domingo, 2 de agosto de 2015

Obama sacramenta o império Castro-Comunista

Por Graça Salgueiro

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Embaixada dos EUA é reaberta em Cuba no mesmo 
prédio onde deixou de funcionar, há mais de 50 anos.
No dia 20 de julho o presidente Obama selou com o ditador Raúl Castro o fim das hostilidades entre os dois países, reabrindo suas antigas embaixadas nos mesmos edifícios onde funcionavam antes. Da noite para o dia, Cuba foi cirurgicamente higienizada dos cartazes que antes xingavam e mandavam àquele lugar o país do Tio Sam. Nas ruas uns comemoravam, enquanto outros, lúcidos, diziam não acreditar em mudança real e benéfica para o povão, o cubano “a pé”. E estavam cobertos de razão.

Antes da reabertura das embaixadas Obama já havia retirado Cuba da lista de países que colaboram com o terrorismo internacional, fechando os olhos para os incontáveis terroristas, de todas as nações, que buscam abrigo na ilha caribenha por saber que lá não existe acordo de extradição com nenhum outro país do mundo. As FARC estão em Havana desde setembro de 2012, fingindo querer selar um acordo de paz com o governo colombiano, mas é desde lá, com o apoio irrestrito e orientações dos irmãos Castro, que o grupo narco-comunista faz negócios de armas e drogas, planeja novos ataques terroristas e elabora novas formas de tomada do poder, e a tudo isso o presidente apátrida Juan Manuel Santos diz amén.

No dia 26 de julho, a ditadura cubana comemorou o 62º aniversário do assalto ao Quartel Moncada, em Santiago de Cuba, a segunda fortaleza militar do país, cujo feito acabou num rotundo fracasso, e a centena de seguidores de Fidel Castro acabou morta ou na prisão, entre os quais o próprio Fidel. Em Las Tunas, junto à Praça da Revolução, o Ministério do Interior instalou um posto de “inspeção” para controlar possíveis manifestações contrárias à ditadura. A sala de navegação de internet não funcionou, e o empresa de telecomunicações informou com candura: “não há conexão”. Isso poucos dias depois do restabelecimento das relações com os Estados Unidos.

No mesmo domingo 26, uns 60 opositores foram detidos em Havana após a marcha das Damas de Branco. As mulheres assistiram a uma missa e depois se concentraram no parque Mahatma Ghandi para prestar homenagem aos opositores Oswaldo Payá e Harold Cepero, mortos há 3 anos e que, pelas circunstâncias, não há dúvida de que foram assassinados pela ditadura. Antes da marcha várias mulheres já haviam sido presas, bem como jornalistas independentes, e outros tiveram suas casas sitiadas pela Segurança do Estado para não participar dessas manifestações.

Obama também já fala em devolver a base naval de Guantánamo e mostra nítido interesse em suspender o embargo, embora para tanto necessite da aprovação do Congresso. A pré-candidata presidencial pelo Partido Democrata, Hillary Clinton, está muito empenhada em terminar com esse embargo, alegando que é preciso abandonar as “falidas políticas do passado”, e fará campanha na Florida, reduto de exilados cubanos, onde certamente não encontrará respaldo. Dois pré-candidatos republicanos, Jeb Bush e Marco Rubio, se opõem vigorosamente ao fim do embargo e Marco Rubio, que é cubano-americano, disse que se ganhar as eleições irá romper esse acordo feito com Obama.

Sempre me impressionou como governantes de países democráticos, que gozam de total liberdade para decidir seus destinos, possam apoiar uma ditadura genocida e terrorista como Cuba. E agora, com o apoio total do país mais poderoso do mundo, livrando os ditadores Castro de qualquer responsabilidade por seus crimes, com o apoio financeiro dado pelo Brasil com a ampliação do Porto de Mariel e do aeroporto José Martí. Com a consagração de Cuba no II Encontro da CELAC em janeiro do ano passado, Cuba, ou, mais precisamente, os velhos abutres Castro, renascem das cinzas como uma fênix macabra, que engorda suas arcas pessoais com milhares de euros e dólares, enquanto continuam oprimindo e encarcerando aqueles que clamam por liberdade, trabalho digno e o direito a três refeições por dia.

Cuba não tem nada a oferecer aos empresarios estrangeiros, ávidos por lucros, pois não produz nada além de miséria e fome. E prostituição como meio de sobrevivência. Para o cubano a pé nada mudou, nada vai mudar, enquanto o principal não for destruído: o maldito regime comunista e o fim do império castrista, do qual Obama é admirador e principal mantenedor, por isso dá tudo que lhe é exigido sem nenhuma contrapartida.

Publicado no Jornal Inconfidência.




sábado, 1 de agosto de 2015

Brasil enfrenta tempestade perfeita na economia


A conta é dela, mas nós é que estamos pagando: os erros da política econômica do primeiro mandato de Dilma Rousseff expuseram o país à tormenta
A conta é dela, mas nós é que estamos pagando: os 
erros da  política econômica do primeiro mandato de 
Dilma Rousseff  expuseram o país à tormenta
(Alan Marques/Folhapress)
Os indicadores da economia brasileira apontam para uma recessão prolongada. O tombo será ainda mais profundo caso o governo não recupere rapidamente a confiança dos investidores nem consiga evitar o rebaixamento da nota de crédito do país

As análises econômicas mais realistas e desapaixonadas indicavam, fazia algum tempo, que a crise na economia brasileira era um acidente prestes a acontecer. Por seis anos seguidos, o governo pisou fundo demais no acelerador dos gastos públicos e aliviou o pé no freio do controle da inflação. Em pouco tempo, arruinou a confiança construída em duas décadas de ajustes e reformas - sem falar nas manobras na contabilidade federal. Ao assumir o Ministério da Fazenda, Joaquim Levy apresentou um plano para evitar o desastre, como o personagem do filme Juventude Transviada que escapa da morte ao saltar do carro momentos antes da queda no desfiladeiro.

