quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Guia do TERROR em CUBA

paredonmages
Agencias de viagens de MIAMI distribuirão GUIA do terror COMUNISTA para turistas que pretendem visitar a ilha castrista.

Sob o nome de guia de turismo para visitar lugares importantes em Cuba , o instituto de Memória Histórica Cubana, organização fundada por exilados nos EUA  publicou um folheto com fotos ilustrando os marcos do passado e do presente na ilha comunista.

Por exemplo, os visitantes podem se aproximar da igreja de Nuestra Señora de la Caridad del Cobre, em Havana, em cujas porta, em 10 de setembro de 1961, durante um evento religioso “, foi assassinado jovem católico Arnaldo Covadonga”.

Em seguida você pode, então, ir para o cais do porto, de onde zarpou o “navio espanhol Covadonga com mais de uma centena de sacerdotes expulsos pelo governo revolucionário, em 1961″.

Este guia será publicado para coincidir com o degelo nas relações entre os EUA e Cuba e relaxamento de viagens de norte-americanos para Cuba, uma mudança que, segundo os especialistas, vai gerar um aumento significativo no número de turistas que viajam para Cuba.

O objetivo do guia é mostrar aos americanos locais que certamente não lhes serão mostrados pelos guias turísticos cubanos. 

Para Ramon Saul Sanchez, presidente do Movimento Democracia, é uma iniciativa “formidável, porque uma das questões-chave é que o mundo ignora a realidade do que ocorreu e ainda ocorre em Cuba”. O regime de Castro mantém os olhos dos visitantes fora dos locais e eventos que mostram a verdadeira e ainda atual natureza repressiva do sistema cubano.

A turnê da bela quinta Avenida, uma das principais artérias da capital cubana, é outra atividade sugerida pelos exilados, para “evocar o Damas de Blanco, onde mulheres de flor na mão foram violentamente atacadas por multidões manipuladas pelo regime”.

O escritor, jornalista e diretor de cinema cubano Pedro Corzo, membro do conselho do Instituto, disse que o guia será lançado em breve. Uma tiragem inicial de 20 mil exemplares será distribuída em “centros de pesquisa sobre Cuba, institutos académicos dos Estados Unidos, que também organizam as viagens para a ilha e algumas agências de viagem em Miami.

Outro lugar de particular relevância é o Hospital Psiquiátrico Mazorra, também em Havana, onde dissidentes presos, por meio da aplicação de choques elétricos, foram torturados, sem sofrer de “distúrbios mentais”.

Você pode, então, viajar para a cidade de Regla e “ver o barco em que vários jovens cubanos tentaram fugir para os EUA”, mas infelizmente o combustível acabou antes de chegarem a Florida. Os três cubanos responsáveis pelo barco foram fuzilados pelas autoridades cubanas pelo crime de terrorismo.

Outra opção é visitar o lugar onde os soviéticos implantram mísseis com capacidade nuclear visando atingir cidades dos EUA, ou a “vala comum” do cemitério de San Jose de los Ramos, onde estão os restos mortais não identificados mais de trinta pessoas.

Uma visita com grande significado histórico é a que leva ao túmulo de Pedro Luis Boitel, um dirigente estudantil que morreu em 1972, em uma greve de fome em confinamento solitário por reivindicar seus direitos como um prisioneiro político.



Publicado originalmente no site Sociedade Militar

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Vai começar a batalha política para salvar o Brasil



Começa uma nova legislatura no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas. Recomeça o confronto entre governo e oposição. Eis quatro propostas para este momento.

IMPEACHMENT - Limpando a BAGUNÇA da Petrobras


BRASIL – JÁ NÃO É NOSSO

E-mail recebido do Dr Joel Sampaio de Arruda Câmara

Segue abaixo o relato de uma pessoa que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece...

As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense. Para falar a verdade, acho que a proporção de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto, falta uma identidade com a terra.

Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, (e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além daprefeitura é claro) ou a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.

Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.

Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena (Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.


Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

Outro detalhe: americanos entram à hora que quiserem. Se você não tem uma autorização da FUNAI, mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo  *nerd* com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas, pasme, se você quiser montar uma empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí, camu-camu etc., medicinais ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar '*royalties*' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia..

Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos:

Os americanos vão acabar tomando a Amazônia. E em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes..

Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:

“Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam.

Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde Iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa!!

A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivo de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem estrada para as Guianas e Venezuela.

Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático). Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.

Pergunto inocentemente às pessoas: porque os americanos querem tanto proteger os índios ?

A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animal e vegetal, da abundância de água, são extremamente ricas em ouro - encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.

Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa.

É, pessoal... saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho.

Será que podemos fazer alguma coisa???

Acho que sim.

Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.

Mara Silvia Alexandre Costa

Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.Patog. FMRP – USP.


PEDIDO PESSOAL:


Gostaria que você que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.


Publicado originalmente no site A Verdade Sufocada



 ÍNDIOS COBRANDO PEDÁGIO - Vergonha brasileira 


Fonte: YouTube


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

A eleição de Eduardo Cunha

Por Nivaldo Cordeiro

Como compreender a eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados, contra a vontade do PT e da presidente Dilma Rousseff? Para responder a essa pergunta é preciso, antes, analisar os resultados das últimas eleições. Em artigos sobre o tema eu avaliei que o PT, não obstante ter vencido a eleição para a Presidência da República, tinha amargado uma sonora derrota parlamentar. A eleição consagradora de Eduardo Cunha foi apenas a consequência lógica dessa derrota sonora nas urnas.

