Nesta edição do #ProntoFalei, o comentarista político Reinaldo Azevedo fala sobre dois
assuntos. O primeiro é a decisão das oposições que protocolaram nesta quinta
(17) uma denúncia contra a presidente Dilma Rousseff. Reinaldo explica o que se
segue após isso e comenta também a fala da presidente, que criticou a oposição
e voltou a acusá-la de golpe. O segundo assunto é a decisão do STF, por 8 votos
a 3, de proibir o financiamento privado de campanhas políticas. Segundo
Reinaldo, o dinheiro de caixa dois atingirá proporções estratosféricas.
domingo, 20 de setembro de 2015
Em louvor de Lula
É fácil chamá-lo
de ladrão, de vigarista, do diabo. Mas o fato é que essas críticas se baseiam
num critério de idoneidade administrativa que só vale no quadro da “moral
burguesa” e que, em toda a literatura marxista, não passa de objeto de
zombaria.
Nem mesmo o
enriquecimento pessoal ilícito pode ser alegado seriamente contra ele, pelos
cânones da moral revolucionária.
Na peça teatral Processo e Morte de Stalin, de Eugenio Corti –
escritor da estatura de um Manzoni ou de um Tolstoi --, o ditador soviético
convida alguns de seus ministros e assessores para um jantar na sua casa de
campo, na intenção de prendê-los e sacrificá-los num dos seus célebres
“expurgos”. Eles descobrem o plano e decidem virar o jogo. Desarmam os guardas
da casa e já estão quase liquidando com um tiro na nuca o velho companheiro,
quando surge a idéia de lhe dar uma última oportunidade de se explicar perante
o tribunal do materialismo histórico. O que se segue é uma obra-prima de
argumentação dialética, na qual Stalin logra demonstrar, ante os olhos
estupefatos de seus executores, que os crimes que perpetrou não foram jamais
traições aos ideais revolucionários, mas sim a realização fiel, exata e genial
dos princípios do marxismo-leninismo nas circunstâncias históricas dadas. Os
conspiradores admitem que ele tem razão, mas resolvem matá-lo mesmo assim.
Para confirmar o dito de Karl Marx de que as tragédias históricas se repetem
como farsas, alguém deveria escrever uma peça similar sobre o sr. Luiz Inácio
Lula da Silva. Qualquer estudioso de marxismo que tenha feito a sua lição de
casa – um tipo que, admito, é uma raridade absoluta tanto na esquerda quanto na
direita hoje em dia --, tem a obrigação de perceber que, do ponto de vista da
estratégia revolucionária, Lula nada fez de errado. Ao contrário. Seguiu a
receita fielmente, com um fino senso dialético das condições objetivas, dos
momentos e das oportunidades, logrando realizar o quase impossível: salvar da
extinção o movimento comunista latino-americano e colocá-lo no poder em uma
dúzia de países. Fidel e Raul Castro jamais puseram isso em dúvida. As próprias
Farc reconheceram-no enfaticamente, na carta de agradecimento que enviaram ao
XV aniversário do Foro de São Paulo. Mais ainda: no seu próprio país, Lula foi
o líder e símbolo aglutinador da “revolução cultural” que deu aos esquerdistas
o completo controle hegemônico das discussões públicas, ao ponto de que
praticamente toda oposição ideológica desapareceu do cenário, sobrando, no
máximo, as críticas administrativas e legalísticas que em nada se opunham à
substância dos planos revolucionários. Isso nunca tinha acontecido antes em
país nenhum. O próprio Lula, consciente da obra realizada, chegou a celebrar a
mais espetacular vitória ideológica de todos os tempos ao declarar que, na
eleição presidencial de 2002, o Brasil havia alcançado a perfeição da democracia:
todos os candidatos eram de esquerda.
É fácil chamá-lo de ladrão, de vigarista, do diabo. Mas o fato é que essas
críticas se baseiam num critério de idoneidade administrativa que só vale no
quadro da “moral burguesa” e que, em toda a literatura marxista, não passa de
objeto de zombaria. O que aconteceu foi apenas que Lula, como todo agente do
movimento comunista internacional que não chega ao poder por meio de uma
insurreição armada e sim por via eleitoral, como foi também o caso de Allende
no Chile, teve de fazer alianças e concessões – inclusive e principalmente ao
vocabulário da “honestidade burguesa”—com a firme intenção de jogá-las fora tão
logo começassem a atrapalhar em vez de ajudar. Tanto ele quanto seu fiel
escudeiro Marco Aurélio Garcia foram muito explícitos quanto a esse ponto: ele,
em entrevista a Le Monde; Garcia, a La Nación. Mover-se
no meio das ambigüidades de uma conciliação oportunista entre as
exigências estratégicas do movimento revolucionário e os interesses objetivos
dos aliados capitalistas de ocasião é uma das operações mais delicadas e
complexas em que um líder comunista pode se meter. Mas, pelo critério dos
resultados obtidos – o único que vale na luta política --, o sucesso do Foro de
São Paulo é a prova cabal de que Lênin, Stálin ou Fidel Castro, no lugar
de Lula, não teriam feito melhor.
