntou-se ao grupo dos que sempre souberam o quanto os brasileiros têm sido enganados e induzidos a fazer escolhas que só aos canalhas interessam.

Esta é a realidade a ser explorada e maturada por aqueles que conhecem e acreditam na democracia. Este é o significado dos “panelaços” e das últimas três manifestações de rua. Esta é a agarra que nos dá o apoio para mais um lance seguro na exaustiva e longa escalada rumo à conquista do topo da montanha. Esta é a FORÇA que os fará respeitar a vontade e os direitos dos verdadeiros e legítimos detentores do poder!

A utilização de qualquer outro meio para conquistar a montanha é o mesmo que só rezar e entregar, sem mérito ou luta, o futuro nas mãos dos outros.

É preciso confiar no processo democrático e entender que não há atalhos para a conquista da maturidade política. É preciso acreditar que não há, nem pode  haver,  força maior do que a vontade da maioria. É preciso mudar o comportamento e eliminar do quadro de representantes e dirigentes aqueles que transformaram a carreira política em sinônimo de esperteza e de desonestidade. É preciso que os derrotistas, os acomodados e, principalmente, os imediatistas se unam aos que, antes de tudo, acreditam em si próprios e no poder da vontade nacional e que contestam e protestam,  ao vivo e nas cores da pátria, contra o estado de coisas que nos empobrece econômica e moralmente!

Sérgio Moro está a nos mostrar que as instituições, mesmo aparelhadas, estão vivas e que, com o trabalho intenso e bem feito dos homens e das mulheres de bem, a imundice que tomou conta da política pode ser eliminada. O pavor que se apodera dos Congressistas é uma prova disso e nos mostra o quanto temos errado nas nossas escolhas. É preciso, portanto, acreditar que é possível, necessário e urgente mudar o perfil dos nossos representantes.

As eleições de 2016 serão a primeira oportunidade para mostrarmos que não estamos acovardados, que não somos derrotistas, que não estamos apenas rezando, mas trabalhando e lutando para conquistar, com a força da nossa vontade, o futuro que queremos para o Brasil!


= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

Líderes dos protestos contra o governo pressionarão TCU por impeachment de Dilma Rousseff


dilma_rousseff_534Pressão total – O “Vem Pra Rua” e o “Movimento Brasil Livre” (MBL), dois dos principais movimentos que organizaram os protestos do último domingo (16) contra a presidente Dilma Rousseff, decidiram que as próximas manifestações serão focadas na questão do julgamento das contas de 2014 do governo petista.

Ambos os movimentos realizarão atos em Brasília em frente ao Tribunal de Contas da União (TCU) – que analisa o balanço contábil do governo Dilma. Também protestarão em frente à residência do presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), que deve ser o responsável por conduzir a votação das contas de Dilma no Congresso Nacional.

Na última semana, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, em caráter liminar, que as contas de Dilma precisam ser votadas por sessão conjunta – formada por deputados e senadores, não separadamente pelas Casas Legislativas. Esta decisão tirou poder do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vinha ditando o ritmo do processo de apreciação do balanço contábil de Dilma.

Desta forma, uma eventual votação pelos parlamentares das contas deveria ser conduzida por Renan, que já foi alvo dos protestos no domingo por ter se aproximado do Palácio do Planalto e ter feito gestos políticos que têm ajudado Dilma a sair do sufoco.

“Nossos próximos atos, que não serão em massa, estarão focados na questão do julgamento das pedaladas fiscais e demais irregularidades nas contas da Dilma pelo TCU. Não temos data ainda. Vamos começar a decidir isso hoje [segunda-feira]”, revelou um dos líderes do “Vem Pra Rua”, o empresário Rogério Chequer. “É necessário que a campanha de Dilma também seja investigada”.

Sobre as manifestações do último domingo, na avaliação dos movimentos, os grupos que organizam os atos conseguiram alinhar os discursos uns com os outros. “Não foi a menor manifestação, nem a maior. Mas foi a melhor, pela unificação do discurso dos movimentos e pela maior politização dos manifestantes”, ressaltou Renan Haas Santos, um dos porta-vozes do MBL.

