sexta-feira, 15 de maio de 2015

Exército descarta intervir na política, diz comandante militar


Mourão: papel das Forças Armadas é assegurar o funcionamento das instituições | Aniele Nascimento/Gazeta do PovoDescontentes com o governo da presidente Dilma Rousseff, milhões de brasileiros foram às ruas em 15 de março de 2015. Em Curitiba, o protesto reuniu 80 mil pessoas, segundo a Polícia Militar (PM). Entre os diversos grupos que se reuniram, alguns pediam a intervenção militar “constitucional”, sob o argumento de que seria necessária a presença do Exército e demais Forças Armadas no governo para restabelecer a ordem e direitos dos cidadãos.

A posição do Exército, entretanto, vai de encontro com o que as ruas pedem. Em entrevista à Gazeta do Povo durante visita a Curitiba, o general comandante militar do Sul, Antônio Mourão, diz que o Exército “não vai assumir poder” e que segue os preceitos da Constituição de “garantir a democracia”.

A entrevista, concedida no dia 9 de abril de 2015, foi realizada no Quartel do Exército do bairro Boqueirão. O general falou, entre outros assuntos, sobre cortes no orçamento da instituição realizados pelo governo federal em virtude da crise econômica pela qual passa o país, sobre a possibilidade da desmilitarização da PM e a atuação do Exército em área urbana e nas fronteiras para o combate à criminalidade.

O Exército não vai assumir o poder, não vai fazer nada disso. O que vai fazer é manter as instituições; garantir que o Executivo, Legislativo e o Judiciário funcionem. Isso é manter a democracia.
Há uma atuação conjunta do Exército com a Polícia Militar no combate ao crime organizado nas fronteiras no Paraná?

Por lei complementar, dentro da faixa de fronteira, nós temos as atribuições de realizar revistas em embarcações, aeronaves, veículos, pessoas, fazemos a interceptação de qualquer ilícito e, eventualmente, prender pessoas que estejam envolvidas com esses ilícitos. No Paraná, especificamente, nós temos unidades em Guaíra, Foz do Iguaçu, Cascavel e Apucarana. Temos perfeitas condições de guarnecer esse setor da fronteira sempre que for necessário. O ideal é que sempre em atuações dessa natureza estejam presentes a Polícia Militar, a Receita Federal, o Ibama, a Polícia Federal. Essa atuação conjunta favorece na repressão do ilícito. Porque, em determinados ilícitos, como o transporte de cargas legais ou perigosas, o Ibama tem mais atribuição para isso. No contrabando e o descaminho, a Receita Federal tem mais atribuição para isso. E o Exército daria a segurança para o trabalho desses agentes.

Qual a necessidade de o Exército participar do combate à violência urbana, como ocorre em intervenções para instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), no Rio de Janeiro?

A participação do Exército nesse tipo de atividade tem que ser episódica. Se há uma situação de agravamento da ordem pública, e a polícia está sem condições de agir, o Exército entra, age e sai. O Exército não é polícia. Infelizmente, o que acontece no Rio de Janeiro, pela situação que está sendo vivida, é que nós temos tido que permanecer muito mais tempo que o necessário, fugindo dessa característica da atuação episódica. Já estivemos durante quase dois anos no Complexo [de favelas] do Alemão, já estamos completando mais de um ano no Complexo da Maré. A gente se prepara de uma forma muito eficiente para cumprir essa tarefa, mas não é uma tarefa nossa. É para fazer uma atuação rápida e depois deixar nas mãos da polícia, que é o elemento especializado para esse tipo de situação.

A participação do Exército nesse tipo de atividade [combate ao crime] tem que ser episódica. (...) Se a polícia está sem condições de agir, o Exército entra, age e sai.

Correm no Congresso Nacional projetos que pedem a desmilitarização da Polícia Militar. Qual é a avaliação do Exército, sendo que a PM é uma força auxiliar da instituição?

Para o Exército, não mudaria nada. Continuaria a polícia. O termo desmilitarização não é o correto. Isso vem de gente que ainda está pensando com a cabeça no século passado, que ainda vive o conflito da Guerra Fria e tudo aquilo onde entra o termo militar não é considerado politicamente correto. Em qualquer hipótese, se não existir a PM, mas só a Polícia, será necessário um ramo fardado dessa polícia que vai fazer o policiamento ostensivo. Você não vai ter elementos em trajes civis realizando policiamento ostensivo. Você pode dizer unificação da polícia. Ter um ramo da polícia só investigativa e a parte de policiamento ostensivo que estaria fardado. Como você vai fazer controle de distúrbios, controle de vias públicas em trajes civis? Não vai fazer.

Nas ruas, durante as manifestações [contra a presidente Dilma Rousseff], parte da população pediu intervenção militar. Como o Exército vê esses pedidos?

O Exército se posiciona de uma forma muito clara, de acordo com a missão que nós temos. Uma das nossas missões é a garantia dos poderes constitucionais. Está na Constituição, no Artigo 142. A gente deixa muito claro que o Exército, com as demais Forças Armadas, estará pronto para manter as instituições em funcionamento. O Exército não vai assumir o poder, não vai fazer nada disso. O que vai fazer é manter as instituições; garantir que o Executivo, Legislativo e o Judiciário funcionem. Isso é manter a democracia.

Vai haver corte, não tenha dúvidas. Nós estamos preparados para este ano, tanto que até agora nós não temos orçamento. (...) Mas ainda não sabemos qual a extensão desse corte, que a gente acredita que está nesta faixa de 30% a 40%.
No início do primeiro mandato da presidente Dilma Roussef, as Forças Armadas pediram investimentos de cerca de R$ 400 bilhões para seu reaparelhamento. Esses investimentos estão ocorrendo?