Por alguns meses, parecia que Levy seria bem-sucedido. O ministro procurou extinguir os trambiques do antecessor e propôs uma série de medidas para reforçar o caixa do governo e impedir um rombo ainda maior nas finanças públicas. A iniciativa seria um primeiro passo para arrumar a casa e retomar os projetos de longo prazo para incentivar o crescimento econômico. O clima político hostil, entretanto, atrapalhou os planos do ministro. Quanto mais frágil a situação da presidente Dilma Rous­seff e maior o envolvimento de políticos da base aliada nas revelações da Lava-Jato, menor a disposição do Congresso para aprovar ajustes impopulares. O tempo sobre a economia brasileira já estava fechado. Agora, o país está sob a ameaça de lidar com uma verdadeira tempestade perfeita.

O Brasil não é tão vulnerável como no passado, mas entrou avariado na trovoada. O povo brasileiro já percebeu, em seu dia a dia, o aumento no custo de vida, a dificuldade para quitar dívidas, o desemprego de pessoas conhecidas. O pior, entretanto, está por vir. Principalmente se as medidas de austeridade nas contas do governo não forem aprovadas. Na semana passada, a agência americana de classificação de risco Standard & Poor's reduziu para negativa a avaliação do país. Existe agora uma probabilidade elevada de rebaixamento da nota do Brasil, possivelmente no próximo ano. Se assim for, o país perderá, na avaliação da S&P, o status de grau de investimento. E o que isso significa? A economia deixará de ter acesso ao crédito farto e barato dos mercados internacionais. Os maiores fundos de pensão estrangeiros restringem a aplicação em países sem o grau de investimento. Em vez de ficar mais próximo de países como os Estados Unidos, a Alemanha ou o Chile, o Brasil seria rebaixado para o grupo de caloteiros contumazes, que inclui a Grécia, a Argentina e a Venezuela.

Não é apenas o governo que é afetado. As empresas brasileiras também serão vistas como investimentos especulativos. Ao pôr a nota do país em perspectiva negativa, a agência fez o mesmo para 41 empresas locais. Entre elas figuram companhias que, a despeito do cenário 

Com Tudo Dentro - Episódio 01



A Dilmãe convida você para assistir ao mais novo programa do Gustavo Mendes: Com Tudo Dentro. Um programa recheado de atrações imperdíveis! Conheça os personagens e divirta-se!

Só isso! Reajuste de 5.5% para os MILITARES em 2016? Wagner vira manchete do site do MD.


jaques wagner reajuste soldos0Ontem nos lembramos do jornal O DIA nos anos 90, que “concedia” reajustes para os militares pelo menos duas vezes por mês. Antes de chegar no quartel, quando passavámos pelas imediações da central, sempre dávamos uma olhadinha nas manchetes e isso era o assunto do café da manhã.

Jaques Wagner mandou publicar uma manchete no site do Ministério da Defesa que causou frenesi. O MINISTRO diz que vai lutar para que os militares tenham um reajuste maior do que o 21.3% proposto para todo o funcionalismo federal.

Nas redes sociais a maioria dos comentaristas diz que o índice não passará do reajuste parcelado proposto pelo governo, que deixará os militares na M… por mais quatro anos.

Wagner chamou de “expansão salarial” o que todo mundo entende como reajuste.

Nada ainda está confirmado. Mas, Jaques Wagner e todos nós sabemos muito bem que o governo federal tem proposto esse “reajuste” de 21.3% para todo o funcionalismo, a ser pago em 4 parcelas. A primeira etapa seria de 5.5% em 2016. Isso mesmo, em quatro parcelas! Portanto, para os militares isso seria pior que o último reajuste, que foi pago em 3 etapas e quando caiu na conta já estava tremendamente corroído.

Será preciso muita habilidade do Ministro e coragem dos líderes militares para conseguir índices maiores do que o já previsto, que foram calculados, diz o Planejamento, com base na pesquisa FOCUS !!!. Jaques Wagner não arrisca números grandes, fala no máximo em 24%, que é 0,5 a maios do que propõe o Planejamento. Ele diz ainda que “uns podem receber 18% e outros 24%”.

Mais do que melhorar o ânimo, as diferenças de índices de reajuste entre postos e graduações podem causar grande mau estar dentro dos quartéis. Contudo, diante da situação complicada das finanças do Executivo, ninguém acredita muito que os militares perceberão índices que pelo menos cubram as perdas.

Estima-se que somente em 2015 os militares perderão pelo menos 9% de seus soldos, que é a inflação prevista. Se contarmos os anos anteriores esse número aumenta e muito, chegando de forma acumulada a mais de 22%, que seria então um reajuste justo a ser concedido para corrigir o triênio. Obviamente, em uma só parcela.

Nossos soldados são cada vez mais ativos e, além de manter funcionando a navegação aérea e marítima, têm sido responsáveis por manter parte do pouco status que resta ao governo federal, construindo rodovias, aeroportos, patrulhando fronteiras e reparando a segurança pública em vários locais do país.


Políticos e lideranças que encabeçam as manifestações por reajuste para os militares tem de estar munidos de cálculos consistentes para que possam confrontar o Ministério da Defesa e Planejamento.

DILMA, no final das contas

Por Rogério Furquim Werneck

A presidente da República, afinal, percebeu quão caras podem lhe sair as lambanças fiscais de 2014

Há poucos meses, ao se dar conta das reais proporções da devastação fiscal ocorrida no primeiro mandato da presidente Dilma, o país foi levado a crer que os danos poderiam ser reparados num par de anos. Submetido a novo choque de realidade, contudo, constata agora que os desdobramentos da devastação fiscal deverão ser muito mais custosos e prolongados do que supunha.

No embate que se travou dentro do governo, prevaleceu, como se temia, a ideia de um ajuste fiscal bem menos ambicioso do que o que fora prometido. Como isso deverá implicar elevação persistente e substancial da dívida pública como proporção do PIB, é bem provável que o país perca o grau de investimento. E que tenha de enfrentar condições muito mais adversas para reconstruir a economia e retomar o crescimento.
É nesse clima de desalento com as perspectivas da economia e de indignação com as enormes dificuldades de reparar os danos da devastação fiscal dos últimos quatro anos que as contas de 2014 da presidente Dilma deverão ser apreciadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e, em seguida, pelo Congresso.

