sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Caiado coleta assinaturas para instalar CPI do BNDES

Por: Claudio Humberto

Foto: Valter Campanato / ABr
Senador Ronaldo Caiado (Foto: Valter Campanato / ABr)
Intenção de Caiado é apurar empréstimos bilionários para empresas

O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), coleta assinaturas para instalação de CPI e de CPI mista para investigar empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A intenção é investigar os financiamentos com inícios de ilegalidades a exemplo dos concedidos a JBS Friboi, a Sete Brasil, além dos executados em favor de projetos em Cuba, Equador e Venezuela. Para ser instalada, a CPI precisa da assinatura de 27 senadores; no caso da mista são 27 senadores e 171 deputados.

“O BNDES deixou de ser um banco de desenvolvimento econômico e social para se transformar em financiador dos amigos do rei. Não há transparência quanto ao termos e garantias dos empréstimos e vários indícios de ilicitudes. Um exemplo é o financiamento bilionário ao JBS Friboi, coincidentemente, o maior doador da campanha à reeleição da presidente Dilma”, argumentou o líder.

Caiado classifica como emblemático o caso do empréstimo de R$ 8 bilhões ao grupo JBS Friboi. Em 2014, o BNDES negou acesso aos documentos do financiamento ao  Tribunal de Contas da União sob alegação de que haveria sigilo bancário de suas transações. O argumento não foi aceito pelo TCU e o BNDES ingressou com um mandato de segurança para manter as informações secretas.

Já para a Sete Brasil Participações foi concedido apoio financeiro de R$ 10 bilhões para a construção de nove sondas de perfuração, algumas delas contratadas pela Petrobras. Apesar da falta de garantias e alto endividamento da empresa, o valor foi liberado pelo BNDES. Outros casos suspeitos referem-se aos empréstimos de R$ 4,6 bilhões para países, como Cuba. Angola, Equador e Venezuela. As operações chamaram a atenção do Ministério Público pelas enormes quantias liberadas classificadas como operações sigilosas ou a fundo perdido. O investimento mais notório foi a construção do porto de Mariel, em Cuba, com repasses de R$ 1 bilhão do banco a construtora Odebrecht.

“É absurdo o volume de recursos que a União tem colocado no caixa do BNDES para esse tipo de financiamento. De 2006 a 2014, o endividamento do banco junto o Tesouro Nacional aumentou 4.802%”, completou Caiado.


Publicado originalmente no site do Diário do Poder

Personalidades Brasileiras:
Quem é o Juiz Federal Sergio Moro?

Dono de estilo reservado e hábitos simples, o juiz da vara federal de Curitiba entrou para a história do País ao levar executivos de empreiteiras para a cadeia e se mostrar implacável no combate à corrupção na política.

Sempre que alguém o compara com Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Sérgio Moro desconversa.  Ou melhor, silencia.  O juiz da 13ª vara federal criminal de Curitiba, que ganhou notoriedade à frente das investigações da Operação Lava-Jato, não gosta desse tipo de comparação nem de especulações sobre o seu futuro.  Há alguns anos, rejeitou sondagens para se tornar desembargador, o que para muitos é degrau natural para galgar a última instância do Judiciário.  Moro afastou-se da oferta por desconfiar de tentativa de cooptação por parte de um figurão da política nacional que temia virar réu num inquérito que chegou à sua mesa.  Não fosse isso, ele daria outro jeito de recusar a oferta por acreditar que ainda há muito o que fazer na primeira instância.  Eleito por ISTOÉ o “Brasileiro do Ano”, Moro não mostra sedução pelo poder da toga.  De hábitos simples, ele faz parte de uma rara safra de juízes que encararam a magistratura como profissão de fé.

Não dá entrevista, nem posa para fotos. 

Dispensa privilégios. Vai para o trabalho todos os dias a bordo de um velho Fiat Idea 2005, prata, bastante sujo e repleto de livros jurídicos empilhados no banco de trás.  Antes, chegou a ir de bicicleta.

“Quando eu chego aos lugares, ninguém imagina que é o Sérgio Moro”, conta, sorrindo.  Apesar de ter se tornado o inimigo número 1 de poderosos, prefere andar sem guarda-costas.  Quem sempre reclama é a esposa, a advogada Rosângela Wolff de Quadros Moro, procuradora jurídica da Federação Nacional das Apaes, instituição dedicada à inclusão social de pessoas com deficiência.  A “sra. Moro” teme pela segurança do marido, e dela mesma, afinal o magistrado se mostrou implacável com a corrupção ao encurralar integrantes do governo do PT e levar, numa ação inédita, executivos das maiores empreiteiras do País à cadeia.

Nascido em Ponta Grossa há 42 anos, Moro é filho de Odete Starke Moro com Dalton Áureo Moro, professor de geografia da Universidade de Estadual de Maringá– morto em 2005.  Antes de ingressar na magistratura, seguiu os passos do pai.  Integrou o mesmo Departamento de Geografia da UEM e também deu aula nos colégios Papa João XIII e Dr. Gastão Vidigal.  Obteve os títulos de mestre e doutor em direito do Estado pela Universidade Federal do Paraná.  Seu orientador foi Marçal Justen Filho, um dos mais conceituados especialistas em licitações e contratos.  Cursou o Program of Instruction for Lawyers na prestigiada Harvard Law Schoole participou de programas de estudos sobre lavagem de dinheiro no International Visitors Program, promovido pelo Departamento de Estado americano.  Moro criou varas especializadas em crimes financeiros na Justiça Federal e traz no currículo outras operações de peso.  Presidiu o inquérito da operação Farol da Colina, que desmontou uma rede de 60 doleiros, entre eles Alberto Youssef.  A investigação fora um desdobramento do caso Banestado, que apurou a evasão de US$ 30 bilhões de políticos por meio das chamadas contas CC5.

