segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Chefe da Casa Civil tenta explicar saída de Levy e afunda Dilma no furacão que já dura cinco anos

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“Quem banca a política econômica não é o ministro da Fazenda, quem banca a política econômica é a presidenta da República”. Assim, em tom tão patético quanto profético, o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, tentou justificar a saída de Joaquim Levy, ainda responsável pelo Ministério da Fazenda, ao mesmo tempo em que colocou no colo da “companheira” o arsenal de bombas em que se transformou a economia brasileira.

É natural que Levy tenha caído em desgraça junto à opinião pública por causa das propostas para ajustar as contas do governo e recolocar o Brasil na rota do crescimento, mas a recriação da CPMF, que consta da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016, aprovada pelo Congresso, é o menos amargo remédio para iniciar uma cruzada contra a crise econômica. Não se pode negar que a população está farta de tantos impostos – o Brasil tem a maior carga tributária do planeta –, mas a conta aí está para ser paga.

A única receita para salvar o Brasil está na renúncia de Dilma Rousseff, mas a preguiça política da parcela de bem da sociedade permitiu que a voz de um canastrão comunista como João Pedro Stédile, líder do MST, puxasse o coro contra o ministro da Fazenda e sua proposta de recuperar a economia.

É preciso reconhecer que o Brasil, em algum momento, precisa ser levado a sério, mas isso só acontecerá quando os brasileiros aceitarem a tese de que antes de saber o que o Estado pode fazer por cada um, cada cidadão precisa saber o que pode fazer pelo Estado.

O Brasil transformou-se em um enorme novelo repleto de nós, sem que ninguém ouse desatá-los. Devolver ao País o status econômico anterior à chegada do PT ao poder é tarefa árdua, que exige determinação, paciência e desprendimento. Afinal, trata-se de uma empreitada de pelo menos cinco décadas. Ou seja, o Brasil só será viável para daqui a duas gerações de jovens. A prevalecer a miopia da compreensão, o Brasil continuará na condição de uma economia na UTI e sem direito a alta. O máximo que se poderá fazer, caso prevaleça a irresponsabilidade palaciana, é postergar o velório.

Os brasileiros precisam ter consciência de que uma coisa é despejar Dilma Rousseff do Palácio do Planalto, outra é querer que um novo governante solucione da noite para o dia os graves problemas econômicos do País. A primeira situação é absolutamente necessária, a segunda, absolutamente impossível. É mais que premente livrar-se dessa organização criminosa que tomou de assalto o poder central, mas é importante começar a fazer a lição de casa desde já.

O melhor presente de Natal para oito entre dez brasileiros seria, com toda certeza, a renúncia de Dilma e a permanência de Levy, mas o Brasil transformou-se no país do faz de conta, do fio trocado, da ilógica do pensamento, do banditismo político, do populismo barato, do golpe em marcha.


Mesmo assim, Jaques Wagner acredita que defendeu a presidente ao dizer que ela é quem toma a decisão final quando o assunto é economia. O que o baiano Wagner concluiu com quatro anos de atraso, os leitores do UCHO.INFO sabiam desde janeiro de 2011. Enfim…

DILMA vai quebrar o PAÍS e quer ganhar o Nobel de Economia


O economista, ex-ministro e ex-deputado Delfim Netto, que nas gestões de Lula atuou como uma espécie de conselheiro informal do presidente, já havia afirmado que o governo Dilma Rousseff jamais teve ministro da Fazenda. Segundo Delfim, “o ministro sempre foi a própria Dilma”. Agora vem o chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, e confirma esta informação: “Quem banca a politica econômica não é o ministro da Fazenda, é a presidente da República, e ela convoca o ministro para cumprir, evidentemente. Se ilude quem aponta o fuzil para este ou aquele ministro. Quem vai bancar a política econômica, quem decide é ela. Quem bancou a questão do ajuste fiscal foi a presidente Dilma”.

O fato é que esta afirmação de Wagner é uma verdade absoluta. Como presidente, Dilma Rousseff apenas aturou Guido Mantega, que foi imposto a ela por Lula. Quando percebeu que Mantega era um carreirista servil, que não se preocupava com os interesses nacionais, ela fez questão de mantê-lo durante todo o primeiro mandato e o humilhou publicamente, ao anunciar com antecedência de dois meses que ele iria ser demitido. Mesmo assim, Mantega não pediu demissão e ficou no governo até o dia 1º de janeiro, quando enfim foi substituído por Joaquim Levy e nem foi oficialmente convidado para transmitir o cargo.