É bom que se diga que a posição do PSDB e seus aliados em torno do nome alternativo de Júlio Delgado foi uma jogada tática que deu conforto aos seus líderes. Para Eduardo Cunha, o relevante era não haver segundo turno, pois não precisava para isso dos votos das oposições em si, mas apenas que ela não somasse com o adversário petista, dando alento à sua candidatura. O PSDB não aderiu, mas deu apoio tático. O resultado foi desastroso para o Palácio do Planalto.

Cada vez mais claro que o projeto revolucionário do PT encontrou agora uma reação sólida, ao menos no nível parlamentar. A pauta do Congresso Nacional será oposicionista sem ser destrutiva. O que for do interesse geral da nação será acolhido; o que for inovação revolucionária do PT será recusado.

A derrota se tornou ainda maior porque o desdobramento da Operação Lava Jato pode levar a um eventual pedido de impeachment da presidente Dilma e é na Câmara dos Deputados que o processo de inicia. Se, junto com provas jurídicas, houver um clamor popular a cassação eventual de Dilma Rousseff sai do reino das possibilidades e cai na concretude política. Bom lembrar que a cassação de Dilma Rousseff daria um grande poder ao PMDB, partido de Eduardo Cunha, pois o vice-presidente da República é do seu partido. O colo de Michel Temer está preparado para receber a faixa presidencial.

Em volta de tudo temos o desenrolar da crise econômica, que pode agravar o quadro político. A inflação está se acelerando e a produção, caindo. O desemprego ameaça. A perda de renda da população é visível. Esse quadro favorece a rejeição mais acentuada da presidente Dilma Rousseff.

Eu tenho escrito nas redes sociais que a única alternativa para o PT se manter no poder é fazer um ato de força. Mas ele não a tem, sobretudo porque o PT, alavancando a ideologia alucinada na tal Comissão de Verdade contra os militares, colocou as Forças Armadas contra si. Desse modo, um golpe de força ficaria fora de cogitação.

Estamos assistindo à derrocada paulatina do projeto do PT. Ela se concretiza em várias frentes, desde a nomeação de um ministro da Fazenda “neoliberal” até a derrota na eleição da mesa da Câmara dos Deputados. O PT também tem colhido dissabores no plano internacional e seus aliados mais próximos, como Venezuela, Rússia e Irã não parecem ter grande valia para estancar a perda da credibilidade internacional.


O ano de 2015 será crucial. A derrocada do PT pode se acelerar, inclusive pela notória incompetência de Dilma Rousseff para conduzir o processo. Ela não sabe bem o que fazer no cargo que ocupa. O fim está próximo? Quem viver verá.


Publicado originalmente no site Nivaldo Cordeiro - Um Espectador Engajado

PEDRA no caminho do governo PETISTA


Vexame internacional de Dilma:
Brasil perde direito de votar em Tribunal da ONU por falta de pagamento

Segundo reportagem do jornal “Estado de S.Paulo” desta sexta-feira, o Brasil perdeu seus direitos no Tribunal Penal Internacional (TPI), após acumular e não pagar mais de US$ 6 milhões em dívidas com a entidade sediada em Haia. A situação coloca a diplomacia brasileira em uma “saia-justa”, já que o Brasil possui a segunda maior dívida de um país nas Nações Unidas. O Brasil é um dos membros fundadores do Tribunal Penal Internacional, entidade que representou o maior avanço no direito internacional desde o fim da Guerra Fria. Na prática, a suspensão impede o Brasil a votar, por exemplo, na escolha de novos juízes, “um constrangimento político que afeta o País que, em diversas ocasiões, usa o discurso do multilateralismo para insistir que apenas dentro do quadro da lei e da ONU é que conflitos podem ser superados”, diz o “Estadão”.

De acordo com o jornal, a dívida com o TPI é apenas uma de muitas que o governo brasileiro vem acumulando com a ONU. Conforme revelado com exclusividade pelo “Estadão”, a dívida do Planalto com o orçamento regular da ONU superava em 2014 pela primeira vez a marca de US$ 100 milhões e apenas os EUA mantinham um buraco superior. Documentos da ONU indicam que, até 3 de dezembro, o Brasil devia US$ 170 milhões à entidade. Isso sem contar com outra dívida de US$ 14 milhões (R$ 36,7 milhões) para a Unesco, que deu o título ao Brasil de segundo maior devedor da entidade cultural da ONU, além de outros US$ 87,3 milhões para as operações de paz dos capacetes azuis.



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Presidentes Castores

Por Aileda de Mattos Oliveira
 
Vontade de trabalhar não falta aos castores. Animais diligentes que constroem represas e diques, verdadeiros engenheiros da natureza, sem empreiteiras, sem intermediários, sem pressão do rei dos animais para levar a melhor parte.

Simplesmente, trabalham e, trabalhando, vão contribuindo com o ambiente no qual vivem, sem degenerar o estado dos riachos, suas tocas, seus lares naturais.