Ciente de que os mecanismos de lavagem de dinheiro evoluem e se tornam cada vez mais complexos, Moro não para de estudar.

É um aficionado pela histórica “Operação Mãos Limpas”. 

Quando a compara com a Lava Jato, não tem dúvidas: “É apenas o começo”.

O caso que marcou para sempre a política italiana foi deflagrado por um acordo de delação, mecanismo inaugurado anos antes nos processos contra a máfia.  Após dois anos de investigações, a Justiça italiana havia expedido 2.993 mandados de prisão contra empresários e centenas de parlamentares, dentre os quais quatro ex-premiê s.  Num artigo sobre o caso italiano em 2004, Moro exalta os chamados “pretori d’assalto”, ou “juízes de ataque”, geração de magistrados dos anos 1970 na Itália que ganharam espécie e legitimidade ao usar a lei para “reduzir a injustiça social”, tomar  posturas antigovernamentais” e muitas vezes agir “em substituição a um poder político impotente”. O juiz se identifica com essa geração e vê no Brasil de hoje um cenário semelhante e propício ao combate à corrupção.

(Matéria recebida por e-mail)



Publicado originalmente no site A Verdade Sufocada

Rombo de 1 trilhão de reais no BNDES

Por Ossami Sakamori

Fala-se muito em rombo do BNDES. Alguns falam em até R$ 1 trilhão a ladroagem do maior banco de fomento do País. Tem ladroagem, sim. Isto não tenho nenhuma dúvida. O MPF investiga a relação incestuosa do presidente do Banco com a instituição BNDES. Também, é de conhecimento público a ascendência do Lula sobre o Luciano Coutinho.

Com relação à relação promíscua entre o Luciano Coutinho e o BNDES, se refere à empresa de consultoria que elabora os projetos de financiamento junto ao Banco.

A ex-empresa de consultoria é contratada para ter sucesso no financiamento. A empresa tinha como sócio o próprio Luciano Coutinho até assunção dele como presidente do Banco. Nada há de ilegal, uma vez que o Luciano Coutinho não é mais sócio daquela empresa de consultoria. Mas tudo parece que os atuais sócios são “laranjas” do próprio.

O projeto do Lula tentar criar os maiores “players” brasileiros atuando no mundo com o PSI – Programa de Sustentação de Investimentos, criado por ele no auge da crise financeira mundial em 2009, nada haveria de anormal, se não não funcionasse como Bolsa Empresário. Para criar “players” brasileiros, o BNDES emprestou e empresta a alguns poucos privilegiados a juros de 3,5% ao ano, enquanto o Tesouro paga Selic, hoje em 11,75% ao ano, para captar os mesmos recursos.

O Tesouro injetou no BNDES, segundo balanço semestral de 2014, exatos R$ 431,4 bilhões, nominal. Isto é o valor que foi injetado, sem considerar a equalização de juros. No apagar das luzes de 2014, Dilma autorizou injeção de mais R$ 30 bilhões no mesmo esquema do PSI, somando hoje R$ 461,4 bilhões.

Nada haveria de anormal se a injeção do dinheiro fosse na forma de investimento da parte da União. A crítica de analistas econômicos, na qual eu me incluo, é que a injeção de recursos da União está sendo feito em forma de “empréstimos” do Tesouro para o BNDES. O Tesouro capta o recurso no mercado pagando juros Selic e empresta ao BNDES. O empréstimo feito pelo Tesouro no mercado para este fim não entra no cômputo da dívida pública líquida.

Desta forma o dinheiro repassado pelo Tesouro para o BNDES sob forma do PSI, não entra também como despesa da União. Resumindo, os R$ 461,4 bilhões estão na contabilidade do Tesouro e do BNDES como uma espécie de “volume morto”. O volume de dinheiro é de responsabilidade, portanto, do contribuinte.

Os principais recursos do BNDES para empréstimos vem do Tesouro em forma de PSI, do FAT, do Fundos PIS/PASEP e do Fundo de Marinha Mercante e de outros fundos constitucionais. No total, considerando o empréstimo do Tesouro, o passivo do BNDES é de cerca de R$ 544 bilhões. Em tese, este é o montante que está no risco do BNDES e em consequência do contribuinte. No entanto, o BNDES, pelo menos em cima do papel está enquadrado nas regras do BIS, banco central dos bancos centrais.

Na coluna de ativos constam como realizável a Curto e Longo Prazo, cerca de R$ 300 bilhões em empréstimos diretos do BNDES e cerca de R$ 217 bilhões em empréstimos com aval dos agentes financeiros. Somado os ativos referentes aos empréstimos alcança R$ 517 bilhões. Ainda na coluna de ativos consta a aplicação, no dia 31 de julho de 2014, em ações das empresas com financiamento no Banco, no montante de R$ 66,9 bilhões e R$ 10,4 bilhões em debêntures.

