sábado, 12 de março de 2016
sexta-feira, 11 de março de 2016
quinta-feira, 10 de março de 2016
“O Oportunismo de Lula”
Quem gastar alguns minutos lendo os termos da delação
premiada do senador Delcídio verá que praticamente todos os itens do documento
– Pasadena, Bumlai, Cerveró, Sítio de Atibaia – só para citar alguns, de há
muito são do conhecimento geral. A maioria foi manchete de jornais ou capa das
principais revistas por mais de uma vez. A novidade é que os fatos são agora
ratificados na íntegra e com detalhes pela terceira pessoa em importância do
governo petista, nada mais nada menos do que seu líder no Senado. Todos, de uma
ou outra forma, envolvem o ex-presidente Lula, no exercício ou não do seu
mandato.
Nos seus seguidos encontros com a presidente, certamente,
Lula deve gastar bom tempo para alertá-la sobre o risco de que parte
considerável dos integrantes do seu governo terminem nas barras dos tribunais,
ela incluída.
Lula está desesperado e, como é do seu estilo, valeu-se do
chamamento da Lei, por meio de “condução coercitiva, ” de resto aplicada a
todos os demais investigados. Qualquer que fosse a forma de convocação do Juiz
Sergio Moro, ela seria usada por ele para armar o ridículo espetáculo que se
seguiu ao seu depoimento.
E é sobre isso em especial que desejo manifestar nossa
preocupação. Lula, uma vez mais, claramente, incitou à violência fazendo-se de
vítima. “Nós e eles”, “pobres e ricos”, “elite e explorados” e, mais grave, a
convocação do que ele em outra ocasião chamou de “exército do Stedile”. Deveria
ser chamado à responsabilidade por isso. Mais ainda porque não desconhece o
ambiente explosivo que reina no país, fruto do desastre que os treze anos de
experiência petista provocaram. Uma pena que no noticiário sobre o assunto,
parte da mídia embarcasse na imagem de perseguido que Lula tentou passar e,
acreditem, definisse seu “pronunciamento” como o de um “grande orador”.
Incorrigíveis oportunistas como sempre.
Utilizar as Forças Armadas para combater mosquitos, socorrer
populações atingidas por tragédias ambientais, organizar jogos esportivos e
tantas outras ações estranhas à sua real destinação, muitas vezes abusivamente
porque substitui órgãos instituídos, exatamente, para cuidar de tais tarefas, é
uma coisa, mas empregá-las para garantir ou restabelecer a ordem pública depois
do caos instalado é coisa muito diferente. Isso se faz com armas nas mãos, e
armas de guerra. Já vimos, participamos e esperamos que não mais se repita no
nosso País.
Por isso, é essencial que todas as atenções estejam voltadas
para os próximos e temerários passos do ex-presidente, mas sem que se admita
possam seus impensados atos constranger a Justiça no propósito de investigar
cada um dos eventuais delitos por ele praticados. Afinal, a Lei é para todos.
Berzoini compara Lula a Pelé e vê como positiva eventual ida do lobista para um ministério
Por UCHO.Info
O Palácio do
Planalto, que sangra sobre a cimitarra da múltipla crise, prepara com muito
cuidado um duro e covarde golpe contra a sociedade e o Estado Democrático de
Direito. A ideia absurda que é embalada pelos palacianos é transformar Luiz
Inácio da Silva, o lobista-palestrante, em ministro de Estado para que o mesmo
livre-se, por enquanto, da crescente possibilidade de ser preso na Operação
Lava-Jato.
Lula, a jararaca de
pelúcia, é covarde conhecido, o que explica a armação palaciana, mas sua
empáfia não permite submissão a quem quer que seja na estrutura do mais
corrupto governo da história nacional. Que Lula é o dono de fato do governo
ninguém duvida, mas fazê-lo ministro seria, antes de tudo, interferir de
maneira escandalosa nas investigações sobre o Petrolão, ao mesmo tempo em que
comprovaria o colapso do mandato de Dilma Rousseff.
Não obstante, a
subserviência de muitos integrantes do governo a Lula chega a ser nauseante.
Ministro da Secretaria de Governo e um dos responsáveis pela débâcle da Bancoop
– a cooperativa ligada ao apartamento triplex creditado a Lula –, Ricardo Berzoini admitiu,
nesta quarta-feira (9), a importância para o governo de fazer de Lula um
ministro de Estado.
Questionado se essa
manobra não provocaria desgaste adicional a um governo que desmancha à sombra
de uma crise múltipla, Berzoini, recorrendo às metáforas futebolísticas, comparou
Lula a Pelé. “Qual time que não gostaria de colocar o Pelé em campo?”,
respondeu o ministro em tom de indagação.
Em conversa com
jornalistas no Palácio do Planalto, Berzoini não se avexou ao reconhecer que o
governo de Dilma Rousseff tem dono. “A bola sempre esteve com ele”, disse o
ministro, em referência não convincente de que a decisão de tornar-se ministro
depende do próprio Lula.
A declaração do
petista Ricardo Berzoini, que na noite de terça-feira participou de jantar
Palácio da Alvorada em foi discutida a aterrissagem de Lula em algum
ministério, é uma clara mostra de que existe pressão para que o lobista-palestrante
renda-se à proposta indecorosa e assuma um ministério, apesar da resistência de
Dilma e do próprio Lula.
