segunda-feira, 8 de junho de 2015

UFSM - Em nota analfabeta, reitor e vice-reitor fazem proselitismo de esquerda, tentam esconder o óbvio e fazem mau uso da lei.
Ou: Reitor confessa que foi ele quem deu a ordem. Demissão já!


Paulo Afonso Burmann, reitor da Universidade Federal de Santa Maria, e Paulo Bayard Dias Gonçalves, vice-reitor, gostam de brincar com o perigo. Tornaram pública uma nota, que está no site da universidade, em que só a língua portuguesa é mais espancada do que a lógica, o bom senso e os fatos.

Antes que siga, noto: é espantoso que dois comandantes de uma universidade federal assinem um texto com erros em penca de pontuação, concordância (“vem” em vez de “vêm”), crase (à quaisquer), conjunção (se em lugar de “que”), o diabo a quatro… O estilo é pedestre, com repetição viciosa de palavras, ausência de paralelismo, anacolutos… Luiz Inácio Lula da Silva teria se desincumbido da tarefa com mais brilho.

As barbaridades gramaticais do reitor e vice-reitor informam o estado miserável a que foram reduzidas as universidades federais no país. Não me espanta que um pró-reitor encaminhe a seus subordinados um pedido urgente para que informem a eventual presença de alunos e professores israelenses na instituição. Não é que analfabetos possam ceder naturalmente a pressões de grupos antissemitas. É que, no caso específico, o analfabetismo literal é só mais um brocado do analfabetismo ético e moral.

Leiam a nota como está lá no site — já fiz uma foto dos crimes cometidos também contra a língua para registro histórico (segue depois da transcrição). Volto em seguida.

Considerando os recentes ataques sequenciais dirigidos à UFSM, primeiramente em referência à instalação da Comissão da Verdade no âmbito da UFSM e agora no que diz respeito à solicitação de informações com base na Lei de Acesso à Informação (12.527, de 18 de novembro de 2011) a Universidade Federal de Santa Maria vem a público manifestar o seguinte:
1. Sobre as manifestações a respeito da Comissão da Verdade, os fatos estão esclarecidos e as providências vem sendo tomadas no sentido de preservar a instituição e seus compromissos basilares;
2. Não houve qualquer solicitação por parte da UFSM à quaisquer de suas unidades acadêmico-administrativas de listas de Estudantes e/ou Professores israelenses ou não vinculados academicamente;
3. A Pró-reitoria de Pós-graduação e Pesquisa, por demanda do Gabinete do reitor, que por sua vez respondia, através do cumprimento do Art. 10, da Lei de Acesso à Informação (obriga o atendimento dos pedidos feitos por meio idôneo e devidamente assinados, e em seu parágrafo §3° impede de questionar os motivos do pedido) a 05 perguntas das entidades representativas (DCE, ASSUFSM, SEDUFSM e Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino em de 14 de agosto de 2014), solicitou aos Cursos de Pós-graduação tão somente se tinham ou não em suas equipes Estudantes e/ou Professores israelenses vinculados (Mem. Circular 02/2015 – PRPGP/UFSM); em momento algum, segundo fartamente divulgado, a UFSM buscou “identificar e apontar” pessoas de origem israelense;
4. Na corrente semana o referido memorando circular foi fraudado, distorcendo os fatos, e desta forma foi difundido pelas redes sociais e páginas na internet, que além das manifestações de ódio vinculadas, originou denúncia contra a UFSM; a UFSM, usando os meios legais está tomando as providências no sentido de identificar os responsáveis e proceder os registros processuais adequados de responsabilização por aquilo que julgamos extremamente grave e ilícito;
5. Considerando a sensibilidade do tema, outras soluções foram consideradas, antes de enviar dita solicitação aos programas. No entanto todas elas representavam conflitos com a legislação vigente;
6. A Universidade Federal de Santa Maria sendo uma instituição Pública respeitada nacional e internacionalmente, comprometida com seus pilares de ensino, pesquisa e extensão, alicerçada sobre o conhecimento, a democracia e o respeito às diferenças, não tem preferência no que toca às históricas diferenças políticas, ideológicas, religiosas, etc… das causas judaica e palestina nem a qualquer outro conflito desta natureza;
7. Até o momento não houve a consolidação de um documento de resposta às entidades citadas, responsáveis pelas 5 questões apresentadas;
8. A UFSM espera que esta manifestação não sirva somente para aplacar os ânimos contaminados por uma rede de versões baseadas numa fraude, mas que sirva de reflexão no sentido de apostar na tolerância, no respeito às diferenças, na democracia, na transparência, no diálogo e na paz como instrumentos de justiça, convivência e felicidade.

Paulo Afonso Burmann, Reitor
Paulo Bayard Dias Gonçalves, Vice-reitor

Retomo

Também vou enumerar:

1) Então uma universidade pública cobra, num documento, que se informe a eventual presença de alunos israelenses na instituição e, chamada a se explicar, ainda tem a cara de pau de acusar perseguição?
2) O que a instalação da Comissão da Verdade tem a ver com o caso em debate, além de nada? A quem estes senhores acham que enganam?
3) Releiam o item 3: o professor José Fernando Schlosser, que encaminhou o pedido de informação, certamente cobrou de Burmann a verdade: foi o reitor quem determinou o envio do memorando.
4) Reitor e vice-reitor estão fazendo pouco caso da inteligência alheia. Um pedido feito com base na Lei de Acesso à Informação pode, sim, ser recusado. Os que não forem atendidos terão, então, de recorrer à Justiça.
5) Nesse caso, se recorressem, teriam perdido. A lei a que os doutores se referem é a Lei 12.527. Leiam a íntegra. Quero que os dois valentes provem que é de “interesse público” a informação sobre a eventual presença de israelenses na UFSM. Mais: quero que ambos provem que as entidades sindicais e o Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino são entes legitimamente “interessados” na informação.
6) Releiam o documento original enviado à direção da universidade, observem o que lá se diz sobre o estado de Israel e depois avaliem a decisão tomada pela reitoria.
7) Reitor e vice-reitor insistem na falácia de que o problema está na adulteração, com duas palavras de ordem em inglês, da solicitação feita. Estão tentando nos enganar. O grave está no fato de o pró-reitor — agora sabemos que, sob as ordens do reitor — ter encaminhado a solicitação.
8) O item 6 da nota da reitoria é do balacobaco. Então a UFSM não tem “preferência” em matéria de conflito israelo-palestino? Huuummm… Isso quer dizer o quê? Se algum representante do Hamas quiser dar uma palestra na UFSM, ele será bem-vindo? De resto, senhores, o único conflito religioso que existe naquela área se dá entre os fundamentalistas do Hamas e o Fatah. De resto, senhores, o único país em que árabes vivem numa verdadeira democracia é… Israel!
9) A nota reforça a necessidade de destituição do reitor, levando junto o vice. Pensam mal, escrevem mal e decidem mal. Pior: tentam justificar uma decisão estúpida, de evidente caráter discriminatório, brandindo uma lei que não os autoriza a fazer o que fizeram.
A n ota de reitor e vice-retor que espancada impiedosamente a língua
Para encerrar

Um idiota enviou um comentário para o blog perguntando por que estou tão incomodado se não sou judeu. Respondo com as palavras do teólogo protestante alemão Martin Niemöller:

“Um dia, vieram e levaram meu vizinho, que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho, que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia, vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram. Já não havia mais ninguém para reclamar.”

