terça-feira, 16 de junho de 2015

35 Anos depois de LULA, Dilma também paralisa a GM

Por Reinaldo Azevedo


Aprenda a estudar

Por Luiz Carlos Prates


LULA não tente me ganhar, Apedeuta!

Por Reinaldo Azevedo


Lula: "Love is in the air"
O PT é a força de Cunha




Durante o 5º Congresso Nacional do PT o ex-presidente Lula não só comemorou demissões de jornalistas como criticou a imprensa livre. O colunista de VEJA Reinaldo Azevedo retruca o caso e também relembra a herança maldita do governo petista. O fruto amargo de hoje foi um plantio que começou na gestão de Lula. Assista ao primeiro bloco do 'Aqui Entre Nós', com Joice Hasselmann e Reinaldo Azevedo.


Mais um plano fracassado do PT: o partido puxou vaias para o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o que os petistas não pensaram é que as vaias foram boas para a imagem de Cunha. "Tudo o que Eduardo Cunha quer é ser visto como o anti-PT", segundo o colunista de VEJA Reinaldo Azevedo. Acompanhe ao segundo bloco do 'Aqui Entre Nós', com Joice Hasselmann e Reinaldo Azevedo.

Fora PT: A Noiva Cadáver

Por Reinaldo de Azevedo


Haddad costura coligação política pensando em 2016

Por Marcelo Mattos


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Em hotel de luxo, PT não esquece nossa grana


PT confessa culpa de Lula com manobra para melar CPI


alx_brasil-congresso-pt20150612-02_originalQuem deve teme.

A coluna Painel, da Folha, traz a seguinte nota:

Para blindar Lula, governo agirá para retirar assinaturas da CPI do BNDES

Depois do curto-circuito da convocação de Paulo Okamotto, amigo e assessor de Lula, pela CPI da Petrobras, o governo começará a semana fazendo nova ofensiva para retirar assinaturas do requerimento da CPI do BNDES, protocolada no Senado, mas cuja instalação ainda depende da leitura pelo presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). Será uma missão ‘árdua’, como reconhece um líder. Se não houver sucesso, a ordem é cozinhar as indicações dos membros.”

O governo do PT tenta melar as investigações do BNDES como fez dois meses atrás com a dos Fundos de Pensão, quando acertou a liberação de recurso extra de emendas para cada senador que retirasse sua assinatura. É comum que senadores assinem pedidos de CPI, para depois venderem a retirada de seu nome da lista, de modo que as 28 coletadas por Ronaldo Caiado (DEM-GO), uma a mais que o necessário, ainda não são garantia de instalação da comissão.

Sim: o PT vai novamente às compras para blindar o lobista Lula. O programa Transparência Zero pode sair mais caro dessa vez.

Tem mais:

Moema e Lula: o que é isso, companheira?

“Além do cochilo do Planalto, que foi avisado e não agiu para blindar Okamotto, Lula se irritou ao saber que a bancada do PT facilitou sua convocação.

A deputada Moema Gramacho (PT-BA) pediu a suspensão da sessão do plenário na quinta-feira, o que permitiu que a CPI retomasse a votação dos requerimentos.”

Lula está tão irritado que reclamou com o vice-presidente Michel Temer, com o relator Luiz Sérgio e com outros petistas. Ele se quer acima da lei e não admite ter de dar explicações sobre seus esquemas.

A irritação de Lula e as consequentes manobras do governo para blindá-lo são os modos petistas de confessar a culpa do “chefe”.

É perfeitamente compreensível que, no Congresso do PT, ele tenha comemorado demissões de jornalistas. Lula, de fato, tem muito a esconder dos brasileiros.

Começou a DEFESA de luxo do Partido dos Trabalhadores? Fachim disse que DELAÇÃO premiada não prova nada


11111111-fachin-indicado-por-dilma-ao-stf-1431448635627_956x500Para o novo MINISTRO Fachin, a delação premiada não pode ser considerada como prova, mas como um indício que deverá ser apurado. Alguns poderiam considerar que a declaração no mínimo como uma defesa prévia de personalidades do PT que nas últimas semanas tem sido citadas em declarações de indiciados no processo do Petrolão.