O Exército passa por um processo de transformação, não é uma mera modernização. Na modernização você compra equipamentos novos, mas o principal, que é mudar a forma de atuar, de combater, não muda. Então o Exército está se transformando. O atual comandante, que assumiu em fevereiro [de 2015], general [Eduardo Dias] Villas Bôas, considera que nós fechamos o primeiro ciclo dessa transformação. E esse ano de 2015 é para fazer um replanejamento de modo que, a partir do ano que vem, a gente entre num segundo ciclo desse processo. Isso tem abrangido inicialmente a mecanização de unidades de infantaria, que eram motorizadas – especificamente aqui no Paraná a 15.ª Brigada, com sede em Cascavel, recebeu blindados Guarani, que são de fabricação nacional, para se transformar numa brigada de infantaria motorizada. Isso muda a forma de combater. Recebeu-se novos equipamentos de rádio: a comunicação que antigamente tinha muita coisa feita por telefone, na utilização de fios, hoje tudo é feito com rádio. Temos ainda o lançamento das infovias, que vai beneficiar a transmissão de dados. E, obviamente, nós temos projetos na área de artilharia de campanha, novos materiais sendo recebidos, e a própria cavalaria. Existe uma série de projetos. O principal é que o Exército quer, a partir de determinado momento, ter condições, de 1.° de janeiro a 31 de dezembro, de estarmos prontos. Essa é a grande transformação.

Mesmo com a crise econômica esses investimentos vão ser mantidos ou haverá cortes?

Vai haver corte, não tenha dúvidas. Nós estamos preparados para este ano, tanto que até agora nós não temos orçamento. O governo, normalmente quando não havia o orçamento aprovado, liberava 1/12. Ou seja, se você tem o orçamento “x”, divide por doze, e uma parte é destinada para cada mês. Mas o governo está liberando 1/18. Então ele já cortou praticamente 30% do orçamento. Então nós estamos nos adaptando. Mas ainda não sabemos qual a extensão desse corte, que a gente acredita que está nesta faixa de 30% a 40%, e, óbvio, isso vai levar a uma redução das atividades do exército ao longo de 2015. Mas ainda não sabemos onde será cortado o orçamento.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Interventor do Sindicato dos Comerciários do Rio dá cargo a 'camaradas' do PCdoB



Após Ministério Público afastar a família Mata Roma por nepotismo, o advogado José Carlos Nunes nomeia militantes comunistas, amigos e parentes?

LULA candidato a presidência da VENEZUELA ?

Por Reinaldo Azevedo


Operações OVERLORD e OVER-ROBBERY, semelhanças, contrastes e ensinamentos



Caros amigos

O uso de fintas e simulações é comum nas operações militares, táticas e estratégicas, e visa a iludir o inimigo ou provocar-lhe alguma reação do interesse dos planejadores.

Na operação OVERLORD – II Guerra Mundial -, cujo desencadeamento é conhecido como o “Dia D” ou “Invasão da Normandia”, os aliados fizeram uso da simulação de um “exército de borracha”, sob o comando do Gen Jorge Patton, considerado pelo nazistas como o mais brilhante  dos generais aliados.

O ilusionismo visava a  induzir o inimigo a pensar que a invasão se daria no ponto lógico de uma operação daquela envergadura, o Passo de Calais, quando, na verdade, ela seria na Normandia.

O disfarse incluía, além de simulacros de instalações, suprimentos, viaturas, blindados e todo o tipo de armamentos, o intenso tráfego de mensagens que caracterizam  a preparação de um exército para o combate.

O sucesso do estratagema foi total. O inimigo esperava em Calais, o desembarque se deu na Normandia.

Lembrei-me deste episódio ao ouvir propaganda do Partido dos Trabalhadores pelo rádio, visando, também, a dissimulação diante do inimigo, a população brasileira!

A estratégia marqueteira objetivava resgatar a falsa imagem de baluarte da moral e da ética que durante muitos anos dissimulou a verdade sobre o caráter totalitário do partido e a sua vocação para a corrupção e para a administração fraudulenta dos recursos públicos. Referia-se justamente às simulações de comprometimento com a lisura da gestão governista nos últimos 12 anos representada pela criação da Controladoria Geral da União (CGU) e do Portal da Transparência.

O primeiro correspondendo ao falso “Exército de Patton” e o segundo à simulação do tráfego de mensagens que reforçaram a ilusão da sua existência. Ou seja, a sua criação visou a chamar para si a atenção do inimigo (o povo)  de forma a dar liberdade de manobra para a verdadeira operação de patifaria  que se desenvolvia  fora das suas vistas e fogos!

A operação como um todo, ou seja, o Governo do PT, que pode ser comparada com a do “Dia D” e receber o nome de OVER-ROBBERY, obteve sucesso por algum tempo, mantendo a falsa impressão de que o governo era honesto, que “controlava com transparência” a administração pública e que o povo (o inimigo) estava (des)informado do destino do seu dinheiro. Todavia, a traição de um dos operadores da manobra real – a verdadeira, não simulada -, revelou o fio da meada e as artimanhas do “Mensalão” e dos “Fundos de Pensão”. Mais tarde, uma “lavagem a jato” descobriu a tramoia do“Petrolão”, agora a do “CARF” (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) e, em breve, a que poderá ser chamada de “Empréstimos Irmãos”  do BNDES!

O  sucesso da OVERLORD deveu-se principalmente ao respeito dos planejadores à inteligência do inimigo, coisa que nunca foi fator preponderante no planejamento da OVER-ROBBERY, que subestimou, além da inteligência, a paciência do inimigo e acabou revelada, apesar dos simulacros de controle e transparência, e provocou sua reação em direção contrária ao colimado pelos seus mentores.

Graças à incompetência e à arrogância desmedida dos petistas e de seus líderes, nós, o inimigo, estamos revertendo o quadro da situação e, como os aliados em 1944, temos ainda pela frente muitas lutas, muito suor e lágrimas a derramar e batalhas a vencer até que chegue o nosso “8 de Maio” e que possamos fazer ao mundo o nosso “V” da vitória!

Perseverança e garra!

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

Julgamento da Psicóloga Marisa Lobo: CRISTOFOBIA ???