Chequer atribuiu a uniformização dos discursos ao levantamento das insatisfações feito pelos movimentos. “Foi interessante ver que o coro estava mais uniforme de norte a sul do Brasil. O que se ouviu foram as mesmas coisas: impeachment [de Dilma], apoio a investigações [em relação à Operação Lava Jato] e o repúdio ao retorno de Lula”, afirmou Chequer. “É resultado de levantamento de quais são as insatisfações”, completou.

O empresário disse ainda discordar do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que escreveu, na segunda-feira (17), no Facebook, que uma eventual renúncia de Dilma seria um “gesto de grandeza” da petista.

“O problema da renúncia é que a gente depende única e exclusivamente de Dilma, que não tem tomado as melhores decisões ultimamente. O impeachment não acaba dependendo dela. Acontece que o país vai sofrer muito pelo tempo que isso pode demorar”, disse Chequer. “Ainda sinto falta de mensagem mais alinhada vindo do PSDB”, finalizou. (Danielle Cabral Távora)

“Amigos” do Lula

Por Ernesto Caruso
Amigos do Lula
As imagens próximas ao Instituto Lula no dia 16 de agosto não apresentaram os amigos do Sr Lula, os que normalmente são os comensais nos salões palacianos como no churrasquinho da “presidenta” Dilma, como parece. Lá estavam bem aparelhados outros “amigos” com camisetas e bonés da CUT, suporte logístico de ônibus fretados, sanitários químicos, tendas, bebida e churrasquinho. Presença de 5.000 a 600 pessoas, de acordo com as várias avaliações.

O chavão, “O Lula é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo.” soou artificial no evento patrocinado pela entidade sindical, que recebe recursos dos trabalhadores, mas de resultado pífio, inexpressivo diante da grandiosidade do espetáculo cívico das manifestações contra o governo de Lula/Dilma/PT.

Houve até convocação que não adiantou muito: “Seja como for, a vigília no Instituto Lula no próximo domingo será um ato de resistência ao avanço fascista... Exorta a todo aquele que preza a democracia, a liberdade de pensamento e a liberdade de expressão a comparecer ao Instituto Lula. A melhor hora para chegar ao Instituto no domingo será no fim da manhã... Quando os fascistas estarão saindo à rua paraperpetrarem novo atentado contra o Estado de Direito e a democracia ao pedirem golpe.” Será que os 71% de reprovação ao governo Dilma são fascistas? Milhões presentes de um lado e 600 do outro!

A terceira reprovação popular ao lulopetismo no espaço curto de tempo entre março e agosto neste ano de 2015 apavora tanto a cúpula da estrela vermelha que mesmo na noite de domingo se fez presente no Palácio do Planalto, estranhamente com a presença do ministro da Defesa Jaques Wagner. Será que este está preocupado com a segurança nacional, que recentemente ao responder a uma jornalista disse que não quer nem ouvir falar dessa expressão?

A intenção de minimizar o volume da explosão popular contra o governo não condiz com as providências da “presidenta” no imediatismo da convocação de ministros e outros auxiliares, associadas às que o ex-presidente Lula articula com os entes ligados aos movimentos sociais tipo MST e sindicais, diante do clamor de uma nação inflamada pelo elevado grau de corrupção petista.

Óbvio que ligadas às preocupações, estão as denúncias que se aproximam do Lula, como a gravação da escuta telefônica autorizada sobre o executivo da Odebrecht no dia 15 de junho de 2015. O assunto abordado pouco importa com as atenuações que vão pretender justificar o contato, mas que pegou muito mal, não há dúvida. A pronta resposta da multidão está viva na memória dos brasileiros e registrada na imprensa internacional, nos dísticos referentes ao impeachment da Dilma, fora PT, e no gigante boneco do Lula em trajes de presidiário.

Parte da mídia bate na tecla na redução do número de participantes das manifestações, expressiva na primeira, com queda na segunda e aumento na terceira. Ora, os milhões de participantes nas capitais do país e muitas cidades do interior, nunca antes vistos, pintando as ruas de pujante tapete verde-amarelo de brasilidade são insuficientes para demonstrar o desconforto do povo? E mais, tapete verde-amarelo de descontentamento estampado nas primeiras páginas dos jornais do mundo inteiro, destacado pelas manchetes com a citação do nome Dilma Roussef.

