terça-feira, 17 de março de 2015

No dia seguinte a protestos, ministro da Fazenda pede apoio da população a ajustes fiscais

Por Renan Fagalde

Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em discurso em São Paulo. 23/02/2014 REUTERS/Paulo Whitaker
SÃO PAULO (Reuters) - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, pediu nesta segunda-feira apoio da população ao ajuste fiscal, dizendo que o reequilíbrio das contas públicas precisa ser rápido para evitar cenários marcados por downgrade, crise cambial e inflação alta.

"O apoio da população ao ajuste é muito importante. As razões dele estão claras", disse.

As declarações do comandante da equipe econômica foram feitas em encontro com empresários em São Paulo nesta segunda-feira, um dia após manifestações gigantes tomarem as ruas do país em protestos contra o governo da presidente Dilma Rousseff, marcado por baixo crescimento, inflação alta e aperto nas contas públicas.

"Se fizermos ajuste rápido, as pessoas poderão sentir chão firme para começar a trabalhar", disse o ministro.

Levy lidera um duro ajuste fiscal marcado por aumento de tributos, redução de gasto público, revisão de benefícios trabalhistas e previdenciários, fim de subsídios e revisão de desonerações ao mesmo tempo em que tenta transmitir mensagem de melhora do ambiente de negócios.

Mesmo com autoridades da área econômica indicando uma perspectiva mais positiva, a economia continua mostrando dados desanimadores.

Em janeiro, a atividade econômica brasileira registrou retração de 0,11 por cento ante o mês anterior, de acordo com dados do Banco Central divulgados nesta segunda-feira, num prenúncio de mais um ano difícil. [nL2N0WI0OA]

AJUSTE NO DÓLAR

Levy considerou que o "ajuste" no dólar e a desvalorização das commodites são consequência do fim de políticas anticíclicas nos Estados Unidos e na China.

Na manhã desta segunda-feira, a moeda norte-americana recuava ante a divisa brasileira, após fechar na máxima em quase doze anos na sessão anterior, subindo mais de 2,5 por cento em meio a incertezas sobre o futuro do programa de swaps cambiais.

A fim de estimular a retomada de investimentos, o ministro disse que as concessões serão retomadas, mas podem ter novas bases.

"Vamos retomar as concessões, talvez em bases diferentes, para permitir maior participação do capital privado."

Ele também voltou a falar em mudanças nos tributos federais PIS e Cofins em formulação no Ministério da Fazenda, explicando que o objetivo é a simplificação do tributo.



Publicado originalmente no site da REUTERS-BRASIL

Dois milhões saem às ruas de verde e amarelo contra a roubalheira...
Ou: O movimento das pessoas direitas

Por Reinaldo Azevedo
Quem mesmo estava nas ruas? Eram as pessoas direitas
Quem mesmo estava nas ruas? Eram as pessoas direitas, 
o que parece insuportável aos “companheiros”
Em paz, manifestantes protestam contra o PT, pedem a punição dos culpados e o impeachment de Dilma.

Dois milhões de pessoas foram às ruas nos 26 Estados do Brasil e no Distrito Federal — um milhão só em São Paulo. O número decorre da soma de estimativas feitas pelas PMs locais. O Datafolha, que vive sendo malhado pelos blogs sujos, agora mereceu testemunho de fé da companheirada porque assegura que 210 mil passaram pela Avenida Paulista. Considerada só a área dessa via, talvez. Fui ao topo de um prédio muito alto. Todas as perpendiculares estavam tomadas por uma massa compacta. A Rua da Consolação também. A PM diz ter levado em conta essas áreas adjacentes, considerando cinco pessoas por metro quadrado, mesmo critério empregado para chegar aos 12 mil petistas que se concentraram na região no dia 13.

Quantos estiveram nas ruas na cidade de São Paulo, afinal, neste domingo? Participei ativamente dos comícios das Diretas e estive presente a algumas manifestações pelo impeachment de Collor. É experiência pessoal e memória, sei disto, mas nunca vi nada igual a este 15 de março. Se, no lendário comício das Diretas do dia 17 de abril de 1984, no Anhangabaú, havia 400 mil pessoas, parece-me difícil supor que, neste domingo, o contingente se resumisse à metade daquele.

A massa verde-amarela na Paulista. Um protesto sem vermelho (Foto: Hélvio Romero/Estadão)
A massa verde-amarela na Paulista. Um protesto
sem vermelho (Foto: Hélvio Romero/Estadão)
Mas digamos, para efeito de pensamento, que o instituto esteja certo. Ainda assim, quase um milhão de pessoas teriam marchado em protesto contra o governo Dilma. Seja um número ou outro, já é a maior manifestação política da história. Até porque os comícios das Diretas ocorriam em uma determinada capital e pronto. Desta feita, houve protesto em todas elas e em 185 outras cidades.

Uma imensidão verde e amarela

Este 15 de março marca ainda outro fato inédito. Nas campanhas das Diretas e em favor do impeachment de Collor, as esquerdas davam o tom do discurso — aliás, assim tem sido desde a redemocratização do Brasil. Nas ruas, os petistas passavam a impressão de ser a força hegemônica. O vermelho disputava o espaço com o verde e amarelo. Neste domingo, não! O PT não estava presente. Ainda que Dilma tenha mobilizado boa parte das palavras de ordem, a maioria delas, no tempo em que acompanhei a manifestação — e foi bastante — tinha o PT como alvo principal. Horas depois, ficaria claro, uma vez mais, por quê.