O problema de tudo isto é que o Patrimônio Líquido do sistema BNDES, incluindo BNDESpar, é de R$ 74,1 bilhões em 31 de julho de 2014. Outro problema grave é com referência à qualidade do crédito de responsabilidade direta do BNDES no montante de R$ 300 bilhões. O crédito referente ao repasse às instituições financeiras no montante de R$ 217 bilhões não tem tanta preocupação. Não se sabe qual é o percentual de “empréstimos podres” dentre os R$ 300 bilhões.

No mercado financeiro, até o engraxate da BMFBovespa sabe, de duas verdades. A primeira verdade é de que o presidente Lula teria intermediado a negociação de empréstimos do PSI no montante de R$ 300 bilhões, da parte do empréstimo direto do BNDES. Se realmente houve, qualquer 3% daria R$ 9 bilhões de comissionamento para o Lula. Isto merece investigações por parte do TCU e MPF, mas negadas pelo BNDES. Para ser negado acesso às informações para os órgãos de controle da União, é de supor que o “boato” do engraxate deve ser verdadeiro.

A segunda preocupação do mercado é quanto à natureza das garantias oferecidas pelos tomadores preferenciais dos empréstimos do sistema BNDES. Muitos dos empréstimos destinados aos amigos do Lula e do Palácio do Planalto, as garantias são as próprias ações das companhias. São empréstimos no montante de R$ 300 bilhões com alto risco de não receber de volta o empréstimo. Comenta-se que cerca de R$ 100 bilhões é quase como crédito podre. O montante é superior ao Patrimônio Líquido do sistema BNDES.

O rombo só vai aparecer no decorrer dos próximos anos, pois que o financiamento concedido pelo Banco é de longo prazo. Alguns antes, como foi o caso dos empréstimos de R$ 10,6 bilhões concedidos ao grupo OGX. Outra empresa que tem um passivo próximo de R$ 30 bilhões com o sistema BNDES é o grupo JBS/Friboi, a juros subsidiados de 3,5% ao ano. A empresa com dificuldade econômica conhecida no mercado que tem passivo alto junto ao sistema BNDES é a empresa de telefonia Oi. A Construtora Odebrecht, em dificuldade por conta da Operação Lava Jato, tem também tem passivo muito alto junto ao BNDES.

Curiosamente, essas empresas falidas ou em dificuldade financeira conta com o apoio explícito do Lula. Não, Lula não é sócio dessas empresas como comentam, mas apenas intermediário nas operações de financiamentos e refinanciamentos. Digamos, que o Lula deve ter amealhado, no mínimo, R$ 5 bilhões em intermediações no BNDES.

Claro, os depósitos estão nas contas contas nos paraísos fiscais, por orientação do Henrique Meirelles, principal executivo do JBS/Friboi.

Eis o resumo do assunto complexo como este. Será que consegui fazê-los entender? Preocupa, não, se não entender o assunto na primeira leitura. O assunto é para quem tem vivência no mercado financeiro.




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Ossami Sakamori é Engenheiro Civil, Foi professor da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Paraná. Atua no ramo de construção e mercado financeiro. Originalmente publicado no blog do autor.

"Aquecimento Global": ALARMISMO AMBIENTALISTA ENGANA SOBRE A CAUSA DA SECA
diz climatologista Luiz Carlos Molion

Por Luis Dufaur

Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Prof. Luiz Carlos Molion
O professor Luiz Carlos Molion, dispensa apresentação. Ele representa a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e leciona na Universidade Federal de Alagoas.

Em palestra que ministrou no dia 19 de dezembro aos produtores da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), o climatologista fez uma previsão de chuvas para os próximos anos.

E mais uma vez refutou a hipótese de as mudanças climáticas e o aquecimento global serem frutos da ação agrícola e industrial, segundo divulgou Correpar.

O renomeado climatologista utilizou dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e mostrou 2014 choveu cerca de 70% da média prevista de 1.400 mm.

Molion defende que a atribuição da seca à ação humana sobre o meio ambiente, especialmente o desmatamento na Amazônia é um mito.

“Coisa de ‘ambientalista extremista’”, afirmou.

O climatologista desmistificou a importância do desmatamento da Amazônia discorrendo sobre a linha do tempo da metade do século XX até agora, onde foram registrados volumes baixíssimos de chuvas nas décadas de 50 e 60.

Segundo Molion, as mesmas tendências se repetem de décadas em décadas.
Exemplo de exagero ambientalista: estudo tenta provar que comer carne é uma causa da seca!
Exemplo de exagero "verde": estudo tenta provar que comer carne é uma causa da seca!
Em São Paulo, há registros de seca no final do século XIX e no início do século XX, nos anos 30.

Por esse motivo, é possível afirmar que não é o homem com suas atividades agrícolas e industriais o responsável pelas grandes mudanças climáticas no planeta.

Até mesmo pelo fato de a porção de terra, onde habitamos, representar apenas 29% da massa no planeta, enquanto os oceanos representam 71%.

A diminuição das chuvas coincide com o período em que o oceano Pacífico esfria ou fica "neutro".

Os pluviômetros localizados apontam que há um ciclo de chuvas que dura de 50 a 60 anos.

A cada 25/30 anos chove bem, e nos próximos 25/30 anos chove pouco.

