sexta-feira, 8 de julho de 2016

EDUARDO CUNHA Renuncia, Chora e Ataca: PT é CRIMINOSO, a Câmara está ACÉFALA, BIZARRA


Para ministro da Justiça, Lava Jato não tem prazo


Solidariedade de Temer a Eduardo Cunha


CENSURA: STF pede a PF que investigue PIXULECOS e Carla Zambelli.
Janaína Paschoal dá AULA.


Virada no ciclo econômico depende de confiança


AFINAL, QUEM ELOGIOU TORTURADOR?


Antonio Anastasia fala do término da fase de produção de provas do processo de impeachment de Dilma


BEM-VINDOS AO INFERNO.
A Realidade das Olimpíadas no Brasil.
Rio 2016, que comecem os JOGOS!


segunda-feira, 16 de maio de 2016

Tchau pra Dilma. Tchau querida


Serra rebate coro bolivariano contra o impeachment; Maduro chama de volta embaixador


Novo ministro das Relações Exteriores criticou os governos que reproduzem a retórica petista do 'golpe' e propagam 'falsidades sobre o processo político interno no Brasil'

José Serra (PSDB-SP) discursa na tribuna do Senado antes da votação do impeachment
José Serra (PSDB-SP) discursa na tribuna do Senado antes da
votação do impeachment(Beto Barata/Agência Senado/VEJA)
Em duas duras notas divulgadas nesta sexta-feira, o novo ministro das Relações Exteriores José Serra rebateu o discurso bolivariano de países alinhados aos governos petistas de que o processo de impeachment que afastou Dilma Rousseff do poder foi um "golpe".

Fizeram coro à retórica petista os governos da Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador e Nicarágua, assim como da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América/Tratado de Comércio dos Povos (ALBA/TCP).

Em um dos comunicados, o Itamaraty defendeu a legitimidade do processo de impeachment e criticou os governos que propagam "falsidades sobre o processo político interno no Brasil". "Esse processo se desenvolve em quadro de absoluto respeito às instituições democráticas e à Constituição Federal. Como qualquer observador isento pode constatar, o processo de impedimento é previsão constitucional."

A outra nota repudia especificamente as declarações do secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, que no dia do afastamento de Dilma advertiu para o risco de "ruptura democrática" no Brasil. "Os argumentos apresentados, além de errôneos, deixam transparecer juízos de valor infundados e preconceitos contra o Estado brasileiro e seus poderes constituídos e fazem interpretações falsas sobre a Constituição e as leis brasileiras", diz o comunicado. "Além disso, transmitem a interpretação absurda de que as liberdades democráticas, o sistema representativo, os direitos humanos e sociais e as conquistas da sociedade brasileira se encontrariam em perigo. A realidade é oposta."

Venezuela - Também nesta sexta-feira, o presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou que pediu o retorno a Caracas do embaixador do país no Brasil, Alberto Castellar, em protesto contra o afastamento de Dilma Rousseff.

"Pedi ao nosso embaixador no Brasil, Alberto Castellar, que viesse a Caracas", informou o chavista em pronunciamento. "Estivemos avaliando esta dolorosa página da história do Brasil. Tentaram apagar a história com uma jogada totalmente injusta com uma mulher que é a primeira presidente que o Brasil teve." Maduro não informou se pretende romper definitivamente os laços diplomáticos com o Brasil.


A equipe ministerial de Michel Temer


Petista propõe 'dia do golpe' no Brasil


Deputado Zé Geraldo PT/PA
Deputado Zé Geraldo PT/PA (Gustavo Lima/VEJA)
Não há limites para o constrangimento petista. Depois de o partido anunciar que recorreria a instâncias internacionais, procuraria observadores estrangeiros e denunciaria ao mundo que a presidente afastada Dilma Rousseff foi vítima de um golpe ficticiamente engendrado por forças conservadoras, meios de comunicação e políticos derrotados nas eleições de 2014, o deputado Zé Geraldo (PT-PA), conhecido pela truculência no Congresso, apresentou o insólito projeto de lei 5095/2016 para definir a data de 17 de abril, quando o plenário da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade do processo de impeachment contra Dilma, como o "Dia do Golpe Parlamentar no Brasil". O parlamentar comete um ato falho ao dizer que quer que a data seja "comemorada" anualmente e, na justificativa do projeto, se exalta: "Se a verdade histórica e a garantia da memória devem ser assegurados às gerações atuais e futuras, torna-se fundamental registrar no Calendário Nacional o dia em que o Brasil foi manchado por uma tentativa de golpe - 17 de abril de 2016 - admitido na Câmara do Deputados e efetivada por um coletivo de deputados federais que (...) admitiam que não se importavam com o cumprimento das condições constitucionais exigidas para tal processo, mas apenas pelo exercício a oposição política ao governo que queria destituir". 


Vingança é um prato que se come frio???


