segunda-feira, 21 de setembro de 2015

FundoMundistão


Cenários Políticos

Por Analista de Inteligência

Estes cenários foram recebidos em mensagem de uma pessoa que reputo inteligente e bem informada que solicitou que, caso eu a transcrevesse, protegesse seu nome e endereço. Refletindo uma opinião pessoal do missivista, sem dúvida os cenários apresentados são pessimistas e mesmo apocalípticos, mas lamentavelmente são possíveis de acontecer.

Foi retirado da transcrição da mensagem do autor as atitudes e providências que pretende tomar em cada cenário

Meu convencimento pessoal é que a crise, embora inventada e fomentada com início nos movimentos dos R$ 0,20 em 2013, hoje é real. A crise política é óbvia. Dilma imaginou ser possível fazer um governo sério, imaginou porque não é política. Quando a gente escutar reclamações sobre diálogo com o Congresso, todos sabemos muito bem o que significa. A não interferência nas apurações dos casos de corrupção mostra claramente isso. Sem poupar aliados, bandearam-se muitos para uma oposição furiosa, tipo tira essa mulher daí de qualquer maneira. O fato é que a crise política é séria e, a meu ver, irreversível. Não adquirirá mais condições de governar. Em meu pensar, ela amarelou, está perdida e sem coragem.

No campo econômico, para tentar apaziguar o “mercado”, que tinha aberto as baterias contra ela a ponto de iniciar o aumento da taxa Selic em jul/2013, indicou como ministro da fazenda um agente desses mesmos mercados. Levy  age como um quinta coluna, criando efetivamente a crise pela recessão. Não seria necessária, não fosse comprometido com os banqueiros. É bom reparar os movimentos erráticos na economia, sempre com ameaças tipo aumenta impostos, cria impostos, volta atrás depois do dano causado, inventa outra, é CPMF, não é mais, é aumento de IR, não é mais etc.

O fato é que a crise política associada à econômica gerou a uma enorme crise de governabilidade. Para uma guerra civil é daqui pra ali. A par disso tudo, situações criadas pela Funai em MS estão prestes a explodir. E  contra isso não adianta estatuto do desarmamento, a fronteira do Paraguai é ali mesmo e o acesso a armamentos é simples. Em outros pontos, como no RS, a crise está já instalada.

Cenário I

Dilma continua sangrando no governo pelo menos até o fim de 2016 sem condição de governabilidade. As agitações sociais se agravarão, pipocando greves de toda ordem e desobediências civis. Em 2016 sua chapa é cassada por qualquer motivo, Assume o mais representativo da Câmara, talvez o próprio Cunha caso não seja indiciado até lá. (provavelmente não será, pois a Câmara não dará autorização para processá-lo). São convocadas novas eleições indiretas para completar o mandato.. São desfeitos os pontos realmente importantes, como os marcos regulatórios dos portos, da internet, do pré-sal. São contraídos todos os empréstimos “necessários” para aplacar o capital, fazendo-nos retornar ao ano de 2000.

O novo Governo receberá todo o apoio da mídia, o que reduzirá a indignação popular somente aos nacionalistas radicais e aos grupos sociais ligados à esquerda, eternamente contra como o MST etc. Ainda assim, são previsíveis alguns atos revolucionários limitados.

Cenário II

Somente Dilma sofre impeachment, assume o Temer. Atenuam-se momentaneamente as pressões populares por estarem focadas na destituição da Dilma, mas os problemas continuam sem solução, agravados pela preocupação do PSDB em evitar que Temer faça um governo que agrade (o que seria mesmo pouco provável) e faça o seu sucessor Terá um ocaso semelhante ao governo Sarney, pois não controla mais o PMDB, hoje nas mãos do Cunha

Cenário III

Dilma é derrubada ainda em 2015. O Brasil é suspenso do Mercosul e este se desmancha. Haverá atos de terrorismo pelo território nacional, pois embora a baixa popularidade de Dilma, não significa que o mesmo número deseje a queda dela, Lula ainda tem um apelo popular e é capaz de mobilizar alguma massa. Tirar Lula de circulação somente agravará a questão e precipitará acontecimentos.

Cenário IV

Independente dos cenários I, II e III a situação se agrava e ocorrem confrontos armados, iniciando no Mato Grosso do Sul. Há combates de guerrilhas. Em alguns estados eclodem movimentos separatistas, inicialmente pacíficos e mesmo se declarando provisórios, mas com o cheiro da pólvora, os movimentos tomam feição militar, mais forte no Rio Grande do Sul, que se rebela e declara sua independência, e os movimentos ganham força em alguns outros estados, inclusive São Paulo.

As forças de segurança são obrigadas em atuar em diversas frentes, a ONU reconhece o estado de beligerância. O Brasil se esfacela, como é de interesse e objetivo dos “mercados”. Os comandos das Forças Armadas se posicionarão em defesa da unidade nacional, mas poderá haver defecções, quer por bairrismo, quer por parte da tropa não aceitar o Governo, pois não haverá mais uma figura tipo Pedro II, estaremos muito mais em mãos de gente tipo Floriano e Prudente de Moraes. Entre as facções em choque, devido ao radicalismo que se exacerba haverá quem haja como Moreira Cesar.

Mesmo improvável, este é um cenário que precisamos evitar, mas pode acontecer e é sobre isso devemos pensar. As cidades poderão se tornar ambientes hostis e perigosos, num ambiente a lembrar Mad Max. Suprimentos podem se tornar difíceis, energia, combustível e água sabotadas. As famílias que puderem se refugiarão em fazendas e cuidarão da própria defesa, como na Idade Média e cuidarão de produzir seus próprios alimentos. Nos grandes núcleos urbanos, além do desabastecimento e do colapso dos serviços pode haver o caos com multidões procurando o que comer, primeiro nos supermercados, depois nas casas ...


