terça-feira, 11 de novembro de 2014

ENSAIO SOBRE A INTENTONA COMUNISTA DE 1935

A ASMIR de Três Corações publicou em seu Blog um ensaio pelo transcurso do 69º Aniversário da Intentona Comunista ocorrida no dia 27 de Novembro de 1935, que foi considerado o maior ato de traição e covardia já perpetrados na História do Brasil.

Um grupo de traidores, a soldo de Moscou, tentou implantar, no Brasil, uma sangrenta ditadura comunista, tendo o levante armado irrompido em Natal, Recife e Rio de Janeiro.

A Intentona Comunista de 1935 foi mais um episódio no imenso repertório de crimes cometidos pelos comunistas pelo mundo afora com vista a submeter os povos e nações a uma ideologia opressora denominada “ditadura do proletariado”.

O desumano plano de domínio e submissão internacional sempre foi apoiado na escravização, na tortura e no assassinato de milhões de seres humanos, cuja dor e cujo sangue parecem ser a marca indelével e indispensável às conquistas comunistas.

Utilizando táticas como atos terroristas, mentiras, falsas promessas, maculando reputações, corrompendo os costumes, pregando a discórdia entre cidadãos, incitando as diferenças sociais, os Comunistas de 1935, como os de hoje, são os mesmos arautos da servidão, da opressão, da pobreza e da morte.

INTENTONA COMUNISTA


Tendo em vista os acontecimentos que vem assolando o Brasil, a ASMIR, com o intuito de orientar aos cidadãos de bem, está fazendo publicar um condensado sobre a Intentona Comunista de 1935, resgatando a lacuna sobre este evento criada por falsos brasileiros que insistem em ocultar a verdadeira história de nossa Pátria.

Esperamos assim estar contribuindo para a formação intelectual de nossos irmãos brasileiros, publicando a verdade sobre aquela que foi uma tentativa suja de implantação de um regime podre em essência, e que não se coaduna com as aspirações sócio-político-econômicas de nosso povo.

Diretoria da ASMIR

01 - O SIGNIFICADO

Intento louco, maluco. Conluio ou tentativa de motim ou revolta. Palavra condenada pelos comunistas na tentativa de negar a derrota sofrida no Brasil em novembro de 1935: “pior que um crime, foi um erro”.

02 - ANTECEDENTES HISTÓRICOS

Após a 1ª Guerra Mundial (1914/1918) o mundo já se debatia entre os adeptos de direita e esquerda, herança ainda da Revolução Francesa do Século 18. A Europa vivia a efervescência das novas e velhas teorias políticas, influenciando também a Nação Brasileira e seus patriotas que almejavam transformações sociais para o povo inculto e analfabeto; o fim das oligarquias desobstruindo os canasi de ascensão da classe média; o voto secreto; o término da política do “café com leite”; a presença de uma legislação mais eficiente e de um Judiciário mais atuante; a melhora do sistema educacional. Eram aspirações legítimas, mas havia um perigo. O mundo caminhava para o totalitarismo nazifascista ou comunista, crescendo no Brasil essas duas tendências opostas.

Lênin, em 1919 criou o KOMONTERN (III Internacional Comunista) para levar ao resto do mundo os “benefícios” a todos os trabalhadores de usufruírem o Socialismo, o Comunismo. Com sua morte, STALIN prosseguiu na missão, baseando-se na repressão e nos campos de concentração siberianos. Foi a fase do Terror Stalinista e da expansão do modelo russo com a criação das “frentes amplas”.

Para os russos, a América Latina era um teatro secundário e vulnerável para a experiência de expansão do Comunismo, atrás da CHINA-INDIA e INDONÉSIA – julgada semicolônias do imperialismo britânico e norte-americano, com independência apenas formal. Recomendavam expressamente:
– usar “sovietes” no campo;
– formar grupos armados entre operários;
– coordenar camponeses, operários, classe média e burguesia nacional contra o “czarismo brasileiro”, sob o qual entendia naquela época, haver semelhança com as “oligarquias da República Velha”.

Julgavam que as experiências da Coluna Prestes seriam importantes para que ela, renascida, seria capaz de conduzir a pequena burguesia na revolução pretendida que, reiterava, poderia usar os “Cangaceiros”...