Os problemas que a presidente vem enfrentando no TCU decorrem, em boa medida, de lambanças cometidas no calor da campanha eleitoral, para dissimular, a qualquer custo, a gravidade da deterioração das contas públicas. Tendo deixado de repassar às instituições financeiras federais recursos suficientes para bancar as transferências governamentais pagas por essas instituições, o Tesouro apelou para as chamadas pedaladas fiscais. Para não sustar os pagamentos das transferências, permitiu-se “entrar no cheque especial”, ou seja, contrair dívida com as instituições financeiras que controla, o que é estritamente vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

As pedaladas fizeram parte de uma operação de dissimulação mais ampla, cuidadosamente concertada. Em agosto de 2014, enquanto o ministro Guido Mantega continuava reiterando o compromisso do governo com a meta de superávit primário de 1,9% do PIB, dirigentes das instituições financeiras federais já não escondiam sua preocupação com os montantes dos saldos em vermelho nas contas do Tesouro (“Folha de S.Paulo”, 17 e 22/8/2014). A farsa seria mantida por dois meses mais. Às vésperas do primeiro turno da eleição, o então secretário do Tesouro, Arno Augustin, “muito satisfeito” com a “bem-sucedida” política fiscal, continuava asseverando que a meta de 1,9% do PIB ainda seria cumprida (“Estadão”, 1/10/2014).

Reeleita a presidente Dilma, em segundo turno, a desatinada operação de dissimulação pôde, afinal, ser desmontada. O que se seguiu foi bem sintetizado pelo título de uma matéria do “Estadão” de 1º/11: “Governo para de ‘pedalar’ e gastos disparam”. Quando as reais dimensões do rombo fiscal de 2014 foram, por fim, conhecidas, constatou-se que, em vez de um superávit primário de 1,9% do PIB, o setor público gerara um déficit de 0,6% do PIB.

Desde que a LRF foi promulgada, em 2000, jamais se vira descalabro fiscal parecido. Pelo vulto que adquiriram, as pedaladas foram cruciais para esconder do eleitorado as reais proporções do desastre.

Alega agora o governo que o tamanho da violação não importa. E que, no passado, o TCU fechou os olhos para irregularidades similares. Agarrando-se ao formalismo de quem acredita que merece a mesma condenação quem rouba um pão ou um bilhão, a Advocacia-Geral da União (AGU) argui que “usar o cheque especial não tem nenhuma relação com o volume, mas com o fato de usar o cheque especial”. E que, “se for para revisar o passado, temos de condenar todo mundo, todos os governos anteriores” (“Estadão”, 24/7).

Temendo o pior, a AGU quer pautar a decisão do TCU: “Não há uma avaliação de conduta aqui, mas das contas. Não é possível responsabilizar a presidente” (“Estadão”, 23/7). Mas, tendo em vista quem se beneficiou com as pedaladas e o desolador atoleiro fiscal em que o país foi metido, será difícil convencer o tribunal – e, mais ainda, o Congresso – de que a conduta da presidente não vem ao caso.

Publicado no jornal “O Globo” de 31 de julho de 2015




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Rogério Furquim Werneck é economista e professor da PUC-Rio

CATTA PRETA dá entrevista estranha em que não revela nada


A advogada Beatriz Catta Preta durante entrevista à Rede Globo
A advogada Beatriz Catta Preta, ao se apresentar 
no Jornal Nacional
Não se fala em outra coisa. Responsável por firmar nove acordos de delação premiada de réus da Operação Lava Jato, a advogada Beatriz Catta Preta disse ao “Jornal Nacional” que deixou o caso e decidiu abandonar a advocacia porque se sentiu ameaçada.

“Depois de tudo que está acontecendo, e por zelar pela minha segurança e dos meus filhos, decidi encerrar minha carreira”, afirmou.

Segundo reportagem da Folha, ela disse que a pressão aumentou após um de seus clientes, o lobista Julio Camargo, mencionar em depoimento que pagou US$ 5 milhões em propina ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

“Vamos dizer que [depois do depoimento de Julio Camargo] aumentou essa pressão, essa tentativa de intimidação a mim e à minha família”, disse, se referindo à insistência de a CPI ouvi-la.

AMEAÇAS CIFRADAS?

Mas a advogada não revelou como seriam essas intimidações. “Não recebi ameaças de morte, não recebi ameaças diretas, mas elas vêm de forma velada, elas vêm cifradas.”

Questionada sobre a origem das supostas tentativas de intimidação, Catta Preta respondeu que elas vinham de integrantes da CPI que votaram a favor de sua convocação. Disse também que não podia afirmar se Eduardo Cunha integrava esse grupo.

Acerca do valor de R$ 20 milhões que teria recebido por seus honorários na Lava Jato, Catta Preta afirmou que o número é “absurdo”. “Não chega perto da metade disso”, disse.

A advogada explicou que os pagamentos foram feitos no Brasil por meio de transferência bancária ou em cheque, com emissão de nota fiscal e recolhimento de impostos.

A criminalista também negou que tenha cogitado mudar de país. Ela afirmou que passou o último mês nos Estados Unidos de férias com a família.

TRADUÇÃO SIMULTÂNEA

Muito estranha esta entrevista da advogada, a ponto de necessitar de tradução simultânea. 1) Não fugiu, foi apenas tirar férias, abandonando os clientes em fase decisiva dos inquéritos. 2) Não diz quem a ameaçou. 3) Não houve ameaças diretas, “mas elas vêm de forma velada, elas vêm cifradas”. 4) Como foram as tais ameaças? Por telefone, por e-mail, por Facebook, redes sociais ou bilhetinhos? 5) Se tirou férias exatamente quando Júlio Camargo deu o depoimento, como pôde ser encontrada para ser “ameaçada”? 6) Por que não denunciou as ameaças? 7) Não pode atribuir a Eduardo Cunha as ameaças. 8)Tem medo de quê, de quem?

