quinta-feira, 23 de abril de 2015

'O governo fez bancos do Estado pagarem as suas despesas - e isso não é pedalada"


José Roberto Afonso, economista do Ibre: 'Pedaladas não são crime'
José Roberto Afonso, economista do Ibre: 
'Pedaladas não são crime'(Divulgação/VEJA)
Para José Roberto Afonso, um dos autores da Lei de Responsabilidade Fiscal, o que o governo fez foi muito mais sério do que atrasar repasses - ou "pedalar"

Do dia para a noite, um jargão econômico que até pouco tempo era usado apenas por especialistas em contabilidade ganhou relevância nacional. O problema é que foi pelo motivo errado. As chamadas 'pedaladas fiscais' são atrasos em pagamentos feitos pelo governo, que se intensificaram durante a primeira gestão de Dilma Rousseff. Demonstram uma gestão falha de recursos públicos, mas não são crime. Coisa bem diferente ocorre quando bancos públicos assumem, nas datas devidas, despesas do Tesouro - sem ter recebido o dinheiro para tal. Isso configura empréstimo, e é vedado pela lei brasileira. Quem atenta para a diferença é o economista José Roberto Afonso, professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) e um dos autores da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), sancionada no governo de Fernando Henrique Cardoso.

A confusão começou depois que o Tribunal de Contas da União (TCU) identificou que os bancos públicos arcaram com as despesas de programas como o Bolsa Família, justamente porque o Tesouro atrasava os repasses devidos às instituições. A oposição se movimenta em torno do tema para tentar construir um argumento jurídico que sustente um pedido de investigação da presidente Dilma. Já o governo se defende dizendo que as 'pedaladas' não devem ser investigadas porque sempre existiram. Afonso concorda que os atrasos são corriqueiros na gestão pública. Mas não os empréstimos da Caixa ao Tesouro. "A discussão está fora de foco. O governo fez justamente o contrário. O pagamento foi feito, em dia. Só que não foi feito pelo governo, e sim por terceiros. Por bancos como a Caixa e o Banco do Brasil. Esse é o centro da decisão do TCU", afirma.

O que são as 'pedaladas fiscais'? Antes de tudo, o termo "pedalada fiscal" não é o mais apropriado para definir o que está acontecendo. Essa falta de precisão confunde os leigos. E essa confusão é explorada por aqueles que precisam defender o indefensável. Pedalar é o jargão utilizado por economistas para se referir a atrasos de pagamento. É algo normal, todo governo faz e em todo lugar do mundo. E não remonta somente a Fernando Henrique Cardoso. Se alguém pesquisar, vai ver que desde que Pedro Cabral chegou nestas bandas e Tomé de Souza montou o primeiro governo de colônia, isso deve existir no Brasil. Essa questão das pedaladas faz perder o foco. O que o governo fez foi justamente o contrário disso.

Como assim? Se o Tesouro deixou para pagar uma despesa numa data posterior àquela em que devia, isso, por si só, não configura crime. Pagamentos foram postergados até o ano passado como uma forma de melhorar artificial e temporariamente o resultado primário, que é a economia que o governo faz anualmente para pagar os juros da dívida. Esse governo federal acumulou tantos compromissos de gasto, mais de 200 bilhões de reais, que a expressão "restos a pagar" perdeu o sentido. Deixou de ser uma exceção e se tornou regra. Isso é má gestão, é política fiscal arcaica. Mas, em si, não configura crime fiscal. O debate que importa, no entanto, é outro: algum banco pagou despesas do Tesouro, sem que o Tesouro lhe houvesse repassado recursos para tal finalidade específica? O Tribunal de Contas da União (TCU) apurou evidências nesse sentido e aguarda explicações das autoridades envolvidas. Isso é empréstimo e não pode ocorrer quando o banco pertence ao governo que ordenou o pagamento.

Por que um banco não pode pagar as despesas de seu principal acionista? Porque o dinheiro não é dele, e sim dos depositantes. Imagine uma situação como essa numa empresa privada. O banqueiro, ao sair para almoçar, passa pelo caixa do banco e pega um pouco de dinheiro dos correntistas para consumo próprio? É claro que não. Isso não pode acontecer em nenhum banco, em nenhum lugar do mundo. É crime pela Lei do Colarinho Branco. Num banco público, a situação é mais grave ainda porque há outra lei, a de Responsabilidade Fiscal, que proíbe expressamente que haja empréstimo do banco federal para a União. Sobre isso, nem a Advocacia-Geral da União (AGU) discorda. O que ela tem alegado nos últimos dias é que, ao pagar despesas do Tesouro, os bancos públicos fizeram 'prestação de serviços'.

Esse argumento é pertinente? Se essa defesa for aceita, então todos os correntistas de todos os bancos oficiais poderão pleitear o fim da cobrança de juros no cheque especial. No dia em que vencerem suas contas, o banco deverá pagá-las mesmo que você não tenha saldo. Você o ressarcirá lá na frente, mas sem pagar juros, por essa "prestação de serviço". Alguém acha que isso existe? Que outros contratos iguais a esse existem no Banco do Brasil ou na Caixa? Tenho certeza que não. Aliás, tenho uma questão paralela. Será que nessas estranhas operações foram cobrados e pagos os impostos que incidem serviços bancários? Os ministros que defendem essa tese da prestação de serviços deveriam esclarecer esse ponto.

Por que a LRF foi elaborada com esse artigo específico que proíbe os empréstimos? A motivação da LRF era evitar a repetição da crise dos bancos estaduais. Nos Estados, era comum essa prática de empréstimo dos bancos à administração. Jamais se pensava que aquelas práticas, irresponsáveis tanto do ponto de vista fiscal, como do ponto de vista bancário, viessem a se repetir no plano federal. O projeto de lei foi elaborado entre 98 e 99, quando se estava concluindo o processo de reestruturação dos bancos estaduais, inclusive o programa do PROER, que custou caro, mas teve resultados reconhecidos até em auditorias realizadas posteriormente no governo Lula. Para não repetir erros e custos, se colocou a vedação geral, de que proprietários não devem se financiar junto a seus bancos. A proposta foi aprovada pelo Congresso, sem nenhum questionamento.

Se pedaladas são práticas corriqueiras, o que motivou o TCU a abrir um processo? A imprensa noticiou no ano passado que a Caixa pediu à AGU para instalar uma câmara de arbitragem porque se sentia prejudicada pelo fato de, a partir de 2013, ter começado a pagar benefícios, como do bolsa-família e do seguro-desemprego, sem ter recebido os recursos correspondentes do Tesouro. O representante do Ministério Público junto ao TCU abriu uma representação para que fossem apurados os fatos e os técnicos do Tribunal elaboraram um parecer impecável tecnicamente, com evidências concretas de que pagamentos foram feitos sem cobertura financeira e sem os devidos registros.

