sexta-feira, 11 de setembro de 2015

A perda do grau de investimento



O rebaixamento do risco Brasil pela agência Standard and Poor's é a antecipação de um fato que se esperava para janeiro, derivado do delírio da apresentação da proposta orçamentária deficitária. Era perfeitamente evitável, mas Dilma Rousseff é mouca à voz da razão.

‘São os últimos suspiros do projeto criminoso de poder’


E o Impeachment continua...


Concessões de hidrelétricas são a nova tentativa do governo para atrair liquidez



O colunista de VEJA Lauro Jardim comenta a manobra do ministério da Fazenda para conseguir recursos após mais uma 'pancada'. Ontem, a agência de risco Standard & Poor’s cortou a nota de risco do Brasil, afastando ainda mais os investidores do país.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Brasil volta a ser um cassino

Por Augusto Nunes & Carlos Graieb


Os jornalistas Augusto Nunes e Carlos Graieb analisam o rebaixamento da nota de risco do Brasil pela agência S&P. A decisão deve agravar ainda mais a crise econômica e coloca o país à deriva. "O governo Dilma ruma para um fim célere", diz Graieb.

Frente PRÓ IMPEACHMENT


Setembro, para Dilma, pode ser pior do que Agosto



Noblat comenta o que devera acontecer de decisivo neste mês de Setembro para o futuro do governo Dilma.

Dilma quer 'impostaço' para não emagrecer governo obeso

Por Joice Hasselmann


A presidente diz que não pode economizar, que não tem de onde cortar, mas exige da população mais sacrifícios. Como alguém que tem 39 ministérios e 140 estatais não tem onde cortar? Dilma não quer emagrecer um governo com obesidade mórbida. Entenda com Joice Hasselmann.

DILMA Viciada em Pisar em Casca de Banana


Começou o Impeachment


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

De que VALE o MUNDO INTEIRO ?


Moro sobre Lava Jato 'O policial que descobre o cadáver não é culpado do homicídio'



O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato – que descortinou o escândalo de corrupção na Petrobras – rebateu durante o Exame Fórum as críticas de que as investigações seriam responsáveis pela crise econômica que afeta o Brasil. Durante palestra, o juiz comparou a Lava Jato com a ação contra a máfia italiana na operação Mãos Limpas e afirmou que o Brasil é corroído por um esquema de corrupção sistêmica.

#PIXULECA - Remédio Amargo


Quanto maior o tombo, mais difícil a retomada



O pessimismo é cada vez maior, simplesmente, porque não temos no horizonte indicadores apontando em outra direção. Há uma piora geral no andamento da economia. A queda da produção industrial, por exemplo, foi muito maior que se previa e bateu direto nas projeções quanto ao tamanho da recessão que vamos encarar. Quanto maior o tombo, mais difícil a retomada. E o governo até em declarações acaba contribuindo pra derrubar mais a confiança.

Olha as cabeçadas que deram e continuam dando na questão do ajuste fiscal. Primeiro veio a proposta orçamentária para o ano que vem, prevendo um déficit de 30 bilhões e meio de reais nas contas públicas. Depois foi toda a polêmica em torno da permanência ou não de Levy à frente do Ministério da Fazenda. Ele ficou e o governo voltou a falar em uma meta de superávit de 0,7% nas contas em 2016. Mas pra isso tem que cortar despesas ou aumentar receita.

Do lado das despesas a presidente Dilma, de início, disse que tudo que tinha pra cortar já tinha sido cortado. Mas agora admite cortes até em programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida. No paralelo, claro, continuam elaborando mais aumento da carga tributária, possivelmente,com elevação da Cide sobre os combustíveis. IPI e IOF. Pra isso basta uma canetada. Não dependem de negociações com o Congresso, embora também não se descarte uma nova alíquota do Imposto de Renda para os mais ricos. Nesse caso, a implementação seria mais difícil. Como consequência disso tudo, tivemos a disparada do dólar, que pode afetar a inflação, assim como os impostos. Se a Cide subir, a inflação deste ano pode chegar a dois dígitos. Por outro lado, impostos mais altos significam mais custos para empresas e consumidores, o que prejudica a atividade, com a economia já em recessão.