Nem mesmo o enriquecimento pessoal ilícito pode ser alegado seriamente contra
ele, pelos cânones da moral revolucionária. De um lado, em todos os clássicos
da literatura comunista não se encontrará uma única palavra que sugira, nem
mesmo de longe, que o compromisso de fachada com a “moral burguesa” deva ser
cumprido literalmente como guiamento moral da pessoa do líder, ou mesmo do
menor dos militantes. De outro lado, é fato histórico arquicomprovado que todas
as estrelas maiores do cast comunista enriqueceram
ilicitamente – Stalin, Mao, Fidel Castro, Pol-Pot, Allende, Ceaucescu --, sendo
uma norma tácita que tinham até a obrigação de fazê-lo, de preferência com
contas na Suíça, para ter os meios de resguardar-se e reiniciar a revolução no
exterior em caso de fracasso do projeto local. O próprio Lênin só não chegou a
poder desfrutar do estatuto de nababo porque semanas após a vitória da
Revolução a sífilis terciária, cumprindo seu prazo fatal, o reduziu a um
farrapo humano. Como dizia Yakov Stanislavovich Ganetsky (também chamado
Hanecki), o mentor financeiro de Lênin, “a melhor maneira de destruirmos o
capitalismo é nós mesmos nos tornarmos capitalistas”.
O movimento revolucionário sempre viveu do roubo, da fraude, do contrabando,
dos seqüestros, do narcotráfico e, nos países democráticos onde chegou ao
poder, do assalto aos cofres públicos. Lula não inventou nada, não inovou em
nada, não alterou nada, apenas demonstrou uma habilidade extraordinária em
aplicar truques tão velhos quanto o próprio comunismo.
No tribunal da ética revolucionária, portanto, nem uma palavra se pode dizer
contra ele. As críticas só podem provir de três fontes:
a) Reacionários empedernidos, frios, desumanos e incompreensivos como o autor
destas linhas, que não condenam Lula por desviar-se do movimento revolucionário
e sim por permanecer fiel ao esquema de destruição civilizacional mais cínico e
diabólico que o mundo já conheceu.
b) Aliados burgueses insatisfeitos de que ele viole de maneira demasiado
ostensiva as regras da moral capitalista, sujando a reputação de quem só quer
ajudá-lo.
c) Esquerdistas com precária formação marxista, que não entendem a natureza puramente
tática da retórica burguesa de idoneidade administrativa e imaginam – ou se
esforçam para imaginar diante do espelho -- que a roubalheira seja uma traição
aos ideais revolucionários.
Os primeiros são os únicos que dizem o português claro: a roubalheira petista
não é um caso de “corrupção” igual a tantos outros que a antecederam, mas é um
plano gigantesco de apropriação do dinheiro público para dar ao movimento
comunista o poder total sobre o continente.
Os segundos, ideologicamente castrados, imaginam poder vencer ou controlar o
comunopetismo mediante simples acusações de “corrupção” desligadas e isoladas
de qualquer exame da sua retaguarda estratégica. Inclui-se aí toda a grande
mídia brasileira, com a exceção de alguns colunistas mais ousados como Reinaldo
Azevedo, Percival Puggina e Felipe Moura Brasil.
Os terceiros macaqueiam o discurso dos segundos na esperança de salvar a
reputação do movimento revolucionário mediante o sacrifício de uns quantos
“corruptos” mais visíveis. Nas suas mentes misturam-se, em doses iguais, a
falsa consciência, o fingimento histérico de intenções angélicas e o desejo
intenso de limpar com duas palavrinhas tardias uma vida inteira de serviços
prestados ao mal.
Não espanta a pressa obscena dos segundos em celebrar estes últimos como heróis
nacionais. Vêem neles uma ajuda providencial para tomar do parceiro incômodo o
controle da aliança sem ter de passar por anticomunistas, uma perspectiva que
os horroriza mais que o risco do paredón.
Publicado no Diário
do Comércio.
Quem gastou com extintor sente-se enganado
Por Jornal da Gazeta
Foi publicada hoje
no diário oficial a decisão do Conselho nacional de trânsito que diz que os
extintores em carros deixarão de ser obrigatório. A medida irritou motoristas e
lojistas que já tinham investido nos equipamentos.