Como essas operações de valores altíssimos foram feitas sem que ninguém percebesse? Cabem às autoridades chamadas pelo TCU a tarefa de explicar. O Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), onde estão registradas as contas do Tesouro, tampouco mostra nada sobre isso. Nesse contexto, mais até do que regras fiscais, foram desrespeitadas regras financeiras e bancárias básicas. É inacreditável que o Banco Central não tenha visto o que ocorria. O precedente é gravíssimo, pois como o BC poderá aplicar uma interpretação diferente se uma situação como essa acontecer com bancos privados? O BC exerce a supervisão do sistema bancário e deveria ter sido informado de tudo isso, até para exigir controles gerenciais paralelos sobre todo o relacionamento de bancos com governos e também com seus controladores. Os dirigentes dos bancos, bem como seus conselheiros fiscais e auditorias externas. também deveriam se manifestar. Guardadas as devidas proporções, não fica muito distante do caso da Petrobras. Diferentemente da estatal, no caso dos bancos públicos, há balanço. Só que ele não revela clara ou objetivamente toda a extensão das transações entre o banco federal e o Tesouro Nacional.


Diante do amplo número de envolvidos e dos altos cargos que ocupam, são grandes as chances de as acusações não darem em nada? Acredito e espero que não. Até aqui, muita coisa já aconteceu: a imprensa fez o papel de maior órgão de controle social do país, quando denunciou as operações no ano passado, e as instituições responsáveis pelo controle formal, o TCU e o Ministério Público, abriram uma investigação e a estão conduzindo com a maior acuidade técnica possível, sempre com dúvidas e denúncias bem fundamentadas. Tenho certeza que o Ministério Público Federal (MPF), se entender que é o caso, com base na técnica e sem pressão política, levará à frente mais esse caso, como outros em que vem trabalhando.

A VOZ das Ruas... Vaiados em Minas Gerais:
Pimentel, Lewandowski e Stédile

Por Reinaldo Azevedo


quarta-feira, 22 de abril de 2015

CORRUPÇÃO - Todos os Caminhos Levam ao PT !!!

Por Rachel Sheherazade


Delator diz que Dirceu fez lobby por contrato na Petrobras


José Dirceu
José Dirceu (Rocha Lobo/Futura Press)
Executivo da Toyo Setal afirma que ex-ministro interveio pela contratação da empresa junto ao ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli

O executivo da Toyo Setal Julio Camargo, um dos delatores da Operação Lava Jato, afirmou em novo depoimento prestado no dia 8 de abril, que o ex-ministro da Casa Civil e mensaleiro condenado José Dirceu interveio pela contratação da empresa junto ao ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli. O depoimento faz parte do material encaminhado pela Polícia Federal ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF) relativo aos inquéritos que apuram envolvimento de políticos no esquema de corrupção e propina na estatal.

Camargo disse à PF que conheceu o petista em uma festa de aniversário do ex-ministro, quando ele já tinha deixado a Casa Civil. O convite foi feito por um amigo em comum. Os dois tiveram mais de vinte encontros, segundo os relatos de Camargo, a maioria no escritório ou residência de Dirceu.

No novo depoimento, Julio Camargo afirma que tinha meios de dar suporte financeiro à Petrobras, mas em contrapartida a estatal deveria celebrar contrato com um consórcio do qual a Toyo fazia parte. Diante da sinalização de mudança da Petrobras desse modelo de negócio, o executivo teria buscado ajuda de Dirceu. O ex-ministro disse, segundo o relato de Camargo, "ter feito gestão junto a Gabrielli no sentido de entender por qual razão a Petrobras havia mudado a sistemática".

Ele declara que doou valores ao PT, mas destaca que nunca ofereceu vantagens "devidas ou indevidas" a José Dirceu. O executivo lembra ter dado apenas um uísque e um vinho ao ex-ministro, o último como presente em um aniversário. Apesar disso, Camargo diz ter autorizado viagens de Dirceu em seu avião em "várias oportunidades", mas não se lembra de o petista ter feito menção a ninguém da Petrobras nas viagens.

À Agência Estado, Gabrielli disse não se lembrar de nenhuma discussão sobre modelo de contratação da Toyo. "Não tenho a menor ideia sobre o que se refere sua consulta. Não lembro de nenhuma discussão geral sobre modelo de contratação da Toyo e é muito difícil lembrar, sem maiores detalhes, especialmente sem relacionar qual projeto esta questão poderia estar associada. Quanto a conversas deste teor com José Dirceu tenho certeza que nunca tive", afirmou o ex-presidente da estatal.

O advogado de José Dirceu nas investigações relativas à Lava Jato, Roberto Podval, afirmou que o depoimento de Camargo aponta que nenhum negócio foi firmado. Podval diz ainda "não ver ilicitude" no caso, uma vez que Dirceu não estava mais no governo e possui empresa de consultoria.

Venezuela - Dirceu e o executivo da Toyo também conversaram sobre Venezuela, segundo o delator. A Toyo enfrentava problemas na execução de contratos no País e Dirceu chegou a sinalizar que "conseguiria uma entrada" de Camargo com o presidente da PDVSA, estatal venezuelana responsável pela exploração de petróleo, de acordo com o depoimento. O executivo não teve autorização da Toyo para continuar com a negociação, conforme a delação.

Cunha - O executivo da Toyo relata ainda ter se encontrado com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em duas ocasiões. Os dois trataram sobre questões do setor portuário. Na época, estava em tramitação no Congresso a medida provisória conhecida como MP dos portos, que regulamentou o setor. Cunha teria perguntado a Camargo se haveria disponibilidade de a Toyo, por meio de banco japonês, conseguir financiamento para projetos de investimentos nos portos.

O peemedebista teria prometido "fazer gestões" para a contratação da Toyo caso o financiamento fosse obtido. As conversas cessaram depois que Camargo afirmou que não conseguiria obter o financiamento.

Cunha disse ter sido procurado por diversas pessoas na época da tramitação da MP dos Portos. Uma delas poderia ter sido Camargo, segundo o presidente da Câmara. Ele destaca que o executivo queria investir e a nova legislação previa investimentos privados em áreas externas dos portos.

O depoimento de Julio Camargo foi uma das diligências solicitadas pela Procuradoria-Geral da República no inquérito que investiga o senador Edison Lobão (PMDB). O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse em delação premiada que recebeu do parlamentar a solicitação da entrega de 1 milhão de reais. O doleiro Alberto Youssef disse que já foi levar dinheiro para o Maranhão em razão de uma operação com Julio Camargo e que não sabe quem era o destinatário dos valores. No depoimento do início de abril, Julio Camargo negou ter dado a Youssef valores para pagamentos no Maranhão ou para pagamentos de interesse de políticos do Estado.


(Com Estadão Conteúdo)

terça-feira, 21 de abril de 2015

AS TESES DO PT

Por Gen Paulo Chagas

CAROS AMIGOS

LI O DOCUMENTO “TESES DO PT” PUBLICADO NO SITE DO PARTIDO.

A PUBLICAÇÃO É UMA FALSA AUTOCRÍTICA, PORQUANTO NÃO ABORDA A VERDADE SOBRE OS ERROS COMETIDOS PELA NATUREZA DESONESTA DOS LÍDERES PETISTAS, OU SEJA, ATRIBUI O FRACASSO DA ADMINISTRAÇÃO DO PARTIDO ÀS PRÁTICAS CAPITALISTAS ADOTADAS DESDE O PRIMEIRO MANDATO DO LULA E NÃO À DESONESTIDADE E À INCOMPETÊNCIA.

