Os partidos da esquerda política e seus fanáticos seguidores
costumam idolatrar KARL MARX, principalmente em virtude de suas pregações em
favor da classe operária e contra o sistema capitalista. Porém, os fatos
resumidos a seguir retiram-lhe a qualidade de sábio e de homem operoso, ético e
altruísta, conforme as biografias e as informações contidas nas numerosas
publicações do Google na Internet.
KARL Heinrich MARX nasceu em 05/05/1818 na cidade de Trier
ou Tréveris, Sul da Prússia Renana, e morreu aos 64 anos de idade em
14/03/1883, em Londres, depois de longa bronquite e pleurisia. Era o segundo filho
de Herschel Marx & Henriette Pressburg, que se converteram do judaísmo para
o cristianismo luterano a fim de superar a discriminação étnica praticada pelo
governo. Seu pai era Advogado e Conselheiro de Justiça, o que propiciou ao
filho a conclusão do ginásio em 1835 e, quatro anos depois, os rápidos Cursos
de Direito, Filosofia e História na Universidade de Berlim, apresentando em
1841, na Universidade de Jena, sua tese de doutorado intitulada "Diferença
da Filosofia da Natureza em Demócrito e Epicuro". A seguir publicou a
"Introdução à Crítica da Filosofia do Direito de Hegel", o
conceituado doutrinador da Filosofia Alemã.
Entretanto, as Universidades negaram emprego a KARL MARX por
causa de seus escritos contra o absolutismo imperial. Em decorrência, encaminhou-se
ao Jornalismo. Ingressou na "Gazeta Renana", onde foi redator-chefe,
durante 1842. O jornal seguia ideia burguesa-liberal, mas foi fechado em 1843
pela polícia após publicar vários ataques ao governo prussiano. Nesse ano casou
e transferiu-se a Paris, onde assumiu a direção dos "Anais
Franco-Alemães", empresa pertencente a seu amigo Arnold Rudge, pelo qual
foi apresentado a diversas sociedades secretas socialistas, às quais prestou
assistência doutrinária. Ainda em 1843, Marx se integrou à "Liga dos
Justos", depois transformada na "Liga dos Comunistas". Em 1844
Marx ajudou a editar a publicação "Vorwärts", de pequena circulação,
mas contestatória do regime político da Prússia, o que fez seu imperador
Frederico Guilherme V pressionar o Governo Francês para expulsar todos seus
colaboradores. Expulso em 1845 da França, Marx refugiou-se em Bruxelas, para
onde também seguiu Engels, que o havia visitado em 1844. Naquela oportunidade,
ambos escreveram teses sobre o socialismo, fundaram a "Sociedade dos
Trabalhadores Alemães" e adquiriram um semanário. Em 1847 Marx escreveu
"A Miséria da Filosofia", ironizando "A Filosofia da
Miséria" do anarquista Proudhon". Com base na obra de Engels
intitulada "Os Princípios do Comunismo", Marx escreveu em 21/02/1848 "O
Manifesto Comunista", folheto no qual esboça suas principais ideias,
especialmente a luta de classes como motor da história, a necessidade de
substituir o capitalismo pelo comunismo e a extinção do Estado, terminando com
a recomendação pela união dos trabalhadores do mundo. Pouco tempo depois, Karl
Marx e sua mulher foram presos e expulsos da Bélgica. Impedidos de residir
também na cidade alemã de Colônia, em 1849 conseguiram emigrar para a
Inglaterra, graças à arrecadação de donativos em uma campanha promovida por
Ferdinand Lassale junto a admiradores e correligionários. Vivendo em Londres,
em 1864 Marx fundou a Associação Internacional dos Trabalhadores e, em 1867,
com ajuda de Engels publicou o 1º volume de sua principal obra, "O
Capital". Marx condenou o programa que o Partido Socialista da Alemanha
adotara em 1875.
Marx e Jenne Von Westphalen
KARL MARX casou-se em 1843 com Jenne Von Westphalen, com a
qual mantinha um noivado secreto, pois não era aceito pelo pai dela, um barão
da Prússia. Mudaram-se logo a seguir a Paris, depois a Bruxelas e, finalmente
para Londres. Tiveram sete filhos, mas apenas três meninas chegaram à idade
adulta devido às precárias condições de vida: Caroline (1844-1883), Laura
(1845-1911) & Júlia (1855 a 1898), que faleceram aos 39, 66 e 43 anos de idade.
Marx teve ainda um filho com a empregada Helena Delemuth, de nome Frederick
Delemuth, cuja paternidade pediu a Engels assumir para evitar escândalo, o qual
atendeu ao pedido e entregou a criança a uma família operária mediante
pagamento de pensão.
Friedrich Engels
Em 1844 FRIEDRICH ENGELS visitou Karl Marx em Paris, quando
se conheceram e deram origem a uma fecunda amizade e integração intelectual por
toda a vida. ENGELS nascera em 28/11/1820 na cidade alemã de Wuppertal,
município de Barmen, e faleceu na cidade de Londres em 05/08/1895, aos 74 anos
de idade, de câncer na garganta, tendo suas cinzas sido espalhadas em Beachy
Head, um penhasco perto da cidade de Eastbourne, cumprindo sua recomendação em
vida. Era o primeiro dos nove filhos de Friedrich Engels & Elizabeth Franziska,
família rica que possuía fábricas de tecidos na Prússia e na Inglaterra.
