quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Uma acusação falsa e leviana
Por Cel Ref Carlos Alberto Brilhante Ustra
Agora virou moda. Basta o depoimento de um terrorista ao
Ministério Público, acusando de tortura um agente do Estado que combateu a luta
armada, para que este seja denunciado.
Foi o que aconteceu comigo, a alguns dos meus subordinados no DOI e, também, a
vários companheiros que lutaram, bravamente, sob as ordens dos nossos chefes
militares, e impediram que o Brasil fosse dominado pelo comunismo.
Matéria a respeito foi publicada em letras garrafais no
jornal o Globo sob o seguinte título: Ustra e mais dois são denunciados por
morte de militante do PCB. Coronel
comandava a unidade onde vítima teria sido torturada e assassinada.
Publicado no no site do Ministério Público Federal:
“MPF denuncia coronel Ustra e mais dois militares por morte
de ativista político durante a ditadura"
Vítima morreu após ser submetida a intensas torturas na sede
do DOI em São Paulo
| Hélcio Pereira Fortes |
O Ministério Público Federal denunciou nesta sexta-feira, 19
de dezembro, três militares pela morte do militante político Hélcio Pereira
Fortes, em janeiro de 1972. Hélcio era ligado ao Partido Comunista Brasileiro
(PCB) e dirigente da Ação Libertadora Nacional (ALN). Ele foi morto aos 24 anos
após intensas sessões de tortura
realizadas nas dependências do Destacamento de Operações de Informações
do II Exército (DOI) em São Paulo. O coronel reformado Carlos Alberto Brilhante
Ustra, o delegado Dirceu Gravina e o servidor aposentado Aparecido Laertes
Calandra são acusados por homicídio doloso qualificado.
Hélcio Fortes foi sequestrado em 22 de janeiro de 1972 por
agentes da repressão no Rio de Janeiro, em circunstâncias não esclarecidas, e
levado para a sede do DOI no Rio. Após alguns dias, foi transferido para o DOI
em São Paulo. Lá, o então major Ustra, que comandava a unidade, e seus
subordinados à época (Gravina e Calandra) submeteram o militante a práticas
ininterruptas de tortura e maus tratos, provando sua morte.
Segundo a versão oficial, criada por Ustra, a morte de
Hélcio teria ocorrido às 10h do dia 28 de janeiro. No entanto, conforme
relatado pela testemunha Darci Toshiko Miyaki, militante da ALN que também
esteve presa no DOI na mesma época, ela e Hélcio ainda estavam a caminho de São
Paulo naquele dia, sendo conduzidos na viatura com agentes da repressão, tendo
chegado ao DOI em São Paulo por volta das 16h.
Darci afirma ainda que, ao chegarem em São Paulo, foram
levados imediatamente para a sala de interrogatório, onde foram torturados. Por
estar em uma sala ao lado da de Hélcio, ela conta que podia ouvir os gritos
dele, nos momentos em que suas torturas eram interrompidas. Em um desses
intervalos, um dos agentes chegou a dizer-lhe que Hélcio estava sendo empalado.
A testemunha acredita que Hélcio faleceu no dia 30 ou 31 de janeiro, pois ao
ser conduzida para a “solitária” pelo carcereiro, ele afirmou que dali havia
acabado de sair um “presunto fresquinho”, referindo-se à vítima. Além disso, a
partir daquela data não ouviu mais os gritos dele.
Visando dissimular a causa da morte de Hélcio, Ustra planejou
e executou a “versão oficial” de que a vítima teria fugido da prisão e falecido
em decorrência de tiroteio com agentes de segurança. A fim de justificar a versão, os denunciados
forjaram um suposto tiroteio travado com agentes dos órgãos de segurança,
supostamente ocorrido no dia 28 de janeiro, quando a vítima teria sido ferida e
vindo a falecer.
Esta versão consta também do atestado de óbito de Hélcio,
bem como do respectivo laudo do exame de corpo de delito, subscrito pelos
médicos Isaac Abramovitch e Lenilso Tabosa, designados para fazer a autópsia na
vítima. O laudo foi solicitado por Alcides Cintra Bueno Filho, falecido
delegado do Departamento Estadual de Ordem Política e Social (DEOPS), que
estava ciente da farsa. Na requisição feita por Alcides, já constava a letra
“T”, escrita em vermelho, que indicava se tratar de um “terrorista”, e a
natureza da ocorrência como “homicídio”.
Ocultação
O corpo de Hélcio foi enterrado no Cemitério Dom Bosco, em
Perus, sem a presença dos parentes. A família somente conseguiu levar os restos
mortais da vítima para sua cidade natal, Ouro Preto, três anos depois, em 1975.
A ocultação do cadáver do militante visava esconder a verdadeira causa da
morte, pois, após enterrado, dificilmente o corpo seria localizado e, assim,
não seria possível constatar a existência de marcas deixadas pela tortura.
Além da condenação por homicídio doloso, o MPF quer que
Ustra, Gravina e Calandra tenham a pena aumentada devido a vários agravantes,
como motivo torpe para a morte, emprego de tortura, abuso de poder e prática de
um crime para a ocultação e a impunidade de outro.
O procurador da República Anderson Vagner Gois dos Santos,
responsável pela denúncia, destaca que não se pode falar em prescrição ou
anistia nos crimes relatados. “Os delitos foram cometidos em contexto de ataque
sistemático e generalizado à população, em razão da ditadura militar
brasileira, com pleno conhecimento desse ataque, o que os qualifica como crimes
contra a humanidade – e, portanto, imprescritíveis e impassíveis de anistia”,
diz trecho da denúncia.
O número da ação para acompanhamento processual é
1.34.001.007797/2011-93. Para consultar a tramitação, acesse:
www.jfsp.jus.br/foruns-federais
Meu comentário
A denúncia do procurador da República Anderson Vagner Gois
dos Santos além de falsa, é leviana.
Eu, jamais poderia ter torturado Hélcio Pereira Fortes e ter
planejado e executado a versão da sua morte, porque no período de 10 de janeiro a 9 de fevereiro
de 1972, estava afastado das minhas funções, em férias, na cidade da Santa
Maria/RS. Este período do meu afastamento foi publicado no Boletim Interno do
II Exército, de 5 de janeiro de 1972, que publico na integra: “ FÉRIAS: A 05
Jan, foi público ter-lhe sido concedido um período de férias regulamentares
relativas ao ano de 1970, a partir de 10 Jan72, o qual deverá apresentar-se
pronto para o serviço, no dia 09 Fev 72”. Cópia dessas alterações serão
encaminhadas ao meu advogado, Dr Paulo Esteves.