PROPÕE UMA PATÉTICA RETOMADA DAS PROPOSTAS  ORIGINAIS DO PARTIDO VISANDO AO SOCIALISMO, ISTO É, IMAGINAM QUE CULPANDO O CAPITALISMO PELAS CANALHICES QUE FIZERAM PODERÃO RECUPERAR A SIGNIFICATIVA PORÇÃO DE PRESTÍGIO E DE ILUDIDOS QUE PERDERAM JUNTO À “CLASSE TRABALHADORA”.

O DOCUMENTO, ESTRATEGICAMENTE, CRITICA O GOVERNO DILMA QUE, AO INVES DE IMPLEMENTAR MUDANÇAS SOCIALIZANTES, BUSCA SOCORRO EM TEORIAS CAPITALISTAS, OU SEJA, CONVALIDA A TESE DA TRAPAÇA ELEITORAL.

É UMA FORMA DE EXIMIR-SE DA CULPA PELO FRACASSO QUE, NA REALIDADE, DEVEU-SE AO VIÉS SOCIALIZANTE DA GESTÃO PÚBLICA.

IMPLEMENTAR O QUE PROPÕE O DOCUMENTO, NESTE MOMENTO, SOMENTE SERÁ POSSÍVEL DEPOIS DE UM GOLPE DE ESTADO, COM O FECHAMENTO DE, PELO MENOS, O CONGRESSO E COM APOIO DAS FFAA E DAS PM.

SERÁ QUE OS BRASILEIROS, QUE NAS ÚLTIMAS PESQUISAS DE OPINIÃO E NAS RUAS REJEITARAM O PT E DILMA, AINDA PENSAM QUE A SOLUÇÃO ESTÁ EM UMA VIRADA RADICAL À ESQUERDA?

A PROPOSTA CONSTANTE DESTE DOCUMENTO, APÓS A EXPERIÊNCIA REAL VIVIDA NOS ÚLTIMOS 12 ANOS, É UTÓPICA, RIDÍCULA E PATÉTICA!

UMA GUINADA À ESQUERDA NO MOMENTO EM QUE PAGAMOS CARO PELO “VIÉS” ESQUERDISTA ADOTADO ATÉ AQUI, ME PARECE MAIS UMA ILUSÃO, UM DEVANEIO.

O ÚLTIMO DOCUMENTO, “Contribuição da tendência Chapa Virar à Esquerda! Reatar com o Socialismo!”, É, COMO O TÍTULO DEMONSTRA, UMA CONTRIBUIÇÃO ESTRATÉGICA PARA O GOVERNO DILMA QUE, COMO JÁ DISSE, SÓ SERÁ IMPLEMENTADO SE HOVER UM GOLPE DE ESTADO E NÃO VEJO COMO O ATUAL GOVERNO PODERIA FAZÊ-LO SEM CONTAR COM A CONIVÊNCIA DAS INSTITUIÇÕES ARMADAS!

O DOCUMENTO DEMONSTRA O QUANTO OS PETISTAS SÃO CANALHAS, EXPÕE SUAS INTENÇÕES E ESTRATÉGIAS, REVELA SEUS ANTAGONISMOS INTERNOS E COLOCA À NOSSA DISPOSIÇÃO OS ARGUMENTOS A SEREM DESTRUÍDOS PELA NOSSA REJEIÇÃO  AO SOCIALISMO.

É O QUE PENSO.



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PS: Na Venezuela, a “revolução bolivariana” começou dentro  Exército.

Aqui, eles podem até arriscar a quebra da ordem institucional com a tropa do “Stalinde”, mas perderão!

Nem a Força Nacional de Segurança Pública ficará do lado deles!


Os moribundos vão perder!

PT divulga abertamente em seu site Plano de Dominação Comunista no País

Parece um absurdo, eu mesmo achei que fosse invenção até ver no próprio site do Partido, o documento onde abertamente o PT declara suas intenções de Golpe comunista no país.

Dentre todos os Absurdos desse documento destaco:
  • Estatização da Rede Globo e de todas emissoras religiosas
  • Imunidade aos movimentos como MST e MTST, que poderão agir sem poder ser presos
  • Anulação das sentenças do Mensalão
  • Impeachment dos Ministros do STJ que foram a favor da condenação do Mensalão
  • Cancelar todas as privatizações do Brasil, assim como Bolivia fez no passado.
  • Cassação do mandato de Jair Bolsonaro
  • Fim do Financiamento Público a qualquer mídia que seja contrária ao Partido
  • Calote a dívida interna e externa
  • Declaração de que o Brasil hoje é o fiador dos Países comunistas da América

E muitos outros absurdos. Parece piada, parece invenção da oposição, mas está abertamente no site do PT, para quem quiser ver. Assista ao vídeo e veja mais detalhes sobre isso, e no final dessa reportagem estão os links para acessar esse documento absurdo.

Isso é urgente, peço a todos que compartilhem com o máximo de pessoas possível, pois pode ser nossa ultima chance de impedir que nosso país se torne uma nova Cuba. As redes sociais estão limitando os alcances de tudo que é contra o PT, por isso todos os artigos devem ser compartilhados massivamente, para que possamos chegar a todos. Depois do que verão nesse vídeo, irão concluir, assim como eu que a única forma de se salvar é se a #IntervençãoMilitar acontecer agora, e para isso TODOS OS BRASILEIROS DEVEM PEDIR. Assistam e tirem suas próprias conclusões:


Publicado no site Cabral Arrependido

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Esse é o link da página do PT onde o documento se encontra com o título de: CADERNO DE TESES DO 5º CONGRESSO DO PT
Para baixar o arquivo clique aqui: CADERNO DE TESES DO 5º CONGRESSO DO PT

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O “TELE CATCH” POLÍTICO

Por Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Em priscas eras, até mesmo os deuses tinham as suas querelas. Nos meios monárquicos, os imperadores, os reis e suas famílias digladiavam - se entre si e com outros potentados.
Isto numa mesma terra, e por vezes reis de uma nação declaravam guerra ao monarca de outras regiões.

Hoje, em nossas plagas assistimos a um pequeno bate - boca entre os nobres de nosso impoluto território. Desarvoram - se por badulaques a nobreza petista e os mafiosos políticos.

Os “Rousseffs” trocam chispas como os “Cunhas”, com os “Renans”, que esgrimam com os “Temers”, e assim por diante.

Quem espera algo de produtivo pelo enfraquecimento ou derrota de qualquer dos oponentes afundará no tédio, pois a súcia, ao final, com pequenas perdas ou ganhos para qualquer dos lados, seguirá em frente e os perdedores da pugna serão os idiotas nacionais.

Testemunhamos a uma insossa peleja pelo exercício do poder, nada que mudará ou influenciará o Brasil do futuro, que prosseguirá como um PAÍS DO FUTURO, visualizado num futuro cada vez mais distante.

Esta é uma pífia querela entre amigos e não irá alterar o real domínio de nosso País, que está subordinado ao Foro de São Paulo.