Segundo noticiaram jornais nesse sábado, com base em artigo do jornal Gazeta do Povo, que participou de uma conversa do jurista com jornalistas paranaenses na manhã de sexta-feira (12/6), em Curitiba, o futuro ministro destacou a importância de manter o direito de presunção de inocência.

No evento, Fachin, abandonando a humildade que possuía antes e durante a sabatina, foi ousado, deixando claro que acredita que o parlamento brasileiro é ineficaz. Ele disse que diante da “inércia legislativa”, o juiz não pode tomar o lugar do legislador.

Para ele, o destaque que o Supremo vem ganhando na sociedade é reflexo do crescimento do acesso aos direitos, intensificado com a promulgação da Constituição Federal.

A posse Fachin será dia 16 de junho, no Plenário do Supremo, às 16h. Em seguida, o ministro recém-empossado se dirige ao Salão Branco para receber os cumprimentos, onde também será executado o Hino Nacional.

Dia de ressaca para o PT



Lauro Jardim, do Radar on-line, comenta o fiasco que será o congresso do PT, que começou ontem em Salvador. Do Rio de Janeiro, Felipe Moura Brasil também aborda o congresso do partido e destaca o comportamento dos petistas ao exaltarem o ex-tesoureiro preso João Vaccari Neto. O historiador Marco Antonio Villa fala sobre a reforma política: "Deveria ser um acordo entre os principais partidos políticos, mas isso não ocorreu".

A "Casa do Povo"

Por Luiz Sérgio Silveira Costa

Os políticos, no seu conhecido populismo, especialmente às vésperas de eleições, dizem que o Congresso é a “casa do povo”. Não é! É a casa deles, pois o que propugnam ou é bom para o bem deles ou para as suas reeleições. Por isso, a reforma política só ocorrerá em pontos que não podarem  as suas vantajosas benesses.

No caso da maioridade penal, se fosse a “casa do povo”, a mudança seria simples, pois cerca de 90% do povo a quer. Mas os petistas - não os políticos, mas os seus “intelectuais”-,  não a querem, não  por causa do voto, mas da ideologia, essa grave doença que cega a visão, desvanece a mente,  oblitera a realidade, e, muito pior, assassina, em massa, o seu povo.

É preciso que se investigue e se exponha ao público quem arregimentou e pagou aos arruaceiros da sessão do Congresso. Teriam sido os prórios menores delinquentes, com o produto de seus crimes, seus contratantes, aquela gente muito bem remunerada que ”odeia a classe média”,  ou aqueles políticos que incensam Cuba e odeiam o “imperialismo ianque”, mas vão comprar o enxoval do bebê em..... Miami???

Pobre País!!!


Fonte: Alerta Total



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Luiz Sérgio Silveira Costa é Almirante, reformado.

Gayzismo estatal financia pedofilia na Parada Gay 2015 de SP

Por Leonardo Bruno 

Na Parada Gay de São Paulo, a apologia da pedofilia se 
fez presente, e mais uma vez se confirmou a proximidade 
entre os objetivos dos gayzistas e dos pedófilos.
O Brasil prova que sempre o buraco é mais embaixo e a fossa não tem fim. Circula pela internet o vídeo de um menino de 10 anos, com trejeitos afeminados, seminu, fazendo coreografias sensuais de "funk", em plena cerimônia gayzista-fascista da Parada Gay de 2015 em São Paulo. Tudo financiado, é claro, com o dinheiro roubado dos contribuintes pela narcoditadura de Dilma Rousseff, pelo governo de Geraldo Alckmin, do PSDB, no estado de São Paulo, e de Fernando Haddad, do PT, na capital.

É uma afronta total contra a família brasileira o ponto onde esses canalhas levaram a coisa. E tudo apoiado, obviamente, pela grande mídia criminosa, que pauta os debates na sociedade sempre de acordo com os ditames da odiosa ideologia de gênero. É o fim do fim!

Leonardo Bruno, colunista do Mídia Sem Máscara e apresentador do programa Voz Ocidental, na Rádio Vox, comenta o episódio.


