sábado, 17 de janeiro de 2015

Eu não sou Charlie

Um periódico francês chamado Charlie Hebdo é especialista em publicações sujas e de baixo nível, a título de liberdade de expressão.

Sua especialidade é ofender a Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Igreja, através de charges altamente imundas e ofensivas, do pior modo que a imaginação humana pode alcançar. São simplesmente impublicáveis.

Através desses anos, rechearam suas publicações com essas ofensas contra todos os valores possíveis, mas principalmente contra a Igreja Católica.

Publicaram também imundices contra a religião de modo geral, incluindo o judaísmo e o islã. No entanto, esses últimos reagiram de modo bem diferente dos cristãos, que levantaram 13 processos na justiça francesa contra o jornal, e dois radicais franco-argelinos islâmicos perpetraram um ato terrorista típico deles, matando 12 pessoas da redação do jornal, além de um policial.

Acabaram sendo perseguidos e mortos pela polícia.

Digamos que eu me aproveitasse de uma das bandeiras defendida pelo Charlie Hebdo e dissesse: “bem feito, todos esses terroristas, tanto islâmicos como cartunistas, devem estar agora no inferno.”

Seria a minha liberdade de expressão que me impeliu a dizer isso.

E é obvio que o 5º mandamento nos impede de sair por aí matando os desafetos, mesmo que esses sejam uns porcos imundos (de novo, é a minha liberdade de expressão falando).

O fato é que não podemos apoiar atos criminosos de qualquer espécie. É imoral declarar apoio ao crime, por isso o meu “bem feito” acima só serviria para chocar. Gostar disso e fazer chacota só me tornaria igual ao terrorista da caneta.

Qualquer cristão digno desse nome, nesse momento, só pode pedir a Deus misericórdia pelas almas desses coitados. É a atitude digna a ser tomada por qualquer ser civilizado, diametralmente oposta à atitude de defensor radical da liberdade de expressão.

Leio nesse momento torrentes de desinformação da mídia tentando defender a comunidade islâmica, culpando o Ocidente, o cristianismo, a direita européia, a escravidão, a homofobia, os nazistas, etc., e um monte de outras besteiras tentando misturar fatos e manter uma visão “politicamente correta” da esquerda.

O fato é que a violência é pregada no Alcorão, que diz que os infiéis devem ser mortos ou escravizados. E assim como a nossa Bíblia, se não tiver a explicação do Autor, pode se interpretar de qualquer modo, até de modo violento. O autor da Bíblia é Deus, o do Alcorão não sei.

Por isso a Igreja sabiamente sempre deu a interpretação da Revelação escrita, conforme ordem de Nosso Senhor aos Apóstolos: Ide e ensinai.

Existe sim uma tradição assassina islâmica na história, e por mais que não haja unidade dos muçulmanos quanto a essas violências, é uma tendência muito forte deles, quem sabe até predominante. Talvez só o comunismo ateu tenha feito mais vítimas na história do que o Islamismo.

unnamedRecomendo a leitura do livro “Muslins Masters, Christians Slaves” de Robert C. Davis, para se ter uma leve noção da perseguição islâmica contra os cristãos. Mostra que no período de 1500 a 1800, mais de um milhão de cristãos europeus foram escravizados pelos muçulmanos do Norte da África (North Africa’s Barbary Coast).

Não tenho dúvidas de que essas tragédias religiosas com o Islã vão continuar acontecendo, para castigo de uma Europa liberal, cujos cidadãos outrora cristãos, não querem mais ter filhos e sim cachorros.

Os europeus dentro de cinquenta anos serão muçulmanos em sua maioria. Mesmo assim não haverá paz, pois não há paz sem Cristo.


Publicado originalmente no site "Fratres In Unum.com"

Comissão da Verdade responsabiliza Lula da Silva e Dilma Rousseff pelo petrolão

Por Irapuan Costa Junior

Mário César Flores: o ex-ministro da Marinha percebe que argumentos da Comissão Nacional da Verdade servem para “incriminar” a presidente Dilma Rousseff e o  ex-presidente Lula da Silva no caso da corrupção na Petrobrás | Foto: Solan Soares
Mário César Flores:  o  ex-ministro da Marinha  percebe que 
argumentos da Comissão Nacional da Verdade servem para 
“incriminar” a  presidente  Dilma Rousseff  e o ex-presidente 
Lula da Silva no caso da corrupção na Petrobrás | Foto: 
Solan Soares
O almirante da reserva Mário César Flores é um dos mais qualificados intelectuais brasileiros vivos. O leitor deve se lembrar dele por ter sido ministro da Marinha no governo Fernando Collor. Foi também ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos no governo Itamar Franco. Flores publicou, que eu saiba, sete livros sobre defesa e poder militar. Talvez tenha escrito outros. Cidadão educadíssimo, além de inteligente e culto, mesmo na re­ser­va não seria dispensado de prestar serviço a nenhum governo, se não existisse enorme preconceito contra os militares. Preconceito que vem desde que Fernando Henrique Car­doso, a esquerda, chegou ao go­verno. É uma pena, pois quem per­de, ao deixá-lo na prateleira, é o Brasil.

Do alto de seus 83 anos, Mário Cesar Flores, dono de uma lucidez invejável, de um raciocínio tão preciso quanto arguto e de muita experiência, seria melhor ministro da Defesa que qualquer um dos que já ocuparam a pasta. Ou do Planeja­men­to, ou de outra meia dúzia de ministérios, hoje nas mãos de nulidades absolutas.

Ninguém na imprensa ou na oposição percebeu, mas não passou batido para Mário César Flo­res: a Comissão Nacional da Ver­da­de responsabilizou integralmente Lula e Dilma por toda a rou­ba­lheira da Petrobrás. Res­pon­sabilidade mes­mo, condizente com as penas da lei. Explico, ou melhor, o almirante Flores explica: a dita Comissão Nacional da Verdade, em seu relatório, responsabilizou os ex-presidentes do regime militar por todos os excessos cometidos pela repressão contra presos políticos. Respon­sabilizou também os ministros militares da época, bem como os comandantes dos Exércitos e de unidades militares onde podem ter ocorrido violações de direitos humanos. No entender da tal Comissão essas autoridades são responsáveis por tais crimes, pelo fato de ocuparem postos mais altos na cadeia de comando em que foram cometidos. Ainda no entender dos “brilhantes” membros da Comissão essa posição na hierarquia os faz, irretorquivelmente, culpados. O recurso ao “eu não sabia” é integralmente repelido pela dita Comissão Nacional da Verdade.