O povo não vai sair do movimento ordeiro, respeitador do patrimônio público e privado, já chamado pelos petistas de fascistas e golpistas, para adotar a prática do exército bolchevique, ou milícias anarquistas bolivarianas, admirados por essa esquerda revolucionária.

Mas, vai exigir a extinção do projeto podre de poder e mudanças radicais na administração de todos os níveis dos poderes constituídos, com redução dos gastos públicos, do número de parlamentares, das mordomias, dos aumentos de salários que assinam em benefício próprio a descuidar dos aposentados e contribuintes que não contam com a assistência que lhes é devida.

E desconsiderar os recados de “juízo gente”, “exército do Stédile”, gente armada na esquina e os mais recentes do Secretário de Comunicação, Edinho Silva, “se vive um momento delicado com manifestações de intolerância política, cultural e religiosa... Nós respeitamos as manifestações, mesmo discordando com a agenda lá colocada inclusive pelo fim da democracia...”. Quais? As do impeachment, do fora Lula, PT nunca mais?


Fonte: JusBrasil

Critica ao (des)governo do PT e às declarações do presidente da CUT

Por Alberto Fraga


Analise das manifestações da população ocorridas domingo

Por Aloysio Nunes


Dep. Jair Bolsonaro fala verdades em Fortaleza

Por Jair Bolsonaro




A CUT ameaça pegar em armas


Como os alunos se comportam na Escola

Por Luiz Carlos Prates


Ele quer punir a notícia... Cardozo manda PF investigar como "movimentações atípicas" milionárias de Lula vazaram do COAF.
Já investigar o Lula...


Ministro da Justiça quer apuração sobre violação do sigilo 
legal dos dados do ex-presidente 
(Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)
O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, vai pedir nesta terça-feira, 18, à Polícia Federal abertura de investigação do vazamento de informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre movimentação do caixa da empresa LILS, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Órgão de inteligência financeira do Ministério da Fazenda, o Coaf produziu um relatório que foi divulgado na edição da revista Veja deste fim de semana. A investigação terá como foco a violação do sigilo legal dos dados do ex-presidente.

A revista divulgou a lista de clientes do petista e indicou que o faturamento da sua empresa que leva a as iniciais de seu nome chegou a R$ 27 milhões em 4 anos. Segundo a reportagem, deste total, R$ 9,8 milhões teriam sido de empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato. A L.I.L.S. é a empresa que o ex-presidente usa para receber recursos de palestras, uma das atividades às quais se dedicou após deixar o Palácio do Planalto

Na ultima semana, Cardozo já tinha pedido à PF para investigar também um suposto ataque à sede do Instituto Lula.

O Estadão revelou ontem que Coaf elaborou três relatórios que apontam movimentação atípica da empresa do ex-presidente Lula foram remetidos para Ministério Público no Distrito Federal, Rio de Janeiro e Paraná.

Em junho, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato no Paraná, afirmou em despacho que o ex-presidente não estava sendo investigado, mas, conforme investigadores ouvidos pelo Estado, isso não significa que movimentações de sua empresa não tenham sido alvo de apurações.

Como mostrou o Estado na semana passada, a PF gravou conversa do executivo da Odebrecht Alexandrino de Salles Ramos Alencar com Lula, em 15 de junho, quatro dias antes de o empresário ser preso na Lava Jato. O alvo da interceptação era uma linha usada por Salles.

No diálogo, segundo relatório da PF, o ex-presidente se diz preocupado com “assuntos BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)”. A instituição é alvo de uma CPI que visa investigar a política de financiamentos a grandes empresas nos governos petistas. (AE)

Ex-Agente da CIA revela o que era um disco voador que caiu em ROSWELL



A verdade sempre vem a tona!

No dia 8 de julho de 1947, em Roswell (Novo México, Estados Unidos), o jornal Roswell Daily Record publicou em primeira página a notícia de que o 509º Grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército dos EUA havia tomado posse dos destroços de um disco voador. Porém, no dia seguinte o jornal desmentia a história: A notícia sobre os discos voadores perde o interesse. O disco do Novo México é apenas um balão meteorológico.

Os destroços da nave teriam sido encontrados por um fazendeiro local. A princípio, o fazendeiro não deu importância e só os recolheu dois dias depois. Porém, o caso repercutiu na imprensa. O assunto tomou grande repercussão após o piloto Kenneth Arnold fazer declarações dizendo que havia visto OVNIs sobrevoando a cidade.