NO DESESPERO, LULA PEDE A CUNHA PARA SEGURAR IMPEACHMENT
Por Vera Rosa - Estadão
Lula reconhece que
Cunha
pode derrubar o governo
|
O ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva se reuniu nesta sexta-feira, 18, em Brasília, com o
presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Preocupado com o avanço de um
processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, Lula pediu a Cunha
que segure os pedidos de afastamento.
Na avaliação do
ex-presidente, se um processo assim começar a tramitar na Câmara, será muito
difícil conter a pressão das ruas. Para Lula, a situação de Dilma é
“gravíssima” e o governo precisa do apoio do PMDB para que a presidente consiga
aprovar o pacote fiscal e terminar o mandato.
Cunha rompeu com o
governo em julho por avaliar que o Palácio do Planalto está por trás das
acusações contra ele. O presidente da Câmara foi denunciado pela
Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal, por corrupção e
lavagem de dinheiro, no rastro do escândalo da Petrobrás.
PEDIDO DE BICUDO
Cunha recebeu
quinta-feira o aditamento ao principal pedido de impeachment contra Dilma. A
entrega foi feita pelo jurista Miguel Reale Jr. e por uma filha de Hélio Bicudo
– um dos fundadores do PT -, com apoio dos principais líderes de partidos de
oposição, como o PSDB e o DEM, e de dissidentes da base aliada, incluindo
políticos do PMDB. O pedido diz que Dilma cometeu crime de responsabilidade,
cita o escândalo de corrupção na Petrobrás e as pedaladas fiscais.
O Tribunal de Contas
da União (TCU) ainda examina as contas de Dilma. A possível rejeição do balanço
também poderá abrir caminho para abertura de um processo de impeachment.
Fonte: Tribuna da Internet
______________________________
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Será preciso dizer mais alguma coisa?
O governo Dilma já acabou, não existe mais. Estão tentando apenas prolongar a
agonia. (C.N.)
Resumo da Palestra do General Mourão
Por Tulio Milman
Um general de
exército, diante de uma platéia composta por civis e militares, completamente
aberto ao diálogo. Aconteceu ontem, em Porto Alegre, na abertura de um evento
organizado pelo CPOR. (OBS: muitos civis, inclusive alunos de
faculdades. militares da reserva e alunos CPOR).
O Comandante Militar do Sul, General Antônio Mourão, expôs suas visões sobre o
Brasil contemporâneo para um auditório lotado. “São as minhas opiniões”, deixou
claro antes de começar. Alguns dos posicionamentos de Mourão, um dos militares
mais influentes do país:
Sobre a política no Brasil:
- “Os políticos viraram escravos das pesquisas de opinião. Esquerda e direita
se encontram na corrupção”.
- “Cadê o líder aqui na América do Sul? Temos algumas figuras de folclore”.
- “Não é possível que um governo tenha 22 mil cargos de confiança para nomear”.
Sobre relações exteriores:
- “O Itamaraty foi bypassado pelo Foro de São Paulo. É ele que dá o ditame de
uma diplomacia paralela”.
Sobre o papel do Exército:
- “Nós sabemos como fazer. O que fazer tem que ser definido pelo conjunto da
sociedade”.
- “O emprego do Exército na segurança pública deve ser limitado no tempo e no
espaço. Somos treinados para outra coisa. Mas a gente não escolhe missão”.
Sobre a qualidade das informações passadas aos governantes:
- “Quem decide precisa de uma agência de inteligência forte. Hoje, nossos
agentes são escolhidos por concurso e têm seus nomes publicados no Diário
Oficial. O Brasil é o único país do mundo onde isso acontece”.
Sobre o desfecho da crise política:
Mourão identifica quatro cenários possíveis para o Brasil.
- 1. Sobrevida – Mesmo enfraquecido, o governo Dilma chega ao final do mandato.
- 2. Queda controlada – Dilma renuncia ou se afasta por iniciativa própria,
negociando a transição.
- 3. Renovação – Descontinuidade do governo com novas eleições.
- 4. Caos.
Fonte: Alerta Total
____________
Túlio Milman escreve o Informe Especial na página 2 do
jornal Zero Hora, de Porto Alegre, onde o resumo da palestra do General de
Exército Antônio Mourão, no CPOR, foi publicada em 16 de setembro de 2015.
sábado, 19 de setembro de 2015
Quem sabe faz a hora
Por Maynard Marques
de Santa Rosa
O Brasil enfrenta
uma crise de final de ciclo, caracterizada pela fadiga de um modelo político.
Em 1947, nas aulas que ministrou na Universidade de Indiana (EUA), o sociólogo
Gilberto Freyre traduziu o fenômeno: “Trata-se da fadiga do povo em face de
seus líderes, que induz os mesmos efeitos da fadiga industrial entre os
operários”.