Como tem acontecido nos processos a que temos sido
submetidos, este documento oficial do
Exército Brasileiro deverá ser desconsiderado, assim como tem sido
desconsiderados todos os laudos técnicos e as publicações nos jornais da época,
por vários membros da Justiça, da CNV, e de grande parte da imprensa, porque
“tudo foi forjado pela ditadura”.
Agora o que está
valendo é o depoimento de ex-terroristas revanchistas que, em cada processo, se
reúnem, combinam o que vão falar em juízo e afirmam que nos viram
torturando, batendo em crianças, planejando laudos falsos etc... é a
palavra deles contra a nossa. E neste atual processo não duvido que apareçam 5
ou 6 deles que vão afirmar que as minhas férias foram inventadas e que me viram
neste período lá no DOI.
Por outro lado, não tenho testemunhas. Quem vou apresentar
para depor a meu favor? Antigos subordinados, com idade avançada, os quais preciso preservar para evitar que
passem pelas mesmas atitudes revanchistas de que tenho sido alvo?
Senhor procurador, o
senhor sabe qual é a verdadeira história de Darcy Toshico Mihiaki?
Ela pertencia à Ação Libertadora Nacional – ALN - , uma das
mais sanguinárias organizações
terroristas. Usava documentos falsos em nome de Luciana Sayori Shindo e Áurea
Tinoco Endo. Viajou para Cuba em 1968, com os documentos falsos em nome de
Ordélia Ruiz. Nesse país, durante um ano e três meses, participou de um curso
de guerrilha. Retornou ao Brasil em junho de 1971, sendo integrada ao Setor de
Inteligência da ALN. Residia no aparelho de Lídia Guerlanda a qual perdeu a mão
durante um treinamento de lançamento de bomba. Darcy foi para o Rio de Janeiro
a mando de Yuri Xavier Pereira para cobrir um ponto com Hélcio Pereira Fortes.
Foi presa, enquanto esperava o contato, na Rua Ataulfo de Paiva, no Leblon.
Recém chegada de Cuba ainda não participara de ação armada.
Pela sua denúncia, isto ocorreu no dia 22/01/1972.
Ainda segundo a sua denuncia, Hélcio morreu no dia 30 ou 31
de janeiro de 1972.
Depois de 42 anos passados, é difícil me lembrar de todos os
detalhes ocorridos sob o meu comando no DOI, mas imagino que Hélcio, com um
passado terrorista invejável, deveria ter cumprido as instruções da ALN de
tentar a fuga ou o suicídio. Penso que ele deve ter dado um “ponto frio”
(inexistente) ou um “ponto de polícia”
(um local onde seus companheiros tentariam resgatá-lo). Num destes pontos deve
ter tentado a fuga. Nestes casos os agentes encarregados da cobertura do ponto
atiravam no fugitivo. Se o fugitivo caísse ferido era levado para o Hospital
Militar e, se tivesse sido morto. seu corpo
era conduzido ao DOI para ser encaminhado ao Instituto Médico Legal e
para as demais providências do seu sepultamento, providências estas a cargo
da Secretaria de Segurança Pública.
Deve ter sido isto o que aconteceu com Hélcio Pereira Fortes
e que, agora, Darcy trocou pelas cenas
de tortura. Como sempre a versão dela vai prevalecer.
Lembro-me bem de Darcy Toshiko Mihiaki pois ela permaneceu
no DOI por alguns meses.
Falei a primeira vez com
Darcy no dia em que voltei de férias, em 9 de fevereiro de 1972, ao
fazer a revista matinal aos presos. Ela estava muito bem e não se queixou de
nada.
Recentemente, vi uma reportagem onde ela afirma que no DOI
foi barbaramente torturada, que tomou choques elétricos na vagina que a
deixaram estéril.
Muito diferente da Darcy que
algumas semanas depois da sua prisão, me pediu, em nome de Rioco,
Márcia, Mari, e Eliane, todas ocupantes da mesma cela dela e de Linda, que não
fossem encaminhadas ao Presidio Tiradentes, como era o procedimento normal.
Justificava seu pedido informando que no DOI eram muito bem tratadas, tinham
certeza de que Linda, que estava grávida, teria um acompanhamento pré-natal
adequado. Respondi que ali era um órgão operacional e que isto não seria
possível.
Após muita insistência da parte delas, o Comandante do II
Exército autorizou a permanência até o nascimento do filho de Linda.
E assim elas ficaram no DOI, " na casa dos
horrores", "onde mulheres eram estupradas" e "crianças era
torturadas" .
Depois que o filho de Linda nasceu, em 05 de setembro de
1972 com o ”oficio 574/72 - E2- DOI , foram encaminhadas ao Diretor do Presidio
Tiradentes pedindo que Rioco, Marcia,
Mari, Eliane, Darcy e Linda fossem recolhidas na mesma cela , possibilitando,
dessa forma, que seja por elas mesmas prestada assistência à Linda Tayah, a
qual se encontra ainda, em convalescença, por ter dado à luz recentemente.
Carlos Alberto Brilhante Ustra – Maj – Cmt do Destacamento de Operações de
Informações.”
Publicado originalmente no site A Verdade Sufocada
EUA X CUBA:
"Abertura dos portos às nações amigas"...
Por ocasião do desencadeamento da "abertura dos portos às nações amigas" realizada pelos EUA visando "prestigiar" Cuba, cabe-nos a obrigação de relembrar algumas "preciosidades" do "REGIME DEMOCRÁTICO da ilha da fantasia castrista"
Num retrato do “ditador democrata” das Américas, o vídeo mostra um pouco do terror vivido pelos cubanos, com imagens
chocantes fuzilamentos e execuções do governo comunista cubano.
Já passam de cem mil cubanos assassinados pelos irmãos Castro. Os "democratas" detentores do poder na ilha-presídio sempre se utilizaram de torturas, fuzilamentos e prisões ilegais para manter seu reinado de terror, transformando o povo cubano em escravos de um sistema maldito e assassino.