Sinceramente, a fraqueza da entrevista-denúncia de Beatriz Catta Preta diminui sua importância como advogada. Imaginem se todo advogado for se curvar a esse tipo de ameaça cifrada, que se resume na verdade apenas a uma convocação para prestar depoimento, em que ela nem precisaria dizer nada. Como advogada, nota zero. Deveria devolver a carteira da OAB e os honorários dos clientes que ela abandonou sem justa causa.

A “Pátria Educadora” não sabe fazer contas!


Notícia do GLOBO: A maioria dos alunos brasileiros ficou nos níveis mais baixos de aprendizagem (I e II, em uma escala que vai até IV) nos resultados do Terceiro Estudo Regional Comparativo e Explicativo (Terce), divulgados nesta manhã em Santiago (Chile). Coordenado pelo Escritório Regional de Educação da UNESCO para América Latina e o Caribe, o Terce avaliou o desempenho escolar de estudantes do ensino fundamental em matemática, leitura e ciências naturais de 15 países.

Em matemática, 83,3% dos estudantes brasileiros do 7º ano e 60,3% dos que cursavam o 4º ano ficaram nos níveis I e II. Apenas 4% e 12%, respectivamente, tiveram menção máxima, no nível IV, na disciplina. Em leitura, no 4º ano, foram 55,3% nos dois primeiros níveis. Entre os alunos do 7º ano, o índice foi de 63,2%. Em ciências naturais, 80,1% também ocuparam as duas classificações mais baixas.

Em resumo: nossas escolas são máquinas de produzir analfabetos funcionais e gente que não sabe fazer contas! É o que dá adotar como “patrono” da nossa educação o pedagogo comunista Paulo Freire, aquele que só enxergava “opressores” e “oprimidos” em sala de aula, que achava uma “boniteza” o fim da hierarquia do saber e do ensino de conteúdo objetivo, já que os alunos das periferias também traziam seu “conhecimento” para os professores.

Satisfeitos? Clima de insubordinação total nas escolas, alunos cada vez mais rebeldes e professores inseguros, militantes ideológicos e partidários disfarçados de “professores” que, em vez de ensinar a fazer conta e a ler direito, preferem ensinar sobre as “maravilhas” do socialismo e como ser um bom revolucionário, inspirados no “idealista” Che Guevara, e por aí vai. É a total falência de nossa educação.

Mas qual a solução proposta? Mais recursos públicos! Mais Paulo Freire! Mais “construtivismo” e menos ensino objetivo! Mais “horizontalização” e menos disciplina! A Pátria Educadora não consegue produzir alunos que saibam ler direito, interpretar textos e realizar operações básicas de matemática. Mas é mestre em produzir militantes, revolucionários, estudantes engajados, “politizados”, “conscientes”, que repetem como papagaios os dogmas marxistas.

Não corremos o menos risco de dar certo assim. O governo Dilma, que colocou a educação como “prioridade”, resolveu realizar boa parte do corte dos gastos no setor de educação, que terá R$ 1,2 bilhão a menos no orçamento.  Coerente? Não. Mostra que educação, para o PT, é apenas um slogan. Ou talvez até seja coerente, se o foco for criar futuros eleitores de esquerda. Nada como um analfabeto que não sabe somar para cair nas ladainhas do PT…

Se é para tirar mais dinheiro do trabalhador e colocar nesse sistema falido de ensino, talvez seja até melhor poupar o esforço mesmo. Dessa “educação” o Brasil definitivamente não precisa!

sexta-feira, 31 de julho de 2015

DILMA: O DRIBLE da VACA

Por Reinaldo Azevedo


Dilma libera R$ 1 bilhão em emendas parlamentares

Por VEJA

A presidente Dilma Rousseff participa de cerimônia de lançamento do Pronatec Jovem Aprendiz, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF)
Presidente Dilma Rousseff liberou verba para acalmar 
deputados e senadores que estão tendo dificuldade em 
obter verbas orçamentárias (Evaristo Sá/AFP)
Presidente tenta acalmar deputados e senadores diante das crises política e econômica

Às vésperas do fim do recesso parlamentar, o governo autorizou a liberação de cerca de 1 bilhão de reais referente a restos a pagar de emendas parlamentares de 2014 e anos anteriores. A primeira liberação de recursos a parlamentares neste ano é uma tentativa do governo de acalmar deputados e senadores em meio às crises política e econômica, que devem ser acentuadas neste segundo semestre.

Haverá prioridade aos pagamentos de emendas parlamentares para compra de máquinas e equipamentos, mas as verbas para gastos com obras também serão contempladas. "Não tem nenhum milagre. O que tem, pura e simplesmente, é que o governo está cumprindo a Lei Orçamentária. A nossa esperança é que a base do governo se solidifique mais", disse o ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil), que atua diretamente na articulação política do governo. "Queremos mostrar que, no embate político, temos que unir forças", afirmou.

Um líder partidário disse ao jornal O Estado de S. Paulo ter recebido telefonema do ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD), para comunicar a liberação de emendas.

Durante o recesso parlamentar, deputados demonstraram indignação com a dificuldade em obter as verbas do orçamento. Eles dizem estar sendo pressionados por prefeitos em suas bases eleitorais que, às vésperas das eleições, não têm recursos para executar as obras.

Em outra frente para atender à demanda nos Estados, a presidente Dilma Rousseff reúne nesta quinta-feira, em Brasília, os 27 governadores em busca de ajuda para evitar a aprovação de gastos extras previstos em projetos do Congresso, a chamada "pauta-bomba" de despesas para a União, Estados e municípios.

Dilma também tentará dar um tom menos pessimista sobre o futuro da economia, mesmo em meio à crise aguda. Os ministros da área econômica devem apresentar dados mostrando que a economia pode começar a reagir já no fim deste ano e, apesar das dificuldades, há uma luz no fim do túnel.

Recuperação - Na reunião de coordenação política, na segunda-feira, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, apresentou a seus colegas da área política dados mostrando que há indícios de uma reação e uma recuperação real já no ano que vem. Na quarta-feira, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou, ao sair de uma reunião com empresários, que há sinais de boas notícias, como uma leve recuperação das exportações.