A catarse deflagrada
pela operação “Lava-Jato” invalida a governabilidade e alimenta a pressão por
mudança, surpreendendo a oposição. O Eclesiastes prevê que: “Tudo tem o seu
tempo determinado: há tempo de plantar e de colher”. O petismo já colhe os
frutos da rejeição. O escândalo de cada dia, tornado rotina pelo ruído da
mídia, transfere o noticiário policial para a agenda política, a ocupar o
espaço de debate das questões nacionais.
Com o centro de
decisão paralisado, aprofunda-se a recessão econômica, mas o ambiente político
continua estagnado: muita discussão e pouca decisão. Mantidos os parâmetros
atuais, nada se pode esperar dos atores políticos, salvo a insegurança jurídica
que nasce dos surtos incoerentes de um governo desnorteado.
Os sintomas de
alienação do governo já se faziam notar no final do ano passado. Em novembro,
durante entrevista ao “Globo News”, o ministro Mercadante, indagado sobre a posição
da presidente nas eleições para o comando da Câmara dos Deputados, respondeu
com uma arrogância sintomática: “A presidenta (sic) vetou o nome de Eduardo
Cunha para presidente da Câmara”.
O poder executivo
não é capaz de discernir a realidade. As atitudes inseguras da mandatária
encaixam-se no terceiro caso da classificação de Maquiavel sobre líderes
políticos: “Há três tipos de cérebro: o que compreende por si só, o que
discerne aquilo que outros compreendem e o que não compreende nem por si só nem
por meio dos outros. Este último não serve para ser príncipe” (O Príncipe, cap.
XXII).
Enquanto isso, os
partidos permanecem inertes, mais preocupados em negociar as próprias
conveniências do que em assumir a responsabilidade que lhes foi confiada.
Certamente, há expectativas paralisantes, pelo envolvimento de novos atores nas
fraudes milionárias, sobretudo, no universo dos avalistas do regime. Além
disso, a cultura nacional indica que o papel do povo nas crises do poder sempre
foi irrelevante.
No entanto, a
opinião pública ganhou consciência da situação, antes mesmo dos seus
representantes políticos, e já clama por mudança, o que torna perigoso um
possível “acordão”. A paciência diminui na justa proporção do desemprego e da
taxa de inflação.
Esgotada a
esperança, pode eclodir o protagonismo das massas, invariavelmente, cego,
arquetípico e vulnerável ao oportunismo e à baderna. Afinal, mantém-se viva a
sugestão longamente inculcada: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!”.
Fonte: Alerta Total
Maynard Marques de Santa Rosa é General
de Exército, na reserva.
DILMA RESISTE À PRESSÃO DE LULA E MANTÉM MERCADANTE
Deu em O Globo
Em reuniões entre a
tarde de quinta-feira e a manhã desta sexta-feira entre a presidente Dilma
Rousseff, o ex-presidente Lula, e ministros petistas, Dilma deixou claro que
não irá tirar Aloizio Mercadante da Casa Civil e pediu união de todos em defesa
do pacote de ajuste fiscal que corta despesas e prevê a recriação da CPMF. A
coluna Panorama Político já tinha confirmado a permanência do petista na tarde
de ontem.
Desde o ano passado,
senadores e deputados de partidos aliados têm reclamado da relação com
Mercadante. O PMDB do vice-presidente Michel Temer e Lula mantêm Dilma sob
forte pressão para mudá-lo de função.
Em conversa com
Dilma no fim da tarde de ontem, Lula novamente pediu a saída de Mercadante. E
hoje pela manhã, o ex-presidente se reuniu com o chefe da Casa Civil para
conversar sobre a crise no governo.
A aliados, na
passagem por Brasília, Lula fez duras críticas ao “número 2” do governo Dilma.
Disse que Mercadante “não tem condições de permanecer no cargo” porque o
principal aliado, o PMDB, não aceita interlocução com ele. O ex-presidente
afirmou ainda que Dilma precisa prestigiar o partido do seu vice-presidente.
REDUÇÃO DE MINISTÉRIOS
Na avaliação de
Lula, sua sucessora deveria, antes de anunciar a redução e consequente reforma
ministerial, chamar todos os partidos aliados para uma negociação e não apenas
para avisá-los das mudanças. Ele também pregou que o PMDB volte à articulação
política do governo.
— Ou abraça o urso,
ou morre — disse um amigo de Lula que participou das conversas.
O ex-presidente
avalia que o chefe da Casa Civil “blinda” Dilma de más notícias, criando uma
redoma em sua volta, além de não ter boa interlocução no Congresso. No entanto,
Dilma tem em Mercadante seu principal aliado no governo. Ela compara seu
ministro ao papel que teve Gilberto Carvalho na gestão de Lula, como chefe de
gabinete. Lula o considerava imprescindível.