Já passam de cem mil cubanos assassinados pelos irmãos Castro. Os "democratas" detentores do poder na ilha-presídio sempre se utilizaram de torturas, fuzilamentos e prisões ilegais para manter seu reinado de terror, transformando o povo cubano em escravos de um sistema maldito e assassino.
Três notinhas da semana:
- Estados Unidos e a ditadura cubana;
- Sexualidade e natureza humana;
- Ataque à Jair Bolsonaro
Além do Brasil e das FARC, o Foro de São Paulo terá agora
mais um patrono bilionário: os EUA, por intermediação de Cuba.
Os políticos conservadores e os refugiados cubanos em Miami podem
se esforçar para dar outro rumo ao encadeamento das causas e efeitos, mas isso
será como colocar rédeas num dragão.
Ao apoiar a iniciativa do governo Obama, o Papa Francisco
prova mais uma vez sua completa falta de discernimento político.
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Um dos dogmas mais básicos – e mais psicóticos – da
mentalidade revolucionária nas últimas quatro ou cinco décadas é que não existe
“natureza humana”: o bicho-homem não tem instintos, não tem programação
genética, é uma folha em branco, uma tábua rasa: tudo o que ele faz e pensa é
imposto por “estereótipos culturais”. Estes, por sua vez, não surgem da
experiência acumulada das gerações, mas são “instrumentos de dominação” criados
pela maldita classe dominante.
Se você acredita que é macho só porque nasceu macho, ou
fêmea só porque nasceu fêmea, está muito enganado(a). Foi o “aparato de
reprodução da ideologia burguesa” que vestiu em você esses modelitos odiosos
para que você não percebesse que seu pênis pode ser um sinal de feminilidade e
sua vagina uma prova de macheza acima de qualquer suspeita.
Nem precisa perguntar: Sim, a ciência já demonstrou que isso
é uma fraude das grossas. E sim, os mesmos que brandem a teoria da “tábua rasa”
contra os papéis tradicionais de homem e mulher saem gritando, cinco minutos
depois, que o homossexualismo é genético e que tentar mudar um homossexual é
crime. Isto é: você não nasce homem nem mulher, mas nasce homossexual.
Perguntar como você pode sentir atração por pessoas “do mesmo sexo” sem ter
sexo nenhum é homofobia.
Há ainda aqueles que exigem acesso aos banheiros femininos
para os transexuais e ao mesmo tempo berram que “é preciso acabar com os
estereótipos de macho e fêmea”. Mas o que faz de um transexual um transexual
senão o fato de que, nascido num sexo, ele copia os estereótipos do outro? E é
preciso ser cego para não notar que a conduta feminina de um transexual é ainda
mais estereotipada que a das mulheres.
Um documentário recente
(https://www.youtube.com/watch?v=p5LRdW8xw70) mostrou que na Noruega, o país onde
a legislação é a mais igualitária do mundo para homens e mulheres, as pessoas
continuam a buscar as profissões que correspondem ao “estereótipo” do seu sexo,
com freqüência estatística até maior do que o faziam antes de oficializado o
discurso equalizante. Os fanáticos da “tábua rasa” dizem que elas fazem isso
por pressão da sociedade, mas elas insistem que não: as mulheres escolhem
cuidar de bebês, e não de automóveis, porque querem e não porque mamãe mandou.
Mas os iluminados acreditam que essas pessoas não têm autoridade para dizer o
que querem: quem tem são eles.
É essa a mentalidade por trás de milhares de leis psicóticas
com que cérebros lesados impõem a sua deformidade à população, proibindo a
saúde mental como se fosse um crime.
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Está aberta a temporada de caça ao deputado Jair Bolsonaro.
Na verdade, sempre esteve, não sendo essa portanto a razão pela qual volto ao
assunto. A razão é que agora os tiros vêm da mais inesperada das direções: a
coluna do Reinaldo Azevedo. E vêm com aquela persistência inflexível do
atirador que não aceita como troféu senão a completa destruição do alvo ou, na
mais branda das hipóteses, a sua definitiva humilhação pública.
Numa de suas últimas postagens, o colunista da Veja firmou
sua posição: ou o sr. Bolsonaro pede desculpas à sua colega Maria do Rosário,
ou merece ter seu mandato cassado. Cassar o mandato de Maria do Rosário? Nem
pensar.
Já disse, e reafirmo, que sou amigo do Reinaldo Azevedo e
não deixarei de sê-lo por causa de uma opinião errada, depois de tantas certas
e valiosas que ele já publicou. Mas esta de agora é tão errada, tão absurda,
tão indefensável, que eu falharia ao meu dever de amizade se não alertasse o
colunista para a injustiça que comete e o vexame a que se expõe.
Que a resposta do sr. Bolsonaro à sra. Maria do Rosário foi
"uma boçalidade", como a qualifica Reinaldo Azevedo, é certo e
ninguém duvida. Mas o sr. Bolsonaro a pronunciou em resposta, não a "outra
boçalidade", como pretende Azevedo, e sim a uma falsa imputação de crime,
que é por sua vez um crime. Reinaldo Azevedo exige que a boçalidade seja punida
e o crime fique impune.
Como todo debatedor teimoso que se empenha na defesa do
indefensável, Reinaldo se vê forçado a apelar a expedientes argumentativos
notavelmente capciosos que, em situações normais, ele desprezaria.
Um deles é proclamar que a resposta do sr. Bolsonaro a Maria
do Rosário transforma o estupro em uma “questão de mérito”. Quer dizer,
pergunta Reinaldo, que, se Maria do Rosário merecesse, Bolsonaro a estupraria?
Isso é deformar as palavras do acusado para lhe imputar uma intenção criminosa.
Na verdade, Bolsonaro disse: “Se eu fosse um estuprador...” O restante da
frase, portanto, baseia-se na premissa de que ele não o é, e só pode ser
compreendido assim. Reinaldo parte da premissa inversa para dar a impressão de
que o deputado fez a apologia do estupro. Com isso, ele endossa o insulto
lançado pela deputada Maria do Rosário e usa essa premissa caluniosa como prova
de si mesma. Raciocinar tão mal não é hábito de Reinaldo Azevedo, mas, como se
sabe, o ódio político move montanhas: montanhas de neurônios para o lixo.