MEIRELLES NÃO SE INTERESSOU

Como se sabe, Lula não gostava de Levy e durante meses a fio defendeu a substituição dele por Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, que hoje é presidente do Conselho Administrativo do grupo JBR (leia-se Friboi). Meirelles chegou até a dar entrevistas sobre o assunto, mas já se sabia que não daria certo, porque ele tem um temperamento forte e jamais aceitaria receber “orientações econômicas” de Dilma.

O jeito foi o governo se ajeitar mesmo com Rubens Barbosa, um economista ligado ao PT que tem uma grande qualidade, bastante conhecida no Planalto, na Fazenda e no Planejamento – não tem opinião própria, está sempre defendendo a opinião de Dilma Rousseff. Desde o início da atual gestão, Barbosa vem brigando com Levy, defendendo a tese de Dilma, que não quer fazer cortes nos gastos públicos e sonha em reequilibrar as contas através de aumento da arrecadação, vejam como uma pessoa tresloucada como ela pode chegar ao poder e simplesmente quebrar o país, sem que nenhum assessor diga nada.

A PIOR NOTÍCIA

A elevação de Nelson Barbosa ao cargo de ministro da Fazenda é a pior notícia que poderia acontecer. A Bolsa despencou e o dólar subiu. Todos sabem que a saída de Joaquim Levy significa que não vai haver superávit primário, a dívida pública vai explodir, a recessão se ampliará e a presidente Dilma Rousseff não está nem aí, como diz o axé baiano. Ela só pensa naquilo – sua permanência no poder até o final de 2018.

Dilma segue o exemplo de outra mulher sapiens, chamada Zélia Cardoso de Melo, que certa vez disse que “o povo é apenas um detalhe”. Na opinião de Dilma, o país também pode ser somente um detalhe.


O pior de tudo isso é que ela verdadeiramente considera estar fazendo um grande governo. Com certeza também acredita que suas teses criativas possam revolucionar a economia mundial, com possibilidades de indicação ao Nobel. E ninguém toma a iniciativa de acionar uma ambulância psiquiátrica para prestar serviços no Planalto/Alvorada.

Reajuste para os MILITARES das Forças Armadas: 27.9% - é o que se espera para carreiras de estado


Reajuste dos militares pode ser definido ainda essa semana.

Depois de na semana que passou a presidente ter declarado que continuaria valorizando os militares das Forças Armadas, nas redes sociais muita gente perguntou:

Quando foi que a presidente Dilma valorizou os militares?

Os soldos não são reajustados da maneira correta ha muitos anos, mais de uma década. O que os militares recebem são reajustes parcelados que os deixam presos aos pequeninos índices por 3 ou 4 anos sem direito a lutar por reposição justa.

Porém, no apagar das luzes do anos pode ter surgido uma esperança de que pelo menos parte da inflação acumulada seja reposta. Na quinta-feira, em meio ao troca-troca de ministros na área de economia, vários sindicalistas ligados à servidores públicos saíram empolgados de reuniões em Brasília. Disseram que a Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento (SRT), na surdina, chamou para negociação de reajuste, representantes de algumas das carreiras típicas de Estado e aparentemente deu uma boa notícia.

Para as carreiras típicas de estado, como os militares das forças armadas, o governo elevou o percentual de reajuste salarial de 21,3% que foi anunciado em meados do ano, para 27,91%. O aumento deve ser em quatro parcelas. A primeira será de 5,5% e está prevista para ser creditada em agosto de 2016 – o que já é um absurdo, diante da inflação gigantesca que sofremos em 2015. Os detalhes restantes serão definidos nessa segunda-feira, quando serão divulgados os detalhes. Alguns blogs de servidores e jornais de Brasília adiantaram algumas informações sobre o assunto, entre eles o correio brasiliense.

Infelizmente Revista Sociedade Militar não obteve informações que confirmem que esse reajuste será estendido aos militares das Forças Armadas, carreira também de estado. Mas, tudo indica que isso deve acontecer. Ainda assim, caberia agora aos políticos ligados às Forças Armadas pressionar de alguma forma pata garantir que mais essa oportunidade não escape.

O governo agora corre contra o tempo. Depois que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi aprovada pelo Congresso Nacional e publicada, no Diário Oficial da União (DOU), o Planalto tem poucos dias para enviar ao Parlamento os projetos de lei com a autorização dos reajustes salariais dos servidores.