Durante 1838 a 1841 Engels trabalhou nos escritórios da empresa de exportação
do pai na cidade de Bremen e, em 1842, recebeu a incumbência de administrar a
fábrica de linhas de costura situada na cidade inglesa de Manchester, empresa
"Ermen & Engels Victoria Mill", revelando-se um bem sucedido
"homem de negócios". Devido a esse compromisso, não tinha tempo para
fazer um curso universitário regular, tendo estudado por conta própria e
assistido a conferências, principalmente na Universidade Humboldt, de Berlim.
Sob o pseudônimo de Friedrich Oswald escreveu artigos que lhe abriram as portas
do "Clube de Doutores". Em 1842 ENGELS passou a viver maritalmente
com a operária analfabeta Mary Burns, até o falecimento desta em 1863, o que
Marx considerou irrelevante, atitude que fez Engels exigir-lhe desculpas.
Engels escreveu com exclusividade os seguintes livros, que foram essenciais
para a formulação do Marxismo e para a compreensão do denominado comunismo
científico: "Esboço à Crítica da Economia Política" (1844), obra
muito admirada por Marx; "A Situação da Classe Trabalhadora na
Inglaterra", com base em suas observações pessoais (1845);
"Anti-Düring" (1878), em que condena o Socialismo Ideal";
"As Origens da Família, da Propriedade Privada e do Estado" (1884);
"Ludwig Feuerbach e o Fim da Filosofia Clássica Alemã" (1888); e mais
"Do Socialismo Utópico ao Científico" (1890). Engels tinha servido
como voluntário num Regimento de Artilharia, em Berlim, durante 1841 e 1842,
experiência que considerou útil quando participou da Revolução de 1848 na
Prússia contra o poder feudal de grandes proprietários de terras. Engels &
Marx criaram o Socialismo Científico ou Comunismo, contra o Socialismo Ideal.
Em 1848, Engels colaborou com Marx na redação de "O Manifesto
Comunista". Depois da morte de Marx, coube a Engels escrever a continuação
do 2º volume da obra "O Capital", em 1885, bem como, por inteiro, o
3º volume", em 1894. Engels comentava o desconforto que suportava ao
propagar e lutar pela implantação do comunismo e, ao mesmo tempo,
desincumbir-se das funções de empresário.
As biografias registram que até 1848 KARL MAX vivia,
razoavelmente, com o salário de jornalista, o produto de seus escritos, as
contribuições de adeptos e a herança deixada por seu pai. Segundo esses
registros, Karl Marx trabalhou apenas nos anos referidos, de 1842 a 1848. Em
1849 a crise financeira o atingiu. A partir de então KARL MAX, sua esposa e as
filhas sobreviventes passaram a ser sustentados por FRIEDRICH ENGELS, seu amigo
e coadjuvante, que desde antes cobria todos os custos das publicações de seus
escritos, com dinheiro retirado das indústrias do pai em Bremen e Manchester,
permitindo que Marx se dedicasse aos estudos e pesquisas, principalmente na
sala de leitura do British Museum.
Apesar de estudioso em Sociologia e Economia Política, Marx
errou no diagnóstico do país em que seria deflagrada a urdida Revolução
Operária. Pensara que seria na Inglaterra, porque lá operavam as principais
indústrias e se concentravam os maiores grupos de proletários. Porém, a
Revolução Comunista deflagrou-se na Rússia em 1917, um país ainda no regime
feudal.
No que concerne ao conteúdo da principal obra "O
CAPITAL", deve-se notar que as revoluções ditas do Socialismo Científico
falharam nos seus fins essenciais, que eram: extinção do Estado, substituição
do capitalismo pelo comunismo, supressão das classes sociais e instalação da
ditadura do proletariado. Negaram esses objetivos os regimes políticos da
implodida União Soviética, da fracassada Alemanha Oriental, da invadida
Hungria, da militarista Coreia do Norte, da empobrecida Cuba e mesmo da
progressista China Popular. Todas essas chamadas repúblicas comunistas
cultivavam os vícios desumanos de governos absolutistas, a supressão das
liberdades pessoais e coletivas, a exclusão do proletariado das respectivas
ditaduras, a tomada do poder pelos controladores do partido único e a
inexistência de Poderes Independentes do Judiciário e Legislativo. Na URSS as
próprias autoridades comunistas - destacadamente Nikita Khrushchev (1894-1971),
Vyacheslav Molotov (1890-1986) e Mikhail Gorbachev - denunciaram a tirania, as
perseguições e o genocídio ordenados por Joseph Stalin (1878-1953), mais o
culto da personalidade dos governantes, os erros decisórios e as mentiras
disseminados por diversos governos, causando a improdutividade econômica, o
desabastecimento e, finalmente, a dissolução da URSS em 26/12/1991, um dia
depois da renúncia do presidente Gorbachev. Nos demais países citados, chegaram
ao conhecimento mundial a ausência de liberdade, os assassinatos de opositores
sem direito de defesa, a mortandade programada de milhões de pessoas, além de
outros crimes ainda praticados nos tempos atuais. No que concerne à confusa
"Mais Valia", teorizada por Marx, se ele tivesse consultado
Contadores, teria sido informado que ela corresponde ao Lucro Bruto e ao Lucro
Líquido na Contabilidade Empresarial, necessários à acumulação dos capitais
para promover inovações tecnológicas e produção em escala, minimizando os
custos das mercadorias destinadas aos consumidores. No tocante à teoria de que
os acontecimentos históricos seriam resultado das lutas de classes, vários
historiadores norte-americanos e europeus já demonstraram que não foram
causados por lutas de classes as numerosas revoluções e convulsões sociais nem
as guerras ocorridas durante os milênios registrados pela História.