Celular em sala de aula

Por Luiz Carlos Prates


Lava-Jato: acareação entre doleiro e ex-diretor da Petrobras complica a vida de Gleisi Hoffmann


gleisi_hoffmann_41Funil do crime – A situação da senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) torna-se mais complicada com a nova acareação entre o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, marcada pelo Ministério Público Federal do Paraná para o próximo dia 22, em Curitiba.

Os dois delatores serão confrontados sobre doações para as campanhas de Dilma Rousseff (PT) e Roseana Sarney (PMDB-MA) em 2010. Há diferenças no depoimento de Paulo Roberto Costa ao qual Youssef diz desconhecer a operação. No entanto, em relação ao repasse de R$ 1 milhão para a campanha Gleisi em 2010 não há qualquer tipo de discordância.

Em depoimento na CPI da Petrobras, no dia 11 de maio, em Curitiba, o doleiro confirmou ter repassado R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi ao Senado, em 2010. Youssef disse que fez o repasse do dinheiro a pedido de Costa. “O doutor Paulo Roberto Costa disse que Paulo Bernardo pediu R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi. Me deu um número de telefone para repassar o dinheiro”, disse Youssef. Costa confirmou a versão de Youssef.

Gleisi Hoffmann já é investigada no Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de corrupção passiva qualificada. A petista foi denunciada por receber dinheiro desviado da Petrobras, conforme apurou a Polícia Federal nas investigações da Operação Lava-Jato. O nome de Gleisi surgiu nas delações de Youssef e Paulo Roberto Costa, aprovadas pela Justiça Federal.

O dinheiro recebido por Gleisi, conforme aponta o doleiro, não consta da prestação de contas da petista na Justiça Eleitoral. O eventual crime praticado pela senadora paranaense, segundo o Ministério Público Federal, é tipificado no artigo 137 do Código Penal e prevê pena de reclusão de dois a 12 anos, além de multa. De acordo com o MPF, Gleisi faz parte do “núcleo político” da “organização criminosa complexa” que desviou dinheiro da estatal brasileira.

Sobre as campanhas de Dilma e Roseana Sarney, a principal divergência entre os dois refere-se ao envolvimento dos ex-ministros Antonio Palocci Filho (PT-SP) e Edison Lobão (PMDB-MA). Enquanto Costa diz que, em 2010, mandou Youssef entregar R$ 2 milhões a Palocci para a campanha de Dilma e outros R$ 2 milhões para Roseana, a pedido do senador Lobão, o doleiro Youssef nega que tenha repassado o dinheiro tanto para Palocci quanto para Roseana.

A necessidade da acareação surgiu quando o jornal “O Estado de S. Paulo” divulgou, no último dia 27, um vídeo em que o doleiro Youssef aparece falando com procuradores e com o advogado Luis Gustavo Flores, que o representa. No vídeo, Youssef se mostra interessado em confrontar sua versão dada na delação premiada com a de Paulo Roberto Costa. Dirigindo-se a um procurador, o doleiro pergunta: “Não quer ver aquelas discrepâncias com aqueles depoimentos do Paulo Roberto?”

O procurador discutia a suposta doação de R$ 2 milhões pedida por Antonio Palocci para a campanha de Dilma em 2010. Youssef garantiu que Palocci nunca o procurou para pedir o dinheiro, enquanto que Paulo Roberto Costa garantiu em seu depoimento que mandou Youssef repassar R$ 2 milhões para Palocci destinar à campanha de Dilma. “Eu acho que o Paulo se equivocou e se os doutores acharem necessário a gente ter uma conversa juntos, estou à disposição”, diz Youssef no vídeo.

Nesse ponto, um procurador ainda não identificado diz: “Esse é o tipo de coisa que quanto mais mexe, pior fica”. Outra pessoa diz: “É a teoria da bosta seca. Mexeu, fedeu”. Quem teria dito a frase foi o advogado de Youssef, Luis Gustavo Flores.