Enquanto governistas falavam em ódio, violência e golpe, manifestantes levavam seus filhos para a rua (Foto: Beto Ribeiro)
Enquanto governistas falavam em ódio, violência e golpe, 
manifestantes levavam seus filhos para a rua 
(Foto: Beto Ribeiro)
Ódio? Qual? Violência? Onde?

Desde que começou a ficar claro que o país poderia assistir à maior manifestação de sua história, o PT, ministros de Estado e a própria presidente evocaram a palavra “golpe”, como se o vocabulário terrorista fosse afastar as pessoas das ruas. Não funcionou. Perdidos, mudaram, então, a estratégia e passaram a fazer estranhas advertências sobre o risco de violência e a política do ódio.

Nem uma coisa nem outra. Hostilidade ao petismo? Ah, havia, sim. Ou os petistas trataram com afeto, em suas pequenas manifestações do dia 13, os que hoje se opõem ao governo Dilma? Violência? Exceção feita a algumas escaramuças aqui e ali — especialmente no Distrito Federal e depois de encerrado o protesto —, nunca se viu povo tão ordeiro. Em São Paulo, a Polícia Militar, em trabalho exemplar, prendeu um grupo de autointitulados “Carecas do Subúrbio”. Carregavam bombas caseiras e soco- inglês. Um deles conseguiu escapar e se escondeu no meio da multidão. Acompanhei o momento em que foi identificado. As pessoas se agacharam, colocaram-no em evidência e chamaram a Polícia. Funcionou.

Sem black blocs

Uma cartolina com uma verdade clara e simples: país mudo não muda
Uma cartolina com uma verdade clara e simples: 
país mudo não muda
As manifestações deste domingo provaram uma tese antiga deste blog. Os “black blocs” nunca foram um fenômeno urbano, uma estética, uma ética — ou seja lá que outro lixo subintelectual se tenha tentado inventar. Eram e são bandidos tolerados e protegidos por movimentos de ultraesquerda. Onde estavam no dia de ontem? Sabiam que não seriam nem abrigados nem protegidos. Sabiam que seriam expulsos da rua pela massa de, estes sim, trabalhadores!

Como esquecer que Gilberto Carvalho, em entrevista histórica concedida à Folha, confessou ter se reunido várias vezes com lideranças da canalha mascarada?

Eram poucas as faixas porque praticamente não havia movimento organizado. Também não se permitiu que o protesto fosse aparelhado por partidos políticos — e, com isso, não estou rejeitando a política, não! Ao contrário! Vi nas ruas um momento de tomada de consciência de pessoas que já não aguentam mais a conversa mole e vigarista, segundo a qual, na prática, uma suposta justiça social serve de compensação à roubalheira descarada.

O Brasil está mudando. Os reacionários do PT e suas franjas fascistoides na subimprensa optam, agora, por atacar a população de trabalhadores que vai às ruas. Perderam o eixo e a noção de tudo. Com satisfação, vi uma frase de um texto deste blog estendida na Paulista: “Não somos de direita. Somos brasileiros direitos”.

Atenção! A democracia nos reserva, sim, o direito de ser de direita. Mas, neste domingo, as pessoas direitas é que estavam nas ruas, de direita ou não.



Publicado originalmente no Blog do Reinaldo Azevedo – VEJA

DILMA demonstra FRAQUEZA

Por Fernando Rodrigues & Marco Antonio Villa


segunda-feira, 16 de março de 2015

Brasil andou para frente

Por Arnaldo Jabor


Fonte: YouTube/CBN

Sem fazer mea culpa, governo repete promessas de 2013


O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, durante entrevista coletiva neste domingo (15)
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, durante 
entrevista  coletiva neste domingo
Sem autocrítica, governo repete promessas

Parecia reprise de junho de 2013: depois das manifestações que reuniram centenas de milhares de pessoas em todo o Brasil neste domingo, o governo prometeu estender o diálogo, defender uma reforma política via plebiscito e atacar as doações empresariais de campanha, conforme segue a cartilha do PT. Faltou a autocrítica.

Desta vez, o pronunciamento foi feito pelos ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo e da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, no Palácio do Planalto. Eles se reuniram com a presidente Dilma Rousseff durante a tarde e foram escalados para apresentar a resposta do Planalto aos atos. Cardozo afirmou que o governo vai anunciar "nos próximos dias" o pacote anticorrupção prometido durante a última campanha eleitoral. Ele não deu detalhes do programa, mas disse que o foco é o combate à impunidade.

A promessa é semelhante àquela feita dois anos atrás, quando manifestações também se espalharam pelo Brasil. Sem reconhecer que o governo falhou em cumprir a promessa, Cardozo disse que o petrolão só foi descoberto porque o governo deu independência aos órgãos de investigação. "A situação da Lava Jato decorre claramente de uma postura governamental imediata de assegurar investigações autônomas". Rossetto prosseguiu o jogo de cena: "Este governo desde sempre combate à corrupção".

O governo também quer ressuscitar a fracassada tentativa de reforma política com consulta popular para, em primeiro lugar, implementar o financiamento público de campanha - ou seja: passar a conta para o contribuinte e adotar um sistema que nada faz para impedir o caixa dois.