Algumas regiões do país estão passando por um período semelhante ao que houve entre os anos de 1948 e 1976, com menos dias de chuva no ano, e dias mais frios.

Entre os anos de 2015 a 2020, as chuvas estarão abaixo da média de longo prazo, ou seja, a média dos últimos 60 anos.

O que determina as variações climáticas da Terra é justamente a variação cíclica dos oceanos.

Esses representam a maior parte da massa do planeta, absorvem bastante luz solar e controlam as chuvas.

Quando a temperatura dos oceanos esfria, a atmosfera também esfria, porque é aquecida ou esfriada por baixo.
Os grandes fenômenos atmosféricos ligados aos oceanos são verdadeiros determinantes das chuvas e das secas. Foto: entardecer sobre o Atlântico desde satélite.
Os grandes fenômenos atmosféricos ligados aos 
oceanos são verdadeiros determinantes das 
chuvas das secas. 
Foto: entardecer sobre o Atlântico desde satélite.

Os oceanos esfriando, evaporam menos água e chove menos.

O processo contrário, o aquecimento dos oceanos e em consequência da atmosfera, provoca mais chuvas.

O Pacífico ocupa 33% da superfície da Terra, e por isso exerce grande influência climática nos continentes lindeiros.

Quando ele aquece, surge o fenômeno chamado de “El Niño” que traz muitas chuvas para o sul e o sudeste do Brasil.

La Niña” é o processo oposto.

Mas, quando o oceano está neutro, não se tem previsão do que pode acontecer. E isso é o que está acontecendo: o Pacífico está neutro desde 2012.

Para analisar as variações climáticas, cerca de 70 boias estão espalhadas pelos mares no mundo todo, e medem as temperaturas das águas em até 1.000 metros de profundidade.

Além disso, avançados softwares e computadores também estão dedicados às medições climáticas.

Segundo Molion, o período de chuvas ficará um pouco abaixo da média, e será vantajoso para o café, que não necessita de muita umidade.

Porém, é necessário tomar cuidado com os dias mais secos e frios que estão por vir no meio deste ano.

Tudo isso é bom senso e nada tem a ver com os exageros do aquecimentismo radical, que não pensa na natureza e nos homens, mas tem objetivos ideológicos contrários ao progresso do Brasil e da civilização, observamos nós.

Confira a palestra completa do professor Luiz Carlos Molion:


Publicado originalmente no Blog Verde: A Cor Nova do Comunismo

LINDBERG Farias critica IMPEACHMENT

Por Rachel Sheherazade


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

No Ritmo de Carnaval 2015:
Marchinha aos Arrependidos

Por É Mentira do PT


Fonte: YouTube

O FANTÁSTICO Mundo de DILMA

Por Rachel Sheherazade


Lula e Dilma não vão responder por nada da Lava Jato?

Por Arnaldo Jabor


Ainda o Estatuto do Desarmamento:
"Com um fuzil atrás de cada árvore"

Por Cel Gelio Fregapani

Consta da História que, durante os preparativos japoneses para a guerra foi sugerido realizar uma invasão da costa oeste dos EUA antes que este pudesse mobilizar seus recursos, ao que se opôs o Almirante Yamamoto: "Seria impossível!" disse ele. "Encontraríamos um homem com um fuzil atrás de cada árvore"

Yamamoto conhecia bem a alma dos Estados Unidos (pelo menos a daquele tempo). Sabia que lá os caçadores e os atiradores esportivos formavam o maior exército mobilizável do mundo, que cada família costumava ter mais de uma arma pronta em casa, um verdadeiro exército sempre de armas na mão, sem necessidades logísticas, conhecedor como ninguém do terreno e que tornaria impossível a ocupação inimiga do território pátrio.

Ainda hoje, mais de 750 mil caçam nos bosques da Pensilvânia e mais de 700 mil em Michigan. Só no estado de Wisconsin, seus 600 mil caçadores formam o oitavo maior exército do mundo, com mais homens em armas do que tem o Irã. Mais do que o tem a França e a Alemanha somados. Somando mais 250 mil caçadores em West Virginia se percebe que os caçadores desses quatro estados, por si só, já constituem o maior exército do mundo. E acrescentando os atiradores e caçadores de outros estados serão muitos milhões!

Claro, aconteça o que acontecer, os EUA estarão a salvo de uma invasão estrangeira enquanto contarem com esse "exército territorial". Por isso que todos os inimigos, estrangeiros e nacionais, querem vê-los desarmados. O controle de armas é estratégia fundamental para quem quer dominá-los

De forma geral, os caçadores possuem as mesmas habilidades individuais necessárias aos soldados, possuem eficácia de tiro, estratégias de combate, sobrevivência e camuflagem. Mesmo sem contar com as Forças Armadas são um invencível exército no solo de sua pátria, que garante também os direitos dos cidadãos, a liberdade, a ordem pública e até a democracia, mas principalmente a soberania territorial, contra qualquer aventura de invasão.

- Qual o exército invasor por grande que seja gostaria de enfrentar 50, 60 ou 90 milhões de cidadãos armados?