Soberbo Tribunal Federal


Se o ministro Edson Fachin se abstivesse de julgar a medida cautelar de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental – 378, por conta da polêmica em torno da sua indicação para o STF, talvez a decisão do plenário se aproximasse do seu pensamento.

O seu extenso voto, basicamente de rejeição ao pleito do PC do B, contrário ao efetivado pela Câmara dos Deputados para a composição da comissão especial, a fim de apreciar o pedido de impeachment contra a “presidenta” Dilma Roussef, surpreendeu, exatamente pelo apoio que deu, até em palanque, à candidatura da presidente questionada no caso. A lembrar de que no passado os ministros Marco Aurélio de Mello e Francisco Rezek, ambos indicados por Collor, se abstiveram de julgá-lo.

Pontos significativos e outros nem tanto foram discutidos exaustivamente. Voto secreto ou aberto que tem sido usado conforme interesse de quem argumenta. Eleição (ato de eleger votando) que não é eleição, é “escolha”, eleição que é indicação de líder, chapa única, reprovação da candidatura avulsa, que tem sido usada até para a composição da mesa. Quem manda mais, Câmara ou Senado no processo do impeachment.

Ora, o Senado está em alta (presidente Renan a favor da “presidenta”) e a Câmara em baixa (presidente Cunha contra). Quem diria, o PT já cogitou a extinção do Senado: “A função revisora (do Senado) fere o princípio da soberania popular ao sobre-representar  Estados com menor população e sub-representar Estados de maior densidade populacional”. Alegam os defensores da proposição que o voto de 81 senadores vale tanto quanto o de 513 deputados, questionando o poder de decisão.

No entanto, no julgamento em pauta, o STF admitiu que ao Senado se faculta mandar arquivar o processo instaurado na Câmara por 2/3 dos seus membros. E mais, poder fazê-lo por maioria simples. Salta aos olhos tamanha disparidade e desequilíbrio.

O caminho normal é a dupla instância na apreciação das atividades atinentes ao legislativo, determinado pelo sistema bicameral. A recordar que o STF no julgamento dos embargos infringentes anulou o crime de formação de quadrilha imposto aos condenados na “primeira” instância, precipuamente em observância ao duplo grau de jurisdição, fundamento dos votos favoráveis à tese, e previsto no Pacto de San José da Costa Rica.

Inconcebível admitir. A casa que representa o povo — a Câmara dos Deputados — após análise do pedido de impeachment por parte da Comissão Especial, ouvida a defesa da presidente acusada; aceita a acusação ou não pela comissão; matéria em votação no plenário, se aceito por 2/3 dos deputados, é encaminhado ao Senado. E este, por maioria simples, detona o processo instaurado como preceitua a Constituição ao invés de apreciá-lo, considerar a presidente culpada ou não das acusações.

Considerar, como alegado, o afastamento da presidente como agravamento da crise, é muito pouco diante do nível do desgoverno reinante e repulsa da sociedade, beirando noventa por cento. 

O ministro Gilmar Mendes foi bem claro no seu inflamado voto, “ninguém vai cessar o impeachment por meio de interferências no Judiciário”. Ao interferir no processo legislativo, “Vamos dar a cara à tapa. Estamos tomando uma decisão casuística. Assumamos então que estamos manipulando o processo”.

Outras expressões do ministro que preocupam a todos: mar de estranhezas; cooptação do STF; processo de bolivarização da corte e outros ramos do Estado; não se salva quem precisa de base política com esse balão de ar artificial.

Persistir na crise é continuar com o governo atual. Completa o ministro: “Os 171 votos necessários para permitir que se escape de impeachment não são suficientes para governar. Estamos ladeira abaixo, ontem fomos desclassificados mais uma vez, estamos sem governo, sem condições de governar, com um modelo de fisiologismo que nos enche de vergonha.”.

Confirma-se o alerta do então presidente da Corte, Joaquim Barbosa: “É uma maioria de circunstância que tem todo o tempo a seu favor para continuar sua sanha reformadora.”.

A lamentar de tabela o tratamento ríspido do presidente da Corte dado a um advogado ao apresentar uma contribuição ao debate.