Em 08 de junho de 1934, a Comissão Política de Controle da II Internacional aprovou Luiz Carlos Prestes como membro do Comitê Executivo, e o chinês CHENSHAO-YU, codinome YAN MIN ficaria em MOSCOU para supervisionar as operações no Brasil, em 1935...

Em 1943 o KOMINTERN foi extinto.

03 - O PLANO SOVIÉTICO

Traçado em MOSCOU, entre abril e maio de 1934 pelo KOMINTERN (III INTERNACIONAL) criado por Lenin em 1919 para levar a revolução comunista ao restante do mundo.
Luiz Carlos Prestes deveria ser o caudilho visível e o chefe aparente do movimento, que não deveria começar como “ação comunista”, mas sim uma “insurreição nordestina” do tipo “nacionalista” contra o ditador Getulio Vargas. Teria a mobilidade da “Coluna Prestes”. Inicialmente faria “agitação e propaganda armada” visando organizar um verdadeiro “Exército Popular Guerrilheiro”, cujo raio de ação se ampliaria com o aumento de seus efetivos e potencial ofensivo. Incluía até a escalação de elementos estrangeiros que constituiriam o “centro nevrálgico” da operação responsável pelas COMUNICAÇÕES-FINANÇAS e CONTROLE de toda a rede da América do Sul

04 - EVOLUÇÃO DOS ACONTECIMENTOS

– 12 de março de 1935 – Após intensa agitação conseguiram os comunistas aprovar o ESTATUTO da Aliança Nacional Libertadora (ANL) frente ampla dos comunistas descontentes e simpatizantes esquerdistas de âmbito nacional.
– Em 30 de março de 1935 – Por proposta do jovem estudante comunista CARLOS LACERDA, Luiz Carlos prestes é eleito Presidente de Honra da ANL por aclamação, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro. Curiosamente, em nenhum desses momentos se tocou nas teses comunistas/marxistas.
Os Comunistas foram os maiores incentivados na ANL, mas a maior parte dos fundadores dessa “frente ampla” não pertencia ao Partido Comunista Brasileiro (PCB). Seus articuladores eram, sobretudo, os militares ligados ao “tenentismo” ou civis da classe média.

FRENTES POPULARES daquela época:
- de repúdio à dívida externa;
- nacionalização do capital estrangeiro;
- direitos civis;
- governo popular;
- repartição dos latifúndios entre camponeses pobres; etc.

NOVOS MÉTODOS de AGITAÇÃO POLÍTICA:
– Marchas, Comícios, Criação de Células em diferentes  camadas sociais e de grupos profissionais deixavam muito claro, também, ser imprescindível o apoio dos militares.
– Em 4 de abril de 1935 – o Governo Federal conseguiu aprovar a Lei de Segurança Nacional nº 38, para combater o Comunismo.
– Em 5 de julho de 1935 – o PCB concitou que as “massas” fizessem a revolução.
– Em 11 de julho de 1935 – o Decreto nº 229 dissolveu o PCB e as entidades paralelas que agitavam o país.
– Em 13 de agosto de 1935 – a Polícia do Rio de Janeiro apreendeu documentos no edifício sede do PCB constatando o papel do KOMINTERN no financiamento do movimento. Daí em diante os comunistas não puderam mais agir legalmente.
– Em 23 de novembro de 1935 – Natal/RN – No 21º BC, quando Sargentos, Cabos, Soldados e rebeldes civis dominaram o Oficial de Dia e se apoderaram de armamento da unidade militar.
As autoridades civis refugiaram-se no Consulado Chileno, e o Comandante do 21º BC e da PM tentaram resistir mas renderam-se na manhã de 24 de novembro por falta de munições. Houve saques e arrombamentos, mas os rebeldes foram dominados por DINARTE MARIZ, chefe político da região do SERIDÓ.
– Em 24 de novembro de 1935 – Recife-Olinda/PE – No 29º BC e no QG/7ªRM o Sargento GREGORIO BEZERRA feriu o Tenente AGUINALDO PEREIRA e matou o Tenente JOSÉ SAMPAIO XAVIER, tendo sido preso.
Ao final, no Nordeste foram constatadas 720 mortes.
– Em 27 de novembro de 1935 – Eclodiu o movimento no Rio de Janeiro:
No 3ºRI na Praia Vermelha, com 19 mortos e 127 feridos.
Na Escola de Aviação Militar – Campo dos Afonsos, onde morreram três oficiais.
A Intentona provocou a EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 1 – de 12 de dezembro de 1935 – que criou o “estado de guerra”, pelo qual o Executivo acumularia maiores poderes. Seguiram-se duas EMENDAS que permitia o Governo cassar patentes de oficiais da ativa, reserva ou reformados, e também autorizava a demitir qualquer funcionário público civil envolvido em rebelião. Instituía o TRIBUNAL DE SEGURANÇA NACIONAL para julgar de maneira mais rápida os envolvidos em crimes subversivos.