PARASITA SOCIAL é a pessoa que vive à custa da sociedade e
do trabalho alheio, sem produzir o suficiente para si nem para o bem-estar dos
outros. Conforme os fatos históricos acima relatados, enquadra-se nessa
categoria o famoso filósofo e revolucionário KARL MARX, que publicava seus
escritos usando o trabalho e os recursos financeiros de seu amigo e colaborador
FRIEDRICH ENGELS, que ainda sustentou a ele, esposa e filhas a partir de 1849.
Engels se revelou um ser humano muito superior a Marx, em criação intelectual,
clareza expositiva, altruísmo e ética, durante toda sua vida revolucionária, empresarial
e familiar, inclusive ao assumir a paternidade da criança que Marx gerou em sua
empregada.
Pesquisa concluída em 24/09/2014 por Harry Conrado Schüler, Consultor Legislativo.
A localização e datas do encontro do grupo Bilderberg em
2015 foi confirmada. O evento será realizado no opulento hotel Interalpen, nos
alpes austríacos, próximo a Telfs.
Em uma nota de imprensa a polícia austríaca revelou que a
segurança para a reunião estará em operação entre 09 e 15 de junho. Como é de
constume nos encontros Bilderberg as reuniões acontecem entre 11 e 14 de junho.
A nota à imprensa da polícia observa que a segurança na
reunião Bilderberg será parte da mesma operação de segurança para a reunião do
G7, que está programada para ocorrer no início da mesma semana, de 07-08 de
junho, em Schloss Emau,
na Alemanha.
O local da reunião do G7, fica apenas 3,6 km da fronteira
austríaca. Ambos os eventos vão cobrir questões semelhantes e ocorrem na
sequência à cúpula do G7 entre 7 e 8 de junho e a conferência Bilderberg, entre
9 e 14 de junho, avisa o comunicado.
A unidade anti-terrorista COBRA vai estar sob o controle da
operação. Uma zona de 30
milhas em torno do hotel será considerada zona área
proibida para vôos, incluíndo paragliders e paraquedas.
Localização do encontro do G7 na Alemanha,
próximo do
Bilderberg, nos Alpes Austríacos
Os rumores sobre a localização da reunião dos Bilderberg em
2015, no Interalpen Hotel, foram notadas pela primeira vez em agosto de 2014,
após investigadores do grupo descobrirem que o hotel estava reservado para os
primeiros fins de semana de junho de 2015. A confirmação oficial veio mais cedo do
que nos outros encontros, talvez refletindo a grande notabilidade que o grupo
vem ganhando nos últimos anos.
O hotel Interaplen está rodeado por florestas e montanhas ao
lado de uma estação de esqui e próximo ao aeroporto de Innsbruck. Suas
instalações oferecem espaços para reuniões e eventos, está situado a uma
altitude acima de 1.300
metros do nível do mar em um ambiente exclusivo nos
alpes austríacos.
O local é propriedade do grupo
Liebherr. Conta com um centro de
conferências com a capacidade de 400 participantes. O hotel já sediou o
encontro em 1988 há 27 anos. É a terceira vez que a conferência é realizada na
Áustria.
O encontro deste ano segue o modelo da reunião realizada em
2011 em St.Moritz na Suíça. Essa região fica protegida por montanhas, florestas
e estradas sinuosas.
Enquanto a grande mídia evita cobrir o encontro Bilderberg considerando-o
apenas um grupo de debates, inúmeros exemplos de poder da organização e seus
impactos diretos sobre a política global foram documentados nos últimos anos,
com diversas acusações de que o grupo é fundamentalmente de natureza
antidemocrática.
Em 2010, o ex-secretário da OTAN e membro do Bilderberg
Willy Claes, admitiu que os participantes do grupo são obrigados a implementar
as decisões políticas que são formuladas nos encontros.
Mario Monti, acusado de ser um fantoche
do grupo Bilderberg
Em 2013 o advogado italiano Alfonso Luigi Marra solicitou ao
Ministério Público de Roma para investigar as atividades criminais clandestinas
do grupo, questionando se a reunião de 2011 foi responsável pela escolha de
Mario Monti como primeiro-ministro da Itália.
Em 2009 o presidente do Bilderberg Étienne Davignon se
gabava que a criação da moeda única da Comunidade Européia, o Euro, foi uma
criação do grupo.
Rússia
organiza operações de guerra com o Brasil em 2015
A
Rússia está aperfeiçoando suas forças nucleares e a força aérea espacial do
país. Os planos incluem colocar em serviço quatro regimentos de mísseis, dois
novos submarinos nucleares (Vladimir Monomakh e Alexander Nevsky) e mais 50
novos mísseis balísticos intercontinentais.