MAIS UMA CRISE
Depois da conversa
com Dilma ontem, Lula participou de uma reunião com ministros do PT e sem a
presença de Mercadante, para conversarem sobre os rumos do governo e os
desacertos políticos. Ele está incomodado com a falta de poder nas decisões em
um momento tão delicado. Um aliado do ex-presidente relatou ao Globo reclamação
de Lula de que Dilma o escuta, mas não ouve de fato o que diz.
Aos petistas, o
ex-presidente disse que concorda com a recriação da CPMF, mas discorda da
condução da política econômica. Usou o termo “errática” e avaliou que o
Planalto e a equipe econômica precisam achar uma forma de proteger as camadas
mais pobres.
Protesto contra o ajuste fiscal fecha AV. Paulista
Por Jornal da Gazeta
Dois protestos
contra o governo e as medidas do ajuste fiscal interditaram hoje a Avenida
Paulista durante toda a tarde.
ARRECADAÇÃO DESPENCA 9,32%
Por Diário do Poder
De Janeiro a Agosto,
arrecadação da Receita Federal
totalizou R$ 805 bilhões, com queda real de 3,68%
(Foto: EBC)
|
Arrecadação em agosto tem pior resultado em cinco anos
No mês passado, arrecadação federal caiu para r$ 93,7
bilhões
Com a crise econômica afetando a atividade econômica e o
pagamento de impostos, a arrecadação de tributos pela Receita Federal registrou
queda pelo quinto mês consecutivo. Dados divulgados pelo órgão mostram que o
recolhimento de impostos e contribuições federais somou R$ 93,738 bilhões em
agosto, uma queda real de 9,32% na comparação com o mesmo mês de 2014. Houve
queda nominal de 0,68%. Foi o pior desempenho para meses de agosto desde
2010.
A arrecadação veio dentro do intervalo das estimativas
coletadas pela Agência Estado, de R$ 90 bilhões a R$ 104,50 bilhões, e
abaixo da mediana de R$ 96,885 bilhões. De janeiro a agosto, período de Joaquim
Levy à frente do Ministério da Fazenda, a arrecadação federal somou R$ 805,814
bilhões, um recuo real de 3,68% e nominal 4,41% na comparação com o mesmo
período do ano passado. O valor é o menor para o período desde 2010.
As desonerações concedidas pelo governo resultaram em uma
renúncia fiscal de R$ 71,55 bilhões entre janeiro e agosto, valor 11,54%
superior ao mesmo período do ano passado. Em agosto, as desonerações concedidas
pelo governo totalizaram R$ 7,89 bilhões, 2,65% menor do que no mesmo mês de
2014 (R$ 8,11 bilhões).
A desoneração de folha de pagamento custou R$ 2,01 bilhões
em agosto e R$ 16,1 bilhões nos oito primeiros meses do ano.
Empresas. A arrecadação de tributos ligados à produção
e à lucratividade das empresas registrou queda expressiva em agosto. O
recolhimento da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) teve queda real
de 38,47% em relação ao mesmo período de 2014, de R$ 5,54 bilhões em agosto do
último ano para R$ 3,4 bilhões no mês passado.
Somente a CSLL paga por entidades financeiras caiu 49,21%,
de R$ 1 bilhão no ano passado para R$ 464 milhões em agosto deste ano.
O Imposto de Renda Pessoa Jurídica caiu 33,7%, para R$ 6,361
bilhões em agosto deste ano, ante R$ 9,594 bilhões no mesmo período de 2014. Já
o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) registrou queda de 10,43%, de
R$ 4,404 bilhões em agosto de 2014 para R$ 3,945 bilhões em agosto deste ano.
Houve queda também no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF),
de 28,09%. No Imposto de Renda Retido na Fonte, houve alta real de 0,23%.
A Receita arrecadou R$ 2,248 bilhões em agosto com o Refis.
Segundo relatório, o resultado é 68,47% inferior ao mesmo período do ano
passado. O Fisco informou que a arrecadação em agosto, excluindo o Refis, foi
de R$ 91,49 bilhões ante R$ 87,25 bilhões no ano passado. Mesmo com a exclusão
do Refis, a arrecadação apresenta uma queda real de 4,26%.
Ajuste nas contas. O governo anunciou corte de R$
26 bilhões nas despesas na semana passada, adiou reajustes a servidores
públicos, elevou vários impostos e propôs a volta da CPMF por quatro anos com
alíquota de 0,2%. Sob a justificativa de que o novo imposto do cheque ajudará a
cobrir o rombo da Previdência, o Planalto decidiu enfrentar a resistência de
empresários e do Congresso para obter R$ 32 bilhões da CPMF com uma proposta de
emenda à Constituição (PEC), que exige três quintos dos votos em dois turnos na
Câmara e no Senado.