A seguir, pois, os critérios da Comissão, Lula e Dilma respondem pela roubalheira da Petro­brás, como presidentes da Re­pública. Há ainda o agravante de Dilma ter ocupado a presidência do conselho de administração da Petrobrás, e ambos, Lula e Dilma, terem como próximos, quase de casa, elementos-chave nos desvios de dinheiro público, como Paulo Roberto Costa. Meta­fo­ri­camente, na interpretação da dita Comissão Nacional da Verdade, a “tortura” a que foi submetida a Petrobrás pela “ditadura” petista instalada no país, tem Lula e Dilma como responsáveis iniludíveis. Responsáveis “político-administrativos”, como presidentes. Dilma mais responsável ainda, pois chefiou um dos “centros de tortura” onde foi vitimada a Pe­trobrás: o conselho de ad­mi­nis­tração da empresa. E Lula e Dil­ma conviveram, fraternalmente com os “torturadores” Paulo Ro­berto Costa, José Sergio Gabrielli e Renato Duque, entre outros.

Publicado originalmente no site do Jornal Opção

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Alguns são mais Charlie que outros

Por Saulo de Tarso Manriquez

As mais de duas mil pessoas que padeceram nos ataques perpetrados pelo grupo islâmico Boko Haram nos últimos dias não serão lembradas. Elas não são “Charlie”, nem “Charlies”. Não são símbolos de valores ocidentais e, portanto, ninguém marchará e nenhum mantra será repetido para homenageá-las.

As democracias ocidentais têm demonstrado um justo apreço por um dos pilares sobre os quais estão assentadas. No entanto, é no mínimo preocupante pensar no alarido feito por conta dos ataques à liberdade de expressão dirigidos ao Charlie Hebdo (que implicaram a morte de pessoas que a exerciam) e, simultaneamente, constatar um silêncio sepulcral das mesmas democracias sobre atrocidades maiores, mais sistemáticas e mais cruéis verificadas ao redor do mundo. Não se está aqui negando uma questão de ordem prática ínsita ao caso: o fato dos ataques terem ocorrido na França, uma democracia ocidental, um país cujas ideias e convulsões revolucionárias inspiraram processos de independência e declarações de direitos em outras partes do oeste do globo. Tal fato explica, de certa maneira, a ênfase dada à tragédia e a um dos valores atingidos: a liberdade de expressão. Na terra da liberté, egalité, fraternité, a liberdade de expressão é um desdobramento óbvio do pilar “liberdade”, comum aos povos ocidentais, sejam eles mais ou menos secularistas, sejam eles mais ou menos alinhados à tradição romana-católica, à tradição britânica, ou ao pensamento iluminista continental (francês). Porém, a ordem prática que por um lado explica as marchas e as selfies com cartazes “Je suis Charlie”, por outro não justifica a omissão e a indiferença para com outras violações de direitos verificadas em terras não ocidentais.

Os valores ocidentais são, efetivamente, um plural e as democracias ocidentais se escoram sobre vários pilares. Assim, quando se opta por uma defesa (no caso não militar, mas discursiva e midiática) um tanto quanto histriônica de um valor ou direito e não se faz, na mesma proporção, ou ao menos com o mesmo elã, a defesa (não necessariamente militar, mas essencialmente discursiva e midiática) de outros valores e direitos, o que se comunica é uma ordem invertida de valores e direitos,bem como a afirmação de que algumas vidas valem mais do que outras diante de um mesmo tipo de inimigo. Ao dizer isso aos povos não ocidentais, os ocidentais avisam que sua ordem simbólica está doente, que sua civilização está em decadência.

A marcha de Paris, as pessoas que viraram Charlie, as selfies bom-mocistas e os editoriais amedrontados das emissoras de TV e dos jornalões impressos, antes de significarem resistência cultural e uma retomada do sentido civilizacional do hemisfério, são um prenúncio de queda e um convite ao domínio total das tiranias orientais fundadas na “guerra santa” contra o Ocidente decaído.


PS: Não estou aqui dizendo que não se deve intervir militarmente contra o ISIS e o Boko Haram. Estou analisando a coisa sob uma perspectiva comunicacional, propagandística, discursiva.


Publicado no site "Mídia Sem Máscara



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Saulo de Tarso Manriquez é mestre em direito pela PUC-PR.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Je suis Brèsil

Por Cel José Gobbo Ferreira

O mundo ficou chocado com o bárbaro assassinato de doze cartunistas do jornal Charlie Hebdo, publicação bastante conhecida na França por sua crítica ácida e ferina a sistemas, religiões e políticos, por meio de charges extremamente inteligentes embora nem sempre de bom gosto.

O brutal crime foi a manifestação mais crua e candente da intolerância religiosa e atingiu em cheio o conceito democraticamente sagrado da liberdade de expressão. 

A comoção provocada pelos acontecimentos e os protestos que se sucederam merecem ser analisados sob a ótica da atual situação político-econômica brasileira, onde, aliás, a própria liberdade de expressão corre sério risco na ditadura bolivariana em que vivemos.
 
O povo brasileiro atravessa a época mais negra de sua história desde que um marujo da esquadra de Cabral, plantado na cesta da gávea, bradou “Terra à vista”.

No quesito mortes violentas, intimamente ligado à segurança pública, pouquíssimos países ultrapassam nossos números. É como se houvesse uma guerra do Vietnã por ano em nossas terras. O aparato policial é incapaz de proteger a população; dos crimes cometidos apenas 8% são deslindados; e deles, apenas 48% dos perpetradores são julgados e condenados em processos cheios de recursos e de chicanas, que duram anos e que, se exitosos, enviam os réus a um inferno dantesco que é o sistema penitenciário nacional.  Não há dinheiro para melhorar esse quadro, diz o governo do PT, e ninguém vai às ruas protestar por essa situação que coloca cada cidadão brasileiro na condição do “cabra marcado para morrer”.

Não há como se falar de assistência à saúde neste país. Para a imensa maioria da população ela é uma sinistra mentira digna de ser caricaturada em uma edição qualquer do Charlie Hebdo. Os necessitados de atenção médica se amontoam nos corredores dos hospitais, deitados em macas ou no chão mesmo, sem nenhum resquício da dignidade devida a um ser humano em condições penosas. Exames médicos que poderiam antecipar problemas e evitar dor, sofrimento e morte, demoram meses e meses para serem realizados e os pacientes vão a óbito bem antes da data marcada para os exames diagnósticos. Mais uma vez, isso ocorre por falta de recursos, segundo o governo do PT. E nenhum cidadão realmente digno desse título vai às ruas para protestar sobre essa situação.