Fonte: Alerta Total

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Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado Maior, reformado.

domingo, 20 de dezembro de 2015

O terrorismo acontece cotidianamente para cidadão brasileiro


JANOT - Procurador-Geral da Dilma Rousseff


$talinácio e a picadura da mosquita federal

Dilma Rousseff não tem salvação. Seus controladores conseguiram um respiro na crise política, dando um fôlego ilusório a uma paciente pra lá de terminal, como ela. Mas Dilma tem a incapacidade de agravar a crise econômica. Botar a Nelson Barbosa no Ministério da Fazenda, no lugar do Levy que era um ministro de mentirinha, que só funcionava no discurso e nos aumentos de impostos, nada muda. O PTitanic permanece à deriva.

Crises políticas nem sempre derrubam governos. No entanto, crises econômicas costumam ser fatais para os desgovernos - que acabam caindo de podre. Dilma pode nem sofrer impeachment, se for salva pelos conchavos. No entanto, a popularidade dela é irrecuperável. Além disso, sua equipe não tem credibilidade para nada. Eis por que Dilma já era, sem nunca ter sido.

O problema concreto e objetivo: não é a casa dela que desaba. É a nossa! Quem se ferra é o cidadão-eleitor-contribuinte. Os barões de Bruzundanga ficam onde e como sempre estão: numa boa! Em janeiro, depois do Natal de contenção de despesas, vem aquele montão de imposto e obrigações a pagar. O brasileiro, já endividado além da medula, vai sentir a dificuldade na pele e vai se revoltar. O pau vai cantar. É inevitável.

Na politicagem e sua habitual corrupção, a previsão é de muito trabalho para o ilustríssimo Newton Ishii. O famoso Japonês da Federal vai ter muita gente VIP (Velhaca, Impostora e Picareta) para acordar bem cedinho. Nos maios judiciários, já se especula que o plantão de férias no STF possa até soltar a ordem para afastar Eduardo Cunha da presidência da Câmara, também tirando-o do cargo, antes de um julgamento final que aconteceria em fevereiro. A petelândia ainda sonha em reverter o clima de impeachment com a conivência, complacência e cumplicidade das "gestapos" que dão sustentação a todas as sacanagens.

Vamos aguardar os acontecimentos. Por enquanto, quem continua forte até agora é o mosquito da dengue e outras doenças que atribuem a ele - já tem uma tese jurando que ele é o causador da corrupção epidêmica no Brasil. O verão quente e com previsão de muita chuva, no Brasil de tanta sujeira (gerada pela combinação entre desgovernos sujos e um povinho sujismundo), promete ser do Aedes Aegypt.

Ainda tem idiota que duvida da vigência da ditadura nazicomunopetralha. Mas pouquíssimos duvidam da Picadura do safado da mosquita. É ela quem faz barulho e nos pega. O mosquito é igual o Lula: nunca sabe de nada, e ainda joga a culpa de tudo de errado nos outros - agora, na Casa Civil. $talinácio vai passar o final de ano numa boa... Só quem deve acordá-lo, por volta das 6 horas, é a safada da mosquita, que é federal...

É por isso que o $talinácio está continua mandando todo mundo tomar no Cunha... O problema é que pau que dá em Francisco também dá no Irmão do Frei Chico... Te cuida, $talinácio... Vai que a Gestapo resolve pegar a "Pixuleca"... Quem é da Rose deve saber que a Justiça, como boa mosquita, pode dar uma no cravo e outra na ferradura...

Japonês da Federal

Em vídeo publicado no Facebook na página “Agentes Federais do Brasil”, Newton Ishii - o famoso "Japonês da Federal" - declara apoio à campanha que pede a convocação dos excedentes do concurso da Polícia Federal de 2014 que não foram chamados:

"Precisamos de vocês para juntarmos as forças para combater à corrupção e tornar o Brasil mais justo".

Cunha Angelical


Apreendido

A origem do mal

Por VEJA

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Justiça impede que Lula censure a imprensa


Se você está PT da vida porque uma decisão judicial da primeira vara criminal de São Bernardo do Campo, em um processo que corre em segredo de Justiça, tirou seu "zap-zap" do ar por 48 horas (as operadoras de telefonia adoraram este presentinho natalino), deve encontrar mais motivos para também ficar mais pt da vida ainda com as atitudes nada democráticas do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva - um sujeito oficialmente investigado em várias broncas no Brasil e no exterior.