As medidas devem ajudar o governo a reverter um déficit de
R$ 30,5 bilhões no Orçamento de 2016. As propostas transformam o rombo de 0,5%
do PIB em um superávit de 0,7% no próximo ano ou R$ 34,4 bilhões. (AE)
Governo do PT insiste na ideologia de gênero, à revelia do Congresso
Por Hermes Rodrigues
Nery
Apesar de
encontrar enorme resistência no campo legislativo, Governo pretende utilizar o
MEC para disseminar a ideologia de gênero nas escolas.
Após a ideologia de gênero ser rejeitada de modo retumbante no Plano Nacional
de Educação, bem como nos planos regionais e municipais, o governo do PT
insiste na agenda de gênero, instituindo, através do Ministério da Educação,o
Comitê de Gênero [http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=16&data=10%2F09%2F2015],
no mesmo dia em que a feminista
Judith Butler encerrava sua primeira visita ao Brasil. O governo quis
com isso expressar seu compromisso com as organizações internacionais, dando
apoio a uma agenda que há tempos tais organismos buscam implantar no país, a
todo custo e de todo modo, apesar de encontrar enorme resistência no campo
legislativo.
Cabe lembrar que tal
empenho do governo vem se intensificando ainda mais, e que no Plano Nacional de
Direitos Humanos [http://www.jornaluniao.com.br/...]
(PNDH3), em 2009, havia decidido abarcar "todas as áreas da
administração" e "fato inédito de ele ser proposto por 31
ministérios", "estruturado em seis eixos orientadores, subdivididos
em 25 diretrizes, 82 objetivos estratégicos e 521 ações programáticas",
feito para ser não uma política de governo, mas a política do Estado
brasileiro, com o Ministério da Educação, de modo especial, colocado à frente
de tal empreitada para disseminar uma ideologia anárquica, na rede pública de
ensino, a contento das fundações internacionais e de agências da ONU,
etc.
Tal ideologia é
sustentada por organizações que “desfrutam de um retorno financeiro garantido e
que se tornaram, no campo da sexualidade humana, uma fonte de lucro e um
veículo da secularização planificada”, como explica Dorotas Kornas-Biela, e que
o Estado favorece quando capitulado diante de tão vis interesses, que em nada
dignificam, mas degradam a pessoa humana.
Diz ainda
Kornas-Biela que “a pornografia, a droga, a prostituição, a contracepção e o aborto são
indústrias organizadas, cujo capital é posto a serviço de uma ideologia, que é
contra a vida humana, a família e, frequentemente, contra a Igreja Católica. Os
objetivos de tais indústrias são a destruição da família e a secularização,
para alcançar os meios pelos quais se toleram alguma forma de depravação e
violência sexual em relação às crianças. Estas forças operam secretamente no
espírito da era pós-moderna. Publicamente, ao invés, o comportamento destas
estruturas (mídia, organizações, resoluções tomadas em consequência de
conferências nacionais e internacionais) é de forte recusa em relação a
violência sexual contra as crianças, todavia, não é por acaso que este
fenômeno, nas suas formas de depravação, está em contínuo aumento”.
Urge portanto que
Comitê de Gênero criado pelo MEC [http://g1.globo.com/edu...],
seja questionado pelo Congresso Nacional, ainda mais tendo em vista de que o
parlamento brasileiro votou contra a ideologia de gênero no Plano Nacional de
Educação, pois aceitar a existência desse comitê é atentar contra a própria democracia,
capitulando-se diante do Executivo, que age, dessa forma, à revelia do
Legislativo. É preciso então a soma de esforços para mobilizar novamente os
parlamentares e outros tomadores de decisão, para não apenas questionar o
Ministro da Educação, como para vetar tal iniciativa.
Fonte: Mídia Sem Máscara
_____________________
Hermes Rodrigues Nery, especialista
em Bioética (PUC-RJ), é presidente da Associação Nacional Pró-Vida e
Pró-Família. E-mail: hrneryprovida@uol.com.br
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
A Revolução Brasileira está em andamento
Lula, Dilma e demais companheiros (ou comparsas) de
desgoverno resolveram radicalizar o discurso e ampliar ações radicais contra
inimigos e adversários políticos porque perceberam um fato para o qual a mídia
amestrada tupiniquim prefere censurar ou ignorar: está em andamento a revolução
brasileira - na qual os segmentos esclarecidos da sociedade perceberam que têm
plenas condições de se unir e exercer, diretamente, seu Poder Instituinte,
Originário, para promover uma Intervenção Constitucional no Brasil.
Essa é a maior novidade dos últimos tempos. Um simples
magistrado federal, no caso Sérgio Fernando Moro, e os membros da Força Tarefa
da Lava Jato conseguiram uma façanha política institucional de alcance
impressionante. O trabalho profissional deles, como cidadãos e servidores
públicos que agem com ética, moralidade e publicidade, desmoralizou e derrotou
o criminoso projeto político do governo do crime organizado, que se esconde por
trás de supostas boas intenções ideológicas, reunidos no Foro de São Paulo -
entidade que hoje qualquer um sabe o que representa contra as liberdades
individuais, tentando impor seu projeto bolivariano para a América Latina.