Por Rachel Sheherazade


quarta-feira, 13 de maio de 2015

O cumprimento do dever e as armas da Nação


Caros amigos

Prestígio não se ganha. É algo que se conquista com atitudes e propósitos sérios e honestos. No caso das Forças Armadas, alicerçados no mais alto grau de patriotismo, na determinação, na abnegação, na disciplina e no comprometimento, entre outros atributos.

Para o cumprimento da missão de defender a Pátria e de garantir a lei e a ordem, a identidade das FFAA com a sociedade em nome da qual empunham suas armas é condição básica de legitimidade e de eficiência.

Como disse, há algum tempo, um Comandante do Exército: “o Exército não tem coloração político partidária”. Dito que  corrobora mensagem do saudoso estadista cearense, Marechal Humberto de Alencar Castello Branco, nos idos de 1964, quando exercia a chefia do Estado Maior do Exército: “Os meios militares nacionais e permanentes não são propriamente para defender programas de Governos, muito menos a sua propaganda, mas para garantir os poderes constitucionais, o seu funcionamento e a aplicação da lei”.

Esta sólida convicção confere às FFAA a estrutura moral que lhes permite suportar os desafios das circunstâncias sem perder de vista o comprometimento com a missão constitucional e com a garantia de sua efetiva execução, independente da qualidade e da quantidade dos meios de que dispõe,  do governo da ocasião ou mesmo de quem as esteja comandando.

O clamor público, difundido em manifestações de rua e pelas redes sociais, demonstra a contrariedade e a desaprovação da sociedade à desonestidade e à incompetência do atual governo, evidenciadas pela falência generalizada da gestão pública e das empresas sob influência da sua ambição.

Os dirigentes políticos conhecem tanto o poder do prestígio conquistado pelos soldados quanto as vulnerabilidades que a descoberta de seus malfeitos e improbidades representam para o governo. Conhecem, também, frustrados, o descolorido político e o comprometimento único do Poder Militar com o Estado brasileiro.

A Nação, parece, está cansada de ser enganada e de enganar a si mesma e dá-se conta de que as suas mais poderosas armas são o amor-próprio, a autoestima, o orgulho, a consciência dos seus direitos e deveres e a vontade de lutar para garanti-los.

Aconteça o que acontecer os soldados saberão cumprir o seu dever e, sem desmerecer o prestígio e a confiança que lhes dedica a Nação, saberão respaldar, com o seu poder, o legítimo emprego dessas armas!

Sabatina de Fachin e o "POBRISMO"

Por Reinaldo Azevedo


Percival Puggina concede entrevista à TV da Assembléia Legislativa RS




Percival Puggina é entrevistado pelo jornalista Milton Cardoso, e fala sobre as dificuldades fiscais do RS e responsabilidade fiscal.


Lava-Jato: Delator confirma encontro em “situação irregular” com Gleisi e Paulo Bernardo


gleisi_hoffmann_92Pá de cal – Ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa cravou mais um prego no caixão político da senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT). Foi durante o depoimento que prestou em audiência pública na CPI mista da Petrobras no último dia 5. Interrogado pelo deputado Ivan Valente (PSOL), o ex-homem forte da Petrobras revelou ter se encontrado com Gleisi Hoffmann e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva. Os encontros se deram em “situação irregular”, eufemismo usado no depoimento para designar encontros para tratar de pagamento de propina.

As declarações de Paulo Roberto Costa desmontam de forma direta os depoimentos prestados à Polícia Federal por Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann nos dias 2 e 14 de abril último, quando negaram terminantemente irregularidades nas doações da campanha da petista em 2010. Paulo Bernardo vinha alegando conhecer superficialmente o ex-diretor da Petrobras. Para a Polícia Federal, Paulo Bernardo só admitiu ter encontrado Paulo Roberto em determinada situação profissional, quando era secretário da Fazenda do Mato Grosso do Sul, em 2000. Gleisi alegou não conhecer Paulo Roberto Costa e nem o doleiro Alberto Youssef.

O depoimento de Paulo Roberto Costa agrava a situação de Gleisi. Até agora era sabido de um encontro entre Paulo Bernardo e Paulo Roberto Costa em 2010, quando o então ministro do Planejamento de Lula teria solicitado R$ 1 milhão, por fora, para a campanha de Gleisi ao Senado. Paulo Roberto repassou a solicitação ao doleiro Alberto Youssef, que providenciou o dinheiro e o entregou a Gleisi em um shopping no centro de Curitiba. Com a declaração de Paulo Roberto, no vácuo da resposta dada ao deputado Ivan Valente, sabe-se agora que também Gleisi manteve encontro não contabilizado com o ex-diretor da Petrobras para de assunto em “situação irregular”.

Essa declaração sugere que podem existir outras “doações” irregulares, com dinheiro da Petrobras, para o casal Gleisi e Paulo Bernardo, além do R$ 1 milhão cujo roteiro é bem conhecido. Quando a Polícia Federal prendeu Paulo Roberto Costa, levou junto uma agenda anotações que traziam anotações interessantes, como, por exemplo, “PB” e “1,0”. Elas foram traduzidas pelo ex-diretor de Abastecimento como: “Paulo Bernardo” e “R$ 1 milhão”. O encontro “irregular” com Gleisi pode significar outras doações.

Gleisi e Paulo Bernardo só admitiram na Polícia Federal o que era impossível de negar. Ou seja, o excelente relacionamento do casal com as empreiteiras envolvidas com o esquema de corrupção da Petrobras. O marido da senadora confirmou que fez solicitações de doação a diversas empreiteiras, com o propósito de financiar a campanha da petista ao Senado. Recebeu recursos da Queiroz Galvão, Odebrecht, UTC, Camargo Corrêa e OAS.

Ao falar sobre a Odebrecht, Paulo Bernardo disse que o pedido foi feito diretamente ao empresário Marcelo Odebrecht. No caso da UTC, a solicitação também foi apresentada ao presidente da empreiteira, Ricardo Pessoa, em prisão domiciliar e tido como um dos mentores do cartel das empreiteiras ligadas aos esquemas de corrupção na Petrobras.