A educação, que é a chave para a solução da maior parte desses problemas, diminuindo a violência e aumentando o respeito entre as criaturas, esclarecendo o povo acerca de medidas simples de higiene de cuidados que podem prevenir muitas moléstias menos graves, da dengue à diarreia, não existe para aquela mesma parcela que já não tem segurança nem saúde. E aí vem a grande crueldade. Em uma época essencialmente tecnológica como a que vivemos, um número enorme de nossos patrícios atravessa a existência na condição de mortos-vivos, analfabetos funcionais, inaptos para desfrutar as benesses do progresso e condenados a subempregos durante toda sua vida profissional. Porque isso? Porque não há recursos suficientes para mudar esse cenário, de acordo com o partido no poder, o PT. Mais uma vez, ninguém se dá ao trabalho de ir à ruas para protestar contra esse descalabro.

Mas onde estão esses recursos? A cada dia ficamos sabendo de mais e mais escândalos, todos orquestrados pelo PT. Só a Operação Lava Jato já permite estimar até agora, que mais de R$10.000.000.000,00 (escrevo por extenso: dez bilhões de Reais) foram desviados da Petrobras para satisfazer a sede de poder do PT e de outros de sua “base de sustentação”, em um mecanismo cuidadosamente organizado para canalizar tais recursos para os cofres desses partidos e para o bolso de seus caciques. E, prestem atenção, as investigações até agora só atingiram a Petrobras, e a caixa preta do BNDES ainda não foi aberta!!!

O cidadão comum é assassinado aleatoriamente em uma roleta russa que dá a partida assim que ele põe os pés fora de casa. Os menos favorecidos morrem como moscas  em moradias sem saneamento ou em hospitais indignos desse nome, devido à falta de qualquer arremedo de estrutura eficiente que lhes proteja a saúde e a vida, enquanto legiões de jovens são condenados a viver sua vida inteira como cidadãos delta do Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley, por falta de educação adequada. E os recursos que permitiriam mudar esse quadro são roubados escandalosamente por aqueles cuja missão precípua seria exatamente zelar por eles. E ninguém, absolutamente ninguém tem a hombridade de sair às ruas para exprimir sua revolta contra esse estado de coisas.

Na França, mais de um milhão de pessoas saíram ontem às ruas para protestar contra o assassinato de uma dúzia de cidadãos. No Brasil, é impossível reunir uma dúzia de pessoas para protestar contra o extermínio sistemático de mais de um milhão de seres humanos por ano.

Como diriam os humoristas do Charlie Hebdo: “C´est un pays de merde!”

Publicado originalmente no site "A Verdade Sufocada"

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Estado "LAICO": quem paga por essa propaganda?

Por Julio Severo

Se você pensou que um Estado ‘laico’ é um Estado em que uma igreja não possa impor suas doutrinas no governo, seu pensamento é diferente do que pensam as elites socialistas.

Essas elites enxergam doutrinas com outros olhos.

De acordo com essas elites, valores morais — como honestidade, proteção sexual das crianças, etc. — equivalem a doutrinas e pertencem exclusivamente às igrejas. Mas ao desprezarem valores morais como se fossem meras doutrinas de igrejas, elas ignoram que antes de igreja ou Estado, já havia famílias com seus valores e, especialmente, proteção às suas crianças.

Quando havia Abraão, Isaque e Jacó milhares de anos atrás, não existia nenhuma igreja cristã ou sinagoga. Mas havia templos pagãos com seus sacerdotes homossexuais e sacrifícios de bebês. A homossexualidade era então sagrada e fazia parte do sacerdócio pagão.

O suposto Estado ‘laico’ moderno, que é muito mais socialista do que qualquer outra coisa, não imita perfeitamente as religiões pagãs do passado ao sacralizar as práticas homossexuais e o aborto, que é o sacrifício de crianças em gestação?

Abraão, Isaque e Jacó, apenas com suas famílias e sem nenhuma igreja, lutavam contra essas práticas pagãs, que hoje são a própria essência do Estado ‘laico’.

Eles defendiam suas famílias, e o paganismo defendia a homossexualidade e o sacrifício de bebês.

Hoje, defendemos nossas famílias, e o Estado ‘laico’ defende a homossexualidade e o sacrifício de bebês. Afinal, quem é então que está se metendo em assuntos religiosos?

A luta entre suposto Estado ‘laico’ e igrejas é na verdade uma luta entre a imoralidade e a moralidade. Quem comprovou essa verdade foi o Governo do Distrito Federal, sob o PT, que deu a exorbitante quantia de 150 mil reais para a realização de um evento chamado “Por um Distrito Federal laico, sem homofobia e pela cidadania LGBT” nas cidades de Sobradinho e Paranoá em 2011.

Nesse contrato com o GDF (página 37, em documento neste link), Elos LGBT foi contratado por “Inexibilidade de Licitação” — em resumo, o governo do PT entendeu que somente esse grupo homossexual tinha a capacidade necessária para promover esse tipo de evento.

A campanha “Por um Distrito Federal laico, sem homofobia e pela cidadania LGBT” mostra bem as intenções do discurso do Estado ‘laico’: O governo paga fartamente para grupos homossexuais, notórios por promoverem mensagens e práticas imorais, para confrontar e derrubar quaisquer valores morais da sociedade.

As igrejas cristãs não criaram os valores morais, que já existiam com as famílias e estavam escritos na consciência das pessoas. As igrejas têm apenas sido defensoras da moralidade que já existia.

O Estado, que deveria se colocar ao lado das famílias, prefere financiar a propaganda de grupos hostis às igrejas e famílias.

O Estado foi ideologicamente sequestrado por grupos socialistas e homossexuais e agora os vê como sua única família.

Portanto, na próxima vez que você vir uma campanha em defesa de um suposto Estado laico, pergunte: Quem está financiando essa propaganda? Quem está recebendo dinheiro para fazer essa propaganda? A quem interessa essa propaganda?

Quando grupos homossexuais são pagos pelo Estado para promover o Estado ‘laico’, o gênio do mal já saiu da garrafa, deixando evidente que a luta entre suposto Estado ‘laico’ e igrejas é na verdade uma luta entre a imoralidade e a moralidade. É a luta entre os que defendem imorais grupos homossexuais e igrejas que defendem a família.


Fonte: Julio Severo

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Nomeado os novos Comandantes de Força

Dilma nomeia novos comandantes das Forças Armadas

O brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, na Aeronáutica (à esquerda.); o general Eduardo Villas Bôas, no Exército (centro); e o almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, na Marinha (à direita), são os novos comandantes das Forças Armadas
Por Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff definiu os nomes dos novos comandantes das Forças Armadas. O Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira vai comandar a Marinha, o General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas estará à frente do Exército e o Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato estará no comando da Aeronáutica.

Por meio de nota divulgada há pouco pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, Dilma agradeceu a “competência e dedicação” dos ex-comandantes almirante Julio Soares de Moura Neto (Marinha), general Enzo Martins Peri (Exército) e brigadeiro Juniti Saito (Aeronáutica).