Dilma quer que os dois ministros façam a mesma apresentação aos governadores. A intenção é angariar apoio às medidas que estão sendo tomadas para tentar recuperar a economia e, indiretamente, à própria presidente, em uma tentativa de mostrar que há um projeto de governo e que Dilma é a garantia da solução para a crise econômica.

A presidente quer mostrar os caminhos que o governo está traçando para sair da crise, que há viabilidade política nas suas propostas e que todos podem se beneficiar deles, desde que mobilizem suas bancadas para aprovar projetos importantes na recuperação da economia e na repatriação de recursos.

O Planalto afirma que todos os governadores confirmaram presença na reunião desta quinta-feira, inclusive os de oposição - apenas no caso de Mato Grosso do Sul deve vir a vice, Rose Modesto (PSDB). Há, também um movimento, mesmo entre os tucanos, de ajudar o governo na tentativa de barrar novos gastos no Congresso para evitar um efeito cascata nos Estados - entre elas, a possibilidade de derrubada do veto ao reajuste do Poder Judiciário, que podia chegar a 78%.


Dilma deve pedir a cooperação dos governadores, por exemplo, para barrar o projeto que altera a correção do FGTS e o equipara à correção da poupança - uma das propostas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) -, que está rompido com o governo.

Juros altos contra inflação prolongam recessão

Por Denise Campos de Toledo


Esses recordes dos juros foram em junho. Antes do novo aumento da taxa básica, decidido ontem pelo Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central. A taxa básica subiu mais meio ponto, indo a 14,25% ao ano, o nivel mais alto desde 2006. A partir disso devemos ter mais uma rodada de alta dos juros, em geral. E, até, com algum reforço, como tem acontecido. Os juros na ponta final subiram muito mais que a taxa básica. 

Os bancos incluem um percentual a mais, por exemplo, pra compensar o risco de inadimplência. Apesar de o atraso de pagamento não estar crescendo muito - ficou até estável em junho - há esse risco, pelas dificuldades que as famílias e empresas estão enfrentando pra administrar as finanças, por causa da inflação, da própria elevação dos juros, o desemprego, a queda de movimento. 

Quem está enroscado, em algum momento pode não conseguir bancar as dívidas. Por conta disso, o crédito vai ficando ainda mais caro e escasso. Processo que reforça a desaceleração da atividade. Por isso, esse aumento, agora, da taxa básica foi mais questionado. Mas o fato é que o Banco Central quer mesmo uma desaceleração mais forte da demanda pra forçar as empresas a segurarem os aumentos e assim conseguir derrubar a inflação. 

Problema é que junto vai derrubar mais a economia, podendo aprofundar ou prolongar mais a recessão. Mesmo que os juros parem de subir, como até sinalizou o Copom. O comunicado que veio com a nova taxa falou em manutenção desse patamar. Só que por período suficientemente prolongado pra fazer a inflação convergir para o centro da meta no final de 2016. Na prática, os juros vão permanecer nas alturas pra fazer com que a inflação caia dos mais de 9% deste ano pra 4,5% no ano que vem. o que pode custar caro em termos de atividade e emprego. 

Nada contra derrubar a inflação. Inflação alta atrapalha a vida do consumidor, das empresas, toda a economia. Problema é querer obter o resultado com muita rapidez, pra mostrar serviço, garantir credibilidade, sendo que boa parte da inflação não veio da demanda mas do exagero que também houve na correção dos preços administrados, como energia.

ONU fará vistorias de surpresa em prisões e delegacias no Brasil


images (3)Prisão e tortura – A partir desta segunda-feira, 3, a Organização das Nações Unidas (ONU) vai investigar casos de torturas no Brasil e visitará, sem avisar, prisões. O relator da entidade Juan Méndez iniciará uma missão de dez dias pelo País para “identificar e examinar” os “maiores desafios em relação à tortura no Brasil”.

Vale ressaltar que nos últimos anos, a ONU chegou a qualificar a tortura no País como “ampla e generalizada”, o que fez o governo até mesmo tentar impedir a publicação de um informe.

A missão tem como objetivo avaliar até que ponto o governo tem lidado com essa situação, principalmente pelas forças de ordem. Méndez estará em Brasília, São Paulo, Sergipe, Maranhão e Alagoas. Em todos esses locais, poderá fazer visitas de surpresa a centros de detenção, a delegacias de polícia e penitenciárias.

Ele também se reuniu com autoridades, instituições de direitos humanos, com vítimas de tortura, seus familiares e ONGs. “Espero poder dialogar com o governo brasileiro sobre como lidar com os desafios de preservar o estado de direito, promover a responsabilidade e garantir o direito à reparação às vítimas”, afirmou Mendez.


Suas conclusões serão apresentadas no dia 14 de agosto, em Brasília.

Diga não à corrupção



As lições que os políticos de hoje não aprenderam.

O escândalo é único: o Brasil de Lula e Dilma


No Estadão: O escândalo é único: o  Brasil de Lula e DilmaTeles, fundos de pensão, Santo André, mensalão, BNDES, Eletrobrás e Petrobrás – um caso só

Que WikiLeaks, que Swissleaks, que cartéis mexicano e colombiano de drogas, que Fifagate, que nada! O escândalo top do mundo hoje é outro. Nada se lhe compara em grandeza aritmética, ousadia delituosa ou desrespeito a valores éticos. E é coisa nossa! Embora nada tenhamos a nos orgulhar de que o seja. Ao contrário!

Após se ter oposto ferozmente à escolha de Tancredo Neves pelo Colégio Eleitoral para dar início à Nova República; à posse e ao governo de José Sarney, a Fernando Collor, que ajudou a derrubar; ao sucessor constitucional deste, Itamar Franco, de cuja ascensão participou; e a Fernando Henrique Cardoso, o Partido dos Trabalhadores (PT) chegou ao governo federal com seu maior líder, Luiz Inácio Lula da Silva, e se lambuzou no pote de mel do poder sem medo de ser feliz.