O Major Chase Brandon foi forçado a dizer que era um balão e até hoje é desacreditado por muitos.

Multidão de refugiados gera racismo na Europa



Há bem poucos anos, a Europa se queixava do excesso de imigrantes. Mas ela precisava de mão-de-obra, e também precisava dividir a prosperidade com os trabalhadores dos antigos territórios coloniais. Eram os paquistaneses na Inglaterra, ou os Argelinos na França. Mas essa chamada "invasão estrangeira" mudou de perfil. Agora, o drama tem como protagonistas os refugiados. Nós já falamos dessa multidão que cruza o Mediterrâneo para pedir asilo na Itália ou na Espanha. Os barcos afundam, e este ano mais de dois mil já morreram afogados. Eis que hoje, terça-feira, dois alertas foram lançados ao mesmo tempo. O primeiro veio das Nações Unidas.

O Alto Comissariado de Refugiados fez as contas e anunciou, em Genebra, que 160 mil desesperados já desembarcaram desde janeiro na Grécia. Só em julho, foram 60 mil. A Grécia é um país pequenininho, com pouco mais de 10 milhões de habitantes. Mas é também um país que afundou numa profunda crise econômica. Não tem como dar casa e emprego para tanta gente. Mesmo assim, a ONU fez um apelo para que o governo grego demonstre generosidade.

O segundo alerta veio da Alemanha. O governo de Berlim calculava que receberia este ano 450 mil refugiados. Fez uma nova previsão e agora espera 750 mil. Mesmo sendo o país mais rico da Europa, ele vai ter dificuldades para absorver tanta gente. A Alemanha superou a Suécia, que até agora recebia mais refugiados. Esses desesperados fogem dos conflitos africanos, fogem da guerra civil na Síria, que já dura quatro anos. E fogem também do Iraque e no Afeganistão. O mundo não está nem mais, nem menos violento. A única grande novidade que faz imensos estragos são os malucos do Estado Islâmico, que atuam no Oriente Médio, e espalharam franquias na Nigéria e na Líbia. A solução, então, é fugir para a Europa. Mas ela não tem uma capacidade ilimitada para receber essa multidão de vítimas. Isso gera intolerância, e essa coisa horrorosa que é o racismo.

É assim que o mundo gira.

Comentário sobre as manifestações



terça-feira, 18 de agosto de 2015

A Responsabilidade de Rodrigo Janot

Por Reinaldo Azevedo


Bravateiros e boquirrotos

Por Marli Gonçalves

Bobos. Só na letra B. Posso falar mais, descrever ainda melhor, e de A a Z. Fanfarrões, velhacos, papudos, embusteiros… Os carrapatos do poder – que não são o poder em si, vejam bem, não são – estão se movimentando para não desgrudar do corpo que os amamenta, onde estão atarracados com as perninhas grudadas. Resolveram tocar o terror. Teve até um gorducho celerado ameaçando irem para a “rua, entrincheirados, com armas na mão, se tentarem derrubar a presidente”. Brincando de bravo, brincando com o fogo, brincando com a língua solta. Vão fazer o quê? Dar bengaladas?

-“Nós não vamos deixar”- ouvi essa semana, dito em tom ameaçador em um programa político pelo rádio, de um partido de esquerda que conheço bem, por um trecho da história que não vem ao caso agora. Sim, era um partido atuante, ligado à derrubada da ditadura militar, e no campo. Foi no braço, na briga, no perigo, armados, perdendo amigos, na guerrilha, na paz e na guerra, que todos fizemos a luta que matou a ditadura, há mais de 30 anos. Põe ano nisso. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Outra.

Por favor, que o momento é sério e não é para chistes, brincadeiras de criança malcriada. Estão se fazendo de bobos, ou o que? Estão fazendo muxoxo dos protestos por causa de que? Estão com medinho mesmo? O que é que ainda não deu para entender? Imaginamos, em um último voto de confiança, que não sejam tão burros assim; pelo menos em suas consciências.