Fonte: Alerta Total



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(Omitido o nome do autor original) Transcrito por Gelio Fregapani, Escritor e Coronel da Reserva do EB.

DOBREM A LÍNGUA E A NOVILÍNGUA!


De uns tempos para cá, a novilíngua gramscista encontrou no sufixo "fobia" um pé-de-cabra semântico muito útil ao seu trabalho desonesto no plano da cultura. Basta aplicar o sufixo a um determinado vocábulo para impor silêncio à divergência. Assim, por exemplo, a palavra xenofobia tem sido usada em relação a quem considere excessivamente permissivo o ingresso no Ocidente de imigrantes oriundos do mundo islâmico. Os mais exaltados chegam a identificar essa atitude com o nazismo, como se simples recomendações à prudência equivalessem à construção e uso extensivo de câmaras de gás. E não faltam papagaios para, desde seus poleiros nos meios de comunicação, correntinha ideológica presa à perna, repetirem incessantemente a mesma tolice: "Xenofobia! Xenofobia!".

Ora, o Islã político (dificilmente dissociável do ensino do Profeta) assusta o mundo, insistente e desabridamente. Ataca o Ocidente com ameaças, palavras e obras. É a jihad, que já conta 15 séculos. Não há paz onde ela se manifesta. Um enorme conjunto de organizações terroristas proclamam seu objetivo de acabar com os "infiéis" (ou seja, eu e vocês que me leem). O dito califado, do autodenominado "Estado" islâmico, explicita acima de qualquer dúvida intenções de espalhar pelo mundo seu poder e as monstruosidades que pratica na Síria e no Iraque. Não há limites à sua demoníaca malignidade. Então, a prudência não pode ser desprezada, como não a desprezaríamos em nossas casas ao acolher alguém.

Aqui no Brasil, setores da mídia ainda não decidiram se: 1) o capitalismo acabou, a Europa quebrou e viva o socialismo!, ou 2) o capitalismo é um sucesso e a Europa, rica, deve acolher com generosidade os infelizes da Terra. Para eles, porém, num caso ou noutro, em quaisquer circunstâncias, hoje e sempre, o Ocidente é culpado de tudo.

Não nego que a xenofobia pode se manifestar em qualquer sociedade. Inclusive entre os ocidentais que odeiam o Ocidente. Pode, mas não é essa a regra. Quem pôs fogo num imigrante senegalês em Santa Maria é indivíduo enfermo, portador de uma fobia que merece contenção e tratamento. Essas pessoas não são representativas de coisa alguma, exceto da própria enfermidade.

O que escrevo e descrevo não é difícil de entender, mas pode se tornar incompreensível se os conceitos forem espancados até formarem uma massa única e disforme, como pretendem os papagaios da ideologia. Se o mesmo viés fosse usado para todas as manifestações dessas mesmas pessoas, teríamos que criar os vocábulos e correspondentes execrações públicas para os "cristofóbicos", os "meritofóbicos", os "machofóbicos", os "brancofóbicos", os "milicofóbicos", "europofóbicos" e assim por diante.

Então, ativistas, dobrem a língua e a novilíngua. Saibam: o uso desonesto do vocabulário para difundir conceitos errados com fins políticos é apenas mais uma dentre as muitas formas em que a corrupção se manifesta.


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Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

SOMOS O PT E JÁ DEMOS O GOLPE COMUNISTA NO BRASIL ... SERÁ ???


NUM GOVERNO RUIM COM O ATUAL, O MENOS PODE SER MAIS

Por Luiz Tito - O Tempo


José Aparecido de Oliveira, sem favor algum, foi um dos homens públicos mais influentes de Minas. Deputado Federal por duas legislaturas, secretário de Estado, ministro, governador do Distrito Federal e embaixador do Brasil em Portugal, José Aparecido, mais do que isso, sempre foi lembrado quando a necessidade era a construção política. Secretário de Jânio Quadros, na campanha na qual esse enfrentou e venceu o Marechal Lott na disputa para a Presidência da República, Aparecido certa vez alertou Jânio para o desempenho da campanha do Marechal, que se fazia presente em todo país. Jânio, sem receio dessa caminhada, retrucou: “Aparecido meu bem; onde não pudermos ir, o Marechal vai por nós”.

O Marechal Lott, cuja postura nacionalista, corajosa e independente emoldurava sua personalidade, não era um homem de votos. Onde ia Lott, Jânio se transformava em favorito.

Essa realidade é mais ou menos o que tem sucedido com o ativismo da presidente Dilma Roussef, em especial, quando faz seus desastrados pronunciamentos. Meu Deus! A oposição não tem projeto, não tem mensagem, não tem nomes, líderes e, em resumo, não tem trabalho. Tal como o governo, politicamente, sua construção é um jogo de setenta erros, suas iniciativas estão sempre em descompasso com a realidade, suas prioridades são equivocadas e, pior, suas ações emergem de onde nunca poderiam acontecer. Ambos pecam com vontade e determinação.

UNANIMIDADE CONTRA

No governo, em seu ministério, por exemplo, falemos da figura de Aloizio Mercadante. Raras vezes nesses últimos tempos se ouviu aprovação tão unânime como a que se deu na semana passada, quando a “Folha de São Paulo” noticiou a decisão de Dilma de substituí-lo.