Embora já alertado que o nosso patrão supremo é o Foro de São Paulo, não visualizamos nenhuma oposição que possa barrar as estratégias daquela operosa entidade criadora de Organizações como a UNASUL, URSAL e congêneres, filhotes do Pacto de Varsóvia e gestores da Cortina de Banana, uma sonhada cópia da falecida Cortina de Ferro.

Portanto, no frigir da fumaceira, fruto das desavenças na alta cúpula da política nacional, afirmamos que chapinhamos em direção ao lulo - petismo - socialista; pelo contrário, talvez pelo seu flagrante declínio, constatamos que na parte burocrática – institucional, o petismo está cada vez mais agressivo.

Infelizmente, por falta de uma oposição com um mínimo de decência e capacidade, podemos afirmar que o lulo - petismo avança incólume, haja vista o seu domínio no STF e nos sindicatos.

Alguns duvidam quando afirmamos que o Foro de São Paulo é o dono do Brasil, e entre outros argumentos apontamos para o seu instrumento, o BNDES, cuja política tem vários objetivos para a implantação e expansão do social - comunismo no Brasil e na América Latina.

A preço de banana o BNDES, sob a orientação do Foro, empresta recursos para “cumpanheiros”, em geral ditadores, que sem licitação e com benesses pessoais empregam empresas nacionais previamente cooptadas, que aceitam a realização da obra, porém com a combinação de que brindarão com volumosos recursos, indivíduos e partidos políticos nativos. Neste caso, sob o disfarce de doações para a entidade política ou para propósitos que elevarão a sua influencia no populacho.

Portanto, a briguinha deve ser vista como uma elementar e caquética embromação, pois nada ocorrerá em prejuízo do petismo, nem da canalha política que nos cerca.

Apesar das tênues desavenças entre a falsa e alta cúpula, nossos impostos serão aumentados e incrementados, e o Tesouro Nacional e a própria Nação afundados num mar de miséria e de falta total de dignidade prosseguirão subordinados e submissos aos seus novos heróis.

Assim como os nacionais cidadãos depreendemos que estamos assistindo a algo que nos lembra os antigos espetáculos do tele catch: muita pantomima, muitas caretas, mas nada além de arrufos com vitória de um ou de seu oponente. Em geral, eles se revezam nas vitórias e nas derrotas.


No final, os verdadeiros derrotados somos nós que pagamos as contas e perdemos a nossa dignidade diante da parcialidade da justiça, da impunidade, e da nossa incompetência em escolhermos os nossos representantes políticos.


Publicado no site A Verdade Sufocada

E O PAPA FRANCISCO PRESTIGIA ESSE MARXISTA LENINISTA!

Por Percival Puggina


Impossível entender a acolhida que a Santa Sé e o Papa Francisco prestaram a esse sujeito que propôs canonizar Santo Antônio... Gramsci. E que, se pudesse, acabava com o Brasil, com a Argentina, fazendo da América Ibérica uma grande república comunista.

Fonte: YouTube

Cala-te, Lula!


É hora de levar esse senhor à polícia. Sua condição de ex-presidente não lhe dá imunidade, é um cidadão comum

Existem dezenas de vídeos circulando nas redes sociais, cuja autenticidade é inegável. São falas de Lula e algumas de Dilma relativas ao Foro de São Paulo, organização que reúne os “governos de esquerda” (filocomunistas) das Américas do Sul e Central. Num vídeo, Lula realça que o Brasil, por ser a maior economia da região, teria maiores responsabilidades perante os demais países “de esquerda” do continente, e passa a enumerar os empréstimos e financiamentos brasileiros.

A contratação internacional, de resto secreta (crime de responsabilidade) entre Cuba e Brasil (aluguel de médicos), e a construção do Porto de Mariel, de graça, a expensas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), enquadram-se nessa linha. Tampouco nem sequer houve uma palavra de Dilma contra os ataques à liberdade de imprensa na Argentina e as atrocidades de Maduro contra as liberdades democráticas e direitos humanos na Venezuela. A cumplicidade é total entre os governos comunistóides falidos, renitentes e irresponsáveis da atrasada América Latina.

O senador Cunha Lima, da Paraíba, estado pequeno, mas de larga e longa tradição política, abriu caminho no Congresso para investigar os fundos de pensão das empresas estatais, aparelhados pelo PT e por ele manobrados. Saberemos de coisas escabrosas na Previ (Banco do Brasil), na Funcef (Caixa Econômica), Centrus (Banco Central), Petros (Petrobras) et caterva, doações e desvios de verbas de publicidade além de patrocínios fajutos. Mas não apenas isso. Para exemplificar, leiam as agruras dos funcionários operosos dos Correios (ECT), que já foi, antes do PT, considerado o terceiro melhor do mundo. O Postalis – fundo de pensão – formado parcialmente por descontos em folha dos seus funcionários, está com um rombo de R$ 6,5 bilhões. Má gestão? Claro que sim! Mas não só. Por ordem de Lula, a serviço do Foro de São Paulo, o Postalis aplicou seu suado dinheiro em títulos públicos venezuelanos e argentinos, que não valem nada e estão inadimplentes. Há aplicações até em ações das empresas de Eike Batista, no momento em que elas já estavam em declínio. A troco de quê? É que se perguntar.

Lula há poucas semanas, praticou a irresponsabilidade de convocar o exercito de Stédile (MST) para enfrentar o nosso povo em suas manifestações de rua, legítimas e democráticas. É o mesmo Lula do Foro de São Paulo, o mesmo que disse ter preguiça de ler nem sequer um livro. É o nosso Lenin, mas sem a altura histórica do líder russo, não passa de um agitador envaidecido de sua importância na história do país, a cada dia menor pelas suas atitudes impatrióticas.

Espanta-nos a mansidão das instituições brasileiras ante as últimas atitudes desse senhor, claramente conspiratórias, passíveis de enquadramento no Código Penal. É hora de levá-lo à delegacia de polícia. Sua condição de ex-presidente não lhe dá imunidade, é um cidadão comum. Ele está insuflando a luta de classes e fazendo apelos à violência.

A Constituição da República, que a todos obrigada, no artigo 5º, inciso XLIV, ao tratar dos direitos e garantias fundamentais, dispõe: “Constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado democrático”. Assegura ainda o direito de propriedade no inciso XXII do mesmo artigo 5º.

O que faz o MST de Stédile e “seu exército”, segundo Lula, se, não invadir, ocupar e destruir propriedades alheias com facões, foices e espingardas, além de desfilar por ruas e estradas preconizando a propriedade coletiva da terra e o socialismo, atentatórios ao artigo 170 da Constituição e sua clara opção pela “livre iniciativa” e o direito de propriedade? Noutra passagem, a Constituição veda a utilização por partido político, no caso o PT, de “organização paramilitar”, ou seja, o “exército dos sem terra” do “Comandante Stédile” (artigo 7º, § 4º).

Passou da hora de convocar o senhor Lula a explicar o que significou a sua ameaça de “colocar nas ruas o exército do senhor Stédile”, pois é princípio fundamental da República Federativa do Brasil o “Estado democrático de direito, com esforço no pluralismo político e nos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa” (artigo 1º da CF). Qualquer “socialismo”, como o da Venezuela e o do sr. Stédile, são contrários aos princípios que nos regem.