Sobre as doações da OAS para a campanha de Gleisi, Paulo Bernardo mencionou que foram solicitados valores “possivelmente ao presidente da empresa Leo Pinheiro, já que a senadora “conhece” o empresário.

Ex-ministro do Planejamento do governo Lula e ex-ministro das Comunicações no governo Dilma, Paulo Bernardo disse que não teve participação na arrecadação de fundos para a campanha de Gleisi em 2010. Havia a orientação de que os ministros não se envolvessem nas campanhas.

DELINQUENTE Raúl Castro se encontra com papa Francisco

Por Reinaldo Azevedo


PT produz e patrocina festival de cinismo


terça-feira, 12 de maio de 2015

O nome do Fachin poderá ser recusado



A hesitação de Dilma Rousseff em indicar outro ministro para o lugar de Joaquim Barbosa tem causa precisa. A hesitação se deve ao fato de que sua suposta base aliada se rebelou, de tal sorte que os candidatos a ministro do STF de sua confiança não teriam chance de ser aprovados. É o que vemos no caso do Fachin, homem que praticou ilegalidade e defende a esdrúxula tese do o casamento poligâmico, além de estar alinhado com o MST, notório grupo criminoso.

Não há jurista isento ou Dilma tem dedo podre?


PETROBRAS - Corrupção só será conhecida em 10 anos

Por Reinaldo Azevedo


STF: Indicado por Dilma Rousseff usa redes sociais para justificar nomeação e responder a críticas


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Capa do Zorro – Indicado pela presidente Dilma Rousseff para ocupar no Supremo Tribunal Federal (STF) a vaga deixada pelo ex-ministro Federal Joaquim Barbosa, o advogado Luiz Edson Fachin resolveu iniciar campanha nas redes sociais para diminuir a rejeição que seu nome tem enfrentado. Além de páginas no Twitter e no Facebook, Fachin lançou um site e um canal no YouTube para rebater acusações e receber manifestações de apoio.

O movimento intitulado “#FachinSim” faz contraposição a uma série de postagens na internet que usam a hashtag “#FachinNão” para criticá-lo. Indicado por Dilma em 14 de abril, Fachin será sabatinado na terça-feira (12) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal. Porém, seu nome deve ser levado ao plenário da Casa somente na próxima semana.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), está em atrito com o governo e não tem mostrado simpatia pela escolha da petista. Desta forma, Cakheiros deve adiar a votação secreta em plenário com o objetivo de aumentar a pressão sobre o Planalto.

Até o momento já foram postados quatro vídeos no YouTube, sendo que ao menos dois tentam desmistificar a ideia de que o jurista tem posições contrárias à família. O tema tem sido explorado por setores mais conservadores, que veem uma defesa da poligamia em casos que Fachin atuou como advogado. “É evidente que no Direito brasileiro não há lugar para o reconhecimento da poligamia”, afirma o jurista numa das gravações. “Não sou a favor da poligamia. Não defendo nenhuma desestruturação da família”, completa Fachin.

O jurista ainda se defende da acusação de que seria ilegal ter atuado como advogado enquanto ocupava o cargo de procurador do Estado do Paraná, entre 1990 e 2006. Na semana passada, uma guerra de pareceres sobre o tema se instalou no Senado. A pedido do senador peemedebista Ricardo Ferraço (ES), que havia levantado a questão durante uma reunião da CCJ, um consultor técnico da Casa emitiu relatório dizendo que a dupla atividade do jurista “violava o ordenamento legal”.

Outra nota técnica, encomendada pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR), defendia que há amparo legal para a postura de Fachin. Um site também foi criado para que as pessoas mandem e-mails aos senadores manifestando apoio ao nome de Fachin, já que parlamentares têm relatado que suas caixas de e-mail lotam de mensagens pedindo para que votem contra a aprovação do nome do jurista.

Alvaro Dias é o único senador tucano a apoiar publicamente o nome de Fachin, e tem sido muito criticado nas redes sociais. O senador afirma estar fazendo campanha pelo jurista porque o gaúcho Fachin fez carreira no Paraná, o mesmo Estado que o seu. Dias também ressalta que não se arrepende e tem visto o momento como uma oportunidade de voltar a ter uma atuação mais de centro-esquerda.

A indicação do advogado Luiz Fachin para o STF tem o apoio de tucanos como o senador Alvaro Dias e o jurista Miguel Reale Júnior. Relator do processo de indicação de Fachin ao STF no Senado, Alvaro Dias, em relatório a integrantes da Comissão de Constituição e Justiça da Casa, afirma que Fachin reúne “os atributos constitucionais de notório saber jurídico e reputação ilibada, e se encontra apto a ocupar com dignidade e competência uma cadeira na Suprema Corte”.

Reale Jr. enviou mensagem a Fachin. “Conte com meu apoio à sua indicação ao STF, pois divergências no campo dogmático não impedem o reconhecimento de sua valiosa contribuição ao ensino e ao desenvolvimento do Direito em nosso país”, escreveu. Também manifestaram apoio a Fachin a Associação Nacional dos Procuradores da República e a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público.

Obsessão pelo cargo

Independentemente das alegações do indicado por Dilma e dos apoios que surgiram nos últimos dias, Luiz Edson Fachin beira o ridículo ao usar as redes sociais para escapar enxurrada de críticas que invadiu a rede mundial de computadores, reflexo da insatisfação popular com o desgoverno do PT e a tentativa corriqueira de aparelhar o Supremo.

Como se não bastasse o fiasco que emoldura essa indicação bisonha e altamente questionada, Fachin tem abusado do peleguismo chicaneiro ao circular pelos corredores do Senado Federal na companhia da esposa, a desembargadora Rosana Fachin, como forma de mostrar à opinião pública que não é a favor da poligamia, como vem sendo comentado aos bolhões na internet.