Mesmo que os judeus ignorassem a questão, eu não ignoraria. Eu os defenderia, ainda assim, da sanha dessa gente. Entre outras razões porque isso também é um gesto de autodefesa.

Quem vai nos salvar da Nova República? Nós mesmos!

 
"O imperador D. Pedro II teve na vida dois grandes amores: ao Brasil e ao estudo. Para ele, o Brasil estava acima de tudo. No exílio, esses amores, em lugar de arrefecerem, aumentaram. O imperador sentia no mais alto grau esses dois amores. E sabe-se que sem amor não se faz nada".

Quem disse isso foi a Baronesa de Loreto ao jornalista Mozart Monteiro, do extinto "O jornal", em 1925. O texto foi descoberto, em recente pesquisa, pelo historiador José Murilo de Carvalho, autor da biografia de D. Pedro II. Que reflexões podemos fazer sobre esta nota publicada na coluna do Ancelmo Góis, sábado (6), em O Globo?

Muitas... A primeira, de cara e lamentável, é que não temos estadistas no Brasil com a mesma qualidade do D. Pedro II - que nunca precisou andar de bicleta em público como jogada de marketagem. A segunda é que a queda de D. Pedro foi uma das maiores tragédias para atrasar, impedir ou inviabilizar a construção da civilização brasileira. O Brasil caminhava para se tornar uma potência mundial no final do século 19.

Desastre de mesma proporção só a posse do "imperador" do maranhão, José Sarney, na Presidência da República, no golpe militar de 1985, após a morte de Tancredo Neves, que nem chegou ser empossado, em função da doença que o mataria. Com estas duas passagens, o Brasil retrocedeu histórica e democraticamente. Os dois episódios (queda do Imperador com a "república" e posse ilegítima do que se acha "imperador" na "nova república") foram causados por intervenções militares diretas.

A lição da história recomenda: não basta intervir, se você não sabe direito o que fazer, deixando tudo como dantes, ou ainda pior, na Bruzundanga do Abrantes... Não basta intervir se você não tem o pleno conhecimento do inimigo que vai engoli-lo na primeira curva... Não basta intervir se você se alia, querendo ou não, na segunda hora, ao que tem de pior na sociedade...

O Exército proclamou a República em 15 de novembro de 1889... Teria sido bacana se os militares e civis que apoiaram o golpe tivessem, efetivamente, implantado a tal República. Efetivamente, isto não aconteceu até hoje. O Brasil sobrevive, com fatal vocação terceiromundista, em um regime claramente oligárquico, no qual a coisa pública é violentada pela ação do crime institucionalizado. A tal "nova república" é mais que um deboche. É uma ditadura dos corruptos e da bandidagem.

A republiqueta de araque, na qual o modelo federativo nunca foi efetivamente implantado e respeitado em sua essência, incorporou elementos de "autoritarismo absolutista" a partir da década de 30, quando outro ídolo nacional, Getúlio Vargas, implantou o "Estado Novo" - cuja base, até hoje, vigora, em um "regime do branquinho doido". Mistura elementos regulatórios fascistas, com pitadas legais comunistas, práticas sociais-democratas, um discurso capitalista neolibertino, mais rentista que produtivo, consolidando nosso Capimunismo - autoritário, cartorial, cartelizado, centralizador, perdulário e corrupto.

Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff, seus companheiros e comparsas da Base Amestrada merecem uma "estalta" de cocô em praça pública pelo que estão fazendo pelo Brasil. Graças à incompetência ou ação criminosa deles, tudo dá errado, porém as besteiras e as sujeiras vêm à tona. O cidadão comum já sabe o que e quem não presta. Os verdadeiros inimigos do Brasil estão identificados pelo grande público. A conclusão geral é que passou da hora da faxina. 

Este modelo capimunista caminha para o esgotamento (literalmente o esgoto sanitário da História). O impasse institucional em que estamos mergulhado nunca foi antes visto. A ruptura parece inevitável. É questão de tempo. As oligarquias perderam sua capacidade de resolver tudo na base do simples conchavo. As "zelites" não sabem o que fazer... Mas a maioria das pessoas exige "mudanças".

O vácuo político, com demanda concreta por transformações benéficas, abre espaço para uma objetiva ação da sociedade que tende a despertar a verdadeira Elite Moral - aquela que não só indica, mas mete a mão na massa, com ideias e muito trabalho, para fazer as coisas boas acontecerem. Nas redes sociais da internet e nas ruas esta Elite Moral real já se manifesta e exerce sua pressão democrática legítima.

Como nunca antes na História do Brasil, a massa, antes apenas idiotizada e usada pela Oligarquia, agora começa a saber das coisas e a entender o que precisa mudar de verdade. O fenômeno global da rede, com as pessoas interagindo e assumindo o protagonismo, é resultante do inevitável avanço tecnológico da comunicação. As pessoas comuns, interligadas, se juntam e multiplicam a capacidade de ação proativa.

A revolução dos smartphones, com amplo acesso das pessoas a uma internet (mesmo cara e que não funciona direito, como no primeiro mundo), viabiliza informação, formação de grupos de pessoas unidas, e mobilização em favor de causas socialmente justas. Este movimento nunca antes experimentado e vivenciado no Brasil está gerando as pré-condições culturais, psicossociais e materiais que a História demanda para que as mudanças reais aconteçam.

Os três poderes no Brasil já pressentem a pressão, e vão sentir ainda mais o tranco, brevemente. Um sistema assentado na corrupção não resiste quando as pessoas comuns começam a entender como o jogo é jogado. Executivo, Legislativo e, sobretudo, o Judiciário terão de se submeter ao processo de desinfecção para o desenho de um novo modelo democrático, com transparência, regras claras e segurança do Direito, junto com o pleno exercício da pressão legítima do cidadão.

Na hora da efetiva mudança, como nunca antes em nossa História, ocorrerá um conflito de grandes proporções. Desta vez, o jogo não deve ser decidido na base dos tradicionais conchavos dos gabinetes dos dirigentes, dos políticos ou dos magistrados. A maioria da sociedade rejeita os atuais ocupantes dos espaços de poder. Quem tem a hegemonia agora, fatalmente, terá de reagir contra os que exigem mudanças. O grau de coragem ou de covardia deve determinar o quanto vai durar o tempo de conflito mais radical.

Nesse momento, aí sim, querendo ou não, as Forças Armadas terão de ser o fiel da balança. O jogo tende a ser vencido pelo lado do qual os militares ficarem. A maioria das pessoas, nas redes sociais, clama por intervenção militar. Os militares não farão intervenção direta. Os comandantes já deixaram isto bem claro. No entanto, eles sabem muito bem o cenário que se desenha vai exigir a participação deles na hora em que a Elite Moral da sociedade partir para a legítima Intervenção Constitucional (o termo, o conceito e o fenômeno correto do mais provável a acontecer).

Quando a Intervenção Constitucional efetivamente acontecerá? Eis a pergunta ainda sem resposta tão exata em relação ao prazo. O certo é que o modelo capimunista está indo completamente para o ralo. No entanto, o ponto de mutação só será percebido e vai acontecer realmente no momento em que o impasse institucional atingir seu limite máximo. Estamos nos aproximando dele... As "autoridades" não podem sair às ruas, sem seguranças... Vaias e xingamentos viraram pronomes de tratamento...