Pior ainda: tendo recebido centenas de objeções sensatas e
racionais na área de comentários do seu artigo – inclusive as minhas --, ele
não responde a nenhuma, mas tenta dar a impressão de que toda a oposição à sua
versão dos fatos vem de “seguidores de Bolsonaro”, exemplificados tipicamente
nos signatários de uma petição raivosa que exige a demissão do colunista de
Veja. Fui ver a petição, e sabem quantos signatários tinha? Sete e não mais de
sete (talvez agora tenha oito ou nove). Ao fazer desses sete os representantes
da maioria que não pedia cabeça nenhuma, Reinaldo procedeu exatamente como os
repórteres pró-petistas que, na massa de dezenas de milhares de manifestantes
anti-Dilma, pinçaram cinco ou seis gatos pingados adeptos da “intervenção
militar” para criar a impressão de que a manifestação era essencialmente
golpista.
Publicado originalmente no site Mídia Sem Máscara
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
O mendigo e a CNV
Por Gen Div Newton Álveres Breide
No final da década de 70, este jovem tenente cursava a
Escola de Educação Física do Exército, no Rio de Janeiro. Ao retornar para
casa, sempre encontrava na esquina da Belfort Roxo com Nossa Senhora de
Copacabana, um mendigo de boa aparência, cerca de quarenta anos, mas com uma
chaga na perna de dar dó. A ferida aberta ia do joelho quase até ao tornozelo.
Ele, sentado na calçada, na passagem das pessoas, recebia esmolas de quase
todos os transeuntes.
O desconforto que me causou a situação daquele coitado não
me parecia possível resolver com apenas alguns trocados. Minha consciência
pedia mais!
Na farmácia mais próxima comprei esparadrapo, gaze, água
oxigenada, pomada secante, sulfa e coisas do gênero. Com a simplicidade de quem
acha que está ajudando, agachei-me e entreguei a ele a sacola com os
medicamentos. Sua reação ficou gravada na minha memória para sempre. O tom de
voz só era suplantado pelo olhar odioso que me destinou quando deixou fluir sua
raiva ao dizer mais ou menos o seguinte: "Qual é a sua, cara? Quer acabar
com o meu ganha-pão? Some daqui com essa porcaria!"
A ficha caiu. O falso mendigo queria manter a ferida aberta
para sempre. Não lhe interessava ética, verdade, trabalho digno ou qualquer
outro sentimento nobre. O vil metal, abocanhado com facilidade, fazia com que
enganasse as pessoas com sua pretensa condição de desassistido e injustiçado
pela sociedade. Ao longo daquele ano, quando passava pelo seu ponto
privilegiado, ele sorria com sarcasmo e deboche.
O comportamento da Comissão Nacional da Verdade (CNV) é
similar ao do falso pedinte. Não interessa a seus integrantes e àqueles que a
criaram a pacificação que a Lei da Anistia propõe. A chaga tem de continuar
aberta e sangrando para render polpudas indenizações a uns e menosprezo a
outros! Acusações sem provas, ilações infundadas, dúvidas risíveis e
condenações sem direito ao contraditório e à ampla defesa maculam qualquer
resquício de verdade que possam ter obtido.
Os crimes abjetos e violentos do terrorismo e da guerrilha –
causa – foram esquecidos pela CNV. Só são lembradas as inconformidades da
lídima repressão do Estado – consequência. Entretanto, sempre é bom lembrar que
só ao Estado é dado o direito de emprego da força na sua autodefesa, quer seja
a ameaça externa ou interna.
Em respeito à inteligência dos leitores, nem vou tratar do
escopo ideológico da luta armada imposta ao Brasil pela esquerda radical. Até a
velhinha de Santo André, que jura não ter o PT qualquer envolvimento na morte
do Celso Daniel e no aparecimento de mais sete cadáveres, não engole o
subterfúgio ardiloso de que as organizações terroristas lutavam pela
democracia.
A sanha ideológica espúria que pautou a criação da malsinada
CNV, estribada no revanchismo, produziu, tão somente, a versão fantasmagórica
daqueles que pretendem mudar a história, transformando guerrilheiros,
terroristas e outros criminosos em paladinos do bem.
A acusação pusilânime contra os generais presidentes é prova
cabal da leviandade, parcialidade e má fé que de forma perene estão amalgamadas
no seu relatório final.
O contundente absurdo, entre outros, vem com a proposta de
um pedido de desculpas das Forças Armadas. Desculpas por ter evitado a
"cubanização" do Brasil? Ou por impedir a nossa transformação em uma
"maravilha bolivariana" onde a população não tem, sequer, acesso aos
artigos de primeira necessidade?
Felizmente, essa ridícula proposta será atendida quando o
sargento Garcia prender o Zorro ou os Comandantes das Forças Singulares se
tornarem covardes.
A probabilidade é a mesma!