Na primeira reunião de 2015, o ministro da defesa da Rússia,
Serguei Shoigu, definiu os planos para esse ano, nos quais se incluem manobras
militares com Cuba, Coréia do Norte, Vietnã e Brasil.
A Rússia está aperfeiçoando seu armamento nuclear e criando
uma força aérea espacial do país. Os planos incluem colocar em serviço quatro
regimentos de mísseis, dois novos submarinos nucleares (Vladimir Monomakh e
Alexander Nevsky) e mais 50 novos mísseis balísticos intercontinentais.
O recém-inaugurado Centro Nacional de Gestão de Defesa
sediou da reunião. O chefe do Estado-Maior da Rússia, general Valeri Gerasimov,
apresentou um informe com os planos estratégicos do país, e acusou as
atividades da OTAN nas fronteiras russas como violatórias dos acordos de armas
nucleares de alcance médio.
Tanto as visitas de destróieres e cruzadores da OTAN no Mar
Negro como a construção do sistema de defesa de mísseis na Romênia e Polônia,
são vistos pela Rússia como ameaças que devem ser suplantadas por uma maior
capacidade potencial do exército russo.
Shoigu declarou que a tarefa do Exército, ordenada pelo
presidente Vladmir Putin, é não permitir a superioridade militar estrangeira e
centralizar toda a atenção no perfeccionismo das forças nucleares russas, e a
criação de uma nova fase nas forças armadas, com a criação de uma força aérea
espacial.
No plano de cooperação internacional, está proposto o
fortalecimento do Conselho de Segurança Coletiva da OTSC (Organização do
Tratado de Segurança Coletiva), da cooperação dentro da Comunidade de Estados
Independentes e da Organização de Cooperação de Shangai, além do
desenvolvimento da cooperação dos estados membros dos BRICS, bem como dos
tradicionais sócios russos na região da Ásia-Pacífico.
Foram anunciadas conversações para a realização de
exercícios navais e aéreos conjuntos com os exércitos de Cuba, Vietnã, Corẽia
do Norte e Brasil.
Há um mês atrás, dei-lhes conhecimento de um texto/mensagem
que eu havia endereçado a SExa o Ministro Jaques Wagner, da Defesa, no qual, como
introdução, referi-me aos valores que fazem das Forças Armadas um organismo
único, permanente, visceralmente vinculado a seu passado, à sua história e
indivisível no tempo, ontem e hoje, como querem negar seus camaradas do Foro de
São Paulo.
Na mesma mensagem, postada no site do Ministério da Defesa,
coloquei dois questionamentos.
Solicitei ao Sr Ministro uma explicação sobre os critérios
que o levaram à imperdoável substituiçãodo nome de um General pelo de um
terrorista em uma escola do estado da Bahia e uma justificativa para o seu
suposto “voluntariado” para ser Ministro da Defesa, vis-a-vis de seu aparente
desprezo pelos militares.
Ainda não recebi a resposta do Sr Ministro, mas, com muita
honra, recebi seu “recado”, dando-me conta de que recebeu minha mensagem.
Mais me honrou a escolha do Mensageiro Especial, Sua
Excelência o Gen Ex Enzo Martins Peri, desde ontem, ex-comandante do Exército,
que, obviamente, por improcedente constrangimento, delegou a outro a
transmissão do “comunicado ministerial”, determinando minha dispensa da tarefa
que, a convite, exercia, por tempo certo, no Departamento Geral do Pessoal
(DGP).
Minha exoneração, embora antecipada por alguns dias, não
contrariou a cláusula do “tempo certo”, pois meu compromisso estava
condicionado à permanência do Chefe do DGP em sua função, o que, antes disso,
eu já sabia que não ocorreria.
Não sei se o Sr Ministro pretendia punir-me com sua
determinação ao então Comandante do Exército, a quem sempre prezei e respeitei,
mas, se assim foi, deu um “tiro na água”!
Não tenho nada de especial a pensar sobre a atitude ou a
pessoa do Sr Jaques Wagner, já que, para mim, como já expressei em outro texto,
ele é apenas um petista, com toda a insignificância que o título encerra.
Trata-se meramente de um político em função de ministro, cujo trânsito nos
poderes executivo e legislativo deve ser explorado, com prudência, pelos Comandantes para incrementar o poder
dissuasório das Forças Armadas. Ressalto a prudência baseado no que a mídia nos
tem mostrado a respeito da operação “Lava-Jato” e da participação do seu
partido nas negociatas do chamado “PTrolão”.
Tanto não tenho interesse em desqualificar a pessoa do Sr JW
que nunca me permiti explorar junto a meus amigos ou fazer comentários sobre
uma fotografia, de conhecimento público, em que Sua Excelência aparece
intermediando um beijo entre duas senhoras. Desconheço as circunstâncias do
flagrante e tampouco tenho, ou pretendo ter, com ele a intimidade que, parece,
têm as senhoras que o protagonizam.