05 - OS AGENTES ESTRANGEIROS

Arthur Ewert.jpg
ARTHUR ERNST EWERT, alemão, codinome HARRY BERGER e sua mulher ELISE SABOROVSKI, codinome SABO, canadense de origem polonesa, também ativista do PC Alemão.
Sua missão era dirigir com Luiz Carlos Prestes o levante de 1935, em razão de sua experiência em CANTÃO, CHINA.
JOHAN (JONNY) DE GRAAF, alemão, codinome FRANZ GRUBER e sua mulher ERNA, também alemã.
Missão: Treinamento de grupos especiais para sabotagem e formação de combatentes para lutas de rua.
PAVEL VLADIMIROVICH STUCHEVSKI e sua mulher SOFIA SEMIONOVA STUCHEVSKI, ucranianos com os codinomes dos belgas: LEON-JULES VALÉE e ALPHONSINE, família judia, recebeu vistos de entrada no Brasil em março de 1935.
RODOLPHO GHIOLDI, secretário do partido comunista argentino e sua mulher CARMEM ALFAYA, argentina.
Dirigia o BUREAU SULAMERICANO, centro nevrálgico da operação brasileira, para COMUNICAÇÕES, FINANÇAS e CONTROLE.
AMELTO LUCATELI, codinome BRUNO, italiano.
Missão: Agitar São Paulo.
OLGA BENÁRIO, judia alemã.
Missão: Proteção de LC PRESTES até eclosão do movimento insurrecional no NORDESTE.
Cartas enviadas por ela à LC PRESTES e família, arquivadas em MOSCOU e o seu envolvimento com o líder comunista brasileiro, fizeram dela personagem especial, também no Brasil, além da Alemanha e RUSSIA.
Nasceu em MUNIQUE em 1908, aos 15 anos, por incompatibilidade com a família foi para BERLIM ingressando na JUVENTUDE COMUNISTA, na clandestinidade.
Seu pai era advogado e membro ativo do PARTIDO SOCIAL DEMOCRÁTICO, ferrenho inimigo do PC Alemão.
OTTO BRAUM, do PC Alemão, seu namorado, facilitou sua ida para a Rússia, com passaporte alemão e nome de FRIDA LEUCHNER.
Pouco tempo de atividades levaram-na para o IV Departamento do Estado-Maior do Exército Vermelho (espionagem militar).
Trabalhou no Secretariado do Komsomol, Juventude Comunista Internacional. Teve treinamento na Força Aérea Soviética e cumpriu missões na Inglaterra e em Paris.
Em 1930 informou aos arquivos de MOSCOU que era casada com o russo B.P. NIKITIN, Secretário do Comitê do KOMSOMOL na Academia Militar FRUNZE.
LC Prestes informou que a gravidez foi consequência depois desse rompimento.

06 - CRIMES DO COMUNISMO

Números de um balanço aproximado que dão a dimensão da grandeza e permite sentir a gravidade do assunto:
  1. URSS, 20 milhões de mortos
  2. CHINA, 65 milhões de mortos
  3. VIETNÃ, 1 milhão de mortos
  4. COREIA DO NORTE, 2 milhões de mortos
  5. CAMBOJA, 2 milhões de mortos
  6. LESTE EUROPEU, 1 milhão de mortos
  7. AMÉRICA LATINA, 150.000 mortos
  8. AFRICA, 1,7 milhões de mortos
  9. AFGANISTÃO, 1,5 milhões de mortos
  10. MCI e Partidos Comunistas fora do poder, 10 milhões de mortos.

TOTAL: Aproximadamente 100 milhões de mortos

Além da questão da responsabilidade direta dos comunistas no poder, coloca-se a questão da cumplicidade, conselho, ajuda e encorajamento.

Centenas de milhares de homens engajaram-se nas fileiras da Internacional Comunista, nas seções gerais do “Partido Mundial da Revolução”.

“O verdadeiro comunista não tem família nem pátria, aliás tem: sua família e sua pátria é o comunismo.”