O chefe do escritório de Flores, Antonio Figueiredo Basto, acha desnecessária a acareação. “Não vamos comentar mais esse assunto. Está marcada a acareação e vamos fazê-la. Mas acho desnecessário. Está mais do que comprovado que tanto o Paulo Roberto Costa quanto o Alberto Youssef deram elementos de provas sobre o esquema de corrupção na Petrobras, inclusive com documentos. Não foi feita uma colaboração só com base em depoimentos. Agora, contradições sempre acontecerão. E isso até confirma que não houve nenhuma armação entre os dois para prejudicar ou favorecer quem quer que seja”, disse Figueiredo Basto.


Quanto ao fato de Costa ter dito que mandou Youssef dar R$ 2 milhões para Roseana Sarney em 2010, a pedido do senador Edison Lobão, o Youssef diz que é provável que o ex-diretor da Petrobras pode tê-lo confundido com outro doleiro.

domingo, 14 de junho de 2015

É tempo de mudança e de tirar o PT do poder!


Caros amigos
 
Os cidadãos de bem, comprometidos com a verdade e com o Brasil, não vulneráveis à propaganda enganosa do desgoverno petista, devem perseverar na faina de contribuir com suas denúncias, críticas, manifestações, ações judiciais e parlamentares para que a conscientização da sociedade seja cada vez maior e que a mobilização, que se verifica desde a descoberta do engodo eleitoral e da quebra fraudulenta e delituosa do Brasil, acabe por tirá-los do poder!
 
É preciso que todos conheçam a realidade das políticas do atual governo, suas ambições, seus comprometimentos ideológicos e estratégias de longo prazo, seus objetivos totalitários e liberticidas, seu descaso para com a soberania, para com a saúde pública e para com a segurança dos cidadãos, a descarada lavagem cerebral que chama de ensino público e o despudorado incentivo à luta de classes que visa a impor à maioria os “direitos especiais” concedidos a minorias privilegiadas pelos seus interesses escusos e circunstanciais.
 
Um simples e superficial levantamento de dados, baseado em discursos, declarações, alianças e atitudes do grupo governamental, fartamente documentados na rede internacional de computadores, deixa claro a qualquer analista as suas absurdas e ultrapassadas intenções.
 
Nesta semana, no período de 11 a 13 de junho, em Salvador, Bahia, reunidos pela 5a vez em “congresso”, os corruPTos estarão discutindo e reavaliando as suas estratégias para a manutenção do poder que, por força da vontade esclarecida da maioria dos brasileiros, lhes está a escapar por estre os dedos sujos da lama em que transformaram a ética, a moral e os bons costumes e do sangue dos brasileiros vitimados pela criminosa gestão dos interesses espúrios do Partido dos Trabalhadores.
 
O comunismo e a cubanização do Brasil são, objetivamente, os horizontes colimados por eles e pela militante comunista recolocada de forma suspeitíssima no cargo máximo da Nação. A comprovação desta assertiva está registrada em vídeos encontrados em fontes abertas e acessíveis a qualquer pesquisador e, agora, no “Caderno de Teses do 5o Congresso do PT – Um partido para tempos de guerra”.
 
A vontade do povo é soberana e tem que ser respeitada e assim tem sido, cabe aos mais esclarecidos continuar a alertá-lo para a propaganda enganosa, para a falsidade e para o perigo de se ter deixado levar pelo canto falso, mas inebriante, da sereia!
 
É preciso continuar a abrir os olhos dos incautos, é preciso perseverar e explorar todas as contradições e vulnerabilidades do adversário, é preciso que continuemos a fazer uso de todos os instrumentos legais que os têm mantido sob a pressão da nossa rejeição e da nossa indignação.
 
Devemos continuar a aplaudir o trabalho do Juiz Sérgio Moro e a divulgar a verdade sobre os crimes do Partido dos Trabalhadores para que as lideranças políticas e as Instituições de Estado não corrompidas, ou não aparelhadas ou intimidadas pelos agentes do governo, se posicionem a favor da democracia e da liberdade, tão caros aos filhos desta terra!
 