Cardozo defendeu uma "ampla reforma política lastreada no ouvir da sociedade". "Não é mais possível que continuemos a ter o financiamento empresarial de campanhas eleitorais. É necessário fechar imediatamente essa porta", disse ele.

A ausência de autocrítica também se evidenciou quando o ministro Miguel Rossetto fez uma análise da situação econômica. Ele manteve a postura escapista e culpou a crise internacional e a seca pelo total desequilíbrio da economia na atual gestão.

Enquanto o ministro da Justiça tentava passar a impressão de que o governo está aberto ao diálogo com todos os setores críticos, seu colega parecia pouco preocupado em construir pontes. Por mais de uma vez, Rossetto afirmou que as manifestações deste domingo reuniram majoritariamente pessoas que já não haviam votado em Dilma.


Enquanto os dois petistas falavam, brasileiros de diversas cidades, como São Paulo e Brasília, retomavam o "panelaço" promovido há uma semana, quando a presidente Dilma Rousseff foi à televisão discursar sobre o Dia da Mulher. Cardozo foi indagado sobre o tema e disse apenas que respeitava os protestos.

Reação do desgoverno petista de Dilma Rousseff às manifestações foi arrogante, avalia o PPS


jose_eduardo_46Salto alto – O PPS considerou “arrogante” a reação do governo às manifestações contra a presidente Dilma Rousseff e o PT que ocorreram em 23 estados brasileiros neste domingo (15). O presidente nacional do partido, Roberto Freire, e o líder na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), entendem que os ministros José Eduardo Martins Cardozo (Justiça) e Miguel Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência da República), no pronunciamento e na entrevista coletiva desta noite, agiram como se os protestos não tivessem acontecido.

“O governo continua achando que as manifestações não significam nada, que os mais de 1,5 milhão de pessoas que foram às ruas hoje eram eleitores de Aécio Neves, ou seja, eles não estão entendendo coisa alguma”, afirmou Roberto Freire. “Os ministros foram profundamente arrogantes e, por isso, a melhor resposta ao governo foi o panelaço que aconteceu durante o pronunciamento deles”.

De acordo com Freire, “o governo começa a não poder mais falar, porque mesmo que sejam os ministros e não a presidente da República, são saudados com panelaços”.

Rubens Bueno criticou os ministros porque trataram “uma manifestação da ordem da que ocorreu hoje como se fosse aquela do dia 13, dos trinta dinheiros, que foi um retumbante fracasso”. O parlamentar referia-se ao movimento da CUT, do MST e da UNE a favor do governo.

“Não imaginava que o (ministro) José Eduardo Cardozo fosse se prestar, junto com o outro ministro (Rossetto) ao teatro do cinismo que eles apresentaram”, disse o líder. Para Bueno, eles continuaram a tratar a situação como a “guerra do nós contra eles, uma visão torta, de aparelhamento do Estado para atender a apetites de poder”.

Enquanto os ministros falavam, ocorreram panelaços em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília, dentre outras cidades brasileiras. Essa manifestação [panelaço], na sequência dos protestos e que serviu para emoldurar o pronunciamento oficial, mostra que o governo de Dilma Rousseff caiu no despenhadeiro do descrédito.


Em outro vértice do problema há de se considerar que para um partido que chegou ao Palácio do Planalto a bordo do discurso da “solucionática”, da ética e do combate à corrupção, o PT está mais para organização criminosa do que misto de fábrica de gênios com mosteiro de monges enclausurados. Em qualquer país minimamente sério e com autoridades responsáveis, a cúpula petista estava na cadeia e o partido em processo de extinção.

Quando um pronunciamento público torna-se uma nulidade ridícula.

Por Carlos Vilela - Via Facebook
Nulidades políticas falando abobrinhas para enganar babacas.
A fala (...) dessas duas criaturas (prepostos amestrados de madama) mostra à evidência que o PT e o governo são totalmente surdos à voz das ruas ou de um mínimo de bom senso...

O Cardozão disse , em outras palavras, que se o governo de madama foi execrado hoje, só o foi por "concessão" delles petistas, ultrademocratas que são...

Portanto, devemos mais esse favor a ellezinhos...

O tal Rossetto (trotskista paleozóico) , mais casca grossa ainda, atribuiu aos cerca de 4 ou 5 milhões de manifestantes brasileiros de hoje o rótulo de "eleitores da oposição" ignorando que pesquisas recentes dão a madama apenas 7% de aprovação...

Nas contas delle, então, o Aécio teve 93% dos votos...(confissão de fraude nas urnas petistas sem recontagem?)...

Não satisfeito, o Rossetão disse que realmente o governo precisa dialogar e explicar melhor suas medidas econômicas recessivas TÃO-SOMENTE aos manifestantes chapa-branca da última 6ª feira...

Pelo andar dessa carruagem, espero , a qualquer momento, que madama convoque cadeia de TV para nos convidar a degustar uns brioches caso o dólar faça aumentar muito o preço do pãozinho francês...