Será que é por isso que eles matam até seus próprios companheiros de partidos que protestarem sem um mínimo de complacência, decoro ou moral?

07 - INDAGAÇÕES

1) O segredo, todos sabem, é uma estratégia de defesa que as organizações comunistas e seus membros seguem à risca. Não admitem o seu objetivo de implantação do comunismo, regime de partido único, ditadura do proletariado. Por quê?

2) O Comunismo, desde 1917, quase que imediatamente origina-se em ditadura sangrenta e depois em regime criminoso. Seus objetivos não poderiam ser atingidos senão através da mais extrema violência? Como explicar que o crime tenha sido considerado e praticado pelo poder comunista como medida banal, normal, ordinária, e isto durante décadas? Como explicar que uma ideologia que se propunha a criar o homem  novo e uma sociedade livre de injustiças deu lugar aos massacres e a opressão em escala jamais vista na HISTÓRIA?

3) Por que, no Brasil o assunto desapareceu da mídia? Desinformação? Censura? Como classificar o fato?

08 - O DECÁLOGO DE LÊNIN

Escrito por Lênin em 1913, o “Decálogo de Lênin” indica algumas estratégias para a tomada do poder pelos comunistas:
  1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
  2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
  3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
  4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
  5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
  6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
  7.  Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
  8.  Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
  9.  Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;
  10.  Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa...
Será que é isso que você quer deixar como legado para seus filhos e netos?

09 - DE BERTOLD BRECHT, A MEDIDA PUNITIVA

“Quem luta pelo comunismo tem de poder lutar, e não lutar; dizer a verdade e não dizer a verdade; prestar serviços e negar serviços; manter a palavra e não cumprir a palavra; enfrentar o perigo e evitar o perigo; identificar-se e não identificar-se. Quem luta pelo comunismo tem de todas as virtudes apenas uma: a de lutar pelo comunismo.” (Bertold Brecht)

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Jornalista "parabeniza" a todos aqueles que foram responsáveis pela reeleição da governanta

O Jornalista Claudio Lessa "parabeniza" a todos aqueles (ir)responsáveis pela manutenção do atual "status quo" proporcionando uma sobrevida de mais quatro anos ao PT no poder com a reeleição da governanta.

Parabéns aos Vitoriosos na Eleição Presidencial 2014!


"Meu comentário de congratulações aos vitoriosos nas eleições de 2014. É por causa deles que continuaremos condenados a viver num país medíocre, corrupto, iníquo." - Claudio Lessa 

domingo, 9 de novembro de 2014

IMPLANTAÇÃO DE “DOUTRINA BOLIVARIANA” NO BRASIL

Elias Jauá Milano e membros do MST em Guararema, São Paulo (MP Comunas / Reprodução)
Se nós brasileiros tínhamos alguma dúvida a respeito da implantação do “BOLIVARIANISMO” pelos poderosos de plantão, agora temos motivos suficientes para acreditar que o processo caminha célere, e, caso a sociedade não se posicione de forma contundente, acabaremos por amargar um futuro incerto, onde as liberdades serão cerceadas.

A poucos dias vimos o “Ministro para las Comunas y Movimientos Sociales” venezuelano Elias Jauá Milano entrar no país, à título de levar sua esposa ao médico,  e firmar “acordos e parcerias” com o MST, que se arvorou de “representante do Brasil”.

Não obstante a ilegalidade do ato uma vez que, além do MST não ser “pessoa jurídica”, o ato em si vai de encontro aos ditames constitucionais, inclusive podendo ser considerado como crime de Lessa Pátria.

A vinda de Elias Jauá tem forte conotação REVOLUCIONÁRIA, pois os “acordos e parcerias” visam ao endoutrinamento e agitação bolivariana no Brasil ao nível das comunidades locais para dar andamento às aspirações comunista do Foro de São Paulo na América Latina.

A ousadia do “capanga” do tiranete Maduro foi tamanha, que até o governo, claramente a favor dos ideais do Foro de São Paulo, acabou por interpelar diplomaticamente a Venezuela para dar explicações sobre o acontecido.

Nossa “batata quente” está assando, e pelo visto, depois dos acontecimentos, em fogo alto. Não devemos mais nos deixar iludir por promessas que poderão vir cercear a nossa liberdade de cidadãos de bem, devendo rechaçar prontamente quaisquer atos que ponham em risco a democracia.