PGR não tem mais dúvidas de que Lula comandou trama contra a Lava Jato


Depoimento de Delcídio do Amaral, combinado a provas como mensagens eletrônicas e extratos telefônicos, reforçam a convicção dos investigadores de que o ex-presidente coordenou operação para comprar o silêncio de uma testemunha que poderia comprometê-lo

Parceria: Em acordo de delação premiada, o ex-senador Delcídio do Amaral revelou que seguia ordens do ex-presidente
Parceria: Em acordo de delação premiada, o ex-senador 
Delcídio do Amaral revelou que seguia ordens do ex-
presidente (Ricardo Stuckert/Instituto Lula/VEJA)
Em sua última aparição pública, na manhã de quinta-feira, Lula estava abatido. Cabelos desgrenhados, cabisbaixo, olhar vacilante, entristecido. Havia motivos mais que suficientes para justificar o comportamento distante. Afinal, Dilma Rousseff, a sucessora escolhida por ele para dar sequência ao projeto de poder petista, estava sendo apeada do cargo. O fracasso dela era o fracasso dele. Isso certamente fragilizou o ex-presidente, mas não só. Há dois anos, Lula vê sua biografia ser destruída capítulo a capítulo. Seu governo é considerado o mais corrupto da história. Seus amigos mais próximos estão presos. Seus antigos companheiros de sindicato cumprem pena no presídio. Seus filhos são investigados pela polícia. Dilma, sua invenção, perdeu o cargo. O PT, sua maior criação, corre o risco de deixar de existir. E para ele, Lula, o futuro, tudo indica, ainda reserva o pior dos pesadelos. O outrora presidente mais popular da história corre o risco real de também se tornar o primeiro presidente a ser preso por cometer um crime.

VEJA teve acesso a documentos que embasam uma denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente. São mensagens eletrônicas, extratos bancários e telefônicos que mostram, segundo os investigadores, a participação de Lula numa ousada trama para subornar uma testemunha e, com isso, tentar impedir o depoimento dela, que iria envolver a ele, a presidente Dilma e outros petistas no escândalo de corrupção na Petrobras. Se comprovada a acusação, o ex-presidente terá cometido crime de obstrução da Justiça, que prevê uma pena de até oito anos de prisão. Além disso, Lula é acusado de integrar uma organização criminosa. Há dois meses, para proteger o ex-presidente de um pedido de prisão que estava nas mãos do juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato, a presidente Dilma nomeou Lula ministro de Estado, o que lhe garantiu foro privilegiado. Na semana passada, exonerado do governo, a proteção acabou.


Há várias investigações sobre o ex-­presidente. De tráfico de influência a lavagem de dinheiro. Em todas elas, apesar das sólidas evidências, os investigadores ainda estão em busca de provas. Como Al Capone, o mafioso que sucumbiu à Justiça por um deslize no imposto de renda, Lula pode ser apanhado por um crime menor. Após analisar quebras de sigilo bancário e telefônico e cruzar essas informações com dados de companhias aéreas, além de depoimentos de delatores da Lava-Jato, o procurador-geral Rodrigo Janot concluiu que Lula exerceu papel de mando numa quadrilha cujo objetivo principal era minar o avanço das investigações do petrolão. Diz o procurador-geral: "Ocupando papel central, determinando e dirigindo a atividade criminosa praticada por Delcídio do Amaral, André Santos Esteves, Edson de Siqueira Ribeiro, Diogo Ferreira Rodrigues, José Carlos Costa Marques Bumlai e Maurício de Barros Bumlai (...), Luiz Inácio Lula da Silva impediu e/ou embaraçou a investigação criminal que envolve organização criminosa".

sexta-feira, 13 de maio de 2016

LEITURA MENTAL DO LULA NO MOMENTO EM QUE DILMA DISCURSAVA


Temer estreia cedendo a pressões


Dilma caiu. Na próxima, cuidado com o Ask.COM...


Dilma deixa o Planalto; Temer assume


Desmascaradas as afirmações de Lula em vídeo sobre o impeachment direcionado a deputados


Lula mente descarada e desvairadamente: Mensagem de Lula sobre o impeachment


Agora é oficial: Tchau, querida!


Cobertura da votação no Senado


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Ameaça Velada... CUT contra o #Impeachment


Magno Malta elogia Renan por ter dado prosseguimento ao processo de impeachment


Os jornais chegaram velhos às bancas


O fim de Delcídio


A hora das "algemas de aço" está chegando


Ronaldo Caiado reafirma convicção na legalidade do processo de impeachment da presidente Dilma


Impeachment: Waldir Maranhão cancelou a própria decisão e suspendeu os efeitos dela


Obama irá a Hiroshima, alvo da primeira bomba A

terça-feira, 10 de maio de 2016

Humorista Carioca adapta "Me Dê Motivo" em música lulista


O impeachment e suas gambiarras: Farsa, Comédia, Circo e ...


Zelotes: apesar de desdobramentos, foco ainda é família de Lula


Tire suas conclusões: Senadores se manifestam contrários e a favor do prosseguimento do processo de impeachment


Zelotes: a vez de Mantega


Petistas votaram "pela família" no #impeachment do Collor


Partiu de Curitiba a mudança moral do Brasil


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Os últimos dias


Desde Collor, 132 pedidos de impeachment


A cassação do senador Delcídio do Amaral


JANOT, ENFIM, VAI INVESTIGAR DILMA E LULA


Governo e oposição são alvos de investigações


A Venezuela chegou ao fundo do poço


Comissão do Impeachment ouve especialistas em defesa de Dilma


A indústria parada