Ainda bem que o ilustre morador de São Bernardo do Campo tomou uma lambada da 48ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O juiz Mauro Nicolau Junior negou pedido de indenização por danos morais feito Por Lula em processo movido contra jornalistas do jornal O GLOBO. $talinácio tentou alegar que repórteres do jornal tiveram a intenção de atacar a sua honra ao publicar reportagem sobre a obra de um prédio no Guarujá, onde tem um apartamentão de luxo. Felizmente, o magistrado carioca entendeu que os jornalistas “não praticaram qualquer ato ilícito” e apenas exerceram o direito de liberdade de expressão. Por essa razão, o juiz julgou a ação improcedente.

O juiz Mauro Nicolau Junior compreendeu a relevância da liberdade de imprensa no combate à corrupção: “É de notório conhecimento que o país vive momento histórico ímpar, iniciado pela ‘Operação Lava-Jato’, promovida por iniciativa da Polícia Federal e Ministério Público Federal, que busca deflagrar esquemas de corrupção em empresas públicas, e entre empreiteiras e agentes públicos. Qualquer fato que possa estar ligado a essa operação é de grande interesse público e merece ser noticiado pela imprensa”.

O magistrado foi na veia: “A conduta da assessoria de imprensa do autor se revela contraditória, ora afirmando ser o imóvel de propriedade do autor e de sua família, ora negando. O fato de o autor (Lula) ser ou não proprietário de apartamento na cidade do Guarujá pode ou não ser de interesse do povo. Na hipótese de haver investigações criminais em curso sobre as obras do edifício em que o autor seria proprietário de unidade, ou que sua esposa teria quotas conversíveis em unidade do edifício, tal fato não deve passar despercebido pela imprensa. Tem sim esta o direito, mais que isso, o dever, de noticiar tais fatos, desde que devidamente embasadas as suas afirmações e apresentadas as versões dos envolvidos, o que é observado na matéria jornalística tratada neste processo”.

Tão secretamente como os motivos que censuraram seu whatsapp, Lula deu um pulinho ontem, em Brasília, para prestar depoimentos à Justiça. Esperto como sempre, apareceu um dia antes do agendado, para que passasse despercebido, longe dos olhares profanos da imprensa. Lula teve de dar explicações em um inquérito relacionado à Operação Lava Jato. Lula também foi ouvido em uma ação da Justiça italiana sobre a sua relação com o empresário Valter Lavitola, ligado ao ex-primeiro ministro da Itália Silvio Berlusconi, que renunciou ao cargo em novembro de 2011, sobre facilitação para explorar madeira na Amazônia.

O blindadíssimo Lula ainda tem muito de explicar. Mas, em vez disso, ele prefere, de forma covarde, apelar para segredinhos, com o agravante de tentar calar a voz da imprensa. Ainda bem que existem juízes em "Berlim"...

Conclusão: "Vitória na Guerra" é a PQP!

Pergunta pertinente...

Feita pelo apresentador Rodrigo Bocardi, da Rede Globo, no encerramento do telejornal local Bom Dia São Paulo desta quinta-feira de manhã:

"Por que a Justiça bloqueia o Whatsapp, mas não consegue o mesmo com os celulares dentro dos presídios"? 


Empate técnico no STF

O ministro Edson Fachin, relator do rito de impeachment no STF, produziu ontem um voto que, se for acompanhado pela maioria dos 11 ministros, representará uma grande derrota para Dilma no cadafalso.

Vários pontos do parecer de Fachin representam uma tragédia para a Presidenta:

Ele pregou que o Senado não pode barrar a instauração do procedimento. 

Confirmou a votação secreta para a formação da comissão na Câmara. 

Negou o pedido de afastamento do deputado Eduardo Cunha da comissão. 

Argumentou a favor do afastamento de Dilma quando o processo for instaurado na Câmara.

Por fim, rejeitou a ausência de defesa prévia de Dilma.

Nesta quinta-feira, prossegue a votação no STF. Se alguém pedir vista, o caso só se resolve em fevereiro, depois do recesso parlamentar e judiciário.


Já era...

A petelândia teve ontem dois bons motivos para comemorar.

Primeiro, que o ex-senador e governador mineiro Eduardo Azeredo foi condenado há mais de 10 anos de prisão pelo Mensalão Tucano.

Segundo, porque o Procurador-Geral da República pediu o afastamento de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara.

Rodrigo Janot argumentou que Cunha utiliza o cargo para "interesse próprio e fins ilícitos", para "constranger e intimidar parlamentares, réus colaboradores, advogados e agentes públicos, com o objetivo de embaraçar e retardar investigações contra si".