O primeiro objetivo caiu-lhe no colo como a maçã desabou sobre a cabeça de Newton. Era de uma obviedade acaciana. Sob crítica feroz da oposição, que o PT comandava, os tucanos privatizaram a Telebrás e, devidamente desossado, o filé apetitoso das operadoras de telefones foi devorado na nova administração. Sob as bênçãos e os olhos cúpidos do padim Lula, a telefonia digital foi entregue a consórcios nos quais se associaram algumas operadoras internacionais, com a experiência exigida no ramo, burgueses amigos e fundos de pensão, cujos cofres já vinham sendo arrombados pelos mandachuvas das centrais sindicais. Nunca antes na história deste país houve chance tão boa para mergulhar na banheira de moedas do Tio Patinhas.

Só que o negócio era bom demais para ser administrado em paz. Logo os concessionários se engalfinharam em disputas acionárias, que mobilizaram a Polícia Federal (PF), a Justiça nacional, os órgãos de garantia de combate a monopólios e até instrumentos de arbitragem internacional. No fragor da guerra das teles, os primeiros sinais de maracutaia dividiram as grandes rotas com os aviões de carreira. Sabia-se que naquele pirão tinha caroço. Mas quem ficou com a parte do leão?

Impossível saber, pois este contencioso está enterrado sob sete palmos de terra. Desde o Estado Novo, os sindicatos operários ou patronais administram sem controle externo caixas que têm engordado ao longo do tempo com a cobrança da Contribuição Sindical, que arrecada um dia de trabalho de todo trabalhador formal no Brasil, seja ou não sindicalizado. Sob a égide de Lula, as centrais sindicais foram incluídas na divisão desse bolo gordo e açucarado. E o sistema financeiro, acusado de ser a sanguessuga do suor do trabalhador, incorporou a esse cabedal os fundos de pensão. Sob controle de dirigentes sindicais, estes ocultam uma caixa-preta que ninguém tem poder nem coragem para abrir.

Só que o noticiário sobre tais episódios foi soterrado pela avalanche de denúncias provocada pelas revelações da Ação Penal (AP) 470, já julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e conhecida popularmente pela denominação que lhe foi dada pelo delator, Roberto Jefferson – o mensalão. Agora, após seu julgamento ter sido concluído e com os réus condenados, este é visto quase como lana-caprina desde a eclosão de outro mais espetacular: a roubalheira do propinoduto da Petrobrás devassada pela Operação Lava Jato. Mas a cada dia fica mais claro que os dois casos se conectam e se explicam.

A importância de elucidar um crime ao investigar outro foi comprovada quando, na Operação Lava Jato, a PF encontrou nos papéis de Meire Poza, contadora do delator premiado Alberto Youssef, a prova de que o operador do mensalão, Marcos Valério, deu R$ 6 milhões ao empresário Ronan Maria Pinto, como tinha contado em depoimento referente à AP 470. Segundo Valério, essa quantia evitaria chantagem de Ronan, que ameaçava contar o que Lula e José Dirceu tinham que ver com o sequestro e morte de Celso Daniel, que era responsável pelo programa de governo na campanha de 2002.

Mas nem esta evidência da conexão Santo André-mensalão-petrolão convence o PSDB a dobrar a oposição do relator da CPI da Petrobrás, Luiz Sérgio (PT-RJ), e levar Ronan a depor, como tem insistido a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP). É que os tucanos articulam uma aliança com o atual dono do Diário do Grande ABC para enfrentar o petista Carlos Alberto Grana na eleição municipal de Santo André. E este corpo mole pode dificultar o esclarecimento da verdade toda.

A Lava Jato já produziu fatos antes inimagináveis, como acusações contra os maiores empreiteiros do País e até a prisão de vários deles. É o caso de Otávio Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez, que presidia o Conselho de Administração da Oi na guerra das teles. Isso revela mais um investigado em mais de um escândalo. Como Pedro Corrêa e José Dirceu, acusados de receber propina da Petrobrás quando cumpriam pena pelo mensalão.

A Consuelo Dieguez, em reportagem da revista Piauí, publicada em setembro de 2012, Haroldo Lima, que tinha sido demitido por Dilma da presidência da Agência Nacional de Petróleo, disse que, no Conselho de Administração da Petrobrás, ele, a presidente e o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli só votavam como o chefe mandava. E agora Lula é investigado por eventual lobby para a Odebrecht no exterior em obras financiadas pelo BNDES, a ser devassado em breve numa CPI na Câmara.

E a Lava Jato chegou à eletricidade. Walter Cardeal, diretor da Eletrobrás que acompanha Dilma desde o Rio Grande do Sul, foi citado na delação de Ricardo Pessoa, tido como chefe do cartel do petrolão, acusado de ter negociado doação de R$ 6,5 milhões à campanha da reeleição dela. Othon Silva, presidente licenciado da Eletronuclear, foi preso ontem, sob suspeita de ter recebido propina.

Teles, fundos de pensão, Santo André, mensalão, BNDES, eletrolão e petrolão não são casos isolados. Eles compõem um escândalo só, investigado em Portugal, Suíça e EUA: é este Brasil de Lula e Dilma.


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Jose Nêumanne Pinto é jornalista, poeta e escritor

Tráfico de Orgãos:"Doutora" da Indústria do ABORTO negocia venda de partes de fetos


(Vídeo legendado)

Mais um escândalo surge no meio abortista americano. A médica Deborah Nucatola, Diretora Sênior de Serviços Médicos do conglomerado abortista Planned Parenthood, foi filmada em uma conversa para lá de natural falando sobre o mercado de tecidos humanos fetais. Isso mesmo, uma das chefes da maior empresa abortista dos EUA contou tudo sobre como funciona seu modelo de negócios: realizar aborto para separar partes dos bebês para venda.

Esse conjunto de clínicas abortistas forma uma fazenda de seres humanos, onde há preferências e consumidores ávidos a ter a melhor parte de um bebê.

(…)“I’d say a lot of people want liver. And for that reason, most providers will do this case under ultrasound guidance, so they’ll know where they’re putting their forceps. The kind of rate-limiting step of the procedure is calvarium. Calvarium—the head—is basically the biggest part.”