Fora isso, a presença de Rosana Fachin tem imposto dose de constrangimento a alguns dos senadores visitados, pois perguntas importantes deixaram de ser feitas ao indicado por Dilma.

Com a devida licença de um conhecido e gazeteiro comunista de boteco, “nunca antes na história deste país” viu-se alguém lutar de forma tão desesperada por um cargo na máxima instância do Judiciário nacional. No momento em que sua indicação é alvo de críticas duras e seguidas, Luiz Fachin deveria imbuir-se de grandeza, mesmo que momentânea, e abrir mão do sonho de chegar ao Supremo Tribunal Federal. O STF já viveu dias melhores. (Danielle Cabral Távora e Ucho Haddad)

Dilma escala Temer para conter rebeldia no PMDB e evitar vexame da recusa ao nome de Fachin ao STF


O desgoverno faz um esforço concentrado de bastidores nesta segunda-feira, entre senadores, para impedir aquele que pode ser o maior desastre institucional dos últimos tempos: a rejeição do nome do jurista paranaense Luiz Edson Fachin para a vaga deixada por Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal. Dilma Rousseff, que já teve oito grandes derrotas no Legislativo, ao longo de três meses, não aceita sofrer mais uma no Senado, onde o presidente Renan Calheiros promove um mordaz jogo de gato e rato com o Palhasso do Planalto.

Até espalhar que o "doutor Fachin" é grande amigo do popular juiz Sérgio Moro, tido como algoz dos petistas nos processos da Lava Jato, tem sido um argumento curioso para convencer senadores a referendarem o nome dele. Dilma também apela até para outro parlamentar que sempre se posicionou como "opositor sistemático", mas que agora é um dos principais "padrinhos" da indicação de Fachin ao STF. O senador tucano Alvaro Dias até conseguiu uma nova "nota técnica" do Senado para garantir que Fachin não cometeu ilegalidade alguma enquanto acumulou a advocacia privada com o cargo de procurador do Estado do Paraná, entre os anos de 1994 a 2006.

O novo parecer contraria o que foi escrito, semana passada, pelo consultor do Senado, João Trindade Cavalcanti Filho, concluindo que Fachin desrespeitou o impedimento imposto pela Constituição Estadual do Paraná para o exercício da advocacia particular com a função de procurador (advogado) do Estado. A polêmica entre os pareceres marcará a terça-feira quente no Senado, onde tudo pode acontecer. A aposta mais segura é que a aprovação de Fachin custará bem cara ao desgoverno Dilma... O vice-Presidente Michel Temer é, novamente, o grande encarregado de negociar a aprovação de Fachin, contendo a rebeldia dentro do PMDB.

Paneladas infames


Releia o artigo de domingo: Os filhos da mãe sempre jogam juntos

Pérola da Rose

 

O Globo revelou e-mail enviado pela amigona de Lula, Rosemary Noronha, em 18 de novembro de 2009, manifestando preocupação com a bebedeira de jovens nos arredores de uma universidade particular, em São Paúlo.

Brasil secretíssimo

Reportagem de O Globo revela que o governo federal mantém pelo menos 11,4 mil documentos ultrassecretos.

Desses, 11,3 mil foram produzidos pelo Ministério das Relações Exteriores a partir de 1983.

É como se a diplomacia produzisse uma informação sigilosíssima por semana.

Morte da Transparência

A Lei de Acesso à Informação, criada para garantir a transparência na coisa pública, estabelece que documentos públicos podem ter três graus de sigilo: além do ultrassecreto, há o reservado, que só pode ser divulgado após cinco anos de sua produção; e o secreto, protegido por 15 anos.

Só nos últimos dois anos, 110 documentos foram classificados pelo Itamaraty com o mais alto grau de sigilo previsto na legislação.

Documentos com esse grau de proteção só podem ser divulgados 25 anos depois.

Sem resposta

Cadê a CUT para defender os trabalhadores dos efeitos negativos do arrocho fiscal do Levy?

Cadê a UNE para defender os estudantes que foram vítimas do corte criminoso do FIES?

Resposta: CUT e UNE estão mais preocupadas com a eleição de Lula, em 2018...

Recado do Mourão

Nas redes sociais, um grande desafio do domingão das mães foi interpretar o que disse - ou deixou nas entrelinhas - o comandante militar do Sul, General Antonio Mourão, em entrevista ao jornal paranaense Gazeta do Povo:

"O Exército se posiciona de uma forma muito clara, de acordo com a missão que nós temos. Uma das nossas missões é a GARANTIA dos poderes constitucionais - Constituição, no Artigo 142. O Exército, com as demais Forças Armadas, estará PRONTO para manter as instituições em funcionamento. O Exército NÃO vai assumir o PODER, não vai fazer nada disso. O que vai fazer é MANTER as instituições; garantir que o Executivo, Legislativo e o Judiciário funcionem. Isso é manter a DEMOCRACIA".

Os defensores da Intervenção Constitucional gostaram do que o General de quatro estrelas (aparentemente nenhuma do PT) falou...

Eleição no inferno


Emboladores Caju e Castanha versejando sobre o mote “A eleição no inferno”. Imperdível...

Significado do robalo

O PCdoB celebra um genocida


Stálin é a figura de louvor do PCdoB, o mais fiel e antigo aliado do PT.

Com a desculpa de celebrar um capítulo da vitória dos Aliados contra a Alemanha nazista, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) fez uma verdadeira homenagem ao genocida Josef Stálin, responsável pela morte de mais de 60 milhões de seres humanos.

O PCdoB publicou em seu site o editorial “Em 9 de maio, os 70 anos da gloriosa vitória de um ideal”, no qual confunde propositalmente a derrota dos nazistas com “a vitória do ideal comunista”, uma falsificação da História que lembra as profecias de Orwell:

“O 9 de maio representa a derrocada da ideologia mais reacionária, terrorista e criminosa que o capitalismo produziu, o nazi-fascismo[…] Marca também uma retumbante vitória dos povos da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e do movimento comunista internacional, indubitavelmente os principais protagonistas da luta antifascista.”