Vivas em todo país, show de fogos, a Bolsa subiu, o Dólar quis baixar até o momento em que Dilma, com o seu melhor penteado, magrinha e esbelta, veio à TV para dizer que nunca pensara em substituir o infeliz Aloizio. Ninguém quer Mercadante. Na sua anunciada saída, somente o Estado de SP se irritara com a possibilidade de tê-lo de volta, mas Dilma não. Amarrou-o na cadeira onde Mercadante está sentado.

EVA CHIAVON

Outro fato da mesma safra, apenas para ficarmos nas debilidades mais recentes foi a iniciativa da secretária do Ministério da Defesa, Eva Chiavon, de retirar da gaveta onde estava há três anos dormindo, junto com sua lixa de unhas, o Decreto 8515, uma piração que retirava dos ministros militares faculdades meramente formais e funcionais, deixando-as como prerrogativas únicas do ministro Jacques Wagner, titular da pasta.

O país não mudaria em nada com essas mudanças, mas Chiavon queria meter sua colher, deixar sua marca. E que marca. O ministro baiano estava numa chatice na China, naturalmente vendo equipamentos e armamentos da indústria local, assunto com o qual não tem qualquer relação. Jacques Wagner é ministro da Defesa, não do ataque e quer a paz dos terreiros da Bahia ao meio-dia.

Se houvesse espaço, ficaríamos aqui, o dia e a noite, relatando o quanto muitas vezes o fazer nesse governo tem sido desastroso. Se Dilma tivesse menos ministérios, menos assessores, se talvez trabalhasse apenas das 9h às 17h, o orçamento seria enxugado, a folha ficaria mais barata e o país, quem sabe, sofreria menos. Fica a sugestão.


SOCIALISMO/COMUNISMO E A SUBVERSÃO DA CULTURA CRISTÃ


domingo, 20 de setembro de 2015

O impedimento de Dilma e uma decisão estúpida



Nesta edição do #ProntoFalei, o comentarista político Reinaldo Azevedo fala sobre dois assuntos. O primeiro é a decisão das oposições que protocolaram nesta quinta (17) uma denúncia contra a presidente Dilma Rousseff. Reinaldo explica o que se segue após isso e comenta também a fala da presidente, que criticou a oposição e voltou a acusá-la de golpe. O segundo assunto é a decisão do STF, por 8 votos a 3, de proibir o financiamento privado de campanhas políticas. Segundo Reinaldo, o dinheiro de caixa dois atingirá proporções estratosféricas.

Em louvor de Lula


É fácil chamá-lo de ladrão, de vigarista, do diabo. Mas o fato é que essas críticas se baseiam num critério de idoneidade administrativa que só vale no quadro da “moral burguesa” e que, em toda a literatura marxista, não passa de objeto de zombaria.
Nem mesmo o enriquecimento pessoal ilícito pode ser alegado seriamente contra ele, pelos cânones da moral revolucionária.

Na peça teatral Processo e Morte de Stalin, de Eugenio Corti – escritor da estatura de um Manzoni ou de um Tolstoi --, o ditador soviético convida alguns de seus ministros e assessores para um jantar na sua casa de campo, na intenção de prendê-los e sacrificá-los num dos seus célebres “expurgos”. Eles descobrem o plano e decidem virar o jogo. Desarmam os guardas da casa e já estão quase liquidando com um tiro na nuca o velho companheiro, quando surge a idéia de lhe dar uma última oportunidade de se explicar perante o tribunal do materialismo histórico. O que se segue é uma obra-prima de argumentação dialética, na qual Stalin logra demonstrar, ante os olhos estupefatos de seus executores, que os crimes que perpetrou não foram jamais traições aos ideais revolucionários, mas sim a realização fiel, exata e genial dos princípios do marxismo-leninismo nas circunstâncias históricas dadas. Os conspiradores admitem que ele tem razão, mas resolvem matá-lo mesmo assim.


Para confirmar o dito de Karl Marx de que as tragédias históricas se repetem como farsas, alguém deveria escrever uma peça similar sobre o sr. Luiz Inácio Lula da Silva. Qualquer estudioso de marxismo que tenha feito a sua lição de casa – um tipo que, admito, é uma raridade absoluta tanto na esquerda quanto na direita hoje em dia --, tem a obrigação de perceber que, do ponto de vista da estratégia revolucionária, Lula nada fez de errado. Ao contrário. Seguiu a receita fielmente, com um fino senso dialético das condições objetivas, dos momentos e das oportunidades, logrando realizar o quase impossível: salvar da extinção o movimento comunista latino-americano e colocá-lo no poder em uma dúzia de países. Fidel e Raul Castro jamais puseram isso em dúvida. As próprias Farc reconheceram-no enfaticamente, na carta de agradecimento que enviaram ao XV aniversário do Foro de São Paulo. Mais ainda: no seu próprio país, Lula foi o líder e símbolo aglutinador da “revolução cultural” que deu aos esquerdistas o completo controle hegemônico das discussões públicas, ao ponto de que praticamente toda oposição ideológica desapareceu do cenário, sobrando, no máximo, as críticas administrativas e legalísticas que em nada se opunham à substância dos planos revolucionários. Isso nunca tinha acontecido antes em país nenhum. O próprio Lula, consciente da obra realizada, chegou a celebrar a mais espetacular vitória ideológica de todos os tempos ao declarar que, na eleição presidencial de 2002, o Brasil havia alcançado a perfeição da democracia: todos os candidatos eram de esquerda.