Para o bem da sua liberdade, os americanos nunca permitirão o controle ou o confisco de suas armas. Aqui no nosso País quando os cidadãos de bem se desarmaram, as taxas de homicídios cresceram e as organizações criminosas estenderam seus tentáculos e se instalaram no aparelho do Estado. Submetemo-nos ingenuamente, caindo na balela da propaganda oficial de redução da criminalidade, ao devolvermos até nossas armas de autodefesa num desarmamento imposto pelo Governo, aumentando ainda a nossa vulnerabilidade. Claro, com um pouquinho de senso comum usaríamos também a caça e o tiro ao alvo como implemento à segurança nacional. Poderíamos contar com milhares de garimpeiros na Amazônia se não os desarmássemos e se não os hostilizássemos. Ainda bem que no Rio Grande do Sul ainda existem caçadores.

Tal como nos EUA, nossos inimigos querem nos desarmar. Só que aqui eles estão conseguindo, e nos convencendo a não resistir para preservar a vida. Quanto a segurança pública, a simples expectativa de reação armada já evitaria grande parte dos crimes comuns.

Povo desarmado é povo submisso! Facilmente se torna povo submetido.

A nossa Liberdade

Por Gen Bda Paulo Chagas
 
Liberdade para quê? Liberdade para quem?

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?

Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!

Fala-se muito em liberdade!

Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!

Mas, afinal, o que se vê?

Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.

Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.

Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.

Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.

Mas, afinal, onde é que nós vivemos?

Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças.

Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!

Vivemos no país da censura velada, do “micoondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas de anos, irrecuperáveis!

Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?

Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?

Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?

E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?

Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade

Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?



Publicado originalmente no site Atualidades  – Gen Paulo Chagas

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Senador critica a escolha do governo para presidência da Petrobras

Por Senador Cássio Cunha


...É um novo mandato que nasce velho. Envelhece a cada dia mais pela prática política. Porque o que nós esperávamos... a sexta-feira com a indicação do novo presidente, do... da Petrobrás...

...Foi frustrante, foi decepcionante, foi  como se fosse um balde final de água fria, porque esperávamos naquele momento uma sinalização muito clara da Presidente da República dizendo: não o meu compromisso primeiro é com o país, meu compromisso primeiro é com a Petrobrás...vamos colocar alguém que tenha credibilidade, que tenha capacidade e competência  de resgatar esta... este patrimônio do Brasil.

Mas não, o que aconteceu foi um recado claro, uma manchete em negrito, o compromisso primeiro da presidência da república é com o Partido dos Trabalhadores, e com os desvios éticos que aconteceram na Petrobrás, e não... em corrigir os desvios éticos que aconteceram na Petrobrás.

É profundamente lamentável , e aí se explica facilmente toda essa insatisfação, essa indignação, que chega s raia da intolerância completa, intolerância no sentido de paciência, porque o povo brasileiro tem sido muito paciente com tantos desmandos diante gestos como este...  

As opções ao impeachment são golpe, revolução e guerra civil

Por Políbio Braga


Fonte: YouTube

Pátria Educadora, com PTistas "Educando"?

Por Percival Puggina


O PT, grande deseducador da nação, promete fazer do Brasil uma "Pátria Educadora"...

Fonte: YouTube

Um pouco de história:
KARL Heinrich MARX – Um Parasita social

Os partidos da esquerda política e seus fanáticos seguidores costumam idolatrar KARL MARX, principalmente em virtude de suas pregações em favor da classe operária e contra o sistema capitalista. Porém, os fatos resumidos a seguir retiram-lhe a qualidade de sábio e de homem operoso, ético e altruísta, conforme as biografias e as informações contidas nas numerosas publicações do Google na Internet.

KARL Heinrich MARX nasceu em 05/05/1818 na cidade de Trier ou Tréveris, Sul da Prússia Renana, e morreu aos 64 anos de idade em 14/03/1883, em Londres, depois de longa bronquite e pleurisia. Era o segundo filho de Herschel Marx & Henriette Pressburg, que se converteram do judaísmo para o cristianismo luterano a fim de superar a discriminação étnica praticada pelo governo. Seu pai era Advogado e Conselheiro de Justiça, o que propiciou ao filho a conclusão do ginásio em 1835 e, quatro anos depois, os rápidos Cursos de Direito, Filosofia e História na Universidade de Berlim, apresentando em 1841, na Universidade de Jena, sua tese de doutorado intitulada "Diferença da Filosofia da Natureza em Demócrito e Epicuro". A seguir publicou a "Introdução à Crítica da Filosofia do Direito de Hegel", o conceituado doutrinador da Filosofia Alemã.