Relembrando uma máxima do Grupo Terrorismo Nunca Mais – TERNUMA...

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

Suposição ou verdade?: Eram os Deuses Astronautas?

A mente humana sempre se ocupou de três perguntas básicas, necessárias para a compreensão de todo o esplendor do universo:

1 - O que somos?
2 - De onde viemos?
3 - Onde iremos?

Erich Von Daniken, escritor suíço, preocupou-se em responder a estas perguntas, tendo chegado a conclusões impresionantes e que foram publicadas em seu livro  "ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS?" (clique aqui para ler o livro)

O escritor deu uma entrevista onde coloca suas considerações a respeito deste tema bastante controverso, alem de outros como "Os Illuminatis", não menos controverso.


sábado, 8 de novembro de 2014

CAPELÃO PAGA PARA SAIR DO EXÉRCITO

Por Jair Bolsonaro

Em 2014, até a presente data, 221 oficiais das Forças Armadas pediram demissão ou foram demitidos (concursos públicos). O número de sargentos é pelo menos o dobro.

A desmotivação para a carreira tem origem na Medida Provisória 2215/2001 (originariamente MP 2131/2000 - Lei de Remuneração dos Militares) que, pasmem, completa agora em dezembro 14 anos sem ser votada.

Nascida no governo FHC e encampada por Lula / Dilma, o objetivo da MP é desgastar as Forças Armadas que são o último obstáculo para que a esquerda faça valer sua vontade política em todo o Brasil.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Eles não merecem esta ingratidão...



Um interessante artigo de autoria do Coronel de Infantaria e Estado-Maior Paulo Ricardo da Rocha Paiva merece uma especial atenção e reflexão por parte dos verdadeiros brasileiros. O artigo intitulado: "SEPARATISMO, eles não merecem esta ingratidão" resgata o civismo que reside no peito dos patriotas desta nação.

SEPARATISMO, ELES NÃO MERECEM ESTA INGRATIDÃO
(Pelo Cel  Paulo Ricardo da Rocha Paiva)

Você sabe de onde eu venho? Venho do morro, do engenho, das selvas, dos cafezais, da boa terra do coco, da choupana onde um é pouco, dois é bom, três é demais. Venho das praias sedosas, das montanhas alterosas, dos pampas, do seringal, das margens crespas dos rios, dos verdes mares bravios, da minha terra natal.

Alma brasileira!  Neste momento de ameaça separatista que corre a Pátria de todos nós, volto os olhos para esta canção de bravos, de irmãos de todos os recantos desta nossa mãe gentil. Do silêncio dos tempos passados, parece que estou vendo os cidadãos fardados, que foram nossos “pracinhas”, voluntários do Oiapoque ao Chuí que, irmanados, a cantam com timbre de heróis!

Por mais terras que eu percorra, não permita Deus que eu morra, sem que volte para lá; sem que leve por divisa esse "V" que simboliza a vitória que virá. Nossa vitória final, que é a mira do meu fuzil, a ração do meu bornal, a água do meu cantil, as asas do meu ideal, a glória do meu Brasil.

Morreram no cumprimento do dever 450 praças, 13 oficiais e 8 pilotos. Feridos nos combates foram aproximadamente 12 mil. Imaginem como devem estar estes guerreiros padecendo, ouvindo clamores separatistas ecoando pelos “brasis” que defenderam com unhas e dentes em campos de batalha na Europa. Eles não lutaram pelo nordeste, pelo sul, pelo centro-oeste, pelo norte ou pelo sudeste. Sua luta foi pelo Brasil, uno e indissolúvel, herdado do grande duque, o “pacificador” que perdoava e anistiava os compatriotas desavisados, inoculados pelo mal dos “cucarachos”, que hoje amargam seu destino de republiquetas sem expressão, condenadas a um protagonismo de segunda.

Eu venho da minha terra, da casa branca da serra e do luar do meu sertão; venho da minha Maria, cujo nome principia na palma da minha mão. Braços mornos de Moema, lábios de mel de Iracema, estendidos para mim, ó minha terra querida, da Senhora Aparecida, e do Senhor do Bonfim!