Somos um país leniente. À guisa de comparação, somente por ter ilegalmente espionado o partido democrata, Nixon renunciou para fugir do impeachment, por perjúrio. Berlusconi ficou meses preso. Em Portugal, o ex-primeiro-ministro José Sócrates responde a processo judicial. Aqui, o senhor Lula faz e fala o que quiser e fica por isso mesmo.

Tese petista "Partido para tempos de Guerra" tenta convencer militância a combater os militares e a mídia

 
Enquanto a cúpula do PT se apavora com a "Lava Jato" e escala um Tesoureiro de emergência (torcendo que não seja mais um a acabar preso), vale a pena analisar, com todo cuidado, um documento repleto de pérolas do pensamento político nazicomunopetralha. Trata-se do livreto de 165 páginas: "Caderno de Teses para o 5º Congresso Nacional do PT". O evento será realizado entre 11 e 13 de junho, em Salvador, na Bahia. O título da primeira "tese" da publicação chama atenção: "Um Partido para Tempos de Guerra". Nas 37 páginas iniciais do material, o discurso é ofensivo e autocrítico: "O Partido que temos não está à altura dos tempos em que vivemos. Das direções até as bases, é preciso realizar transformações profundas. Precisamos de um partido para tempos de guerra".

Seria um grito de "Golpe"? Logo no começo, o documento sintetiza os objetivos nesta "guerra": "Ocupar as ruas, construir uma Frente Democrática e Popular, mudar a estratégia do Partido e a linha do governo". Os ideólogos petistas fazem uma constatação clara e ululante: "O Partido dos Trabalhadores está diante da maior crise de sua história. Ou mudamos a política do Partido e a política do governo Dilma; ou corremos o risco de sofrer uma derrota profunda, que afetará não apenas o PT, mas o conjunto da esquerda política e social, brasileira e latinoamericana. A crise do PT decorre, simultaneamente, de nossas realizações e de nossas limitações".

Também fala na constituição de "uma frente popular em defesa da democracia e das reformas: "O programa mínimo desta Frente Democrática e Popular deve incluir a revogação das medidas de ajuste recessivo; o combate à corrupção; a reforma tributária com destaque para o imposto sobre grandes fortunas; a defesa da Petrobrás e da industrialização nacional; a ampliação das políticas públicas universais como saúde e educação; a reforma política e a democratização da mídia. A Frente Democrática e Popular é essencial para derrotar o golpismo e libertar o governo da chantagem peemedebista. Mas o objetivo principal da Frente Democrática e Popular é lutar por transformações estruturais, sendo para isto necessário construir instrumentos de articulação política e de comunicação de massas que nos permitam enfrentar e vencer o oligopólio da mídia".

Outro ponto focal da tese petista é uma mudança radical na estratégia do partido: "Se queremos melhorar a vida do povo, se queremos ampliar a democracia, se queremos afirmar a soberania nacional, se queremos integrar a América Latina, se queremos quebrar a espinha dorsal da corrupção, é preciso realizar reformas estruturais no Brasil, que permitam à classe trabalhadora controlar as principais alavancas da economia e da política nacional. Para isto, precisamos de uma aliança estratégica com as forças democrático-populares, com a esquerda política e social. Precisamos, também, combinar luta institucional, luta social e luta cultural. Recuperar o apoio ativo da maioria da classe trabalhadora, 4 ganhar para nosso lado parte dos setores médios que hoje estão na oposição, dividir e neutralizar a burguesia, isolando e derrotando o grande capital transnacional financeiro. Isso implica abandonar a conciliação de classe com nossos inimigos".

O texto do documento apela explicitamente para a militância e, implicitamente, para a "meliância" (aquele "exército de Stédile", convocado pelo grande líder $talinácio). Os ideólogos recomendam a imediata reocupação das ruas: "A oposição de direita controla parte importante do Judiciário, do Parlamento e do Executivo, em seus diferentes níveis. Agora está trabalhando intensamente para também controlar as ruas, utilizando para isto sua militância mais conservadora, convocada pelos meios de comunicação, mobilizada com recursos empresariais e orientada pelas técnicas golpistas das chamadas “revoluções coloridas”. Caso a direita ganhe a batalha de ocupação das ruas, não haverá espaço nem tempo para uma contraofensiva por parte da esquerda. Assim, a primeira tarefa de cada petista deve ser apoiar, participar, mobilizar e ajudar a organizar as manifestações programadas pelos movimentos e organizações das classes trabalhadoras".

O documento petista propõe, como quarta tarefa urgente, mudar o governo Dilma Rousseff - o que parece ser uma das missões quase impossíveis. Nem a "oposição" seria tão dura quanto a intelectualidade orgânica nazicomunopetralha, sempre apontando um "inimigo" a ser vencido e eliminado: "É plenamente possível derrotar a direita se tivermos para isto a ajuda do governo. É possível derrotar momentaneamente a direita, até mesmo sem a ajuda do governo. Mas é impossível impor uma derrota estratégica à direita, se a ação do governo dividir a esquerda e alimentar a direita. Por isto, o 5º Congresso do PT deve dizer ao governo: que os ricos paguem a conta do ajuste, que as forças democrático-populares ocupem o lugar que lhes cabe no ministério, que a presidenta assuma protagonismo na luta contra a direita, contra o “PIG” e contra a especulação financeira".

A "tese" nazicomunopetralha insiste em focar no "inimigo", inclusive tentando descredenciar as livres manifestações de milhões de brasileiros nas ruas: "Não se trata de descontentamento “republicano e pacífico”, nem da defesa “legítima” do impeachment. A mobilização da direita visa criminalizar não só o PT e o conjunto dos partidos de esquerda, mas também a classe trabalhadora nas suas mais diversas expressões, organizações e movimentos: os sem-terras, os sem-tetos, os sindicatos combativos, os grupos e entidades populares etc. Não pode ser outra a leitura do ódio presente nos atos do dia 15 de março, que abriram espaço até mesmo para manifestações ostensivas da extrema-direita e homenagem a um torturador identificado no relatório final da Comissão Nacional da Verdade".

O documento prossegue com um espetáculo de arrogância política, agora identificando claramente seus "inimigos" - militares da ativa e da reserva, junto com os meios de comunicação: "O Partido dos Trabalhadores defende que a solução para a crise política passa por mais democracia, não por menos democracia. Por isto reafirmamos nossa defesa da Assembleia Constituinte, da participação popular e da legitimidade dos processos eleitorais. Se a oposição de direita quer nos derrotar, que se organize para disputar as eleições de 2016 e 2018. Por isto mesmo, o PT defende tolerância zero com a facção golpista da direita. As articulações golpistas, especialmente as vindas de militares da ativa ou da reserva e de meios de comunicação, devem ser tratadas como determina a Constituição e a legislação nacional".