A regra é simples, com uma metáfora bem real e objetiva. A força de uma corrente é determinada pelo seu elo mais fraco. Quando ele se rompe, a corrente perde a função básica. Os elos da oligarquia tupiniquim nunca estiveram tão apodrecidos e enfraquecidos. O rompimento deles depende apenas da vontade política e da ação corajosa e determinada das Elites Morais - que precisam comprovar não estarem deitadas eternamente em berço esplêndido, como no Hino Nacional.

Os próximos 90 dias serão eletrizantes. A crise econômica tende a se agravar. O andar de baixo da pirâmide social, que vem elegendo o atual desgoverno há vários anos, já começa a reclamar da vida, se sentindo traído por quem ajudou a botar no poder. Por isso, aumentando os juros, para gerar mais dividendos e lucros para quem já tem muita grana, o desgoverno tenta sua última cartada, para reduzir a insatisfação no andar de cima. A turma do meio perdeu a paciência e exige mudanças imediatamente. Ao mesmo tempo, a evolução do mundo demanda um Brasil que produza e funcione sem tanta incompetência corrupção.

Os três poderes vão aguentar tanta pressão interna e externa? Até quando? A bola dos poderosos está murcha... E não estamos falando do Fifagate... A Lava Jato ainda tem um papel a cumprir no começo do saneamento básico da vida pública brasileira. Quando os primeiros tubarões forem fisgados, para uma temporada na cadeia, ou com condenações exemplares, estará dada a senha para o jogo de verdade começar...

Uma coisa precisa ficar bem clara no jogo que está para começar de verdade. Nada melhor que o exemplo histórico para desenhar a realidade nua e crua. O General Leônidas Pires Gonçalves, que ontem foi cremado, salvou a Nova República. Agora, não será um militar que vai operar a salvação. Só nós mesmos, cada um fazendo a sua parte, podemos nos salvar desta degradante Nova República que apodrece.


A responsabilidade é de cada um de nós, e não de outros "heróis" ou das Forças Armadas - amadas ou não. Simples assim...     

MARIA do ROSÁRIO faz “encontro estadual do MANDATO” em HOTEL de Luxo e paga com verba pública.


Tivemos acesso a algumas notas fiscais “interessantes” que mostram que políticos continuam usando o dinheiro público para certas extravagâncias que não caem bem em tempos de austeridade.

No evento a deputada disse:

“Representação não é apenas de pessoas, é de classe. Nós exercemos um mandato de classe, contra todas as discriminações”.

A deputada petista Maria do Rosário, que prega decência e honestidade, não considera discriminação usar o dinheiro público para reunir seus fãs e cabos eleitorais em hotéis de luxo enquanto milhões de brasileiros passam necessidades em vários locais do Brasil.

memesEla pagou com verba pública uma festa chamada “encontro estadual do Mandato”. No evento, realizado em 25 de abril teve de tudo, até um “quê” de cultural, com musica ao vivo.

Tinha bastante gente. Segundo a própria, cerca de 500 pessoas. Já são aí 500 votos para a re-eleição não é mesmo? 

 Vejam algumas fotografias e notas que obtemos com a ajuda de nossa rede de colaboradores. Veja também a nota que mostra que a deputada pagou com verba pública para fazerem um MEME pra facebook!!!. Quando nos disseram não acreditamos… Mas, era verdade.

Maria rosario encontro do mandato
A deputada requereu que o dinheiro fosse ressarcido alegando que se refere a gasto da ATIVIDADE PARLAMENTAR, a nota apresentada na Câmara é essa abaixo.

PRESIDENTE DO TJ DE SÃO PAULO "EXPLICA" O AUXÍLIO MORADIA E SE EXPÕE AO RIDÍCULO



Assista a entrevista em que o desembargador diz que o auxílio moradia foi um disfarce para aumentar salário.

O caso da educação


prof2A primeira condição para voltarmos a ter uma educação que puxe o país para cima (sim, ela ja foi assim no Brasil!) é nossas escolas voltarem a entregar educação em vez de empulhação.

Vai ser uma luta muito dura porque envolve a grande chave comutadora de tudo: a decisão sobre se este país quer ser uma meritocracia ou continuar para sempre nesse troca-troca entre liberdade para roubar e distribuição de pequenos privilégios para comprar a conformidade dos roubados.

prof9O alvo essencial desses “professores”  black-blockeados que, ha anos sem fim, servem a dose diária de ultimate fighting jurássico-ideológico que inferniza a vida do país é a meritocracia. Bani-la para sempre do dicionário geral da língua portuguesa é a única condição essencial à sobrevivência deles como espécie porque militância profissional e meritocracia são coisas tão irreconciliavelmente incompatíveis e mutuamente excludentes quanto o musgo e o sol.

Greve dos Professore em CuritibaNão confundí-los jamais com os professores de verdade, cada vez mais humilhados e ofendidos. Estes só terão remissão quando se impuserem aos que lhes usurparam a palavra e limparem o seu ambiente de trabalho do entulho político e corporativo que come a diferença entre o dinheiro que os brasileiros ja investimos em educação — igual ou maior que o que os melhores do mundo investem — e o resultado que colhemos depois de reparti-lo entre os professores de verdade e a multidão dos que se infiltraram no sistema com pistolões políticos e permanecem lá dentro por todos os motivos menos pelo do merecimento.

DILMA DEFENDE MARGINAIS DE 16/17 ANOS


domingo, 7 de junho de 2015

CARTA ABERTA ao Excelentíssimo Senhor Ministro Teori Zavascki e ao SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Dia 30 abril de 2015

Sempre fui defensor ardoroso do PODER JUDICIÁRIO. Aprendi com meu professor de direito, na ESCOLA MILITAR DE RESENDE, que, qualquer sociedade organizada tem seu pilar principal, no CUMPRIMENTO DA LEI. Sem lei ou a não existência de quem a defenda sofrerá a influência da demagogia, do populismo, que são formadores do caos.

Estamos vivendo o caos e a falência do Poder Judiciário. Há Poder Judiciário para defender poderosos e, não, para defender a sociedade brasileira. Diariamente, estamos assistindo a assaltos aos Cofres da União, dos Estados e dos Municípios. Não são quantidades pequenas, chegando aos bilhões de reais ou mesmo de dólares. Este dinheiro falta na saúde e os ladrões estão soltos, quando cometeram um crime hediondo. Roubaram o seu povo.

Estamos assistindo à desgraça da mentira prevalecer nos processos, derrotando a verdade. A MENTIRA é o maior câncer de uma sociedade. Como pode uma pessoa ir depor no SENADO FEDERAL e ter garantido o direito de ficar calado? Ela pode ficar calada de livre e espontânea vontade e não ser garantida pelo STF. O STF, defensor da JUSTIÇA, deveria dizer que o depoente não pode MENTIR e se mentir, deveria ser preso. O STF é defensor da VERDADE.