É incrível, quase inacreditável, mas já houve, no Brasil, presidentes castores, que trabalhavam sem alarde, sem transformar o governo na toca da politicalha, sem levar os milhões da 'gorjetinha', os milhares da 'cervejinha', tão a gosto de políticos de alma denegrida e fétida pelo volume da sujeira moral, vendida a qualquer Mefistófeles de feira, com ares de grande dirigente.

Esses presidentes eram verdes-oliva como a floresta amazônica, e nessa similaridade de cores e de silêncio, trabalhavam como castores na sua faina de construir represas, açudes e outras obras que lhes ditava a vontade política em prol do bem-estar da Nação, que eles próprios, dentro da filosofia que anima o pensamento da caserna, chamavam de "bem comum".

Hoje, as piranhas, vorazes, invadem o espaço dos castores, usufruem da produção deixada por eles, e por mais que deem vazão a seus instintos destrutivos, são os engenhos desses presidentes, as obras dos seus programas de governo, as benfeitorias sociais que legaram à população trabalhadora, que ainda mantêm o País em funcionamento, que dá à Nação um resquício de soberania, um vestígio de civilização, uma migalha de cidadania.

Se ainda a água corre em nossas torneiras e temos luz para ler, usar a internet e ouvir o manancial de asneiras da governanta desvairada, não sejamos egoístas, rendamos as nossas homenagens aos castores militares que miravam o horizonte, enquanto as tacanhas criaturas mantinham e mantêm as correntes ideológicas, presas às suas já tão pequenas mentes.

O cardume, sedento, assumiu o patrimônio deixado pelos cinco presidentes que puseram mãos à obra em favor do País, porém, não tem dignidade de dizer o nome desses construtores, por não se coadunar com o bando ordinário de predadores o reconhecimento da produção alheia, os direitos autorais de outrem.

Os animais castores foram sendo dizimados pelos que queriam a sua pele e, com ela, embolsar o dinheiro do comércio da venda ilegal, razão da estúpida eliminação dos pequenos engenheiros.

Os presidentes castores também tiveram as suas peles postas a prêmio pela comissão da mentira, oficializada pela grande impostora, a laureada mentirosa, a embusteira, a mestra da impostura, a doutora em ardil, porém, incompetentíssima no leme da Nação.

Quem não gostar dos presidentes castores deve recusar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), pois tem a assinatura do castor "golpista" Médici no documento que o criou em benefício da ingrata população.

Faça isso, deixe o dinheiro na Caixa. A sua presidente saberá usá-lo como pagamento da dieta argentina a que está submetida.


Publicado originalmente no site Em Direita Brasil



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Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa

FHC: a hora chegou



Fernando Henrique Cardoso, em artigo no Estadão, comenta a crise econômica e política que tomou conta do país. Comete alguns erros graves de diagnóstico e não cita o papel superlativo que poderão ter as Forças Armadas na restauração da ordem perdida.

Para pegar Dilma, o PT e Lula, será preciso a voz rouca das ruas


domingo, 1 de fevereiro de 2015

Declarada a Guerra civil no Brasil

Por Cel. Ney de Oliveira Waszak

Quando escrevi o artigo “Guerra Civil no Brasil?“, fiz a seguinte afirmativa:

"Não existe nação evoluída que não tenha passado por agruras; uma guerra interna, externa ou grandes desastres, com perdas patrimoniais e de vidas humanas."

Podemos dizer que tal guerra foi declarada pelo apedeuta, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), com a sua afirmativa:  "... quando o Stédile colocar o exército dele nas ruas...”, ameaçando o povo brasileiro, para não se opor ao PT.

Agora estou aguardando a Polícia Federal prender o ex-presidente, por incitar conflito, da mesma forma que prendeu dois moradores do município de Luciara distante 1.180 km de Cuiabá, em 24 de setembro de 2013, por suspeita de estarem incitando a população a realizar protestos de forma violenta contra a criação de uma reserva de desenvolvimento sustentável no município.

Aguardo também o Ministério Público abrir processo contra o apedeuta, pelo motivo acima, e também para explicar a formação de uma MILÍCIA, QUE CHAMOU DE EXÉRCITO DO STÉLIDE.

Sabemos que nada disso irá acontecer, o que é desesperador para qualquer republicano e democrata.

O PT está usando a tática de Hitler com as SA (Sturmabteilung - Destacamento Tempestade), com a qual intimidava quem era contra o seu partido, ou seja, mesmo sendo minoria, Hitler, usando a intimidação, se tornou hegemônico.

A ROUBALHEIRA, que o pt usa, para se perpetuar no poder é de tal monta que o mundo fica estarrecido, conforme pode ser lido em jornais e revistas estrangeiras.

Se o cidadão prestar atenção poderá verificar que já não estamos numa democracia, pois as violências contra o cidadão são cada vez mais claras e temos um executivo que mente e engana o brasileiro em praticamente todas as situações, como vimos durante a campanha eleitoral.

Sabemos que a grande maioria dos brasileiros está revoltada, mas acuada e sem saber o que fazer. Fala-se muito em intervenção militar, mas ela somente ocorrerá se houver outra “MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS PELA LIBERDADE”, com efetivo representativo, como em 1964.