É fácil chamá-lo de ladrão, de vigarista, do diabo. Mas o fato é que essas críticas se baseiam num critério de idoneidade administrativa que só vale no quadro da “moral burguesa” e que, em toda a literatura marxista, não passa de objeto de zombaria. O que aconteceu foi apenas que Lula, como todo agente do movimento comunista internacional que não chega ao poder por meio de uma insurreição armada e sim por via eleitoral, como foi também o caso de Allende no Chile, teve de fazer alianças e concessões – inclusive e principalmente ao vocabulário da “honestidade burguesa”—com a firme intenção de jogá-las fora tão logo começassem a atrapalhar em vez de ajudar. Tanto ele quanto seu fiel escudeiro Marco Aurélio Garcia foram muito explícitos quanto a esse ponto: ele, em entrevista a Le Monde; Garcia, a La Nación. Mover-se no meio das  ambigüidades de uma conciliação oportunista entre as exigências estratégicas do movimento revolucionário e os interesses objetivos dos aliados capitalistas de ocasião é uma das operações mais delicadas e complexas em que um líder comunista pode se meter. Mas, pelo critério dos resultados obtidos – o único que vale na luta política --, o sucesso do Foro de São Paulo é a prova cabal  de que Lênin, Stálin ou Fidel Castro, no lugar de Lula, não teriam feito melhor.


Nem mesmo o enriquecimento pessoal ilícito pode ser alegado seriamente contra ele, pelos cânones da moral revolucionária. De um lado, em todos os clássicos da literatura comunista não se encontrará uma única palavra que sugira, nem mesmo de longe, que o compromisso de fachada com a “moral burguesa” deva ser cumprido literalmente como guiamento moral da pessoa do líder, ou mesmo do menor dos militantes. De outro lado, é fato histórico arquicomprovado que todas as estrelas maiores do cast comunista enriqueceram ilicitamente – Stalin, Mao, Fidel Castro, Pol-Pot, Allende, Ceaucescu --, sendo uma norma tácita que tinham até a obrigação de fazê-lo, de preferência com contas na Suíça, para ter os meios de resguardar-se e reiniciar a revolução no exterior em caso de fracasso do projeto local. O próprio Lênin só não chegou a poder desfrutar do estatuto de nababo porque semanas após a vitória da Revolução a sífilis terciária, cumprindo seu prazo fatal, o reduziu a um farrapo humano. Como dizia Yakov Stanislavovich Ganetsky (também chamado Hanecki), o mentor financeiro de Lênin, “a melhor maneira de destruirmos o capitalismo é nós mesmos nos tornarmos capitalistas”.


O movimento revolucionário sempre viveu do roubo, da fraude, do contrabando, dos seqüestros, do narcotráfico e, nos países democráticos onde chegou ao poder, do assalto aos cofres públicos. Lula não inventou nada, não inovou em nada, não alterou nada, apenas demonstrou uma habilidade extraordinária em aplicar truques tão velhos quanto o próprio comunismo.


No tribunal da ética revolucionária, portanto, nem uma palavra se pode dizer contra ele. As críticas só podem provir de três fontes:


a) Reacionários empedernidos, frios, desumanos e incompreensivos como o autor destas linhas, que não condenam Lula por desviar-se do movimento revolucionário e sim por permanecer fiel ao esquema de destruição civilizacional mais cínico e diabólico que o mundo já conheceu.


b) Aliados burgueses insatisfeitos de que ele viole de maneira demasiado ostensiva as regras da moral capitalista, sujando a reputação de quem só quer ajudá-lo.


c) Esquerdistas com precária formação marxista, que não entendem a natureza puramente tática da retórica burguesa de idoneidade administrativa e imaginam – ou se esforçam para imaginar diante do espelho -- que a roubalheira seja uma traição aos ideais revolucionários.


Os primeiros são os únicos que dizem o português claro: a roubalheira petista não é um caso de “corrupção” igual a tantos outros que a antecederam, mas é um plano gigantesco de apropriação do dinheiro público para dar ao movimento comunista o poder total sobre o continente.


Os segundos, ideologicamente castrados, imaginam poder vencer ou controlar o comunopetismo mediante simples acusações de “corrupção” desligadas e isoladas de qualquer exame da sua retaguarda estratégica. Inclui-se aí toda a grande mídia brasileira, com a exceção de alguns colunistas mais ousados como Reinaldo Azevedo, Percival Puggina e Felipe Moura Brasil.


Os terceiros macaqueiam o discurso dos segundos na esperança de salvar a reputação do movimento revolucionário mediante o sacrifício de uns quantos “corruptos” mais visíveis. Nas suas mentes misturam-se, em doses iguais, a falsa consciência, o fingimento histérico de intenções angélicas e o desejo intenso de limpar com duas palavrinhas tardias uma vida inteira de serviços prestados ao mal.


Não espanta a pressa obscena dos segundos em celebrar estes últimos como heróis nacionais. Vêem neles uma ajuda providencial para tomar do parceiro incômodo o controle da aliança sem ter de passar por anticomunistas, uma perspectiva que os horroriza mais que o risco do paredón.


Publicado no Diário do Comércio.



Quem gastou com extintor sente-se enganado



Foi publicada hoje no diário oficial a decisão do Conselho nacional de trânsito que diz que os extintores em carros deixarão de ser obrigatório. A medida irritou motoristas e lojistas que já tinham investido nos equipamentos.

NO DESESPERO, LULA PEDE A CUNHA PARA SEGURAR IMPEACHMENT

Por Vera Rosa - Estadão

Lula reconhece que Cunha 
pode derrubar o governo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta sexta-feira, 18, em Brasília, com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Preocupado com o avanço de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, Lula pediu a Cunha que segure os pedidos de afastamento.