Nesta quarta-feira (7), a presidenta recebeu, pela manhã e à tarde, o ministro da Defesa, Jaques Wagner. Os encontros não constavam de sua agenda oficial, e foram atualizados somente depois que Dilma deixou o Palácio do Planalto, de volta para a residência oficial, no Palácio da Alvorada. Também entraram na agenda retroativa o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, e o presidente nacional do PT, Rui Falcão.

É a primeira vez que a presidenta Dilma troca o comando das Forças Armadas. Os comandantes que estão de saída foram indicados em 2007 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O almirante Eduardo Bacellar Leal erreira incorporou-se à Marinha em 1971, na Escola Naval. De acordo com a Escola Superior de Guerra, instituição que comandava desde 2013, ele permaneceu embarcado, ao longo de sua carreira, por mais de 16 anos, e tem cerca de 1.300 dias de mar.

Eduardo Dias da Costa Villas Bôas ingressou nas fileiras das forças terrestres do Exército em 1967. No ano passado, ele assumiu o cargo de comandante de Operações Terrestres, após ter sido comandante Militar da Amazônia. Em 1972, ele iniciou na Arma de Infantaria, em 7º lugar, e em 1973 foi declarado aspirante a oficial de Infantaria.

Ocupando até agora o Estado Maior da Aeronáutica, segundo mais alto posto da Força, Nivaldo Luiz Rossato tem 3.500 horas de voo. Ele ingressou na Força Aérea Brasileira em 1969 e já chefiou o Comando-Geral de Operações Aéreas e o Departamento de Ensino da Aeronáutica.

Publicado originalmente no site da Agência Brasil.

Denúncia contra Governo do PT



Líder religioso mostra que para fazer uma plástica mamaria reconstrutiva em uma mulher que teve câncer de mamas, o médico recebe R$ 140,02, valor para uma prótese. Já para colocar duas próteses em um homem transexual o médico ganha R$1.663,90.

Os documentos mostrados estão disponíveis para o acesso de qualquer cidadão brasileiro consultar sendo, portanto, uma prova documental que valida a denúncia feita por Malafaia.

No vídeo o pastor comenta sobre os gastos do governo do PT com ONGs que militam em favor de causas homossexuais. Foram mais de 30 milhões destinados a esses ativistas desde a época de Lula, valores estes contestados por Silas Malafaia.

“Chega de PT! Onde é que este país vai parar? Vamos dar um basta nisso”, disse.

Citando os mais recentes escândalos, Malafaia foi além e fez um apelo contundente a todos os que o assistem: 

“O diabo inventou a mentira, Dilma e o PT aperfeiçoaram. Chega do PT pelo bem do Brasil!"

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Não é só o governo que faz "cortes no orçamento":
Volks anuncia demissões em São Paulo

A Volkswagen confirmou as demissões de 800 trabalhadores na unidade da montadora em Anchieta. e justificou a medida como essencial para "estabelecer condições para um futuro sólido e sustentável para a Unidade Anchieta, tendo como base o cenário de mercado e os desafios de competitividade".

Os funcionários, que se encontravam em férias coletivas, receberam uma correspondência orientando-os a procurar o setor de Recursos Humanos. Na correspondência a montadora alegava a necessidade de cortar 2.000 vagas. A medida visa realinhar o quadro efetivo para melhorar a competitividade da fábrica.
 
A Volkswagen afirmou que em 2014, a indústria automotiva teve retrações de 7% nas vendas, 40% nas exportações de carros e 15% na produção de veículos.

Na nota divulgada nesta terça, a Volks se refere às demissões como uma "primeira etapa de adequação de efetivo", dando a entender que mais desligamentos virão. A empresa, no entanto, não comenta essa possibilidade.

A perda da liderança do Gol para o Fiat Palio em 2014 após 27 anos de domínio parece ter sido o golpe final para a Volkswagen tomar medidas contra a recente perda de mercado no Brasil, de 13,5%, fazendo a marca alemã ficar em terceiro lugar entre as fabricantes de carros com mais vendas no País, atrás da Fiat e da General Motors - mesmo com todos os casos de recall da empresa americana.

Esse número, maior que o da queda da indústria automotiva, que foi de 7,1% no ano passado perante 2013, tendo gerado a correspondência que foi enviada aos 800 trabalhadores da fábrica Anchieta da Volkswagen, que deverão ter seus contratos cancelados logo após o fim das férias coletivas.

A reação foi imediata. Ainda durante a manhã, reunidos dentro da fábrica, os trabalhadores aprovaram uma greve por tempo indeterminado, que foi confirmada numa assembleia a tarde, com os trabalhadores do segundo turno.

O sindicato diz que a empresa rompeu o acordo firmado em 2012, que não permitia demissões indiscriminadas.

“As demissões ocorridas, ou elas eram através de PDV, que a pessoa se voluntariasse, ou quando desse o tempo de aposentadoria dela”, conta o secretário geral do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Wagner Santana.

Segundo a empresa, o acordo foi estabelecido em premissas de mercado e vendas que não se confirmaram. Em nota, a Volkswagen afirmou que em 2014, a indústria automotiva teve retrações de 7% nas vendas, 40% nas exportações de carros e 15% na produção de veículos.

A empresa tentou renegociar o acordo no ano passado, mas a proposta foi recusada pelos metalúrgicos em dezembro.

Manoel Dias, ministro do Trabalho
Manoel Dias - Ministro do Trabalho
O ministério do Trabalho informou que atuará como mediador entre patrão e empregado "para encontrar uma saída que evite a penalização do lado mais fraco, no caso, o trabalhador".

Segundo o ministro do Trabalho Manoel Dias há disposição dos dois lados para continuar as conversas. Ele afirmou que continuará trabalhado na mediação e considera ser possível um "bom termo".

Fonte: Internet

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

E o impeachment, como fica??? - "Essa história de impeachment não cabe no Brasil desta década"

Por Raquel Shaerazade


Impeachment é um instituto legal e ninguém está acima da Constituição

"Essa história de impeachment não cabe no Brasil desta década". Foi o que disse, a jornalistas, a presidente Dilma Roussef, cujo governo está afundando em denúncias de corrupção e cujo partido é suspeito de receber propina em forma de doação de campanha. 


Fonte: YouTube

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Uma acusação falsa e leviana

Por Cel Ref Carlos Alberto Brilhante Ustra

Agora virou moda. Basta o depoimento de um terrorista ao Ministério Público, acusando de tortura um agente do Estado que combateu a luta armada, para que este seja  denunciado. Foi o que aconteceu comigo, a alguns dos meus subordinados no DOI e, também, a vários companheiros que lutaram, bravamente, sob as ordens dos nossos chefes militares, e impediram que o Brasil fosse dominado pelo comunismo.