Braços mornos de Moema! Minha gente, foram nordestinos que assim cantaram, lábios de mel de Iracema... mas, para eles, também era sua a terra bandeirante querida, da Senhora Aparecida, assim como a do Senhor do Bonfim! Com certeza, os 686 baianos, 651 pernambucanos, 377 cearenses, só para exemplificar a participação nordestina na FEB, não se julgam menos filhos da Senhora Aparecida do que os 3389 irmãos paulistas que, a eles irmanados, galgaram juntos as alturas do Monte Castelo, em 21 de fevereiro de 1945! Fico a imaginar a indignação destes heróis quando seus filhos, netos e bisnetos, cometem este sacrilégio de levantar a ideia infame da cizânia separatista no seio da Pátria pela qual, ombro a ombro, verteram sangue estes descendentes, tanto dos audazes bandeirantes como dos nordestinos que expulsaram os holandeses, quando nosso” impávido colosso” ainda nascia!

Por mais terras que eu percorra, não permita Deus que eu morra, sem que volte para lá; sem que leve por divisa esse "V" que simboliza a vitória que virá. Nossa vitória final, que é a mira do meu fuzil, a ração do meu bornal, a água do meu cantil, as asas do meu ideal, a glória do meu Brasil.

Separatismo porque votam mal? Por Deus! Quem não vota mal neste pobre Brasil infeliz? A gauchada mesmo, volta e meia, coloca um “comunopetista” no governo do estado. O Rio de Janeiro então é outra lástima! Que se diga: nosso mal não é regional, é NACIONAL! Mas mesmo na Guerra Farroupilha não faltaram gaúchos de visão prospectiva quanto ao destino de grandeza da grande Pátria Brasileira.  Davi Canabarro, considerado então como “o melhor cabo-de-guerra da República Riograndense”, assim se fez entender quando o argentino Rosas lhe ofereceu auxílio: -“ Senhor! O primeiro soldado de vossas tropas que atravessar a fronteira, fornecerá o sangue com que será assignada a paz de Piratini com os Imperiaes. Acima do nosso amor à república collocamos o nosso brio, a integridade da Pátria. Si puzerdes agora os vossos soldados na fronteira, encontrareis hombro a hombro, os soldados de Piratinin e os soldados do senhor D. Pedro II. ” Irmãos deste imenso País! E os “pagos” não deixaram por menos: foram 1880 que de lá saíram para a Itália. As asas de seu ideal, as mesmas de seus irmãos, nordestinos, paulistas e de todos os demais estados da federação, já que, honra seja feita, nenhum deles deixou de fornecer voluntários para a guerra! E ainda existem imbecis pregando separatismo! Malditos sejam!

Você sabe de onde eu venho? É de uma Pátria que eu tenho, no bojo do meu violão, que de viver em meu peito, foi até tomando jeito de um enorme coração. Deixei lá atrás meu terreno, meu limão, meu limoeiro, meu pé de jacarandá, minha casa pequenina, lá no alto da colina, onde canta o sabiá.

Isto é Brasil minha gente! Eles, os “febianos”, respiravam isto e eles exigem que nós continuemos aspirando esta magnitude verde e amarela. Nossa luta não é entre nós, é contra as “bandeiras vermelhas”, aquelas empunhadas pelos que já abdicaram da cidadania nacional pela “internacional socialista”!  O alto da colina, devemos mantê-lo para o sabiá e não entregá-lo de mão beijada ao carcará secessionista.  Esta é a grande Pátria que nós ainda temos e que devemos legar à nossa descendência. Por isto brasileiros lutaram, por isto devemos lutar!

Por mais terras que eu percorra, não permita Deus que eu morra, sem que volte para lá; sem que leve por divisa esse "V" que simboliza a vitória que virá. Nossa vitória final, que é a mira do meu fuzil, a ração do meu bornal, a água do meu cantil, as asas do meu ideal, a glória do meu Brasil.

Mas os paulistas e nordestinos veteranos da FEB, aqueles muitos integrantes do valoroso 6ª RI-Regimento Ipiranga, Caçapava/SP, não acreditam no que estão a ouvir! Eis que hoje, agora, o leviatã da discórdia se manifesta naquele grande estado, novamente de forma insidiosa: -“Movimento São Paulo Independente! Só há uma saída para o desenvolvimento paulista: a INDEPENDÊNCIA. Uma sandice sem pé nem cabeça, irresponsável, que contraria todos os requisitos reconhecidamente indispensáveis para o porvir de uma grande potência. Interessante é que, em seguida, se apresenta uma justificativa neste teor: -“Além de sugar os recursos e as riquezas geradas pelos paulistas, o governo brasileiro ainda atrapalha o desenvolvimento de nossa Pátria através de seu modelo político defasado e burocrático, o que acaba abrindo brechas para corrupção e até mesmo atrasando as obras muitas vezes por motivos fúteis. ” O grande culpado é identificado com todas as letras, o governo brasileiro, e se prefere culpar o norte/nordeste brasileiro. Por que São Paulo não sai gigantescamente para as ruas, como em 1964, e exige o impeachment da governante?  Que se diga, naquele ano, a participação decisiva do povo paulista foi definitiva para a queda do projeto comunosocialista de João Goulart.