Para você aí, cheio de medos e emburradinho, didaticamente, vamos desenhar e passar slides coloridos: não tem jeito. Os protestos são contra tudo mesmo, porque está tudo errado e toda a sociedade precisa ser reorganizada. A atual presidente mentiu para se eleger. Mentiu feio, cara de pau. Hoje amarga uma rejeição histórica, vinda também de mulheres que acreditaram que poderia ter sido diferente, esperavam sucesso. Roubaram nossa carteira, com documentos e tudo, juntaram muito dinheiro e se divertiram às nossas custas, do nosso ouro negro, e todos os dias dos últimos meses ficamos sabendo de coisas cada vez mais cabeludas. O tal partido dos trabalhadores se transformou numa fábrica de corrupção, e os grandes líderes estão ou já vão já-já para o xilindró. A política econômica, a política legislativa, as políticas públicas, parecem ser a dança dos malucos, esses sim atirando para todos os lados medidas inócuas ou assustadoras e sem planejamento. Aliás, falta de planejamento é a doença mais comum aos governantes de estrela no peito, veja São Paulo. Os sem estrela, mas com bico, também não estão nada bem em nenhuma fita. Estamos sem lideranças, andando para trás. Tem conservadores horrorosos e atrasados se criando, tal qual bactérias, fungos. Quer mais um parágrafo ou posso parar por aqui mesmo? Se liga! Vamos buscar uma solução. Elas existem.

E aí vêm uns e outros garganteando. “Nós não vamos deixar”…

Vão fazer o que? – Pergunto de novo. Comprar balas usando o dinheiro do Fundo Partidário? 

Empréstimo consignado de servidor público? Mais vaquinhas que tossem? Assaltar bancos passando pelas portas giratórias? – lembrem que hoje próteses apitam. Jurar que a crise não existe, talvez seja um delírio coletivo? Hipnose? Vão misturar bolinhas de sabão na água? Ou vão continuar maltratados, usados apenas como escada, arrogância, porque é assim que o PT trata inclusive seus mais próximos? Por uns carguinhos? Cá entre nós, e que não nos ouçam, o partido (nossa esquerda…) não amealhou muita carne nova e não consigo mesmo ver vocês, lustrosos avós, pegando em armas. Vejam bem. Ela não gosta de ninguém. Não vale a pena não pegar o metrô da história.

Quando vamos às ruas, quando escrevemos, estamos guerreando sem armas, tirando a bunda da cadeira, se me permitem – sabendo que redes sociais ainda escondem a realidade. A apatia nos será altamente prejudicial – só se muda a direção com ventos mais fortes que precisam ser soprados. Ninguém quer golpe; mas a rota precisa ser retomada e para isso precisamos ir lá abrir o livrinho da Constituição, ver qual remédio pode ser prescrito, seguir a receita. E rápido.

O que a gente não pode é continuar calados assistindo apoios comprados com nossos dinheiros, bravatas ditas em encontros oficiais e sendo aplaudidas por uma aturdida presidente que não defende nem os seus próprios ministros. Se continuar fazendo corpo duro vai ter de viver em casulos como os que esfregou essa semana, falando abóboras para as trabalhadoras rurais, frases feitas e sem pé nem cabeça para as sociedades e instituições, organizadas, mas cada vez mais esvaziadas.

Finalmente, quanto a esse Vagner Freitas, da CUT, central sindical que infelizmente comanda minha profissão, no sindicato e na federação, anotei mais uns adjetivos para nomeá-lo: treteiro, pernicioso, nocivo, pernóstico, lesivo. De araque. Truco. E da próxima vez que não conseguir segurar a língua dentro da boca como fez essa semana, não tenta vir com esse lero-lero de dizer que usou figura de linguagem. É patético.


Fonte: Ucho.info

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Marli Gonçalves é jornalista – Desculpem o mau humor, mas é que a paciência está se esgotando de ver eles insistindo, jogando na maledicência. Dizendo que quem não está com eles é que está errado. Fazendo churrasco na porta do homenzinho que qualquer hora dessas vai entrar pelo cano. E o chopp vai fazer espuma.

Tenho um blog, Marli Gonçalves, divertido e informante ao mesmo tempo, nohttp://marligo.wordpress.com. Estou no Facebook. E no Twitter @Marligo

Crise econômica é tema de manifestantes que tomaram a Av. Paulista




Os protestos contra Dilma Rousseff e a corrupção que aconteceram em todo o país trouxeram milhares de pessoas para a Avenida Paulista neste 16 de agosto. Entre as muitas reinvindicações, a crise econômica foi tema recorrente.