Na avaliação do ex-presidente, se um processo assim começar a tramitar na Câmara, será muito difícil conter a pressão das ruas. Para Lula, a situação de Dilma é “gravíssima” e o governo precisa do apoio do PMDB para que a presidente consiga aprovar o pacote fiscal e terminar o mandato.

Cunha rompeu com o governo em julho por avaliar que o Palácio do Planalto está por trás das acusações contra ele. O presidente da Câmara foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal, por corrupção e lavagem de dinheiro, no rastro do escândalo da Petrobrás.

PEDIDO DE BICUDO

Cunha recebeu quinta-feira o aditamento ao principal pedido de impeachment contra Dilma. A entrega foi feita pelo jurista Miguel Reale Jr. e por uma filha de Hélio Bicudo – um dos fundadores do PT -, com apoio dos principais líderes de partidos de oposição, como o PSDB e o DEM, e de dissidentes da base aliada, incluindo políticos do PMDB. O pedido diz que Dilma cometeu crime de responsabilidade, cita o escândalo de corrupção na Petrobrás e as pedaladas fiscais.

O Tribunal de Contas da União (TCU) ainda examina as contas de Dilma. A possível rejeição do balanço também poderá abrir caminho para abertura de um processo de impeachment.




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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Será preciso dizer mais alguma coisa? O governo Dilma já acabou, não existe mais. Estão tentando apenas prolongar a agonia. (C.N.)

Resumo da Palestra do General Mourão

Por Tulio Milman

Um general de exército, diante de uma platéia composta por civis e militares, completamente aberto ao diálogo. Aconteceu ontem, em Porto Alegre, na abertura de um evento organizado pelo CPOR. (OBS: muitos civis, inclusive alunos de faculdades. militares da reserva e alunos CPOR). 

O Comandante Militar do Sul, General Antônio Mourão, expôs suas visões sobre o Brasil contemporâneo para um auditório lotado. “São as minhas opiniões”, deixou claro antes de começar. Alguns dos posicionamentos de Mourão, um dos militares mais influentes do país:

Sobre a política no Brasil:

- “Os políticos viraram escravos das pesquisas de opinião. Esquerda e direita se encontram na corrupção”.

- “Cadê o líder aqui na América do Sul? Temos algumas figuras de folclore”.

- “Não é possível que um governo tenha 22 mil cargos de confiança para nomear”.

Sobre relações exteriores:

- “O Itamaraty foi bypassado pelo Foro de São Paulo. É ele que dá o ditame de uma diplomacia paralela”.

Sobre o papel do Exército:

- “Nós sabemos como fazer. O que fazer tem que ser definido pelo conjunto da sociedade”.

- “O emprego do Exército na segurança pública deve ser limitado no tempo e no espaço. Somos treinados para outra coisa. Mas a gente não escolhe missão”.

Sobre a qualidade das informações passadas aos governantes:

- “Quem decide precisa de uma agência de inteligência forte. Hoje, nossos agentes são escolhidos por concurso e têm seus nomes publicados no Diário Oficial. O Brasil é o único país do mundo onde isso acontece”.

Sobre o desfecho da crise política:

Mourão identifica quatro cenários possíveis para o Brasil.

- 1. Sobrevida – Mesmo enfraquecido, o governo Dilma chega ao final do mandato.

- 2. Queda controlada – Dilma renuncia ou se afasta por iniciativa própria, negociando a transição.

- 3. Renovação – Descontinuidade do governo com novas eleições.

- 4. Caos.



Fonte: Alerta Total



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Túlio Milman escreve o Informe Especial na página 2 do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, onde o resumo da palestra do General de Exército Antônio Mourão, no CPOR, foi publicada em 16 de setembro de 2015.

Eduardo Bolsonaro massacra petista em debate sobre desarmamento


sábado, 19 de setembro de 2015

Quem sabe faz a hora

Por Maynard Marques de Santa Rosa

O Brasil enfrenta uma crise de final de ciclo, caracterizada pela fadiga de um modelo político. Em 1947, nas aulas que ministrou na Universidade de Indiana (EUA), o sociólogo Gilberto Freyre traduziu o fenômeno: “Trata-se da fadiga do povo em face de seus líderes, que induz os mesmos efeitos da fadiga industrial entre os operários”.

A catarse deflagrada pela operação “Lava-Jato” invalida a governabilidade e alimenta a pressão por mudança, surpreendendo a oposição. O Eclesiastes prevê que: “Tudo tem o seu tempo determinado: há tempo de plantar e de colher”. O petismo já colhe os frutos da rejeição. O escândalo de cada dia, tornado rotina pelo ruído da mídia, transfere o noticiário policial para a agenda política, a ocupar o espaço de debate das questões nacionais.

Com o centro de decisão paralisado, aprofunda-se a recessão econômica, mas o ambiente político continua estagnado: muita discussão e pouca decisão. Mantidos os parâmetros atuais, nada se pode esperar dos atores políticos, salvo a insegurança jurídica que nasce dos surtos incoerentes de um governo desnorteado.

Os sintomas de alienação do governo já se faziam notar no final do ano passado. Em novembro, durante entrevista ao “Globo News”, o ministro Mercadante, indagado sobre a posição da presidente nas eleições para o comando da Câmara dos Deputados, respondeu com uma arrogância sintomática: “A presidenta (sic) vetou o nome de Eduardo Cunha para presidente da Câmara”.