Matéria a respeito foi publicada em letras garrafais no jornal o Globo sob o seguinte título: Ustra e mais dois são denunciados por morte de militante do PCB. Coronel  comandava a unidade onde vítima teria sido torturada e assassinada.

Publicado no no site do Ministério Público Federal:

“MPF denuncia coronel Ustra e mais dois militares por morte de ativista político durante a ditadura"

Vítima morreu após ser submetida a intensas torturas na sede do DOI em São Paulo

HÉLCIO PEREIRA FORTES
Hélcio Pereira Fortes
O Ministério Público Federal denunciou nesta sexta-feira, 19 de dezembro, três militares pela morte do militante político Hélcio Pereira Fortes, em janeiro de 1972. Hélcio era ligado ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) e dirigente da Ação Libertadora Nacional (ALN). Ele foi morto aos 24 anos após intensas sessões de tortura  realizadas nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do II Exército (DOI) em São Paulo. O coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, o delegado Dirceu Gravina e o servidor aposentado Aparecido Laertes Calandra são acusados por homicídio doloso qualificado.

Hélcio Fortes foi sequestrado em 22 de janeiro de 1972 por agentes da repressão no Rio de Janeiro, em circunstâncias não esclarecidas, e levado para a sede do DOI no Rio. Após alguns dias, foi transferido para o DOI em São Paulo. Lá, o então major Ustra, que comandava a unidade, e seus subordinados à época (Gravina e Calandra) submeteram o militante a práticas ininterruptas de tortura e maus tratos, provando sua morte.

Segundo a versão oficial, criada por Ustra, a morte de Hélcio teria ocorrido às 10h do dia 28 de janeiro. No entanto, conforme relatado pela testemunha Darci Toshiko Miyaki, militante da ALN que também esteve presa no DOI na mesma época, ela e Hélcio ainda estavam a caminho de São Paulo naquele dia, sendo conduzidos na viatura com agentes da repressão, tendo chegado ao DOI em São Paulo por volta das 16h.

Darci afirma ainda que, ao chegarem em São Paulo, foram levados imediatamente para a sala de interrogatório, onde foram torturados. Por estar em uma sala ao lado da de Hélcio, ela conta que podia ouvir os gritos dele, nos momentos em que suas torturas eram interrompidas. Em um desses intervalos, um dos agentes chegou a dizer-lhe que Hélcio estava sendo empalado. A testemunha acredita que Hélcio faleceu no dia 30 ou 31 de janeiro, pois ao ser conduzida para a “solitária” pelo carcereiro, ele afirmou que dali havia acabado de sair um “presunto fresquinho”, referindo-se à vítima. Além disso, a partir daquela data não ouviu mais os gritos dele.

Visando dissimular a causa da morte de Hélcio, Ustra planejou e executou a “versão oficial” de que a vítima teria fugido da prisão e falecido em decorrência de tiroteio com agentes de segurança.  A fim de justificar a versão, os denunciados forjaram um suposto tiroteio travado com agentes dos órgãos de segurança, supostamente ocorrido no dia 28 de janeiro, quando a vítima teria sido ferida e vindo a falecer.

Esta versão consta também do atestado de óbito de Hélcio, bem como do respectivo laudo do exame de corpo de delito, subscrito pelos médicos Isaac Abramovitch e Lenilso Tabosa, designados para fazer a autópsia na vítima. O laudo foi solicitado por Alcides Cintra Bueno Filho, falecido delegado do Departamento Estadual de Ordem Política e Social (DEOPS), que estava ciente da farsa. Na requisição feita por Alcides, já constava a letra “T”, escrita em vermelho, que indicava se tratar de um “terrorista”, e a natureza da ocorrência como “homicídio”.

Ocultação

O corpo de Hélcio foi enterrado no Cemitério Dom Bosco, em Perus, sem a presença dos parentes. A família somente conseguiu levar os restos mortais da vítima para sua cidade natal, Ouro Preto, três anos depois, em 1975. A ocultação do cadáver do militante visava esconder a verdadeira causa da morte, pois, após enterrado, dificilmente o corpo seria localizado e, assim, não seria possível constatar a existência de marcas deixadas pela tortura.

Além da condenação por homicídio doloso, o MPF quer que Ustra, Gravina e Calandra tenham a pena aumentada devido a vários agravantes, como motivo torpe para a morte, emprego de tortura, abuso de poder e prática de um crime para a ocultação e a impunidade de outro.

O procurador da República Anderson Vagner Gois dos Santos, responsável pela denúncia, destaca que não se pode falar em prescrição ou anistia nos crimes relatados. “Os delitos foram cometidos em contexto de ataque sistemático e generalizado à população, em razão da ditadura militar brasileira, com pleno conhecimento desse ataque, o que os qualifica como crimes contra a humanidade – e, portanto, imprescritíveis e impassíveis de anistia”, diz trecho da denúncia.

O número da ação para acompanhamento processual é 1.34.001.007797/2011-93. Para consultar a tramitação, acesse: www.jfsp.jus.br/foruns-federais

Meu comentário

A denúncia do procurador da República Anderson Vagner Gois dos Santos além de falsa, é leviana.

Eu, jamais poderia ter torturado Hélcio Pereira Fortes e ter planejado e executado a versão da sua morte, porque  no período de 10 de janeiro a 9 de fevereiro de 1972, estava afastado das minhas funções, em férias, na cidade da Santa Maria/RS. Este período do meu afastamento foi publicado no Boletim Interno do II Exército, de 5 de janeiro de 1972, que publico na integra: “ FÉRIAS: A 05 Jan, foi público ter-lhe sido concedido um período de férias regulamentares relativas ao ano de 1970, a partir de 10 Jan72, o qual deverá apresentar-se pronto para o serviço, no dia 09 Fev 72”. Cópia dessas alterações serão encaminhadas ao meu advogado, Dr Paulo Esteves.

Como tem acontecido nos processos a que temos sido submetidos,  este documento oficial do Exército Brasileiro deverá ser desconsiderado, assim como tem sido desconsiderados todos os laudos técnicos e as publicações nos jornais da época, por vários membros da Justiça, da CNV, e de grande parte da imprensa, porque “tudo foi forjado pela ditadura”.

Agora o que está valendo é o depoimento de ex-terroristas revanchistas que, em cada processo, se reúnem, combinam o que vão falar em juízo e afirmam  que nos viram  torturando, batendo em crianças, planejando laudos falsos etc... é a palavra deles contra a nossa. E neste atual processo não duvido que apareçam 5 ou 6 deles que vão afirmar que as minhas férias foram inventadas e que me viram neste período lá no DOI.