Penso que as instituições do Legislativo e Executivo já demonstram inoperância, e como o Judiciário não tomou a iniciativa de intervenção, fica a responsabilidade, segundo o Art 142 da Constituição, com as Forças Armadas (FFAA). Esta é minha opinião, que não necessariamente será a dos Comandantes das FFAA.

Nossa esperança está no CLUBE MILITAR (CM), Instituição com credibilidade em todo território Nacional, e possuidora de condições de organizar ações contra os desmandos ocorridos no Brasil.


O Presidente do CM, Gen Pimentel, já sinalizou apoio para reunir os diversos Grupos que labutam no sentido de Moralidade e Democracia.

Neste mês vemos o Clube Militar na “CAMPANHA PELA MORALIDADE NACIONAL”.

Tenho certeza de que o Clube Militar, bom administrador que é irá Planejar, Organizar, Comandar e Controlar ações necessárias para SALVAR O BRASIL.

DEMOCRACIA * SOBERANIA * UNIDADE NACIONAL * PATRIOTISMO


Publicado originalmente no site "A Verdade Sufocada"

CNV enfrenta ação judicial por danos morais

General Floriano Aguilar Chagas
De acordo com o publicado em "O Globo", os cinco filhos do General Floriano Aguilar Chagas, que foi adido do Exército na Embaixada brasileira em Buenos Aires entre 1973 e 1975, ajuizaram a primeira ação por danos morais contra a Comissão Nacional da Verdade (CNV). 

Na ação, que foi interposta na Vara Federal de Porto Alegre, os herdeiros de Chagas falecido em 2012, pedem, reparação financeira, e que o nome do pai seja excluído da lista de responsáveis por violações aos direitos humanos que foi publicada em dezembro, no relatório final da CNV. 

Conforme constou do relatório da CNV, Chagas teria feito parte da Operação Condor, que interligou as forças repressivas das ditaduras militares do Cone Sul, e na época "mantinha contato frequente com agentes argentinos e chilenos da área de informações" , e que "teve participação no sequestro de Joaquim Pires Cerveira e João Batista Rita, ocorrido em Buenos Aires em 5 de dezembro de 1973".

A família argumenta na ação que não existem provas que desabonem a conduta profissional do pai. O processo menciona os 18 do Forte de Copacabana, a Intentona Comunista e a Revolução Constitucionalista de São Paulo para comparar o heroísmo de Chagas ao dos protagonistas dessas passagens históricas. 

Eles ainda questionam na ação a recomendação feita pelo documento de revisão da Lei da Anistia. 

José Carlos Dias, um dos membro da CNV, disse que ainda não foi notificado da ação, mas, falando em tese, afirmou:

- É natural que as pessoas esperneiem, que queriam ser excluídas da lista. Mas tudo o que nós fizemos foi estritamente baseado em fatos, portanto, a ação não tem o menor cabimento.

O Advogado Amadeu Weinmann que representa os herdeiros do General Chagas,  afirmou que a família não pretende receber somas vultosas porque não quer se igualar àqueles que “recebem milhões por mês porque participaram da CONTRA-REVOLUÇÃO”, em referência aos militantes de esquerda que combateram a ditadura e hoje recebem indenização.

O site "A Verdade Sufocada" em matéria relacionada ao tema em questão tece as seguintes considerações:

A Comissão da Verdade nas suas acusações, bem como as denuncias feitas pelo Ministério Público em ações cíveis e criminais contra agentes do Estado que combateram a luta armada  apresentam, como testemunhas, militantes da luta armada, alguns assassinos confessos, terroristas, sequestradores ou parentes de militantes que são  interessados nestas ações. A maioria são pessoas que continuam, até os dias de hoje, com o mesmo desejo das décadas de 60 e 70 quando tentaram, pelas força das armas, a tomada do poder para implantação de uma república marxista-leninista em nosso país.
No caso acima, o general Floriano Aguillar Chagas, que exercia a função de Adido Militar junto à Embaixada do Brasil em Buenos Aires,  na data do alegado sequestro de Joaquim Pires Cerveira, foi um dos atingidos por estas acusações.
O mesmo tem acontecido com vários agentes do Estado  que, também,  constam na lista de torturadores da CNV.
Ainda nos referindo ao mesmo caso de Joaquim Cerveira, que segundo a Comissão da Verdade, teria sido sequestrado em dezembro de 1973 e sido levado para o Rio de Janeiro e posterirmente para o DOI de São Paulo, segundo fomos informados a filha do senhor Cerveira teria dito em depoimento à CNV  que um militante vira o coronel Ustra, em janeiro de 1974, no DOI em uma ambulância chutando o seu pai que estava em estado deplorável e dizendo: “este não fala mais”.
A bem da verdade, o  coronel Ustra declara, com a maior veemência, que o então Major Cerveira nunca esteve sob sua guarda e responsabilidade; que durante o seu comando nunca esteve no DOI/CODI/II Exército; e que, também, ele não  poderia ter sido visto na citada ambulância porque, segundo consta ns suas Folhas de Alterações  do Exército Brasileiro, nesta época já estava em férias e em trânsito para Brasília, para onde fora transferido para exercer a função de Instrutor na ESNI.

