quarta-feira, 4 de abril de 2018
O RECADO DAS FORÇAS ARMADAS AO STF NO CASO LULA
Por Joice Hasselmann
O comandante do Exército, General Villas Boas mandou um
claro recado ao povo e ao STF na véspera do julgamento do HC de Lula e da
possibilidade de revisão da prisão em segunda instância. O exército se reuniu
hoje mais cedo. ENTENDA O RECADO DAS FORÇAS ARMADAS AO STF NO CASO LULA,
comigo, Joice Hasselmann.
terça-feira, 3 de abril de 2018
#TodosNasRuas 03/04 – Locais das Manifestações pelo Brasil
Por Brasil Nas Ruas
A impunidade não pode vencer!
O Movimento NasRuas convoca a população brasileira para
manifestar-se clamando por justiça – dizer SIM À PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA!
O STF já se pronunciou favoravelmente ao fato de o réu ser
preso logo após o acórdão. NÃO PODEMOS ACEITAR que a justiça se molde ao
interesse de um réu e que atue como órgão de obstrução da Justiça com o
comportamento político demonstrado de forma aberta e sem pudor.
O Supremo não pode ser um joguete nas mãos de políticos
poderosos. O crime não pode compensar.
Além disso, lembramos que este entendimento e nossa luta não
é somente para colocarmos Lula na Cadeia, mas todo e qualquer criminoso, seja
de colarinho branco, assassino, estuprador, ou traficante.
Esta mesma justiça, logo servirá para todos os outros
partidos, sejam de direita ou esquerda. Chega de impunidade!
segunda-feira, 2 de abril de 2018
domingo, 1 de abril de 2018
Sobre a crise...
Por Jornal da Gazeta
Maria Lydia entrevista Gaudêncio Torquato, consultor de
política e comunicação, sobre a crise. Na entrevista foi feita uma análise do conturbado cenário político
nacional. A entrevista foi gravada.
sábado, 31 de março de 2018
“LEMBRANDO 31 DE MARÇO DE 1964″
(Publicado em 26 de março de 2018)
Alguns, porém, por mais distantes que estejam no tempo, não perdem seu
fulgor e sua nitidez, por serem marcos no desenvolvimento das pessoas ou da
sociedade.
É disso que tratamos hoje, ao relembrar na reunião com associados e
amigos do Clube Militar, neste já tradicional encontro, os idos de março de
1964, ponto de inflexão definitivo na história pátria, que evitou, pela ação
desassombrada dos brasileiros militares e civis que participaram ativamente dos
acontecimentos de então, que nosso país se transformasse, como era e ainda é o
desejo de alguns, numa grande Cuba.
Passados 54 anos, só os mais velhos dos presentes participaram
pessoalmente dos fatos; mesmo assim, em postos e funções próprios de sua,
então, pouca idade e experiência.
Mas os livros, a palavra dos mais antigos, a imprensa da época, ainda
não corrompida pelo viés esquerdizante do politicamente correto que relativiza
e criminaliza todos os êxitos do bom combate e glorifica todas as agressões dos
terroristas e guerrilheiros que tentavam a tomada do poder pela força, ainda
existem em arquivos públicos e particulares, à disposição dos interessados em
conhecer a verdade de 1964.