O poder executivo não é capaz de discernir a realidade. As atitudes inseguras da mandatária encaixam-se no terceiro caso da classificação de Maquiavel sobre líderes políticos: “Há três tipos de cérebro: o que compreende por si só, o que discerne aquilo que outros compreendem e o que não compreende nem por si só nem por meio dos outros. Este último não serve para ser príncipe” (O Príncipe, cap. XXII).

Enquanto isso, os partidos permanecem inertes, mais preocupados em negociar as próprias conveniências do que em assumir a responsabilidade que lhes foi confiada. Certamente, há expectativas paralisantes, pelo envolvimento de novos atores nas fraudes milionárias, sobretudo, no universo dos avalistas do regime. Além disso, a cultura nacional indica que o papel do povo nas crises do poder sempre foi irrelevante.

No entanto, a opinião pública ganhou consciência da situação, antes mesmo dos seus representantes políticos, e já clama por mudança, o que torna perigoso um possível “acordão”. A paciência diminui na justa proporção do desemprego e da taxa de inflação.

Esgotada a esperança, pode eclodir o protagonismo das massas, invariavelmente, cego, arquetípico e vulnerável ao oportunismo e à baderna. Afinal, mantém-se viva a sugestão longamente inculcada: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!”.


Fonte: Alerta Total

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Maynard Marques de Santa Rosa é General de Exército, na reserva.

DILMA RESISTE À PRESSÃO DE LULA E MANTÉM MERCADANTE

Deu em O Globo

Em reuniões entre a tarde de quinta-feira e a manhã desta sexta-feira entre a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula, e ministros petistas, Dilma deixou claro que não irá tirar Aloizio Mercadante da Casa Civil e pediu união de todos em defesa do pacote de ajuste fiscal que corta despesas e prevê a recriação da CPMF. A coluna Panorama Político já tinha confirmado a permanência do petista na tarde de ontem.

Desde o ano passado, senadores e deputados de partidos aliados têm reclamado da relação com Mercadante. O PMDB do vice-presidente Michel Temer e Lula mantêm Dilma sob forte pressão para mudá-lo de função.

Em conversa com Dilma no fim da tarde de ontem, Lula novamente pediu a saída de Mercadante. E hoje pela manhã, o ex-presidente se reuniu com o chefe da Casa Civil para conversar sobre a crise no governo.

A aliados, na passagem por Brasília, Lula fez duras críticas ao “número 2” do governo Dilma. Disse que Mercadante “não tem condições de permanecer no cargo” porque o principal aliado, o PMDB, não aceita interlocução com ele. O ex-presidente afirmou ainda que Dilma precisa prestigiar o partido do seu vice-presidente.

REDUÇÃO DE MINISTÉRIOS

Na avaliação de Lula, sua sucessora deveria, antes de anunciar a redução e consequente reforma ministerial, chamar todos os partidos aliados para uma negociação e não apenas para avisá-los das mudanças. Ele também pregou que o PMDB volte à articulação política do governo.

— Ou abraça o urso, ou morre — disse um amigo de Lula que participou das conversas.

O ex-presidente avalia que o chefe da Casa Civil “blinda” Dilma de más notícias, criando uma redoma em sua volta, além de não ter boa interlocução no Congresso. No entanto, Dilma tem em Mercadante seu principal aliado no governo. Ela compara seu ministro ao papel que teve Gilberto Carvalho na gestão de Lula, como chefe de gabinete. Lula o considerava imprescindível.

MAIS UMA CRISE

Depois da conversa com Dilma ontem, Lula participou de uma reunião com ministros do PT e sem a presença de Mercadante, para conversarem sobre os rumos do governo e os desacertos políticos. Ele está incomodado com a falta de poder nas decisões em um momento tão delicado. Um aliado do ex-presidente relatou ao Globo reclamação de Lula de que Dilma o escuta, mas não ouve de fato o que diz.

Aos petistas, o ex-presidente disse que concorda com a recriação da CPMF, mas discorda da condução da política econômica. Usou o termo “errática” e avaliou que o Planalto e a equipe econômica precisam achar uma forma de proteger as camadas mais pobres.

Além das críticas a Mercadante, o ex-presidente centrou fogo em outro ministro petista, José Eduardo Cardozo (Justiça). O ex-presidente repetiu que ele perdeu o controle sobre a Polícia Federal e sobre as informações relacionadas à Operação Lava-Jato.

Protesto contra o ajuste fiscal fecha AV. Paulista



Dois protestos contra o governo e as medidas do ajuste fiscal interditaram hoje a Avenida Paulista durante toda a tarde.

ARRECADAÇÃO DESPENCA 9,32%


De Janeiro a Agosto, arrecadação da Receita Federal 
totalizou  R$ 805 bilhões, com queda real de 3,68% 
(Foto: EBC)
Arrecadação em agosto tem pior resultado em cinco anos

No mês passado, arrecadação federal caiu para r$ 93,7 bilhões

Com a crise econômica afetando a atividade econômica e o pagamento de impostos, a arrecadação de tributos pela Receita Federal registrou queda pelo quinto mês consecutivo. Dados divulgados pelo órgão mostram que o recolhimento de impostos e contribuições federais somou R$ 93,738 bilhões em agosto, uma queda real de 9,32% na comparação com o mesmo mês de 2014. Houve queda nominal de 0,68%. Foi o pior desempenho para meses de agosto desde 2010. 

A arrecadação veio dentro do intervalo das estimativas coletadas pela Agência Estado, de R$ 90 bilhões a R$ 104,50 bilhões, e abaixo da mediana de R$ 96,885 bilhões. De janeiro a agosto, período de Joaquim Levy à frente do Ministério da Fazenda, a arrecadação federal somou R$ 805,814 bilhões, um recuo real de 3,68% e nominal 4,41% na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor é o menor para o período desde 2010. 