Nas entranhas do
poder, em Brasília, fala-se que Lula poderia assumir o Ministério das Relações
Exteriores, como se os escândalos investigados na Operação Lava-Jato não
representassem empecilho para que o petista representasse o Brasil ao redor do
planeta. Fora isso, Lula ficaria quase que impedido de viajar a Portugal, onde
avançam as investigações sobre as reticências do Petrolão.
Como noticiou o UCHO.INFO em
matéria anterior, a aceitação por parte de Lula seria uma inequívoca admissão
de culpa, algo que está a um passo de ser provado pela força-tarefa da
Lava-Jato, que por enquanto não mandou o petista à prisão.
No caso de Lula
tornar-se ministro de Estado, a autorização para a sua prisão seria de
responsabilidade do Supremo Tribunal Federal (STF), onde a maioria dos
ministros foi indicada pelo ex-presidente. Ou seja, o governo despejaria sobre
a nação uma pizza enorme e mal cheirosa.
Como problema
acessório, Dilma teria de admitir o fim do seu governo, pois é inimaginável que
na hierarquia do poder a criatura começasse a mandar no criador.
Lula, o inimigo do Brasil !!!
Há alguns anos, a
partir de uma declaração de ódio ao Lula que recebi por email, tornei pública a minha própria ojeriza ao Sr
Luiz Inácio
Reitero, e agora com
muito mais razão, o meu o receio de aproximar-me e de simpatizar com o cidadão Lula da Silva. Estou convencido
de que se trata de uma pessoa cativante, muito falante, sem cultura, mas detentor
de uma memória privilegiada. Ainda fico a imaginar seu repertório de piadas do
papagaio, do Juquinha, do Joãozinho, de português (refiro-me ao personagem, não
ao idioma) e tantos outros temas do farto folclore brasileiro, neste tema de
botequim.
A julgar pelo que
sei hoje, foge à minha capacidade imaginar o quanto deve ser divertido
compartilhar o ambiente de um bar na companhia de Lula da Silva, saboreando
petiscos, degustando uma cerveja gelada e ouvindo, através de sua singular
dicção, uma seleção do seu inesgotável repertório de casos e mentiras.
Acrescento aos meus
temores, agora, depois de assistir suas indignadas queixas da ação dos agentes
da Polícia Federal que o tiraram mais cedo da cama nesta gloriosa manhã de 4 de
março, o terror/pânico de ser enfeitiçado pelo mesmo sentimento de doação que
os sócios dos seus filhos e os dirigentes das grandes empreiteiras brasileiras
passaram a sentir depois de terem, inadvertida e inocentemente, se aproximado
do Sr Lula da Silva, o que, só agora entendo, justifica o seu título de “Guru
de Garanhuns”.
Não tenho sítios,
tríplex, jatinhos ou dinheiro de sobra para doar ao Lula apenas para ser
embevecido por sua voz a dizer qualquer besteira justificada como palestra.
Talvez sejam piadas sobre os idiotas que conseguiu cativar e engambelar!
Se me tivesse
tornado uma de suas vítimas ficaria na miséria, porque Lula, como uma Madre
Tereza de Calcutá ao avesso, nada tem, vive da “caridade compulsiva” dos amigos
que conquistou ao longo de sua vida de grevista, sindicalista, político,
picareta e corrupto!
Lula é, na verdade,
um odioso mercador de ilusões que, de uma forma ou de outra, inclui no negócio
a alma e a consciência daqueles cujo apoio necessita para a consecução de seus
planos de poder e riqueza. Aos canalhas oferece conluio e posição, aos
ignorantes e miseráveis oferece esmolas e sanduiches de mortadela.
Seu plano diabólico
de vida incluiu, desavergonhadamente, a mentira, a enganação e o enriquecimento
ilícito à custa da ignorância e do erário. Combinou com os partidos corruPTos
que o apoiam que bastaria colocá-lo no poder, para que lá, sentado sobre o
cofre e com os meios de confisco à disposição, arrumasse a vida de todos.
Bastaram algumas
polpudas mesadas a políticos e jornalistas, a oferta de negócios superfaturados
a empresários corruptos – em troca de propinas, “pixulecos” e acarajés – e o
aceno de vida mansa, mas sem perspectiva, aos miseráveis possuidores de título
eleitoral – vítimas permanentes e tradicionais dos canalhas como ele – para permanecer
por 13 anos no poder.
A inteligência
maquiavélica de Lula e a aparente indignação (como se tivesse alguma dignidade)
dos seus últimos discursos visam apenas a manter o que lhe resta da ignorante
militância enraivecida, embevecida e apiedada da triste sina que lhe reservam a
descoberta da verdade e a determinação dos, estes sim, dignos, honestos e
competentes Juiz Sérgio Moro e sua equipe de Procuradores e Policiais Federais.
Por estas e outras
razões considero Lula o inimigo do Brasil, quero distância dele e não me
permito compartilhar com ele sequer uma mesa de bar, quanto mais conformar-me
com a ideia de vê-lo, ainda, em liberdade!
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