Os desafios enfrentados pelo Brasil no período 1961 – 1964 são
solenemente ignorados nas discussões sobre o assunto. Lembremos rapidamente
alguns deles:
- a renúncia de Jânio Quadros;
- a tumultuada posse de João Goulart, eleito com o apoio do PCB ilegal;
- a rápida experiência parlamentarista;
- os movimentos nacionalista-populistas de João Goulart, Leonel Brizola
e Miguel Arraes;
- as Ligas Camponesas de Francisco Julião e o apoio cubano ao
terrorismo rural das mesmas, que incendiaram engenhos de açúcar no Nordeste e
em São Paulo;
- a viagem de Prestes à União Soviética, buscando apoio de Kruchev para
a revolução comunista no Brasil;
- os Grupos dos Onze de Brizola, concebidos como base das massas e
futuro braço armado do partido revolucionário;
- as indefinidas reformas de base, em eterna mutação e grande bandeira
do movimento nacionalista-populista;
- a luta interna pelo poder entre o nacional-populismo de Jango e a
manobra revolucionária comunista de Prestes;
- o grevismo descontrolado, fomentado pelo Comando Geral dos
Trabalhadores (CGT), organização sindical ligada ao governo e ao PCB, que
paralisava o país numa onda infindável de greves políticas e de solidariedade a
outras greves, sob a omissão interesseira do governo;
- em 1963, a anarquia começa a atingir as Forças Armadas, como comprova
a Rebelião dos Sargentos em Brasília, em 12 de setembro;
- finalmente, em 1964, os passos finais da tentativa de golpe de estado
do presidente João Goulart, visando à sublevação dos militares e à derrocada
final das instituições democráticas, já tão enfraquecidas – os três
acontecimentos que puseram em cheque a hierarquia e a disciplina, pilares das
instituições militares: o Comício da Central do Brasil, em 13 de março; o Motim
dos Marinheiros, em 25 de março; e a Reunião no Automóvel Clube, em 30 de
março.
Poucas horas depois, a reação dos militares: as tropas começam a descer
de Minas Gerais.
A esquerda golpista, engasgada em sua própria propaganda, acreditou
numa força que não tinha. Vivendo na mentira, intoxicou-se com a mesma e não
soube separar desejos da realidade.
Anos depois, beneficiados pela anistia, os banidos de 64 voltaram ao
país e organizaram novamente a tomada do poder, conquistando-o pelas urnas e
aplicando no governo a teoria gramscista, para transformar a sociedade e
eternizar-se no poder.
Para tal, aparelharam a máquina estatal, inchando-a e ocupando-a com
seus sequazes.
E roubaram, roubaram muito, como nunca se vira antes em qualquer lugar.
Como resultado do saque aos cofres públicos, a Petrobras despencou de
oitava maior empresa do mundo para algum ponto além do 120º lugar.
Outras empresas estatais e autarquias, loteadas entre a profusão de
partidos em busca da “governabilidade”, também foram levadas à falência,
enquanto os partidos e políticos envolvidos no assalto e protegidos pela
impunidade do foro privilegiado enriqueciam com as propinas pagas por grandes
empresas em troca de favorecimento em licitações, aditivos sem fim aos
contratos de obras públicas, isenções fiscais e legislação convenientemente
acertada.
O escândalo resultou nos processos do Mensalão e da Operação Lava-Jato,
que começaram a passar a limpo o Brasil, sempre enfrentando a resistência da
corja de beneficiados pela corrupção que, bem instalada na máquina pública,
tudo faz para alterar a legislação e safar-se do braço da lei.
Ao relembrarmos os acontecimentos de 1964, é preciso permanecer atentos
às tentativas de demonizar os patriotas que salvaram a nação do domínio
comunista e dos desonestos que continuam a buscar as benesses do poder a
qualquer custo.
Aos que lutaram em defesa do país em 1964, nossa admiração e respeito;
aos que hoje se empenham em nos livrar dos assaltantes do erário, nosso aplauso
e reconhecimento.
Mas não nos iludamos. Os ataques aos militares que participaram do duro
combate ao comunismo não cessaram nem cessarão.
Recentemente, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou
pedido ao STF solicitando a reabertura do caso Rubem Paiva, com o intuito de
retomar a discussão sobre o alcance da Lei da Anistia e, com certeza, canonizar
os terroristas e criminalizar os agentes da lei e da ordem que os combateram,
com a violência recíproca e necessária.
Na mesma linha de revisão do passado, uma juíza de Minas Gerais
determinou que as praças e ruas internas das vilas militares da área sob sua
jurisdição tenham seus nomes trocados, no caso de homenagearem autoridades ou
combatentes que lutaram o bom combate e evitaram que nos tornássemos uma grande
e miserável Cuba.