Publicado originalmente no site A Verdade Sufocada
CPMI da Petrobrás - Lista de pedidos de indiciamento
O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI)
da Petrobras, deputado Marco Maia (PT-RS), sugere ao Ministério Público o
indiciamento das seguintes pessoas:
Agentes privados:
2. Agenor Medeiros - diretor-presidente da Área
Internacional da OAS
3. Antônio Almeida Silva – contador de empresas de Youssef
4. Alberto Youssef – doleiro, operador do esquema (delator)
6. Ângelo Mendes – funcionário da Mendes Júnior em Belo
Horizonte
7. Arianna Costa Bachmann – filha de Paulo Roberto Costa
8. Augusto Ribeiro de Mendonça Neto – executivo da Toyo
Setal (delator)
9. Carlos Alberto Silva – advogado da UTC
10. Carlos Alberto da Costa – gestor de empresas de Youssef
11. Carlos Eduardo Strauch Alberto – diretor-técnico da
Engevix
12. Dalton dos Santos Avancini – presidente da Camargo
Correa
13. Edmundo Trujillo – diretor do CNCC, consórcio que atuou
em Abreu e Lima
14. Ednaldo Alves da Silva – funcionário da UTC, em São
Paulo;
15. Erton Medeiros Fonseca – diretor da Galvão Engenharia
16. Esdra de Arantes Ferreira – laranja de Youssef, segundo
a PF
18. Humberto de Mesquita – genro de Paulo Roberto Costa
19. Ildefonso Colares Filho – ex-presidente da Queiroz
Galvão
20. Jayme de Oliveira Filho – agente da PF que atuava no
Galeão (RJ)
21. João Ricardo Auler – presidente da Camargo Correa
22. José Aldemário Pinheiro Filho – presidente da OAS
23. José Ricardo Breghirolli – funcionário da OAS
24. Júlio Gerin de Almeida Camargo – executivo da Toyo Setal
(delator)
25. Leandro Meirelles – gestor de empresa de Youssef
26. Leonardo Meirelles – gestor de empresa de Youssef
27. Marcelo Barboza Daniel – sócio de genro de Paulo Roberto
Costa
28. Márcio Andrade Bonilho – dono da Sanko-Sider
29. Marcio Lewkowicz – genro de Paulo Roberto Costa
30. Marici da Silva Costa – mulher de Paulo Roberto Costa
31. Mateus Oliveira – funcionário da OAS
32. Matheus dos Santos – sócio de empresa ligada a Youssef e
à hidrelétrica de Furnas
33. Meire Poza – ex-contadora de Youssef
34. Newton Prado Júnior – diretor-técnico da Engevix
35. Othon de Moraes Filho - diretor-geral Comercial da
Queiroz Galvão;
36. Otto Garrido Sparenberg – diretor da Iesa Óleo e Gás
37. Pedro Argese Júnior – gestor de empresas de Youssef
38. Pedro Morollo Júnior – funcionário da OAS
39. Ricardo Pessoa – presidente da UTC
40. Ricardo Vilani – dono da agência de marketing Muranno
Brasil
41. Rogério Cunha de Oliveira – diretor da área de Óleo e
Gás da Mendes Júnior
42. Sérgio Cunha Mendes – vice-presidente executivo da
Mendes Júnior
43. Shanni Costa Bachmann – filha de Paulo Roberto Costa
44. Valdir Lima Carreiro – presidente da Iesa
45. Vladislav Siqueira – diretor da Clyde Union Imbill
46. Waldomiro de Oliveira – laranja de Youssef, segundo a PF
47. Walmir Pinheiro Santana – executivo da UTC
Funcionários da Petrobras:
1. Nestor Cerveró – ex-diretor da área internacional
2. Paulo Roberto Costa – ex-diretor de Abastecimento
3. Pedro José Barusco Filho – ex-gerente responsável por
Abreu e Lima
4. Renato de Souza Duque – ex-diretor de Serviços e
Engenharia
5. Silas Oliva – ex-gerente de comunicação
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Fonte: Agência Câmara de Notícias
'Graça Foster sangra em praça pública e nada de Dilma tomar providências'
Por Veja.com
O colunista Lauro Jardim fala sobre as chances da presidente
da Petrobras, Graça Foster, de permanecer no cargo mesmo com todos os
escândalos na estatal. O que muda apenas é o seu conselho administrativo quase
de cabo a rabo. A reportagem traz também pedido de cassação do diploma do
governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) por abuso de poder
econômico e irregularidades na prestação de contas das eleições; a despedida de
Sarney do Congresso; e, o adiamento dos inquéritos dos políticos envolvidos no
Petrolão.
PSOListas pedem sua própria expulsão do Legislativo
Por Francis Lauer
As monstruosidades comunistas contra as mulheres (e também
homens, velhos, crianças, animais, natureza,…) não é algo circunscrito ao
comunismo asiático. Seja na “gloriosa” União Soviética, ou na “valente” Cuba,
existem os mesmos relatos tenebrosos.
Foi uma cena tão insólita quanto patética nas escadarias e
no plenário da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Os deputados do
partido Comunismo e Escravidão (Socialismo e Liberdade) realizaram um ato de
protesto insano durante a diplomação dos políticos eleitos nas últimas
eleições. Com cartazes escritos “A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NÃO PODE TER VOZ
NO PARLAMENTO“, Marcelo Freixo, Jean Wyllys, Chico Alencar, entre outros
comunistas de menor potencial ofensivo lançaram uma mensagem que
inevitavelmente volta-se contra eles próprios caso ela seja encarada com seriedade diante dos
fatos históricos e caso seja seguida ao pé da letra e não como mero relincho de
um esquerdista ignorante.
Como todos os que estudam o assunto sabem, não há ideologia
no mundo que tenha assassinado mais mulheres do que a ideologia comunista da
qual esses políticos – todos homens – são apologistas entusiasmados. Onde quer
que tenha sido implantado, o comunismo, sem exceção, representou uma piora
formidável das condições de vida tanto do homem quanto da mulher, socializando
a máxima miséria e tristeza nas sociedades.
O comunismo é inimigo de todas as mulheres.
Shin Dong-hyuk, o único norte-coreano conhecido que nasceu e
conseguiu e escapar com vida dos campos de concentração da sociedade comunista
norte-coreana relata o modo absolutamente monstruoso como o regime comunista
defendido por Marcelo Freixo, Jean Wyllys, Chico Alencar, Maria do Rosário,
Jandira Feghali, Luciana Genro, Manuela D’avila, Lula, Dilma, etc., trata as
mulheres comunistas. Para começo de conversa é LEI nos campos de concentração
que absolutamente TODAS as mulheres sejam chamadas pelo depreciativo: “PUTA!”
Mesmo meninas de sete anos de idade são chamadas sistematicamente de PUTA.
Naturalmente que junto dessa substantivação depreciativa
segue-se o uso de mulheres e meninas (e meninos também) para o bel prazer de
homens comunistas como Marcelo Freixo, Jean Wyllys, Chico Alencar, etc. Falando
o português claro: nos campos de concentração comunista o estupro sistemático é
o que de menos pior ocorre a elas. O Sr. Shin relata um caso:
“(…) O professor iniciou uma busca surpresa. Revisou os
bolsos de Shin e os dos outros quarenta meninos de seis anos de sua turma.
Terminada a busca, o professor tinha em mãos cinco grãos de milho. Eles
pertenciam a uma menina baixa, frágil e, na lembrança de Shin, excepcionalmente
bonita. Ele não se lembra do seu nome, mas tudo mais que aconteceu na escola
naquele dia de junho de 1989 ressalta na sua lembrança. O professor estava de
mau humor quando começou a revistar bolsos. Ao achar o milho, explodiu:
— Sua puta, você roubou milho? Quer que cortem suas mãos?