Como já disse, os corruPTos estarão reunidos em Salvador, a partir da próxima 5a feira, dia 11 de junho, para discutir e reavaliar, em clima de “guerra”, as suas estratégias totalitárias. É um direito que lhes assiste e que, como democratas, temos que respeitar, mesmo sabendo que a recíproca nunca seria verdadeira. Cabe, no entanto, acompanhar os “trabalhos” e, se possível, colher o ensejo para, pacificamente, na rua, demonstrar-lhes o nosso repúdio à sua vilania e a nossa ansiedade por vê-los fora da política nacional, pagando por seus incontáveis crimes de lesa-pátria!

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

TUDO VAI MUITO BEM (NOS PODERES DA REPÚBLICA)


Quando tudo vai bem, o que a gente menos quer falar é em mudança. Deixa como está! Não mexe!

Estou falando dos membros das instituições. Dos órgãos do Estado, do governo, do parlamento, da justiça. Para esse específico e decisivo conjunto de pessoas, de autoridades, tudo está muito bem. Não têm do que se queixar. Os vencimentos são bons, os subsídios idem, prerrogativas e privilégios também, o modelo lhes garantiu acesso aos postos que ocupam, as regras do jogo lhes foram convenientes. Em grande parte, conquistaram suas posições com méritos intelectuais nos postos ocupados por concurso, e por méritos políticos nos postos eletivos ou de indicação. Tudo está no seu lugar e todos estão onde querem. Deixa tudo como está!

Esse tem sido um clássico entre os problemas brasileiros. Muda-se apenas o mínimo necessário para que nada mude, como já disse alguém. Estamos em meio a uma crise cujos promotores são conhecidos e sobre cujas causas ninguém tem dúvidas. Tudo vai mal para quase todos. Mas tudo vai bem para quem decide sobre quaisquer mudanças e sobre os rumos a serem dados ao país. Provavelmente, os "honorable gentlemen", como diria Churchill a eles se referindo, ouviram dizer que a sociedade se inquieta. Escutaram panelaços. Souberam que o povo saiu às ruas. Perceberam que a eleição e a apuração dos votos de outubro de 2014 transcorreram numa caixa preta. Têm consciência de que quem venceu mentiu mais que o capeta e alcançou seus fins pelos piores meios. Não desconhecem que há um escândalo em cada esquina. Acham o juiz Sérgio Moro um chato de galocha. Mas a experiência lhes ensinou que o melhor remédio, para quem não quer marola, vem com um dia depois do outro.

Eis aí o motivo pelo qual nada está acontecendo, embora todos esperem que algo aconteça. Por mais que as circunstâncias favoreçam seu trabalho, nem mesmo a dita oposição se atreve a cumprir seu papel. No Congresso Nacional, ela, a oposição, é a turma do "deixa disso!". Quando o clima esquenta, os caciques botam fogo. No cachimbo da paz, quero dizer. E trocam apaziguadoras baforadas. Os "honorable gentlemen" vão muito bem, obrigado, e nada têm a reclamar. As eventuais dificuldades pessoais se decidem com alguma leizinha privada, em benefício próprio, de comum acordo, porque nada é mais sagrado do que o bem estar e o estar bem nas instituições da República.

A conivência e a conveniência, vêm sustentando a hegemonia de um projeto de poder que já não esconde a que veio. Quem acha que nada deve mudar, em breve verá tudo mudado. Saiba, portanto, o leitor: em tais condições, nada serve melhor à ruína do país que a modorra institucional, que o conformismo dos tíbios e o silêncio dos omissos. Espero que o Congresso do PT desperte as instituições para seus compromisso com o bem do país, que não pode ser boi de canga para um projeto totalitário de poder.

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Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar.

sábado, 13 de junho de 2015

Pode Praticar CRISTOFOBIA Pra Combater A HOMOFOBIA ?

Por Reinaldo Azevedo


Os erros do Congresso do PT

Por Reinaldo Azevedo



Nesta edição de #ProntoFalei, o comentarista político Reinaldo Azevedo fala sobre o 5º Congresso Nacional do PT.