Ministros de DILMA vão à luta para CHANTAGEAR Deputados

Por Reinaldo Azevedo - Jovem Pan

sábado, 31 de janeiro de 2015

Desafios aos novos comandantes

Por Luiz Eduardo Rocha Paiva
Em fevereiro assumem os novos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, sobre quem recaem, entre outros, dois relevantes desafios. No âmbito da defesa da Pátria, o desafio é implantar e garantir a continuidade do projeto de dotar o Brasil de Forças Armadas (FA) com capacidade de dissuasão extrarregional. Isto é, FA não necessariamente no nível das que dispõem as potências globais, mas em condições de lhes causar danos irreparáveis se ameaçarem interesses vitais do País.

Esse desafio só será vencido se for desenvolvido um Sistema Conjunto de Defesa Antiacesso, projeto de longo prazo que depende de investimentos elevados e permanentes no aprestamento das FA, indústria de defesa e pesquisa e desenvolvimento científico-tecnológico com alto grau de autonomia. Tal sistema é composto por subsistemas de mísseis balísticos e de cruzeiro de longo alcance (inclusive antinavio), de defesa antiaérea, de guerra cibernética, de vigilância e contravigilância e de forças conjuntas de pronto-emprego móveis e letais. Seu propósito é neutralizar uma força agressora ainda longe do litoral ou da fronteira oeste. O risco de pesadas baixas antes do choque entre forças terrestres enfraquecerá o apoio internacional e o interno no país agressor, configurando a dissuasão extrarregional sem armas de destruição em massa. O atual Plano de Articulação e Equipamento de Defesa não estabelece a integração dos projetos estratégicos de cada Força num sistema único como o mencionado.

O óbice mais relevante pode ser explicado por meio de analogia com a lei da oferta e da procura. Se no contexto internacional (mercado) um país não tem ameaças concretas, ou seja, tem uma ampla oferta de paz e resolve contenciosos sem conflitos armados, a procura por meios de defesa terá baixa prioridade, sendo mínimos os investimentos correspondentes. Assim, as FA precisam convencer a sociedade da existência de ameaças potenciais - e elas existem -, a fim de mostrar que a oferta de paz conferida hoje pelo mercado não será perene e sua escassez, num momento futuro, não será sanada oportunamente pela procura, pois defesa não se improvisa. Sem mentalidade de defesa, as FA continuarão sendo desviadas para missões secundárias, perdendo a identidade, o espírito guerreiro e o aprestamento para a defesa da Pátria.

O segundo desafio decorre do contexto político nacional e de seus reflexos no futuro das FA. O partido do governo (PT) e seus aliados radicais pretendem implantar um regime socialista, atuando sob a orientação do Foro de São Paulo e empregando o Programa Nacional de Direitos Humanos, estratégia gramscista para se perpetuarem no poder. O programa propõe, sob o véu da defesa dos direitos humanos, a criação de espaços de participação e controle social nos Poderes Judiciário e Legislativo, no Ministério Público e nas Defensorias, bem como o cerceamento da liberdade de imprensa. O Decreto n.º 8.243/2014, ainda não derrubado no Senado, abriu tais espaços ao criar conselhos populares a serem aparelhados pelo PT para impor sua hegemonia à sociedade, objetivo declarado na resolução política emitida pela comissão executiva nacional do partido no final de 2014. O Executivo promove o enfraquecimento do Legislativo e do Judiciário, desequilibrando os Poderes da União, alicerces da democracia.

As FA são um óbice ao projeto socialista, daí a permanente campanha para desgastá-las, a ser intensificada a partir do relatório faccioso da Comissão da Verdade, pois sua imobilização é fator essencial de êxito do projeto. A liderança petista e seus aliados tentam cindir a ativa e a reserva militar; deturpar a história do período 1964-1985, satanizando as instituições militares; romper o compromisso das FA com sua história, suas tradições e seus chefes do passado, para convencer a Nação e a juventude militar do surgimento de novas FA e novos quadros profissionais, agora democráticos, e não ditatoriais e autoritários como no passado; e mudar o ensino castrense, inserindo a ideologia socialista nas escolas militares.

Mais que um desafio, trata-se de uma ameaça. No entanto, os novos comandantes e todos os oficiais-generais são da geração dos anos 1970 e início dos anos 1980, todos os oficiais e praças foram formados com base em valores éticos, morais e cívicos tradicionais. Comungam ideais pelos quais se dispõem a correr riscos, não se deixam enganar pelos relatórios e revisionismos facciosos da história, nem pela propaganda adversa, e não vão contaminar-se por antivalores materialistas, apátridas e antidemocráticos.

Para reverter a maliciosa campanha de desgaste as FA precisam adotar ações em reforço da autoridade moral da liderança militar, da autoestima e da coesão das Forças, evitando agravar divergências com poderosos segmentos adversos num primeiro momento. Daí, então, investir no contraditório, de modo a que sua história não seja desvirtuada por seus detratores. Até o momento não se reverteu a ameaça agindo com franqueza, mas dentro da cadeia de comando. O mais provável é que, em alguns meses, os comandantes vivam o dilema entre defender publicamente as instituições e, por extensão, a democracia ou permanecer inertes. É um dilema sem razão de ser, pois o silêncio causaria um dano irreparável à Nação e às instituições, estas, sim, e nesta ordem, credoras da lealdade do soldado. Será necessário manifestar-se de público, pedindo ou não exoneração antecipadamente, conforme a consciência indicar como condição para preservar a hierarquia e a disciplina. Aos membros dos altos comandos das FA, dando conhecimento antecipado à liderança política, cabe deixar clara sua lealdade às crenças, aos valores e ideais comuns e às instituições defendidas por seus comandantes. Seria criado um impasse indesejável? Sim, mas comandantes e cargos são passageiros e FA são permanentes.