Ele ordenou que a menina ficasse na frente da classe e se
ajoelhasse. Brandindo sua comprida vara de apontar, golpeou-a várias vezes na
cabeça. Enquanto Shin e os colegas observavam em silêncio, protuberâncias
brotaram-lhe no crânio. Sangue escorria-lhe do nariz. Ela tombou no piso de
concreto. Shin e vários outros colegas a levantaram e a levaram para casa, uma
fazenda de porcos que não ficava longe da escola. Mais tarde naquela noite, a
menina morreu.
O inciso três da terceira regra do Campo 14 dizia: “Qualquer
pessoa que furte ou esconda qualquer alimento será fuzilada imediatamente.”
(Blaine Harden. Fuga do Campo 14. Pg. 43-44)
Aliás, é no mínimo misteriosa essa ação empreendida pelos
comunistas do PSoL no Brasil de fazer com que jovens mulheres universitárias,
após intensiva doutrinação esquerdista na escola e na universidade, saiam às
ruas auto-denominando-se de “vagabundas” ou “vadias” em atos cujo objetivo
último nada mais é do que a implantação do comunismo no Brasil.
Complementa o relato anterior o desertor Sr. An Myeong Chul
que foi guarda de um campo de trabalhos forçados do regime comunista
norte-coreano. Diz ele:
“(…) ‘Era normal bater nos prisioneiros’ (…) explicando que
seus instrutores o ensinaram a nunca sorrir e a pensar nos detentos como ‘cães
e porcos’. ‘Ensinavam-nos a não pensar neles como seres humanos (…) os guardas
ficavam livres para dar vazão a seus apetites e excentricidades, muitas vezes
abusando de jovens prisioneiras atraentes, que em geral consentiam em fazer
sexo em troca de melhor tratamento. ‘Se isso resultasse em filhos, as mulheres
e os bebês eram mortos‘, disse An, observando que ele mesmo vira recém-nascidos
serem golpeados até a morte com varas de ferro (…)” (idem. Pg.53-54)
Sem sombra de dúvidas, é precisamente essas coisas que
Marcelo Freixo, Jean Wyllys, Maria do Rosário, Jandira Feghali, e todos os
outros comunistas sem vergonhas do Brasil desejam no fundinho de suas turvas
almas para todos nós e, especialmente, para as mulheres. É insano esperar que
um representante do fascismo gay no Brasil verdadeiramente morra de amores
pelas mulheres brasileiras, muito pelo contrário.
Ocorre, porém, que as monstruosidades comunistas contra as
mulheres (e também homens, velhos, crianças, animais, natureza,…) não é algo
circunscrito ao comunismo asiático. Seja na “gloriosa” União Soviética ou na
“valente” Cuba existem os mesmos relatos tenebrosos. Os relatos das senhoras
sobreviventes à Magadan, a central dos campos de trabalhos forçados da União
Soviética (“o parque de diversão do diabo”), revelam o mundo infernal
construído pelo comunismo:
Breve relato sobre a situação da mulher no “paraíso”
comunista de Cuba:
Encaminho-me para o final citando o magnífico e
irrespondível ‘The Black Book of Communism – Crimes, Terror, Repression‘:
“(…) As dimensões chocantes da tragédia comunista, contudo,
DIFICILMENTE É UMA NOVIDADE PARA QUALQUER ESTUDANTE SÉRIO DA HISTÓRIA do século
XX (…) O maior impacto, porém, se dá com a inevitável comparação dessa soma com
aquela causada pelo nazismo, que é estimada em 25 milhões e que, por isso, é
distintamente menos assassino do que o comunismo. (…), Curtois explicitamente
igualou o “genocídio de classe” do comunismo com o “genocídio de raça” do
nazismo, e categorizou ambos como “crimes contra a humanidade”. Não apenas
isso, mas ele também levantou a questão da “cumplicidade” com o crime Comunista
por parte das LEGIÕES DE APOLOGISTAS OCIDENTAIS a favor de STÁLIN, MAO, HO CHI
MINH, FIDEL CASTRO, e certamente POL POT os quais, mesmo quando “abandonaram
seus ídolos de ontem, fizeram-no muito discretamente e em silêncio”
(…) [diferente do nazismo] Nenhum campo de concentração
Comunista – Gulag – foi transformado em museu em memória de seus prisioneiros;
todos eles foram demolidos e transformados em pó durante a desestalinização
Khruscheviana. O único memorial para as vítimas de Stálin é uma modesta pedra
trazida para Moscou desde o campo de Solovki no ártico e que foi posta na Praça
Lubyanka (e bem fora do centro), na qual o antigo quartel general do KGB ainda
está. Não há nenhum fluxo regular de visitantes a essa pedra solitária (e para
alcançá-la faz-se necessário atravessar o trânsito) e raramente aparece por ali
um ocasional buquê murcho de flores. Em contraste, a estátua de Lênin ainda
domina o centro da maioria das cidades sendo que sua múmia ainda repousa
honoravelmente em seu Mausoléu.
Além disso, em todo o antigo mundo Comunista, virtualmente
NENHUM dos oficiais responsáveis foi posto em julgamento ou punido. Na verdade,
em toda a parte há partidos Comunistas (…) que participam da política (…)”
(Prefácio)
Finalizo dizendo que concordo, sim, com o posicionamento dos
canalhas, apologistas do genocídio e líderes do PSoL (“Comunismo e
Escravidão”). Realmente, a violência contra a mulher não pode ter voz no
parlamento, por isso mesmo sou favorável ao banimento sumário (mas pacífico) da
vida política de tipos como Marcelo Freixo, Jean Wyllys, Chico Alencar, Maria
do Calvário (“defensora de bandidos e vagabundos”), da Jandira Feghali, Lula,
Dilma, Tarso Genro, o racista Paulo Paim, e tantos outros que estão empenhados
de corpo e alma em implantar uma sociedade comunista que venha a massacrar as
mulheres de nosso país.
De fato, é inadmissível que radicais da extrema-esquerda
funcionários do FORO DE SÃO PAULO e partidários de uma ideologia que exterminou
200 milhões de pessoas (metade dos quais mulheres, meninas e idosas) tenham voz
no nosso parlamento.