Os falsificadores da História que escreveram a frase mentirosa acima certamente querem nos fazer esquecer o pacto Nazi-Soviético, assinado agosto de 1939 pelo camarada Stálin e Adolf Hitler, dois adoradores do Estado forte, intervencionista e autoritário.

O pacto celebrado entre Stálin e Hitler proibia agressões mútuas, vetava alianças com inimigos dos signatários e determinava que possíveis discordâncias fossem resolvidas com uma “amigável troca de opiniões”. Ou seja, nazistas e comunistas estiveram no mesmo barco.

Com a eminente deflagração da guerra, Stálin e Hitler queriam partilhar as conquistas entre eles, criando duas grandes esferas de influência, uma alemã, outra soviética. A Polônia, rasgada em duas na altura do rio Bug, seria apenas o primeiro prêmio a ser dividido.

Mas esta bonita história de amor entre nazistas e comunistas terminou abruptamente em junho de 1941, quando a Alemanha, sem prévio aviso, invadiu o território soviético. Foi então que Stálin decidiu se travestir de antifascista e lutar ao lado dos capitalistas burgueses.

O editorial do PCdoB é tão mentiroso que vende um passado surreal no qual a verdadeira guerra foi travada entre comunistas e anticomunistas, ignorando o fato de que Hitler, Mussolini e Stálin se admiravam mutuamente e odiavam a democracia liberal.

Os falsificadores do PCdoB apresentam um Stálin bondoso e libertador que seria exatamente o oposto do malvado e tirano Hitler:

Na arena internacional, Stálin tentou incansavelmente estabelecer alianças militares contra o nazismo, especialmente com a Inglaterra e a França, sempre recusadas, pois havia o desejo secreto de que Hitler derrotasse os comunistas soviéticos.
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O historiador Timothy Snyder lembra que havia mais semelhanças do que diferenças entre nazistas e comunistas. Na verdade, eram dois impérios totalitários da Europa mantidos pela escravização de povos inteiros, coletivizações e, é claro, genocídio:

“Hitler e Stalin dividiam certa estratégia de tirania: eles causavam catástrofes, culpavam o inimigo de ocasião e depois usavam as mortes de milhões para alegar que seus atos eram necessários. Os dois tinham utopias transformadoras, um grupo para culpar quando suas realizações se provavam impossíveis e uma estratégia de assassinato em massa que podia ser proclamada como uma vitória ersatz (falsa)”

downloadOs nazistas mataram milhões de judeus; os comunistas mataram de fome milhões de ucranianos. Calcula-se que 3,3 milhões morreram de inanição na Ucrânia dominada pelos soviéticos, na fome de 1993 que se seguiu à coletivização destrutiva de Stalin.

Snyder ainda lembra os cerca de 250 mil cidadãos soviéticos, predominantemente poloneses, mortos devido à sua origem étnica entre 1937 e 1938. Às vezes, a polícia pegava nomes poloneses de guias telefônicos, ou fazia prisões em massa em igrejas polonesas.

O camarada Stálin foi também responsável pela morte de cerca de 700 mil bolcheviques e militares nos chamados Processos de Moscou, no qual a maioria das “confissões” era obtida por meio de tortura. Matou, torturou e fez desaparecer seus adversários no partido.

maxresdefaultStálin é celebrado pelo partido de Jandira Feghali, que recentemente literalmente tentou calar o senador Roberto Freire e, com a reação dele, fez um escândalo como se fosse uma vítima de stanilistas.

manoela-liberdadeStálin é herói do partido de Manuela D’ávila, a patricinha comunista que adora passear em Nova Iorque, o coração do imperialismo ianque.

Stálin, enfim, é a figura de louvor do PCdoB, o mais fiel e antigo aliado do PT, aquele partido que quer "humanizar as redes" e "democratizar a mídia".
Cópia de aldo3
ATUALIZAÇÃO: Após centenas de mensagens negativas em sua fanpage, o PCdoB retirou a postagem com o texto do editorial supracitado e a foto de Josef Stálin. Mas o texto continua no site do partido.


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Thiago Cortês é jornalista.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

A DERROTA DA DEMOCRACIA



Excelente trabalho, em conteúdo e qualidade técnica, elaborado por Daison Paz, sobre as burlas e trampas a que foi submetida a democracia em nosso país.

Casamento do médico de Dilma!



QUEM SÃO AS ELITES??? Assistam o video com Rui Falcão chegando com seu carrão no casamento da burguesia de São Paulo. HIPÓCRITAS!!!


Dilma recebe vaias e panelaço na saída de casamento



A presidente Dilma Rousseff foi alvo de vaias e panelaço na noite deste sábado (9), quando compareceu ao restaurante Leopolldo, em São Paulo, para o casamento do cardiologista Roberto Kalil.

Dilma - Pronunciamento




Situação política da Venezuela é discutida na Presidência do Senado



Lilian Tintori e Mitzy Capriles, esposas dos oposicionistas Leopoldo López e Antonio Ledezma, tentam apoio internacional para libertar os maridos, presos pelo governo de Nicolás Maduro.

domingo, 10 de maio de 2015

Lula confessou mensalão a José Mujica. Pior: justificou!


No vídeo de 2009, Lula promete investigar a ladroagem que arquitetou e escondeu até ser desmoralizado pelo companheiro Mujica



Em novembro de 2009, em entrevista ao programa de Kennedy Alencar na RedeTV, Lula caprichou na pose de supersherloque e prometeu decifrar o falso enigma do mensalão. “Eu já te disse uma vez e vô te dizê”, avisa aos 10 segundos do vídeo de 52. “Eu vô… depois que deixá a Presidência eu vô querê me interá um pouco mais disso, que como presidente eu não posso ficá futucando… mas eu quero sabê porque eu acho que foi a maior armação já feita contra um governo”.