"É uma bênção que em todas as épocas alguém tenha tido individualidade bastante e coragem suficiente para continuar fiel às próprias convicções" (Robert G. Ingersoll).

Publicado originalmente no site A Verdade Sufocada



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Luiz Eduardo Rocha Paiva é General da Reserva

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

TENHO NOJO! - Uma síntese à indignação

Por Waldo Luís Viana

O mantra talvez equivalente ao francesinho “Je suis Charlie”...

Tenho nojo
De ver meu país solapado por bandidos em todos os quadrantes, tranquilamente ciosos de que ficarão impunes;

Tenho nojo
Em abrir os jornais, ouvir rádio e ver televisão todos os dias e perceber a mídia valorizando a ação de criminosos, estupradores, serial killers, agiotas, traficantes e milicianos – todos irmanados proficientemente em emprestar a “audiência da desgraça” a esses veículos;

Tenho nojo
Desses políticos que resolvem visitar os sítios de enchentes e tragédias, trajando seus sapatos italianos e ternos franceses, desembarcando de helicópteros e prometendo verbas, mundos e fundos que jamais chegarão de fato aos desabrigados;

Tenho nojo
De nossa “presidenta”, ex-guerrilheira, lamentando farisaicamente a morte de inocentes em delitos terroristas, quando no passado os tramava, condenando outros inocentes e planejando tocaias, assaltos a bancos e a cofres privados de políticos;

Tenho nojo
Do antecessor da “presidenta”, um dos homens analfabetos mais venais e sem caráter desse país e das elites que o financiaram e que impedem a polícia de prendê-lo e pagar por seus crimes;

Tenho nojo
Do partido que está no governo, que só intenciona permanecer no poder, e a qualquer custo, manobrando o Erário, aparelhando as estatais e permitindo a pior onda de corrupção jamais vista nesse país;

Tenho nojo
De nossos empreiteiros, dinâmicos em aditivos, superfaturamentos e em bancar por propinas ocultas toda a máquina de corrupção que infesta a nossa miserável política;

Tenho nojo
Da maioria expressiva de nossos deputados, fiéis canalhas e vendedores de virtudes públicas, que só desejam fazer caixinha para as próximas eleições, roubando pra se eleger e se elegendo pra roubar;

Tenho nojo
Do chamado poder Judiciário, tão lento para fazer justiça aos pobres e lépido e compreensivo para julgar os ricos, permitindo toda a sorte de recursos e chicanas. Os togados adoram prender pretos, pobres e prostitutas, trabalhando em seus ricos palácios e conseguindo dormir sem culpa;

Tenho nojo
Desses pastores televisivos, travestidos de arautos de Deus e Jesus, ofendendo a fé pública, roubando os pobres através de dízimos e ofertas, além de oferecer a salvação a todos que acreditem que eles podem expulsar demônios. No entanto, eles são bastante coniventes e conformados com os demônios que mandam aqui, porque lhes dão benesses e concessões de TV e rádio em troca de votos;

Tenho nojo
Dos slogans mentirosos, lançados pelo governo, sugerindo a salvação da Pátria pela educação e saúde, quando sabemos que são ramos deficientes e vergonhosos de nossa Nação, desespero de seus habitantes e motivo de chacota pelas nações realmente desenvolvidas;

Tenho nojo
Dos militares da ativa, que dizem que amam o Brasil acima de tudo, mas ficam caladinhos e silenciosos, aguentando todos os estupros de gestão no país e em suas respectivas Armas, esperando ir para a reserva e aí, então, garantidos nas aposentadorias, ver devolvidos os próprios cérebros e convencer os pobres civis de que detêm alguma opinião e “acendrado” patriotismo;

Tenho nojo
De ver uma população conformada, a cada assassinato torpe, exigindo justiça para sair em telejornais, e aceitando todas as sevícias sem dar um pio, sempre esperando que surja um otário qualquer à frente de alguma revolta para oferecer o próprio pescoço e aguardando, como ovelhas, o próximo escândalo;

Tenho nojo
De ver o povo maltrapilha e tutelado, acreditando que é o bolsa-família a salvação de seus males e que qualquer coisa diferente do partido que está no governo lhes tomará de fato o pobre benefício;

Tenho nojo
De ser obrigado a ouvir, durante a semana, o pavoroso programa “A Hora do Brasil”, serviço chapa-branca do governo, ocupado em desfilar os feitos de ficção em que só os imbecis acreditam;

Tenho nojo
Dos jornalistas e artistas que se vendem em troca de dinheiro, distorcendo a realidade e se calando diante dos desmandos que desfilam sob seus olhos, em troca de viagens a Paris e moradia em prédios de luxo;

Tenho nojo
De nossos médicos burgueses, que só querem viver em centros urbanos e obter ganhos de clientes abonados e que permitem que o país seja invadido por escórias estrangeiras de falsos médicos;