Venho do além desse monte, que ainda azula o horizonte, onde o nosso amor nasceu, do rancho que tinha ao lado, um coqueiro que, coitado, de saudade já morreu. Venho do verde mais belo do mais dourado amarelo, do azul mais cheio de luz, cheio de estrelas prateadas, que se ajoelham deslumbradas, fazendo o sinal da Cruz!

Sou filho de ex-combatente e a primeira imagem desta grandiosidade da Pátria me foi estampada pelo meu pai.  Hoje, meu velho morreria de desgosto vendo a que estão querendo reduzir o sonho da esmagadora maioria dos brasileiros que atravessaram o Atlântico para lutar na Europa, o sentimento de fé quanto ao destino de grandeza da “Terra de Santa Cruz”.  Vicejava neles a crença de que, na segunda metade do século, o Brasil evoluiria de uma potência continental para outra do porte de uma França ou de uma Inglaterra, com poder militar compatível para manter sua soberania plena e seus recursos naturais, sem temer ameaças de quem quer que fosse. Ela não se realizou.  Já estamos chegando em 2015 e, ao que tudo indica, aquela visão está comprometida pelos maus brasileiros que se assenhorearam do País, sob as vistas subservientes, não das Instituições Armadas , mas de seu “alto” comando, absolutamente alheio ás pressões dominantes que estão fazendo ruir o sentimento de nacionalidade. Oficiais-generais, até provas em contrário, meros assistentes fortuitos do festim diabólico bancado pela politicalha e pelos algozes das FFAA, engolindo infâmias e injustiças, deixando para trás companheiros que lutaram contra as guerrilhas urbana e rural, e isto para que todos nós pudéssemos ministrar a instrução peculiar programada pelos quartéis da vida.

Por mais terras que eu percorra, não permita Deus que eu morra, sem que volte para lá; sem que leve por divisa esse "V" que simboliza a vitória que virá. Nossa vitória final, que é a mira do meu fuzil, a ração do meu bornal, a água do meu cantil, as asas do meu ideal, a glória do meu Brasil.

Parodiando a profética advertência, contida na proclamação do Duque de Caxias aos farrapos, em 17 de março de março de 1843 e, em desagravo aos veteranos das Forças Armadas Brasileiras na 2ª GM, que se diga, alto e bom som aos separatistas desavisados: -“Lembrai-vos que a poucos passos de vós está o inimigo de todos nós, o inimigo da nacionalidade e da tradição. Não pode tardar que nos meçamos com os guerrilheiros de Lula e Dilma, guardemos pois nossas espadas e nosso sangue. Vede que estes traidores da Pátria exultam com essa triste cizânia com que nós mesmos nos estamos enfraquecendo e destruindo. Abracemo-nos e unamo-nos para marcharmos, não peito a peito, mas ombro a ombro, em defesa da Pátria, que é nossa mãe comum!" 


Alerta à Nação (II)

Em fevereiro de 2012 a imprensa brasileira tornou público um documento idealizado pelo General Marco Antonio Felício da Silva intitulado "ALERTA À NAÇÃO - ELES QUE VENHAM, POR AQUI NÃO PASSARÃO!" (leia aqui), e endossado por oficiais das Forças Armadas da reserva e várias autoridades civis e cidadãos de notória expressão em nossa sociedade, homens cuja existência é voltada ao bem servir à Pátria, e que sempre tiveram como seu principal norte o juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. 

Os militares signatários são homens que representam o Exército das gerações passadas, sendo os principais responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.

Tal documento alertava sobre um Manifesto publicado pelo site do Clube Militar (leia aqui), e dele retirado, segundo o publicação em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, o qual não teria qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.