Por isso, não adianta perder tempo discutindo quando e se
Dilma cairá. Ela é consequência. E não a causa do problema maior. Seu chefão
$talinácio, que agora resolveu se defender pela via judicial, já que foi
desmoralizado pelos acontecimentos na vida política, também é um falso gigante
com a expressão de uma gota d´água em pleno Rio Amazonas. Lula e tantos outros
iguais a ele são consequências do sistema e das estruturas que precisam ser
mudadas, urgentemente, no Brasil. Eles estão pts da vida e muito assustados
porque a sociedade percebeu, em maioria esmagadora, que é preciso mudar -
começando por eles...
Nossas crises (política, econômica e moral) são todas
estruturais - e não conjunturais. Por isso, se ficar claro que é preciso mexer
e modificar, urgentemente, a estrutura, como está acontecendo agora, as
transformações positivas acontecem mais depressa - ou na hora certa que a
sabedoria histórica determina. Por isso, é hora de união dos segmentos
esclarecidos da sociedade, para preparar as grandes mudanças, que são
inevitáveis. Nos municípios, a partir das ações para reduzir salários de
vereadores, o povo está exercendo seu protagonismo histórico, na melhor prova
de cidadania e consciência de que os problemas precisam ser resolvidos por cada
um, a partir de uma atitude individual correta, e não por mágicas promovidas em
espetaculosas ações coletivas ou coletivistas.
Essa é a característica da Revolução Brasileira, em
andamento, gerada por insatisfação ou por consciência objetiva de que se
esgotou o modelo dessa tal "Nova República" - que já nasceu velha e
carcomida pela desqualificada classe política sem a menor representatividade e
legitimidade, fruto de uma oligarquia completamente desmoralizada e sem
condições morais de continuar mandando no Brasil.
Da mesma forma que a desesperada petelândia e demais aliados
de ocasião, os militares sabem que a Revolução Brasileira está em andamento.
Por isso, nossos Generais não precisarão dar "golpes" - como no
passado. Aliás, quem acha que tem plenas condições (muito bem armadas) de nos
impor um golpe de verdade é o tal "exército de Stédile" - em conluio
com aquelas facções criminosas a quem a mídia dá muita importância.
O jogo mudou! Agora, quem está agindo, de forma legítima é o
verdadeiro exército da cidadania: o povo. Os servidores públicos fardados terão
apenas de apoiar as iniciativas cidadãs em favor das transformações estruturais
para que o sistema de poder no Brasil se torne saudável e digno da grandeza
potencial de nossa Pátria. Eis o novo papel político e estratégico dos
Generais. Eles só vão botar as tropas na rua para a segunda etapa, de
consolidação da Revolução Brasileira.
Um superpedido de impeachment da Dilma Rousseff será
protocolado logo mais. No entanto, isto servirá apenas como mais uma ação para encher
o saco dos pretensos poderosos de plantão. A decadente ou decaída Dilma,
insustentável na Presidência da República, será apenas um bode expiatório da
bronca generalizada (sem trocadilho infame com a caserna). O povo, na verdade,
está de saco cheio de tudo e de todos nos três poderes. Por isso, a Revolução
Brasileira é inadiável e não tem mais como ser contida pelos reacionários de
qualquer ideologia extremista.
Foi assim na Revolução Francesa... Foi assim na Revolução
Americana... E será assim na nossa - que chega com séculos de atraso, mas já
está em curso, porque a maioria do povo brasileiro quer e o resto do mundo
civilizado demanda.
10 medidas contra a Corrupção
Interessante e didática palestra da Procuradora da República
em MS Damaris Rossi Baggio.
Quem mandou terceirizar o poder

Coisa russa

Pague a conta

Não dói

Fatiando

Cool

Discurso de Reale Júnior ao apresentar um pedido de impeachement
Por "O Antagonista"
"Como lutamos contra a ditadura dos fuzis, lutamos agora. contra a DITADURA DA PROPINA..."
ACREDITE SE QUISER: EXTINTOR ABC EM CARRO NÃO É MAIS OBRIGATÓRIO
Deu em O Tempo
Acabou a obrigatoriedade de portar extintor de incêndio nos
carros de passeio no país. A decisão foi tomada na manhã desta
quinta-feira (17) pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) e revoga
resolução anterior que obrigaria os automóveis a circularem com extintores do
tipo ABC a partir de 1° de outubro.
Segundo o Denatran, a mudança foi motivada por avaliação
técnica e consulta aos setores envolvidos.