Magistrado, a manchete da folha de São Paulo, de 29 de abril de 2015, diz bem o que pensa o brasileiro: “SUPREMO LIVRA DA CADEIA EMPREITEIROS DA LAVA JATO.” É bendito: SUPREMO DEFENDE LADRÃO. É isso que o povo passa a pensar. O BOM DIA BRASIL, de 30 de abril de 2015, foi direto e disse verdades que mostram a decepção com a Justiça. Será que os milhares de presos não poderiam estar presos em casa, com tornozeleira eletrônica. Perguntaram? “são todos iguais”?

No mesmo dia, 29 de abril de 2015, no Estado do Ceará, vamos encontrar, no jornal Diário do Nordeste, a SEGUINTE NOTÍCIA: “Quatro presos por fraudes na Caixa Econômica são liberados”. São ladrões de mais de 20 milhões reais.

Excelentíssimo Senhor Ministro, por que soltar quem não presta? Quem rouba bilhões não é pior do que ladrão de galinha? E por que quem rouba pouco é preso e quem rouba muito é solto? É por essas coisas que há um ditado que diz: “se vai roubar, roube muito, que não vai ser preso”.

Antigamente, todos tinham o respeito sagrado pela Justiça. Este respeito está indo para a lata do lixo, Exmo. Senhor Ministro. Um dos juízes que votou não poderia fazê-lo. Deveria se julgar impedido.

Estou enviando esta carta para STF, para Vossa Excelência e amigos. É uma carta aberta.

É uma carta de revolta.

Sabe por que desta revolta, Senhor Ministro? Por ter sido PROVEDOR DA SANTA CASA DE FORTALEZA e vivi a pobreza de perto e falta de apoio dos governos.

Sabe por que desta revolta, Senhor Ministro? Por ter sido dirigente de uma Casa de apoio ao Idoso. Ser idoso neste país é merecer o desprezo dos órgãos públicos. Velho não vota é o que falam os politiqueiros.

Sabe por que desta revolta, Senhor Ministro? Por ter enterrado três crianças, em TERESINA, mortos pela fome, quando comandante da Polícia Militar do Piauí.

Sabe por que desta revolta, Senhor Ministro? Porque quase todo dia alguém bate à minha porta, pedindo socorro e eu vou ajudá-lo. Alguém pobre bate à sua porta?

Sabe por que desta revolta, Senhor Ministro? Porque assisto aos noticiários, às Sessões do Judiciário, às Sessões da Câmara e do Senado e fico comparando com outros países, onde ladrão vai para a cadeia ou é fuzilado por ser traficante de droga. Primeiro Ministro Inglês vai para o Parlamento de Metrô e milhares de carros oficiais servem aos poderosos desta desgraçada República.

Estou perguntando a Vossa Excelência se já viu jovens destruídos pela droga.

Estou perguntando a Vossa Excelência se já viu lágrimas de mãe por ver o filho destruído pela droga.

Estou perguntando a Vossa Excelência se teve que segurar um pobre homem que desejava matar o filho por ser traficante de droga.

Eu já vi tudo isso quando comandei, também, a Polícia Militar de São Paulo.

Termino perguntando a Vossa Excelência se já ouviu o soluço profundo de uma mãe e o grito desesperado, afirmando que seu filho era ladrão e que roubava para não ser preso.

Eu vi. Ainda sinto o olhar profundo daquela mãe que procurava Justiça.

Excelentíssimo Senhor Ministro, procuro Justiça, apenas Justiça.

Vossa Excelência e os dois outros Juízes, ao soltarem os criminosos empreiteiros, que cometeram crime HEDIONDO, DEPRAVADO, VICIOSO, SÓRDIDO, IMUNDO, REPELENTE, REPULSIVO, HORRENDO, SINISTRO, PAVOROSO, MEDONHO, contribuíram para o desprestígio do SAGRADO PODER JUDICIÁRIO.


FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO
General de Divisão Reformado
Coordenador do Grupo Guararapes





RELATÓRIO DA MP QUE ALTERA TABELA SERÁ NESTA TERÇA


Texto prevê reajuste de 6,5% para faixas mais baixas de renda

Está marcada para terça-feira (9), às 14h30, a votação do relatório da Medida Provisória 670, que reajusta a tabela do Imposto de Renda, na comissão mista que analisa o texto. Na última reunião, não houve quórum para a apreciação.

Não deve haver mudanças no reajuste da tabela previsto na MP: 6,5% para as duas primeiras faixas de renda, 5,5% para a terceira, 5% para a quarta e 4,5% para a quinta e última. A renda mensal máxima para isenção passa a ser de R$ 1.903,98.

Segundo o relator, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), devem ser incluídos na MP pontos em que não houve acordo durante a votação de outros textos.

Uma das emendas, de acordo com o relator, foi negociada com a bancada do Nordeste no dia em que foi mantido o veto à Medida Provisória 656. Uma das partes vetadas prorrogava, até 2042, contratos entre geradoras de energia e empresas que são grandes consumidoras. Na última terça-feira (2), Eunício informou que o Planalto estava alterando o texto.

A outra emenda que o senador deve aceitar permite ao governo pagar o Seguro Garantia-Safra. O seguro é voltado para agricultores da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que sofrem perda de safra por motivo de seca ou excesso de chuvas. Segundo o senador, há o dinheiro, mas não foi feito o empenho no ano passado.

- Precisamos autorizar o governo a ter condição legal de pagar o seguro, senão vai ficar o Nordeste inteiro e o Brasil sem o dinheiro para pagar o seguro da safra de 2014 – explicou.

Eunício informou que há várias outras emendas, mas somente essas duas devem ser incluídas no relatório. (Agência Senado)

Poupança perdeu R$ 32,28 bilhões até maio, mas Dilma continua a ignorar a piora da crise


crise_economica_26É vendaval – Mais seguro e popular investimento do mercado financeiro nacional, a caderneta de poupança continua registrando perdas em termos de saques. Somente em maio, a saída líquida de recursos (saques menos depósitos) alcançou a marca de R$ 3,2 bilhões, o pior resultado para o mês na série histórica do Banco Central iniciada em 1995. No acumulado do ano, as perdas da poupança já chegam a incríveis R$ 32,28 bilhões.

Foi o quinto mês seguido em que os saques superaram os depósitos em todo o País. Contudo, a perda do mês de maio foi a menor do ano: em abril, foi de R$ 5,85 bilhões e, em março, de R$ 11,43 bilhões – maior saque de recursos da poupança para todos os meses, tomando como base a série do BC.

Em maio, de acordo com levantamento do Banco Central, foram depositados R$ 153,23 bilhões nas cadernetas de poupança, ao passo que os saques chegaram R$ 156,43 bilhões.

Esse cenário mostra que a crise econômica é muito mais grave e complexa do que imaginam os brasileiros, que agora são obrigados a queimar suas economias para quitar dívidas e garantir a sobrevivência.

Os números desanimadores da caderneta de poupança confirmam dados amplamente divulgados pelo UCHO.INFO e criticados de forma incisiva pelo Palácio do Planalto: o desemprego está em curva de crescimento, enquanto o salário do trabalhador está em ritmo de queda.

Por mais que o governo petista de Dilma Rousseff tente dourar a pílula, a realidade macabra não tem como ser escondida, algo que os palacianos têm tentado de maneira insistente. Não bastasse o recuo do salário, o trabalhador vem acompanhando com desespero a perda do poder de compra dos seus ganhos mensais. Aliás, o brasileiro voltou a enfrentar a trágica situação em que o salário acaba e o mês continua, algo que para o governo é normal.