Publicado originalmente no site "A Direita Brasileira em Ação"

ARROGÂNCIA E CORRUPÇÃO CEGARAM DILMA E SEUS MINISTROS, DIZ CAIADO


Senador compara Dilma a Luís XIV e pede que seja investigada
     
O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), afirmou neste domingo que "a arrogância, aliada à corrupção, cegou a presidente e seus ministros", o tomar conhecimento das declarações dos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Miguel Rossetto (Secretaria Geral) em nome de Dilma sobre os protestos deste domingo (15).

"Confesso que imaginei que, ao voltar da Avenida Paulista, onde hoje estive de 14h até as 19h com aquela multidão, e pelo que vi na televisão em outras capitais do país, o governo teria humildade de admitir o momento político em que vivemos e falaria algo de diferente do que já vem tentando falar. Se os porta-vozes da presidente Dilma tivessem a mínima sabedoria para entender o que aconteceu não teríamos uma entrevista tão desconectada da realidade e mais uma vez essa tentativa de jogar a responsabilidade na reforma política, declarou.

Ele repudiou a afirmação de que o ato que tomou as ruas das principais cidades brasileiras teria menor valor porque só teria representado a parte do eleitoral que não votou em Dilma nas últimas eleições. "Foi extremamente deselegante com todos os brasileiros a definição rasa dos manifestantes como somente pessoas que não votaram nela. Quer dizer que não interessa mais ao governo ouvir 51 milhões de brasileiros em relação às decisões à frente do país? Pela lógica do ministro, hoje Dilma só governa então para 7% da população, que é o número revelado na última pesquisa de pessoas que ainda aprovam a sua gestão", comparou.


Caiado afirma que, uma vez que a Presidência se recusa em dialogar com a população, o dever recai agora sobre os dois outros poderes republicanos. "A responsabilidade agora recai 100% sobre os ombros do Congresso Nacional e do Judiciário. Se a Dilma ao estilo Luís XIV é insensível ao clamor popular, esses dois poderes têm que tomar as decisões e preservar o estado democrático de direto no país. Saio de hoje convencido sobre a necessidade de levá-la para a lista dos investigados. É o mínimo que se espera da Procuradoria e do Supremo Tribunal Federal", defendeu.


Publicado originalmente no Diário do Poder

Panelaços durante o pronunciamento dos ministros

BRASÍLIA



RIO DE JANEIRO




SÃO PAULO



RIBEIRÃO PRETO



SÃO BERNARDO



BELO HORIZONTE



SALVADOR



RECIFE



FORTALEZA

domingo, 15 de março de 2015

#Vem Pra Rua 15/03/2015
Manifestações Pro-IMPEACHMENT pelo Brasil

NO BRASIL

BRASÍLIA - DF




RIO DE JANEIRO

Rio de Janeiro - Capital - RJ


Niterói - RJ



SÃO PAULO

São Paulo - Capital - SP


Campinas - SP


Praia Grande - SP


Pindamonhangaba - SP


Indaiatuba - SP



MINAS GERAIS

Belo Horizonte - MG


Divinópolis - MG


Nova Era - MG




ESPÍRITO SANTO

Vitória - ES



Guarapari - ES




MATO-GROSSO DO SUL

Nova Andradina - MS




Bonito - MS




ALAGOAS

Maceió - AL




CEARÁ

Fortaleza - CE





MARANHÃO

São Luiz - MA






PARAÍBA

Campina Grande - PA




PERNAMBUCO

Recife - PE



PARANÁ

Ponta Grossa - PR



RIO GRANDE DO SUL

Caxias do Sul - RS



AMAZONAS

Manaus - AM




PARÁ

Belém - PA



Fonte: YouTube

#Vem Pra Rua 2015 - Manifestações Pro-IMPEACHMENT no Exterior

AUSTRÁLIA - Sidney 




Today the Brazilians in Sydney, gathered together for a protest in front of Channel 7, Martin Place for the impeachment of Ms. Dilma Rousseff, the current president of Brazil. Since she came into power, Brazil is facing huge corruption problems, a severe financial crisis, exorbitant taxes and increasing unemployment. Due to corruption and robbery in Petrobras, the government-owned Brazilian oil company, Brazil is the only country in the world where petroleum costs have raised, rather than dropping.

This protest aims to interrupt the president’s path to communism, stop this government's corruption and change the country for the better. “We are against her party, the Brazilian Labour Party (PT), and we are against their supporter, the Latin American communist association, Foro de São Paulo.” said Greice Juliana Ribas who is one of the main organizers for the protest in Sydney today.". 


Tradução: Hoje os brasileiros em Sydney, se reuniram na Martin Place, em frente ao Canal 7, para um protesto pedindo o impeachment de Dilma Rousseff , atual presidente do Brasil . Desde que Dilma chegou ao poder, o Brasil está enfrentando enormes problemas de corrupção , uma grave crise financeira , impostos exorbitantes e aumento do desemprego . Devido à corrupção e roubo na Petrobras , a companhia petrolífera estatal brasileira, o Brasil é o único país no mundo onde os custos do petróleo aumentaram , ao invés de cair.

Este protesto tem como objetivo interromper a trajetória da presidente para implantar o comunismo no Brasil, parar a corrupção deste governo e mudar o país para melhor. "Somos contra o seu partido, o Partido Trabalhista Brasileiro (PT), e somos também contra seus militantes e a associação comunista latino-americano do Foro de São Paulo.", Disse Greice Juliana Ribas , que é uma dos principais organizadoras do protesto em Sydney hoje.