O equipamento continuará obrigatório para todos os veículos
utilizados comercialmente para transporte de passageiros e de carga, como
caminhões, caminhões-trator, micro-ônibus, ônibus e destinados ao transporte de
produtos perigosos.
__________________________
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A esculhambação é total. Passaram
mais de um ano infernizando os donos de veículos obrigando-os a comprar um
extintor que nem existia no mercado. Agora, voltam atrás e simplesmente
eliminam a obrigatoriedade de extintor. Que governo é esse, minha gente? (C.N.)
PT tem que aprender a ser humilde, Dilma a ouvir e Haddad a administrar
O ainda governista PRB está de olho nas duas maiores capitais
brasileiras e com chances reais de ganhar as eleições de 2016. Crivella e
Russomanno lideram as pesquisas no Rio e em São Paulo. O presidente nacional da
legenda Marcos Pereira diz que desta vez os candidatos não farão 'voo de
galinha'. Ele que conseguiu engordar a bancada na Câmara, quer repetir o
fenômeno de crescimento nos municípios. Pereira faz críticas suaves a
presidente Dilma, médias ao PT e intensas a Fernando Haddad.
As Forças Armadas são disciplinadas, mas não estão mortas!
Caros amigos
Desde o início da “crise militar” – criada pela traiçoeira
incompetência do PT e pelos não menos incompetentes, atabalhoados e traiçoeiros
dirigentes do seu pretenso braço armado, o chamado “exército do stalinde” –
que estou “virado no back”(*) dos
Comandantes das FFAA, em particular do Gen Eduardo Villas Bôas e de seu Chefe
de Estado Maior, Gen Sérgio Etchegoyen, confiante no contra ataque e na
marcação do gol da vitória.
Sem desdenhar da gravidade da investida, mas com a
tranquilidade de um soldado que conhece a sua Força e de um subordinado que
acredita no seu Comandante, manifestei, desde a primeira hora da investida
adversária, a minha confiança na competência e no senso de responsabilidade de
quem, por formação profissional e moral, sempre foi melhor do que os
citados conspiradores.
Há muito aprendi que o mínimo de competência a ser exigido
de um chefe-líder é a competência para usar a competência dos
seus parceiros e subordinados, é o “saber quem sabe”, é ter humildade para
ouvir, coragem para decidir e determinação para executar!
As FFAA saem fortalecidas deste evento pois deixaram muito
claro ao inimigo que não estão alheias às suas manobras, por mais dissimuladas
e sutis que possam parecer e que não permitirão qualquer interferência política
ou ideológica nas clausulas pétreas que têm alicerçado a formação de seus
quadros, o seu processo evolutivo e o seu histórico compromisso com a
democracia.
Minha confiança nos Comandantes, hoje redobrada, foi
criticada por muitos, alguns por justificado desconhecimento, outros por me
julgarem desinformado e até conivente com o inimigo, outros por temer pela
ingenuidade e pela aparente apatia dos militares face à falta de caráter
daqueles com os quais têm que conviver por força de preceito constitucional,
outros, ainda, criticaram-me por serem vítimas da vaidade e da arrogância que
os faz julgarem-se os donos absolutos da verdade e os únicos capazes de
defender o bem.
O artigo, publicado no jornal Zero Hora (Decreto Sobre Militares) de 14 de
setembro, de autoria do Jurista e Ex Ministro da Defesa, Nelson
Jobim, reporta com segurança e profissionalismo o trabalho realizado pelas
Forças para neutralizar a ousadia dos canalhas e que contou com seu pronto e
competente assessoramento (é preciso “saber quem sabe”).
Continua a valer, portanto, a afirmação de que a sociedade
pode confiar no bom senso e nas atitudes dos homens a quem confia o último
recurso da razão e o PT e seu “exército”, por sua vez, continuam a saber que as
Forças Armadas são disciplinadas, mas não estão mortas.
_____________________
(*) Estar “virado no back” é uma expressão de confiança
usada no pólo, quando um jogador toma a nova direção da bola, antes mesmo que seu
companheiro realize a tacada.
(**) Para esclarecimento de quem pensa que sabe tudo, meu
posto, constante da correspondente Carta Patente, é o de General de Brigada,
nela não constando a expressão, “da reserva” ou a partícula “R1”, o que me
faculta usá-las se e quando me convier.
O PT MORREU
Perda do grau de investimento, pedido de impeachment
assinado por Helio Bicudo e frente parlamentar suprapartidária em prol do
impeachment de Dilma: acabou. O PT morreu. Infelizmente, esta péssima,
desastrosa administração custará muito ao povo brasileiro. Nós, brasileiros,
daremos a volta por cima. Mas o PT, ah, o PT: morreu.
Assinar:
Postagens (Atom)