Passados mais de dois anos e meio, o Gen. Marco Felício retorna com um novo "Alerta à Nação", desta feita sobre tema de vital importância para democracia: a implantação de um regime "bolivariano" no Brasil por parte dos atuais detentores do poder em nossa nação.

Leiam abaixo a íntegra deste novo ALERTA:

ALERTA À NAÇÃO (II)

“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência  de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam” - Gen Marco Antonio Felicio da Silva

A campanha eleitoral e a reeleição da atual Presidente mostram que os 12 anos de governo Lula e de Dilma Roussef, além de provocar o que era inimaginável, a quebra da unidade nacional, propiciaram o aparelhamento do governo e de parte do Estado, objetivando o preconizado pelo “Foro de São Paulo”: Por meio de políticas assistencialistas e manipulação da união da “Central dos Movimentos Sociais” com as centrais sindicais, abarcando as áreas urbanas e rurais, “acumular forças” na busca de “nova correlação de poder entre a burguesia e o proletariado”, possibilitando processo revolucionário, em marcha já avançada, visando a implantação do que chamam de “socialismo” ou de “socialismo bolivariano”, nada mais do que uma mascarada ditadura de natureza marxista-gramscista.

Há que ressaltar que a situação de descalabro político-social e moral, que hoje vivemos, é fruto de um processo que antecede e é impulsionado com a criação do Partido dos Trabalhadores, contando para o seu sucesso com a omissão daqueles que se dizem democratas e realizado, impunemente, em nome das liberdades democráticas.

Isso é comprovado pelo recente e demagógico discurso, do ex-candidato Aécio Neves, dizendo-se de “esquerda”, afastando qualquer tentativa que leve ao impeachment de Dilma, processo legal, democrático e constitucional, que seria uma prática da “Direita”, segundo Ele.

A enfatizar, o caldo de cultura petista, que já levou algumas de suas principais lideranças à prisão: escândalos como o Mensalão e o da Petrobras, originários da corrupção que permeia a classe política, empresários e grandes empresas, fontes de desvio do dinheiro público que irriga, no Congresso, a vassalagem da maioria que integra a base de sustentação política do governo petista.

Por outro lado, acusações por pratica de crimes diversos, não apuradas devidamente pelo MPF, atingem Lula e a atual Presidente, algumas delas, se comprovadas, razão de processo de impeachment de Dilma. Como exemplos, estranhos e milionários empréstimos externos à Cuba e a outros países, alinhados ideologicamente, com clausulas secretas e não aprovados pelo Senado ou o financiamento da campanha de 2010 com obtenção criminosa de recursos públicos.

Não é de hoje a impregnação psicológica, de cunho comunista, imposta à juventude, nos diferentes níveis escolares, a infiltração na mídia escrita, falada e televisada, possibilitando a transformação de valores, até então, perenes.

A neutralização das Forças Armadas, subordinadas a Ministro da Defesa, afinado ideologicamente com o governo, levam a silêncio, que se torna aterrador, diante de inaceitáveis fatos que já não mais indignam grande parcela da população, anestesiada, mas que traduzem  descalabros numerosos, entre eles aqueles como a ruptura do tecido social e o processo revolucionário “socialista”, os quais apontam para a possibilidade de uma convulsão social.

O STF, com a maioria de seus integrantes nomeados por Lula e Dilma, já é considerado por um dos atuais juízes como um futuro “Tribunal Bolivariano”, à semelhança do que já ocorre em inúmeros países componentes do “Foro de São” Paulo, com tribunais submissos ao Poder Executivo.

O discurso do Presidente Maduro, saudando a reeleição de Dilma como um fortalecimento do processo revolucionário socialista nos países “bolivarianos”, é clara evidência do acima citado. Como, também, o é a recente presença, em território brasileiro, de ministro venezuelano, livremente fazendo acordos com o MST, organização não legalizada e de ideologia comunista, de alto poder de mobilização para atos violentos, com a finalidade de trocar experiências e de organizar, formar e conscientizar seus integrantes para reforçar a “revolução bolivariana”, tendo como objetivo maior a implantação do “socialismo”.

A agravar a situação atual, a derrocada econômica em que nos encontramos, sem solução à vista: recessão com inflação em alta, levando à instabilidade sociopolítica, colocando em risco o futuro da Nação.

Aécio recebe apartes dos Senadores presentes ao Plenário, após discurso.





Aécio Neves faz seu primeiro discurso em Plenário após a campanha eleitoral