Tenho nojo
De nossos advogados dinheiristas, que se especializam em defender delinquentes poderosos, em troca de polpudos honorários, porque na verdade não acreditam na Justiça, considerando-a apenas um objeto de lucro relativo;

Tenho nojo
Dos carcereiros de nossas penitenciárias que libertam os apenados nos fins de semana, desde que estes lhes tragam dinheiro e sustentem por fora uma cota extra;

Tenho nojo
Dos policiais que recebem propinas nos mais variados negócios escusos e que matam o pobre povo desvalido, registrando autos de resistência, na certeza de que escaparão ilesos e sem nenhum problema com as suas corregedorias;

Tenho nojo
Dos eleitores que aceitam dentaduras, pares de sapato e outros benefícios passageiros, vendendo o seu voto e o futuro de seus filhos. Essa escória, a propósito, adora corrupção, admira os políticos ladrões, lamentando não poder roubar com a mesma eficiência. A propósito, a corrupção está no DNA do brasileiro: quanto mais ladrão, mais querido;

Tenho nojo
Das mulheres que falam em eliminar agressões masculinas, reivindicam direitos e princípios feministas e aceitam de bom grado que suas companheiras vendam o corpo para utilização comercial e sonhem com casamentos milionários em troca da própria prostituição;

Tenho nojo
Dos homossexuais que pretendem que os heterossexuais não tenham direitos equivalentes e que no fundo desejam que todos adiram às suas práticas sodomitas;

Tenho nojo
De apresentadoras de programas infantis, que convidam crianças a se tornarem adultas antes do tempo e copiem a sensualidade dos adultos, destruindo a infância e o crescimento sadio de meninos e meninas;

Tenho nojo
Dos que alardeiam que roubam porque antes os outros fizeram o mesmo, como se um erro justificasse outro...

E, finalmente, TENHO NOJO de saber que esse país não tem conserto e que tudo vai ficar assim mesmo, sempre esperando a próxima atração.


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Waldo Luís Viana é escritor, poeta, jornalista e economista brasileiro


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A Verdadeira Comissão da Verdade

Por Jair Bolsonaro

Projeto de Lei 8246/2014: Cria a Comissão da Verdade (CV) no âmbito da Casa Civil da Presidência da República.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º É criada, no âmbito da Casa Civil da Presidência da República, a Comissão da Verdade (CV), com a finalidade de examinar e esclarecer fatos e graves violações de direitos humanos praticados no país, não avaliados pela Comissão instituída pela Lei 12.528, de 18 de novembro de 2011, a fim de efetivar plenamente o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.

Art. 2º A CV, com membros designados pelo Presidente da República, será composta prioritariamente pelos integrantes da Comissão instituída pela Lei 12.528, de 18 de novembro de 2011 e, em caso de recusa ou impossibilidade, por integrantes nas mesmas condições estabelecidas para aquele colegiado.

Art. 3º A CV deverá apurar e esclarecer:
I – o sequestro, tortura e execução do então prefeito de Santo André – SP, Celso Daniel, em 18 de janeiro de 2002, que segundo relatos, extorquia dinheiro de empresas de ônibus para a campanha presidencial do Partido dos Trabalhadores;

II - o atentado do Aeroporto Internacional do Recife, ocorrido em 25 de julho de 1966, quando uma bomba explodiu no saguão do aeroporto, matando Edson Régis de Carvalho (jornalista) e Nelson Gomes Fernandes (almirante), além de ferir outras 14 pessoas;

III – o atentado a bomba realizado pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), fundada por Carlos Araújo, então marido da senhora Dilma Rousseff, ocorrido no dia 26 de junho de 1968, vitimando fatalmente por dilaceramento o recruta do Exército Brasileiro Mario Kozel Filho, com pedaços de seu corpo espalhados em um raio de dez metros e ferindo outros seis militares no Quartel General do II Exército em São Paulo;

IV – o roubo de cofre contendo cerca de U$ 2,5 milhões realizado em 18 de julho de 1969, em Santa Teresa – RJ, por integrantes da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR- Palmares) que se encontrava na residência de Anna Gimel Benchimol Caprilione, secretária do então governador de São Paulo Adhemar de Barros;

V – as condições que possibilitaram que Vera Silva Magalhães, treinada em Argel e Cuba, fosse considerada uma das mais atuantes guerrilheiras no Brasil, combatendo o governo instituído à época, bem como sua participação e as circunstâncias do sequestro do Embaixador norte americano Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969;

VI – a execução em cárcere privado, amarrado e sem chances de defesa, do Tenente da Força Pública do Estado de São Paulo Alberto Mendes Júnior, em maio de 1970, por guerrilheiros da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), para ocultar a fuga do bando criminoso do Vale do Ribeira – SP;

VII – a participação de Carlos Eugênio da Paz no “justiçamento” de Marcio Leite de Toledo em 23 de março de 1971, após a decisão de execução de tribunal revolucionário da Ação Libertadora Nacional (ALN);

VIII – a participação da Ação Libertadora Nacional (ALN) e do Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT), tendo à frente o guerrilheiro Carlos Eugênio da Paz, no assassinato de Henning Albert Boilesen, em 15 de abril de 1971, em São Paulo;