Fonte: YouTube

Impeachment de Dilma: Manifestantes recebem R$ 35,00 para ir a ato a favor de Dilma



Transporte Público Hospitalar é usado por manifestantes da CUT... Flagrante em ambulância realizando transporte de Manifestantes da CUT contra Impeachment de Dilma... Manifestantes recebem R$ 35 para irem ao ato em favor de Dilma Rousseff...

Fonte: YouTube

sábado, 14 de março de 2015

REGRAS ‪#‎VemPraRua‬ 15/03

Por Reinaldo Azevedo


Prazo de Validade

Por Olavo de Carvalho

Aquela história da mentira infindavelmente repetida que se torna verdade é ela própria uma mentira infindavelmente repetida, que pode ser usada com algum sucesso se você não acredita nela mas leva aos mais desastrosos resultados quem acredita. Na maior parte dos casos, ela não passa de uma autopersuasão de avestruz, boa para induzir um cretino a caminhar com uma autoconfiança de sonâmbulo em terreno minado. O próprio dr. Joseph Goebbels, a quem se credita a invenção dessa frase, terminou muito mal.

Chavões e frases feitas são afirmações gerais de validade muito relativa, a que você apela como premissas autoprobantes para sustentar outras afirmações que em geral não têm validade nem mesmo relativa. São as ferramentas de eleição do automatismo mental, criadas para você pensar que está pensando quando na verdade está apenas falando. São o Petit Larousse do psitacismo.

O Príncipe de Maquiavel, o Manifesto Comunista e as obras de Antonio Gramsci são depósitos clássicos onde os necessitados sempre encontram as fórmulas de que necessitam para realizar, de novo e de novo, a proeza de não entender coisíssima nenhuma.

O prestígio do maquiavelismo é algo que não cessa de me deslumbrar. Como é possível que tantas pessoas aparentemente inteligentes continuem seguindo com devoção de coroinhas as lições de sucesso de um bobão cronicamente fracassado?

E como é possível alguém continuar acreditando na teoria marxista da luta de classes depois que Lênin demonstrou, por palavras e atos, que se queriam mesmo uma revolução proletária era preciso realizá-la sem proletários?

Desde que Jim Fixx, o inventor dos exercícios aeróbicos, morreu de ataque cardíaco em pleno jogging, aos 52 anos de idade, comecei a desconfiar que todas as fórmulas infalíveis são um perigo para a humanidade. A verdade é matéria de intelecção direta, o ato mais individual e intransferível que existe. Tão logo se cristaliza numa fórmula uniformemente repetível, a fórmula se torna o melhor pretexto para não ter intelecção nenhuma.

O sinal mais visível de esgotamento de uma corrente de idéias é quando seus porta-vozes insistem em apegar-se aos seus chavões consagrados  justamente nas horas de desespero e confusão em que essas chavões se relevam mais deslocados da situação concreta, mais incapazes de descrever o que está se passando.

Quando noventa e três por cento dos brasileiros expressam claramente seu desprezo ao governo Dilma, não falta nos altos escalões do esquerdismo quem diga que isso é a “elite” voltada contra “o povo”. Nunca imaginei que, mesmo no mais excelso patamar de desenvolvimento econômico concebível, pudesse uma nação ter sete por cento de povo e noventa e três por cento de elite.

Em plena efervescência geral contra a roubalheira petista, Frei Betto, André Singer e mais dois bonecos de ventríloquo se reúnem na Apeoesp para discutir “a ameaça conservadora aos direitos sociais”, quando é patente que em todos os protestos populares anti-Dilma ninguém disse uma palavra contra “direito social” nenhum, exceto o direito social de meter a mão nos cofres públicos.

Quando milhões de brasileiros estavam batendo panelas em protesto contra o último discurso da presidenta, um líder petista, com ares de quem revela preciosa inside information, afirmou “haver indícios” de que os partidos de oposição haviam “financiado o panelaço”. Até agora me pergunto como, por que meios, mediante quais artifícios bancários esotéricos seria possível financiar um panelaço.

E, é claro, não poderia faltar quem, rastreando as pistas mais sutis e inefáveis, visse no panelaço a mão sinistra do governo de Washington. William F. Engdahl, o Emir Sader Americano, nosso já velho conhecido (veja Sob as ordens do inimigo), jura até que o “Movimento Passe Livre” foi inventado pelo sr. Joe Biden para “desestabilizar o governo Dilma Rousseff”, quando no Brasil até as crianças sabem que foi criado pelo próprio governo Dilma Rousseff para desestabilizar a administração estadual paulista.

Em suma, aconteça o que acontecer, o cérebro da esquerda, em avançado estado de decomposição, já não sabe senão repetir os mesmos chavões de sessenta, setenta anos atrás, desejando ardentemente que a mentira repetida não apenas seja acreditada, mas adquira, pela força mágica da repetição, a virtude transfigurante de uma profecia auto-realizável.

É verdade que a debacle intelectual não traz necessariamente a derrota política. Ao contrário. A própria história do PT mostra que é possível um partido alcançar o cume do sucesso político justamente numa época em que, intelectualmente, o seu discurso já estava morto e enterrado. Mas, quando a glória política começa a declinar, não há sinal de impotência mais deplorável e patético do que o esforço de apegar-se, retroativamente, a um discurso já mil vezes desmoralizado. As mentiras repetidas podem, às vezes, passar por verdades. Mas, como todos os utensílios, têm um prazo de validade limitado.