Por outro lado, não tenho testemunhas. Quem vou apresentar para depor a meu favor? Antigos subordinados, com idade avançada,  os quais preciso preservar para evitar que passem pelas mesmas atitudes revanchistas de que tenho sido alvo?

Senhor procurador, o senhor sabe qual é a verdadeira história de Darcy Toshico Mihiaki? 

Ela pertencia à Ação Libertadora Nacional – ALN - , uma das mais sanguinárias  organizações terroristas. Usava documentos falsos em nome de Luciana Sayori Shindo e Áurea Tinoco Endo. Viajou para Cuba em 1968, com os documentos falsos em nome de Ordélia Ruiz. Nesse país, durante um ano e três meses, participou de um curso de guerrilha. Retornou ao Brasil em junho de 1971, sendo integrada ao Setor de Inteligência da ALN. Residia no aparelho de Lídia Guerlanda a qual perdeu a mão durante um treinamento de lançamento de bomba. Darcy foi para o Rio de Janeiro a mando de Yuri Xavier Pereira para cobrir um ponto com Hélcio Pereira Fortes. Foi presa, enquanto esperava o contato, na Rua Ataulfo de Paiva, no Leblon. Recém chegada de Cuba ainda não participara de ação armada.

Pela sua denúncia, isto ocorreu no dia 22/01/1972.

Ainda segundo a sua denuncia, Hélcio morreu no dia 30 ou 31 de janeiro de 1972.

Depois de 42 anos passados, é difícil me lembrar de todos os detalhes ocorridos sob o meu comando no DOI, mas imagino que Hélcio, com um passado terrorista invejável, deveria ter cumprido as instruções da ALN de tentar a fuga ou o suicídio. Penso que ele deve ter dado um “ponto frio” (inexistente)  ou um “ponto de polícia” (um local onde seus companheiros tentariam resgatá-lo). Num destes pontos deve ter tentado a fuga. Nestes casos os agentes encarregados da cobertura do ponto atiravam no fugitivo. Se o fugitivo caísse ferido era levado para o Hospital Militar e, se tivesse sido morto. seu corpo  era conduzido ao DOI para ser encaminhado ao Instituto Médico Legal e para as demais providências do seu sepultamento, providências estas a cargo da  Secretaria de Segurança Pública.

Deve ter sido isto o que aconteceu com Hélcio Pereira Fortes e que, agora, Darcy  trocou pelas cenas de tortura. Como sempre a versão dela vai prevalecer.

Lembro-me bem de Darcy Toshiko Mihiaki pois ela permaneceu no DOI por alguns meses.

Falei a primeira vez com  Darcy no dia em que voltei de férias, em 9 de fevereiro de 1972, ao fazer a  revista matinal aos presos.  Ela estava muito bem e não se queixou de nada.

Recentemente, vi uma reportagem onde ela afirma que no DOI foi barbaramente torturada, que tomou choques elétricos na vagina que a deixaram estéril.

Muito diferente da Darcy que  algumas semanas depois da sua prisão, me pediu, em nome de Rioco, Márcia, Mari, e Eliane, todas ocupantes da mesma cela dela e de Linda, que não fossem encaminhadas ao Presidio Tiradentes, como era o procedimento normal. Justificava seu pedido informando que no DOI eram muito bem tratadas, tinham certeza de que Linda, que estava grávida, teria um acompanhamento pré-natal adequado. Respondi que ali era um órgão operacional e que isto não seria possível.

Após muita insistência da parte delas, o Comandante do II Exército autorizou a permanência até o nascimento do filho de Linda.

E assim elas ficaram no DOI, " na casa dos horrores", "onde mulheres eram estupradas" e "crianças era torturadas" .

Depois que o filho de Linda nasceu, em 05 de setembro de 1972 com o  ”oficio 574/72 - E2- DOI  , foram encaminhadas ao Diretor do Presidio Tiradentes  pedindo que Rioco, Marcia, Mari, Eliane, Darcy e Linda fossem recolhidas na mesma cela , possibilitando, dessa forma, que seja por elas mesmas prestada assistência à Linda Tayah, a qual se encontra ainda, em convalescença, por ter dado à luz recentemente. Carlos Alberto Brilhante Ustra – Maj – Cmt do Destacamento de Operações de Informações.”


Publicado originalmente no site A Verdade Sufocada

EUA X CUBA:
"Abertura dos portos às nações amigas"...

Por ocasião do desencadeamento da "abertura dos portos às nações amigas" realizada pelos EUA visando "prestigiar" Cuba, cabe-nos a obrigação de relembrar algumas "preciosidades" do "REGIME DEMOCRÁTICO da ilha da fantasia castrista"


Num retrato do “ditador democrata” das Américas, o vídeo mostra um pouco do terror vivido pelos cubanos, com imagens chocantes fuzilamentos e execuções do governo comunista cubano.

Já passam de cem mil cubanos assassinados pelos irmãos Castro. Os "democratas" detentores do poder na ilha-presídio sempre se utilizaram de torturas, fuzilamentos e prisões ilegais para manter seu reinado de terror, transformando o povo cubano em escravos de um sistema maldito e assassino.

Três notinhas da semana:
- Estados Unidos e a ditadura cubana;
- Sexualidade e natureza humana;
- Ataque à Jair Bolsonaro


Se abrir relações diplomáticas e comerciais com uma ditadura comunista pudesse fomentar a liberdade, a China seria hoje uma democracia. Obama repete o erro criminoso de Richard Nixon, adquirindo para os EUA "o melhor inimigo que o dinheiro pode comprar". Em poucos anos, Cuba será uma potência econômica e militar invejável, sem democratizar-se no mais mínimo que seja – excetuada, é claro, a hipótese de uma revolução popular, que é exatamente o que o governo americano tenta evitar mediante a tábua de salvação atirada in extremis a uma ditadura moribunda.

Além do Brasil e das FARC, o Foro de São Paulo terá agora mais um patrono bilionário: os EUA, por intermediação de Cuba.

Os políticos conservadores e os refugiados cubanos em Miami podem se esforçar para dar outro rumo ao encadeamento das causas e efeitos, mas isso será como colocar rédeas num dragão.

Ao apoiar a iniciativa do governo Obama, o Papa Francisco prova mais uma vez sua completa falta de discernimento político.

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Um dos dogmas mais básicos – e mais psicóticos – da mentalidade revolucionária nas últimas quatro ou cinco décadas é que não existe “natureza humana”: o bicho-homem não tem instintos, não tem programação genética, é uma folha em branco, uma tábua rasa: tudo o que ele faz e pensa é imposto por “estereótipos culturais”. Estes, por sua vez, não surgem da experiência acumulada das gerações, mas são “instrumentos de dominação” criados pela maldita classe dominante.