As consequências das Manifestações de 16/08


Comportamento corrupto no Brasil é endêmico

Por Denise Ramos


A psicóloga e professora doutora Denise Ramos esteve no Morning Show nesta sexta-feira (14) e falou sobre corrupção. Segundo ela, "o comportamento corrupto no Brasil é endêmico".

Jornalismo Eletrônico: Entrevista com Julio Camargo, Editor-Executivo do Mídia Sem Máscara



Nivaldo Cordeiro entrevista Edson Camargo, jornalista e Editor-executivo do Mídia Sem Máscara desde 2009. 

Edson Camargo é formado em jornalismo, pós-graduado em Marketing e aluno do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho. Também é músico e professor de arte marcial (muaythai e kickboxing).

Palácio do Planalto não é o Palácio de La Moneda

Por Reinaldo Azevedo


Nesta edição de #Pronto Falei, o comentarista político Reinaldo Azevedo fala sobre a reunião da presidente Dilma com líderes de diversos movimentos sociais, como MST, a UNE, a CTB, a Contag, a CMP e representantes de mulheres pescadoras no Palácio do Planalto nesta quinta (13). Um dos discursos mais duros feitos contra os defensores da saída da presidente Dilma foi feito por Vagner Freitas, presidente da CUT. Freitas defendeu "ir para as ruas, entricheirados, com armas nas mãos, se tentarem derrubar a presidente Dilma Rousseff". Reinaldo aponta que o Palácio do Planalto não é o Palácio de La Moneda, no Chile.

Escolas Militares: O gemido dos medíocres

Por Paulo André Chenso 

Ora, é preciso ver o programa pedagógico desses colégios antes de sair por aí falando asneiras

O Colégio Militar foi criado por D. Pedro 2º em 1889, e mantido pela República. Durante 126 anos nunca se viu qualquer comentário sobre essas escolas. De repente, descobriram o filão – e como o descobriram? Simples, as escolas militares encabeçam a lista dos melhores desempenhos nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e isso, parece, incomodou alguns setores da nossa "educação civil". É como se o sucesso dos colégios militares causasse inveja aos colégios civis. São 12 colégios do Exército e 93 da Polícia Militar, com um total de mais de 30 mil alunos atendidos. Bastou aparecer na mídia o brilhante desempenho e já emergiram de suas tocas os pseudopedagogos de beira de estrada para criticar o sistema de ensino dos colégios militares. 

Na reportagem da Folha de São Paulo (12/8) afirma-se: o Colégio Militar "padroniza comportamentos", "inibe o questionamento" e "impede criar perspectiva de construção de identidade". Se durante mais de 100 anos foi assim, os colégios militares formaram uma multidão de alienados – que, no entanto, estão dando um show de desempenho. É, realmente, paradoxal. 

Sou professor há 42 anos e acompanhei gerações de alunos do nível médio, e assisti, com imensa tristeza, a deterioração do comportamento, o desinteresse, o aumento da violência, a impossibilidade de se aplicar disciplina mais rigorosa, e necessária, pois, hoje, o aluno já sabe, previamente, que não importa o que aconteça, ele será aprovado. Vi professores sendo agredidos, desrespeitados, às vezes humilhados, e por que não, abandonados pelos próprios órgãos que lhes deveriam dar apoio, como é o caso dos núcleos de ensino, com pareceres quase sempre favoráveis ao aluno. Ora, vendo tudo isso ao longo dos anos, a contínua corrupção (e corrosão) do ensino, com facilitações que chegam às raias do absurdo para justificar, alhures, que aqui não há repetências, e encerramos cada ano com alunos cada vez menos preparados. Como concordar? Alunos do nível médio que escrevem Brasil com z! Que nunca leem nada além de ridículos livrecos empurrados pelas grandes editoras - há um enorme contingente de alunos que chegam ao terceiro colegial sem ter lido um único autor clássico brasileiro. É uma vergonha! 

E agora vem a mídia e seus "especialistas" em educação tecer críticas ao único sistema, hoje, que atua na educação do jovem de forma global e completa. Ora, é preciso ver o programa pedagógico desses colégios antes de sair por aí falando asneiras como se fossem os arautos da melhor educação. Se fossem, o ensino não estaria essa tragédia. Sem contar o desinteresse absoluto do Estado, o mísero investimento feito pelo poder público. O verdadeiro abandono das nossas escolas. Dispensa comentários. 