Publicado no site Mídia Sem Máscara

Protesto na hora do expediente

Por Marcelo Madureira


Fonte: YouTube

sexta-feira, 13 de março de 2015

Vem Prá Rua



Vem prá rua!! Brasil está te chamando!

Fonte: YouTube

Um País Mudo não MUDA - #VemPraRua 15/03
Contra o Projeto Criminoso de PODER

Por Marco Antonio Villa


CPI do petrolão: é preciso ouvir Lula

Por Augusto Nunes


Nenhuma caixa preta guarda tantas histórias mal contadas sobre a Petrobras.

ABANDONADA POR TODOS

Por Carlos Chagas

Para cada lado que Dilma se volte, encontra um adversário, até um inimigo. Raras vezes um governante enfrentou situação assim. Faltando quase quatro anos para o fim de seu mandato, a pergunta é se vai aguentar, se vai mudar ou se vai sair.

Madame comprou briga com os presidentes da Câmara e do Senado. Renan Calheiros e Eduardo Cunha dispõem de meios para tornar a vida e a administração dela um inferno. Importa menos se a recíproca for verdadeira, mas a verdade é que os comandantes do Congresso estão em guerra aberta e declarada contra Dilma. Da devolução da medida provisória da desoneração das folhas de pagamento à ausência num jantar no Alvorada e à recusa de atender telefonema da presidente, Renan demonstra uma intransigência óbvia quando declara aos jornalistas estar farto da desconsideração do Planalto para com o Senado. Cunha já deixou clara a disposição de rejeitar projetos do governo. O grave é que ambos contam com o apoio maciço das respectivas bancadas, com gente até do PT.

Quanto aos partidos, os da oposição deitam e rolam sem qualquer aceno de entendimento com Dilma, mas salta aos olhos que ela perdeu o PMDB e penduricalhos de sua base na votação de qualquer iniciativa do ajuste econômico. Nesse particular, não conta com o PT inteiro e só por milagre deixará de ser derrotada.

IMAGINE-SE A REAÇÃO

O empresariado rejeita até mesmo as medidas que poderiam favorecê-lo. Imagine-se a reação diante da extinção da desoneração das folhas de pagamento e do anunciado imposto sobre grandes fortunas. Paulo Skaf acaba de pôr a Fiesp em armas e as empreiteiras, se não receberem alguns bilhões do BNDES, ampliarão denuncias premiadas e poderão envolver mais companheiros e até seus mentores.

As centrais sindicais, inclusive a CUT, levantaram-se contra a redução de direitos trabalhistas proposta dias atrás, já ocuparam e mais ocuparão os pátios das indústrias para defender o salário desemprego e as pensões das viúvas. Se convocados para apoiar o governo, não aparecerão.

PROTESTOS DIA 15

Dos estudantes nem haverá que falar. O desemprego os atinge na moleira e a manifestação prevista para o dia 15 em todo o país não deixará ninguém mentir. Será essencialmente um protesto contra Dilma. A previsão é de milhões de pessoas na rua, nas capitais e principais cidades.

O Procurador Geral da República não quer conversa com a presidente desde que se negou a antecipar-lhe a lista de envolvidos no escândalo da Petrobras. O conceito de persona non grata vale para os dois lados.

No Supremo Tribunal Federal, aumenta o número de ministros que não poupam Dilma por deixar de indicar, desde julho do ano passado, o sucessor de Joaquim Barbosa. Ela vem sendo acusada de desídia e de manobras pouco éticas para permanecer desfalcada uma das Turmas da corte. Se espera contar com os ministros que nomeou, fica a hipótese cada vez mais remota.

Mesmo no seu quintal, a chefe do governo não parece à vontade. Ministros se engalfinham, assim como ministros saltam de banda, deixando claro não se conformarem com as recentes mudanças na estratégia oficial, que era e não é mais de beneficiar os trabalhadores e os pobres. A última paulada nos assalariados menos favorecidos foi o corte no subsídio de luz para cinco milhões de famílias. Nem o vice-presidente Michel Temer pode concordar com tamanha maldade. Se comparecer a conciliábulos palacianos, será para ficar calado.

CADÊ O LULA?

Falta referir outro personagem, dentro da casa da Dilma, que ao contrário de suas aparições públicas, mais a vem censurando nas últimas semanas: o Lula. Nem é preciso demonstrar o desgaste de um afastamento que, faz pouco, tornou-se ostensivo.

Em suma, a presidente encontra-se cada vez mais sozinha. Se a poeira não baixar, ninguém garante que mantenha o poder até 2018. Está abandonada por todos. Ou terá sido ela que os abandonou?



Publicado originalmente no site da Tribuna da Internet

O jogo vai ser decidido na CPI

Por Augusto Nunes & Marco Antonio Villa


O Congresso está decidindo a sorte do governo, que até o momento está perdendo de goleada. O comentário é do historiador Marco Antonio Villa no 'Aqui Entre Nós' com Augusto Nunes.