Tal situação é decorrente da disparada da inflação e da tentativa do Banco Central de conter o mais temido fantasma da economia. Para Dilma e sua horda, a inflação está acima de 8% ao ano – além do teto (6,5%) do plano de metas do governo –, mas a realidade do cotidiano é muito mais assustadora. Afinal, a inflação verificada nos preços de produtos e serviços já passa de 20% ao ano.

Quando o UCHO.INFO, ao longo do último quadriênio, afirmava que a conta da economia em dado momento na fecharia, os governistas passaram a nos dedicar críticas infundadas. Também foi destaque neste site o fato de os brasileiros terem mudado os hábitos de consumo e adotarem a substituição de marcas, como forma de cortar gastos. Diante da nossa afirmação, o governo preferiu acusar o editor de ser adepto da tese do “quanto pior, melhor”.

Diz a sabedoria popular que a melhor defesa é o ataque. Por isso que Dilma tem um séquito de terroristas cibernéticos à disposição para atrapalhar a vida dos críticos do PT e do governo mais corrupto da história nacional. Enfim…

A virada do Brasil à beira do abismo

Por Luiz Cruz, Hudson Coelho e Bartolomeu Filho

É difícil acreditar que chegamos a um tal ponto que a maioria da população não enxerga o abismo que desponta diante da nação. Os planos que de 1960 a 1964 estavam sendo implementados a todo vapor pelos inimigos da democracia, renasceram na forma de um populismo extremo, que só pode ser comparado ao usado durante a ascensão dos grandes ditadores mundiais, como Hitler e Mussolini.  A grande diferença, contudo, reside em que estes últimos tiveram uma visão e identidade próprias, enquanto que Lula e Dilma são meramente ventríloquos revolucionários da cartilha de Lênin, agindo como marionetes da ideologia “bolivariana” (a versão tropical do comunismo de Fidel Castro, testa-de-ferro caribenho do Kremlin).

A situação atual está infelizmente refletindo as estratégias e planos socialistas que estão sendo executados pelo Foro de São Paulo, em sua ambição absurda de dominar o Brasil e países vizinhos para criar seu sonho socialista da UNASUR ou UNASUL.  Se completamente implementado, este bloco representaria a extinção completa de todas as nossas liberdades; a degradação e o caos moral, ético e religioso da sociedade; o controle total de nossas propriedades pelo governo socialista; a apropriação de toda produção nacional de bens e serviços para executar e financiar os planos comunistas pelo mundo afora, e formação de uma coalizão militar armada das nações comunistas do grupo, nos tornando um foco de corrupção e afronta bélica socialista, ou seja, verdadeiros adversários do Mundo Livre pelo qual muitos brasileiros já deram a vida para defender.

O PASSADO SE REPETE

Estamos assim, deslizando inexoravelmente para o mesmo abismo que atingiu outras nações que seguiram pela trilha comunista.  Esta trilha nos leva à degradação dos recursos produtivos, à desmotivação para inovar e ser mais eficiente, à estagnação da Economia e à degradação da “sociedade ideal”, tão preconizada.  Só que desta vez, tal fato não está sendo denunciado e divulgado por cidadãos e políticos patriotas através de uma mídia responsável e consciente de sua obrigação cívica, de agir como defensora da liberdade e da democracia.  Hoje, ele está maquiavelicamente escondido por uma mídia controlada, por meio de uma estratégia de propagandas e reportagens enganosas (com gastos publicitários federais de 2009 até 2013 de R$10,5 Bi), divulgadas entre a população jovem e entre os que não têm meios de acesso a informações verdadeiras sobre o ocorrido antes da revolução de 64.  Os que viveram naquela época podem atestar com segurança o estado caótico em que nos encontrávamos, com ataques de terroristas sem escrúpulos, com movimentos latifundiários agressivos, e com intelectuais pseudo-liberais promovendo a destruição de nossos valores e exigindo enfoques sociais da política governamental que levariam à quebra da Economia e das Finanças nacionais.

O Decálogo de Lênin está direcionando as ações do Foro de São Paulo, e tem sido implementado no Brasil assim como na Venezuela, com sucesso. Vejamos: Nossa juventude e modelos sexuais foram pervertidos; nossos meios de comunicação foram infiltrados e controlados; nossa população foi dividida em classes antagônicas através de discursos de desconfiança e ódio; nossos líderes anteriores ao PT foram desacreditados pelo governo de Lula; o poder foi assumido utilizando-se meios lícitos e outros claramente ilícitos; o Tesouro Nacional tem sido utilizado ilegalmente dentro e fora do país; a imagem da nação está completamente desacreditada; a população está em pânico com a inflação e desemprego crescentes e as dívidas nacionais atingindo níveis estratosféricos; há greves generalizadas e mesmo a Petrobrás está na bancarrota; o MST está fazendo invasões de propriedades, destruindo patrimônios, e criando desordem como uma verdadeira milícia comunista em um país republicano, com o aval do governo; a corrupção desenfreada destruiu nossos valores sociais, éticos e morais; nossos congressistas estão sendo corrompidos ou chantageados a votarem de acordo com os interesses do governo; e a sociedade foi desarmada.  Uma vez realizado o Decálogo, as etapas finais do golpe comunista seriam a transformação da nossa constituição republicana numa versão socialista ditatorial, e a invasão e tomada dos bens privados pelos comunistas.

DISTORCENDO A HISTÓRIA

O discurso dos traidores da pátria renomeia a intervenção de 1964 e adultera a História como se tivesse sido uma “ditadura” militar. Eles falam de atrocidades, violências e desmandos contra qualquer cidadão e contra a democracia por décadas, culminando na falsa “Comissão da Verdade”.  No entanto, além de lembrarmos bem deste período, todas as pesquisas feitas confirmam que isso não foi verdade.  Fora bandidos, somente insurgentes e terroristas é que sofreram tal violência, e mesmo assim, o total dessas pessoas não chega a 300. Isso não pode ser comparado com as dezenas de milhares de pessoas que morrem anualmente sob a batuta dos governos petistas, de diversos modos.  O Ato Institucional No5 (ou AI-5), suspendeu os direitos individuais somente por um breve período, por causa da ameaça comunista, que gerou ataques violentos e constantes de guerrilheiros urbanos espalhando o terror.

As falas dos que tentam se autopromover como “libertadores dos pobres do jugo capitalista”, vem distorcendo completamente a verdade e os fatos históricos facilmente comprováveis, e desvirtuando o sucesso social, econômico e financeiro do regime militar, que desenvolveu toda a infraestrutura nacional (rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, etc.) possibilitando o escoamento da produção interna de bens e serviços, e atraindo inúmeras corporações e investidores para o país; criou e instituiu serviços públicos de boa qualidade (Educação, Saúde, Segurança, Transporte, Energia, e Comunicações); construiu todas as grandes obras públicas e companhias governamentais que se tornaram um marco para a economia nacional e mundial; e criou Centros de Pesquisa e Desenvolvimento que nortearam o progresso da nação até hoje. Havia alternância de poder por meio de eleições indiretas entre os partidos (MDB e ARENA), onde o presidente era eleito pelo Congresso, que por sua vez era escolhido pelo povo em eleições democráticas. Nenhum dos ex-governantes permaneceu no poder nem enriqueceu durante este processo!