O pessimismo não é à toa. Essa confusão toda pode levar ao rebaixamento da nota de avaliação do País, que deixaria tudo mais difícil. Mesmo sem isso, as projeções ainda devem piorar mais, nas próximas semanas, tanto em função de dados concretos da atividade econômica como pela inabilidade do governo ao lidar com questões relevantes, até com a crise política; sem esquecer das denúncias da Lava Jato, que colocam mais lenha na fogueira. A realidade do País está muito ruim e só o governo e seguidores não perceberam que caminhávamos pra isso. Pelo menos, foi o que a presidente Dilma falou, que foi pega de surpresa. Alertas não faltaram. E até a dificuldade de o governo ouvir ou identificar os problemas preocupa.

Dilma compra briga com militares


A nossa bandeira jamais será vermelha



Olavo de Carvalho, Beatriz Kicis, Marcel Van Hattem e Percival Puggina falam sobre os novos líderes.

É preciso um esforço humanitário muito maior



A informação alarmante foi dada hoje pela BBC. Só nesta segunda-feira, Sete de Setembro, 30 mil novos refugiados da Síria se lançaram ao mar e bateram às portas da Europa. As Nações Unidas calculavam, há um mês, que 300 mil pessoas já haviam desembarcado este ano em algum ponto da Europa. O número já está ultrapassado.

O pior é que ele contrasta com a pequena capacidade de hospedagem anunciada pela União Europeia. Ela quer receber agora apenas 120 mil sírios. A Alemanha abre os braços para 33 mil. A França, para 24 mil em dois anos, e o Reino Unido, para 20 mil. A conta não fecha. Seria preciso que cada país recebesse muito mais. E existe um outro detalhe. Desde que a Guerra Civil da Síria começou, há quatro anos, e desde o ano passado, quando os facínoras do Estado Islâmico começaram a se expandir na Síria e no Iraque, a maioria dos refugiados atravessou fronteiras secas. Eles não precisaram se lançar ao mar.

É assim que o pequeno Líbano já recebeu 1 milhão e 200 mil refugiados. A Jordânia já recebeu 600 mil. São países pequenininhos, sem a estrutura para transformar essa gente em imigrantes, com escolas e empregos. Essa população é confinada em acampamentos, com alimentação e agasalhos fornecidos pela ONU e pelos governos locais. Vejam então que, diante da dimensão da tragédia, os 1.200 sírios que foram parar nos Estados Unidos, e os 2 mil que chegaram ao Brasil são uma gota dágua no oceano.

Na semana passada, a fotografia do pequeno Aylan Kurdi, afogado aos três anos numa praia da Turquia, deu um rosto humano e trágico a essa questão. O garotinho morto levou muitos europeus a pressionar seus governos. Vejam que a hostilidade da Hungria aos refugiados, contrasta com os aplausos, flores e presentes com que eles foram recebidos durante o fim de semana, na Áustria e na Alemanha. Mas isso não basta. É preciso que o mundo civilizado faça um esforço humanitário muito maior. É assim que o mundo gira.

Campanha política é um dinheiro muito bom de não ganhar



Washington Olivetto, o mais renomado publicitário do país, diz que se orgulha de nunca ter feito marketing eleitoral: "propaganda política deveria ser muito mais informação e muito menos persuasão". Sobre publicidade, ele afirma: "é preciso ser politicamente saudável".

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O desabafo de Fábio Júnior e o recado da multidão de brasileiros ao bando de idiotas que logo serão ex-governantes


No Brazilian Day comemorado neste domingo em Nova York, transmitido ao vivo pelo Multishow e pela Globo Internacional, o cantor Fábio Júnior nem precisou recorrer a algum dos seus sucessos para empolgar a multidão. Bastou-lhe cobrir os ombros com a bandeira nacional, declarar-se envergonhado com a roubalheira institucionalizada pelo lulopetismo e identificar sem rodeios os chefões do bando responsável pela decomposição moral, econômica e política do Brasil. O desabafo foi encampado em coro pela plateia composta por milhares de indignados.