Do ponto de vista tático imediato da "guerra", o receituário nazicomunopetralha define duas ações básicas: é necessário relançar a campanha pela reforma política e pela mídia democrática, contribuindo para que o governo possa tomar 8 medidas avançadas nestas áreas e para sustentar a batalha que travaremos a respeito no Congresso Nacional. O PT precisa exercer mais do que um papel de figurante na luta pela democratização da mídia: deve engajar e orientar seus quadros e militantes a ajudar na construção das mobilizações que os movimentos sociais a duras penas têm construído no país nos últimos anos. (...) A militância do PT deve ser convocada a participar ativamente da luta pela reforma política, apoiando as iniciativas do movimento social e do partido, particularmente a mobilização da campanha do Plebiscito da Constituinte e a coleta de assinaturas da campanha do PT".

"Para consolidar toda essa ação de guerra, o PT foca em outra necessidade que eles já têm em andamento há muito tempo, através do financiamento milionário, com dinheiro público, de uma "mídia de aluguel": "Faz-se necessário, também, implementar uma política de comunicação do campo democrático e popular, iniciando pela construção de uma agência de notícias, articulada a mídias digitais (inclusive rádio e TV web), com ação permanente nas redes sociais, que sirva de retaguarda e de instrumento do campo democrático-popular na batalha de ideias, tomando como exemplos o papel cumprido pelo Muda Mais na campanha eleitoral de 2014 e as diversas experiências semelhantes existentes nas mídias partidárias, sindicais e sociais de esquerda. Esta agência de notícias deve estar articulada à produção de um jornal diário de massas, criando uma rede com o conjunto das publicações do campo democrático-popular e integrando esta ação de comunicação política com o amplo movimento cultural que está em curso neste país e que foi tão importante no segundo turno. A política de comunicação de que necessitamos se integra à política de cultura e de educação, com o objetivo de criar uma cultura de massas orientada por valores democrático-populares e socialistas, combatendo a crescente ofensiva conservadora no terreno das ideias".

Os petistas deixam claro em sua tese que, "para fazer reformas estruturais, necessitamos de força política e social, já que tais reformas de caráter democrático-popular contrariarão os interesses das classes dominantes no plano nacional e internacional". Os petistas também constatam uma fragilidade estrutural deles: "Por outro lado, chegamos ao governo, mas não conquistamos o poder. E aqueles setores políticos e sociais que detêm o poder estão cada vez mais ameaçando nossa continuidade no governo, como fica claro ao compararmos os resultados das eleições presidenciais desde 2002 até 2014".

Assim, para "seguir adiante", depois de muito discurso maniqueísta de convencimento da militância, os ideólogos petistas defendem: "Uma estratégia que reconheça que só é possível continuar melhorando a vida do povo se fizermos reformas estruturais. Que construa as condições políticas para fazer reformas estruturais. Que recoloque o socialismo como objetivo estratégico. Que constate que o grande capital é nosso inimigo estratégico. Que não acredite nos partidos de centro-direita como aliados. Que seja baseada na articulação entre luta social, luta institucional, luta cultural e organização partidária. Que retome a necessidade do partido dirigente e da organização do campo democrático-popular".

Em resumo, os ideólogos petistas desenham seu próprio drama existencial do momento, sinalizando com uma necessidade urgentíssima: "Convencer a nós mesmos, ao PT, de que precisamos sair da situação atual, em que buscamos melhorar as condições de vida do povo nos marcos do capitalismo, para uma nova situação, em que melhoraremos as condições de vida do povo através de reformas estruturais democrático-populares e de medidas de tipo socialista. Só retomaremos a condição de partido hegemônico no governo, se nos dispusermos a conquistar/construir as condições para sermos partido hegemônico no poder de Estado".

Esta fase mais radical das "teses" petistas tem como autores: Bruno Elias, Jandyra Uehara, Adriano Oliveira, Rosana Ramos, Valter Pomar e Iole Ilíada, em nome da Direção Nacional da tendência "Articulação de Esquerda". As demais "teses", na mesma linha de defesa do "socialismo", defendem exatamente a pregação anti-liberal sempre adotada no Brasil por ideólogos de direita ou de esquerda: "um Estado forte e indutor do desenvolvimento".

Desenhando e resumindo a ópera para quem ainda não entendeu ou não quis compreender: Se o PT for tirado do poder, via impeachment ou intervenção constitucional, seus militantes e meliantes estão prontos para partir para a guerra, na base da porrada real e objetiva. Quem pensa que Dilma possa renunciar, por algum motivo, pode tirar o cavalinho da chuva. O PT quer retomar a hegemonia e conquistar o poder de fato. Está escrito, para quem quiser e tiver saco de ler 165 páginas da cartilha nazicomunopetalha.

Chega de doação


Cargo e encargo

Nos últimos dez anos, dois dos quatro tesoureiros do PT acabaram presos.

Delúbio Soares, no mensalão, e Vaccari, agora na Lava Jato.

Ambos foram acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Cabra certo


À disposição

O Juiz Sérgio Fernando Moro, da 13a Vara Federal em Curitiba, pode decretar, a qualquer momento, a prisão preventiva de José Dirceu de Oliveira e Silva, que cumpre prisão domiciliar pelo Mensalão.

Tendo certeza disso, advogados de Dirceu já comunicaram a Moro que seu cliente "está à disposição" para quaisquer esclarecimentos, a fim de tentar descartar o risco de retorno do Poderoso Zé à cadeia.

Advogados do Tesoureiro João Vaccari Neto, que está preso, também já sinalizaram ao juiz Moro que ele "deseja falar" (só não foi antecipado o que o ex-Secretário Nacional de Finanças do PT teria a dizer...).

Juntos delataremos lá?


Fazendo o que no Panamá?

Engraçado que nem a Polícia Federal, que tem o dever legal de saber sobre quem entra e sai do Brasil, sabia que a cunhada do Vaccari estava no Panamá - provavelmente há duas semanas...

Se isto for realmente verdade, o controle de fronteiras brasileiro está completamente desmoralizado...

Até o advogado dela, Claudio Pimentel, confirmou a viagem para lá, mas não soube informar de que congresso participava Marice Corrêa de Lima.

O que todo mundo sabe é que o Panamá é um paraíso fiscal, onde muito brasileiro honesto ou não pode abrir uma conta corrente e uma empresa em poucas horas, sem burocracias.

Coincidência...

O consultor José Dirceu de Oliveira e Silva tinha uma filial de sua JD Assessoria e Consultoria Ltda no Panamá.

Desde 2008 até antes de ser preso na Papuda pelo processo do Mensalão, José Dirceu cansava de ir para lá...

Também por mera coincidência, muitos dos alvos da operação Lava Jato, como os "colaboradores premiados" Pedro Barusco (ex-gerente de Engenharia da Diretoria de Serviços da Petrobrás), o doleiro Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás), tinham offshores no Panamá para movimentar contas fora do Brasil.