O Esgotão

Por Enio Mainardi

O lado “deles” tem dinheiro de sobra. E tem poder político. Ele, o PT, se classifica como sendo de esquerda. Se ser de esquerda é roubar e juntar os que roubam num sindicato do crime - então eu sou de direita. Cada dia aparece mais corrupção borbulhando nesse esgoto que é o PT... de esquerda. Como eles se mantém, ainda, em pé? Mais do que qualquer outra coisa, eles tiveram tempo para se organizar. E depois juntou-se a fina flor do lixo no Foro de São Paulo para combinar como fariam para assaltar o Estado. Não só aqui mas também na Venezuela, no Uruguai, Bolívia e outros paisecos, estabelecendo um plano conjunto em que todos se dariam bem. Os dirigentes partidários, as grandes empreiteiras dando o dinheiro das obras combinadas, os achaques, o aparelhamento das empresas como a Petrobrás, o assalto aos órgãos de financiamento como o BNDES e - como sempre - os bancos, coooptados em tenebrosas transações financeiras. Nessa pescaria, jogaram uma rede fina que pegou de tudo.


Encheram a pança. Mas tudo que sobe, desce. E a Dilma, que agora tem apenas 7% de aprovação, revelou um personagem cada dia mais hidrófobo: o Lula. Ele e os abutres de seu time, estão literalmente transtornados, preferem até a guerra civil a perder seu pedaço de carne podre. Dias difíceis, não dá para pensar em outra coisa, ficamos matutando: como tratar o país doente de “petite” sem matar o paciente? A Guerra das Panelas é um passo importante, agora no Dia 15. Mas pensando mais amplamente, precisamos reconhecer que não temos nem dinheiro, nem poder político. Precisamos então criar um nosso Foro do Brasil, para nos organizar sistematicamente e solicitar dinheiro e apoio de partidos que comunguem conosco, no mundo inteiro, no repúdio aos que querem acabar com a democracia. Chega de amadorismo. Hoje, realisticamente, não aguentamos um round. 

Até o Toffoli pode nos levar a um nocaute se torpedear o Lava Jato. Será que vai ?!... Nosso Foro do Brasil precisa ser como o disparo das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki. A arma para acabar a guerra. O PSDB não me representa. Tem muita coisa escondida debaixo do tapete. O PT, eu odeio. O PMDB me provoca nojo. Mas aqui e ali tem gente decente, em diferentes partidos. 

Precisamos juntar todos num só projeto. Organizar física e ideologicamente uma Oposição. Diferente do PT, que para alguém se filiar nele, precisa antes mostrar sua “capivara”, a folha corrida, os BOs. Precisamos urgente de um Foro do Brasil, para defender o Brasil.

Publicado originalmente no site "A Direita Brasileira Em Ação"

quinta-feira, 12 de março de 2015

MARCHA PELO BRASIL CONTRA OS CORRUPTOS
Não esqueça dos preparativos. Boa Marcha a todos!

À reflexão, alteração, in/exclusão, criatividade de cada um e comprometimento, se julgado importante para a sua vida e da sua família, com liberdade, segurança, paz, democracia, e como medida de se mostrar que a sociedade brasileira não é amorfa, apática, acomodada... O importante é se preparar com antecedência.
  1. Organize um grupo de amigos/parentes, se possível com alguma identificação, camiseta igual, ou boné...
  2. Prepare cartazes com frases curtas e diferentes no grupo; no mínimo com folhas de A4 colocadas em um papelão ou use cartolina, com alguma haste para fazê-los sobressair acima da massa. Quem puder providencie em uma gráfica algo de maior porte.
  3. Leve apitos, megafones e afins e, bandeiras nacionais pequenas que sejam. Carro de som, melhor ainda. As bandeiras triplicam o efetivo.
  4. Leve em folha impressa mensagens curtas de modo que pelo megafone/carro de som sejam transmitidas e respondidas em coro pela massa, seguidas de apitaços e bandeiras brandidas.
  5. Alguns do grupo devem ficar encarregados de registrar em vídeo e fotos para divulgação pelas redes sociais e, por questão se segurança dos participantes da marcha, dos bens públicos e privados. A marcha não admite vandalismo. É marcha da família em defesa das instituições nacionais, da liberdade, da democracia, contra os corruptos, contra o governo Dilma.
  6. Algum canto ou brado que anime os presentes e ressalte a voz da rua, como pressão sobre o Congresso e o STF.
  7. ALGUMAS EXPRESSÕES PARA GRAFAR E GRITAR (importante levar por escrito):

à DINHEIRO DO BRASILEIRO PARA HOSPITAL E NÃO PARA O PORTO DE FIDEL CASTRO OU USINA NO URUGUAI.

à CHAVISMO NO BRASIL, NÃO. ESTA TERRA TEM DONO!

à PETROBRAS É DO BRASIL E NÃO DO LULA E DA DILMA!

à CATIA ABREU PRESA E ZÉ DIRCEU SOLTO? QUE JUSTIÇA É ESSA.

à JUIZ SERGIO MORO É O CARA. FORÇA E CORAGEM!

à DIGNIDADE AO STF CONTRA AS QUADRILHAS. FORA DILMA! FORA LULA!

à A DILMA MENTIU! A VACA TOSSIU! O POVO FOI PRO BREJO!

à STF SEM AMARRAS COM POLÍTICOS! NÃO SOLTEM OS CORRUPTOS!