___________
Francis Lauer é jornalista, tradutor e colaborador da Rádio
Vox.
domingo, 21 de dezembro de 2014
Nota à imprensa - Superior Tribunal Militar (STM)
Comissão Nacional da Verdade
Na realidade, a Justiça Militar da União (JMU) não “teve
papel fundamental na execução de perseguições e punições políticas”, não
“institucionalizou punições políticas” e tampouco ampliou, para si mesma, sua
competência para o “processamento e julgamento de civis incursos em crimes
contra a Segurança Nacional”. Muito menos, foi a “retaguarda judicial [...]
para a repressão [...] conivente ou omissa às denúncias de graves violações de
direitos humanos”.
Nas recomendações finais, o Relatório sugere a “exclusão de
civis da jurisdição da Justiça Militar Federal”, pois consiste, segundo a
Comissão, em “verdadeira anomalia que subsiste da ditadura militar”.
O Relatório causa estranheza e o seu posicionamento ofende a
base principiológica do Superior Tribunal Militar (STM) e, por extensão, da
própria Justiça Militar da União.
Se a Comissão pretendia, no tocante à JMU, elucidar fatos
daquela época, não cumpriu o seu mister. Na verdade, os processos constantes
dos arquivos desta Corte demonstram exatamente o contrário. O Poder Judiciário
só age quando acionado e a JMU, à época dos fatos, assegurou os princípios
garantistas e os direitos humanos.
A exemplo da Justiça Eleitoral e da Trabalhista, a Militar é
ramo qualificado do Poder Judiciário, competente para o processo e o julgamento
de crimes em razão de sua especialidade, e não em face do agente, tudo em
consonância com os mandamentos constitucionais. Para clarear incompreensões,
esta Justiça é integrada por juízes civis que ingressam na carreira mediante
concurso público de provas e títulos, como todos os magistrados. Os indicados
para integrar o STM são submetidos à apreciação do Congresso Nacional e, por
fim, nomeados pela Presidência da República.
Olvidou o Relatório, ainda, que a Justiça Militar foi criada
em 1808, sendo a mais antiga do Brasil, e integra o Poder Judiciário desde a
Carta de 1934. Portanto, a Justiça Militar não floresceu no regime militar ou
no período analisado pela Comissão.
A Justiça Militar sempre edificou exemplos de independência,
coragem, imparcialidade e isenção ao julgar, conforme espelham decisões
memoráveis, como a que reformulou a sentença condenatória proferida em desfavor
de Luis Carlos Prestes, e, ainda, a que deferiu liminar em Habeas Corpus,
exatamente no período em contexto, a qual serviu de precedente para o próprio
Supremo Tribunal Federal.
A propósito, a primeira vez que Defensores Públicos atuaram,
no Judiciário Brasileiro, foi justamente perante o STM. Vale, ainda, enfatizar
os posicionamentos de ilustres juristas e advogados que atuaram junto a este
Tribunal, durante aquele período conturbado, como Sobral Pinto, Heleno Fragoso,
Evaristo de Moraes e Técio Lins e Silva que atestam a postura independente,
transparente e imparcial desta Corte em seus julgados, evidenciando espírito
democrático e respeito à dignidade humana.
Nesse sentido, destaca-se o discurso do renomado advogado
TÉCIO LINS E SILVA, em 1973, quando da instalação do STM em Brasília:
“[...]os anos se passaram e esta Corte não só se firmou no
setor judiciário, como se impôs perante toda a nação como um tribunal de
invejável sensibilidade, atento, seguro, digno e sobretudo independente. Os
processos trazidos a esta Corte, tantas vezes envolvendo questão política – nos
casos de Segurança Nacional - não abalaram, não afastaram sentimento de Justiça
e equilíbrio que fez com que este Tribunal merecesse de todo o povo a admiração
e o respeito.”
Por fim, entende-se, como inverídicos, injustos e
equivocados, os conceitos contidos no relatório da Comissão Nacional da Verdade,
a respeito da Justiça Militar da União, cuja atuação tem contribuído à
estabilidade pátria desde a sua criação há 206 anos.
Publicado originalmente no site do STM - Superior Tribunal Militar
Do Comandante da Marinha:
INFORMATIVO À TURMA MENDES
Por AE Julio Soares de Moura Neto
Passando à consideração de cada um.
Prezados amigos da
TURMA MENDES
2. Pela amizade que sempre nos uniu e pelo apoio que nunca
me faltou por parte da Turma Mendes, encaminho a todos o e-mail enviado aos
Almirantes-de-Esquadra da ativa e da reserva, no qual são dados alguns
esclarecimentos:
A fim de dirimir quaisquer dúvidas geradas sobre as
minhas declarações em resposta aos questionamentos relacionados à entrega do
relatório da Comissão Nacional da Verdade (CNV), durante a entrevista coletiva
concedida em dia 12 de dezembro, por ocasião da cerimônia de inauguração do
Prédio Principal do Complexo do Estaleiro de Construção de Submarinos,
esclareço que:
a) Determinei a leitura minuciosa e analítica do relatório
final da CNV, a fim de mapear todos os dados relacionados à Marinha do Brasil
(MB) constantes nesse documento. Enquanto esse processo é executado,
aguardar-se-ão as orientações do Governo Federal, a fim de adotar as medidas
cabíveis para a defesa do posicionamento da Força;
b) A declaração de que CNV “cumpriu seu papel” não denota a
concordância com o conteúdo do relatório. “Cumprir seu papel”, nesse caso,
significa tão somente o reconhecimento de que as tarefas atribuídas àquela
Comissão, descritas na Lei nº 12.528/2011, sancionada pela Presidenta Dilma
Rousseff, foram concluídas com a produção do relatório final apresentado em 10
de dezembro.
Por oportuno transcreve-se abaixo o texto, na íntegra, que
foi mencionado por mim e publicado na mídia:
- "A Comissão Nacional da Verdade cumpriu o papel dela. Fez
o relatório sobre o qual nós não tivemos a oportunidade de nos
debruçar. Então não podemos analisar
o que foi escrito." - disse o almirante, na terceira vez em que foi perguntado
sobre as conclusões da CNV.
Por fim, ressalta-se que continuarei perseguindo,
incansavelmente, a preservação da imagem da Força, conquistada com o árduo
trabalhe homens e mulheres que, com honradez e retidão de caráter, construíram
uma instituição sólida e coesa, respeitada pela sociedade brasileira.
3. Além disso,
gostaria de levar a vocês:
a) A minha preocupação, que é grande, quanto ao que o
Governo fará com o Relatório. Não creio que haja interesse em discutir o
assunto pela imprensa. A polêmica não ajuda.
b) Devo dizer-lhes que não concordo com o teor do documento.