Nesta segunda-feira, pela primeira vez num Sete de Setembro, não houve no Dia da Independência o pronunciamento presidencial difundido por uma cadeia de emissoras de rádio e TV. Por falta de coragem para dizer a verdade, e sobretudo por medo das vítimas de 13 anos de tapeação, Dilma Rousseff escondeu-se num palavrório bisonho divulgado pela internet. Mas não escapou de ser representada no ato de protesto em Brasília pela versão feminina do já famoso Pixuleko: ao lado do Lula com traje de presidiário, os manifestantes promoveram a estreia da Dilma tamanho família e com nariz de Pinóquio.

A presidente que não preside desde o início formal do segundo mandato agora foge até de gravações na TV. Está proibida há muito tempo de dar as caras nas ruas do país (ou, como avisa o vídeo, de qualquer lugar onde haja gente nascida neste viveiro de corruptos). As revelações do empreiteiro Ricardo Pessoa e o inquérito chancelado por Teori Zavascki embarcaram os ministros Aloizio Mercadante e Edinho Silva no bote de investigados que flutua no mar de lama que cobre o Planalto ao naufrágio. Não há esperança de salvação, até porque já não há sinais de vida inteligente no governo.


Prova disso é que os cretinos homiziados no palácio continuam a agir como se todos os brasileiros fôssemos idiotas. Não somos, reafirma o show de Fábio Júnior. Idiotas foram sempre eles. Logo serão também ex-governantes.

Comoção com a diáspora rumo à Europa e a indiferença ante genocídio no Brasil



O Supremo Tribunal Federal investigará Aloizio Mercadante e Edinho Silva, ministros de Dilma, do PT, e Aloysio Nunes, do PSDB, vice de Aécio na última eleição.

Se a investigação da Lava Jato chegar a toda documentação apreendida, e a recebida da Suíça, muitos perderão o sono. Inclusive atuais ou ex-governadores, prefeitos etc.

Dia da independência. A oficial do Brasil começou há 193 anos. A História, a oficial, há 515 anos.

Quando chegaram os portugueses, também franceses e espanhóis, os Tupinambás dominavam a Bahia e boa parte da costa brasileira.

Os Tupinambás haviam derrotado os Tupinaés, que haviam vencido os Tapuias.

Nas últimas semanas, um índio foi assassinado e fazendeiros encurralaram índios que lutam por demarcação e ocuparam terras pelo Mato Grosso do Sul.

Nesse mesmo Mato Grosso, na região de Dourados, cada vez mais confinados, sufocados, mais de 1.100 jovens índios se suicidaram desde meados dos anos 80.

No "Descobrimento", os índios no Brasil eram uns 5 milhões. Há 50 anos eram 100 mil. Agora são quase 900 mil.

Como tantas das nações, o Brasil se fez em meio a uma cultura de violência e extermínio. Que avança, aponta novo relatório da Anistia Internacional.

A polícia do Brasil é que mais mata no mundo. A dos Estados Unidos é a terceira.

Em 2014, segundo a Anistia, 15,6% dos 56 mil homicídios no Brasil (mesma média dos últimos anos) foram cometidos pela polícia. Em especial, as PMs.

No Rio, a Anistia detectou: entre 2010 e 2013, noventa e nove e meio por centos dos assassinados eram homens; 79% deles negros e 3 entre 4 tinham entre 15 e 29 anos... E das periferias.

...E nas manchetes, há uma década... corrupção. Ladrões de ontem e de sempre, em busca do amanhã apontam dedos para ladrões do hoje.

Duelo hipócrita sobre quem roubou menos ou mais, debate imoral por quantificar, disputar imoralidades. Isso enquanto se deixa de lado a terrível matança.

Simbolizada na foto da trágica morte do menino Alan Kurdi, justa a comoção viral com a diáspora rumo à Europa rica.

Mas brutal, simbólica e reveladora a indiferença diante do genocídio no Brasil. Porque essa carnificina se dá no Brasil NPPI: Negro, Pobre, Periférico, Índio.