à LADRÕES DO COFRE DO ADEMAR E DO TESOURO NACIONAL.

à CORRUPTOS NA PRISÃO, JÁ! PAPUDA NELES!

à QUADRILHAS TÊM CHEFES. LAVA JATO - BRASIL LIMPO!

à NÃO MEXAM NA ANISTIA! TERRORISMO E TORTURA SÃO CRIMES IGUAIS E HEDIONDOS.

à SE O PODER PÚBLICO NÃO PUNE A QUADRILHA, FAZ PARTE DELA.

à METERAM A MÃO NO MENSALÃO E NO PETROLÃO E O POVO NO CAIXÃO. SAFADOS DEMAIS.

à IMPEACHMENT NÃO É GOLPE. CHUTOU O COLLOR, PODE CHUTAR A DILLMA QUE FEZ PIOR.

à IMPEACHMENT JÁ! FORA DILMA, FORA LULA, FORA PT.


à A FORÇA DOS CARAS PINTADAS NA RUA OUTRA VEZ!


Publicado no site A Verdade Sufocada

Dilma e Toffoli: Não foi uma reunião sobre receita de bolo

Por Silvio Navarro e Augusto Nunes


O editor do site de VEJA, Silvio Navarro, e o colunista Augusto Nunes comentam o encontro fora da agenda oficial entre Dilma e Dias Toffoli. A reunião aconteceu menos de 24 horas depois de Toffoli integrar a 2ª Turma da Corte que julgará o petrolão. 


ROUBALHEIRA - Barusco Demonstrou Tédio !!!

Por Reinaldo Azevedo


TOFFOLI NEGA TER TRATADO DA LAVA JATO EM REUNIÃO COM DILMA


Toffoli negou que os casos relativos à operação lava jato
 tenham sido tratados no encontro (Foto: EBC)
Segundo o ministro, a audiência estava marcada "HÁ MUITO TEMPO"

Um dia depois de pedir para migrar para a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela maioria dos inquéritos relativos à Operação Lava Jato, o ministro Dias Toffoli se reuniu na manhã desta quarta-feira, 11, com a presidente Dilma Rousseff e os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Casa Civil, Aloizio Mercadante, no Palácio do Planalto. Toffoli negou que os casos relativos à Operação Lava Jato tenham sido tratados no encontro.

Segundo o ministro, a audiência com Dilma estava marcada "há muito tempo" e serviu apenas para apresentar a proposta do Registro Civil Nacional (RCN), que será uma identificação centralizada do cidadão brasileiro pela Justiça Eleitoral, abrangendo o período do seu nascimento até o óbito.

A audiência do ministro com a presidente Dilma Rousseff foi comunicada em cima da hora pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. A atualização de agenda de Dilma informando o encontro com Toffoli só foi distribuída à imprensa às 8h26 desta quarta-feira, 11.

Segundo a assessoria de Toffoli, a audiência no Planalto foi um pedido do próprio ministro e havia sido confirmada ao seu gabinete nesta terça-feira, 10, entre o final da manhã e o início da tarde. A reunião durou cerca de uma hora e trinta minutos.

"Essa agenda (com Dilma) já estava marcada há muito tempo, esse é um projeto (do Registro Civil Nacional) que vossas senhorias podem ver que estava feito há muito tempo, foi apenas uma questão e circunstância de coincidência", disse Toffoli, diante da insistência de repórteres sobre o fato de a audiência ocorrer um dia depois do pedido para migrar para a 2ª Turma.

Questionado pelo Broadcast Político, serviço em tempo real da Agência Estado, se tratou de Lava Jato na reunião, Toffoli respondeu, incisivo: "Não."

Registro

Com a formalização da transferência para a 2ª Turma, Toffoli vai presidir durante um ano os trabalhos de investigação de políticos acusados de participar de um esquema de corrupção na Petrobras.

Conforme informou nesta quarta-feira o jornal O Estado de S.Paulo, a migração de um ministro para a 2ª Turma evita empates na Lava Jato e elimina o risco de o novo ministro do STF ser indicado de forma "ad hoc" - para julgar especificamente o caso dos inquéritos da Lava Jato.

Ex-advogado do PT, Toffoli já atuou como assessor jurídico da Liderança do PT na Câmara dos Deputados (de 1995 a 2000), subchefe para assuntos jurídicos da Casa Civil no governo Lula (de janeiro de 2003 a julho de 2005) e advogado-geral da União (de março de 2007 a outubro de 2009), também no governo Lula.

Indagado sobre a demora de a presidente Dilma Rousseff indicar o novo ministro do STF, o ministro respondeu: "Não vou comentar sobre isso. Não vou comentar."

Registro

Segundo o TSE, a adoção do Registro Civil Nacional (RCN) traz benefícios para o cidadão, por garantir sua identificação em todo o País, concentrar informações de vários cadastros em um documento único e desburocratizar procedimentos.


"Essa é a proposta que eu trouxe e teve uma receptividade muito positiva por parte da presidente, do ministro José Eduardo Cardozo, do ministro Aloizio, e vamos institucionalizar isso para que áreas técnicas da Justiça Eleitoral e do Poder Executivo implementem essa proposição. Foi isso que vim tratar nessa agenda com a presidenta Dilma Rousseff", disse Toffoli. (AE)