Se você acredita que é macho só porque nasceu macho, ou fêmea só porque nasceu fêmea, está muito enganado(a). Foi o “aparato de reprodução da ideologia burguesa” que vestiu em você esses modelitos odiosos para que você não percebesse que seu pênis pode ser um sinal de feminilidade e sua vagina uma prova de macheza acima de qualquer suspeita.

Nem precisa perguntar: Sim, a ciência já demonstrou que isso é uma fraude das grossas. E sim, os mesmos que brandem a teoria da “tábua rasa” contra os papéis tradicionais de homem e mulher saem gritando, cinco minutos depois, que o homossexualismo é genético e que tentar mudar um homossexual é crime. Isto é: você não nasce homem nem mulher, mas nasce homossexual. Perguntar como você pode sentir atração por pessoas “do mesmo sexo” sem ter sexo nenhum é homofobia.

Há ainda aqueles que exigem acesso aos banheiros femininos para os transexuais e ao mesmo tempo berram que “é preciso acabar com os estereótipos de macho e fêmea”. Mas o que faz de um transexual um transexual senão o fato de que, nascido num sexo, ele copia os estereótipos do outro? E é preciso ser cego para não notar que a conduta feminina de um transexual é ainda mais estereotipada que a das mulheres.

Um documentário recente (https://www.youtube.com/watch?v=p5LRdW8xw70) mostrou que na Noruega, o país onde a legislação é a mais igualitária do mundo para homens e mulheres, as pessoas continuam a buscar as profissões que correspondem ao “estereótipo” do seu sexo, com freqüência estatística até maior do que o faziam antes de oficializado o discurso equalizante. Os fanáticos da “tábua rasa” dizem que elas fazem isso por pressão da sociedade, mas elas insistem que não: as mulheres escolhem cuidar de bebês, e não de automóveis, porque querem e não porque mamãe mandou. Mas os iluminados acreditam que essas pessoas não têm autoridade para dizer o que querem: quem tem são eles.

É essa a mentalidade por trás de milhares de leis psicóticas com que cérebros lesados impõem a sua deformidade à população, proibindo a saúde mental como se fosse um crime.

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Está aberta a temporada de caça ao deputado Jair Bolsonaro. Na verdade, sempre esteve, não sendo essa portanto a razão pela qual volto ao assunto. A razão é que agora os tiros vêm da mais inesperada das direções: a coluna do Reinaldo Azevedo. E vêm com aquela persistência inflexível do atirador que não aceita como troféu senão a completa destruição do alvo ou, na mais branda das hipóteses, a sua definitiva humilhação pública.

Numa de suas últimas postagens, o colunista da Veja firmou sua posição: ou o sr. Bolsonaro pede desculpas à sua colega Maria do Rosário, ou merece ter seu mandato cassado. Cassar o mandato de Maria do Rosário? Nem pensar.

Já disse, e reafirmo, que sou amigo do Reinaldo Azevedo e não deixarei de sê-lo por causa de uma opinião errada, depois de tantas certas e valiosas que ele já publicou. Mas esta de agora é tão errada, tão absurda, tão indefensável, que eu falharia ao meu dever de amizade se não alertasse o colunista para a injustiça que comete e o vexame a que se expõe.

Que a resposta do sr. Bolsonaro à sra. Maria do Rosário foi "uma boçalidade", como a qualifica Reinaldo Azevedo, é certo e ninguém duvida. Mas o sr. Bolsonaro a pronunciou em resposta, não a "outra boçalidade", como pretende Azevedo, e sim a uma falsa imputação de crime, que é por sua vez um crime. Reinaldo Azevedo exige que a boçalidade seja punida e o crime fique impune.

Como todo debatedor teimoso que se empenha na defesa do indefensável, Reinaldo se vê forçado a apelar a expedientes argumentativos notavelmente capciosos que, em situações normais, ele desprezaria.

Um deles é proclamar que a resposta do sr. Bolsonaro a Maria do Rosário transforma o estupro em uma “questão de mérito”. Quer dizer, pergunta Reinaldo, que, se Maria do Rosário merecesse, Bolsonaro a estupraria? Isso é deformar as palavras do acusado para lhe imputar uma intenção criminosa. Na verdade, Bolsonaro disse: “Se eu fosse um estuprador...” O restante da frase, portanto, baseia-se na premissa de que ele não o é, e só pode ser compreendido assim. Reinaldo parte da premissa inversa para dar a impressão de que o deputado fez a apologia do estupro. Com isso, ele endossa o insulto lançado pela deputada Maria do Rosário e usa essa premissa caluniosa como prova de si mesma. Raciocinar tão mal não é hábito de Reinaldo Azevedo, mas, como se sabe, o ódio político move montanhas: montanhas de neurônios para o lixo.

Pior ainda: tendo recebido centenas de objeções sensatas e racionais na área de comentários do seu artigo – inclusive as minhas --, ele não responde a nenhuma, mas tenta dar a impressão de que toda a oposição à sua versão dos fatos vem de “seguidores de Bolsonaro”, exemplificados tipicamente nos signatários de uma petição raivosa que exige a demissão do colunista de Veja. Fui ver a petição, e sabem quantos signatários tinha? Sete e não mais de sete (talvez agora tenha oito ou nove). Ao fazer desses sete os representantes da maioria que não pedia cabeça nenhuma, Reinaldo procedeu exatamente como os repórteres pró-petistas que, na massa de dezenas de milhares de manifestantes anti-Dilma, pinçaram cinco ou seis gatos pingados adeptos da “intervenção militar” para criar a impressão de que a manifestação era essencialmente golpista.


Publicado originalmente no site Mídia Sem Máscara

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O mendigo e a CNV

Por Gen Div Newton Álveres Breide

No final da década de 70, este jovem tenente cursava a Escola de Educação Física do Exército, no Rio de Janeiro. Ao retornar para casa, sempre encontrava na esquina da Belfort Roxo com Nossa Senhora de Copacabana, um mendigo de boa aparência, cerca de quarenta anos, mas com uma chaga na perna de dar dó. A ferida aberta ia do joelho quase até ao tornozelo. Ele, sentado na calçada, na passagem das pessoas, recebia esmolas de quase todos os transeuntes.

O desconforto que me causou a situação daquele coitado não me parecia possível resolver com apenas alguns trocados. Minha consciência pedia mais!

Na farmácia mais próxima comprei esparadrapo, gaze, água oxigenada, pomada secante, sulfa e coisas do gênero. Com a simplicidade de quem acha que está ajudando, agachei-me e entreguei a ele a sacola com os medicamentos. Sua reação ficou gravada na minha memória para sempre. O tom de voz só era suplantado pelo olhar odioso que me destinou quando deixou fluir sua raiva ao dizer mais ou menos o seguinte: "Qual é a sua, cara? Quer acabar com o meu ganha-pão? Some daqui com essa porcaria!"