Ao mesmo tempo em que defende todas as escolhas de Dilma Rousseff, o presidente nacional do partido, Rui Falcão, critica as decisões do ministro da Economia, Joaquim Levy.
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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Dia dos namorados

Por Luiz Carlos Prates


Empresas de LULA e DIRCEU receberam grana da Camargo Corrêa


Empresas de Lula e Dirceu constam em laudo da 
Polícia Federal anexado aos autos da operação 
(Fotos: Estadão/Conteúdo)
A Polícia Federal investiga uma lista de pelo menos 42 empresas de assessoria, consultoria e prestação de serviços contratadas pela Camargo Corrêa, entre 2008 e 2013, que teriam recebido R$ 145 milhões. Entre elas estão a LILS Palestras Eventos e Publicidade, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Instituto Lula– que não é uma empresa, mas recebeu doação de R$ 3 milhões – e a JD Assessoria e Consultoria, do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil).

O dado consta do laudo da PF subscrito pelo perito criminal federal Ivan Roberto Ferreira Pinto, anexado na última terça-feira, 9, nos autos da Operação Lava Jato, que desbaratou um bilionário esquema de cartel e corrupção na Petrobrás, envolvendo PT, PMDB e PP.

A perícia foi realizada na contabilidade da Camargo Corrêa levando em conta o período em que a empreiteira recebeu R$ 2 bilhões da Petrobrás. Além dos R$ 145 milhões pagos pelas consultorias, o documento mostra que a construtora repassou R$ 183 milhões em “doações de cunho político” – destinadas a candidaturas e partidos da situação e da oposição.

Os exames foram pedidos pelo delegado da PF Eduardo Mauat da Silva. Eles têm por objetivo “relacionar doações de cunho político realizadas pela empresa Construções e Comércio Camargo Corrêa S.A. Bem como identificar pagamentos realizados a título e consultoria e/ou prestação de serviços e o total mensal oriundas de contratos junto a Petrobrás, outras estatais e perante quaisquer agentes públicos, no período”.

Entre as consultorias que tiveram detalhamentos dos pagamentos de R$ 3,6 milhões registrados, estão a Globalbank Aassessoria Ltda que “tem como sócios Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, o PP, ex-ministro do governo Collor, e seu sócio João Mauro Boschiero – ambos investigados na Lava Jato.

Há ainda o registro de pagamento de R$ 7 milhões para a PFGB Assessoria e Consultoria, do ex-executivo da Camargo Corrêa Pietro Francesco Giavina Bianchi, entre janeiro de 2008 e dezembro de 2013. O ex-diretor foi preso em 2009 acusado de pagamentos de propina a políticos na Operação Castelo de Areia – que teve o processo anulado em 2011 pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a por problemas processuais.

Na mesma lista de consultorias sob suspeita estão as prestadas pela Treviso Empreendimentos e pela Piemonte do Brasil Empreendimento, do lobista Julio Gerin Camargo. Juntas elas receberam R$ 67 milhões da construtora Camargo Corrêa, nos anos de 2010 e 2012.

Segundo o ex-presidente da empreiteira Dalton Avancini, os pagamentos foram feitos “sem terem realizado qualquer serviço”. Desses R$ 67 milhões, os investigadores da Lava Jato identificaram R$ 1 milhão doados na eleição de 2010 para candidatos, como o líder do governo no Senado, Delcídio Amara (PT-MS), e a senadora Marta Suplicy (ex-PT, hoje sem partido-SP).

Julio Camargo é apontado como operador de propinas no esquema de cartel e corrupção na Petrobrás, desbaratado pela Lava Jato a partir de março de 2014. Representava comercialmente a Camargo Corrêa e empresas internacionais – como o grupo japonês Mitsui, envolvido no inquérito contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

As doações registradas são oficiais, afirma a Camargo Corrêa, e feitas dentro da legalidade. Investigadores da Lava Jato, no entanto, têm elementos para apontar que os pagamentos a partidos serviram para ocultar propina desviada da Petrobrás bem como contratos de assessoria, como os de Julio Camargo e Dirceu.

No esquema alvo da Lava Jato, que já chegou ao um rombo reconhecido pela estatal de R$ 6 bilhões, PT, PMDB e PP controlavam diretorias da estatal, por meio da qual arrecadavam de 1% a 5% em contratos que eram fatiados por 16 empresas cartelizadas, entre elas a Camargo Corrêa.