Entretanto, as Universidades negaram emprego a KARL MARX por causa de seus escritos contra o absolutismo imperial. Em decorrência, encaminhou-se ao Jornalismo. Ingressou na "Gazeta Renana", onde foi redator-chefe, durante 1842. O jornal seguia ideia burguesa-liberal, mas foi fechado em 1843 pela polícia após publicar vários ataques ao governo prussiano. Nesse ano casou e transferiu-se a Paris, onde assumiu a direção dos "Anais Franco-Alemães", empresa pertencente a seu amigo Arnold Rudge, pelo qual foi apresentado a diversas sociedades secretas socialistas, às quais prestou assistência doutrinária. Ainda em 1843, Marx se integrou à "Liga dos Justos", depois transformada na "Liga dos Comunistas". Em 1844 Marx ajudou a editar a publicação "Vorwärts", de pequena circulação, mas contestatória do regime político da Prússia, o que fez seu imperador Frederico Guilherme V pressionar o Governo Francês para expulsar todos seus colaboradores. Expulso em 1845 da França, Marx refugiou-se em Bruxelas, para onde também seguiu Engels, que o havia visitado em 1844. Naquela oportunidade, ambos escreveram teses sobre o socialismo, fundaram a "Sociedade dos Trabalhadores Alemães" e adquiriram um semanário. Em 1847 Marx escreveu "A Miséria da Filosofia", ironizando "A Filosofia da Miséria" do anarquista Proudhon". Com base na obra de Engels intitulada "Os Princípios do Comunismo", Marx escreveu em 21/02/1848 "O Manifesto Comunista", folheto no qual esboça suas principais ideias, especialmente a luta de classes como motor da história, a necessidade de substituir o capitalismo pelo comunismo e a extinção do Estado, terminando com a recomendação pela união dos trabalhadores do mundo. Pouco tempo depois, Karl Marx e sua mulher foram presos e expulsos da Bélgica. Impedidos de residir também na cidade alemã de Colônia, em 1849 conseguiram emigrar para a Inglaterra, graças à arrecadação de donativos em uma campanha promovida por Ferdinand Lassale junto a admiradores e correligionários. Vivendo em Londres, em 1864 Marx fundou a Associação Internacional dos Trabalhadores e, em 1867, com ajuda de Engels publicou o 1º volume de sua principal obra, "O Capital". Marx condenou o programa que o Partido Socialista da Alemanha adotara em 1875.

Marx e Jenne Von Westphalen
KARL MARX casou-se em 1843 com Jenne Von Westphalen, com a qual mantinha um noivado secreto, pois não era aceito pelo pai dela, um barão da Prússia. Mudaram-se logo a seguir a Paris, depois a Bruxelas e, finalmente para Londres. Tiveram sete filhos, mas apenas três meninas chegaram à idade adulta devido às precárias condições de vida: Caroline (1844-1883), Laura (1845-1911) & Júlia (1855 a 1898), que faleceram aos 39, 66 e 43 anos de idade. Marx teve ainda um filho com a empregada Helena Delemuth, de nome Frederick Delemuth, cuja paternidade pediu a Engels assumir para evitar escândalo, o qual atendeu ao pedido e entregou a criança a uma família operária mediante pagamento de pensão.

Friedrich Engels
Em 1844 FRIEDRICH ENGELS visitou Karl Marx em Paris, quando se conheceram e deram origem a uma fecunda amizade e integração intelectual por toda a vida. ENGELS nascera em 28/11/1820 na cidade alemã de Wuppertal, município de Barmen, e faleceu na cidade de Londres em 05/08/1895, aos 74 anos de idade, de câncer na garganta, tendo suas cinzas sido espalhadas em Beachy Head, um penhasco perto da cidade de Eastbourne, cumprindo sua recomendação em vida. Era o primeiro dos nove filhos de Friedrich Engels & Elizabeth Franziska, família rica que possuía fábricas de tecidos na Prússia e na Inglaterra. Durante 1838 a 1841 Engels trabalhou nos escritórios da empresa de exportação do pai na cidade de Bremen e, em 1842, recebeu a incumbência de administrar a fábrica de linhas de costura situada na cidade inglesa de Manchester, empresa "Ermen & Engels Victoria Mill", revelando-se um bem sucedido "homem de negócios". Devido a esse compromisso, não tinha tempo para fazer um curso universitário regular, tendo estudado por conta própria e assistido a conferências, principalmente na Universidade Humboldt, de Berlim. Sob o pseudônimo de Friedrich Oswald escreveu artigos que lhe abriram as portas do "Clube de Doutores". Em 1842 ENGELS passou a viver maritalmente com a operária analfabeta Mary Burns, até o falecimento desta em 1863, o que Marx considerou irrelevante, atitude que fez Engels exigir-lhe desculpas. Engels escreveu com exclusividade os seguintes livros, que foram essenciais para a formulação do Marxismo e para a compreensão do denominado comunismo científico: "Esboço à Crítica da Economia Política" (1844), obra muito admirada por Marx; "A Situação da Classe Trabalhadora na Inglaterra", com base em suas observações pessoais (1845); "Anti-Düring" (1878), em que condena o Socialismo Ideal"; "As Origens da Família, da Propriedade Privada e do Estado" (1884); "Ludwig Feuerbach e o Fim da Filosofia Clássica Alemã" (1888); e mais "Do Socialismo Utópico ao Científico" (1890). Engels tinha servido como voluntário num Regimento de Artilharia, em Berlim, durante 1841 e 1842, experiência que considerou útil quando participou da Revolução de 1848 na Prússia contra o poder feudal de grandes proprietários de terras. Engels & Marx criaram o Socialismo Científico ou Comunismo, contra o Socialismo Ideal. Em 1848, Engels colaborou com Marx na redação de "O Manifesto Comunista". Depois da morte de Marx, coube a Engels escrever a continuação do 2º volume da obra "O Capital", em 1885, bem como, por inteiro, o 3º volume", em 1894. Engels comentava o desconforto que suportava ao propagar e lutar pela implantação do comunismo e, ao mesmo tempo, desincumbir-se das funções de empresário.