A despeito desse desempenho notável, os militares atenderam prontamente os pedidos da população entregando o governo aos civis sem conflitos, dando diretrizes para a formação da Assembléia Constituinte para o novo governo civil, e nos alertando para o perigo do jugo comunista.  Qual seria o ditador de verdade que faria isso?  Nenhum!  Nunca houve ditadura no Brasil!

ALIMENTANDO O CAOS

Primeiro, vamos lembrar o que dispõe o artigo 85 da Constituição Federal vigente e pensar no que o PT e seus presidentes tem feito:

Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
I – a existência da União;
II – o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;
III – o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;
IV – a segurança interna do País;
V – a probidade na administração;
VI – a lei orçamentária;
VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

Entendamos agora que os governos do PT estão seguindo seu modelo de dominação socialista ditatorial. Após a execução de todas as etapas do Decálogo de Lênin, os socialistas criaram o caos social e econômico de modo a viabilizar seu golpe, e enfraquecer ou aliciar a oposição, através de numerosas omissões, crimes e mesmo traições à pátria, desprezando o que prescreve o Art. 85 da Constituição Federal, e quebrando seu juramento de posse.  Vejamos:
  1. Forte promoção pelo governo de diversas entidades para um Plebiscito de Reforma Constitucional, nos moldes do projeto de lei de inclusão dos “conselhos populares” no processo legislativo, que já foi reprovado na Câmara dos Deputados, numa tentativa inconstitucional de desconstruir o Regime Democrático Republicano baseado em somente 3 poderes representativos independentes;
  2. Atentado contra a Democracia Representativa, por meio da imposição de urnas eleitorais eletrônicas facilmente fraudáveis (como já demonstrado) e condenadas em outros países;
  3. Atentado contra nossos direitos constitucionais, através da criminalização do questionamento da confiabilidade do processo eleitoral;
  4. Atentado contra o Patrimônio Nacional, através de um projeto de lei transferindo a propriedade e a riqueza de grandes extensões de terras brasileiras para nações indígenas inocentes, possibilitando a sua utilização por corporações estrangeiras;
  5. Atentado contra a Segurança Nacional, ao promover uma lei que hoje permite a entrada sem visto de estrangeiros advindos de países em estado de beligerância, ditatoriais, ou apoiadores de terroristas, assim como o trânsito livre de tropas estrangeiras em território nacional;
  6. Atentado contra a Segurança Nacional, através de ordem para desguarnecer as fronteiras do país, deixando-a à mercê de terroristas e traficantes de países vizinhos;
  7. Atentado contra a Segurança Nacional, através de um processo de desarmamento progressivo dos policiais militares, para torna-los inoperantes e vulneráveis;
  8. Desarmamento da população deixando-a indefesa;
  9. Atentado contra a Liberdade de Expressão, através da tentativa de regulamentação da imprensa por meio do Marco Regulatório de Imprensa;
  10. Atentado contra a Liberdade de Expressão popular, através do Marco Civil da Internet;
  11. Campanha constante para deturpar a História do Brasil, difamar as Forças Armadas e seu papel real durante a contrarrevolução de 1964;
  12. Instruções dadas pela cúpula do PT para que militantes do MST atuem como uma milícia (armada e treinada), e entrem em conflito direto com a população desarmada;
  13. Promoção de ódio e conflitos entre grupos de diferentes classes sociais, religiões, e tendências sexuais;
  14. Enriquecimento ilícito de membros do Executivo, políticos, empresários e outros;
  15. Utilização de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) para projetos fora do país;
  16. Corrupção desenfreada em todos os níveis e esferasgovernamentais e políticas (federal, estadual e municipal);
  17. Intromissão constante do Executivo na composição, atos e decisões dos outros Poderes da República, ferindo os princípios constitucionais da independência entre os poderes;
  18. Criação e alteração de leis e dispositivos legais que afetaram processos em julgamento, e mesmo indicação de juízes, numa clara interferência no Judiciário;
  19. Vários empréstimos sigilosos multimilionários a nações estrangeiras (socialistas e apoiadoras de terroristas), sem as devidas garantias de pagamento (a fundo perdido), em detrimento dos contribuintes;
  20. Destruição de nossa reputação internacional através do apoio a nações socialistas e terroristas, assim como a narcotraficantes, num verdadeiro acinte aos eleitores e contribuintes que exigem decência, moralidade e respeito de seus governantes;
  21. Destruição acelerada dos nossos valores morais, éticos e cívicos, com a deturpação das leis e do ensino escolar, promovendo a perversão sexual e emotiva de crianças da mais terna idade;
  22. Criminosa falta de proteção e escárnio dos direitos e do sofrimento das vítimas de criminosos;
  23. Abandono dos serviços públicos (Segurança, Saúde, Educação, Transportes, etc.);
  24. Descaso total com a Segurança resultando em explosão da taxa de criminalidade com total anual de mortos maior do que o de guerras modernas declaradas;

RESSURGINDO DAS CINZAS

A solução óbvia para o desfecho desta crise nacional envolve não somente a saída da presidente Dilma Vana Roussef, como também a impugnação do registro do PT e de todos os partidos ligados ao Foro de São Paulo, conforme manda a Constituição Federal vigente.

O problema é que falta pouco tempo para que o golpe comunista se concretize.  As pressões populares tem sido um elemento essencial para uma reflexão mais profunda por parcelas do povo e da oposição.  Discutem-se alternativas baseadas em um processo de impedimento (“impeachment”), mas estas enfrentam a resistência feroz de Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, que já declarou para o jornal Estado de São Paulo que a tese de impeachment é inaceitável.  Além disso, o Exmo. Min. Ricardo Lewandowski, presidente do STF, que foi indicado pela própria Dilma, já declarou em 13/3/2015 que não é papel do Poder Judiciário opinar sobre o impeachment.  Pode-se facilmente pressupor qual será a postura do STF.  Além disso, mesmo que um processo de impedimento surtisse efeito, o PT e demais partidos socialistas e comunistas continuariam a promover os planos do Foro de São Paulo, e sangrar o Tesouro Nacional, a grande maioria de políticos corruptos continuaria impune e agindo para driblar as leis, a situação social-econômica continuaria se deteriorando, e o caos continuaria a se propagar.

Uma das alternativas para impedimento seria devido ao fato de que a presidente desrespeitou a Lei de Responsabilidade Fiscal (pois ultrapassou os limites do Plano de Orçamentos da União).  Para escapar desta acusação o governo utilizou recursos de bancos públicos para inflar artificialmente seus resultados e melhorar as contas da União.  Tais operações foram apelidadas de “pedaladas fiscais” por José Múcio, relator do processo do TCU.  Por causa disso, o Tribunal de Contas da União declarou em reportagem publicada no jornal “O Estado de São Paulo” em 15/4/2015, “não haver mais nenhuma dúvida de que o governo Dilma Roussef incorreu, de fato, em crime de responsabilidade fiscal”.  Se condenada neste processo, Dilma seria impedida de governar e Michel Temer assumiria.  Contudo, isto é improvável, apesar dos notáveis avanços obtidos, porque o PT e seus aliados têm maioria na Câmara e exerce grande influência sobre o STF.