Não vi entrevistas com os alunos, nem com os pais. Vi declarações, sim, de pessoas que parecem ignorar a real situação de nossas escolas. Ninguém mencionou na imprensa se os milhares de alunos desses colégios militares gostam ou não. É explícito nos regulamentos: caso o aluno não se adapte à disciplina militar, é imediatamente transferido para colégios civis. Ninguém é obrigado a estudar lá. E mais, para estudar nesses colégios, participa-se de um concurso na qual a média de candidatos chega a 22 mil! Será que é mesmo tão ruim, ou são nossos "pedagogos" que estão impregnados com as ideias "supermodernas" introduzidas na educação brasileira nos últimos anos? 



Fonte: Folha Web


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Paulo André Chenso é médico e professor em Londrina

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Quantas pessoas nas ruas? Quase todo o Brasil!


Quantas pessoas estiveram nas ruas neste domingo? Em São Paulo, segundo o Datafolha, foram 135 mil; segundo a PM, 350 mil. Compilações da imprensa informam protestos em 165 cidades; os organizadores falam em mais de 400. Menor que a de março e maior do que a de abril? E daí? Essa conversa, eu já escrevi, é tola. Entrar nessa pendenga só interessa a quem não quer o povo na rua.

Mas vá lá. Falemos um pouco de números. Atenção! Os dados a seguir são das respectivas Polícias Militares dos Estados, sempre mais conservadoras na contagem do que os organizadores: Manaus: 4 mil; Maceió: 12 mil; Salvador: 5 mil; Fortaleza: 15 mil; Cuiabá: 14 mil; Belém: 5 mil. Até quando escrevo, a PM de Pernambuco não deu o número de Recife — os organizadores falam em 60 mil. Ainda que tenha sido a metade, é muita gente. O PT não tem mais redutos.

Nos Estados com um teor de oposicionismo historicamente maior, há números impressionantes nas capitais e em outras cidades. Destacam-se, no interior de São Paulo, 40 mil em Ribeirão Preto, 4 mil em Bauru, 6 mil em Jundiaí e 8 mil em Piracicaba. Vitória, no Espírito Santo, com 40 mil, fez, em termos proporcionais, uma das maiores manifestações do país; o mesmo se diga de Curitiba, no Paraná, com 60 mil. Também no Estado, Maringá reuniu 20 mil, e Londrina, outro tanto.

O governo e o PT quebraram a cara. Esperavam menos gente, e muitos petistas, reunidos no Instituto Lula numa vigília de alguns gatos-pingados, chegaram a fazer pouco caso dos manifestantes, a exemplo de Jilmar Tatto, secretário de Transportes da cidade de São Paulo, e Paulo Teixeira, deputado federal. Lula não deu o ar da graça.

O discurso oficial já estava pronto. O texto ensaiado apontaria a baixa adesão ao protesto, sugerindo, então, que Dilma já teria dado a volta por cima. Infelizmente para eles, é impossível sustentar essa tese. Ao contrário: o Brasil inteiro se mobilizou e, desta feita, a palavra de ordem era inequívoca: “Fora Dilma”, “Fora Lula” e “Fora PT”.

Ainda que os organizadores devam lutar pela divulgação correta dos dados, insisto que é uma bobagem esse negócio de cobrar que as manifestações sejam sempre maiores. Como já escrevi aqui, em que isso muda a realidade objetiva? Se o protesto tivesse se mostrado um baita mico, em que isso seria benéfico para Dilma? Mudaria a realidade da economia? Os brasileiros passariam a avaliar positivamente o seu governo?


O Brasil não quer mais Dilma. O Brasil não quer mais o PT. E não em razão de seus acertos, mas dos desmandos e dos erros.

Manifestações 16/08: Aécio discursa e é ovacionado pela população



Senador participou de protesto na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte

Discurso anti-Dilma/Lula/PT nas manifestações de 16 de agosto


Manifestantes criativos saúdam mandioca no Rio de Janeiro


16 de Agosto, Copacabana: "A nossa bandeira jamais será vermelha"


Pixuleco se aproxima de Dilma