Por outro lado, minha dispensa persecutória da tarefa para a
qual havia sido convidado muito valoriza meu currículo, dado que me equipara,
por baixo, com muita honra, ao Gen Ex Maynard Marques de Santa Rosa que, por
razões mais importantes, desagradou outro Ministro da Defesa e, por intermédio
do mesmo Mensageiro Especial, foi exonerado persecutoriamente da Chefia do
Departamento Geral do Pessoal!
Finalizo este texto/resposta, que pretendo postar à
Ouvidoria do MD, dizendo que não quero ser uma “pedra no sapato” do Sr Jaques
Wagner, não tenho humildade para chegar tão baixo, mas, como brasileiro,
soldado e patriota, acuso o recebimento do “recado”, reafirmando minha cada vez
mais firme disposição para conhecer as respostas aos questionamentos que o
levaram a chamar à sua presença o Comandante do Exército e a fazê-lo mensageiro
de seu desconforto.
Acrescento, por oportuno, que tenho a mesma determinação em
relação à Ação Popular que movo, representando o Grupo TERNUMA, contra a
Presidência da República, face ao decreto que institui os “sovietes do pt”, e
em relação à Ação Ordinária que, junto com meus irmãos e por intermédio do Dr Amadeu
de Almeida Weinmann, movemos contra a dita Comissão Nacional da Verdade, em
resgate da memória de nosso pai.
Alguns têm dito que o General Paulo Chagas é um dos
militares mais coerentes e corajosos desses últimos tempos. Ainda que o
referido oficial esteja na reserva, não têm fundamento as críticas que dizem
que “não tem nada a perder”. O militar, como pode-se ver ao lado, era
contratado para TTC e prestava serviço no Departamento Geral de Pessoal. Porém,
após carta pública ao Ministro da Defesa e informação de que estava processando
a Comissão da Verdade, foi informado pelo general Enzo que estava dispensado. O
fato do oficial, mesmo na condição de contratado do MD, ser tão veemente em
suas críticas direcionadas às ações do atual governo, realmente só farão
aumentar a admiração que a sociedade esclarecida já possuía em relação ao
mesmo. Isso Mostra que verdadeiros patriotas não são compráveis.
O Foro de São Paulo, através de sua organização Unasul,
criou a escola de defesa para a formação de militares e civis na América do
Sul. Mais um passo para a formação do braço armado da narcoditadura comunista e
a criação da União das Repúblicas Socialistas da América Latina.
Gavião Peixoto – SP, 3 de fevereiro de 2015– A Embraer
realizou hoje, com sucesso, o primeiro voo do novo jato de transporte militar e
reabastecimento em voo KC-390. Os pilotos de teste Mozart Louzada e Marcos
Salgado de Oliveira Lima e os engenheiros de ensaios em voo Raphael Lima e
Roberto Becker voaram a aeronave por 1 hora e 25 minutos, realizando avaliação
de qualidades de voo e de desempenho.
O presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, em
entrevista exclusiva à TVeja, diz que quer dar um basta a sangria que a
Petrobras está sofrendo. Cunha afirma ainda que foi eleito para dar
independência à Casa, e não brigar com Dilma Rousseff. Quanto a obsessão do PT
pelo poder, o novo presidente faz uma analogia com futebol: "Eles vêm com
essa história de jogo. Puxar camisa, dar canelada, dar carrinho. Depois querem
tomar uma cervejinha. Eu não tomo cerveja".
Se era verdade que o Brasil, estivesse quem estivesse no
Palácio do Planalto, quebraria em 2015, o melhor era mesmo que a bomba estourasse
no colo de quem a armou!
Nada mais justo do que dar ao PT o que é do PT, ou seja, que
o partido, seus líderes, sua incompetência, sua desonestidade e suas ideias
totalitárias arquem com a responsabilidade e sofram as consequências de sua
desastrada “obra”.
Caso o PT e seus aliados tivessem perdido as eleições,
voltariam ao conforto do poleiro da oposição irresponsável para alardear às
suas eternas vítimas, a maioria ignorante, que bastou tirá-los do poder para
que país quebrasse e que medidas radicais fossem tomadas para “prejudicar os
mais pobres”.
Ao final de quatro anos, em que passariam jogando pedras no
governo e consolidando seu discurso demagógico, retornariam, fortalecidos, nos
braços do povão iludido, para desfrutar das contas saneadas e, novamente,
dilapidar o erário e a liberdade dos brasileiros, não se sabe por quanto tempo!
Desta forma, se a quebradeira é inevitável, como temos
visto, que ocorra sob a égide do corruPTo e que sejamos nós, no papel da
oposição, os encarregados de mostrar, de forma didática e irretorquível, em
definitivo, a toda a Nação, a cara dos verdadeiros responsáveis pelo caos!
Logicamente que há o risco de tentativa de golpe embutido
nessa realidade, afinal, a sobrevivência das hienas depende de assegurarem a
posse da carcaça, mesmo que em estado de carniça.
No entanto, para isto, dependem do apoio das FFAA, o que
nunca terão, mas vale o alerta !