A ficha caiu. O falso mendigo queria manter a ferida aberta para sempre. Não lhe interessava ética, verdade, trabalho digno ou qualquer outro sentimento nobre. O vil metal, abocanhado com facilidade, fazia com que enganasse as pessoas com sua pretensa condição de desassistido e injustiçado pela sociedade. Ao longo daquele ano, quando passava pelo seu ponto privilegiado, ele sorria com sarcasmo e deboche.

O comportamento da Comissão Nacional da Verdade (CNV) é similar ao do falso pedinte. Não interessa a seus integrantes e àqueles que a criaram a pacificação que a Lei da Anistia propõe. A chaga tem de continuar aberta e sangrando para render polpudas indenizações a uns e menosprezo a outros! Acusações sem provas, ilações infundadas, dúvidas risíveis e condenações sem direito ao contraditório e à ampla defesa maculam qualquer resquício de verdade que possam ter obtido.

Os crimes abjetos e violentos do terrorismo e da guerrilha – causa – foram esquecidos pela CNV. Só são lembradas as inconformidades da lídima repressão do Estado – consequência. Entretanto, sempre é bom lembrar que só ao Estado é dado o direito de emprego da força na sua autodefesa, quer seja a ameaça externa ou interna.

Em respeito à inteligência dos leitores, nem vou tratar do escopo ideológico da luta armada imposta ao Brasil pela esquerda radical. Até a velhinha de Santo André, que jura não ter o PT qualquer envolvimento na morte do Celso Daniel e no aparecimento de mais sete cadáveres, não engole o subterfúgio ardiloso de que as organizações terroristas lutavam pela democracia.

A sanha ideológica espúria que pautou a criação da malsinada CNV, estribada no revanchismo, produziu, tão somente, a versão fantasmagórica daqueles que pretendem mudar a história, transformando guerrilheiros, terroristas e outros criminosos em paladinos do bem.

A acusação pusilânime contra os generais presidentes é prova cabal da leviandade, parcialidade e má fé que de forma perene estão amalgamadas no seu relatório final.

O contundente absurdo, entre outros, vem com a proposta de um pedido de desculpas das Forças Armadas. Desculpas por ter evitado a "cubanização" do Brasil? Ou por impedir a nossa transformação em uma "maravilha bolivariana" onde a população não tem, sequer, acesso aos artigos de primeira necessidade?

Felizmente, essa ridícula proposta será atendida quando o sargento Garcia prender o Zorro ou os Comandantes das Forças Singulares se tornarem covardes.


A probabilidade é a mesma!


Publicado originalmente no site A Verdade Sufocada

CPMI da Petrobrás - Lista de pedidos de indiciamento

O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, deputado Marco Maia (PT-RS), sugere ao Ministério Público o indiciamento das seguintes pessoas:

Agentes privados:

1. Adarico Negromonte Filho – irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (PP-BA)
2. Agenor Medeiros - diretor-presidente da Área Internacional da OAS
3. Antônio Almeida Silva – contador de empresas de Youssef
4. Alberto Youssef – doleiro, operador do esquema (delator)
5. Alexandre Barbosa – advogado da OAS
6. Ângelo Mendes – funcionário da Mendes Júnior em Belo Horizonte
7. Arianna Costa Bachmann – filha de Paulo Roberto Costa
8. Augusto Ribeiro de Mendonça Neto – executivo da Toyo Setal (delator)
9. Carlos Alberto Silva – advogado da UTC
10. Carlos Alberto da Costa – gestor de empresas de Youssef
11. Carlos Eduardo Strauch Alberto – diretor-técnico da Engevix
12. Dalton dos Santos Avancini – presidente da Camargo Correa
13. Edmundo Trujillo – diretor do CNCC, consórcio que atuou em Abreu e Lima
14. Ednaldo Alves da Silva – funcionário da UTC, em São Paulo;
15. Erton Medeiros Fonseca – diretor da Galvão Engenharia
16. Esdra de Arantes Ferreira – laranja de Youssef, segundo a PF
17. Fernando Antônio Soares – operador do PMDB no esquema, segundo a PF
18. Humberto de Mesquita – genro de Paulo Roberto Costa
19. Ildefonso Colares Filho – ex-presidente da Queiroz Galvão
20. Jayme de Oliveira Filho – agente da PF que atuava no Galeão (RJ)
21. João Ricardo Auler – presidente da Camargo Correa
22. José Aldemário Pinheiro Filho – presidente da OAS
23. José Ricardo Breghirolli – funcionário da OAS
24. Júlio Gerin de Almeida Camargo – executivo da Toyo Setal (delator)
25. Leandro Meirelles – gestor de empresa de Youssef
26. Leonardo Meirelles – gestor de empresa de Youssef
27. Marcelo Barboza Daniel – sócio de genro de Paulo Roberto Costa
28. Márcio Andrade Bonilho – dono da Sanko-Sider
29. Marcio Lewkowicz – genro de Paulo Roberto Costa
30. Marici da Silva Costa – mulher de Paulo Roberto Costa
31. Mateus Oliveira – funcionário da OAS
32. Matheus dos Santos – sócio de empresa ligada a Youssef e à hidrelétrica de Furnas
33. Meire Poza – ex-contadora de Youssef
34. Newton Prado Júnior – diretor-técnico da Engevix
35. Othon de Moraes Filho - diretor-geral Comercial da Queiroz Galvão;
36. Otto Garrido Sparenberg – diretor da Iesa Óleo e Gás
37. Pedro Argese Júnior – gestor de empresas de Youssef
38. Pedro Morollo Júnior – funcionário da OAS
39. Ricardo Pessoa – presidente da UTC
40. Ricardo Vilani – dono da agência de marketing Muranno Brasil
41. Rogério Cunha de Oliveira – diretor da área de Óleo e Gás da Mendes Júnior
42. Sérgio Cunha Mendes – vice-presidente executivo da Mendes Júnior
43. Shanni Costa Bachmann – filha de Paulo Roberto Costa
44. Valdir Lima Carreiro – presidente da Iesa
45. Vladislav Siqueira – diretor da Clyde Union Imbill
46. Waldomiro de Oliveira – laranja de Youssef, segundo a PF
47. Walmir Pinheiro Santana – executivo da UTC

Funcionários da Petrobras:

1. Nestor Cerveró – ex-diretor da área internacional
2. Paulo Roberto Costa – ex-diretor de Abastecimento
3. Pedro José Barusco Filho – ex-gerente responsável por Abreu e Lima
4. Renato de Souza Duque – ex-diretor de Serviços e Engenharia
5. Silas Oliva – ex-gerente de comunicação

Divulga  o/ Silas Oliva Filho, da Petrobras