O assassinato do idioma e da verdade prossegue com mentiras sobre o diálogo em que o deputado Roberto Jefferson lhe relatou em detalhes a roubalheira em curso no Congresso, tema do post reproduzido na seção Vale Reprise. E termina com outra bazófia: “Um dia nós vamo conversá sobre isso. Falta só um ano pra eu deixá a Presidência…” Quatro meses depois da tapeação resumida no vídeo, a confissão feita por Lula ao presidente uruguaio desmontou a farsa de vez. Lula sempre soube de tudo. É ele o pai do aleijão fora da lei.

“Neste mundo tive que lidar com muitas coisas imorais, chantagens”, alegou no encontro com Mujica. “Era a única forma de governar o Brasil”. Conversa de 171, retruca aos berros o país que presta. Entre as tantas “coisas imorais” mencionadas por Lula, os brasileiros decentes entendem que a mais repulsiva é o capo do lulopetismo. Os mensaleiros só fizeram o que o chefão ordenou que fizessem.

Representante da Venezuela que chamou senadores brasileiros de covardes deveria estar preso


tarek_ssab_01Bad boy comunista – Na quinta-feira (7), a Comissão de Direitos Humanos do Senado serviu de palanque para as ofensas de um funcionário de um governo estrangeiro contra o Poder Legislativo brasileiro. Tarek Willian Saab, que tem o cargo de “defensor do povo” na Venezuela, foi convidado pelo senador petista Lindberg Farias para fazer propaganda do governo totalitarista de Nicolás Maduro, o “chofeur do socialismo do século 21”. O chavista ofendeu os parlamentares brasileiros chamando-os de covardes e antidemocráticos.

O motivo da queixa de Saab foi um voto de censura ao governo da Venezuela aprovado na última terça-feira (5) pelo Plenário do Senado. A moção condena as prisões políticas realizadas contra líderes políticos críticos ao governo chavista. De acordo como venezuelano, “quem fala de democracia tem que demonstrar”.

Mas essa não foi a única, foram várias ofensas contra os senadores. “Fizeram um voto contra a Venezuela. E não ouviram o representante do Estado Venezuelano, que sou eu. Alguns poderiam qualificar essa atitude de covarde, mas eu qualificaria como antidemocrática e contra os direitos humanos”, ressaltou o venezuelano. Ele ainda acusou os senadores brasileiros de se apropriarem de uma questão externa para fazer uso político em disputas domésticas. “Isso é no mínimo antiético”, acusou Saab.

O venezuelano veio ao Brasil em uma contraofensiva à visita de Lilian Tintori, mulher do ex-prefeito de Chacao, Leopoldo López, e Mitzy Capriles, esposa do prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, que vieram ao País como parte de uma série de viagens em busca de apoio internacional pela libertação de seus maridos, que seguem presos sem julgamento por fazerem oposição ao governo de Maduro.

Saab esperava, com o apoio de parlamentares do PT e PSOL, ofuscar a passagem das venezuelanas pelo Brasil, porém a sua fala no Congresso foi um fiasco. Apenas poucos militantes assistiram à sessão, e isso explica porque nenhum dos senadores presentes indignou-se contra a afronta. “Infelizmente esta audiência foi esvaziada”, lamentou o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).

Segundo um embaixador brasileiro, Saab afrontou o Congresso e não pode ficar sem uma resposta oficial. “No mínimo, o Senado Federal deve aprovar uma outra moção de repúdio”, afirma o diplomata. “Essa fala do Saad é reveladora e mostra como o governo chavista lida com as instituições”.

Faz-se necessário esclarecer aos leitores do UCHO.INFO que Tarek Willian Saab é um sicário bolivariano que se faz passar por ativista dos direitos humanos, como se isso existisse na Venezuela. O que há no vizinho e combalido país sul-americano é uma estrutura criminosa de poder que compra o silêncio dos ignorantes e cala os que se manifestam contra o governo.

Saab, para quem não sabe, é responsável por comandar as milícias que, a serviço do Palácio de Miraflores, repelem com truculência e armas de fogo qualquer manifestação contra Nicolás Maduro, um aprendiz de tiranete que ainda não caiu porque o governo de Havana não quis. Foi sob o comando de Tarek Saab que as milícias bolivarianas reprimiram as manifestações de rua em 2014, deixando pelo menos 40 mortos.


A cúpula do governo venezuelano está tomada por agentes cubanos, que decidem o que fazer contra os que se rebelam contra o estado criminoso que se instalou no país. E Tarek Saab é o responsável por fazer essa conexão entre os “paus mandados” da família Castro e os sicários cooptados em várias partes do planeta para aniquilar os adversários de Maduro. (Danielle Cabral Távora com Ucho Haddad)

JANDIRA FEGHALI Atriz Mambembe

Por Reinaldo Azevedo


sábado, 9 de maio de 2015

Inserção nacional do PSDB que irá ao ar neste domingo

Por PSDB

Dilma reclama dos dirigentes do PT e vice-versa



O colunista do Radar on-line diz que a presidente Dilma e os dirigentes do PT e do governo não param de falar mal um dos outros. Marco Antonio Villa comenta a tentativa do PMDB de pavimentar o caminho para a própria candidatura à Presidência da República. E Felipe Moura Brasil fala sobre a confissão de Luiz Inácio Lula da Silva a Mujica: "Lula era o chefe do mensalão".

Prejuízo da Petrobras: líder do PPS condena irresponsabilidade sem limites do mitômano Mantega


guido_mantega_36Caso de polícia – Líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno (PR) condenou, de forma veemente, a atitude do ex-ministro Guido Mantega (Fazenda) ao tentar impedir a divulgação das perdas de R$ 88,6 bilhões no patrimônio da Petrobras em reunião do Conselho Administrativo da empresa realizada em janeiro deste ano. Na opinião do parlamentar, o caso precisa ser investigado a fundo pela CPI da Petrobras.