As biografias registram que até 1848 KARL MAX vivia, razoavelmente, com o salário de jornalista, o produto de seus escritos, as contribuições de adeptos e a herança deixada por seu pai. Segundo esses registros, Karl Marx trabalhou apenas nos anos referidos, de 1842 a 1848. Em 1849 a crise financeira o atingiu. A partir de então KARL MAX, sua esposa e as filhas sobreviventes passaram a ser sustentados por FRIEDRICH ENGELS, seu amigo e coadjuvante, que desde antes cobria todos os custos das publicações de seus escritos, com dinheiro retirado das indústrias do pai em Bremen e Manchester, permitindo que Marx se dedicasse aos estudos e pesquisas, principalmente na sala de leitura do British Museum.

Apesar de estudioso em Sociologia e Economia Política, Marx errou no diagnóstico do país em que seria deflagrada a urdida Revolução Operária. Pensara que seria na Inglaterra, porque lá operavam as principais indústrias e se concentravam os maiores grupos de proletários. Porém, a Revolução Comunista deflagrou-se na Rússia em 1917, um país ainda no regime feudal.

No que concerne ao conteúdo da principal obra "O CAPITAL", deve-se notar que as revoluções ditas do Socialismo Científico falharam nos seus fins essenciais, que eram: extinção do Estado, substituição do capitalismo pelo comunismo, supressão das classes sociais e instalação da ditadura do proletariado. Negaram esses objetivos os regimes políticos da implodida União Soviética, da fracassada Alemanha Oriental, da invadida Hungria, da militarista Coreia do Norte, da empobrecida Cuba e mesmo da progressista China Popular. Todas essas chamadas repúblicas comunistas cultivavam os vícios desumanos de governos absolutistas, a supressão das liberdades pessoais e coletivas, a exclusão do proletariado das respectivas ditaduras, a tomada do poder pelos controladores do partido único e a inexistência de Poderes Independentes do Judiciário e Legislativo. Na URSS as próprias autoridades comunistas - destacadamente Nikita Khrushchev (1894-1971), Vyacheslav Molotov (1890-1986) e Mikhail Gorbachev - denunciaram a tirania, as perseguições e o genocídio ordenados por Joseph Stalin (1878-1953), mais o culto da personalidade dos governantes, os erros decisórios e as mentiras disseminados por diversos governos, causando a improdutividade econômica, o desabastecimento e, finalmente, a dissolução da URSS em 26/12/1991, um dia depois da renúncia do presidente Gorbachev. Nos demais países citados, chegaram ao conhecimento mundial a ausência de liberdade, os assassinatos de opositores sem direito de defesa, a mortandade programada de milhões de pessoas, além de outros crimes ainda praticados nos tempos atuais. No que concerne à confusa "Mais Valia", teorizada por Marx, se ele tivesse consultado Contadores, teria sido informado que ela corresponde ao Lucro Bruto e ao Lucro Líquido na Contabilidade Empresarial, necessários à acumulação dos capitais para promover inovações tecnológicas e produção em escala, minimizando os custos das mercadorias destinadas aos consumidores. No tocante à teoria de que os acontecimentos históricos seriam resultado das lutas de classes, vários historiadores norte-americanos e europeus já demonstraram que não foram causados por lutas de classes as numerosas revoluções e convulsões sociais nem as guerras ocorridas durante os milênios registrados pela História.

PARASITA SOCIAL é a pessoa que vive à custa da sociedade e do trabalho alheio, sem produzir o suficiente para si nem para o bem-estar dos outros. Conforme os fatos históricos acima relatados, enquadra-se nessa categoria o famoso filósofo e revolucionário KARL MARX, que publicava seus escritos usando o trabalho e os recursos financeiros de seu amigo e colaborador FRIEDRICH ENGELS, que ainda sustentou a ele, esposa e filhas a partir de 1849. Engels se revelou um ser humano muito superior a Marx, em criação intelectual, clareza expositiva, altruísmo e ética, durante toda sua vida revolucionária, empresarial e familiar, inclusive ao assumir a paternidade da criança que Marx gerou em sua empregada.

Pesquisa concluída em 24/09/2014 por Harry Conrado Schüler, Consultor Legislativo.


Usina de Ondas

Por Coppe UFRJ


Coppe desenvolve tecnologia que aproveita o movimento das ondas para gerar energia limpa.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Não é a mídia, estúpido



Fonte: YouTube

Bilderberg 2015: Áustria será a sede da reunião

interalpen-hotel-tyrol-austria-winter.rend.tccom.966.544A localização e datas do encontro do grupo Bilderberg em 2015 foi confirmada. O evento será realizado no opulento hotel Interalpen, nos alpes austríacos, próximo a Telfs.

Em uma nota de imprensa a polícia austríaca revelou que a segurança para a reunião estará em operação entre 09 e 15 de junho. Como é de constume nos encontros Bilderberg as reuniões acontecem entre 11 e 14 de junho.

A nota à imprensa da polícia observa que a segurança na reunião Bilderberg será parte da mesma operação de segurança para a reunião do G7, que está programada para ocorrer no início da mesma semana, de 07-08 de junho, em Schloss Emau, na Alemanha.

O local da reunião do G7, fica apenas 3,6 km da fronteira austríaca. Ambos os eventos vão cobrir questões semelhantes e ocorrem na sequência à cúpula do G7 entre 7 e 8 de junho e a conferência Bilderberg, entre 9 e 14 de junho, avisa o comunicado.