No alto escalão petista, consolida-se a tese de que a
presidente age da forma oposta à esperada para demonstrar poder diante do
partido e de seu mentor
Presidente do Uruguai, Pepe Mujica, Dilma Rousseff e o ex-
presidente Lula participam da
comemoração
aos 35 anos do PT em Belo Horizonte (MG) (Ricardo Bastos/Estadão
Conteúdo)
Na quinta-feira, véspera do anúncio de que Aldemir Bendine
foi escolhido como novo presidente da Petrobras, o ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva queixava-se a aliados da falta de disposição de Dilma Rousseff em
dialogar e ouvir seus conselhos. A troca de comando na estatal era o exemplo
mais recente: Lula sugeriu os nomes do ex-presidente do Banco Central Henrique
Meireles, do executivo Antonio Maciel Neto e o presidente do BNDES, Luciano
Coutinho. Dilma não aceitou e, no dia seguinte ao desabafo de Lula, confirmou a
tese ao nomear um nome que desagradou o corpo de funcionários da companhia e não
fora aventado em momento algum.
No alto escalão petista, consolida-se a tese de que a
presidente às vezes age da forma oposta à esperada justamente para demonstrar
poder diante do partido e de seu mentor.
A tensão entre o partido e o governo, entre as propostas do
ex-presidente e as decisões de Dilma, sempre existiu. Mas agora, com a crise no
governo, tornou-se mais evidente. Atingido em cheio pela operação Lava Jato,
que investiga os desvios da Petrobras, o partido sofre com o esvaziamento da
base aliada no Congresso e, apesar de comandar o governo, não se vê
representado nas decisões de Dilma.
A queixa principal é a de que a chefe do Executivo não ouve
ninguém além do seu restrito círculo de conselheiros. Atualmente, o nome mais
influente do governo é o do ministro da Casa Civil, Aloísio Mercadante. Lula
credita a ele parte das decisões desastradas do atual governo, como a escolha
de nomes controversos para o ministério e a desastrada sucessão na Petrobras,
que derrubou as ações da empresa.
O ex-presidente também acredita que Pepe Vargas não está
preparado para comandar as Relações Institucionais. Tampouco confia no poder do
ministro Miguel Rossetto, a quem vê como incapaz de instigar os movimentos
sociais a defender o governo. No segundo
mandato, o governo Dilma é mais dela e menos de Lula. E, para boa parte do PT,
é esse o problema.
Lula está numa encruzilhada, como ele mesmo reconheceu a um
interlocutor. O ex-presidente contou ter perguntado ao ditador cubano Raul
Castro como ele tratava as desavenças com o irmão Fidel. Ouviu a seguinte
resposta: "Tudo o que meu irmão fez de bom e ruim eu estava junto. Não
posso me desvencilhar". Lula, então, emendou: "Comigo e a Dilma, é a
mesma coisa". O ex-presidente, que pretende se lançar candidato novamente
em 2018, sabe que o agravamento da crise do atual governo pode prejudicar seus
planos para a próxima eleição. Mas não quer forçar um rompimento que pode ser
prejudicial ao partido.
A postura do ex-presidente reflete o clima dentro do PT.
Parlamentares da sigla já dizem abertamente que a bancada precisa se descolar
do governo neste mandato, dada a crônica falta de diálogo do Planalto com os
aliados no Congresso. "Não seremos linha auxiliar da oposição, mas também
não vamos baixar a cabeça para o governo", diz o deputado Reginaldo Lopes
(PT-MG). A formação da equipe ministerial e as medidas econômicas recentes também
desagradaram boa parte da militância. E a postura débil da presidente da
República diante da crise política causa o temor de que o Planalto seja
engolido de vez pelos acontecimentos.
Diferentemente de Lula em 2005, quando explodiu o mensal
o, Dilma não tem apoio massivo nas ruas
e nem possui grande poder de articulação política. Seu isolamento é visto como
um sinal perigoso por correligionários.
É por isso que o conselho dado pelo ex-presidente no ato que
marcou os 35 anos do PT, nesta sexta-feira, traz uma admoestação embutida:
"(Se houver) um erro desastroso nosso, quem vai sofrer não somos nós, é o
povo humilde desse país. E você em obrigação não de governar para o Lula e o
Rui Falcão. É governar cuidando do povo brasileiro". Publicado originalmente na Revista VEJA
Dois pontos de vista conflitantes sobre o mesmo assunto.
Marco Antônio Villa e Mauro Motoryn discutem nessa edição do programa "Os
Dois Lados da Moeda" a situação da Petrobras com a saída de Graça Foster
do comando. Clique no vídeo e confira!
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve ter a coragem
de denunciar todos os envolvidos no petrolão, inclusive o ex-presidente Lula. O
colunista de VEJA.com Augusto Nunes e o historiador Marco Antonio Villa
conversam sobre os esquemas de corrupção descobertos durante os anos de governo
do PT.
A decisão do ministro Joaquim Levy de encomendar estudos
para elevar ainda mais os impostos é impatriótica e contrária aos interesses
gerais dos brasileiros. Precisa ser combatida imediatamente. Da mesma forma, a
decisão de praticar tarifaço nas tarifas públicas é abominável. O governo
deveria, antes de elevar preços, acabar com a roubalheira, a incompetência e a
ineficiência das empresas públicas.
Agencias de viagens de MIAMI distribuirão GUIA do terror
COMUNISTA para turistas que pretendem visitar a ilha castrista.