Lula. O laudo da PF anexado aos autos da Lava Jato sob a tutela do juiz federal Sérgio Moro é o primeiro documento que traz dados dos negócios de Lula. A Camargo Corrêa tem registrado o pagamento de R$ 3 milhões para o Instituto Lula e mais R$ 1,5 milhão para a LILS Palestras Eventos e Publicidade – com endereço registrado na residência do ex-presidente -, entre os anos de 2011 e 2013.

São três pagamentos de R$ 1 milhão cada registrados como “Contribuições e Doações” e “Bônus Eleitoral” para o Instituto, aberto por Lula após ele deixar a Presidência da República, em 2011. No caso dos pagamentos ao Instituto Lula e à LILS eles foram feitos nos mesmos anos: 2011, 2012 e 2013 – em meses distintos.

Para o Instituto, dos três pagamentos, dois são registrados como “Doações e Contribuições”: 2 de dezembro de 2011 e 11 de dezembro de 2013. O que chamou a atenção dos investigadores foi o lançamento de 2 de julho de 2012, sob a rubrica “Bônus Eleitoral”.

Para o LILS, a empreiteira depositou em conta corrente: R$ 337,5 mil, em 26 setembro de 2011, R$ 815 mil em 17 de dezembro de 2012 e R$ 375,4 mil em 26 de julho de 2013.

Lula não é alvo de investigação da Lava Jato. No mesmo documento pericial, constam os pagamentos da Camargo Corrêa para a JD Assessoria e Consultoria, empresa do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), do governo Lula. Ele é investigado por suposto uso das consultorias para empresas do cartel como forma de ocultar propina para o PT. O laudo pericial aponta que foram lançados como pagamentos entre 2010 e 2011 o valor total de R$ 900 mil, por meio de 10 depósitos bancários.

“As contribuições partidárias são efetuadas e registradas em respeito a legislação em vigor e não tem relação com o Instituto Lula. Ao Instituto Lula a empresa efetuou contribuições em apoio Institucional e à LILS Ltda. ao patrocínio de palestras do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no exterior. A contribuição ao Instituto Lula foi registrada equivocadamente em 2012 como ‘bônus eleitoral’ na contabilidade.”

O PT informa, por intermédio da sua assessoria de imprensa, que todas as doações que o partido recebeu aconteceram estritamente dentro dos limites legais e foram posteriormente declaradas à Justiça eleitoral.

Na terça-feira, 9, o Instituto Lula se manifestou sobre as doações feitas pela Camargo Corrêa, atendendo solicitação da reportagem. O Instituto Lula informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os valores registrados na contabilidade da Camargo Corrêa foram doados legalmente e que não existe relação entre a entidade e questões eleitorais.

“O Instituto Lula não prestou nenhum serviço eleitoral, tampouco emite bônus eleitorais, o que é uma prerrogativa de partidos políticos, portanto deve ser algum equívoco.”

Segundo a assessoria do Instituto, “os valores citados no seu contato foram doados para o Instituto Lula para a manutenção e desenvolvimentos de atividades institucionais, conforme objeto social do seu estatuto, que estabelece, entre outras finalidades, o estudo e compartilhamento de políticas públicas dedicadas à erradicação da pobreza e da fome no mundo”.

Quanto aos valores para a empresa do ex-presidente a assessoria informou que “os três pagamentos para a LILS são referentes a quatro palestras feitas pelo ex-presidente, todas elas eventos públicos e com seus respectivos contratos”.

“Essas doações e pagamentos foram devidamente contabilizados, declarados e recolhidos os impostos devidos.”

A nota informa ainda que “as doações ao Instituto Lula e as palestras do ex-presidente não tem nenhuma relação com contratos da Petrobrás”.


Julio Camargo nunca foi lobista. Quanto ao contrato mencionado, já declarou os fatos em colaboração, e ratifica que atuou sempre como representante comercial da empresa em questão. Nunca teve qualquer contato com o sr. Dalton Avancini, causando espécie a declaração do mesmo de que nenhum serviço tenha sido prestado. (AE)