A unidade anti-terrorista COBRA vai estar sob o controle da operação. Uma zona de 30 milhas em torno do hotel será considerada zona área proibida para vôos, incluíndo paragliders e paraquedas.

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Localização do encontro do G7 na Alemanha, 
próximo do Bilderberg, nos Alpes Austríacos
Os rumores sobre a localização da reunião dos Bilderberg em 2015, no Interalpen Hotel, foram notadas pela primeira vez em agosto de 2014, após investigadores do grupo descobrirem que o hotel estava reservado para os primeiros fins de semana de junho de 2015. A confirmação oficial veio mais cedo do que nos outros encontros, talvez refletindo a grande notabilidade que o grupo vem ganhando nos últimos anos.

O hotel Interaplen está rodeado por florestas e montanhas ao lado de uma estação de esqui e próximo ao aeroporto de Innsbruck. Suas instalações oferecem espaços para reuniões e eventos, está situado a uma altitude acima de 1.300 metros do nível do mar em um ambiente exclusivo nos alpes austríacos.

Interalpen-Hotel-Tyrol2O local é propriedade do grupo Liebherr.  Conta com um centro de conferências com a capacidade de 400 participantes. O hotel já sediou o encontro em 1988 há 27 anos. É a terceira vez que a conferência é realizada na Áustria.

O encontro deste ano segue o modelo da reunião realizada em 2011 em St.Moritz na Suíça. Essa região fica protegida por montanhas, florestas e estradas sinuosas.

Enquanto a grande mídia evita cobrir o encontro Bilderberg considerando-o apenas um grupo de debates, inúmeros exemplos de poder da organização e seus impactos diretos sobre a política global foram documentados nos últimos anos, com diversas acusações de que o grupo é fundamentalmente de natureza antidemocrática.

Em 2010, o ex-secretário da OTAN e membro do Bilderberg Willy Claes, admitiu que os participantes do grupo são obrigados a implementar as decisões políticas que são formuladas nos encontros. 

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Mario Monti, acusado de ser um fantoche 
do grupo Bilderberg
Em 2013 o advogado italiano Alfonso Luigi Marra solicitou ao Ministério Público de Roma para investigar as atividades criminais clandestinas do grupo, questionando se a reunião de 2011 foi responsável pela escolha de Mario Monti como primeiro-ministro da Itália.

Em 2009 o presidente do Bilderberg Étienne Davignon se gabava que a criação da moeda única da Comunidade Européia, o Euro, foi uma criação do grupo.



Publicado no site Radio Vox

Planos da Rússia para 2015: exercícios militares com Brasil, Cuba, Coréia do Norte e Vietnã

Por Radiovox


Rússia organiza operações de guerra com o Brasil em 2015 
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A Rússia está aperfeiçoando suas forças nucleares e a força aérea espacial do país. Os planos incluem colocar em serviço quatro regimentos de mísseis, dois novos submarinos nucleares (Vladimir Monomakh e Alexander Nevsky) e mais 50 novos mísseis balísticos intercontinentais. 

Na primeira reunião de 2015, o ministro da defesa da Rússia, Serguei Shoigu, definiu os planos para esse ano, nos quais se incluem manobras militares com Cuba, Coréia do Norte, Vietnã e Brasil.

A Rússia está aperfeiçoando seu armamento nuclear e criando uma força aérea espacial do país. Os planos incluem colocar em serviço quatro regimentos de mísseis, dois novos submarinos nucleares (Vladimir Monomakh e Alexander Nevsky) e mais 50 novos mísseis balísticos intercontinentais.

O recém-inaugurado Centro Nacional de Gestão de Defesa sediou da reunião. O chefe do Estado-Maior da Rússia, general Valeri Gerasimov, apresentou um informe com os planos estratégicos do país, e acusou as atividades da OTAN nas fronteiras russas como violatórias dos acordos de armas nucleares de alcance médio.

Tanto as visitas de destróieres e cruzadores da OTAN no Mar Negro como a construção do sistema de defesa de mísseis na Romênia e Polônia, são vistos pela Rússia como ameaças que devem ser suplantadas por uma maior capacidade potencial do exército russo.

Shoigu declarou que a tarefa do Exército, ordenada pelo presidente Vladmir Putin, é não permitir a superioridade militar estrangeira e centralizar toda a atenção no perfeccionismo das forças nucleares russas, e a criação de uma nova fase nas forças armadas, com a criação de uma força aérea espacial.

No plano de cooperação internacional, está proposto o fortalecimento do Conselho de Segurança Coletiva da OTSC (Organização do Tratado de Segurança Coletiva), da cooperação dentro da Comunidade de Estados Independentes e da Organização de Cooperação de Shangai, além do desenvolvimento da cooperação dos estados membros dos BRICS, bem como dos tradicionais sócios russos na região da Ásia-Pacífico.

Foram anunciadas conversações para a realização de exercícios navais e aéreos conjuntos com os exércitos de Cuba, Vietnã, Corẽia do Norte e Brasil.


(Via Cubanet, Rias.Ru e Newsweek.)



Publicado no site da Rádio Vox.

Depoimento do Coronel Moézia não divulgado pela Comissão Nacional da Verdade

Por Cel Pedro Moézia


Fonte: Youtube