Cartinha misteriosa

Levy despede-se dos integrantes do Conselho Monetário Nacional e oficializa sua saída do governo

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Ainda ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que no início do atual mandato de Dilma Rousseff foi apelidado de “O Breve” pelo UCHO.INFO, despediu-se dos integrantes do Conselho Monetário Nacional (CMN), durante a última reunião do órgão em 2015.

De acordo com participantes do encontro, Levy, que surpreendeu seus pares, disse que não estará presente no próximo encontro do CMN, em janeiro. Isso significa que, a exemplo do que noticiou este portal, o ministro da Fazenda está de saída do governo, situação devidamente negociada coma presidente da República.

Na conversa com Dilma, o ministro deixou acertado que sua saída aconteceria em momento adequado, como forma de evitar maiores impactos no mercado financeiro. Considerando que a economia brasileira vive uma grave e crescente crise, qualquer que seja o dia escolhido por Levy para sua demissão em nada mudará o cenário econômico nacional, que foi muito bem radiografado pela agência de classificação de risco Fitch Ratings, que na quarta-feira (16) rebaixo o grau de investimento do Brasil, já considerado um mau pagador.

Único nome respeitável da equipe ministerial do atual governo, Joaquim Levy apresentou um plano de recuperação da economia a partir do ajuste fiscal, tese que não foi aceita pelos verdadeiros donos do mandato de Dilma.

Refém da crise política que escorre pelas frestas do Congresso Nacional e do movimento populista criado para salvar o mandato de Dilma Rousseff, que está na mira de um pedido de impeachment, Levy viu sua proposta de superávit de 0,7% do PIB em 2016 ser alterada pela presidente, como se o ministro nada representasse.

Incompetente conhecida e ode ao fiasco quando o assunto é política econômica, Dilma perde o seu mais importante colaborador, que tentou recolocar o Brasil na rota do crescimento, mas a receita foi barrada, desde o início, pelo alarife profissional Lula, agora um exitoso lobista-palestrante.

De tal modo, os brasileiros que se preparem, pois a crise econômica há de piorar nos próximos meses, pois a saída de Levy não será bem assimilada pelo mercado financeiro internacional. Depois que Dilma trocou o poder pelo cargo, a partir de então só falta decidir quem ficará responsável por apagar a luz.

Manifestações pró-Dilma também foram um fracasso


As mensagens do dia 13 de dezembro

 

Compartilho algumas impressões e sentimentos que desde o último domingo vêm alimentando o meu otimismo.

O dia 13 de dezembro, além de ter sido o Dia do Marinheiro, de ter sido o dia em que, na Esplanada dos Ministérios, milhares de brasileiros deixaram claro que o futuro do Brasil vale muito mais do que um dia de descanso, nos permitiu receber, no que também foi a celebração do Terceiro Domingo do Advento, as seguintes mensagens das leituras da bíblicas:

“Não temas,(…), não te deixes levar pelo desânimo!“

“Não cobreis mais [impostos] do que foi estabelecido. Não tomeis à força dinheiro de ninguém, nem façais falsas acusações!”

“Aquele que é mais forte do que eu virá com a pá na mão, vai limpar a eira e recolher o trigo no celeiro, mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga.”

São frases que, colocadas na conjuntura em que vivemos, soam como mensagens de esperança para quem, de alguma forma – qualquer forma – se tem empenhado para livrar o Brasil do processo de prostituição em que foi metido pelos aproveitadores e pelos vendedores de ilusões que se agarram como podem ao poder ou que já estão na cadeia ou em vias de lá estar.

Assistir ao patético desfile dos minguados milicianos do PT, da CUT, da UNE, do MTST e do MST pelas principais cidades do País, em dia e horário de trabalho, reunidos e conduzidos como gado, alimentados, adereçados e vestidos com a cor que nunca será a do Brasil, tudo, evidentemente, pago com os recursos sujos da corrupção; poder vislumbrar o olhar e o aspecto bovino do povo que ainda repete os mantras que escuta sem saber o que diz; tudo no mesmo dia em que o Ministro Fachin, surpreendendo a todos, nega o afastamento de Eduardo Cunha, aceita o voto secreto e não admite o direito de defesa prévia no impeachment são mensagens que não podem passar desapercebidas e que indicam que, realmente, não devemos deixar-nos levar pelo desânimo!