Sob o nome de guia de turismo para visitar lugares
importantes em Cuba , o instituto de Memória Histórica Cubana, organização
fundada por exilados nos EUA publicou um
folheto com fotos ilustrando os marcos do passado e do presente na ilha
comunista.
Por exemplo, os visitantes podem se aproximar da igreja de
Nuestra Señora de la Caridad
del Cobre, em Havana, em cujas porta, em 10 de setembro de 1961, durante um
evento religioso “, foi assassinado jovem católico Arnaldo Covadonga”.
Em seguida você pode, então, ir para o cais do porto, de
onde zarpou o “navio espanhol Covadonga com mais de uma centena de sacerdotes
expulsos pelo governo revolucionário, em 1961″.
Este guia será publicado para coincidir com o degelo nas
relações entre os EUA e Cuba e relaxamento de viagens de norte-americanos para
Cuba, uma mudança que, segundo os especialistas, vai gerar um aumento
significativo no número de turistas que viajam para Cuba.
O objetivo do guia é mostrar aos americanos locais que
certamente não lhes serão mostrados pelos guias turísticos cubanos.
Para Ramon Saul Sanchez, presidente do Movimento Democracia,
é uma iniciativa “formidável, porque uma das questões-chave é que o mundo ignora
a realidade do que ocorreu e ainda ocorre em Cuba”. O regime de Castro mantém
os olhos dos visitantes fora dos locais e eventos que mostram a verdadeira e
ainda atual natureza repressiva do sistema cubano.
A turnê da bela quinta Avenida, uma das principais artérias
da capital cubana, é outra atividade sugerida pelos exilados, para “evocar o
Damas de Blanco, onde mulheres de flor na mão foram violentamente atacadas por
multidões manipuladas pelo regime”.
O escritor, jornalista e diretor de cinema cubano Pedro
Corzo, membro do conselho do Instituto, disse que o guia será lançado em breve. Uma tiragem
inicial de 20 mil exemplares será distribuída em “centros de pesquisa sobre
Cuba, institutos académicos dos Estados Unidos, que também organizam as viagens
para a ilha e algumas agências de viagem em Miami.
Outro lugar de particular relevância é o Hospital
Psiquiátrico Mazorra, também em Havana, onde dissidentes presos, por meio da
aplicação de choques elétricos, foram torturados, sem sofrer de “distúrbios
mentais”.
Você pode, então, viajar para a cidade de Regla e “ver o
barco em que vários jovens cubanos tentaram fugir para os EUA”, mas
infelizmente o combustível acabou antes de chegarem a Florida. Os três cubanos
responsáveis pelo barco foram fuzilados pelas autoridades cubanas pelo crime de
terrorismo.
Outra opção é visitar o lugar onde os soviéticos implantram
mísseis com capacidade nuclear visando atingir cidades dos EUA, ou a “vala
comum” do cemitério de San Jose de los Ramos, onde estão os restos mortais não
identificados mais de trinta pessoas.
Uma visita com grande significado histórico é a que leva ao
túmulo de Pedro Luis Boitel, um dirigente estudantil que morreu em 1972, em uma
greve de fome em confinamento solitário por reivindicar seus direitos como um
prisioneiro político.
Começa uma nova legislatura no Congresso Nacional e nas
Assembleias Legislativas. Recomeça o confronto entre governo e oposição. Eis
quatro propostas para este momento.
E-mail recebido do Dr Joel Sampaio de Arruda Câmara
Segue abaixo o relato de uma pessoa que passou recentemente
em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um
Brasil que a gente não conhece...
As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer
um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir
a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.
Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde
engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.
Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é
roraimense. Para falar a verdade, acho que a proporção de um roraimense para
cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense,
piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto, falta uma identidade com a terra.
Aqui não existem
muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, (e aqui quase
todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e
estaduais de Roraima, além daprefeitura é claro) ou a pessoa trabalha no
comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.
Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do
território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas
30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se
cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.
Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa
Vista a Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km
reserva indígena (Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e
6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com
autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam
incomodados.
Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre
aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria
que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.
Outro detalhe: americanos entram à hora que quiserem. Se
você não tem uma autorização da FUNAI, mas tem dos americanos então você pode
entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês,
mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas
reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se
encontrar por aqui americano tipo *nerd*
com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e
catalogá-las, mas no final das contas, pasme, se você quiser montar uma empresa
para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí, camu-camu etc.,
medicinais ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se
preparar para pagar '*royalties*' para empresas japonesas e americanas que já
patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia..
Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais
relatos:
Os americanos vão acabar tomando a Amazônia. E em todas elas
ouvi a mesma resposta em palavras diferentes..
Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia
suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:
“Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é
deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não
deixam.
Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer
o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde Iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa!!
A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o
conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome
de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão
libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão
construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o
Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivo de combater
o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois
essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem estrada para
as Guianas e Venezuela.
Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente
se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente
diplomático). Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano,
pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de
200 dólares.
Pergunto inocentemente às pessoas: porque os americanos
querem tanto proteger os índios ?
A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras
indígenas além das riquezas animal e vegetal, da abundância de água, são
extremamente ricas em ouro - encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em
quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de
Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.
Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito
de socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente
ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa.