As desonerações concedidas pelo governo resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 71,55 bilhões entre janeiro e agosto, valor 11,54% superior ao mesmo período do ano passado. Em agosto, as desonerações concedidas pelo governo totalizaram R$ 7,89 bilhões, 2,65% menor do que no mesmo mês de 2014 (R$ 8,11 bilhões).

A desoneração de folha de pagamento custou R$ 2,01 bilhões em agosto e R$ 16,1 bilhões nos oito primeiros meses do ano. 

Empresas. A arrecadação de tributos ligados à produção e à lucratividade das empresas registrou queda expressiva em agosto. O recolhimento da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) teve queda real de 38,47% em relação ao mesmo período de 2014, de R$ 5,54 bilhões em agosto do último ano para R$ 3,4 bilhões no mês passado.

Somente a CSLL paga por entidades financeiras caiu 49,21%, de R$ 1 bilhão no ano passado para R$ 464 milhões em agosto deste ano.

O Imposto de Renda Pessoa Jurídica caiu 33,7%, para R$ 6,361 bilhões em agosto deste ano, ante R$ 9,594 bilhões no mesmo período de 2014. Já o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) registrou queda de 10,43%, de R$ 4,404 bilhões em agosto de 2014 para R$ 3,945 bilhões em agosto deste ano.

Houve queda também no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), de 28,09%. No Imposto de Renda Retido na Fonte, houve alta real de 0,23%. 

A Receita arrecadou R$ 2,248 bilhões em agosto com o Refis. Segundo relatório, o resultado é 68,47% inferior ao mesmo período do ano passado. O Fisco informou que a arrecadação em agosto, excluindo o Refis, foi de R$ 91,49 bilhões ante R$ 87,25 bilhões no ano passado. Mesmo com a exclusão do Refis, a arrecadação apresenta uma queda real de 4,26%. 

Ajuste nas contas. O governo anunciou corte de R$ 26 bilhões nas despesas na semana passada, adiou reajustes a servidores públicos, elevou vários impostos e propôs a volta da CPMF por quatro anos com alíquota de 0,2%. Sob a justificativa de que o novo imposto do cheque ajudará a cobrir o rombo da Previdência, o Planalto decidiu enfrentar a resistência de empresários e do Congresso para obter R$ 32 bilhões da CPMF com uma proposta de emenda à Constituição (PEC), que exige três quintos dos votos em dois turnos na Câmara e no Senado.


As medidas devem ajudar o governo a reverter um déficit de R$ 30,5 bilhões no Orçamento de 2016. As propostas transformam o rombo de 0,5% do PIB em um superávit de 0,7% no próximo ano ou R$ 34,4 bilhões. (AE)

Governo do PT insiste na ideologia de gênero, à revelia do Congresso

Por Hermes Rodrigues Nery

Apesar de encontrar enorme resistência no campo legislativo, Governo pretende utilizar o MEC para disseminar a ideologia de gênero nas escolas.

Após a ideologia de gênero ser rejeitada de modo retumbante no Plano Nacional de Educação, bem como nos planos regionais e municipais, o governo do PT insiste na agenda de gênero, instituindo, através do Ministério da Educação,o Comitê de Gênero [http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=16&data=10%2F09%2F2015], no mesmo dia em que a feminista Judith Butler encerrava sua primeira visita ao Brasil. O governo quis com isso expressar seu compromisso com as organizações internacionais, dando apoio a uma agenda que há tempos tais organismos buscam implantar no país, a todo custo e de todo modo, apesar de encontrar enorme resistência no campo legislativo.

Cabe lembrar que tal empenho do governo vem se intensificando ainda mais, e que no Plano Nacional de Direitos Humanos [http://www.jornaluniao.com.br/...] (PNDH3), em 2009, havia decidido abarcar "todas as áreas da administração" e "fato inédito de ele ser proposto por 31 ministérios", "estruturado em seis eixos orientadores, subdivididos em 25 diretrizes, 82 objetivos estratégicos e 521 ações programáticas", feito para ser não uma política de governo, mas a política do Estado brasileiro, com o Ministério da Educação, de modo especial, colocado à frente de tal empreitada para disseminar uma ideologia anárquica, na rede pública de ensino, a contento das fundações internacionais e de agências da ONU, etc. 

Tal ideologia é sustentada por organizações que “desfrutam de um retorno financeiro garantido e que se tornaram, no campo da sexualidade humana, uma fonte de lucro e um veículo da secularização planificada”, como explica Dorotas Kornas-Biela, e que o Estado favorece quando capitulado diante de tão vis interesses, que em nada dignificam, mas degradam a pessoa humana.

Diz ainda Kornas-Biela que “a pornografia, a droga, a prostituição, a contracepção e o aborto são indústrias organizadas, cujo capital é posto a serviço de uma ideologia, que é contra a vida humana, a família e, frequentemente, contra a Igreja Católica. Os objetivos de tais indústrias são a destruição da família e a secularização, para alcançar os meios pelos quais se toleram alguma forma de depravação e violência sexual em relação às crianças. Estas forças operam secretamente no espírito da era pós-moderna. Publicamente, ao invés, o comportamento destas estruturas (mídia, organizações, resoluções tomadas em consequência de conferências nacionais e internacionais) é de forte recusa em relação a violência sexual contra as crianças, todavia, não é por acaso que este fenômeno, nas suas formas de depravação, está em contínuo aumento”.