Estou encaminhando Ofício ao MD, com o meu repúdio e o da Marinha, quanto ao
fato de serem incluídos nomes de Chefes Navais que merecem todo o nosso
respeito, além de outras inverdades.
c) Fiquem certos que sempre procurarei fazer o melhor pela
Força, dentro da minha responsabilidade de conduzi-la, bem como de preservar os
seus projetos estratégicos, mesmo que isso não seja compreendido por alguns
companheiros.”
Matéria recebida por e-mail - publicada originalmente no site A Verdade Sufocada
TURMA MENDES - Guardas-Marinha promovidos em agosto de 1964
O vídeo retrata momentos marcantes da Turma de
Guardas-Marinha, promovida em agosto de 1964. Foi disseminado, pela primeira
vez, para os componentes da TURMA MENDES, no Bar dos Aspirantes da Escola Naval
(EN), em Encontro realizado num domingo de agosto de 2005.
As fotos, extraídas da revista "A GALERA 64", não
estão nítidas, pois a impressão, na época, era de má qualidade; além disso, o
papel amarelou e deteriorou-se, com o passar do tempo.
O "filmete" foi elaborado pelo Raposo e pelo CB-MO
Lisboa, em julho de 2005. Raposo selecionou as fotografias, a sequência das
mesmas e as músicas de fundo; Lisboa elaborou o vídeo.
A Biblioteca da EN possui em seu arquivo as revistas
"Galeras" que já foram editadas até os dias de hoje. Quem desejar
consultá-las, deve procurar o Setor de Obras Raras.
Viva a TURMA MENDES. Viva a MARINHA DO BRASIL.
Fonte: YouTube
Em defesa da honra e do nome de um oficial da Aeronáutica - Absurdos da "Omissão da Verdade"
| Nelson
Freire Lavenére-Wanderley |
A família de Nelson Freire Lavenére-Wanderley vem a público
para protestar veementemente contra a absurda e mentirosa afirmação da Comissão
da Verdade de que o referido seria responsável por qualquer tipo de crime em
sua vida e/ou em sua carreira militar.
Sua vida inteira foi marcada por um espírito nacionalista,
patriótico e de Homem de bem. Seus contemporâneos, no país e no exterior, que o
conheceram, independente de credo político, guardam dele a melhor lembrança que
se pode ter de uma pessoa honrada e de princípios.
Suas virtudes são comprovadas pelos conhecidos, amigos,
colegas de farda, familiares, por quem com ele conviveu ou o procurou e pela
História da Força Aérea Brasileira registrada até ontem.
Mesmo após reformado, permaneceu se dedicando exclusivamente
a assuntos vinculados à Aeronáutica, como historiador e conferencista.
Sem poder imaginar essa mentirosa insinuação que hoje lhe
fazem e expressando seu amor à FAB ele disse: “A epopéia do Correio Aéreo
Nacional não terminará; ela se transfere, de geração em geração. Sob novos
tempos, ela prosseguirá impulsionada pelo anseio que empolga a Força Aérea
Brasileira de servir à Pátria, de ser útil e de participar da integração e do
desenvolvimento nacional”.
No decorrer do texto do relatório da comissão, seu nome
surge pelo fato de que em 4 de abril de 1964, ao assumir o comando da 5ª Zona
Aérea foi alvejado com tiros, dos quais 2 o acertaram, desferidos por um
oficial a quem dera voz de prisão e que, ato contínuo foi morto por um 1 tiro
dado por um terceiro oficial presente no recinto de seu gabinete.
O fato foi largamente divulgado por toda a mídia nacional,
foi instaurado um inquérito para apuração dos fatos e um processo penal que
absolveu, em todas as instâncias, o oficial que alvejou o insubordinado. Até a
viúva do oficial morto, em carta aberta publicada no jornal O Globo, se
manifestou elogiando o Comandante por ter mandado prestar honras militares ao
oficial por ocasião de seu enterro.
Durante os depoimentos para comissão, a verdade foi distorcida,
escamoteada e escondida para que o falecido fosse considerado vítima militar da
revolução e justificasse uma indenização. Para isso então surgiu uma versão de
que o mesmo teria sido vítima de rajada de metralhadora nas costas, com 16
perfurações apontadas numa perícia médica.
Essa versão teve sua revogação pedida por participantes da
comissão, mas esta optou por não discutir se a morte ocorreu por legítima
defesa e salientou-se que o deferimento da versão já dada se concretizou por
decreto presidencial e que a CEMDP não teria competência para revogá-la e assim
permanece até hoje, conforme consta nas páginas 60 e 61 do Direito à Memória e
à Verdade da Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, da
Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da Republica, de 2007.
A acusação de crime é contra o Patrono do Correio Aéreo
Nacional, título que lhe foi concedido, em 12 de junho de 1986, em
reconhecimento à sua carreira militar e ao seu legado para a FAB.
Principalmente, por seu pioneirismo no CAN, onde, junto com Eduardo Gomes,
Lemos Cunha, Casemiro e tantos outros traçaram os caminhos que hoje unem a
Nação Brasileira.
Em Ordem do Dia do Comandante da Aeronáutica em 12 de junho
de 2014, foi dito: “HOUVE UM DIA EM QUE PIONEIROS EMPUNHARAM O ESTANDARTE DOS
BANDEIRANTES E COMEÇARAM A SEMEAR, POR ESTE IMENSO PAÍS, AS OPORTUNIDADES DO
ENCONTRO, DA SOLIDARIEDADE E DA INTEGRAÇÃO. HÁ OITENTA E TRÊS ANOS, OS TENENTES
NELSON FREIRE LAVENÉRE-WANDERLEY E CASEMIRO MONTENEGRO FILHO VENCERAM A SERRA
DO MAR E FIZERAM DO 12 DE JUNHO DE 1931 UM MARCO DE PATRIOTISMO E TENACIDADE”.
O mesmo Homem que entre as inúmeras homenagens que a FAB lhe
prestou ressaltamos apenas a última, ocorrida em 15 de outubro de 2014 quando
foi inaugurado um auditório na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da
Aeronáutica com seu nome, é apontado no relatório final da Comissão Nacional da
Verdade como responsável por crimes cometidos.
Publicado originalmente no site A Verdade Sufocada
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