A informação sobre a postura de Mantega foi descoberta pelo jornal “Folha de S. Paulo” na gravação da reunião em que houve embate durante oito horas e na qual se decidiu admitir uma desvalorização dos ativos em quase R$ 45 bilhões. Áudios das reuniões desde setembro do ano passado estão em poder da CPI da Petrobras.

“Como um ministro de Estado pode se empenhar durante oito horas para não deixar que uma informação essencial para o mercado seja publicada? Falta seriedade em todos os setores desse governo”, disse Bueno. A divulgação irritou a petista Dilma Rousseff, que acabou demitindo a então presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, que na ocasião defendeu a publicação dos números reais da estatal.

De acordo com Rubens Bueno, “a mentira e irresponsabilidade são regras no governo petista”. O deputado ressaltou que Mantega defendeu que a empresa petrolífera desrespeitasse as regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) ao esconder os resultados.

“Tudo isso para não deixar que a sociedade soubesse do rombo provocado pela corrupção e pela má gestão petista. É impressionante a confiança na impunidade: Mantega não mediu o tamanho da irresponsabilidade que estava propondo naquela reunião, certamente a pedido do Palácio do Planalto e com o apoio do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e da então ministra do Planejamento, Miriam Belchior”, avaliou o líder do PPS.

O líder do PPS salientou que os áudios das reuniões são “extremamente importantes” para mostrar a verdade sobre o que acontecia nas reuniões. “As atas não revelam nada do que ficamos sabendo com a reportagem sobre a gravação da reunião, que o ministro da Fazenda trabalhou ferrenhamente para burlar uma regra da CVM e esconder um rombo gigantesco na Petrobras. Não é a toa que ele, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e outros e ex-conselheiros da estatal, como a ex-ministra do Planejamento e atual presidente da Caixa, Miriam Belchior são alvos de um processo de investigação aberto pela CVM”, afirmou o parlamentar.


Em um país minimamente sério e com autoridades responsáveis e cumpridoras da lei, Guido Mantega já estaria preso e com os bens indisponíveis, medida para garantir o ressarcimento dos prejuízos sofridos pelos acionistas minoritários da Petrobras, que nos últimos doze anos foram atropelados pelo banditismo que grassa no Palácio do Planalto. Covarde e incompetente, Mantega deveria ser processado por ter omitido o tamanho do rombo que o seu partido, o PT, provocou nos cofres da outrora maior empresa brasileira.

Sindicalistas fazem ato com dinheiro na cueca


sexta-feira, 8 de maio de 2015

PROCURADOR DENUNCIA PROPAGANDA IDEOLÓGICA EM SALAS DE AULA

Por Miguel Nagib 


Dr. Miguel Nagib, em entrevista durante Fórum em Cascavel, que tratou sobre Ética, Família e Educação, denuncia a inconstitucionalidade da doutrinação ideológica que está em curso na rede de ensino do país.

“Se o povo não reagir poderemos ver no Brasil a mesma situação da Venezuela”, afirma senador


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Esquerda, volver – O processo de “venezuelização” do Brasil é algo concreto e que avança perigosamente a cada dia. O modelo totalitarista adotado na vizinha e combalida Venezuela, cuja democracia há muito derreteu, vem fazendo eco em território brasileiro, no rastro de um comportamento sorrateiro e eminentemente golpista dos atuais ocupantes do Palácio do Planalto. Em audiência pública com as esposas de opositores ao governo da Venezuela, Lilian Tintori de López (à direita na foto) e Mitzy Capriles de Ledezma, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) destacou que os mesmos elementos que levaram à implantação do regime bolivariano no país governado por Nicolás Maduro estão sendo adotados no Brasil. “Se o povo não reagir poderemos ver no Brasil a mesma situação da Venezuela com opressão e até morte de opositores”, alertou Caiado.

O senador goiano reforçou em sua fala o uso criminoso do BNDES para financiar países apoiadores do malfadado Foro de São Paulo, origem desse movimento ideológico míope que vem sufocando a democracia na América Latina.

“Essa situação de violência e desrespeito à democracia não começou na Venezuela, foi inaugurada no Foro de São Paulo. Aqui no Brasil temos o uso criminoso e corrupto do BNDES para financiar empreiteiras e países que seguem a cartilha do Foro. Essa articulação populista e demagógica tem viés também no programa Mais Médicos e no Bairro Adentro, seu correspondente na Venezuela”, atestou.

Ronaldo Caiado enfatizou a real intenção de se criar no Brasil o programa “Mais Médicos”, estratégia malandra e criminosa do governo petista para financiar a ditadura cubana e alimentar caixa 2 de campanhas do partido.

O senador fez duras críticas à “ideologização” da política internacional brasileira que concentra todos os poderes no assessor da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, chanceler genérico inventado por Lula e adotado por Dilma Rousseff. A política externa brasileira implodiu nos últimos dez anos, pois o governo do PT preferiu manter relações diplomáticas e comerciais a partir do alinhamento ideológico, enquanto o restante do planeta aposta na diplomacia que atende aos interesses dos países.

“É importante que as pessoas saibam: o ministro das Relações Exteriores é peça de ficção neste governo. Quem comanda o Itamaraty se chama Marco Aurélio Garcia, adepto da tese bolivariana. O Itamaraty sequer foi consultado quando um ministro da Venezuela esteve aqui para fazer convênio com o MST com o objetivo de unir forças civis para massacrar quem quer que seja contra o governo”, disse. Caiado ainda classificou como grosseria a atitude do governo brasileiro de barrar as esposas dos opositores venezuelanos no Itamaraty.


Ao se dirigir às esposas de Ledezma e Capriles, o parlamentar manifestou total apoio à luta contra a violência e desrespeito à democracia. Além disso, Caiado se comprometeu a atuar com firmeza na Comissão de Relações Exteriores pela valorização do Itamaraty e de uma política internacional alinhada aos valores democráticos. “Conte com o Democratas e meu empenho para que a Democracia possa voltar a respirar em seu país”, afirmou.