Desta forma, mesmo sabendo que o fim das consequências dos nossos equívocos não está próximo, já podemos alimentar a certeza de que o sofrimento nos fará mais fortes e mais sábios, que a perseverança e a fé nos fará vitoriosos e, ainda, que, mesmo sem ver no horizonte a silhueta do porto seguro, passaremos o controle do leme e das velas com a embarcação emproada para ele!

Dilma faz aniversário e nos dá um presente: A Renúncia


Não há um nome que gere confiança para substituir a Srª. Dilma


RITO do #Impeachment


Operação Sangue Negro mira Petrobras e SBM

Por VEJA

Acuado, Temer ataca o PT


quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Dilma feliz com presente de Janot ?


Fachin mantém voto secreto para comissão do impeachment e diz que Senado deve acatar decisão da Câmara

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O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconheceu a legitimidade da votação secreta realizada pela Câmara dos Deputados para escolher a comissão que de chofre analisará o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

Esta decisão frustrou os aliados de Dilma, que recorreram ao STF para que a votação fosse derrubada. O governo, por questões óbvias, preferia que a eleição fosse aberta e que apenas a chapa “oficial”, com parlamentares indicados por líderes partidários, fosse reconhecida como legítima. Na ocasião, a votação foi secreta e a oposição lançou chapa alternativa, que saiu vitoriosa.

Na última semana, após o PC do B ingressar no Supremo com ação questionando o trâmite do impeachment, Fachin paralisou o andamento do processo que ao final poderá resultar no impedimento de Dilma Rousseff.

Agora, estima-se que a discussão sobre o rito do impeachment seja longa, podendo levar até duas sessões. Antes de o ministro apresentar seu voto, as partes envolvidas (PCdoB, Senado, Câmara, Advocacia-Geral da União e Procuradoria-Geral da República) terão 15 minutos, cada um, para se manifestar.

Fachin também autorizou que pelo menos sete partidos (PT, PSDB, PSOL, DEM, REDE, PP e Solidariedade) participem do julgamento e apresentem seus argumentos.

O voto de Luiz Fachin ainda terá de passar pelo crivo dos outros dez magistrados da Corte, podendo, portanto, ser modificado. Inclusive o próprio ministro pode mudar de opinião até o fim do julgamento. Um dos ministros que já estudou o voto comentou que “é notório que ele está tentando construir consensos”.

O ministro do STF também apresentou sugestões para que o Supremo estabeleça um rito para o impeachment, um “guia” a ser seguido pelos parlamentares, evitando dessa forma que a todo instante recorram à Corte para dirimir dúvidas. Ele propõe também o reconhecimento de que cabe a uma comissão do Senado a decisão de afastar a presidente do cargo após abertura de um processo de impeachment.


De igual modo, Fachin também afirmou em seu extenso voto que não cabe ao Senado rejeitar um processo de impeachment aprovado pela Câmara, como chegou a ser aventado por políticos aliados de Dilma e contrários ao processo.

Marcos Valério está disposto a fazer delação premiada


DE OLHO NO PASSADO - Preso duas vezes desde que eclodiu o escândalo, o empresário Marcos Valério hoje despreza e teme os mensaleiros que ajudou
Marcos Valério, operador do mensalão 
(Paulo Filgueiras/D.A.Press/VEJA)
Operador do mensalão pode esclarecer a participação do PT em caso de chantagem que envolve a morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel

Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 38 anos de prisão por ser o operador financeiro do mensalão, o empresário Marcos Valério está disposto a se tornar o mais novo delator da Operação Lava Jato. Preso em Minas Gerais, Valério acompanha pela televisão os desdobramentos do petrolão e já sabe que o pecuarista José Carlos Bumlai, preso em Curitiba, confirmou aos investigadores uma das histórias narradas por ele em 2012, quando tentou fechar um acordo com a Procuradoria Geral da República. Em depoimento prestado nesta segunda-feira, Bumlai confessou aos investigadores ter servido de testa de ferro do PT para tomar um empréstimo de 12 milhões de reais no Banco Schahin e honrar compromissos financeiros do partido durante o primeiro governo Lula. A história em torno do empréstimo envolvendo o Banco da família Schahin, o pecuarista amigo de Lula e o PT é um dos episódios mais nebulosos da Era Lula no poder. É também um mistério que Valério pode ajudar os investigadores a desvendar. "Meu cliente quer colaborar, desde que haja algum benefício. Se for proposto um acordo de delação premiada, ele está disposto, com certeza", diz o advogado Marcelo Leonardo, que defende o mensaleiro.