Um movimento pela criminalização e fechamento da Smartmatic, e anulação das eleições devido à possível comprovação de fraude eleitoral está tomando força no exterior através de um conclave nos EUA, e a atuação de residentes no exterior.  Uma condenação feita por um organismo internacional teria forte impacto moral e político nas instituições brasileiras, mas nenhum impacto legal imediato.  Uma proibição do uso de urnas eletrônicas iria meramente atrapalhar os planos de dominação socialistas, mas não poderia inviabilizá-los, visto que o governo socialista poderia continuar a agir por tempo suficiente para concluir seu golpe.

Uma improvável renúncia da Dilma visando diminuir os problemas futuros para o PT poderia desacelerar a progressão do golpe comunista e até permitir uma eventual condenação da mesma, numa derrota para o PT.  Temer assumiria, mas existe uma grande chance de que desse continuidade aos planos do Foro de São Paulo.  Além disso, os partidos socialistas continuariam a atuar no governo e em eleições, exercendo sua pressão maligna e uma boa parte dos corruptos continuaria a agir como fazem hoje.

Além destas alternativas, a solução que resta ao povo para eliminar o golpe comunista em execução avançada, é uma intervenção constitucional militar. Na verdade, ela é uma intervenção da sociedade feita por meio das Forças Armadas, atuando conforme seu papel institucional de instrumento de defesa da Nação, dos Poderes Constitucionais, e da Lei e da Ordem.  O artigo 142 da Constituição Federal dispõe:

“Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

Contudo, os Poderes Constitucionais da República se acham corrompidos, conforme menciona o Dr. Antonio Ribas Paiva em vídeo (https://www.facebook.com/regimemilitareuapoio/videos/1642437732651997), onde conclui que há uma usurpação do poder de estado pela maioria da classe política, que o tem utilizado para beneficiar a si mesma enquanto relegam as necessidades da nação. Assim sendo, eles não iriam ter a iniciativa de conclamá-las.  Cabe então à sociedade, fonte de todo poder e legitimidade governamental, clamar pela ação corretiva das Forças Armadas para salvar a pátria do jugo comunista – como tem feito. 

No caso de uma intervenção, as Forças Armadas irão resolver o caos atual.  Restaurarão a lei, a ordem, e os serviços públicos; limparão a classe política de comunistas, corruptos e traidores da pátria, que seriam julgados sob a Lei Marcial; consertarão as leis e a Constituição corrompidas por inserções socialistas absurdas através de uma nova Assembleia Constituinte livre, composta por membros comprovadamente honestos e notoriamente competentes da sociedade civil; restaurarão a infraestrutura abandonada; e repatriarão as grandes quantias enviadas inconstitucionalmente para o exterior pelo PT e seus asseclas. Após tudo isso feito, elas voltarão a assumir seu papel normal e conclamarão novas eleições realmente democráticas, quando o Brasil irá finalmente ressurgir das cinzas em que hoje se encontra.

Que Deus abençoe o Brasil e o povo brasileiro!





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Luiz Cruz, Hudson Coelho e Bartolomeu Filho são integrantes da Central de Coordenação e Apoio de Intervencionistas (CCI)

sábado, 6 de junho de 2015

A vida de luxo e nada proletária de Fidel.

Por Irapuan Costa Junior - Via Besta Fubana

FIDEL E JUAN REINALDO
Fidel e seu então guarda-costas, o 
autor do livro Juan Reinaldo Sánchez
Foi publicado na França, no dia 28 de maio, o livro “A Vida Secreta de Fidel” (Paralela, 224 páginas, tradução de Júlia da Rosa Simões), escrito por Juan Reinaldo Sánchez e pelo jornalista francês Axel Gyldén. Sánchez foi, durante 17 anos, o principal guarda-costas de Fidel. Gyldén é um jornalista do “L’Express”, que escreveu em 2007 sobre o Brasil o livro “Le Roman de Rio” (não foi traduzido; a edição francesa pode ser encomendada no portal da Livraria Cultura.

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A vida miserával dos cubanos
Sánchez, caído em desgraça por ter um irmão que se asilou em Miami (Fidel achou que ele soube da fuga e não a impediu), foi destituído e preso por dois anos. Conseguiu fugir de Cuba e conta “segredos” da vida oculta do ex-ditador. Um deles se refere à vida luxuosa levada por Fidel, inteiramente às escondidas dos miseráveis cubanos, que sofriam – e sofrem – falta de tudo. Um dos segredos mais bem guardados até hoje é o da existência da luxuosa ilha de Fidel, Cayo Piedra. Cayo Piedra fica próxima à costa de Cuba, em frente à Playa Girón (onde desembarcaram os rebeldes mandados por John Kennedy, em 1961). 
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A vida miserával dos cubanos
Local de um antigo farol, demolido nos anos 1960 para as obras determinadas pelo “Líder Máximo” para seu conforto, a ilha comporta uma luxuosa casa para uso exclusivo de Fidel, uma casa de hóspedes, aquartelamento de sua segurança, piscinas, casa de força, abrigos subterrâneos, um viveiro de golfinhos (!), porto e outras construções. Era nos seus arredores que Fidel praticava seu esporte preferido, a caça submarina. O que fazia com grande séquito, como fazia Luis XV, quando caçava nas florestas de Versailles, conta Sánchez. 

Embora dispondo de uma casa de hóspedes, para que os cubanos não soubessem de seu luxo, para que não vazassem notícias, Fidel poucos convidados levou a Cayo Piedra, fora de seu círculo mais íntimo. As exceções foram Gabriel García Márquez e o dirigente comunista alemão Erich Honecker.

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A casa de Fidel na ilha Cayo Piedra
Para seus deslocamentos para Cayo Piedra, Fidel usava seu iate, não menos luxuoso, o Aquarama II, sucessor do Aquarama I, tomado de familiares de Fulgencio Batista, quando este fugiu de Cuba, e do Tuxpan, também luxuoso, e de cuja existência poucos cubanos souberam.

Outra revelação de Sánchez diz respeito às várias casas de propriedade de Fidel por toda a ilha: são duas dezenas, onde moram a mulher de Fidel desde 1961, Dalia Soto Del Valle, seus filhos, amantes, ou casas que simplesmente serviam de pousada aleatória para o ditador, sempre temendo um atentado.

Revela o ex-guarda-costas a existência de um sósia de Fidel, Silvino Álvarez. A função de Silvino era enganar os cubanos, quando Fidel adoecia. Como o ditador não queria perder a imagem de sempre forte e saudável, fazia Silvino circular por Havana em seu carro Mercedes-Benz, quando enfermo, para que os pobres cubanos não soubessem que o “Líder Máximo” estava acamado.

Sánchez acompanhou Fidel em quase todas suas viagens, em Cuba e no exterior (inclusive no Brasil, para a posse do ex-presidente Fernando Collor), nos anos em que esteve a seu serviço. Dinheiro nunca foi problema nesses deslocamentos, até porque Sánchez portava uma maleta abastecida com dólares (cerca de 250.000) para as despesas do ditador. Fidel só consumia (e o fazia diariamente) o caro uísque Chivas Regall, que tinha sempre à mão, e só se deslocava em luxuosos carros Mercedes-Benz 500 blindados.