Até mesmo o decreto de intervenção federal meia-sola na segurança
pública do Estado do Rio de Janeiro, onde há “áreas liberadas” sob controle das
milícias e dos traficantes, nas quais a polícia só entra combatendo, não deixa
de ser uma tentativa de jogar as tropas federais numa missão que pode ser
impossível, dependendo do apoio que o interventor tenha de vários órgãos dos
três poderes, não apenas da área da segurança, que estão naturalmente
envolvidos no problema e não estão sob sua autoridade.
Nas velhas fortificações portuguesas dos tempos coloniais, quando o
graduado ou oficial de ronda se aproximava dos postos das sentinelas, gritava:
“Sentinela, alerta!” – ao que a sentinela respondia: “Alerta estou! ”
Como então, nós, as sentinelas da Pátria, permaneçamos alertas.
Fonte: Clube Militar
sexta-feira, 30 de março de 2018
Povo toma galeria da Câmara de Guarapuava para proibir a CARAVANA de LULA
Por Verdade Política
A população de Guarapuava-PR tomou as galerias da Câmara dos
Vereadores para exigir a aprovação de uma moção de repúdio a vinda da Caravana
do ex-presidente Lula para a cidade.
quinta-feira, 29 de março de 2018
quarta-feira, 28 de março de 2018
Entrevista Sergio Moro - Roda Viva
O Roda Viva sabatina Sérgio Moro na primeira entrevista ao
vivo concedida pelo juiz da Lava Jato à televisão brasileira. A edição especial
também marca a despedida do apresentador Augusto Nunes, que esteve à frente do
jornalístico nos últimos cinco anos.
O juiz Sérgio Moro, um dos nomes mais significativos da Lava
Jato, responderá a questões sobre o funcionamento da operação, os resultados
alcançados após 4 anos e os encargos que cabem a ele enquanto juiz federal da
13ª Vara Criminal Federal.
Participam da bancada João Caminoto, diretor de jornalismo
do Grupo Estado; Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal Folha de S.Paulo;
Daniela Pinheiro, diretora de redação da revista Época; Ricardo Setti,
jornalista e escritor; e Fernando Mitre, diretor de jornalismo da Rede
Bandeirantes. O programa também conta com a participação do cartunista Paulo
Caruso
Moro defende prisão após segunda instância
Por Jornal da Gazeta
O Tribunal Regional Federal de Porto Alegre publicou o
acórdão de julgamento de recurso de Lula, recusado ontem. Prisão do petista
depende agora do Supremo Tribunal Federal. E juiz Sérgio Moro diz não acreditar
em manobra para favorecer o ex-presidente no STF.
terça-feira, 27 de março de 2018
segunda-feira, 26 de março de 2018
sábado, 24 de março de 2018
Entrevista com Cármen Lúcia: "Eu estou resistindo"
A presidente do STF conversou com Augusto Nunes logo após a
sessão de julgamento do pedido de habeas corpus de Lula, na qual a maioria dos
ministros decidiu impedir a prisão do petista até o dia 4 de abril.
RS: Caravana do LULA
LULA em Passo Fundo
5º Dia da Caravana do LULA
Estradas fechadas em Passo Fundo (RS)
Por Rodinei Candeia
5º Dia da Caravana do LULA
Estradas fechadas em Passo Fundo (RS)
LULA é barrado em Passo Fundo (RS) e desiste de ato na cidade
Por ShowTube BR
sexta-feira, 23 de março de 2018
STF se curva a Lula
Por Nivaldo Cordeiro
O STF impediu que o ex-presidente Lula, condenado em segunda
instância, seja conduzido imediatamente à prisão, contrariando sua própria
decisão anterior. Nojo! Assassinaram a Justiça, fizeram letra morte da ordem
jurídica. Preâmbulo de caos.
O crime compensa!
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