O nome de Marcos Valério ressurgiu nas investigações no ano passado, depois que os investigadores da Lava Jato encontraram no escritório de Meire Poza, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, um contrato de empréstimo de 6 milhões de reais entre a 2S Participações, de Marcos Valério, e a Expresso Nova Santo André, de Ronan Maria Pinto. Quando depôs ao Ministério Público, em 2012, pouco antes de ser condenado, Valério contou que, no primeiro mandato de Lula, foi procurado pelo então secretário do PT, Silvio Pereira, com um pedido de ajuda. Na época, segundo ele, o governo estava sendo chantageado por Ronan Maria Pinto, que ameaçava implicar Lula, Gilberto Carvalho e José Dirceu na morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel. Ronan confirmaria a tese, jamais provada pela polícia, de que Celso Daniel foi assassinado ao tentar acabar com um esquema de cobrança de propina pelo PT em Santo André.

O valor do contrato - os 6 milhões de reais - era exatamente a quantia que Valério dissera ao MP que o chantagista cobrou do PT para abafar o escândalo em Santo André. Valério e amigos poderosos do governo foram convocados para organizar a engenharia financeira da operação. Nessa parte da história surge Bumlai, o amigo de Lula encarregado de levantar o dinheiro junto ao Banco Schahin. O empresário disse aos investigadores que Bumlai contraiu o empréstimo e, simultaneamente, usou sua influência para conseguir que a construtora Schahin, ligada ao mesmo grupo empresarial, ampliasse seus contratos com a Petrobras. Ao Ministério Público, Valério disse que Bumlai articulou a tramoia diretamente com a direção da Petrobras, cujos cargos-chave eram comandados por petistas.

Confrontado hoje com as revelações da Lava Jato, o depoimento de Marcos Valério é de uma precisão devastadora. Bumlai confessou que tomou o empréstimo milionário no Banco Schahin a mando do PT. Bumlai foi acusado por diferentes delatores da Lava Jato de ter usado sua influência política junto ao petismo para conseguir que a Schahin conquistasse contratos bilionários na Petrobras, dentre eles o de operação do navio-sonda Vitória 10.000, dado aos Schahin por ordem direta do petista José Sérgio Gabrielli. O negócio, portanto, aconteceu exatamente como o empresário dissera.

Com todos esses pontos esclarecidos, resta saber se o empréstimo contraído por Bumlai junto ao Banco Schahin foi mesmo usado para comprar o silêncio do empresário Ronan Maria Pinto. Os investigadores da Lava Jato já sabem que o contrato de empréstimo entre a empresa de Valério e Ronan pode ser a resposta. No ano passado, VEJA revelou que Enivaldo Quadrado, um dos comparsas de Valério no mensalão, também investigado na Lava Jato, usava o contrato para chantagear o PT. Era a chantagem da chantagem. Enivaldo recebia do ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto uma mesada de 15.000 reais, paga inclusive com dólares, para manter o documento escondido. Os pagamentos foram confirmados por Meire Poza, a contadora de Youssef, que revelou à CPI da Petrobras ter ido três vezes à casa do jornalista Breno Altman, petista ligado a José Dirceu, para receber o dinheiro em nome de Enivaldo Quadrado.

Em delação premiada, o doleiro Alberto Youssef confirmou a mesada do PT para Enivaldo Quadrado e revelou que foi Breno Altman que encomendou a Enivaldo a confecção do contrato envolvendo a empresa de Marcos Valério e a empresa de Ronan Maria Pinto. "Quem pediu para que Enivaldo Quadrado fizesse o documento era uma pessoa ligada ao Partido dos Trabalhadores chamada Breno Altman. Por meio de tal operação, Enivaldo receberia dinheiro ou algum outro favor", disse Youssef. O doleiro ainda afirmou que Enivaldo guardava o contrato "a sete chaves", como "resguardo pessoal", porque o documento comprometeria o PT na morte de Celso Daniel. "Indagado sobre o que motivou Breno Altman a realizar tal operação (pedir para Enivaldo fazer o contrato), foi o fato de que o PT estaria sendo ameaçado por conta do caso 'Celso Daniel', de maneira que a documentação foi preparada para atender a determinada pessoa, que seria o proprietário de uma empresa de ônibus. A chantagem, no entanto, objetivava que tal pessoa 'ficasse quieta' em relação ao caso Celso Daniel", disse Youssef aos investigadores.

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Golpe duplo na Economia

Por VEJA

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