IX – a destinação de recursos de Cuba e/ou de outros países para financiar a luta armada no Brasil e o treinamento de guerrilha oferecido a brasileiros para viabilização da imposição da ditadura do proletariado nas décadas de 1960 e 1970, inclusive as condições em que o Senhor José Dirceu de Oliveira e Silva realizou operação plástica naquele país;

X – as condições em que o General Comandante do Exército Cubano Arnaldo Ochoa ofereceu 100 (cem) homens armados para a guerrilha no Brasil, como declarou o militante Carlos Eugênio da Paz, Comandante da Ação Libertadora Nacional (ALN);

XI – as condições em que o Comitê de Segurança do Estado da antiga União Soviética (KGB), forneceu carteira de identidade e salário ao jornalista Ancelmo Gois, como declarado por ele no Jornal da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), em entrevista concedida em 14 de agosto de 2009;

XII – outros fatos, com base nos informes obtidos, visando à reconstrução da história de casos de graves violações de direitos humanos praticados por aqueles que se insurgiram contra o Estado Brasileiro, utilizando a prática de guerrilha, promovendo atos terroristas, assaltos, sequestros, estupros e assassinatos, bem como colaborar para que seja prestada assistência às vítimas de tais violações e seus familiares.

Art. 4º Para execução dos objetivos previstos no art. 3º, a CV se valerá das mesmas prerrogativas da Comissão instituída pela Lei 12.528, de 18 de novembro de 2011 :

Art. 5º As atividades desenvolvidas pela CV e seu funcionamento serão executados nas mesmas condições em que foram realizadas pela Comissão instituída pela Lei 12.528, de 18 de novembro de 2011.

Art. 6º A Casa Civil da Presidência da República dará o suporte técnico, administrativo e financeiro necessário ao desenvolvimento das atividades da CV.

Art. 7º A CV terá prazo até 10 de dezembro de 2017, para a conclusão dos trabalhos, e deverá apresentar, ao final, relatório circunstanciado contendo as atividades realizadas, os fatos examinados, as conclusões e as recomendações.

Parágrafo único. Todo o acervo documental e de multimídia resultante da conclusão dos trabalhos da CV deverá ser encaminhado ao Arquivo Nacional para integrar o Projeto Memórias Reveladas.

Art. 8º O Poder Executivo regulamentará o disposto nesta Lei em 30 (trinta) dias.

Art. 9º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO

A verdade não é monopólio de qualquer segmento político. Uma comissão onde todos os integrantes são designados pela Chefe do Executivo, peça diretamente envolvida no período, perde sua credibilidade.

Nosso projeto visa conceder a oportunidade à mesma Comissão Nacional da Verdade (CNV) de preencher a lacuna em seu relatório, que omitiu os fatos de guerrilheiros e terroristas, treinados e financiados por países que nunca admitiram liberdade em seu solo, esclarecer e dar publicidade com o mesmo destaque, a participação de cada um em atos de sequestros, atentados a bomba, estupros, torturas, execuções de militares e civis na busca da implantação da ditadura do proletariado.

A CNV, instituída pela Lei nº 12.528, de 18 de novembro de 2011, sempre foi alvo de críticas oriundas de diversos setores, que ocasionaram dúvidas quanto à imparcialidade do colegiado, notadamente pautado em posicionamentos unilaterais, alheios ao contexto da época do regime militar.

Aquela comissão, em seu relatório, revelou-se revanchista e caluniosa, contra as Forças Armadas e Auxiliares, integrantes de outros órgãos de segurança, bem como de civis que deram suas vidas pela nossa liberdade.

Sala das Sessões, em 11 de dezembro de 2014.




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Jair Bolsonaro é Deputado Federal – PP/RJ.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Justiça nega mudança de nome da Ponte Rio-Niterói

Juiz alegou que sociedade é que deve decidir

Rio - A Justiça Federal do Rio negou o pedido de mudança do nome da Ponte Presidente Costa e Silva, conhecida pelos cariocas como Rio-Niterói. Na decisão publicada nesta sexta-feira e tomada no dia 18 de dezembro, o juiz Alberto Nogueira Junior alegou que esta seria uma medida impossível de tomar por via jurídica. Segundo ele, é uma questão política e deve ser decidida pela sociedade coletivamente, através de seus representantes no Legislativo.

O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal, que argumenta que Costa e Silva foi autor de grandes violações contra o povo brasileiro, responsável pelo endurecimento da ditadura militar e, por isso, não deve ter seu nome em um logradouro público.

Nogueira Júnior defendeu que, se o raciocínio do MP for levado ao extremo, "até mesmo os registros de nascimento e óbito do ex-Presidente Costa e Silva deveriam ser eliminados, afinal, os documentos também integram o patrimônio cultural brasileiro." Em sua decisão, escreveu que "idêntica providência teria que ser tomada com outros documentos históricos, como o selo Centenário de Portugal, contendo a efígie do Presidente Getúlio Vargas", argumentou o juiz.

A presidente Grupo Tortura Nunca Mais, Victória Lavínia, criticou que não há como comparar uma ponte a moedas que saíram de circulação. "Também não dá para comparar Vargas com os presidentes da ditadura militar", afirmou. A assessoria do MP afirmou que o órgão não irá se pronunciar até ser notificado a decisão. Ainda cabe recurso.