(…) Eu diria que muitas pessoas querem fígado. E por causa disso, muitos fornecedores realizarão os procedimentos com o auxílio de um ultrassom, para que eles saibam onde colocar o fórceps. Um fator limitador do procedimento é o calvarium. Calvarium – a cabeça – é basicamente a parte maior.”

São frases tenebrosas, contadas de um jeito tão natural quanto falar sobre o jogo de futebol do domingo.

No final a médica ainda menciona que propôs para a empresa criar um menu dos serviços e oferecer para os clientes. Os serviços, claro, são as partes retiradas dos bebês abortados.

MPF move ação contra BENÉ por fraude no Ministério das Cidades


Benedito Rodrigues Oliveira Neto, o Bené, 
é dono da empresa denunciada pelo MPF.
Enrolado em escândalos do PT, Bené é réu por fraudar licitação

O Ministério Público Federal em Brasília denunciou à Justiça nove pessoas - sete ex-funcionários do Ministério das Cidades e dois empresários - pelos crimes de peculato e fraude em licitação.

Eles são acusados de desviar R$ 2,9 milhões dos cofres públicos em um contrato para a organização de 14 eventos realizados pelo ministério. Os crimes foram cometidos entre 2007 e 2009, entre a realização do pregão eletrônico e a execução do contrato pela empresa Dialog Serviços de Comunicação – atual Due Promoções e Eventos LTDA.

O MPF também ingressou com ação por improbidade administrativa relativa aos mesmos fatos, com pedido de ressarcimento ao erário. Entre os denunciados, estão o dono da empresa Dialog, Benedito Rodrigues Oliveira Neto, o Bené, a ex-subsecretária de Planejamento do Ministério das Cidades Magda Oliveira de Myron Cardoso e o coordenador de Licitação do Ministério, Francisco de Assis Rodrigues Froés.

Bené participou das campanhas da presidente Dilma Rousseff e para o governo de Minas, transformandfo-se em um dos alvos de operação da Polícia Federal na qual foi implicada também a mulher do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT).

A ação envolvendo irregularidades no Minstério das Cidades detalha a atuação de cada um dos participantes do esquema e as estratégias que permitiram o superfaturamento do contrato. De acordo com a petição inicial apresentada pelo MPF, apenas em um dos eventos – a 3ª Conferência Nacional das Cidades, realizada em dezembro de 2007 – o grupo desviou R$ 1,2 milhão em benefício da empresa responsável pela prestação do serviço.

As investigações revelaram que as fraudes começaram ainda na fase de elaboração do edital do pregão eletrônico. A empresa Dialog teria aproveitado-se do esquema denominado “jogo de planilha” – em que se atribui preço irrisório a itens pouco utilizados e sobrepreço aos produtos mais consumidos – para vencer a licitação.

“Com um lance de apenas R$ 24.862,61, que é bastante inferior ao valor de R$ 554.050,14 previamente estimado pela Administração, a empresa Dialog Serviços de Comunicação e Eventos Ltda. saiu vencedora do certame”, enfatiza um dos trechos da ação.

Mas o que se seguiu à assinatura do contrato foi a entrega de produtos pelos valores superiores aos registrados no mercado e estabelecidos no registro de preços, que serve como uma referência para o montante máximo que a Administração poderia pagar em cada aquisição.

Como exemplo do sobrepreço, o autor da denúncia cita a constatação do Tribunal de Contas da União (TCU) de que, dos 37 itens fornecidos pela empresa durante a 3ª Conferência das Cidades, 20 estavam entre 40% e 1.559% mais caros que os contratados por outros órgãos da Administração Pública em processos licitatórios realizados no mesmo período.

Copom elevou a taxa de juros

Por Reinaldo Azevedo


Lula processa quatro jornalistas da Veja por danos morais pela matéria negada por empreiteiro da OAS

 
O mito em decadência Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu ontem produzir uma notícia pior que o novo aumento da taxa de juros Selic (14,25%) dado pelos ortodoxos membros do Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil. A assessoria do Instituto Lula levou a petelândia ao delírio ao anunciar que entrou na Justiça do Distrito Federal com uma ação por reparação de danos morais contra jornalistas da revista Veja. Lula ficou pt da vida com a reportagem de capa da última edição que tinha o título: "A vez dele"...

Os defensores de Lula se aproveitaram do fato que o advogado Edward Carvalho, que defende José Adelmário Pinheiro (mais conhecido como Léo, ex-presidente da empreiteira OAS, e tido como amigo íntimo de Lula), desmentiu a matéria de capa da Veja (que teve direito até a banner promocional gigante nas principais bancas de jornal). A publicação do grupo Abril requentou a bombástica denúncia de que Léo Pinheiro teria informações que poderiam comprovar a ligação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o esquema de corrupção da Petrobras.

Por isso, os advogados de Lula acionaram judicialmente os jornalistas Robson Bonin, Adriano Ceolin e Daniel Pereira, que assinaram a reportagem, além do diretor de Redação da publicação, Eurípedes Alcântara. Sem divulgar a íntegra da ação, o Instituto Lula proclamou: “O texto é repugnante, pela forma como foi escrito e pela absoluta ausência de elementos que possam lhe dar suporte”. Citando jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, o IL decretou: “A liberdade de comunicação e de imprensa pressupõe a necessidade de o jornalista e/ou o veículo pautar-se pela verdade”.

Léo Pinheiro chegou a ser preso em 14 de novembro de 2014, mas foi tirado da cadeia em abril por ordem do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, para ficar em regime de "prisão domiciliar" (coisa que nem o poderoso amigo de Lula, Marcelo Odebrecht, conseguiu até agora...). Lula deve estar comemorando a "fidelidade" do amigo Léo. E corre o risco até de arrumar uns trocados em cima da editora Abril, se a Justiça concordar com sua tese.

O fato gravíssimo dessa guerra judicial é que um ex-Presidente da República, em fase de tensão e impopularidade, resolve descarregar sua ira contra jornalistas.  

A Vez dele: capa da Veja que tirou Lula do sério.