Pedalada doendo


Imposto único

Comentário do leitor Alberto Santos Lima Filho sobre a ideia do Imposto Único:

"O IMPOSTO NAO DEVERIA SER UM PERCENTUAL DO PREÇO DO PRODUTO , ESSA PRATICA FAVORECE AO GOVERNO QUANDO OS PREÇOS  SOBEM , ASSIM SENDO O GOVERNO E ESTIMULADOR DO AUMENTO DE PREÇOS. O VALOR DO IMPOSTO DEVERIA SER FIXO PARA CADA PRODUTO, ASSIM SENDO O GOVERNO SÓ SE BENEFICIARIA , CASO HOUVESSE AUMENTO DA QUANTIDADE DE PRODUTOS CONSUMIDOS, O QUE BENEFICIARIA A POPULAÇÃO POIS TERIA SATISFEITO NECESSIDADES DE UMA QUANTIDADE MAIOR DE CONSUMIDORES".

Quem se ferra?

A nova lei dos caminhoneiros não estabelece como será a fiscalização para saber se o caminhão com eixo suspenso está vazio ou não.

As concessionárias não podem fiscalizar os caminhões nos pedágios, a Polícia Rodoviária Federal não tem homens suficientes para ficar nas 257 praças de pedágios do país.

Também não há tecnologia disponível para fazer essa avaliação automática e há cargas perigosas, como produtos químicos, que não podem ser abertas na praça do pedágio, impedindo a avaliação do caminhão.

Resultado

O governo de São Paulo, que administra 5.300 quilômetros de estradas concedidas, decidiu que não vai dar desconto no pedágio a caminhões com eixos suspensos, descumprindo a lei.

O governo federal, que conta com 11.200 quilômetros de rodovias concedidas, determinou que proporcionará o desconto a todos os caminhões com eixos suspensos, independentemente de estarem vazios ou não.

Acontece que os preços dos pedágios subirão de preço para que os demais motoristas paguem pela benesse (aparentemente justa) dada aos caminhoneiros.

Batman x Superman


A Warner Bros. Pictures liberou o esperadíssimo trailer do filme "Batman versus Superman: Down of Justice", no qual o Homem de Aço, aparentemente, tem o "filme queimado" pelo Homem Morcego.

Dirigido por Zack Snyder, "Batman vs Superman: A Origem da Justiça" traz no elenco Henry Cavill (Super-Homem), Ben Affleck (Batman), Amy Addams (Lois Lane), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Jason Momoa (Aquaman) e Jesse Eisenberg (Lex Luthor).

O filme, que vai abalar Gotham City e Bangu, tem estreia prevista para 25 de março de 2016.

Justiça para quem precisa


Mais para "profano de avental" que Maçom de verdade, André Vargas será perjuro com a irmandade petralha e partirá para a "delação premiada"?

Ordem do Mérito Militar

Recado curto e grosso do bom kamarada e historiador Carlos I. S. Azambuja, a bronca sobre a farta distribuição de honrarias do Exército a figuras públicas que efetivamente não merecem:

"Jacques Wagner, quando governador da Bahia, alterou o nome de uma Escola, de Presidente Médici para Carlos Marighela. Depois, foi nomeado Ministro da Defesa (!) graças ao seu currículo de ter sido aluno do Colégio Militar. Eu também fui. Agora, leio nos jornais que recebeu do glorioso Exército Brasileiro a Medalha da Ordem do Mérito Militar, que é destinada àqueles que tenham prestado "relevantes serviços ao Exército". Eu também recebi. Lamento ter sido comparado a esse cara, assim como lamento ter também o José Genoino, o José Dirceu ("guerreiro do povo brasileiro") e outros que ainda não tiveram suas condecorações cassadas,como manda a Lei! Que tristeza!"

Cuidado com a ordem


Escrever (errado) é muito perigoso... Se liga, PT...

domingo, 19 de abril de 2015

19 de abril - Dia do Exército



No dia 19 de abril, o Exército Comemora 367 anos. O slogan da campanha deste ano "Mesmos Valores, Novos Desafios" destaca os valores dos nossos combatentes de ontem, presentes em cada soldado do Exército de Caxias e os novos desafios, para os quais nos preparamos diuturnamente.

CPI Petrobras: Depoimento de Luciano Coutinho



Luciano Coutinho, na melhor das hipóteses, foi conivente - por ação ou omissão - com os "mal feitos" da Petrobras. Ele está desde 2011 no Conselho de Administração, que deu suporte à má gestão corporativa.


A encrenca está grande para Coutinho e para Dilma!

A investigação vai pra cima do presidente do BNDES. Eu vou atrás da verdade. Eu não ameaço, eu faço! E vou fazer!

Fonte: YouTube


“O BNDES é usado politicamente para fazer cortesia com o chapéu do brasileiro a outras nações”



A caixa preta em que se tornou o BNDES pode ser resumida na absoluta falta de transparência e no desvio de finalidade nas operações do BNDES nos últimos anos, tanto nos empréstimos destinados a grandes grupos econômicos nacionais quanto nos empréstimos a outros países.

Bolsonaro é condenado

Por Jair Bolsonaro


Por ter declarado em programa do CQC que não participaria de parada gay para não promover maus costumes e acreditar em Deus e na família, Jair Bolsonaro foi condenado, em 1ª Instância, a comunidade LGBT.


Fonte: YouTube

“Cura para governo ruim é eleição”



O que a população pede nas ruas é muito mais do que um ‘Fora Dilma’. Os brasileiros querem um governo melhor,  o que a atual administração é incapaz de dar. A análise é do colunista de VEJA José Roberto Guzzo que ainda comenta a prisão do ex-tesoureiro do PT: “O partido acha que Vaccari é um herói”, diz. Sobre a indicação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fachin, Guzzo arremata: “Poderia ser pior?”.

Articulação política do governo Dilma

Por Ricardo Boechat


Quem está preocupado com a articulação política do governo? Ricardo Boechat comenta a indicação de Michel Temer para negociar em favor do governo. Fala ainda do caso de uma empresa holandesa que reconheceu que seus agentes pagaram propina à Petrobrás e quer devolver mais de 1 bilhão de dólares, no entanto, o governo não sabe quem deve receber o dinheiro.

Fonte: YouTube/Band

Saiba como o prefeito de São Leopoldo domou a herança maldita deixada pelo PT


Ministro da Defesa: "Não quero ouvir esta palavra de segurança nacional", ou, defender o povo

Entrevista do Ministro da Defesa


Antes de ir para o banheiro (porque cagou de medo) disse que a jornalista tem o mesmo ideal daqueles que foram para a rua pedindo golpe militar. Estes líderes generais estão completamente à favor do PT que deseja transformar o Brasil em uma república socialista-comunista.

Fonte: YouTube

sexta-feira, 17 de abril de 2015

UM GRITO POR RESPEITO DA CIDADANIA PAGADORA DE IMPOSTOS


Caiado questiona casamento íntimo entre BNDES e Campanhas Eleitorais



O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), mostrou com dados o "casamento íntimo" entre os financiamentos do BNDES e as campanhas eleitorais. Em audiência pública nesta terça-feira (14/4) com o presidente do banco, Luciano Coutinho, o senador apontou como a instituição mudou seu eixo de atuação concentrando seus empréstimos em cinco países e empresas eleitas a exemplo do grupo JBS. De 2007 a 2014, 57% dos financiamentos à exportação foram direcionados a Cuba, Venezuela, Argentina, Angola e República Dominicana. Fatos que tornam fundamental a CPI do BNDES, alerta Caiado.