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Dilma recebida por Fidel em sua luxuosa residência
Mas não é só a vida luxuosa de Fidel, seus familiares e próximos que Sánchez revela. O livro ilumina o julgamento stalinista do general Arnaldo Ochoa, fuzilado por ordem de Fidel, juntamente com outros graúdos do comunismo cubano. Cuba necessitava desesperadamente de divisas, depois de cortado o subsídio soviético que sustentava a depauperada economia da ilha. Segundo Sánchez, foi de Fidel a ideia de se associar ao cartel de Medelín, chefiado por Pablo Escobar, e traficar via Cuba para os EUA grandes quantidades de cocaína e maconha. Havia nessa operação um subproduto: Fidel achava que contribuía para o enfraquecimento moral da nação norte-americana, no que, aliás, não estava de todo errado.

Sánchez testemunhou pelo menos em uma ocasião um grande traficante americano veraneando com a família em Cuba, diretamente autorizado por Fidel. Quando a CIA, que havia detectado a rota do tráfico, se aprestava a fazer uma denúncia internacional, Fidel foi avisado pela inteligência cubana, alertada por seus agentes na Flórida (o serviço secreto cubano era tido como excelente, superado apenas pela americana CIA, pelo SDECE francês, pelo MI-5 britânico e pelo Mossad israelense).

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Fidel, Lula e Raul: encontro de “estadistas” 
latinos à beira da piscina
Fidel não perdeu tempo e matou dois coelhos de uma só cajadada. O general Ochoa havia se tornado um grande herói nacional, o que incomodava sobremaneira Fidel. Com­batente de Sierra Maestra, lutara no Congo com Che Guevara, na Ve­nezuela, na Etiópia, na Nicarágua e em Angola, sempre a mando de Fidel. Além de ser popular, Ochoa cometera outro pecado capital. Em Angola, no campo de batalha, onde conhecia a situação, desobedecera a ordens de Fidel, que resolvera orientar as operações, embora estivesse a milhares de quilômetros das tropas, e, claro, não tivesse o conhecimento local. Ditador algum tolera ser desobedecido, mesmo que esteja errado. Sánchez havia ouvido algumas conversas entre Fidel e Raúl com críticas à ascensão e à independência de Ochoa. Foi então que se montou o espetacular julgamento (de Ochoa e do ministro do Interior, José A­brantes). Ao fim do julgamento, Ochoa surgiu como o grande culpado do tráfico de drogas, e foi rapidamente fuzilado. (Abrantes, condenado a longa pena de prisão, morreu dois anos depois, em condições suspeitas, na sua cela.)

Fidel dava ordens diariamente ao juiz fantoche que presidia a corte, para que tudo saísse a contento. E Fidel saiu do julgamento como o homem que não tolerava desvios, ficando ainda livre da sombra de Ochoa.

Raúl Castro é alcoólatra, relata Sánchez. O problema parece ter surgido logo após a vitória da revolução, quando Raúl, por exigência de Fidel, supervisionou a carnificina dos fuzilamentos, e mesmo participou de alguns. Agravou-se o problema depois da execução de Ochoa, de quem Raúl era amicíssimo. Raúl moderou com a vodka a pedido e mesmo exortação de Fidel, a quem nunca negou absolutamente nada. Há muito mais no livro de Sánchez, que acaba de ser traduzido pela Paralela, selo da Companhia das Letras. É um caso raro, porque livros críticos à ditadura dos siameses Fidel e Raúl são escassos no Brasil. Os admiradores de Fidel e do regime cubano dirão que se trata de mentiras, e obviamente vão ignorar até mesmo as fotografias com que Sánchez ilustra o livro. E nosso dinheiro ainda vai para Cuba, graças aos muitos stalinistas do governo.



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COMENTÁRIO: COMO SE ENGANA UM POVO, QUE VIVE QUERENDO FUGIR DO “PARAISO”! É PARA ESTAS MORDOMIAS DO DITADOR QUE MANDAMOS DINHEIRO (ORIUNDO DOS IMPOSTOS QUE TODOS NÓS PAGAMOS) DO PROGRAMA “MAIS MÉDICOS”. NOSSA SAÚDE ESTÁ MORRENDO, E O DINHEIRO É DESVIADO, ALGUEM PODE ENCONTRAR UMA ESPLICAÇÃO PARA ESTE CRIME? - Claudio Szulcsewski <claudio@trainnet.com.br>

SÓ PARA HÉTEROS


Amigos, peço a atenção de todos vocês para uma votação online que está acontecendo no programa "Em Pauta" da Globo News. Hoje, nos comentários dessa consulta, criticaram o pensamento "retrógrado" e conservador dos cristãos que são contrários à Revisão do conceito de família. A votação está apertada, pois o grupo LGBT iniciou uma guerra aberta contra o formato de familia, formado a partir de um homem e uma mulher. Pessoal, peço a todos que divulguem em todos os seus grupos urgente....Podemos votar pelo celular mesmo, basta clicar no link e votar.A Câmara dos deputados está promovendo uma enquete querendo saber se:"Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família? "Os LGBT's estão votando NÃO em massa e estão ganhando. Divulguem o máximo que puderem!

Votem no SIM!!! 

REPASSEM para os contatos, precisamos votar no SIM!!Isso é muito importante. Votem e espalhem o link para o maior número de pessoas que vocês puderem!!! podemos nos omitir! Leia, vote e divulgue pelo celular mesmo, é muito fácil gente.

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sexta-feira, 5 de junho de 2015

NOTA DE FALECIMENTO DO GENERAL LEÔNIDAS PIRES GONÇALVES

O Comando Militar do Leste (CML) lamenta informar o falecimento do General de Exército Leônidas no dia de hoje, 4 de junho de 2015. O velório acontecerá dia 6 de junho, próximo sábado, no Palácio Duque de Caxias, das 8h30 às 11h30, e a cremação será a partir das 13h no Crematório São Francisco Xavier, no bairro do Caju, Rio de Janeiro/RJ.

Natural de Cruz Alta/RS, o General Leônidas Pires Gonçalves nasceu em 1921 e foi declarado aspirante-a-oficial de Artilharia em 1942, na Escola Militar do Realengo. Serviu no 6° GMAC, na cidade de Rio Grande/RS, onde integrou o contingente de cerca de 2 mil homens que fizeram a guarnição do litoral sul do Brasil durante a Segunda Guerra Mundial.

Foi o primeiro colocado de sua turma na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME) e, em função disso, recebeu a Medalha Marechal Hermes de prata dourada com uma coroa. Como Coronel, comandou o 2º Regimento de Obuses – Regimento Deodoro, em Itu/SP.

Como oficial general, foi chefe do Estado-Maior do I Exército no Rio de Janeiro (1974-1977) e também Comandante Militar da Amazônia. No período de 23 de dezembro de 1983 a 8 de março de 1985, foi Comandante do III Exército, em Porto Alegre/RS.

Tancredo Neves o designou para ser seu Ministro do Exército. Após o falecimento de Tancredo, permaneceu à frente do Ministério durante os cinco anos do governo de José Sarney (1985-1990). Desenvolveu projetos como a FT-90 (Força Terrestre 1990), que permitiram a modernização do Exército Brasileiro, que dentre outras coisas adquiriu a sua Aviação.

Ao longo de sua carreira exerceu inúmeras funções de destaque. O General Leônidas deixa esposa, 2 filhos, 4 netos e 7 bisnetos.


Respeitosamente,