Recado dado pelo Homem de Gelo

O juiz Sérgio Moro, que virou celebridade nacional pela atuação na Lava Jato, aproveitou a palestra dada ontem à noite, sobre Lavagem de Dinheiro, sob patrocínio do Instituto dos Advogados do Paraná, em Curitiba, para mandar um recado certeiro aos que lutam para combater a corrupção:

"Não devemos cair na tentação de focalizar apenas no Estado ou nas entidades privadas. É uma culpa recíproca. Penso que as esferas privadas têm muito a contribuir. As próprias empresas podem fazer isso de maneira eficaz dizendo não a propina".

Aplaudido de pé pela plateia de 400 pessoas, quando entrou e saiu do palco, Moro mandou outra mensagem:

"Queria aqui agradecer a esse apoio que a sociedade civil organizada e o público geral têm dado às investigações e ao processo relativo ao caso. Acho que juízes e profissionais de direito podem fazer é muito limitado num processo dessa magnitude se não existe forte apoio da opinião pública".

Detalhe: mais de 300 pessoas não conseguiram entrar no local do evento, e ficaram na rua, esperando Moro sair para aplaudi-lo...

Vingança do Baixinho
Quem também deve processar a Veja é o craque senador Romário Faria - candidatíssimo à Prefeitura do Rio em 2016.

Em seu Facebook, Romário postou as seguintes mensagens de ironia:
"Alguém aí tem notícias dos repórteres da revista Veja Thiago Prado e Leslie Leitão, que assinaram a matéria afirmando que tenho R$ 7,5 milhões não declarados naSuíça? E do diretor de redação Eurípedes Alcântara? Dos redatores-chefes Lauro Jardim, Fábio Altman, Policarpo Junior e Thaís Oyama? Gostaria que eles explicassem como conseguiram este documento falso".
"Chateado! Acabei de descobrir aqui em Genebra, na Suíça, que não sou dono dos R$ 7,5 milhões. Aguardem mais informações... Agora, aqueles que devem, podem começar a contar as moedinhas, porque a conta vai chegar de todas as formas. Eu não finjo ser decente, não faço de conta ser sério e pareço ser correto. Eu sou!!!"

Impedido de viajar
Preso no EB

O Comando da 5a Região Militar do Exército, em Curitiba, fornece o quarto com banheiro que guardará, por pelo menos cinco dias, o Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, ilustre preso na 16a fase (Radioatividade) da Operação Lava Jato.

Justamente por causa do Estatuto dos Militares, o três estrelas da Marinha escapou de ficar preso na Superintendência da Polícia Federal.

Aos 76 anos, afastado da Marinha desde 1994, o Almirante Othon presidiu a Eletronuclear, de 2005 até abril desde ano, sendo agora suspeito de ter recebido R$ 30 milhões em propinas pagas pelas empreiteiras que constroem a Usina Nuclear da Angra 3.

Perfeita para empreiteiros...
A imagem é da cela de primeira classe ocupada pelo traficante de drogas "Zé Roberto da Compensa" no chamado "Pavilhão Azul" do Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus, no Amazonas, que abriga um total de 1261 detentos.

O ambiente tem piso revestido com porcelanato, cama de casal, ventiladores e televisores de LED, uma cozinha equipada com louças, eletro-domésticos, faqueiro para 50 pessoas, bebedouro e jogo de panelas, um freezer horizontal, com duas portas, guarda peças de carne, inclusive de filé, e outras duas caixas de isopor contam com peixes diversos.

O luxuoso ambiente do líder da facção Família do Norte (FDN) foi descoberto em uma vistoria feita em parceria entre o Exército Brasileiro e a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas.

Monitoramento do EB

Na operação, o Exército usou a tecnologia de guerra que desenvolveu na atuação no Haiti.

O detector de metais fez uma varredura para achar objetos metálicos enterrados, como armas de fogo, facões, estoques (arma branca caseira) e celulares.

Foi mais uma demonstração de que o EB está preparadíssimo para ações de GLO (Garantia da Lei e da Ordem).

Saudando a mandioca e falando grego
Um show da ilustre personagem falando bobagens... Quem vai dar um sorriso amarelo com as brincadeiras do humorista Gustavo Mendes (clone da Anta) é o Eduardo Cunha...

Vídeo bacana
O vídeo, chamando para a manifestação de 16 de agosto é bem bacana.

Mas o mero argumento "Fora, Dilma" não resolve o problema do Brasil.

Leia, abaixo, o artigo do sociólogo e advogado Sérgio Alves de Oliveira: 

A tese correta é simples: "Posso dizer, em resumo, que apesar de abominar os governos do PT, jamais  festejarei o impeachment de Dilma, nem qualquer outra saída constitucional (renúncia, vacância ou impugnação de mandato), exceto a prevista no artigo 142 da CF (Intervenção pelo Poder Instituinte do Povo, através  das FFAA)".

Dilmagrela
Em Brasília, já se pergunta, com maldade: será que Dilma, ameaçada de cair por causa das pedaladas fiscais fora da lei, terá coragem de sair às ruas para andar de bicicleta no dia 16 de agosto?

Se a moda pega...

O governador tucano do Paraná, Beto Richa, ficou pt da vida com 80 professores que, segunda-feira passada, fizeram um inédito protesto em frente ao prédio onde mora, na Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, no Mossunguê, bairro de classe alta de Curitiba.

A bronca foi maior quando os professores entoaram cânticos para a primeira-dama e secretária do Trabalho e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, mulher do governador:

“Acorda Fernandinha Richa... Levanta fazer o café… O dia já vem raiando e o Gaeco já está de pé”.

Até então, protestos semelhantes só tinham sido organizados pelos professores em frente às casas de deputados estaduais.

Já pensou se a moda pega e o povo começar a fazer protestos na porta da casa dos políticos, pelo Brasil afora...

CPI do BNDES

O vídeo Consciência Patriótica mostra vários motivos para que se investiguem os empréstimos do BNDES para várias obras no exterior.

Fenômeno jovem

Morra de rir com o Viih Tube...

Calote oficial
Eis o permanente uso da política do é dando que se recebe...

Acontece...