Urge portanto que Comitê de Gênero criado pelo MEC [http://g1.globo.com/edu...], seja questionado pelo Congresso Nacional, ainda mais tendo em vista de que o parlamento brasileiro votou contra a ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação, pois aceitar a existência desse comitê é atentar contra a própria democracia, capitulando-se diante do Executivo, que age, dessa forma, à revelia do Legislativo. É preciso então a soma de esforços para mobilizar novamente os parlamentares e outros tomadores de decisão, para não apenas questionar o Ministro da Educação, como para vetar tal iniciativa.




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Hermes Rodrigues Nery, especialista em Bioética (PUC-RJ), é presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família. E-mail: hrneryprovida@uol.com.br


MST - Milícia Socialista Comunista


sexta-feira, 18 de setembro de 2015

A Revolução Brasileira está em andamento

 
Lula, Dilma e demais companheiros (ou comparsas) de desgoverno resolveram radicalizar o discurso e ampliar ações radicais contra inimigos e adversários políticos porque perceberam um fato para o qual a mídia amestrada tupiniquim prefere censurar ou ignorar: está em andamento a revolução brasileira - na qual os segmentos esclarecidos da sociedade perceberam que têm plenas condições de se unir e exercer, diretamente, seu Poder Instituinte, Originário, para promover uma Intervenção Constitucional no Brasil.

Essa é a maior novidade dos últimos tempos. Um simples magistrado federal, no caso Sérgio Fernando Moro, e os membros da Força Tarefa da Lava Jato conseguiram uma façanha política institucional de alcance impressionante. O trabalho profissional deles, como cidadãos e servidores públicos que agem com ética, moralidade e publicidade, desmoralizou e derrotou o criminoso projeto político do governo do crime organizado, que se esconde por trás de supostas boas intenções ideológicas, reunidos no Foro de São Paulo - entidade que hoje qualquer um sabe o que representa contra as liberdades individuais, tentando impor seu projeto bolivariano para a América Latina.

Por isso, não adianta perder tempo discutindo quando e se Dilma cairá. Ela é consequência. E não a causa do problema maior. Seu chefão $talinácio, que agora resolveu se defender pela via judicial, já que foi desmoralizado pelos acontecimentos na vida política, também é um falso gigante com a expressão de uma gota d´água em pleno Rio Amazonas. Lula e tantos outros iguais a ele são consequências do sistema e das estruturas que precisam ser mudadas, urgentemente, no Brasil. Eles estão pts da vida e muito assustados porque a sociedade percebeu, em maioria esmagadora, que é preciso mudar - começando por eles...

Nossas crises (política, econômica e moral) são todas estruturais - e não conjunturais. Por isso, se ficar claro que é preciso mexer e modificar, urgentemente, a estrutura, como está acontecendo agora, as transformações positivas acontecem mais depressa - ou na hora certa que a sabedoria histórica determina. Por isso, é hora de união dos segmentos esclarecidos da sociedade, para preparar as grandes mudanças, que são inevitáveis. Nos municípios, a partir das ações para reduzir salários de vereadores, o povo está exercendo seu protagonismo histórico, na melhor prova de cidadania e consciência de que os problemas precisam ser resolvidos por cada um, a partir de uma atitude individual correta, e não por mágicas promovidas em espetaculosas ações coletivas ou coletivistas.

Essa é a característica da Revolução Brasileira, em andamento, gerada por insatisfação ou por consciência objetiva de que se esgotou o modelo dessa tal "Nova República" - que já nasceu velha e carcomida pela desqualificada classe política sem a menor representatividade e legitimidade, fruto de uma oligarquia completamente desmoralizada e sem condições morais de continuar mandando no Brasil.

Da mesma forma que a desesperada petelândia e demais aliados de ocasião, os militares sabem que a Revolução Brasileira está em andamento. Por isso, nossos Generais não precisarão dar "golpes" - como no passado. Aliás, quem acha que tem plenas condições (muito bem armadas) de nos impor um golpe de verdade é o tal "exército de Stédile" - em conluio com aquelas facções criminosas a quem a mídia dá muita importância.

O jogo mudou! Agora, quem está agindo, de forma legítima é o verdadeiro exército da cidadania: o povo. Os servidores públicos fardados terão apenas de apoiar as iniciativas cidadãs em favor das transformações estruturais para que o sistema de poder no Brasil se torne saudável e digno da grandeza potencial de nossa Pátria. Eis o novo papel político e estratégico dos Generais. Eles só vão botar as tropas na rua para a segunda etapa, de consolidação da Revolução Brasileira.

Um superpedido de impeachment da Dilma Rousseff será protocolado logo mais. No entanto, isto servirá apenas como mais uma ação para encher o saco dos pretensos poderosos de plantão. A decadente ou decaída Dilma, insustentável na Presidência da República, será apenas um bode expiatório da bronca generalizada (sem trocadilho infame com a caserna). O povo, na verdade, está de saco cheio de tudo e de todos nos três poderes. Por isso, a Revolução Brasileira é inadiável e não tem mais como ser contida pelos reacionários de qualquer ideologia extremista.

Foi assim na Revolução Francesa... Foi assim na Revolução Americana... E será assim na nossa - que chega com séculos de atraso, mas já está em curso, porque a maioria do povo brasileiro quer e o resto do mundo civilizado demanda.

10 medidas contra a Corrupção


Interessante e didática palestra da Procuradora da República em MS Damaris Rossi Baggio.

Quem mandou terceirizar o poder


Coisa russa


Pague a conta


Não dói


Fatiando


Cool

Suspensão dos Concursos Públicos