É, pessoal... saio daqui com a quase certeza de que em breve
o Brasil irá diminuir de tamanho.
Será que podemos fazer alguma coisa???
Acho que sim.
Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros
fique sabendo desses absurdos.
Mara Silvia Alexandre Costa
Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.Patog. FMRP – USP.
PEDIDO PESSOAL:
Gostaria que você que recebeu este e-mail, o repasse para o
maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que
o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que
isso venha a acontecer.
Como compreender a eleição de Eduardo Cunha para a
presidência da Câmara dos Deputados, contra a vontade do PT e da presidente
Dilma Rousseff? Para responder a essa pergunta é preciso, antes, analisar os
resultados das últimas eleições. Em artigos sobre o tema eu avaliei que o PT,
não obstante ter vencido a eleição para a Presidência da República, tinha
amargado uma sonora derrota parlamentar. A eleição consagradora de Eduardo
Cunha foi apenas a consequência lógica dessa derrota sonora nas urnas.
É bom que se diga que a posição do PSDB e seus aliados em
torno do nome alternativo de Júlio Delgado foi uma jogada tática que deu
conforto aos seus líderes. Para Eduardo Cunha, o relevante era não haver
segundo turno, pois não precisava para isso dos votos das oposições em si, mas
apenas que ela não somasse com o adversário petista, dando alento à sua
candidatura. O PSDB não aderiu, mas deu apoio tático. O resultado foi desastroso
para o Palácio do Planalto.
Cada vez mais claro que o projeto revolucionário do PT
encontrou agora uma reação sólida, ao menos no nível parlamentar. A pauta do
Congresso Nacional será oposicionista sem ser destrutiva. O que for do
interesse geral da nação será acolhido; o que for inovação revolucionária do PT
será recusado.
A derrota se tornou ainda maior porque o desdobramento da
Operação Lava Jato pode levar a um eventual pedido de impeachment da presidente
Dilma e é na Câmara dos Deputados que o processo de inicia. Se, junto com
provas jurídicas, houver um clamor popular a cassação eventual de Dilma
Rousseff sai do reino das possibilidades e cai na concretude política. Bom
lembrar que a cassação de Dilma Rousseff daria um grande poder ao PMDB, partido
de Eduardo Cunha, pois o vice-presidente da República é do seu partido. O colo
de Michel Temer está preparado para receber a faixa presidencial.
Em volta de tudo temos o desenrolar da crise econômica, que
pode agravar o quadro político. A inflação está se acelerando e a produção,
caindo. O desemprego ameaça. A perda de renda da população é visível. Esse
quadro favorece a rejeição mais acentuada da presidente Dilma Rousseff.
Eu tenho escrito nas redes sociais que a única alternativa
para o PT se manter no poder é fazer um ato de força. Mas ele não a tem,
sobretudo porque o PT, alavancando a ideologia alucinada na tal Comissão de
Verdade contra os militares, colocou as Forças Armadas contra si. Desse modo,
um golpe de força ficaria fora de cogitação.
Estamos assistindo à derrocada paulatina do projeto do PT.
Ela se concretiza em várias frentes, desde a nomeação de um ministro da Fazenda
“neoliberal” até a derrota na eleição da mesa da Câmara dos Deputados. O PT
também tem colhido dissabores no plano internacional e seus aliados mais
próximos, como Venezuela, Rússia e Irã não parecem ter grande valia para
estancar a perda da credibilidade internacional.
O ano de 2015 será crucial. A derrocada do PT pode se
acelerar, inclusive pela notória incompetência de Dilma Rousseff para conduzir
o processo. Ela não sabe bem o que fazer no cargo que ocupa. O fim está
próximo? Quem viver verá.
Segundo reportagem do jornal “Estado de S.Paulo” desta sexta-feira, o Brasil perdeu seus direitos no Tribunal Penal Internacional (TPI), após acumular e não pagar mais de US$ 6 milhões em dívidas com a entidade sediada em Haia. A situação coloca a diplomacia brasileira em uma “saia-justa”, já que o Brasil possui a segunda maior dívida de um país nas Nações Unidas. O Brasil é um dos membros fundadores do Tribunal Penal Internacional, entidade que representou o maior avanço no direito internacional desde o fim da Guerra Fria. Na prática, a suspensão impede o Brasil a votar, por exemplo, na escolha de novos juízes, “um constrangimento político que afeta o País que, em diversas ocasiões, usa o discurso do multilateralismo para insistir que apenas dentro do quadro da lei e da ONU é que conflitos podem ser superados”, diz o “Estadão”.
De acordo com o jornal, a dívida com o TPI é apenas uma de muitas que o governo brasileiro vem acumulando com a ONU. Conforme revelado com exclusividade pelo “Estadão”, a dívida do Planalto com o orçamento regular da ONU superava em 2014 pela primeira vez a marca de US$ 100 milhões e apenas os EUA mantinham um buraco superior. Documentos da ONU indicam que, até 3 de dezembro, o Brasil devia US$ 170 milhões à entidade. Isso sem contar com outra dívida de US$ 14 milhões (R$ 36,7 milhões) para a Unesco, que deu o título ao Brasil de segundo maior devedor da entidade cultural da ONU, além de outros US$ 87,3 milhões para as operações de paz dos capacetes azuis.