Cada novo escândalo supera o anterior


CORRUPÇÃO Vaccari Neto - PT não aprendeu a LIÇÃO !!!

Por Rachel Sheherazade


NÃO IMPORTA A COR DO GATO, DESDE QUE ELE COMA O RATO

Por Gen Bda Paulo Chagas

CAROS AMIGOS

SE, NAS PRÓXIMAS MANIFESTAÇÕES, COMO AS DO ÚLTIMO DIA 12 DE ABRIL, NÃO ESTIVERMOS UNIDOS, ATENTOS ÀS OPORTUNIDADES E AGINDO PELA FINALIDADE, ESTAREMOS DESPREZANDO A VANTAGEM QUE O PRINCÍPIO DA MASSA NOS TEM PROPORCIONADO E ACABAREMOS POR DIVIDIR-NOS, PERDEREMOS O FOCO, SEREMOS BATIDOS POR PARTES E SOTERRADOS PELO APARELHAMENTO, PELA DEMAGOGIA, PELAS CIRCUNSTÂNCIAS E PELAS NOSSAS PRÓPRIAS CONTRADIÇÕES.

 A MANOBRA, VISANDO A RECUPERAÇÃO FÍSICA E MORAL DO BRASIL, CONSIDERANDO A MAGNITUDE DAS DIFICULDADES E A COMPLEXIDADE DOS PROBLEMAS A SEREM RESOLVIDOS, TEM QUE SER PLANEJADA E EXECUTADA POR FASES, ISTO É, AS FRENTES DE COMBATE E OS OBJETIVOS PRINCIPAIS A SEREM CONQUISTADOS DEVEM SER SELECIONADOS NO ESPAÇO E NO TEMPO, INDEPENDENTE DAS METAS INTERMEDIÁRIAS QUE VISAM A FORTALECER A NOSSA AÇÃO E ENFRAQUECER AS RESISTÊNCIAS DO INIMIGO.

DESTA FORMA, O NOSSO “O1” (OBJETIVO NR 1) DEVE SER:

TIRAR O PT DO PODER DENTRO DA NORMA CONSTITUCIONAL E, ASSIM, RECUPERAR A CREDIBILIDADE DO PAÍS PERANTE NÓS MESMOS E DIANTE DO MUNDO.

SEJA QUAL FOR O SUBSTITUTO DO PT E DA SRA DILMA ROUSSEFF, EM MEIO ÀS POUCAS OPÇÕES QUE SE APRESENTAM NESTE MOMENTO, TEREMOS QUE, SEM PERDA DE TEMPO E DE IMPULSÃO, RETOMAR O MOVIMENTO EM DIREÇÃO A OUTRAS CONQUISTAS QUE CONTRIBUAM PARA A VITÓRIA DEFINITIVA DO PENSAMENTO LIBERAL E DA DEMOCRACIA, COMO ENTENDEMOS QUE DEVE SER.

A SELEÇÃO DE NOVAS FRENTES, A REFORMULAÇÃO DA MANOBRA E A RECOMPOSIÇÃO DOS MEIOS SE TORNAM NECESSÁRIAS PARA CADA FASE DAS OPERAÇÕES E DA “GUERRA” QUE, PELA ORGANIZAÇÃO, PELO DISPOSITIVO E PELA MOTIVAÇÃO DO INIMIGO, SERÁ ÁRDUA E PROLONGADA!

ESTA NÃO É, EFETIVAMENTE, UMA GUERRA A SER VENCIDA “NO GRITO”, MUITO MENOS COM VAIDADES, ARROGÂNCIA OU DESPREZO PELO APOIO MÚTUO, PELA COORDENAÇÃO E PELO CONTROLE NECESSÁRIOS À MANUTENÇÃO DO FOCO E, PRINCIPALMENTE, DA UNIDADE DE PROPÓSITOS.

SE O NOSSO MOVIMENTO SE FORTALECE NO PRINCÍPIO DA MASSA, É, POR OUTRO LADO, CARENTE E VULNERÁVEL NO PRINCÍPIO DA UNIDADE DE COMANDO!

FALTA-NOS FOCO NO OBJETIVO E HUMILDADE PARA ADMITIR QUE “NÃO IMPORTA A COR DO GATO, DESDE QUE ELE COMA O RATO”, OU SEJA, NO MOMENTO ATUAL, NÃO NOS DEVE INTERESSAR O “COMO”, DE QUE FORMA, OS TIRAREMOS DO PODER, MAS, APENAS, QUE TEMOS QUE FAZÊ-LO, DENTRO DA LEI!

NÃO IMPORTA SE SERÁ POR MEIO DO IMPEACHMENT, DA RENÚNCIA, DA DEPOSIÇÃO JUDICIAL, PELO EXTREMO DA “INTERVENÇÃO MILITAR”, OU POR QUALQUER OUTRO MEIO LEGAL. CADA UM DELES TEM CIRCUNSTÂNCIAS, CONTESTAÇÕES E VULNERABILIDADES PRÓPRIAS E A EVOLUÇÃO DOS ACONTECIMENTOS INDICARÁ QUAL DEVERÁ PREVALECER NO MOMENTO DECISIVO E TODOS TEMOS QUE ESTAR PRONTOS A CONTRIBUIR PARA QUE SEJA EXECUTADO O QUE A CONJUNTURA INDICAR COMO OPORTUNO.

A CARÊNCIA DE LÍDERES QUE UNIFIQUEM E CONTROLEM OS DIVERSOS PENSAMENTOS NOS IMPÕE, COMO CONDIÇÃO PARA A VITÓRIA, UM MÍNIMO DE COORDENAÇÃO E UM MÁXIMO DE RESPEITO A TODAS AS PROPOSTAS QUE ESTEJAM COLIMANDO  O NOSSO “O1”!

DESQUALIFICAR, A QUALQUER TEMPO, PARTICULARMENTE DURANTE AS DEMONSTRAÇÕES DE RUA, AS DIFERENTES CORRENTES DE PENSAMENTO, IMPOR ARGUMENTOS PELO VOLUME DOS CARROS DE SOM OU, PIOR, TENTAR BOICOTAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO DOS GRUPOS ORGANIZADOS É TUDO O QUE O INIMIGO QUER QUE FAÇAMOS NESTE MOMENTO!

ASSIM, TORNA-SE NECESSÁRIO UM MÍNIMO DE COORDENAÇÃO, CONTROLE E RESPEITO MÚTUO ENTRE AS LIDERANÇAS DOS GRUPOS, DE FORMA A QUE CADA CORRENTE DE PENSAMENTO POSSA FAZER, PROPOSITIVAMENTE, A DEFESA DO QUE JULGA SER O MELHOR E O MAIS EFETIVO PARA A CONQUISTA DE “O1”, SEM  QUE HAJA, POR QUALQUER MOTIVO, DESQUALIFICAÇÃO DAS OUTRAS OU DANO AO PRINCÍPIO DA MASSA, PONTO FORTE DESTA FASE DA MANOBRA.


= NENHUMA DITADURA SERVE PARA O BRASIL =